Top PDF Fungos liquenizados da Mata Atlântica, no sul do Brasil.

Fungos liquenizados da Mata Atlântica, no sul do Brasil.

Fungos liquenizados da Mata Atlântica, no sul do Brasil.

cabeceiras de rios e em troncos situados em matas ciliares atingidos por períodos de inundação. Na Mata Atlântica foi coletada sobre rochas e barrancos úmidos de áreas abertas. Cáceres (2007) cita Coenogonium cf. moniliforme para área de Caatinga, em Sergipe. De acordo com Xavier Filho et al. (1983) esta espécie encontra-se distribuída nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil, sendo normal- mente encontrada em matas tropicais e subtropicais. No bioma amostrado foi encontrado nos troncos de árvores de ambiente úmido e sombreado.

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Estágio reprodutivo, histologia e morfometria sazonal do testículo de Dermanura cinerea (Chiroptera: Phyllostomidae) em fragmento de Mata Atlântica no Litoral Sul de Pernambuco, Brasil

Estágio reprodutivo, histologia e morfometria sazonal do testículo de Dermanura cinerea (Chiroptera: Phyllostomidae) em fragmento de Mata Atlântica no Litoral Sul de Pernambuco, Brasil

Dermanura cinerea (Gervais, 1856) pertence à família Phyllostomidae e subfamília Stenodermatinae, anteriormente era conhecida como Artibeus cinereus (Gervais, 1856) (Redondo et al., 2008; Solari et al., 2009). Sua ocorrência já foi relatada em quatro regiões brasileiras: Norte, Nordeste, Sudeste e Sul, sobretudo, em fragmentos florestais da Mata Atlântica, bem como em matas ciliares primárias (Scultori et al., 2009; Reis et al., 2011). Os estudos sobre a reprodução dessa espécie no Brasil são limitados (Rocha et al., 2010). Desse modo, investigações sobre histomorfometria testicular, bem como sobre qual o padrão e estratégia reprodutiva desenvolvida por essa espécie não existem no estado de Pernambuco.
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Inventário florístico de samambaias e licófitas de um remanescente de Mata Atlântica no estado do Rio Grande do Sul, Brasil

Inventário florístico de samambaias e licófitas de um remanescente de Mata Atlântica no estado do Rio Grande do Sul, Brasil

Um inventário de samambaias e licófitas da Reserva Biológica Estadual Mata Paludosa (REBIO Mata Paludosa), Itati, Rio Grande do Sul, Brasil, é apresentado. Durante o período de um ano, as espécies ocorrentes na REBIO foram registradas, com amostras coletadas e incorporadas no herbário HUCS. As espécies foram classificadas quanto ao hábito, grau de ameaça e sua ocorrência nas distintas fitofisionomias do Rio Grande do Sul. No total foram encontradas 79 espécies, sendo uma licófita e 78 samambaias. As famílias de maior riqueza florística foram Polypodiaceae (12), Dryopteridaceae, Pteridaceae e Thelypteridaceae (10 espécies cada) e Aspleniaceae (nove). As plantas terrestres foram as mais representativas (64%), seguidas pelas epífitas (28%) e hemiepífitas (8%). A maioria das espécies tem padrão de distribuição amplo no Rio Grande do Sul (75%). Encontrou-se populações de cinco espécies localmente ameaçadas de extinção. A REBIO Mata Paludosa representa importantes remanescentes da Mata Atlântica no Estado do Rio Grande do Sul, por apresentar elevada riqueza florística de samambaias e licófitas, espécies de distribuição restrita e ameaçadas de extinção localmente.
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Gêneros de fungos liquenizados dos manguezais do Sul-Sudeste do Brasil, com enfoque no manguezal do Rio Itanhaém, Estado de São Paulo.

Gêneros de fungos liquenizados dos manguezais do Sul-Sudeste do Brasil, com enfoque no manguezal do Rio Itanhaém, Estado de São Paulo.

