Top PDF Fungos anamórficos (Hyphomycetes) no Semi-árido do Estado da Bahia, Brasil.

Fungos anamórficos (Hyphomycetes) no Semi-árido do Estado da Bahia, Brasil.

Fungos anamórficos (Hyphomycetes) no Semi-árido do Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Fungos anamórficos (Hyphomycetes) no Semi-árido do Estado da Bahia, Brasil). Durante o levantamento de fungos anamórficos associados à folhas em decomposição de diferentes plantas na região semi-árida do Estado da Bahia, 23 espécies, pertencentes a 19 gêneros foram encontradas. Dessas, uma espécie constitui novo registro para a Bahia e três para o Brasil, respectivamente: Drechslera victoriae (F. Meehan & H.C. Murphy) Subram. & B.L. Jain, Ochroconis crassihumicola (Matsush.) de Hoog & Arx, Pyricularia caffera Matsush. e Tretopileus sphaerophorus (Berk & M.A. Curtis) Hughes & Deighton. Descrições, comentários e ilustrações são apresentados para essas espécies.
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Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

RESUMO – (Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil). Os fungos anamórficos, caracterizados pela produção de estruturas de reprodução assexuadas, são habitantes comuns do folhedo onde desempenham papel importante na decomposição. O objetivo deste trabalho foi realizar um inventário dos fungos anamórficos associados ao folhedo de plantas da Chapada Diamantina, BA. Foram realizadas 13 expedições, de dezembro/2002 a outubro/2003, para coleta de folhedo. Para verificação da presença de fungos anamórficos o material foi submetido à técnica de lavagem sucessiva com água destilada esterilizada e posteriormente incubado em câmaras-úmidas. Lâminas permanentes com as estruturas reprodutivas dos espécimes foram confeccionadas com resina PVL e depositadas no herbário HUEFS. Das 57 espécies de fungos anamórficos identificados, nove constituem novas ocorrências para o Estado da Bahia e cinco para o Brasil: Fusariella atrovirens (Berk.) Sacc., Kiliophora ubiensis (Caneva & Rambelli) Kuthub. & Nawawi, Paraceratocladium silvestre Castañeda, Pleurotheciopsis setiformis Castañeda e Triscelophorus deficiens (Matsush.) Matsush. Incluem-se comentários e distribuição geográfica dos novos registros para o Estado da Bahia; descrições e ilustrações são apresentadas para as novas ocorrências para o Brasil.
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Levantamento da família Polygonaceae no estado da Bahia, Brasil: espécies do semi-árido

Levantamento da família Polygonaceae no estado da Bahia, Brasil: espécies do semi-árido

This research is a survey of the Polygonaceae species distributed in semi-arid zone of state of the Bahia. In that area the family is represented by the following genera with their respective species: Coccoloba (11): C. alagoensis, C. alnifolia, C. brasiliensis, C. bullata, C. confusa, C. fastigiata, C. mosenii, C. ochreolata, C. scandens, C. schwakeana and C. warmingii; Polygonum (5): P. acuminatum, P. ferrugineum, P. hispidum, P. hydropiperoides and P. punctatum; Ruprechtia (3): R. apetala, R. laxiflora and R. ramiflora; Rumex (1) R. crispus and Triplaris (1) T. gardneriana. Key to the genera and species, descriptions and illustrations are presented for the majority of the species studied.
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Situação nutricional e alimentar de pré-escolares no semi-árido da Bahia (Brasil): II ­ Hipovitaminose A.

Situação nutricional e alimentar de pré-escolares no semi-árido da Bahia (Brasil): II ­ Hipovitaminose A.

