Top PDF Fungos conidiais na Caatinga: espécies lignícolas.

Fungos conidiais na Caatinga: espécies lignícolas.

Fungos conidiais na Caatinga: espécies lignícolas.

RESUMO – (Fungos conidiais na Caatinga: espécies lignícolas). Um inventário de fungos conidiais foi realizado em seis áreas de extrema importância biológica do bioma Caatinga. Foram identifi cadas 41 espécies, com Dactylaria cazorlii Mercado, Gené & Guarro e Thozetella queenslandica Paulus, P.Gadek & K.D. Hyde descritas pela segunda vez para a ciência. Ellisembia bambusae (M.B. Ellis) W.P. Wu, Gonytrichum mirabile Hol.-Jech., Uberispora tropicalis Bhat & W.B. Kendr. constituem novas ocorrências para o continente americano; Acrophragmis coronata Kiffer & Reisinger, Bactrodesmium linderi (J.L. Crane & Shearer) M.E. Palm & E.L. Stewart, Piricauda cochinensis (Subram.) M.B. Ellis e Taeniolella alta (Ehrenb.) S. Hughes novas ocorrências para a América do Sul; Sporoschisma saccardoi E.W. Mason & S. Hughes e Stachylidium bicolor var. bicolor Link novas ocorrências para o Brasil e Paraceratocladium bacilliformis Calduch, Stchigel, Gene & Guarro nova citação para o semi-árido brasileiro. As novas ocorrências são descritas, ilustradas e comentadas e é incluída uma lista com as demais espécies encontradas.
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Alguns fungos conidiais aquáticos-facultativos do bioma Caatinga.

Alguns fungos conidiais aquáticos-facultativos do bioma Caatinga.

Em uma compilação de dados da literatura, Schoenlein- -Crusius & Grandi (2003) apresentaram um checklist com 90 espécies de hifomicetos aquáticos registradas na América do Sul, incluindo Brasil, Chile, Equador, Peru e Venezuela. Essas autoras enfatizaram a forte necessidade do aprimoramento dos conhecimentos sobre a diversidade de hifomicetos aquáticos nesse continente, uma vez que artigos publicados ainda são esporádicos e dispersos. No Brasil, a maioria dos estudos realizados estão concentrados no estado de São Paulo (Schoenlein-Crusius et al. 2009). Para o bioma Caatinga, embora uma série de estudos sobre a diversidade de fungos conidiais tenham sido conduzidos na primeira década do século XXI, nenhum deles tratou sobre os fun- gos conidiais ocorrendo em ambientes aquáticos (Gusmão & Grandi 2001; Barbosa & Gusmão 2005; Gusmão et al. 2005; Gusmão & Barbosa 2005; Castañeda-Ruiz et al. 2006; Barbosa et al. 2007; Cruz et al. 2007a, b, c; Marques et al. 2007; Barbosa et al. 2008; Cruz et al. 2008a, b; Gusmão et al. 2008; Marques et al. 2008; Barbosa et al. 2009a, b; Cruz & Gusmão 2009a, b; Leão-Ferreira & Gusmão 2010). Dessa forma, o presente trabalho tem o objetivo de contribuir para ampliar o conhecimento sobre a distribuição geográfica e a diversidade dos fungos conidiais aquático-facultativos do bioma Caatinga, sendo pioneiro no que tange o habitat submerso para o bioma.
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Fungos conidiais na Caatinga: espécies associadas ao folhedo.

Fungos conidiais na Caatinga: espécies associadas ao folhedo.