RESUMO – (Gêneros de Fungos Liquenizados dos Manguezais do Sul-Sudeste do Brasil, com enfoque no manguezal do Rio Itanhaém, Estado de São Paulo). Foi realizado um levantamento dos gêneros de fungos liquenizados do manguezal do Rio Itanhaém. A única lista conhecida para os manguezais do sul-sudeste brasileiro foi publicada por Marcelli em 1992, com especial atenção ao do Rio Itanhaém, sendo que vários dos gêneros então conhecidos tiveram suas posições taxonômicas revistas, com um grande número sendo dividido em vários outros nos últimos anos. O objetivo deste trabalho foi realizar um novo levantamento de gêneros de fungos liquenizados para o manguezal do Rio Itanhaém, também conhecidos para as outras regiões de manguezais do sul-sudeste brasileiro, e elaborar uma chave de identificação para os gêneros que ocorrem nesse importante tipo de vegetação tropical. São apresentadas, pela primeira vez em língua portuguesa, descrições e observações sobre 81 gêneros de fungos liquenizados, referidos no levantamento de Marcelli, atualizados com a bibliografia recente.
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Crescimento de Aegla itacolomiensis (Crustacea, Decapoda) em um arroio da Mata Atlântica no sul do Brasil.

Crescimento de Aegla itacolomiensis (Crustacea, Decapoda) em um arroio da Mata Atlântica no sul do Brasil.

RESUMO. Analisou-se o crescimento de Aegla itacolomiensis Bond-Buckup & Buckup, 1994, em ambiente natural, a partir de amostragens mensais, realizadas entre junho de 2005 e maio de 2006, no arroio Solitária Alta, tributário da bacia hidrográfica do Rio dos Sinos, município de Igrejinha, RS, Brasil (29°33’10,2’’S; 50°50’57’’W). Os indivíduos foram coletados com o auxílio de um puçá, triados por sexo, medidos quanto ao comprimento do cefalotórax (CC) e devolvidos ao arroio no mesmo local de onde foram retirados. O crescimento em comprimento de machos e fêmeas de A. itacolomiensis foi avaliado pela análise das distribuições de frequências absolutas em intervalos de classe do CC. As modas dos histogramas de frequências do CC foram verificadas. O crescimento dos indivíduos foi estimado por meio da análise da progressão das modas calculadas, resultando nas curvas de crescimento para machos e fêmeas, respectivamente: C t = 23,21[1-e
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LEVANTAMENTO RÁPIDO DE MAMÍFEROS TERRESTRES EM UM REMANESCENTE DE MATA ATLÂNTICA DO SUL DO BRASIL

LEVANTAMENTO RÁPIDO DE MAMÍFEROS TERRESTRES EM UM REMANESCENTE DE MATA ATLÂNTICA DO SUL DO BRASIL

O levantamento de mamíferos terrestres em um remanescente de Mata Atlântica na região Oeste de Santa Catarina foi realizado a cada 15 dias, entre maio e dezembro de 2015. Para o levantamento das espécies, foram efetuados registros diretos: avistamento e vocalizações, além de registros indiretos: vestígios em trilhas e armadilhas fotográficas. Regis- traram-se 23 espécies de mamíferos, sendo a ordem Carnívora a mais representativa. Três espécies foram consideradas constantes, sete acessórias e 13 ocasionais. Destaca-se a presença de três táxons na lista nacional de espécies ameaçadas de extinção, e três espécies estão na lista estadual de fauna ameaçada de extinção. Por abrigar uma porção representativa dos mamíferos do Estado de Santa Catarina e ser um dos últimos grandes remanescentes florestais da região, a área estudada torna-se fundamental para se manter a diversidade da mastofauna regional.
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BENEFÍCIOS LOCAIS DA MATA ATLÂNTICA: EVIDÊNCIAS DE COMUNIDADES RURAIS DO SUL DO BRASIL.

BENEFÍCIOS LOCAIS DA MATA ATLÂNTICA: EVIDÊNCIAS DE COMUNIDADES RURAIS DO SUL DO BRASIL.