Foram estudados 754 pré-escolares de áreas urbanas de sete municípios do semi- árido do Estado Bahia, Brasil, com o objetivo de determinar a prevalência da hipovitaminose A e sua associação com a idade, sexo, renda em salário-mínimo, escolaridade materna e adequação dietética em vitamina A. Na amostra estudada não se registrou nenhum caso de sinais e/ou sintomas de xeroftalmia durante o exame clínico-oftalmológico. Em 563 crianças foi possível a coleta de sangue para determinação de retinol sérico; encontrou-se um valor médio de 20,3 µg/ dl (DP=10,8µg/dl) e uma prevalência de 15,3% de níveis deficientes (abaixo de 10,0 µg/dl). Em todos os sete municípios estudados a prevalência de retinol sérico deficiente foi superior a 5,0% que é nível crítico proposto pela OMS para considerar a hipovitaminose A como problema de saúde pública. A distribuição de retinol sérico encontrada não teve relação com o sexo das crianças, mas com a idade, diminuindo a prevalência de níveis deficientes e baixos na medida em que a idade aumenta. Não se encontrou associação entre renda familiar per capita ou escolaridade materna e a prevalência de níveis de retinol deficiente. Os resultados de consumo alimentar provenientes do inquérito recordatório de 24h mostraram que apenas 8% das crianças consumiram quantidades adequadas de retinol ou de seus precursores; 66% ingeriam abaixo da metade e quase 35% delas não chegaram a ingerir nem um quarto da quantidade recomendada para sua faixa etária. A carência de vitamina A deve ser considerada como problema de saúde pública severo, tanto pela alta prevalência de níveis deficientes de retinol em todos os municípios como também pela dimensão da inadequação dietética.
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Flora vascular de açudes de uma região do semi-árido da Bahia, Brasil.

Flora vascular de açudes de uma região do semi-árido da Bahia, Brasil.

A vegetação de ambientes aquáticos no Estado da Bahia é pouco conhecida, parti- cularmente de ambientes lênticos do semi-árido. Na região de Feira de Santana e Angüera, devido aos rigores dos longos períodos de estiagem, tornou-se tradicional o represamento de pequenos cursos de água, geralmente temporários. Os açudes originados destes represamentos acabaram sustentando flora vascular bastante diversa e pouco estudada.

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Cacaueiro: propagação por estacas caulinares e plantio no semi-árido do Estado da Bahia

Cacaueiro: propagação por estacas caulinares e plantio no semi-árido do Estado da Bahia

Rondônia com 10,4 %, Espírito Santo com 7,1 % e outros estados com 0,8 %. A produtividade média brasileira foi de 20,1 @ ha -1 (301,5 kg ha -1 ), muito baixa considerando valores médios de 50 @ ha -1 (750 kg ha -1 ) obtidos na década de 80. O Brasil já ocupou, na década de 80, a segunda posição na produção mundial de cacau com cerca de 450 mil toneladas. Esse decréscimo decorreu principalmente, dos preços baixos no mercado internacional, principalmente na década de 90 e pelo surgimento da vassoura-de-bruxa (doença causada pelo patógeno Crinipellis perniciosa) na principal região produtora do país, o sul da Bahia, que resultou numa devastação sem precedentes das lavouras da região (Pereira et al., 1989). Mesmo adotando os métodos tradicionais de controle houve pouca eficiência no processo, devido às condições climáticas favoráveis para a disseminação rápida em escala espacial e temporal da doença.
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Soroprevalência e fatores de risco para a língua azul em carneiros das mesorregiões do Sertão e da Borborema, semi-árido do Estado da Paraíba, Brasil.

Soroprevalência e fatores de risco para a língua azul em carneiros das mesorregiões do Sertão e da Borborema, semi-árido do Estado da Paraíba, Brasil.

Neste estudo foi determinada a prevalência de anticorpos contra o vírus da língua azul em carneiros das mesorregiões do Sertão e da Borborema, semi-árido do Estado da Paraíba, bem como foram identificados os fatores de risco associados à infecção. A amostragem foi delineada para a determinação da prevalência de propriedades positivas (focos) e de animais soropositivos por mesorregião. Foi realizada uma seleção aleatória de unidades primárias, composta por 189 propriedades no Sertão e 100 propriedades na Borborema. Dentro das unidades primárias, foram amostrados todos os carneiros (unidades secundárias), resultando em 321 animais no Sertão e 185 na Borborema. Na ocasião da coleta, foi aplicado um questionário epidemiológico por propriedade. Para o diagnóstico sorológico, foi utilizada a prova de imunodifusão em gel de ágar (IDGA), com antígeno produzido na Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais). Uma propriedade foi considerada foco quando apresentou pelo menos um animal soropositivo. Na mesorregião do Sertão, as prevalências de focos e de animais soropositivos foram de 11,6% [7,8% - 17,1%] e 8,4% [5,7% - 12,3%], respectivamente. Na mesorregião da Borborema, a prevalência de focos foi de 0,0% [0,0% - 3,6%] e a prevalência de animais soropositivos foi de 0,0% [0,0% - 2,0%]. Os fatores de risco associados à língua azul foram a não realização de higiene das instalações (OR = 5,51) e a vermifugação dos animais duas a quatro vezes ao ano (OR = 4,44).
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Descrição da fêmea de Paracentronodus nevesi Barreira & Sakakibara (Hemiptera, Membracidae).