RESUMO – (Fungos conidiais na Caatinga: espécies associadas ao folhedo). Um inventário de fungos conidiais foi realizado em seis áreas de extrema importância biológica no bioma Caatinga. Foram coletadas 74 espécies, sendo sete novos registros para o Brasil. Heliocephala zimbabweensis Decock, V. Robert & Masuka é reportada pela segunda vez para a ciência, Sporidesmium verrucisporum M.B. Ellis é um novo registro para o continente america- no, Dicyma vesiculifera Piroz., Fusariella concinna (Syd.) S. Hughes, F. obstipa (Pollack) S. Hughes, Phaeostalagmus tenuissimus (Corda) W. Gams e Sporidesmiella claviformis P.M. Kirk são novos registros para a América do Sul. Falcocladium sphaeropedunculatum Crous & Alfenas, Myrmecridium schulzeri var. schulzeri (Sacc.) Arzanlou, W. Gams & Crous, Pseudodictyosporium wauense Matsush., Repetophragma infl atum (Berk. & Ravenel) W.P. Wu são novos registros para o semi-árido brasileiro. Seis espécies foram reconhecidas como novos taxa, Brachysporiellina fecunda S.M. Leão, A.C. Cruz, R.F. Castañeda & Gusmão, Diplococcium verruculosum A.C. Cruz, Gusmão & R.F. Castañeda, Lobatopedis longistriatum A.C. Cruz, Gusmão, S.M. Leão-Ferreira & R.F. Castañeda, Subramaniomyces pulcher A.C. Cruz, Gusmão & R.F. Castañeda e foram publicadas separadamente. Os novos registros são descritos, ilustrados e comentados. Uma lista incluindo as demais espécies encontradas é apresentada.
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Fungos conidiais associados a substratos vegetais submersos em algumas áreas do bioma Caatinga.

Fungos conidiais associados a substratos vegetais submersos em algumas áreas do bioma Caatinga.

Os fungos conidiais desempenham importante papel em ecossistemas dulcícolas, sendo responsáveis pela decomposição de matéria orgânica. No bioma Caatinga, contudo, estudos abordando estes fungos ainda são incipientes. Neste estudo realizou-se um levantamento de fungos conidiais aquáticos associados a substratos vegetais submersos em ambientes lóticos, em um período de dois anos, em cinco áreas inseridas neste bioma (Brejo Paraibano-PB, APA da Chapada do Araripe e PARNA de Ubajara-CE, PARNA da Serra das Confusões- PI, Serra da Jibóia-BA). Foram identificadas 90 espécies distribuídas em 62 gêneros. Duas foram classificadas como ingoldianas, duas como aero-aquáticas, e 86 como aquático-facultativas. A área que apresentou o maior número de espécies foi o Brejo Paraibano com 34 espécies, e com o menor número foi a APA da Chapada do Araripe com 20. Quanto aos substratos vegetais, a lâmina foliar apresentou o maior número de espécies, com 63. A similaridade entre as áreas, segundo índice de Sørensen, foi considerada baixa, com valores inferiores a 50%. Os dados contribuem para o conhecimento da biodiversidade de fungos aquáticos no bioma Caatinga. Palavras-chave: ambiente lótico, fungos tropicais, biodiversidade, hifomicetos.
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Fungos conidiais do bioma Caatinga II. Novos registros para o continente americano, Neotrópico, América do Sul e Brasil.

Fungos conidiais do bioma Caatinga II. Novos registros para o continente americano, Neotrópico, América do Sul e Brasil.

Durante investigação de fungos conidiais associados a materiais vegetais em decomposição em uma área de extrema relevância biológica no bioma Caatinga, município de Morro do Chapéu, estado da Bahia, novos registros para o continente Americano, América do Sul, Neotrópico e Brasil foram encontrados. Dendryphiopsis biseptata Morgan-Jones, R.C. Sinclair & Eicker e Virgariella atra S. Hughes são novos registros para o continente Americano; Dictyochaeta matsushimae (Hewings & J.L. Crane) Whitton, McKenzie & K.D. Hyde, Endophragmiella boothii (M.B. Ellis) S. Hughes são reportados pela primeira vez para o Neotrópico; Anungitea palustris R.F. Castañeda & W.B. Kendr., Dictyochaeta anamorfo de Chaetosphaeria dingleyae S. Hughes, W.B. Kendr. & Shoemaker, Dictyochaeta anamorfo de Chaetosphaeria pulchriseta S. Hughes, W.B. Kendr. & Shoemaker, Eversia parvula Hol.-Jech., Gyrothrix hughesii Piroz. e Minimelanolocus navicularis (R.F. Castañeda) R.F. Castañeda são novos registros para a América do Sul; Endophragmiella pallescens B. Sutton, Helicoubisia coronata Lunghini & Rambelli e Selenodriella ponmudiensis (Varghese & V.G. Rao) R.F. Castañeda & Saikawa são reportados pela primeira vez para o Brasil. Descrições, comentários, distribuição geográfica e ilustrações são apresentados para estas espécies.
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Fungos conidiais do bioma Caatinga I. Novos registros para o continente americano, Neotrópico, América do Sul e Brasil.