Desde os anos 2000, há um esforço para a criação de Corredores Ecológicos em áreas estratégicas para conservação no Brasil. Atualmente, o país apresenta 24 Corredo- res Ecológicos distribuídos nos diferentes biomas brasileiros (MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, 2013). O Estado de Santa Catarina possui 10% de sua área territorial sobre esta categoria de Área Protegida. O Corredor Ecológico (CE) Chapecó, com cerca de 500 mil hectares, é o maior Corredor do Estado, e engloba áreas extremamente relevantes para a conservação da Floresta Ombrófila Mista (MEDEIROS; SAVÍ; BRITO, 2005). A implementação do CE Chapecó está sendo realizada com recursos do Governo do Estado e do Banco Mundial, por meio do Programa Santa Catarina Rural, e conta com ações de pagamento por serviços ambientais (FUNDAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, 2009; ALARCON et al., 2013). O histórico de ocupação do solo associado aos ciclos econômicos de exploração dos recursos naturais imputam à região uma ampla diversidade socioeco- nômica e cultural, tornando a implementação deste Corredor por meio da valorização econômica dos recursos florestais um grande desafio. Nesse contexto, a compreensão da relação dos usuários da terra (produtores rurais) com os recursos florestais no âmbito de seus estabelecimentos agropecuários é fundamental para que as ações de implementação deste Corredor obtenham êxito em longo prazo.
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Fungos liquenizados corticícolas e terrícolas da área da sub-bacia do Sinos e Taquari-Antas, RS, Brasil.

Fungos liquenizados corticícolas e terrícolas da área da sub-bacia do Sinos e Taquari-Antas, RS, Brasil.

Os estudos de Osório & Fleig (1986a; 1986b; 1988a; 1988b; 1989a; 1994), Osório (1994), Fleig (1990) e Fleig & Grüninger, (2000a; 2000b) envolvendo diferentes pontos do Planalto das Araucárias listaram inúmeras espécies de fungos liquenizados que ocorrem neste tipo de vegetação. Embora Malme, durante a Primeira Expedição Regnelliana não tenha alcançado a região do planalto do Rio Grande do Sul, este realizou excursões a vários pontos da Encosta da Serra Geral, partes da Depressão Central, da Serra do Sudeste e Litoral sul (Malme 1924a; 1924b; 1928; 1929; 1934). O presente trabalho tem por objetivo contribuir para o conhecimento da micota liquenizada da região serrana, de forma a fornecer dados ao projeto “Indicação e implantação de Novas Áreas de proteção na Bacia do Guaíba” desenvolvido pelo Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul.
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Riqueza de espécies de fungos conidiais em duas áreas de Mata Atlântica no Morro da Pioneira, Serra da Jibóia, BA, Brasil.

Riqueza de espécies de fungos conidiais em duas áreas de Mata Atlântica no Morro da Pioneira, Serra da Jibóia, BA, Brasil.

A Serra da Jibóia representa um fragmento de Mata Atlântica, sendo uma área reconhecida como de extrema importância biológica no quesito vegetação (Brasil – MMA 2002). Investigações sobre fungos nesse fragmento começaram em 1999 com estudos de espécies macroscópicas de Basidiomycota. No final do levantamento, Góes Neto et al. (2003) registraram 26 espécies distribuídas em 18 gêneros da ordem Aphyllophorales. Em relação a fungos decompositores da serapilheira da Serra da Jibóia, apenas dois trabalhos foram publicados Marques et al. (2007) que registraram 13 novas assinalamentos para América do Sul e descreveram uma nova espécie (Cubasina microspora M.F.O. Marques, Gusmão & R.F. Castañeda) e Barbosa et al. (2007) catalogando 16 novas ocorrências de fungos conidiais para o neotrópico e duas novas espécies (Deightoniella rugosa F.R. Barbosa, Gusmão & R.F. Castañeda e Diplocadiella cornitumida F.R. Barbosa, Gusmão & R.F. Castañeda).
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Campylopus Brid. (Bryophyta) e Cyathea Sm. (Monilophyta) da Ilha da Trindade : um estudo filogenético e biogeográfico

Campylopus Brid. (Bryophyta) e Cyathea Sm. (Monilophyta) da Ilha da Trindade : um estudo filogenético e biogeográfico

