Top PDF Fungos micorrízicos associados a orquídeas em campos rupestres na região do Quadrilátero Ferrífero, MG, Brasil.

Fungos micorrízicos associados a orquídeas em campos rupestres na região do Quadrilátero Ferrífero, MG, Brasil.

Fungos micorrízicos associados a orquídeas em campos rupestres na região do Quadrilátero Ferrífero, MG, Brasil.

RESUMO – (Fungos Micorrízicos associados a orquídeas em campos rupestres na Região do Quadrilátero Ferrífero, MG, Brasil). Oito isolados de fungos micorrízicos rizoctonióides foram obtidos do sistema radicular de orquídeas neotropicais, a saber: Bulbophyllum weddelii (Lindl.) Rchb. f., Epidendrum dendrobioides Thunb., Maxillaria acicularis Herb. ex Lindl., Oncidium gracile Lindl., Pleurothallis teres Lindl., Prosthechea vespa (Vell.) W.E. Higgins, Sophronitis milleri (Blumensch. ex Pabst) C. Berg & M.W. Chase e Sarcoglottis sp., que ocorrem em campos rupestres da região do Quadrilátero Ferrífero, no Estado de Minas Gerais, Brasil. Três gêneros anamórficos foram identificados: Epulorhiza, isolados do sistema radicular de E. dendrobioides e S. milleri; Ceratorhiza, isolados de B. weddelii, O. gracile, P. teres e P. vespa e Rhizoctonia, isolados de M. acicularis e Sarcoglottis sp. O trabalho constitui-se no primeiro relato taxonômico e de caracterização morfológica de fungos micorrízicos rizoctonióides associados a espécies de orquídeas que ocorrem em campos rupestres no Brasil.
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TURISMO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL PARA VALORIZAÇÃO DAS PAISAGENS GEOLÓGICAS: POTENCIAL DO PARQUE ESTADUAL SERRA DO ROLA MOÇA, BORDA OESTE DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO - MG

TURISMO E INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL PARA VALORIZAÇÃO DAS PAISAGENS GEOLÓGICAS: POTENCIAL DO PARQUE ESTADUAL SERRA DO ROLA MOÇA, BORDA OESTE DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO - MG

O presente artigo destaca a importância de áreas naturais do Parque Estadual Serra do Rola Moça, borda Oeste do Quadrilátero Ferrífero - MG, enfatizando a interpretação como mecanismo imprescindível para "saber olhar" a paisagem e entorno, através da contemplação e análise. Acessível a partir do bairro Jardim Canadá, o Parque Estadual, foi criado originariamente em 27 de setembro de 1994, com 3.900 hectares e abrangendo parte de quatro municípios. A região do Quadrilátero Ferrífero - QF localizada no sul da cadeia do Espinhaço, área de paisagens de transição entre importantes biomas, encontra-se no divisor de águas entre as bacias do Rio Doce e São Francisco, evidenciando um potencial ecológico, geológico e hídrico indescritível. No QF, a formação da mata atlântica, denominada floresta estacional semidecidual predomina a leste e sul, principalmente em áreas de drenagem e vales, oferecendo a população da RMBH consideráveis mananciais de abastecimento público. Já no oeste e norte, a ocorrência é de cerrado strictu sensu, campo-cerrado, cerradão e os campos rupestres das áreas de "canga". Estes ambientes específicos, da canga (itabiritos) encontrados no Brasil apenas na Serra dos Carajás, Pará e no QF, se caracterizam pela insustentabilidade da atividade de mineração. As "cangas" ou "ilhas de ferro" são formações ferríferas bandadas formadas por placas alternadas de sílica e ferro, comuns em cristas e encostas. A "canga" é uma rocha ferruginosa com cerca de 30 a 50 metros de profundidade que se sobrepõe ao minério-de-ferro e por isso compõe como um dos ecossistemas mais peculiares e ameaçados. A Serra do Rola Moça apresenta diversidades de paisagens geológicas apropriadas turisticamente inaugurando novas possibilidades e perspectivas.
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Diversidade de fungos micorrízicos e endofíticos associados a orquídeas ameaçadas do bioma Mata Atlântica