Fungos conidiais do bioma Caatinga I. Novos registros para o continente americano, Neotrópico, América do Sul e Brasil.

O gênero Hemibeltrania foi proposto por Pirozynski (1963) para acomodar duas espécies, Hansfordia cinnamomi Deighton e Mammaria nectandrae Bat. & Maia e possui atualmente 10 espécies (Kirk 1983a, Castañeda-Ruiz & Arnold 1985, Castañeda-Ruiz & Kendrick 1991, Zucconi 1992, Matsushima 1996, Castañeda-Ruiz et al. 1998b, Shin & Braun 1998, Fernandes et al. 2007). Gusmão & Barbosa (2005) apresentaram uma chave para as nove espécies aceitas até àquela data. Hemibeltrania urbanodendrii Fernandes, Lustosa, R.W. Barreto & J.L. Bezerra foi descrita recentemente por Fernandes et al. (2007). Hemibeltrania mitratae P. M. Kirk é sinônima de Dactylaria mitrata Matsush. e H. navicularis B. C. Sutton foi transferida para o gênero Subramaniomyces Varguese & Rao (Castañeda-Ruiz et al. 1998b). A produção de setas é conhecida apenas em três espécies: H. cymbiformes Zucconi, H. decorosa e H. saikawae R.F. Castañeda, W.B. Kendr. & Guarro. Hemibeltrania decorosa difere das demais espécies pela morfologia fusiforme a navicular do conídio, bem como pela largura maior dos conidióforos. O material examinado difere da descrição apresentada por Castañeda-Ruiz & Kendrick (1991) pelos conídios um pouco mais largos, concordando nas demais características. Esta espécie está sendo referida pela primeira vez para a América do Sul. Encontrada em Cuba (Castañeda-Ruiz & Kendrick 1991), Ilhas Maurício (Dulymamode et al. 2001).
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Novas ocorrências de fungos conidiais para América do Sul e Neotrópico.

Novas ocorrências de fungos conidiais para América do Sul e Neotrópico.

(Barbosa & Gusmão 2005, Gusmão & Barbosa 2005, Cruz et al. 2007b), em fragmento de Mata Atlântica na Serra da Jibóia, Município de Santa Teresinha, (Marques et al. 2007, Gusmão et al. 2008), e em áreas de Caatinga selecionadas pelo Programa de Pesquisa em Biodiversidade – PPBio, na Serra de Santana (Senhor do Bonfi m), Raso da Catarina (Paulo Afonso) e Dunas do São Francisco (Pilão Arcado) (Castañeda-Ruiz et al. 2006, Cruz et al. 2007a, 2008, Leão-Ferreira et al. 2008). Esses estudos revelaram novas ocorrências de fungos conidiais para o Brasil, América do Sul e Neotrópico, bem como novas espécies.
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Riqueza de espécies de fungos conidiais em duas áreas de Mata Atlântica no Morro da Pioneira, Serra da Jibóia, BA, Brasil.

Riqueza de espécies de fungos conidiais em duas áreas de Mata Atlântica no Morro da Pioneira, Serra da Jibóia, BA, Brasil.

A similaridade de espécies de fungos conidiais entre as áreas estudadas pode ser considerada baixa (25%). Esse resultado possivelmente decorre das diferenças das espécies vegetais e características ambientais entre as duas áreas investigadas e, segundo Polishook et al. (1996), amostras de folhedo de uma mesma espécie de planta tendem a ter alta similaridade, comparadas às amostras de diferentes espécies vegetais em uma mesma área. A vegetação do local estudado constitui um mosaico, com diferentes substratos passíveis de colonização pelos fungos. Na vertente oriental predomina a Floresta Ombrófila Densa, com remanescentes de Mata Atlântica, influenciada pelas chuvas orográficas onde os ventos úmidos, oriundos do litoral, ao encontrar a serra, fazem precipitar grande parte da umidade que contribui para manter sua densidade e exuberância. A porção ocidental é menos úmida, apresentando Floresta Estacional Semi- decidual (onde foram realizadas as coletas), Floresta Decidual e Caatinga Arbórea com palmeiras, onde as plantas encontram-se espaçadas, apresentando baixa densidade (M.A.Tomasoni, dados não publicados).
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Patogenicidade de espécies de Botryosphaeriaceae endofíticas de plantas da Caatinga do estado do Ceará em manga e umbu-cajá.

