Top PDF Fungos conidiais em Euterpe oleracea Mart. (açaizeiro) na Ilha do Combu, Pará-Brasil.

Fungos conidiais em Euterpe oleracea Mart. (açaizeiro) na Ilha do Combu, Pará-Brasil.

Fungos conidiais em Euterpe oleracea Mart. (açaizeiro) na Ilha do Combu, Pará-Brasil.

(Fungos Conidiais em Euterpe oleracea Mart. (açaizeiro) na Ilha do Combu, Pará-Brasil). O trabalho teve como objetivo investigar a ocorrência de fungos conidiais (hyphomycetes) associados à decomposição de material vegetal morto de Euterpe oleracea Mart. (açaizeiro) na Área de Proteção Ambiental da ilha do Combu, município de Belém, Pará. Entre agosto de 2008 e abril de 2009, foram coletadas partes em decomposição de palmeiras de E. oleracea e mantidas em câmara-úmida durante sete dias. As estruturas reprodutivas dos fungos foram retiradas e montadas em lâminas semipermanentes para o estudo morfológico em microscopia óptica. O presente trabalho contém descrições, comentários, distribuição geográfica e ilustrações dos novos registros para o Brasil. Como resultados deste estudo foram identificados 45 táxons de hifomicetos. Todos são novos registros para a área de estudo, destes 11 representam novos registro para o Brasil e 12 para a Amazônia brasileira.
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Fungos conidiais em Euterpe oleracea Mart. (açaizeiro) na Ilha do Combu, Pará-Brasil

Fungos conidiais em Euterpe oleracea Mart. (açaizeiro) na Ilha do Combu, Pará-Brasil

(Fungos Conidiais em Euterpe oleracea Mart. (açaizeiro) na Ilha do Combu, Pará-Brasil). O trabalho teve como objetivo investigar a ocorrência de fungos conidiais (hyphomycetes) associados à decomposição de material vegetal morto de Euterpe oleracea Mart. (açaizeiro) na Área de Proteção Ambiental da ilha do Combu, município de Belém, Pará. Entre agosto de 2008 e abril de 2009, foram coletadas partes em decomposição de palmeiras de E. oleracea e mantidas em câmara-úmida durante sete dias. As estruturas reprodutivas dos fungos foram retiradas e montadas em lâminas semipermanentes para o estudo morfológico em microscopia óptica. O presente trabalho contém descrições, comentários, distribuição geográfica e ilustrações dos novos registros para o Brasil. Como resultados deste estudo foram identificados 45 táxons de hifomicetos. Todos são novos registros para a área de estudo, destes 11 representam novos registro para o Brasil e 12 para a Amazônia brasileira.
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Diversidade de bromeliáceas epífitas na Área de Proteção Ambiental Ilha do Combu, Belém, Pará, Brasil.

Diversidade de bromeliáceas epífitas na Área de Proteção Ambiental Ilha do Combu, Belém, Pará, Brasil.

O local de estudo situa-se em uma ilha fl uvial, compos- ta inteiramente de fl oresta de várzea (Floresta Ombrófi la Densa Aluvial), ocupada continuamente por cipós, árvores, arbustos, lianas e epífi tas. Apresenta estrutura e composição fl orística variada, sendo o açaizeiro a espécie silvestre mais abundante e de maior importância econômica (Rodrigues et al. 2006). As arbóreas dominantes são Carapa guianensis Aubl., Euterpe oleracea Mart., Hura crepitans L., Pseudobom- bax munguba (Mart. & Zucc.) Dugand, Spondias mombin L., Symphonia globulifera L. f. e Virola surinamensis (Rol. ex Rottb.) Warb. (Jardim & Vieira 2001; Cattanio et al. 2002).
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Influência da posição e da profundidade de semeadura na emergência de plântulas de açaí (Euterpe oleracea Mart. - Arecaceae).

Influência da posição e da profundidade de semeadura na emergência de plântulas de açaí (Euterpe oleracea Mart. - Arecaceae).