Diversidade de fungos micorrízicos e endofíticos associados a orquídeas ameaçadas do bioma Mata Atlântica

4 rupestres da Cadeia do Espinhaço (Giulietti et al., 2009). Os campos rupestres ocorrem a partir de uma altitude de 900 m acima do nível do mar e estão em grande parte associados à Cadeia do Espinhaço, nos Estados de Minas Gerais e Bahia (Giulietti et al., 1987). Dentre as áreas de grande representatividade em campos rupestres, ressalta-se o Quadrilátero Ferrífero, que se localiza no centro-sul de Minas Gerais, ocupando uma área de 7000 Km 2 , dos quais 14,2% são de formações ferríferas. Essa região é considerada uma das mais importantes províncias minerais do mundo (Spier et al., 2003), pois sua área abriga 60% das reservas brasileiras do minério de ferro (DNPM, 2008). Entre a vegetação típica desses domínios, são encontradas áreas de afloramentos quartzítico, granítico e hematítico, constituindo o topo das elevações que compõem a Cadeia do Espinhaço. Os depósitos superficiais de hematita constituem, por sua vez, os solos denominados de canga ferruginosa, que se caracterizam como um dos mais importantes tipos de habitats (Jacobi et al., 2008). Devido à grande diversidade florística desses campos ferruginosos e o endemismo de parte de sua flora, essa região é considerada “Área de Importância Biológica Extrema ” (Costa et al., 1998), “Prioritária para a Conservação da Biodiversidade em Minas Gerais ” (Drumonnd et al., 2005). A família Orchidaceae, por sua vez, contribui fortemente para essa diversidade florística (Jacob et al., 2008). Dentre as espécies de orquídeas presentes nesta região, ressalta-se Hoffmannseggella cinnabarina (Bateman ex Lindl.) H.G. Jones e Hoffmannseggella caulescens (Lindl.)
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Reabilitação de campos ferruginosos degradados pela atividade minerária no Quadrilátero Ferrífero

Reabilitação de campos ferruginosos degradados pela atividade minerária no Quadrilátero Ferrífero

Os trabalhos de reabilitação dos campos ferruginosos devem ser precedidos de operações de resgate de flora buscando-se estabelecer maior semelhança possível com as áreas naturais. Estudos florísticos e fitossociológicos são importantes fontes de informação e sucesso do recobrimento vegetal. A recuperação do solo ao seu estado original, do ponto de vista ecológico, é uma expectativa irreal, especialmente após o ecossistema ter sofrido processos que mudam drasticamente suas condições físico- químicas (EIJSACKER, 1998). Neste sentido, o aproveitamento do solo superficial (topsoil) tem sido utilizado como prática comum nas atividades de mineração, possibilitando o aproveitamento do banco de sementes, microrganismos, nutrientes e matéria orgânica do solo. O conhecimento deste substrato é parte essencial do processo, sendo realizado por meio de análises químicas e físicas, possibilitando recomendações de manejo e adubação necessárias para o estabelecimento da vegetação. No caso dos campos ferruginosos recomenda-se o capeamento da área a ser reabilitada com o material original de canga e solos associados.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Investigação dos depósitos fluviais e de encosta em bacias de cabeceira do alto Rio das Velhas (MG) : subsídios para avaliação da suscetibilidade a fluxos de detritos.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Investigação dos depósitos fluviais e de encosta em bacias de cabeceira do alto Rio das Velhas (MG) : subsídios para avaliação da suscetibilidade a fluxos de detritos.