Patogenicidade de espécies de Botryosphaeriaceae endofíticas de plantas da Caatinga do estado do Ceará em manga e umbu-cajá.

espécie foi capaz de causar pequenas lesões em manga e ramos de umbu-cajá. Resultados similares foram obtidos com inoculações em Eucalyptus e M. indica (22, 26). Este estudo mostra que a presença de B. mamane associadas como endofiticas em plantas da Caatinga parece ser ampla, indicando que estudos aprofundados sobre a presença e ecologia dessa espécie nesse bioma são necessários para esclarecer sua função. Dois isolados de L. gonubiensis foram obtidos neste estudo associados a Croton sp. e Manilkara triflora (Allemão) Monach. Ambos os isolados apresentaram baixa agressividade. Este fungo foi descrito pela primeira vez como endofítico sobre Syzygium cordatum na África do Sul (31), mostrando baixa agressividade quando inoculado sobre clones de Eucalyptus (30). L. gonubiensis apresentou baixa agressividade neste estudo. Trata-se de uma espécie de baixa frequência em estudos de isolamento de endofíticos. Isso sugere sua baixa importância como uma ameaça a plantas cultivadas. A agressividade de L. gonubiensis continua indeterminada até aqui, visto que os estudos realizados são pouco conclusivos.
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Efeito do tratamento com óleos essenciais sobre a qualidade fisiológica e sanitária das sementes de milho (Zea mays).

Efeito do tratamento com óleos essenciais sobre a qualidade fisiológica e sanitária das sementes de milho (Zea mays).

RESUMO: O desenvolvimento de pesticidas é uma constante no setor agropecuário, visando oferecer produtos menos agressivos ao meio ambiente e novos princípios ativos, evitando o aparecimento de resistência. O estudo de alternativas aos fungicidas utilizados no tra‑ tamento de sementes tem nos óleos essenciais um campo para pros‑ pecção. Esta pesquisa teve como objetivo avaliar os efeitos dos óleos essenciais provenientes de folhas de C. citriodora e E. camaldulensis, em sementes de milho da variedade AL Bandeirante, de diferentes loca‑ lidades. A qualidade fisiológica e sanitária das sementes foi avaliada quando se trataram as amostras utilizando os óleos individualmente, a mistura equitativa desses óleos e o tratamento com um antifúngico comercial. Foi observado que o tratamento com os óleos C. citriodora e E. camaldulensis e a mistura dos óleos não afetou a germinação ime‑ diata das sementes de Avaré. No lote de Bernardino de Campos, o tratamento com C. citriodora foi prejudicial; com o E. camualdulen- sis, apesar de não diferenciar estatisticamente dos demais, diminuiu a germinação, o que impediria sua utilização como semente, segundo o padrão normatizado (de 85%) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O óleo de E. camaldulensis apresentou efeito fitotóxico, diminuindo o comprimento das plântulas; a acetona uti‑ lizada como solvente não influenciou sobre a germinação, mas apre‑ sentou efeito fitotóxico após o envelhecimento acelerado. A aplicação dos óleos isoladamente foi capaz de diminuir a incidência dos fungos dos gêneros Penicillium e Fusarium, mas para Aspergillus o compor‑ tamento foi semelhante ao antifúngico comercial, não apresentando efeito quando comparado ao tratamento testemunha.
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Fungos micorrízicos arbusculares e endofíticos do tipo Dark Septate em plantas nativas de Cerrado

Fungos micorrízicos arbusculares e endofíticos do tipo Dark Septate em plantas nativas de Cerrado