Foram amostrados 39 táxons no total, das quais 21 foram obtidas no banco de dados (GenBank) provenientes do trabalho de Korall et al. (2007) com 3 marcadores para cada uma das 21 sequências obtidas (trnG-trnR; trnL-trnF e rbcL-accD). Adicionamos mais 18 amostras de Cyathea incluindo as espécies C. delgadii bem como C. corcovadensis (Raddi) Domin, C. phalerata Mart. e C. villosa Humb. & ex Willd. que não foram amostradas na filogenia da família (Korall et al. 2007), espécies essas que possuem uma ampla variação morfológica e geográfica. Foram coletadas amostras de C. delgadii de diferentes regiões da costa brasileira na Mata Atlântica, provenientes dos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e amostras do interior do Brasil provenientes dos estados de Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal. Para o grupo externo utilizou-se o gênero Alsophila, grupo irmão de Cyatheaceae segundo Korall et al. (2007).
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Diversidade de Pentatomoidea (Hemiptera, Heteroptera) em três fragmentos de Mata Atlântica no sul de Santa Catarina.

Diversidade de Pentatomoidea (Hemiptera, Heteroptera) em três fragmentos de Mata Atlântica no sul de Santa Catarina.

RESUMO. A composição e a variação sazonal da fauna de Pentatomoidea (Hemiptera) foi avaliada entre setembro de 2005 e agosto de 2006 em três fragmentos de Mata Atlântica na região sul de Santa Catarina (Brasil): Parque Ecológico José Milanese (Criciúma, 28°41’23’’S, 49°25’55’’W), Parque Ecológico de Maracajá (Maracajá, 28°52’51’’S, 49°27’59’’W) e Balneário Morro dos Conventos (Araranguá, 28°56’05’’S, 49°21’47’’W). Foram realizadas coletas mensais ao longo de trilhas nas três áreas, utilizando guarda-chuva entomológico e rede de varredura para amostrar nas bordas de mata. Para um esforço amostral de 108 horas foram coletados 595 indivíduos, distribuídos em 4 famílias, 29 gêneros e 49 espécies. Pentatomidae foi a família mais abundante (82,69%) seguida de Cydnidae (15,97%), Scutelleridae (0,84%) e Tessaratomidae (0,50%). Pentatomidae também apresentou a maior riqueza com 37 espécies. As espécies mais abundantes foram Mormidea notulifera Stål, 1860, Oebalus ypsilongriseus (De Geer, 1773), Arvelius albopunctatus (De Geer, 1773), Edessa subrastrata Bergroth, 1891, Galgupha schulzii (Fabricius, 1781) e Agroecus scabricornis (Herrich-Schäffer, 1844). O período de maior captura foi entre o final da primavera e início do outono, representando 71,76% do total coletado. O Parque do Maracajá apresentou abundância e riqueza sgnificativamente maiores do que as demais áreas. Este estudo representa o primeiro inventário da diversidade de Pentatomoidea em habitats naturais no estado de Santa Catarina.
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Fungos foliares associados a espécies vegetais da Mata Atlântica em Viçosa-MG

Fungos foliares associados a espécies vegetais da Mata Atlântica em Viçosa-MG

remanescente deste bioma, localizado em Viçosa, estado de Minas Gerais. Este fragmento florestal é classificado pelos fiotossociologistas como do tipo ‘Floresta Tropical Sazonal Semidecídua Montana’. A partida para este trabalho foi dada em Dezembro de 2003, quando foi realizado o evento “Oficina de Micologia I: Fungos da Floresta Estacional Semi-Decídua Montana”. A vegetação arbórea deste fragmento florestal foi muito bem estudada pela equipe de pesquisadores do Departamento de Biologia Vegetal da Universidade Federal de Viçosa (ver CAMPOS et al., 2006), e este local é comumente designado o nome “Mata do Seu Nico”. Diversos espécimes coletados representavam novos taxa fúngicos e novas ocorrências para o estado de Minas Gerais ou para o Brasil, já foram coletados e relatados (SOARES e BARRETO, 2005; SOARES et al., 2004; VIEIRA et al., 2005). Na ocasião do evento foram coletados mais de 80 espécies fúngicas, e é dando continuidade a este trabalho que quatro espécies fúngicas são aqui descritas e ilustradas. As plantas hospedeiras de fungos exploradas foram as seguintes: Helicostylis tomentosa (Poepp. & Endl.) Rusby (Moraceae), Ocotea dispersa (Nees) Mez e Ocotea odorifera (Vellozo) Rohwer (Lauraceae). Ocotea odorifera, com o nome vulgar de sassafrás ou canela-sassafrás, ocorre do sul da Bahia ao Rio Grande do Sul (LORENZI, 1992), porém com população muito restrita devido a destruição do seu habitat. No estado de Minas Gerais é encontrada apenas em pequenas populações, isoladas e em declínio, sendo considerada em perigo de extinção (MENDONÇA e LINS, 2000).
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Fungos ectomicorrízicos em áreas de Mata Atlântica do Nordeste do Brasil