Descrição da fêmea de Paracentronodus nevesi Barreira & Sakakibara (Hemiptera, Membracidae).

ABSTRACT. Description of the female of Paracentronodos nevesi Barreira & Sakakibara (Hemiptera, Membracidae). A female specimen of Paracentronodos nevesi Barreira & Sakakibara, 2001 was collected in a semi-arid region (Caatinga) of the State of Paraíba, Brazil, at the municipality of São José dos Cordeiros. Since only the male was known, the specimen is described and illustrated.

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Uso de um modelo regional de clima-vegetação para estimativa dos componentes da evapotranspiração sob condições climáticas atuais e futuras de aquecimento global

Uso de um modelo regional de clima-vegetação para estimativa dos componentes da evapotranspiração sob condições climáticas atuais e futuras de aquecimento global

Neste tópico é feita uma avaliação da evapotranspiração e dos seus termos constituintes, a saber: os termos radiativo e aerodinâmico, sob um cenário de aquecimento. Na Figura 10a, o ciclo anual do termo aerodinâmico é dominante na bacia Amazônica, com uma variância acima de 60%, tal fato difere da condição atual, na qual o ciclo anual é dominante unicamente na parte leste da bacia (Figura 9a), provavelmente devido as mudanças no vento associadas a menor rugosidade da superfície ocasionada pela presença do cerrado substituindo a floresta nativa. O efeito do DPV também é relevante já que o cerrado libera menor quantidade de vapor d’água para a atmosfera quando comparado com a floresta amazônica. No norte da Amazônia e centro sul do Brasil, o ciclo semi anual é dominante com variância próximo de 60%. Tal fato também é verificado em parte na região sul, e em boa parte da Bahia e Minas Gerais.
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Resistência natural de nove madeiras do semi-árido brasileiro a fungos xilófagos em condições de laboratório.

Resistência natural de nove madeiras do semi-árido brasileiro a fungos xilófagos em condições de laboratório.

De modo geral, não houve uma boa relação entre a quantidade de substância extraída em água quente e a resistência da madeira aos fungos testados, pois espécies que apresentaram altos teores de extrativos, a exemplo da aroeira (posições 1, 2 e 3), da braúna (posições 1, 2 e 3), da cássia (posições 1 e 2) e do cumaru (todas as posições), foram tão resistentes quanto o angico e o ipê, que apresentaram teores de extrativos mais baixos. Porém, para a aroeira e braúna, as amostras obtidas nas posições 1, 2 e 3, que apresentaram altos teores de extrativos, foram mais resistentes que as tomadas na posição 4, contendo menos extrativos. Assim, a resistência das madeiras pode estar relacionada a outros tipos de substâncias, que não foram solúveis em água quente.
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Prática do aleitamento materno em comunidades rurais do semi-árido baiano.

Prática do aleitamento materno em comunidades rurais do semi-árido baiano.

Com o objetivo de conhecer p estabelecimento e duração do aleitamento materno total e exclusivo em comunidades rurais do Semi-Árido Baiano, Brasil, foram estudadas 226 crianças de O a 2 [r]

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Resistência natural de nove madeiras do semi-árido brasileiro a fungos causadores da podridão-mole.

Resistência natural de nove madeiras do semi-árido brasileiro a fungos causadores da podridão-mole.

RESUMO – O objetivo desta pesquisa foi avaliar a resistência de nove madeiras de ocorrência no semi-árido brasileiro a fungos de podridão-mole, em condições de laboratório. As madeiras estudadas foram algaroba (Prosopis juliflora), angico (Anadenanthera colubrina var. cebil), aroeira (Myracrodruon urundeuva), braúna (Schinopsis brasiliensis), cássia (Senna siamea), craibeira (Tabebuia aurea), cumaru (Amburana cearensis), pau-d’arco (Tabebuia impetiginosa) e pereiro (Aspidosperma pyrifolium). De cada espécie foram retirados corpos-de- prova de 3,0 x 1,5 x 0,5 cm, com a maior dimensão no sentido das fibras, em quatro posições na direção medula-casca do tronco. As amostras permaneceram por 120 dias sob a ação da microflora natural existente em solo orgânico. A resistência ao apodrecimento da aroeira, braúna e cássia não foi afetada pela posição na direção medula–casca, não esteve relacionada à densidade das madeiras ensaiadas. As madeiras de aroeira e braúna (cerne), pereiro e pau-d’arco apresentaram melhor desempenho. A resistência natural não esteve associada à concentração de extrativos solúveis em água quente.
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Estratégias na suplementação de vacas leiteiras no semi-árido do Brasil.