As dificuldades para realização de estudos científicos sobre a micorrização em espécies vegetais do cerrado vão desde a sua coleta até a realização de atividades laboratoriais, justificando o pequeno número de trabalhos encontrados na literatura realizados in loco. Como exemplo, cita-se a dificuldade em visualizar as estruturas fúngicas presentes no sistema radicular dessas espécies devido, sobretudo, à sua intensa lignificação e pigmentação. Esses compostos resistem ao processo de diafanização em hidróxido de potássio, colorindo-se com azul de tripano juntamente com as estruturas fúngicas (Brundrett et al.,1996). Apesar de esses autores recomendarem o prolongamento de tempo em KOH para remoção dos compostos fenólicos, eles ressaltam que alguns segmentos radiculares podem ser fragmentados ou simplesmente não clarearem.
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Estrutura e florística de um remanescente de Caatinga arbórea em Juvenília, norte de Minas Gerais, Brasil.

Estrutura e florística de um remanescente de Caatinga arbórea em Juvenília, norte de Minas Gerais, Brasil.

De acordo com Santos (2009), o fragmento está inserido em uma região com predominância da fi tofi sionomia caatinga arbórea (fl oresta estacional decidual), todavia, para ratifi car esta classifi cação fi tofi sionômica, foi testada a semelhança fl orística entre a área de estudo e cinco das principais formações florestais brasileiras. Deste modo, foi realizado um dendrograma com uma matriz biótica contendo as espécies amostradas neste trabalho bem como as espécies indicadoras das fi tofi sionomias: (a) Caatinga Arbórea (SANTOS, 2009); (b) Caatinga do Cristalino (SANTOS, 2009); (C) Florestas Estacionais Deciduais extra-Caatinga (ALMEIDA; MACHADO, 2007; SANTOS, 2009); (d) Floresta Estacional Semidecidual Submontana e Montana (OLIVEIRA-FILHO; FONTES, 2000); (e) Floresta Estacional Semidecidual de baixa altitude (OLIVEIRA-FILHO; FONTES, 2000) (f) Floresta Estacional Semidecidual Altimontana (OLIVEIRA- FILHO; FONTES, 2000) e (g) Grupo de espécies de ampla ocorrência “Supertramps” (OLIVEIRA-FILHO; FONTES, 2000). Foram utilizados o índice de dissimilaridade de 1-Sorense e a técnica de ligação de média ponderada - UPGMA (KENT; COKER, 1992).
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Variações sazonais de aspectos fisiológicos de espécies da Caatinga.

Variações sazonais de aspectos fisiológicos de espécies da Caatinga.

With the purpose of understanding the survival strategies used by Caatinga species to face the weather conditions, the water potential and quantical photosynthetic efficiency of some species were studied. The data were obtained through the fluorescence of 11 species: Myracrodruon urundeuva, Schinopsis brasiliensis, Amburana cearensis, Capparys cynophallophora, Anadenanthera colubrine var. cebil, Pseudobombax sp., Commiphora leptophloeos, Ziziphus joazeiro, Bumelia sartorum, Caesalpinia ferrea, Maytenus rigidat. Two observation conditions of weather, the dry period and the wet one were studied, in which possible stress characteristics were verified. The study of the water potential presented statistical differences between the studied periods of climate. However, what drew attention were the high levels of water potential, even in the dry period, a situation in which commonly occurs water stress due to absence of soil water. The fluorescence data showed that the photosynthetic states were good with no apparent deficiency of water. In conclusion, it was verified that the survival strategies of these species are efficient and result from a highly complex evolution.
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Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil.

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em área de Caatinga, PE, Brasil.

Apesar das condições extremas, estudos comprovam que a Caatinga é rica em espécies animais e vegetais, muitas das quais endêmicas, contradizendo a teoria de que esse bioma era improdutivo e pobre em diversidade (Leal et al. 2003). A Caatinga encontra-se bastante alterada pela perturbação e degradação ambientais causadas pelo uso irracional dos recursos naturais. Isso incluiu atividades agrícolas, queima- das, extrativismo mineral e vegetal e pecuária extensiva, o que tem levado à rápida perda de espécies endêmicas e de processos ecológicos importantes para manutenção dos seus ecossistemas (Araújo et al. 2005).
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Espécies da Caatinga como alternativa para o desenvolvimento de novos fitofármacos.