RESUMO – O objetivo deste trabalho foi determinar a posição e a profundidade de semeadura mais adequadas para a emergência de plântulas de açaizeiro. As sementes foram colocadas para germinar nas profundidades de 0; 3 e 6 cm e nas seguintes posições: sementes com a rafe perpendicular à superfície do substrato e poro germinativo para cima, rafe perpendicular e poro germinativo para baixo, rafe paralela à superfície e poro germinativo para baixo e rafe paralela à superfície e poro germinativo para cima. A emergência de plântulas de açaizeiro com a rafe perpendicular à superfície do substrato e poro germinativo para cima é a mais adequada, pois proporciona igual porcentagem e menor tempo médio de emergência. Profundidades iguais ou superiores a 3 cm são inadequadas para semeadura de Euterpe oleracea Mart.
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Biodisponibilidade de ferro do açaí (Euterpe oleracea Mart.) e da farinha de mandioca fortificada com ferro em ratos.

Biodisponibilidade de ferro do açaí (Euterpe oleracea Mart.) e da farinha de mandioca fortificada com ferro em ratos.

No Brasil, a redução da anemia ferropriva foi novamente priorizada entre as diretrizes da Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Por meio da Resolução RDC nº 344, de 13 de dezem- bro de 2002, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), tornou-se obrigatória a fortificação das farinhas de trigo e das farinhas de milho com ferro e ácido fólico. Segundo a ANVISA 8 , a partir da data de publicação dessa

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Anti-inflammatory and antinociceptive activities of Euterpe oleracea Mart., Arecaceae, oil

Anti-inflammatory and antinociceptive activities of Euterpe oleracea Mart., Arecaceae, oil

Abstract: The oil of the fruits of Euterpe oleracea Mart., Arecaceae (OEO), was evaluated in models of inflammation and hyperalgesia in vivo to study its effects on these conditions. The experimental models contained the writhing test in mice, rat paw edema, granuloma test in rats, vascular permeability in rats, cell migration to the peritoneal cavity in rats and ear erythema induced by croton oil in mice. Doses of 500, 1000 and 1500 mg/kg of OEO were administered orally. The observed number of writhes was inhibited by 33.67, 45.88 and 55.58%, respectively. OEO produced a dose-dependent effect, with linear correlation coefficient R=0.99 (y=0.0219x+23.133), and the median effective dose found was 1226.8 mg/kg. The oral administration of 1226.8 mg/kg of OEO inhibited carrageenan-induced edema by 29.18% (p<0.05) when compared to the control group. The daily administration of OEO for six days inhibited the formation of granulomatous tissue by 36.66% (p<0.01). In ear erythema induced by croton oil, OEO presented a significant inhibition (37.9%). In the vascular permeability test, treatment with OEO decreased the response to histamine, inhibiting vascular permeability by 54.16%. In carrageenan-induced peritonitis, OEO reduced the number of neutrophils migrating compared to the control group by 80.14%. These results suggested that OEO has anti-inflammatory and antinociceptive activities, probably of peripheral origin and linked to prostaglandin biosynthesis inhibition.
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Acai (Euterpe oleracea Mart.) feeding attenuates dimethylhydrazine-induced rat colon carcinogenesis

Acai (Euterpe oleracea Mart.) feeding attenuates dimethylhydrazine-induced rat colon carcinogenesis

The protein expression levels of Ki-67 (i.e., cell proliferation marker), cleaved caspase-3 (i.e., apoptosis marker) and b -catenin and connexin 43 (Cx43) (i.e., tumor progression marker[r]

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Suco de açaí (Euterpe oleracea Mart.): avaliação microbiológica, tratamento térmico e vida de prateleira.

Suco de açaí (Euterpe oleracea Mart.): avaliação microbiológica, tratamento térmico e vida de prateleira.

O açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.) é uma Arecaceae típica do Norte do Brasil, cujos frutos são pequenos, arredondados e de coloração roxo-escuro em função da presença de pigmentos naturais denominados de antocianinas (Tateno, 2001). O suco de açaí popularmente conhecido por “vinho” é utilizado na forma de sorvetes, cremes, iogurte e licores. É comumente consumido pelos desportistas por ser considerada uma bebida energética (Tateno, 2001; Yuyama et al., 2002b). Portanto, o interesse por este fruto no mercado nacional vem aumentando cada vez mais, em função do seu alto valor energético, além de apresentar valores consideráveis de fibra alimentar (Yuyama et al., 2002a). Contudo, o fruto é extremamente manipulado durante toda a cadeia produtiva do suco, o que propicia a presença de uma alta carga microbiana, sendo este um dos fatores responsáveis pela sua deterioração (Veloso & Santos, 1994).
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de néctares mistos à base de caju (Anacardium occidentale L) e açaí (Euterpe oleracea Mart.)

de néctares mistos à base de caju (Anacardium occidentale L) e açaí (Euterpe oleracea Mart.)