Os estudos sobre riscos geológicos na região de Ouro Preto e Ma- riana (MG) têm se concentrado nas zonas urbanas desses municípios (p. ex.: CARVALHO, 1982; SOBREIRA, 1990; 1991; 2001) e só há um registro de fluxo de lama e detritos em um local conhecido como Volta do Córrego, uma área com intensa atividade mineral no passado, que in- terferiu na morfologia da área pela execução de cortes subverticais e es- cavação de galerias ao longo da formação ferrífera (GOMES et. al., 1998; SOBREIRA, 1990). Essa área exigiu a execução de um grande aterro, que passou a conformar uma bacia de acumulação junto à rodovia de acesso à cidade, com o sistema extravasador passando a 11m de profundidade em relação ao nível do pavimento. Com o entupimento do sistema ex- travasador, o acúmulo de água provocou um rompimento no aterro, e foi gerado um grande fluxo de lama e de detritos atingindo várias ruas e casas. (PINHEIRO et. al., 2004)
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Érica Barbosa Felestrino Ouro Preto 2017

Érica Barbosa Felestrino Ouro Preto 2017

neste estudo, 10,3% dos foram capazes de sintetizar sideróforo, molécula que complexa ferro para torná-lo disponível para planta, suprindo diretamente a necessidade desse elemento pelo vegetal e restringindo o ferro para os fitopatógenos circundantes, eliminando-os por competitividade (Ahmed e Holmström, 2014). Ainda que os campos rupestres ferruginosos sejam ricos em ferro, esse metal não está majoritariamente em sua forma disponível (Schaefer et al., 2008). Outro mecanismo importante ao biocontrole é a produção de enzimas que degradam componentes de membranas de organismos fitopatógenos, como é o caso de proteases (Aeron et al., 2011). Do total de isolados obtidos neste estudo, 39,7% foram capazes de produzir algum tipo de protease, incluindo os quatro isolados que inibiram o crescimento de Xanthomonas citri, demonstrando o potencial e a importância destes organismos num possível processo de proteção vegetal. De maneira análoga, a produção de HCN está entre os metabólitos voláteis produzidos por algumas PGPBs que podem causar inibição destes fitopatógenos, como o caso já descrito em Pseudomonas sp. LBUM300 que apresentou potencial controle de cancrose induzida por Clavibacter michiganenis em plantas de tomate (Lanteigne, 2011). No presente trabalho, 23% do total de isolados foram capazes de produzir HCN, incluindo, novamente, os quatro isolados que foram capazes de inibir Xanthomonas citri.
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CARACTERÍSTICAS DA ÁREA Contexto Geológico

CARACTERÍSTICAS DA ÁREA Contexto Geológico

• Sistema aqüífero dos grupos Piracicaba e Sabará – Abrange os aquitardos associados aos xistos e os aqüíferos nas unidades quartzíticas. Os aqüíferos são granulares e fissurais, com elevada porosidade e permeabilidade, apresentando localizadamente valores elevados de coeficiente de armazenamento, como indicam alguns dados hidrodinâmicos na Formação Cercadinho do Grupo Piracicaba (Sobreiro Neto et al. 2001, Silva et al. 1994). O método hidrológico indicou valores de transmissividade máximos entre 11,7 e 8,7 m²/dia e mínimos de 0,4 e 0,6 m²/dia (estações Fazenda Água Limpa e São Caetano de Mariana, Tabela 4). Este sistema é o segundo em número de poços tubulares cadastrados (13 poços), que apresentam vazão e vazão específica entre 0,1 e 186,6 m³/h e 1,6 e 29,4 m³/dia.m, respectivamente; • Sistema aqüífero do Grupo Itacolomi - De acordo
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Caesalpinioideae (Leguminosae) nos Campos Rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil.

Caesalpinioideae (Leguminosae) nos Campos Rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil.