Espécies da Caatinga como alternativa para o desenvolvimento de novos fitofármacos.

Vale ressaltar que, em entrevistas junto aos proprietários rurais, inferiu-se que muitas dessas espécies são encontradas em locais cada vez mais distantes, decorrente do seu desaparecimento em virtude da degradação da ambiência e da exploração desordenada dos fitoterápicos. Almeida & Albuquerque (2002), investigando a comercialização de fitoterápicos em uma feira livre em Caruaru, Semiárido Pernambucano, constataram 57 famílias distribuídas em 114 espécies comercializadas; destas, 13 famílias (82,2%), 18 gêneros e dez espécies (26,3%) foram também documentados no levantamento etnobotânico desta pesquisa. Observa-se, dessa forma, uma evidência da elevada exploração das espécies da Caatinga, como fitoterápicos, por parte da população.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies da Caatinga

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies da Caatinga

Some species of the Caatinga present seeds with dormancy, a mechanism that allows germination when the environmental conditions permit its establishment and survival; this feature is advantageous for the perpetuation and undesirable for producers that need a fast production of these plants. The study aimed to evaluate the efficiency of the application of pre-germination treatments in Angico (Anadenanthera colubrina) (Vell.) Brenan, Jurema-branca (Piptadenia stipulacea Benth.) Ducke and Mulungu (Erythrina velutina Willd.). Two independent experiments were carried out at the Serra Talhada Academic Unit using Angico, Jurema-branca and Mulungu seeds, arranged in a completely randomized design, with four replicates and 15 seeds. The seeds were submitted to pre-germination treatments: T1-control, T2-mechanical scarification on the opposite end of the thread with wood sandpaper, T3-mechanical scarification on the opposite end of the thread with wood sandpaper + immersion in water at room temperature for 24 hours and T4-heat treatment with Immersion in water at 80°C for 2 minutes. The parameters evaluated the efficiency: germination percentage and rate of emergence (IVE), biometric data (30 days after sowing), as seedling height, the number of leaves and stem diameter. The seeds of Jurema-branca (P. stipulacea) and Mulungu (E. velutina), submitted to the pre-germinative treatments T2 and T3, showed better germinative performance, reflected in the growth of the seedling. The Angico (A. colubrina) was not sensitive to the application of the treatments, and its germination was nullified for the T3 treatment application. In all cases, variations of the parameters were observed because of the atmospheric conditions.
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Metabolismo germinativo de espécies florestais da Caatinga em agricultura biossalina

Metabolismo germinativo de espécies florestais da Caatinga em agricultura biossalina

its influence on physiological and metabolic processes in embryonic tissues (Esteves and Suzuki, 2008).This influence is caused by a modification in the expression and the activity of regulatory enzymes in metabolic pathways (Wang et al., 2003). In the Caatinga seedlings, the brackish water influenced the mobilization of reserves (Figures 2, 6, 8 and 12). A. macrocarpa and E. velutina showed opposite responses to the increases in the EC of the NaCl solutions. The TSPs and RSs increased with the EC increases in the A. macrocarpa seedlings (Figure 2), but decreased in the E. velutina seedlings (Figure 8). However, the A. pyrifolium and M. urundeuva seedlings that developed in the increasing concentrations of biosaline water, showed no patterns in reserve mobilization (Figures 6, 12). This might have resulted from organic matter and different salts present in the brackish groundwater because of the fish previously grown in the water (Table 1).
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Diversidade de líquens em leguminosas da Reserva Biológica de Mogi-Guaçu, SP