Fungos ectomicorrízicos em áreas de Mata Atlântica do Nordeste do Brasil

O estudo foi realizado no Horto Florestal Dois Irmãos de Recife no Estado de Pernambuco, no Jardim Botânico de João Pessoa no Estado da Paraíba e, de forma mais concentrada, em trilhas pré-existentes no Parque Estadual das Dunas do Natal “Jornalista Luiz Maria Alves” no Estado do Rio Grande do Norte. O Parque está compreendido numa faixa litorânea no sentido norte-sul na região da grande Natal - RN (05°46' S, 35°12' W). Posicionado na parte oriental do estado, sua altitude está compreendida entre 80 e 120m (IDEC 1983) e apresenta como zonas limítrofes o Bairro de Mãe Luiza e a Praia de Areia Preta ao norte, os bairros de Capim Macio e Ponta Negra ao Sul, os bairros de Capim Macio, Nova Descoberta e Tirol a oeste, e o Oceano Atlântico a leste (OLIVEIRA, 1999).
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Relatório do Viva a Mata 2014

Relatório do Viva a Mata 2014

No sábado, representantes dos governos federal, estadual e municipal, entre eles o Secretário Estadual do Meio Ambiente de São Paulo, Rubens Rizek, promoveram uma discussão e a troca de informações sobre ações recentes de proteção e restauração da Mata Atlântica. Mário Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, reforçou a importância de se aumentar a participação nos Conselhos Municipais, como forma de pressionar os governos para a implantação de projetos. Também foram apresentados exemplos de projetos de conservação para o cumprimento das Metas Nacionais de Biodiversidade em Estados como o Rio Grande do Sul, o Espírito Santo e a Bahia e se discutiu a situação dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica. No sábado à noite, a Rede de ONGs da Mata Atlântica e da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica apresentaram a Carta da Mata Atlântica 2014, com 10 ações fundamentais para a reversão das degradações e proteção do bioma (confira a íntegra da carta em http://bit.ly/cartaRMA). Destinada aos candidatos nas eleições de outubro, a carta aberta aborda questões como a necessidade de se resgatar mecanismos de proteção ambiental como o Fundo de Restauração da Mata Atlântica, os Planos Municipais de Conservação e Recuperação e o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). Após a apresentação da carta aberta, foram entregues os troféus da 21ª edição do Prêmio Muriqui da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. O prêmio individual foi dado ao engenheiro florestal alemão Armin Deitenbach, que há 28 anos se dedica a projetos de preservação e restauração da Mata Atlântica. A entidade homenageada neste ano foi a Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (SAVE), que há 14 anos faz um trabalho de preservação de aves. Já o engenheiro agrônomo Guenji Yamazoe, presidente da Associação dos Bolsistas Jica (ABJICA), recebeu o prêmio em reconhecimento especial ao conjunto de suas ações ao longo da carreira.
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EFEITO DA FRAGMENTAÇÃO FLORESTAL SOBRE AS COMUNIDADES DE MORCEGOS (MAMMALIA, CHIROPTERA) DO MUNICÍPIO DE BLUMENAU, SANTA CATARINA, BRASIL