RESUMO – (Caesalpinioideae (Leguminosae) nos Campos Rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil). Este trabalho consiste do estudo florístico de Caesalpinioideae dos Campos Rupestres do Parque Estadual do Itacolomi (PEI), localizado no sul da Cadeia do Espinhaço. As coletas foram mensais, no período entre setembro/2003 e outubro/2004. Foram encontradas 13 espécies de Caesalpinioideae, reunidas em três gêneros: Bauhinia, Chamaecrista e Senna. O gênero Chamaecrista foi o que mais se destacou em número de espécies. Foram elaboradas chaves para identificação das espécies, além de diagnoses, ilustrações e comentários sobre afinidades, distribuição geográfica e fenologia das mesmas.
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MIGRAÇÃO DE CONTAMINANTES INORGÂNICOS CONTIDOS EM COPOS NÃO CURADOS DE ESTEATITO PARA CACHAÇAS COMERCIALIZADAS NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO (MG) COM DIFERENTES TEORES ALCOÓLICOS

MIGRAÇÃO DE CONTAMINANTES INORGÂNICOS CONTIDOS EM COPOS NÃO CURADOS DE ESTEATITO PARA CACHAÇAS COMERCIALIZADAS NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO (MG) COM DIFERENTES TEORES ALCOÓLICOS

56 Os locais de compra escolhidos foram duas cachaçarias escolhidas por conveniência o que pode implicar em limitações na escolha das marcas a serem adquiridas uma vez que são comercializadas diferentes marcas na região estudada. Embora a escolha das cachaças tenha seguido critérios pré-determinados como: procedência, registro no MAPA e teor alcoólico das cachaças, pode ter havido influência de outros fatores, como por exemplo, o rótulo quando houve coincidência no atendimento a todos os critérios de seleção pré-estabelecidos. Para eliminar esse possível viés poderia ter sido feito um sorteio entre marcas que foram consideradas adequadas ao estudo, no entanto isso não ocorreu.
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Relevo antropogênico associado à mineração de ferro no Quadrilátero Ferrífero: uma análise espaço-temporal do Complexo Itabira (município de Itabira-MG)

Relevo antropogênico associado à mineração de ferro no Quadrilátero Ferrífero: uma análise espaço-temporal do Complexo Itabira (município de Itabira-MG)

Ao longo do tempo, notadamente desde o início da extração do minério de ferro no Complexo Itabira, no município de Itabira – MG, a sua paisagem passa a se expressar por meio de um mosaico cada vez mais complexo de elementos que denotam intensa transformação de derivação antropogênica. Essas transformações revelam-se, prontamente, no arranjo espacial das formas de relevo – ou seja, no cenário geomorfológico da região –, agora rico em modelados produzidos pelo homem. A ação do homem vai além da mera alteração desse cenário geomorfológico, ela também dita, rege e impõe à paisagem novo regime de fluxo de matéria e energia que passa a condicionar parcela considerável dos processos geomorfológicos até então vigentes. Essa transformação de derivação antropogênica impressa na paisagem, como também nas formas de relevo dela resultante, na literatura especializada tem sido denominado como relevo antropogênico; essa expressão se vincula ao Tecnógeno, período geológico marcado pelas transformações ambientais historicamente produzidas pelo homem mediante emprego de recursos tecnológicos diversos (OLIVEIRA et al., 2005; PELOGGIA, 1998, 2005).
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ELEMENTOS METÁLICOS NA PORÇÃO LESTE DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO – MG ”

ELEMENTOS METÁLICOS NA PORÇÃO LESTE DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO – MG ”

função de aumentar a mobilidade e/ou solubilidade dos contaminantes imobilizados. Essa tecnologia é susceptível a vários problemas decorrentes do agente de lavagem, que pode se aderir na matriz do solo, acelerando o crescimento microbiano, causando precipitação dos seus constituintes nos poros da matriz e consequentemente reduzindo a permeabilidade do sistema. Outros problemas associados a esse processo é o alto custo para tratar e dispor fluidos residuais. Esses problemas não acontecem com soluções de lavagem compostas de substâncias húmicas, primeiramente por causa do baixo custo do material e em seguida devido aos compostos húmicos serem biologicamente recalcitrantes o que minimiza o efeito do crescimento microbiano. Entretanto, mesmo os materiais húmicos ainda são um desafio ao sucesso dessa técnica. Isso é porque em algumas situações os compostos húmicos dissolvidos podem se aderir nos materiais do solo ou aquífero, minando os esforços para interceptar e imobilizar os contaminantes solúveis (Perminova e Hatfield, 2005).
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Papilionoideae (Leguminosae) nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil.

