Top PDF Fungos anamorfos (hyphomycetes) da Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, Brasil: novos registros para o Neotrópico.

Fungos anamorfos (hyphomycetes) da Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, Brasil: novos registros para o Neotrópico.

Fungos anamorfos (hyphomycetes) da Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, Brasil: novos registros para o Neotrópico.

RESUMO – (Fungos Anamorfos (hyphomycetes) da Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, Brasil. Novos registros para o Neotrópico). Os hifomicetos são importantes decompositores e recicladores da matéria orgânica morta no ambiente e podem ser importantes patógenos de plantas e animais. Como parte do inventário da diversidade dos fungos sobre palmeiras da Amazônia Oriental, no sítio do Programa de Biodiversidade da Amazônia (PPBIO), na Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, foram identifi cados cinco novos registros de hifomicetos para o Neotrópico: Camposporium fusisporum Whitton, McKenzie & Hyde; Cylindrocarpon curtum Bugnicourt; Minimidochium microsporum Matsush.; Sporidesmiella aspera Kuthub. & Nawawi; Sporidesmium ghanaense M.B. Ellis. Stachybotrys theobromae Hansf. é citado pela primeira vez para o Brasil.
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Repositório Institucional da UFPA: Fungos poróides (Agaricomycetes) na Floresta Nacional de Caxiuanã: fenologia e relação com o substrato, topografia e fatores micrometeorológicos

Repositório Institucional da UFPA: Fungos poróides (Agaricomycetes) na Floresta Nacional de Caxiuanã: fenologia e relação com o substrato, topografia e fatores micrometeorológicos

O estudo foi desenvolvido em um dos sítios do Programa de Biodiversidade da Amazônia (PPBio) localizado na Floresta Nacional de Caxiuanã (PA) e teve como objetivos: apresentar os fungos poróides com ênfase nos novos registros; analisar a relação destes fungos com o substrato lenhoso e examinar a associação entre variáveis micrometeorológicas (temperatura do ar, umidade relativa e pluviosidade) durante um ano, em relação às variáveis ambientais produzidas pela topografia, com a riqueza, densidade, e a fenologia destes fungos. Foram identificadas 76 espécies de fungos poróides, distribuídas em 27 gêneros e cinco famílias. Cerrena sclerodepsis, Phellinus dependens e Trametes pavonia representam primeiro registros para o estado do Pará. A espécie Microporellus iguazuensis é citada pela primeira vez para o Brasil e é apresentada a proposição de uma de nova espécie para a ciência denominada Microporellus hirsuta. A maioria das espécies foi considerada rara e apresentou preferência por substratos nos primeiros estágios de decomposição. O número de ocorrências de basidioma e de espécies de fungos foi maior em troncos de plantas das famílias Caesalpinaceae, Sapotaceae, Annonaceae, Mimosaceae e Lecythidaceae, respectivamente, e em substrato com diâmetro menor. Era esperado que as diferenças no microclima gerado por diferentes altitudes, em um pequeno gradiente topográfico, fossem o suficiente para gerar diferenças na comunidade de fungos poróides. No entanto, embora tenha sido encontrado um maior número de espécies na região denominada de intermediária, esta diferença não foi significativa. O maior número de indivíduos foi encontrado quando das primeiras chuvas na estação chuvosa e a riqueza esteve diretamente correlacionada com a pluviosidade. O índice de atividade de produção de basidioma das espécies mais abundantes foi maior no período das primeiras chuvas após o período seco. Este estudo representa avanços no entendimento das relações dos fungos com o meio em que eles se desenvolvem principalmente nas regiões tropicais. No entanto muitos estudos ainda precisam ser desenvolvidos para o esclarecimento destas relações.
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Novos registros de fungos anamorfos (hifomicetos) para o Neotrópico e América do Sul.

Novos registros de fungos anamorfos (hifomicetos) para o Neotrópico e América do Sul.