Estratégias na suplementação de vacas leiteiras no semi-árido do Brasil.

e elevadas taxas de evaporação, mas especialmente pela escassez e irregularidade acentuada na distribuição de chuvas, tanto no tempo quanto no espaço, com a ocorrência de longos períodos de estiagem. A estação chuvosa é curta e mais concentrada nos meses de verão. A precipitação em geral, situa-se entre 250 e 600 mm/ano, podendo atingir até 800 mm/ano. No Raso da Catarina, entre Bahia e Pernambuco os valores são inferiores a 500 mm anuais e a menor precipitação registrada no Brasil foi de 278 mm/ano em Cabaceiras, interior da Paraíba. O semi-árido apresenta temperaturas elevadas (média de 27°C), com extremos, como Sobral-CE, com 28,9°C, em dezembro. As altas temperaturas com pequena variação interanual, somadas à forte insolação, exercem forte efeito sobre a evapotranspiração, fazendo com que os reservatórios de água pouco profundos se esgotem rapidamente.
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SOBRE A RELAÇÃO ENTRE REGIMES POLÍTICOS E DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO: APONTAMENTOS PARA UM ESTUDO SOBRE A HISTÓRIA DA CT DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

SOBRE A RELAÇÃO ENTRE REGIMES POLÍTICOS E DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO: APONTAMENTOS PARA UM ESTUDO SOBRE A HISTÓRIA DA CT DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

Eles tomam como exemplo de ingerência a autonomia da ciência no século XX o caso Lyssenko, evento no qual uma genética lamarckiana prevaleceu contra a genética mendeliana devido ao apoio do estado e do partido soviético à primeira, entre as décadas de 1930 e 1950. Shinn e Ragouet argumentam que a reversão desse quadro, com a prevalência da genética mendeliana, na década de 1960, ocorreu nos marcos do mesmo regime autoritário soviético e seria uma evidência da resiliência da autonomia da comunidade de geneticistas soviéticos, mesmo em condições políticas externas adversas. Shinn e Ragouet mostram, portanto, que há um núcleo duro na tese mertoniana – o ethos e a autonomia da comunidade científica – que pode sobreviver ao seu acréscimo – a dependência da ciência em relação à democracia – derivado dos contextos políticos e ideológicos, nos quais a tese havia sido formulada e recebida.
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CONVIVENDO COM O SEMI-ÁRIDO

CONVIVENDO COM O SEMI-ÁRIDO

grande capacidade de adaptação e que até nossos dias continuam com o povo do sertão, resistindo e insistindo, mostrando sua importância na construção de um Nordeste viável. Esta apostila é o resultado de vários encontros, visitas com as comunidades, associações, assentamentos e tantas outras organizações do povo, que vive da criação, nas mais diferentes regiões do Semi-Árido Brasileiro. Com o objetivo de facilitar e divulgar informações ligadas ás necessidades no trato com o rebanho, seu melhoramento e o aumento dos resultados da produção, bem como servir de instrumento didático facilitador àqueles(as) que buscam multiplicar a proposta da convivência com o Semi-Árido. Pensando assim a apostila foi organizada em partes, sendo constituída de um conjunto de cuidados necessários que garantem os bons resultados na criação e o entendimento necessário a nossa organização.
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

A terra abandonada não possuía plantações perenes e quantidade significativa de trabalho pretérito coagulado a ser defendido pelo caboclo. A inexistência da aldeia sedentária, como locus de formação de sólidos laços familiares e societários, determinada pelo modo de produção praticado pelas comunidades caboclas, dificultou a resistência à expansão dos latifúndios e das comunidades coloniais-camponesas. Ainda mais que essa expansão era apoiada pelo Estado. A pobreza material objetiva da sociedade cabocla e a fragilidade de seus laços aldeões ensejaram também produção cultural-ideológica muito pobre, que contribuiu igualmente para sua debilidade social, diante da maior consistência cultural-ideológica da produção latifundiária e colonial-camponesa. Foi igualmente frágil a oposição das comunidades caboclas à expansão do latifúndio, mesmo quando escasseou a terra.
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Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