EFEITO DA FRAGMENTAÇÃO FLORESTAL SOBRE AS COMUNIDADES DE MORCEGOS (MAMMALIA, CHIROPTERA) DO MUNICÍPIO DE BLUMENAU, SANTA CATARINA, BRASIL

O município de Blumenau está situado na parte média da bacia hidrográfica do rio Itajaí, no estado de Santa Catarina, sul do Brasil. O clima é do tipo Cfa – subtropical úmido de verão quente, conforme sistema de classificação de Köppen (1948). A precipitação anual varia entre 1.600 e 1.800 mm, distribuídos entre 120 a 140 dias durante o ano, com umidade relativa média entre 75 e 80% (GAPLAN, 1986). A insolação total anual é de aproximadamente 1.800h, uma temperatura média anual entre 16 e 18ºC (REIS, 1995). A região está inserida no âmbito do bioma Mata Atlântica (IBGE, 2004) dentro da região fitoecológica da Floresta Ombrófila Densa (IBGE, 1992) e as áreas de estudo em Floresta Ombrófila Densa Submontana. Conforme dados da Fundação SOS Mata Atlântica/INPE (2010), restam 22,41% de florestas no Estado e 52,2% no município de Blumenau.
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Variação vertical de briófitas epífitas na Área de Proteção Ambiental Morro de Osório, Osório, Rio Grande do Sul, Brasil

Variação vertical de briófitas epífitas na Área de Proteção Ambiental Morro de Osório, Osório, Rio Grande do Sul, Brasil

Resumo - A variação vertical de briófitas epífitas foi estudada em um remanescente de Mata Atlântica no município de Osório (Litoral Norte do Rio Grande do Sul), a Área de Proteção Ambiental Morro de Osório (APA Morro de Osório). A Mata Atlântica é uma floresta tropical com grande diversidade de mi- croambientes e possíveis substratos para colonização de briófitas. O tronco de árvores em florestas tropicais representa uma complexa integração entre briófitas e microambientes, e a distância acima do nível do solo é um fator que contribui para a colonização destas espécies. As coletas foram realizadas em 10 transectos de 10 m cada, selecionados aleatoriamente na área de estudo. Foram coletadas amostras em todos os tron- cos com DAP entre 15-35 cm, ocorrentes a um me- tro de cada lado do transecto. Para a verificação da ocorrência de zonação vertical o tronco foi dividido em três níveis de altura: nível I (de 0 - 0,5 m alt.), nível II (0,5 - 1m alt.) e nível III (1 - 1,5 m alt.). Foi encontrado no total 32 espécies em 34 forófitos cole- tados. A análise da diversidade das espécies em cada nível, mostrou que não houve variação relevante en- tre os diferentes níveis. Onde o primeiro apresentou 23 espécies e os níveis II e III, ambos com 25 espé- cies. Porém a composição das espécies em cada nível obteve uma pequena diferenciação, onde os níveis 1 e 2 apresentam 3 espécies exclusivas, enquanto que o nível 3 apresentou quatro espécies exclusivas. Os re- sultados alcançados corroboram outros encontrados em áreas de Floresta Atlântica.
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Avifauna em fragmentos da Mata Atlântica.

Avifauna em fragmentos da Mata Atlântica.

O estudo foi realizado na fazenda Cachoeira, de propriedade da Cia. Suzano de Papel e Celulose, localizada no Município de Paraibuna, Estado de São Paulo, Brasil, entre as coordenadas geográficas 23 o 31’ e 23 o 33’ de latitude Sul e 45 o 39’ e 45 o 42’ de longitude Oeste. A região enquadra-se, segundo a classificação de Köppen, no tipo climático Cfa, com precipitação atmosférica entre 1.400 e 1.500mm anuais. Neste tipo climático, a temperatura média do mês mais frio é inferior a 18 o C e a do mês mais quente é superior a 22 o C, sendo o total de chuvas no mês mais seco (agosto) superior a 30mm (VEIGA, 1985).
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Fungos microscópicos da Mata Atlântica de Paranapiacaba, São Paulo, Brasil.