NEGRÃO, I., SOUZA, J., MACEDO, L., MENDONÇA, M., SANCHES, M., BITAR, P. & COSTA, P.F. 2009. Diversidade de fungos no estipe do açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.). In Diversidade biológica das áreas de proteção ambiental Ilha do Combu e Algodoal- Maiandeua – Pará, Brasil (M.A.G. Jardim, ed.). Museu Paraense Emílio Goeldi, Ministério da Ciência e Tecnologia, Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientíico e Tecnológico, Belém, p.141-145.

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Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

fície himenial poróide, marrom escura, MP16L12, 9-8 poros/mm, circulares a angulares. Sistema hifálico dimítico; hifas generativas com septo sim- ples, hialinas, parede fina, 2,5-2,7µm diâm.; hifas esqueléteas marrons, não ramificadas, parede espessa, 4,5-5,0µm diâm. Setas e cistídios au- sentes. Basídios clavados a subglobosos, 7,5µm diâm., tetraesporados. Basidiosporos marrom- dourados, globosos, parede fina, 2,7-4,5µm diâm. Material examinado: BRASIL. Pernam- buco: Recife, Reserva Ecológica de Dois Irmãos, em angiosperma indeterminada em decomposi- ção, X/1997, Gibertoni, (URM 76718).
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Atropelamentos de vertebrados na Floresta Nacional de Carajás, Pará, Brasil.

Atropelamentos de vertebrados na Floresta Nacional de Carajás, Pará, Brasil.

O objetivo geral deste trabalho foi verificar existência de padrões que pudessem explicar os atropelamentos de animais silvestres na Estrada Raimundo Mascarenhas, localizada no interior da Floresta Nacional de Carajás, Pará. Estes padrões poderiam auxiliar na formulação de estratégias a fim de evitar ou reduzir a mortalidade da fauna. Para tal foram testadas quatro hipóteses: (i) há diferenças entre número de atropelamentos entre trechos da estrada estudada; (ii) há uma alteração na freqüência de atropelamentos ao longo dos anos amostrados; (iii) alguns táxons são mais freqüentemente atropelados do que outros; e (iv) a freqüência de atropelamentos aumenta com o volume mensal de chuvas.
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MARIA DAS GRAÇAS FERRAZ BEZERRA CIENTISTAS, VISITANTES E GUIAS NATIVOS NA CONSTRUÇÃO DAS REPRESENTAÇÕES DE CIÊNCIA E PAISAGEM NA FLORESTA NACIONAL DE CAXIUANÃ

MARIA DAS GRAÇAS FERRAZ BEZERRA CIENTISTAS, VISITANTES E GUIAS NATIVOS NA CONSTRUÇÃO DAS REPRESENTAÇÕES DE CIÊNCIA E PAISAGEM NA FLORESTA NACIONAL DE CAXIUANÃ

Dirse Clara Kern, quando estudante, em 1980, pediu transferência da Universidade Federal do Rio Grande do Sul para a Universidade Federal do Pará. Ingressou no Museu Goeldi como bolsista de iniciação científica na área de Arqueologia. De 85 a 87 atuou como bolsista de projeto em Cachoeira Porteira, realizando salvamento arqueológico. Em 1986 estava certa de que ia fazer mestrado em história no Rio Grande do Sul, porém quando estava trabalhando em Porto Trombetas encontrou um sítio de terra preta que não continha fragmentos de cerâmica. Começou a comentar com todo mundo sobre o sítio, estava cheia de dúvidas. Uma noite, no refeitório, alguém a apresentou ao Dr. Falesi da Embrapa. Conversou com ele sobre o problema e foi informada que era terra preta de índio. Indagou a respeito da produção bibliográfica sobre o assunto. O próprio Falesi havia escrito alguma coisa, assim com Nigel Smith e Sombroeck. Esta descoberta fez com que mudasse inteiramente o tema do mestrado, tendo sido orientada por um professor da UFPA a fazer gênese e morfologia de solos. Ainda na Universidade Federal do Pará teve a oportunidade de conhecer o prof. Nestor Kampf da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Depois de muita insistência conseguiu convencê-lo a ser seu orientador. A partir de então nunca mais pararam de trabalhar juntos, mesmo o professor estando aposentado da Universidade. Em 1991 Dirse passou para o departamento de Ciências da Terra do Museu Goeldi. Em 1992 ingressou no doutorado na UFPA, indo trabalhar em Caxiuanã. Como a base do Museu estava em construção, ficou hospedada numa residência do Ibama e como na primeira campanha ia passar 45 dias, levou junto o filho Joãozinho, de um ano. Soube que em Caxiuanã havia sítios arqueológicos, através do antropólogo Luiz Borges 53 responsável, junto com Ima Vieira, pelos primeiros contatos com os moradores de Caxiuanã. Dirse teve uma oportunidade de checar a sua tese, num curso de campo ministrado pelo prof. Heickenberg em 1997 onde 80% de suas indicações foram confirmadas.
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Roberto Schaeffer Alexandre Salem Szklo André Frossard Pereira de Lucena Raquel Rodrigues de Souza Bruno Soares Moreira Cesar Borba Isabella Vaz Leal da Costa Amaro Olimpio Pereira Júnior Sergio Henrique F. da Cunha