Papilionoideae (Leguminosae) nos campos rupestres do Parque Estadual do Itacolomi, MG, Brasil.

Arbustos ca. 50 cm alt., ramos cilíndricos, viscoso- hirsutos, com tricomas glandulares. Estípulas 0,8-1,2 cm compr., lanceoladas, soldadas, amplexicaules, 2-dentadas, adnadas à base do pecíolo, persistentes; folíolo terminal 15-21×5-6 mm, folíolos laterais 12-19× 4-5 cm, elípticos, cartáceos, estrigosos. Inflorescência espiciforme, multiflora, axilar ou terminal; cálice 8-9 mm compr., tubuloso, 5-laciniado, puberulento; corola amarela, vexilo ca. 1,2 cm compr., alas 1,1-1,2 cm compr., pétalas da carena 1,1-1,2 cm compr.; estames 10, 1-1,1 cm compr., monadelfos, anteras dimorfas: curtas e versáteis alternadas com longas e sub-basifixas; ovário ca. 1 mm compr., subséssil, glabro, estilete ca. 9 mm compr., curvado, glabro, estigma terminal, diminuto. Lomento 1-articulado, ca. 3 mm compr., indeiscente, glabro; semente ca. 2 mm, oblonga, amarela. Material examinado: BRASIL. Minas Gerais: Ouro Preto, Calais, 20/I/2004, fl., Dutra et al. 164 (VIC); Morro do Cachorro, 29/III/2004, fl., Dutra et al. 209 (VIC); Estrada de Cima, 1/IV/2001, fr., fl., Dutra 37 (OUPR).
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Florística e caracterização de uma área de campo ferruginoso no Complexo Minerário Alegria, Serra de Antônio Pereira, Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil.

Florística e caracterização de uma área de campo ferruginoso no Complexo Minerário Alegria, Serra de Antônio Pereira, Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil.

ABSTRACT – This study presents the floristic inventory of the rupestrian ferruginous field areas located inSerra de Antônio Pereira, in the south-southeast of Quadrilátero Ferrífero region in Ouro Preto, MG. There, two different substratcts were surveyed: the canga couraçada, a hard ferruginous laterite, and itabirite rock outcrop. In each substract, 15 sample units (10mx10m) were studied. All the samples units were made with the same slope. The data collected were only restricted to the phanerogam species found in the samples units and surrounding areas. The floristic inventory done at Serra de Antônio Pereira found 182 species united in 47 families, of which 102 species occur inside the sample units and other 80 species in surrounding areas. The richest species families in the samples units were: Asteraceae (14 spp), Poaceae and Orchidaceae (8 spp each), Fabaceae and Melastomataceae (7 spp each), Myrtaceae and Verbenaceae (6 spp each), Cyperaceae, Lauraceae, Rubiaceae and Euphorbiaceae (4 spp each). Both the studied units, canga couraçada and itabirite outcrop, showed similarities.
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O EMBASAMENTO ARQUEANO E PALEOPROTEROZÓICO DO ORÓGENO ARAÇUAÍ