Fungos microscópicos da Mata Atlântica de Paranapiacaba, São Paulo, Brasil.

ao riacho para o estudo dos fungos no ambiente terrestre. Em junho de 1988 e de 1989, folhas recém-caídas de Alchornea triplinervia (Spreng.) M. Arg., uma das espécies mais abundantes na Reserva, foram coletadas em peneiras de tela de náilon e em sacos plásticos abertos, estendidos e amarrados entre as árvores. Estas folhas foram triadas, divididas em amostras de 20 g e confinadas em 400 sacos de tela de náilon com 20 cm de comprimento, 20 cm de largura e malha com 1 mm de diâmetro. Duzentos sacos foram distribuídos nos cinco pontos de coleta ao longo do riacho, sendo que 40 unidades foram amarradas na base de cada estaca. Procedimento semelhante foi conduzido no ambi- ente terrestre, distribuindo-se 40 sacos contendo folhas sobre a superfície de cada área pré-definida.
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Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em áreas restauradas de Mata Atlântica,...

Diversidade de fungos micorrízicos arbusculares em áreas restauradas de Mata Atlântica,...

Os fungos micorrízicos arbusculares (FMA) são muito importantes na nutrição mineral das plantas e na recuperação de áreas degradadas, entretanto são escassos os estudos sobre a diversidade dos FMA nesses ambientes. Menos ainda se conhece a respeito da presença dos FMA em diferentes profundidades do solo. Em Mata Atlântica do Estado de São Paulo, Brasil estudaram-se a ocorrência e a diversidade de esporos de FMA em diferentes profundidades (0-15 cm, 15-30 cm e 30-45 cm) e a colonização radicular, num gradiente de recuperação ambiental, compreendendo áreas com 5 anos de reflorestamento (R05), com 10 anos (R10) e com 20 anos (R20), além de uma área nativa (NT). As coletas de solo e raízes foram realizadas no período chuvoso (janeiro) e seco (junho). Foram executadas análises químicas, físicas e colonização radicular em três pontos de amostragem sendo: (A) na base do tronco, (B) distanciadas em 1m do tronco e (C) de plântulas crescendo em volta das árvores adultas. Os esporos foram identificados e posteriormente calculados a abundância relativa, os índices de riqueza (R), de diversidade de Shannon (H) e de dominância de Simpson (Is) das espécies de FMA. Os dados foram submetidos à análise de variância ANOVA e teste t. A colonização radicular foi maior para as áreas em estádios mais avançados de recuperação, nas raízes coletadas no ponto C e na época seca. O número de esporos de FMA na época chuvosa foi maior em R05, em todas as profundidades, enquanto que na época seca esse comportamento foi constatado apenas em 0-15 cm. Em maiores profundidades maior número de esporos foi verificado em NT e R10. O índice de diversidade (H) foi maior em NT e nem sempre a maior diversidade foi verificada nas camadas mais superficiais. Algumas espécies, como Acaulospora colossica, Scutellospora heterogama e S. pellucida, foram mais abundantes na maior profundidade. Ambispora appendicula, Ac. foveata, Glomus geosporum e Gigaspora sp2 ocorreram apenas em 0-15 cm. Espécies do gênero Acaulospora (Ac. mellea e Ac. scrobiculata) e Glomus (G. viscosum e G. sp2.) foram sempre abundantes em todas as profundidades analisadas. As espécies do gênero Gigaspora, Ambispora e Racocetra foram raras em todas as profundidades.
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Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

Foram realizadas 12 coletas dos fungos Aphyllophorales em três áreas de remanescen- tes de Mata Atlântica de Pernambuco: Reserva Ecológica de Dois Irmãos, em área da Compa- nhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA), no município de Recife (8°15’30”S e 35°57’00”W); Mata de Gurjaú, em área da COMPESA, no município de Cabo (8°14’12”S e 35°03’00”W); e Estação Ecológica de Tapacurá, câmpus avançado da Universidade Federal Rural de Pernambuco, no município de São Lourenço da Mata (8°05’S e 35°13’W), pertencentes ao domínio da floresta ombrófila densa (Veloso et al. 1991). Os locais foram visi- tados de três em três meses, no período de outu- bro/1997 a setembro/1998.
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