Roberto Schaeffer Alexandre Salem Szklo André Frossard Pereira de Lucena Raquel Rodrigues de Souza Bruno Soares Moreira Cesar Borba Isabella Vaz Leal da Costa Amaro Olimpio Pereira Júnior Sergio Henrique F. da Cunha

Como os impactos projetados pelos cenários de mudança do clima global apontam para a concen- tração do potencial de geração de energia eólica na costa Norte-Nordeste, a geração nessa região, incluindo a geração offshore, pode ser uma oportunidade atraente para o setor energético brasileiro. Embora as tecnologias offshore tenham custos de transporte, instalação e manutenção mais altos, podem ganhar atratividade à medida que o potencial onshore se torne mais escasso em conseqüên- cia das restrições ambientais, da competição com outros usos da terra e das velocidades mais bai- xas estimadas para o vento em algumas regiões do país por causa das mudanças no clima global. Embora a energia eólica no Brasil atualmente não seja competitiva em termos de custos priva- dos, a promoção dessa alternativa ajudaria o país a atingir diferentes objetivos. Um estudo da Coppe realizado em 2008 comparou três possíveis tipos de programa de incentivo à instalação de usinas eólicas no país. As vantagens trazidas ajudariam a:
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Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Ciênc. hum.  vol.4 número3

Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Ciênc. hum. vol.4 número3

563 duas espécies de Neivamyrmex representam novos registros para o estado do Pará. Ainda com relação às formigas, estudos registraram 36 espécies pertencentes aos gêneros Crematogaster, Gnamptogenys e Pachycondyla e 27 de Attini, estas representadas por nove gêneros, além de estudo de espécies do gênero Odontomachus. Porém, um dos artigos que impressionam pela sua extensão, clareza e ilustração é o que aborda as aranhas de Caxiuanã, pois revela o enorme esforço no conhecimento destes insetos, sumarizando os dados faunísticos disponíveis sobre oito ordens de aracnídeos presentes na região. Os esforços empreendidos nos últimos dez anos permitem inferir que a FLONA pode ser considerada como uma das áreas mais bem conhecidas da Amazônia brasileira em relação à fauna de aracnídeos.
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Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

Folhas de várias espécies vegetais foram coletadas diretamente do folhedo, constituindo amostras compostas de vinte folhas, que foram submetidas à técnica de lavagem sucessiva de substrato e plaqueamento, descrita por Harley & Waid (1955) e modificada por Grandi & Gusmão (1998). Depois de lavadas, as folhas foram fragmentadas e dispostas em 10 câmaras-úmidas (placa de Petri + papel filtro umedecido), permanecendo em temperatura ambiente (25 ºC) por 45 dias, para isolamento das estruturas reprodutivas. Lâminas permanentes foram confeccio- nadas com resina PVL (álcool polivinílico + lactofenol); para estruturas hialinas e de coloração com gradação do castanho, foi adicionado o corante azul de algodão (Trappe & Schenck 1982). Para identificação, foram realizadas medições das estruturas de importância taxonômica e consultada a literatura especializada. Posteriormente as lâminas foram depositadas no Herbário da Universidade Estadual de Feira de Santana (HUEFS). Foram incluídos comentários e distribuição geográfica para os novos registros para a Bahia, além de descrições e ilustrações das novas ocorrências para o Brasil.
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No Brasil, a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) acaba de lançar o Guia Básico de Gestão Operacional para Melhoria do Serviço de Ônibus, em português, com versão virtual gratuita - Mobilitas