O EMBASAMENTO ARQUEANO E PALEOPROTEROZÓICO DO ORÓGENO ARAÇUAÍ

O termo Complexo Juiz de Fora refere-se originalmente à extensa faixa de rochas granulíticas com direção NE-SW, que aflora na região limítrofe entre os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, inicialmente estudada por Ebert (1955, 1957) e Rosier (1957). Várias propostas de definição, interpretação e subdivisão para esta associação litológica, muitas vezes conflitantes, foram apresentadas nas últimas décadas. Sugere-se a leitura da síntese de Heilbron et al. (2003), que apresenta uma análise dessas diversas contribuições sobre o Complexo Juiz de Fora e completa listagem bibliográfica. Segundo a definição de Heilbron (1993, 1995), o Complexo Juiz de Fora é constituído por ortognaisses e metabasitos com paragêneses da fácies granulito, que localmente mostram efeitos de evento metamórfico retrógrado, com formação de hornblenda e biotita a partir de piroxênios. As intercalações metassedimentares, incluídas no complexo por outros autores, foram interpretadas como escamas tectônicas da cobertura neoproterozóica. A partir destas premissas, e da idade de cristalização de ca. 2134 Ma (U-Pb) obtida por Machado et al. (1996) para uma rocha charnockítica do Complexo Juiz de Fora da região de Conservatória (RJ), pode-se caracterizar esta unidade como uma associação magmática de idade Transamazônica.
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Riqueza e frequência de espécies de fungos micorrízicos arbusculares em genótipos de amendoim forrageiro no Acre, Norte do Brasil.

Riqueza e frequência de espécies de fungos micorrízicos arbusculares em genótipos de amendoim forrageiro no Acre, Norte do Brasil.

as plantas cultivadas podem influenciar na riqueza de espécies de FMAs, com número podendo variar de 3 a 34 espécies. Além disso, fatores como monocultivo, manejo e fertilidade do solo exercem significativa influência na ocorrência de espécies e quantidade de esporos de fungos micorrízicos (Silva et al. 2006). Conforme observado no presente estudo e também no de Miranda et al. (2010), o amendoim forrageiro em monocultivo, mesmo sendo um agrossistema de menor complexidade, favorece a ocorrência de diferentes espécies de FMAs. Isto sugere que esta leguminosa forrageira é pouco seletiva quanto a espécies de FMAs e se caracteriza como uma boa hospedeira para multiplicação dos FMAs. Isto pode estar associado à possibilidade do amendoim forrageiro produzir uma grande variabilidade de metabólicos secundários, como flavonóides, os quais comprovadamente estimulam o crescimento de FMAs (Romero e Siqueira 1996).
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Gênese de solos em topolitossequência no Sinclinal Moeda Quadrilátero Ferrífero (MG)

Gênese de solos em topolitossequência no Sinclinal Moeda Quadrilátero Ferrífero (MG)

DCB and oxalate, furthermore, the micromorphology of Bw horizons complemented with techniques of EDS (Energy Dispersive X-Ray Detector). The soils developed from shale, are clayey and presented high levels of Cr (> 500 mg kg -1 ). The foliation of the parent material suggests a direct relationship with the landscape dissection and the predominant vegetation. Among the Moeda Formation rocks (quartzite and phyllite), the soil texture, associated with hydrogeological behavior of parent materials, creates conditions for the occurrence of distinct pedogenic processes, leading to the occurrence of Aquic Entisols and Spodosols. Oxisols developed from itabirito or related materials are clayey and trend to positive values of ΔpH in depth (isoelectric weathering). The mineralogy of these soils is composed of quartz, kaolinite, hematite, magnetite, goethite and gibbsite. In itabirite slopes facing the interior of the syncline, Inceptisols occur with high magnetic attraction and high contents of Fe 2 O 3 obtained by sulfuric acid attack (> 528 g kg -1 ). Soil occurrence in the
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O Complexo metamórfico Bonfim setentrional (Quadrilátero Ferrífero, MG) : litoestratigrafia...

O Complexo metamórfico Bonfim setentrional (Quadrilátero Ferrífero, MG) : litoestratigrafia...

5.4) são mais antigas que as idades Rb/Sr dos Gnaisses Souza Noschese, Tonalitos Samambaia e Granitos Brumadinho. Estariam, porventura, os sistemas Rb/Sr dos Granitos[r]

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Comunidades de fungos micorrízicos arbusculares associados ao amendoim forrageiro em pastagens consorciadas no Estado do Acre, Brasil.

Comunidades de fungos micorrízicos arbusculares associados ao amendoim forrageiro em pastagens consorciadas no Estado do Acre, Brasil.