O setor que vem crescendo nos últimos anos é o de bebidas. Em todos os países os levantamentos estatísticos revelam números crescentes de consumo, tanto per capita quanto global. Esses valores são mais expressivos quando se refere a bebidas obtidas de frutas, pelo fato das mesmas se constituírem fontes importantes de vitaminas e minerais para a dieta humana, além de seus atrativos sabores. O Norte e Nordeste do Brasil, por exemplo, são regiões privilegiadas neste particular. Portanto, pode-se dizer que é ainda muito inibida, a iniciativa de desenvolver formas de exploração desses potenciais, com o objetivo de desenvolver néctares. Este estudo teve como objetivo desenvolver um néctar misto a base de suco integral de caju e polpa de açaí. Foi realizado através de um planejamento experimental composto central 2 2 , onde as variáveis foram percentuais de polpa de açaí (20 a 80%), percentual de suco de caju integral (20 a 80%) e percentual de polpa total (30 a 60%). O teor de sólidos solúveis totais foi fixado em 11ºBrix. As onze formulações foram submetidas a testes sensoriais de impressão global, aparência, sabor e intenção de compra, realizadas com 70 provadores não treinados. A melhor formulação selecionada através das respostas dadas pelos provadores, com auxilio da ferramenta estatística de análise de superfície de resposta, foi aquela com 30,0% do teor de polpa total, sendo, 54,2% de polpa de açaí, e 45,8% de suco de caju integral. O néctar elaborado foi envasado em embalagens de vidro e PET. O néctar final selecionado foi submetido às análises químicas, físico-químicas, microbiológicas e sensoriais. Os resultados para as análises químicas e físico- químicas não apresentaram interação significativa (p>0,05) entre embalagens e tempo de armazenamento exceto para os açúcares totais que apresentaram interação significativa (p ≤0,05). Os resultados microbiológicos foram satisfatórios para coliformes (35ºC e 45ºC) e salmonella sp. Para os resultados sensoriais, realizados com 100 provadores não treinados, não ocorreram alterações significativas ao nível de 5% de probabilidade, entre as embalagens (PET e vidro) e os tempos (zero e trinta dias), nos parâmetros de aparência, sabor, impressão global e intenção de compra.
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Comportamento térmico e caracterização morfológica das fibras de mesocarpo e caroço do açaí (Euterpe oleracea Mart.).

Comportamento térmico e caracterização morfológica das fibras de mesocarpo e caroço do açaí (Euterpe oleracea Mart.).

A palmeira Euterpe oleracea Mart., conhe- cida como açaizeiro, pode ser considerada como a palmeira de maior importância econômica, social e cultural da região Norte do Brasil (Queiroz & Melém Júnior, 2001; Nascimento et al., 2008), onde o Estado do Pará se destaca como o maior produtor e consu- midor (Costa et al., 2001). Segundo o IBGE (IBGE, 2007), o Brasil produziu em 2005, aproximadamente, 105.000 toneladas de frutos de açaí, sendo que cerca de 90% deste volume corresponde aos resíduos ge- rados após o processamento agroindustrial do fruto. Estes resíduos são constituídos basicamente do ca- roço e de fi bras. Apesar de ser uma fonte de material lignocelulósico renovável, este resíduo representa, atualmente, um grave problema ambiental (Rogez, 2000; Rodrigues et al., 2006). Somente na cidade de Belém, são comercializados de 100.000 a 120.000 toneladas de frutos de açaí por ano, o que gera cerca de 300 toneladas por dia de lixo orgânico constituído de caroço (Rogez, 2000). Diferentes métodos têm sido investigados para a utilização do resíduo da agroindústria do açaí, como a sua utilização para geração de energia (Reis et al., 2002; Rodrigues et al., 2002), para produção de adubo (Teixeira et al., 2004) e para extração de antioxidante. Entretanto, sua caracterização física e química, e a forma para sua reutilização ainda não foram defi nidas.
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Embriogênese somática e análises morfoanatômicas e por citometria de fluxo em açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.)