No Brasil, a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) acaba de lançar o Guia Básico de Gestão Operacional para Melhoria do Serviço de Ônibus, em português, com versão virtual gratuita - Mobilitas

capacidade efetiva e outras qualidades da oferta de mobilidade urbana por ônibus não dependem apenas das caracterís- ticas das linhas, dos potenciais dos veículos e da capacitação operacional dos operadores. No entanto, esta parece ser a imagem pre- sente entre as populações urbanas no Brasil, e, pior, também entre os gestores públicos e funcionários dos órgãos de fiscalização dos gestores. Ela se mostra incompleta quando se constatam as condições do ambiente em que se realiza a prestação do serviço e que interfe- rem no pleno aproveitamento de seu potencial. Diferentemente de outros meios, o trans- porte por ônibus depende tanto do quinhão do espaço público que lhe for dedicado, quanto de equipamentos especiais para facilitar seu caminho, aspectos esses que são minimizados nos BRTs. Depende também da qualidade de manutenção da via, que é de responsabilidade da cidade, e finalmente da fiscalização e da ação do gestor público na indução do com- portamento correto dos demais veículos que utilizam o mesmo espaço.
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MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOLOGIA CURSO DE DOUTORADO EM ZOOLOGIA

MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOLOGIA CURSO DE DOUTORADO EM ZOOLOGIA

Figura 21 – Variação da razão entre Comprimento da Cauda e Comprimento Total de 37 espécies (valores agregados a espécimes coletados por Santos-Costa, 2003) registradas na Floresta Nacional de Caxiuanã e áreas adjacentes, municípios de Melgaço e Portel, Estado do Pará, Brasil. Barras horizontais no interior das caixas = média; caixas = erro padrão; barras verticais = desvio-padrão. Acima de cada espécie é indicado o substrato utilizado pela espécie: A = aquático (aquáticas e semi-aquáticas); T = Solo (Criptozóicas, fossoriais e terrestres); V = Vegetação (arborícolas e semi-arborícolas). Legendas: Ascyt = Anilius scytale; Mlemni = Micurus lemniscatus; Msuri = Micrurus surinamensis; Mhemp = Micrurus hemprichii; Bcons = Boa constrictor; Bbraz = Bothrops brazili; Eaesc = Erytrolamprus aesculapii; Ecenc = Epicrates cenchria; Batro = Bothrops atrox; Emurin = Eunectes murinus; Xscal = Xenopholis scalaris; Tbrevi = Taeniophallus brevirostris; Chort = Corallus hortulanus; Omela = Oxyrhopus melanogenys; Scomp = Siphlophis compressus. Danom = Drepanoides anomalus; Ddich = Drymoluber dichrous; Lregin = Liophis reginae; Tocci = Taeniophallus occipitalis; Htriv = Helicops trivittatus; Pveri = Philodryas veridissima; Lannu = Leptodeira annulata; Mbodd = Mastigodryas boddaerti; Ppoec = Pseustes poecilonotus; Dcate = Dipsas catesbyi; Icenc = Imantodes cenchoa; Ofulg = Oxybelis fulgidus; Cfusc = Chironius fuscus; Xarge = Xenoxybelis argenteus; Hangul = Helicops angulatus; Lahae = Leptophis ahaetulla; Oaene = Oxybelis aeneus; Ddend = Dendophidion dendrophis.
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Resultados Preliminares | ano base 2007 |

Resultados Preliminares | ano base 2007 |

O BEN é um documento anualmente publicado pela EPE e que compreende extensa pesquisa e a contabilidade relativas à oferta e ao consumo de energia no Brasil, contemplando as ati- vidades de extração de recursos energéticos primários, sua con- versão em formas secundárias, a importação e a exportação, a distribuição e o uso final da energia.