A violência no campo e a impunidade desses crimes é um fato que marca as historias dos movimentos camponeses, principalmente, no Brasil. E o Massacre do Eldorado dos Carajás (Pará) marcou para sempre o mês de abril, consagrando essa data no calendário de lutas da Via Campesina, levando a organização de manifestações em outros países. Os efeitos destrutivos do acordo de alguns países com o GATT levou o suicídio de diversos camponeses que não conseguiram reverter o seu endividamento, após um rápido barateamento do produto agrícola e da perda de suas terras. Inclusive, levou ao suicídio do outstanding coreano Lee Hyung Hae, que mesmo com sua particularidade, não conseguiu evitar a falecia de seus negócios e que tal ato, perante a mídia, durante o protesto da Via Campesina ao lado de fora da Conferencia Ministerial da OMC, chocou o mundo e marcou esse dia como o “Dia Internacional de Luta contra a OMC e o Neoliberalismo ”.
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Desempenho produtivo em caprinos mestiços no semi-árido do Nordeste do Brasil.

Desempenho produtivo em caprinos mestiços no semi-árido do Nordeste do Brasil.

A ordem de parto exerceu influência (P<0,05) sobre as características estudadas (P e PMP). Estes resultados estão de acordo com os obtidos por LIMA (1994), SILVA et al. (1996a) e MEDEIROS et al. (1996), em cabras mestiças Pardo Alpina x Moxotó e Pardo Alpina x SRD, no semi-árido, e discordam dos encontrados por SALAH et al. (1981), em cabras puras. A variação do 1 o ao 5 o parto foi na ordem 1,47+0,04 a 1,82+0,06 cabritos/parto, que pode ser considerada muito boa para aumentar a eficiência reprodutiva do rebanho mestiço. As diferenças observadas na ordem de parto com relação a P e a PMP, provavelmente, está relacionado ao estado fisiológico da matriz, principalmente aparelho reprodutivo, em que as fêmeas de primeira ordem de parto apresentam o mesmo incompleto, ocasionando mal formação dos gametas femininos. Entretanto, as fêmeas idosas apresentam falhas na concepção e, ou, gestações causadas pelo quadro de envelhecimento dos órgãos reprodutivos.
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Desempenho de clones de cajueiro-anão precoce no semi-árido do Estado do Piauí

Desempenho de clones de cajueiro-anão precoce no semi-árido do Estado do Piauí

Resumo - A região do semi-árido ocupa mais da metade do território nordestino e, devido à irregularidade pluviométrica, tem poucas opções econômicas para oferecer a sua população. A cajucultura é uma atividade da maior importância econômica e social para o Estado do Piauí e possui também maior percentual de áreas potencial- mente aptas para exploração. Assim, com o objetivo de avaliar o desempenho de cinco clones de cajueiro-anão precoce na região do semi-árido do Estado do Piauí, em 1999, foi instalado o experimento no delineamento de blocos ao acaso com cinco tratamentos, quatro repetições e 27 plantas por parcela, no espaçamento de 7 m x 7 m. Os clones foram avaliados para altura de planta (m), diâmetro de copa (m), produção de castanha, ataque de doenças e pragas. Os resultados obtidos mostraram que os clones CAC 38 e BRS 226 apresentaram os melhores desempenhos e podem ser recomendados para o plantio comercial na região do semi-árido do Estado do Piauí e similar. O clone CAC 35 não apresentou adaptação às condições edafoclimáticas locais. O BRS 226 apresenta resistência à resinose. Em condições de forte infestação, a broca-das-pontas não manifesta preferência por clone para a oviposição.
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Duas novas espécies de Enchenopa Amyot & Serville (Hemiptera, Membracidae) do semi-árido do Estado da Paraíba, Brasil.

Duas novas espécies de Enchenopa Amyot & Serville (Hemiptera, Membracidae) do semi-árido do Estado da Paraíba, Brasil.

Holótipo fêmea. Brasil, Paraíba. “Faz[enda]. Almas, S[ão]. José dos / Cordeiros (PB), 7º28’ S/ 36º 53’ W, 650m, Caatinga, / 10- 11.III.2005, Rothéa Col.” (DSE/UFPB). Parátipos: 16 fêmeas e 1 macho com os mesmos dados do holótipo; 21 fêmeas e 3 machos, ibidem “06.XII.2004, Rothéa Col.” (DSE/UFPB).

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