Embriogênese somática e análises morfoanatômicas e por citometria de fluxo em açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.)

O caroço é principal subproduto do processamento do açaí, constituindo cerca de 85% do peso total do fruto (TINOCO, 2005). A composição química do caroço do açaí possui uma boa quantidade de celulose, lignina e baixo teor de cinza e umidade que são importantes para a produção de briquetes. A utilização de briquetes dos resíduos de açaí como fonte energética pode ser uma solução viável para o aproveitamento do resíduo deste fruto; principalmente, na região norte do Brasil onde o açaí é abundante (REIS et al., 2002). Além disso, o caroço também pode ser utilizado para produção de cosméticos e biojóias, as fibras em móveis, placas acústicas, xaxim, compensados, indústria automobilística, na torrefação de café, panificação, extração de óleo comestível, fitoterápicos e ração animal. Além, do uso na geração de vapor, carvão vegetal e adubo orgânico. A polpa representa 15% e, é aproveitada de forma tradicional no consumo alimentar e outros produtos derivados (TINOCO, 2005).
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Fungos conidiais do bioma Caatinga I. Novos registros para o continente americano, Neotrópico, América do Sul e Brasil.

Fungos conidiais do bioma Caatinga I. Novos registros para o continente americano, Neotrópico, América do Sul e Brasil.

Diplococcium dendrocalami Goh, K.D. Hyde & Umali, Mycologia 90(3): 515. 1998. Fig. 1 d-f Conidióforos macronemáticos, mononemáticos, retos ou flexuosos, septados, lisos, simples ou raramente ramificados, eretos, 1–2 regenerações percurrentes, cilíndricos, ápices arredondados, afilando levemente em direção ao ápice, castanhos, 92,5–167,5 × 8–12,5 µm. Células conidiogênicas politréticas, terminais, integradas, determinadas, lisas, castanhas. Conídios em cadeias acrópetas, 1(–2) septados, septos medianos com 2 µm de espessura, elípticos, secos, lisos, castanho-claros, 8–15 × 5–7 µm. Material examinado : BRASIL. BAHIA: Pindobaçu, Serra da Fumaça, sobre folha em decomposição de dicotiledônea não identificada, 13.I.2009, DAC Almeida s.n. (HUEFS154970).
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Proposta conceitual de colhedoras autopropelidas de açaí (Euterpe oleracea Mart.) para a região amazônica.

Proposta conceitual de colhedoras autopropelidas de açaí (Euterpe oleracea Mart.) para a região amazônica.

O açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.) é uma Arecaceae típica do Norte do Brasil, cujos frutos são pequenos, arredondados e de coloração roxo-escuro em função da presença de pigmentos naturais (SOUZA et al., 2006). Segundo Nogueira (2009) o açaizeiro é nativo da Amazônia brasileira e necessita de umidade satisfatória no solo, como nas várzeas onde é nativo (MULLER, 2009). O Estado do Pará é o principal centro de dispersão natural dessa palmácea (MIRANDA; RABELO, 2008) e segundo Queiroz e Melém Jr. (2001) o açaizeiro pode ser apontado como a palmeira de maior importância cultural, econômica e social na Região Norte. Ribeiro et al. (2007) afirma que a conservação das florestas tropicais é um dos maiores desafios da humanidade, devido ao delicado equilíbrio que precisa ser estabelecido entre um ecossistema complexo e frágil e uma população rural pobre.
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Zoneamento agroclimático da cultura do açaí (Euterpe oleracea Mart.) para o estado do Espírito Santo.

Zoneamento agroclimático da cultura do açaí (Euterpe oleracea Mart.) para o estado do Espírito Santo.