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PETROBRAS-PlanodeNegocios2009-2013_Port.pdf

PETROBRAS-PlanodeNegocios2009-2013_Port.pdf

desde 24/12/07, indica oportunidades para expansão da oferta de energia elétrica através de usinas a GN;. ʊ A Petrobras prevê participar em futuros leilões de energia, assegurando[r]

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JOSIANE CRISTINA DA COSTA SILVA UM ESTUDO SOBRE A POLÍTICA E O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE

JOSIANE CRISTINA DA COSTA SILVA UM ESTUDO SOBRE A POLÍTICA E O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE

Além disso, pode-se ir mais longe, instituindo-se um momento específico para que escolas e Secretarias façam um estudo dos dados produzidos pela avaliação. Os gestores estaduais se manifestaram a respeito, ao serem indagados se, em seus estados, há um momento ou data específica para que os profissionais estudem os resultados da Prova Brasil. A maior parte, oito respondentes (61,5%), disse que há um momento específico e os outros cinco (38,5%) declararam que não. No entanto, entre os que afirmaram haver uma data definida, notaram-se respostas evasivas, como no “início do ano letivo e no decorrer dele”, “nas formações continuadas e nas reuniões pedagógicas”, “após a divulgação dos resultados [em] encontros com o propósito de discutir os resultados com as Secretarias Municipais e com as escolas”. Apenas o Gestor 8 citou uma data bem específica: “Dia 11 de agosto, o dia D”.
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Fungos anamorfos do solo da região dos lagos no Município de Santa Gertrudes, SP, Brasil.

Fungos anamorfos do solo da região dos lagos no Município de Santa Gertrudes, SP, Brasil.

Estudos de Tatsuyama et al. (1974, 1975, 1977) no Japão, revelaram que os solos poluídos por elevadas doses de metais apresentavam diversidade de fungos reduzida, mas com grande ocorrência de espécies cosmopolitas e tolerantes como as de Fusarium, Penicillium e Trichoderma. Considera-se que a presença de determinados elementos metálicos pode causar redução da abundância de algumas espécies ou comprometer a sua diversidade, como verificado por Nordgren et al. (1983, 1985) em solo de região de mineração em Gusum, no sul da Suécia. Além disso, um elemento químico tóxico, quando localizado no interior de células fúngicas em concentrações sub-letais, pode sofrer alterações físico-químicas e tornar-se mais ou menos tóxico, ser imobilizado na biomassa ou ser translocado para regiões específicas das células, sendo transferido à cadeia trófica por ingestão, extravazamento ou morte do micélio (Dighton 2003).
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Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

Em histórico sobre o conhecimento das briófitas do Nordeste do Brasil, Pôrto (1996) apontou Pernambuco e Bahia como os Estados com maior aporte de informações. No que diz respeito particularmente a Pernambuco, diversos trabalhos sistemáticos têm sido desenvolvidos, sobretudo nas duas últimas décadas, o que permitiu a Pôrto & Germano (2002) compilarem 315 espécies de briófitas para o Estado. Estes valores correspondem a cerca de 10% do total de espécies referidos para o Brasil por Yano (1996). A maioria dos registros (cerca de 80%) são provenientes de refúgios de Floresta Atlântica sensu lato, dos quais fazem parte remanescentes costeiros de terras baixas (Pôrto 1990; Pôrto et al. 1993; Germano & Pôrto 1996; 1998a; 1998b; Sá & Pôrto 1996), ou submontanas, conhecidas regional- mente como florestas serranas dos brejos de altitude (Yano & Andrade-Lima 1987; Pôrto 1990; Pôrto et al. 1999; 2000; Valdevino et al. 2002). Nestas formações,
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Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia.

Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia.