O objetivo deste trabalho foi identificar e estimar a diversidade de comunidades de fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) autóctones associados ao amendoim forrageiro (Arachis pintoi), em monocultivo e consorciado com outras forrageiras. A amostragem foi realizada em sete áreas, em Rio Branco, AC, sendo coletadas quatro amostras de solo em cada área, na profundidade de 0-10 cm, nas estações seca (junho de 2004) e chuvosa (janeiro de 2005). As áreas cultivadas com A. pintoi foram: monocultivo, consórcio com pastagens de gramíneas e outras leguminosas e como cobertura do solo em cafeeiro, além de capoeira e mata adjacentes como testemunhas. Foi verificada a ocorrência de 21 espécies de FMAs nas duas estações, sendo 18 espécies no período seco e 16 no chuvoso. As espécies foram distribuídas em cinco gêneros: Acaulospora, Entrophospora, Gigaspora, Glomus e Scutellospora. A densidade de esporos foi maior no consórcio A. pintoi x Brachiaria brizantha x Pueraria phaseoloides e a menor nas áreas de A. pintoi x cafeeiro, capoeira e mata. As colonizações radiculares foram maiores na estação chuvosa (15 a 63%) do que na estação seca (5 a 37%). Os índices de diversidade no monocultivo foram semelhantes aos das demais áreas avaliadas, indicando que o amendoim serve como hospedeiro de diferentes espécies de FMAs e que o seu cultivo pode aumentar a presença desses organismos nos sistemas produtivos, melhorando a qualidade biológica do solo.
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Caracterização morfológica de micorrizas de Epidendrum secundum e Zygopetalum mackaii nativas do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (MG)

Caracterização morfológica de micorrizas de Epidendrum secundum e Zygopetalum mackaii nativas do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro (MG)

Os membros da família Orchidaceae apresentam um distinto relacionamento com fungos micorrízicos em razão da essencialidade do fungo durante a germinação da semente e o desenvolvimento do protocórmio (Leake, 1994). Sementes de orquídeas são geralmente muito pequenas e caracterizam-se pela ausência de endosperma e cotilédone (Arditti, 1992). O amido é a principal fonte de carbono em sementes de orquídeas imaturas. No entanto, com a maturação, o amido é substituído por proteínas, lipídeos e fontes de reservas complexas como a celulose e a hemicelulose (Arditti & Ghani, 2000). O acréscimo de composto protéico implica em dormência da semente, pois a quantidade de reserva energética é suficiente para a manutenção da respiração basal (Arditti & Ghani, 2000). Assim, por não possuir fonte para derivar energia para mobilização dos lipídeos, a semente não germina sem que haja uma fonte externa de açúcar, como a glicose. O suprimento contínuo de açúcar solúvel, vitaminas e outros fatores necessários ao crescimento, não é disponível na natureza, assim, a semente obtém essa fonte de açúcar graças à associação com fungos micorrízicos que viabiliza energeticamente a germinação da semente e o estabelecimento da planta (Rasmussen, 1995).
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Q UADRILÁTEROF ERRÍFERO- MG

Q UADRILÁTEROF ERRÍFERO- MG

A comparação dos aspectos físicos da bacia do riacho Manoel Felix permitiu a verificação da comunhão dos mesmos com a maior parte dos identificados em estudos anteriores no Complexo do Bação (Parzanese 1991, Sobreira 1998, Bacellar 2000, Santos 2001), como: relevo com topos poli-convexos e encostas intensamente dissecadas por ravinas e voçorocas pretéritas e atuais. As voçorocas da bacia apresentam canais internos perenes e conectados à rede de drenagem, rede essa que apresenta um padrão supostamente orientado pelas descontinuidades estruturais, uma vez que na bacia do rio Maracujá, porção sudeste do Complexo do Bação, Bacellar (2000) e Bonaccorsi- Campos (2006) verificaram que as fraturas atuam como condicionantes do voçorocamento em algumas encostas. No quesito clima apresenta regime obediente ao clima tropical típico das médias latitudes, com duas estações bem definidas, uma seca e outra chuvosa.
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