O açaí desempenha importante papel sócio- econômico-ambiental para as regiões produtoras. Silva, Santana e Reis (2006) verificaram aumentos dos retornos sociais da cultura no Pará, após a inserção tecnológica na produção na ordem de 238 milhões de reais, no ano de 2005. O extrativismo do açaí é uma atividade típica da agricultura familiar, demandante de mão-de-obra e que exige muita habilidade para o manejo, colheita e extração. Cerca de 80% dos frutos do açaí é obtido do extrativismo, enquanto apenas 20% provêm de açaizais manejados e cultivados (NOGUEIRA; FIGUEIRÊDO; MÜLLER, 2006).
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Ecologia populacional de Euterpe edulis e os efeitos da introdução de Euterpe oleracea na floresta atlântica no Estado de São Paulo

Ecologia populacional de Euterpe edulis e os efeitos da introdução de Euterpe oleracea na floresta atlântica no Estado de São Paulo

A palmeira Euterpe edulis Mart. (Arecaceae) constitui uma das espécies mais representativas desta família no Brasil. Sua distribuição geográfica se estende por toda Floresta Atlântica (Henderson, Galeano et al., 1995). Ela é considerada uma espécie chave desta formação fitofisionômica, uma vez seus frutos são um importante recurso alimentar para diversas aves, mamíferos e até insetos (Galetti, M., Zipparro, V. et al., 1999; Silva Matos e Bovi, 2002). A espécie frutifica durante grande parte do ano e é uma das poucas fontes de alimento durante o inverno (Galetti, M., Zipparro, V. B. et al., 1999). E. edulis apresenta também considerável importância econômica. Desta palmeira é obtido um dos palmitos mais valiosos do país. No entanto, uma vez que para a retirada do palmito é necessário o corte completo da porção apical da planta, a exploração deste produto resulta na morte da palmeira.
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Brioflora (Bryophyta e Marchantiophyta) da Ilha do Combu, Belém, PA, Brasil.

Brioflora (Bryophyta e Marchantiophyta) da Ilha do Combu, Belém, PA, Brasil.

ABSTRACT - (Bryoflora (Bryophyta and Marchantiophyta) of Combu Island, Belém, Pará State, Brazil). There are a few studies on bryophytes from Brazilian Islands. Most of these studies are concentrated in the States of São Paulo and Pará. From the latter state, the Islands of Marajó, Germoplasma (in the Tucuruí dam reservoir), Algodoal-Maiandeua, and Trambioca were previously. However, considering the insular region of Belém municipality by itself, there are 39 Islands, including Combu Island, which is under environmental protection. It is formed essentially by várzea forest, one of the main types of floodplain Amazonian forests. The aim of this study was to investigate the bryoflora of Combu Island, Belém, Pará State, through species richness and record numbers of mosses and liverworts, by supplying data about the ecology and geographic distribution of the species in Brazil, besides the morphological and taxonomical comments, when necessary. The collections were carried out in 17 plots of 10 × 10 m, being nine in high várzea and eight in low várzea. In total, 72 species were identified (27 mosses and 45 liverworts). Lejeuneaceae was the most representative family with 41 species. Higher species richness and record number ware observed in high várzea.
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Obtenção de suco clarificado de açaí (Euterpe oleracea Mart.) com utilização de pectinas e quitosana dis ltcésar

Obtenção de suco clarificado de açaí (Euterpe oleracea Mart.) com utilização de pectinas e quitosana dis ltcésar

fitoquímicos antioxidantes e sua relevante capacidade de aproveitamento industrial, tem atraído um grande interesse nas indústrias de processamento de suco de frutas tropicais, passando a ter importância econômica em várias regiões do Brasil, além da região Amazônica. A aceitação de sucos tropicais no mercado internacional requer melhoria nas técnicas de processamento, tais como inclusão da etapa de clarificação, resultando em matéria-prima de alta qualidade para execução dos processos de concentração, para fabricação de produtos como “coolers”, vinhos, refrigerantes e outros. A tecnologia de clarificação do suco tropical de açaí através da remoção de lipídios e sólidos insolúveis é um dos métodos de otimização das propriedades sensoriais e de aceitabilidade mercadológica. Para realização deste estudo, utilizou-se como matéria-prima polpa de açaí tipo C proveniente do comércio local de Fortaleza (Ceará-Brasil). O objetivo deste trabalho foi a obtenção do suco clarificado de açaí, utilizando como agentes clarificantes pectinases e quitosana. A primeira etapa da pesquisa consistiu de estudos sobre a concentração ideal de pectinase para a despectinização da polpa. Foram utilizados cinco lotes de 100 mL de polpa com concentração da enzima variando de 0,01 a 0,2 % (v/v) mantidos a uma temperatura de 45 + 5°C, conservando o pH natural da polpa (em torno d e 4,0). A cada 15 min eram removidas amostras de 10 mL de polpa e efetuada uma inativação enzimática (90°C/10 min) sendo em seguid a feita a “Prova do álcool” para detecção da ausência de pectina. Definidos os parâmetros de tempo e concentração enzimática, procedeu-se à etapa de clarificação. Foi preparado um suco com 30 % (v/v) de polpa tratada enzimaticamente sendo em seguida filtrado. Seis lotes de 50 mL de suco despectinizado foram adicionados de concentrações crescentes
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Resíduos de açaí (Euterpe oleracea Mart.) na emergência de plântulas de Garcinia gardneriana (Planch. & Triana) Zappi