RESUMO – (Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia). A partir de recentes coletas de Uredinales realizadas no Parque Nacional do Itatiaia e em áreas de proteção ambiental ao redor deste parque, foram identifi cadas novas ocorrências para o Brasil: Dicheirinia binata (Berkeley & Curtis) Arthur, Maravalia manettiae Jørstad, Prospodium bignoniacearum (Spegazzini) Cummins, Puccinia anci- zari Mayor, Puccinia investita Schweinitz, Puccinia lasiacidis Kern, Puccinia mandevillae Jackson & Holway e Uredo chusqueae Pardo-Cardona. Estas espécies já haviam sido reportadas em alguns países adjacentes ao Brasil. Além disso, após minuciosa análise bibliográfi ca, é proposta a sinonimização de Puccinia interjecta Jackson para Puccinia ancizari Mayor. Estas coletas permitiram incrementar as coleções brasileiras e as coleções do Herbário do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RB).
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Influência da precipitação pluviométrica nas taxas de crescimento de raízes na floresta nacional de Caxiuanã-Pa

Influência da precipitação pluviométrica nas taxas de crescimento de raízes na floresta nacional de Caxiuanã-Pa

Os solos estão relacionados com todo o processo de troca de água e energia entre a atmosfera, a biota e a superfície. Em processos de interação solo-atmosfera, propriedades como a temperatura e umidade do solo são regidos, dentre outros fatores, pelas características físicas dos mesmos e das trocas de calor e vapor d’água com a atmosfera, que, por sua vez, dependem do clima e da cobertura vegetal local (Souza, 2002). O estudo das propriedades térmicas, por meio da análise espacial e temporal, tem grande importância, à medida que, os ecossistemas são alterados por perturbações praticadas pelo homem. Na Floresta Amazônica, a extração industrial de madeira, queimadas, desmatamento e expansão da fronteira agrícola têm apresentado impactos significativos nas mudanças da interação solo –planta– atmosfera, conforme constatado por Carvalho (2007).
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IRLENE COELHO ELOI DA SILVA O PAPEL DA COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE COARIAM NA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO

IRLENE COELHO ELOI DA SILVA O PAPEL DA COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE COARIAM NA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO

Como proceder no caso da ausência de direcionamento da conversão total entre propostas curriculares, sendo que temos alunos que vieram de uma proposta regular de ensino médio, assim como outros que vieram da proposta curricular do PROEMI? Este é um problema a ser colocado como responsabilização do estado do Amazonas? A Coordenadoria Regional de Educação de Coari/AM deve pegar para si a responsabilidade de intervenção ou proposição para sanar este problema? A Seduc/AM ou CREC/AM possuem competências para isso? No momento, não temos respostas para tantas indagações. Temos aqui um problema estrutural (de cima para baixo), sobre o qual os documentos legais ainda não abordam. A proposta curricular, estabelecida para o ensino médio regular no estado do Amazonas, conta com uma carga horária total de base nacional comum e parte diversificada correspondente a 3.000 (três mil) horas.
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A OLIMPÍADA DE CIÊNCIAS DA FLORESTA NACIONAL DE CAXIUANÃ SEGUNDO SEUS PARTICIPANTES

A OLIMPÍADA DE CIÊNCIAS DA FLORESTA NACIONAL DE CAXIUANÃ SEGUNDO SEUS PARTICIPANTES

Essas ações educativas justificam-se devido à dificuldade de acesso do público do entorno da Flona ao MPEG e ao conhecimento que nele existe, tornando-se necessário criar estratégias diferenciadas para exercer este intercâmbio entre o Museu e as comunidades. Na capital Belém, o público do MPEG tem acesso ao espaço físico do Parque Zoobotânico e do Campus de Pesquisa. Junto com a Estação Científica ECFPn, esses espaços formam as bases físicas do MPEG. Como o acervo está localizado na capital do Estado, os habitantes do entorno da Flona de Caxiuanã, no interior, exercem outro tipo de relação afetiva com o Museu: através do contato pessoal e da troca de saberes entre os pesquisadores que frequentam a ECFPn e a população local, ou ainda, através do contato alguns objetos do acervo, quando as exposições itinerantes são trazidas e adaptadas à realidade do local, durante às ações educativas.
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