Diversidade de líquens em leguminosas da Reserva Biológica de Mogi-Guaçu, SP

de fungos liquenizados (203 espécies) em 324 troncos de sete espécies de leguminosas do cerrado mostrou uma comunidade de alta diversidade, com pouca dominância de espécies e cujas espécies mostram preferências por espécie de hospedeiro, mas também orientadas por infiltração luminosa e efeito de borda. Árvores mais baixas e mais expostas ao sol são as que têm os troncos mais sombreados. Espécies, famílias e grupos morfológicos mostram preferências ou evitação por hospedeiros. C. langsdorffii, Stryphnodendron adstringens (barbatimão), Anadenanthera falcata (angico) e Bauhinia sp. são os melhores hospedeiros. C. langsdorffii é o único hospedeiro que porta espécies exclusivas. As 62 espécies Parmeliaceae compõem 41,4% da abundância relativa, 27,8% correspondendo a Parmotrema spp.. Foliosos cianofílicos e Physciaceae preferem Bauhinia sp. Todas as comunidades liquênicas estudadas, são amplamente dominadas por Parmeliaceae, principalmente espécies de Parmotrema e, diferente dos outros grupos, Physciaceae preferem crescer sobre Bauhinia sp. no cerrado e sobre C. peltophoroides (sibipiruna) no arboreto.
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Contribuição para a inventariação química e nutricional de cogumelos do Nordeste de Portugal

Contribuição para a inventariação química e nutricional de cogumelos do Nordeste de Portugal

Além dos macronutrientes, os cogumelos silvestres estudados, também apresentam micronutrientes importantes (por exemplo, tocoferóis, ácido ascórbico e carotenóides) e não-nutrientes (por exemplo, fenóis) com propriedades bioactivas, nomeadamente potencial antioxidante. Essas moléculas parecem desempenhar um papel protector em doenças relacionadas com o stresse oxidativo, como cancro e doenças cardiovasculares (Ferreira et al., 2009). De facto, as espécies estudadas, sobretudo Suillus variegatus (proveniente de um habitat de Pinus sp.), Boletus armeniacus (proveniente de um habitat de Castanea sativa), Clavariadelphus pistillaris (proveniente de um habitat de Quercus sp.), Agaricus lutosus (proveniente de prados) e Bovista aestivalis (proveniente de povoamentos mistos), demonstram capacidade de captar radicais livres, como DPPH, elevado poder redutor e capacidade de inibir a peroxidação lipídica num sistema de β-caroteno linoleato, após a neutralização do radical livre linoleato e outros radicais livres formados no sistema que atacam os modelos insaturados de β-caroteno.
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Fungos causadores de ferrugens (Pucciniales) em plantas da Reserva Florestal Adolpho Ducke, Amazônia Central, Brasil

Fungos causadores de ferrugens (Pucciniales) em plantas da Reserva Florestal Adolpho Ducke, Amazônia Central, Brasil

Este trabalho apresenta as espécies de fungos Pucciniales que ocorrem parasitando plantas em uma área de floresta do bioma Amazônia, localizada na Reserva Florestal Adolpho Ducke (RFAD), em Manaus (AM), Brasil. Dezessete espécies foram identificadas: Aecidium annonae, A. amazonense, A. juruense, A. xylopiae, Crossopsora piperis, Desmella aneimiae, Dietelia duguetiae, Edythea palmaea, Porotenus biporus, P. memorae, Puccinia bambusarum, P. heliconiae, P. thaliae, Sphenospora smilacina, Uredo borreriae, U. maceiensis e U. pusilla. Todas representam primeiro registro para a área de estudo. A lista inclui novos registros para o Brasil (U. pusilla), para a região Amazônica (D. duguetiae) e para o estado do Amazonas (A. annonae, A. xylopiae, C. piperis, E. palmaea, P. biporus e S. smilacina). Espécies de ferrugem foram registradas em 17 gêneros e 12 famílias botânicas (Annonaceae, Arecaceae, Bignoniaceae, Euphorbiaceae, Fabaceae, Heliconiaceae, Marantaceae, Piperaceae, Poaceae, Rubiaceae, Smilacaceae e Tectariaceae). Na família Annonaceae ocorreram cinco espécies de ferrugem, e na família Bignoniaceae ocorreram duas e para as Pucciniales destas duas famílias foi elaborada uma chave de identificação. São apresentadas descrições, distribuição geográfica, comentários taxonômicos e ilustrações para os novos registros para o Brasil e Amazônia. Palavras-chave: bioma Amazônia, Pucciniomycetes, Basidiomycota, taxonomia.
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