Resíduos de açaí (Euterpe oleracea Mart.) na emergência de plântulas de Garcinia gardneriana (Planch. & Triana) Zappi

Os frutos de G. gardneriana foram colhidos em quatro árvores situadas em floresta de várzea, na margem esquerda do Rio Mojuim, na Vila de Cutita, São Caetano de Odivelas, Pará, Brasil (Figura 1). As análises dos frutos, sementes e plântulas foram realizadas no Laboratório de Sementes Florestais da Universidade do Estado do Amapá (UEAP), Macapá, Amapá, Brasil.

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Fibras da semente do açaizeiro (Euterpe Oleracea Mart.) : avaliação quanto ao uso como reforço de compósitos fibrocimentícios

Fibras da semente do açaizeiro (Euterpe Oleracea Mart.) : avaliação quanto ao uso como reforço de compósitos fibrocimentícios

Da Euterpe oleracea se obtém mais tradicionalmente, e inclusive em escala industrial, a polpa do fruto denominado açaí, que por sua vez é uma palavra oriunda do vocábulo tupi iwasa'i, que significa: a planta que chora [6, 44] . Desta espécie se obtém polpa de melhor sabor e rendimento do que das demais palmeiras deste gênero. O presente trabalho trata desta variação, açaizeiro. Segundo Canto [44] “o açaizeiro ocupa um largo espaço na vida amazônica, principalmente no estuário do rio Amazonas. É um alimento abundante, barato, de consumo diário e tradicional. Tornou-se um símbolo da cultura nortista e está presente no cotidiano tanto do ribeirinho como do citadino, independente das posses. Esta influência é refletida na economia, nas paisagens, nos cartões postais, nos dizeres populares, nas manifestações artísticas, nas estratégias de ocupação do solo. O registro do início desta íntima relação está perdido no tempo. Mas há uma obviedade de ter sido um legado indígena”. A Figura 2.8 explicita a distribuição geográfica onde a espécie Euterpe oleracea ocorre espontaneamente no Brasil.
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Antocianinas de açaí (Euterpe oleracea mart.) e casca de jabuticaba (Myrciaria jaboticaba) na formulação de bebidas isotônicas

Antocianinas de açaí (Euterpe oleracea mart.) e casca de jabuticaba (Myrciaria jaboticaba) na formulação de bebidas isotônicas

internacionais, tais como a Comissão do Codex Alimentarius, organismo subsidiário da FAO e da OMS, foram criados com o intuito de, entre outros objetivos, estabelecer especificações e critérios para a utilização de aditivos alimentares, incluindo os corantes sintéticos (PRADO e GODOY, 2003; QUEIJA et al., 2001; VALIM, 1989). Em 1977, a resolução CNNPA nº 44 estabeleceu as condições gerais de elaboração, classificação, apresentação, designação, composição e fatores essenciais de qualidade dos corantes empregados na produção de alimentos e bebidas e em 1987, a Portaria nº 02 DINAL/MS da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) relatou a proibição de alguns corantes sintéticos como: os corantes Amarelo Ácido ou Amarelo Sólido (13015), Azul de Indantreno ou Azul de Alizarina (69800), Laranja GGN (15980), Vermelho Sólido E (16045), e Escarlate GN (14815) para uso em alimentos (ANVISA, 2010; BRASIL, 1988; BRASIL, 1965).
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