Top PDF O futebol no Programa Laboratório Pedagógico Saúde, Esporte e Lazer: Relato de experiência

O futebol no Programa Laboratório Pedagógico Saúde, Esporte e Lazer: Relato de experiência

O futebol no Programa Laboratório Pedagógico Saúde, Esporte e Lazer: Relato de experiência

O presente trabalho relata a vivência dos alunos do curso de Educação Física envolvidos neste trabalho, com as crianças do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) nas aulas da modalidade de futebol ministradas nas escolinhas do DEF da UEPB em Campina Grande. As crianças são envolvidas pela cultura do futebol no Brasil. Esta modalidade esportiva traz vários benefícios para elas, melhora da resistência cardiovascular e principalmente no aspecto social, já que é um esporte coletivo. São trabalhados os fundamentos do futebol, treino tático, técnico e físico. As aulas têm o intuito de afastar os alunos dos fatores de riscos sociais, tais como drogas, violências, prostituições infantis e trabalhos escravos. Acreditamos que o professor de esportes deve ser visto como um educador e não como um mero transmissor de conhecimentos técnicos ou táticos. Sua ação deve ser baseada em princípios críticos, pedagógicos e científicos para o desenvolvimento integral da criança, (FERREIRA, 2001).
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Relato de experiência de natação no Programa de Extensão Laboratório Pedagógico: Saúde, esporte e lazer no Departamento de Educação Física pela Universidade Estadual da Paraíba – UEPB

Relato de experiência de natação no Programa de Extensão Laboratório Pedagógico: Saúde, esporte e lazer no Departamento de Educação Física pela Universidade Estadual da Paraíba – UEPB

O Programa de Extensão Laboratório Pedagógico: Saúde, Esporte e Lazer (Escolinha do DEF) no Departamento de Educação Física abrange as comunidades circundantes, oferecendo modalidades onde qualidade de vida, saúde, esporte e lazer são atendidos, seu público é constituído de maneira heterogênea: adultos, crianças, pessoas com deficiência e idades variadas. O Processo de atuação do aluno de Educação Física, no programa, ajuda a formação deste profissional com a experiencia adquirida nas resoluções de problemas, decorrentes do processo de ensino. A Natação como modalidade na escolinha é dívida entre o público adulto e o público infantil o presente trabalho está escrito o relato de experiência nestes setores, por meio de atuação como extensionista no período de inicial 2016.1 no horário de 13h30min às 15h30min até o período de 2019.1 no total de sete períodos de extensão onde pude aumentar meu acervo teórico-prático pois pude desenvolver planos de aula, vivenciar metodologias, conhecer autores e apresentar trabalhos acadêmicos como o trabalho apresentado no 3° Seminário de Extensão da UEPB, acabei descobrindo novos potencias em mim e em meus alunos ,me descobri mais paciente pois enfrentei problemas o espaço físico, comportamento dos alunos neste processo de aprendizagem. Desta forma o programa promoveu saúde, esporte, lazer e conhecimentos para a sociedade e contribuindo em minha formação acadêmica, profissional e pessoal.
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Relato de experiência de natação no Programa de Extensão Laboratório Pedagógico: Saúde, esporte e lazer no Departamento de Educação Física pela Universidade Estadual da Paraíba

Relato de experiência de natação no Programa de Extensão Laboratório Pedagógico: Saúde, esporte e lazer no Departamento de Educação Física pela Universidade Estadual da Paraíba

A graduação em Educação Física pela Universidade Estadual da Paraíba dá contribuição para o aluno obter e executar todo o aprendizado em campo prático e facilita sua ascensão profissional. O processo de atuação é fundamental na preparação para resolução de problemas, destacando a participação no programa de extensão como momento de se apropriar dos conhecimentos, um deles é o Laboratório Pedagógico: Saúde, Esporte e Lazer no Departamento de Educação Física, criado através de solicitações feitas pela comunidade, para idealizar um projeto que oferecesse atividades esportivas para ocupar o tempo das crianças e adolescentes moradoras das localidades circunvizinhas que por vezes eram praticantes de pequenos delitos. O presente trabalho está escrito o relato de experiência no setor de natação com todas as vivências adquiridas por meio da atuação como extensionista a partir do dia 23 (vinte e três) de fevereiro a 18 (dezoito) de junho de 2014 (dois mil e quatorze) no horário das 13h30min às 15h30min, oferecendo modalidade de natação, futsal, dança, artes marciais e musculação, atendendo um público heterogêneo de idade variada. Afirmo que através das trocas de experiência entre mim, o coordenador do Programa e os extensionistas, oportunizou a aplicação das metodologias e abordagens de ensino norteando toda formação de forma mais próxima da realidade na atuação profissional do meu cotidiano.
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Relato de experiência de atividades do segmento não formal: laboratório pedagógico - saúde, esporte e lazer no Departamento de Educação Física - UEPB (escolinhas do DEF) na modalidade natação

Relato de experiência de atividades do segmento não formal: laboratório pedagógico - saúde, esporte e lazer no Departamento de Educação Física - UEPB (escolinhas do DEF) na modalidade natação

A utilização do meio aquático com propósitos de terapêuticos vem de muitos anos atrás, e os banhos em fontes termais para que houvesse um relaxamento era bastante requisitado por vários povos como: gregos, egípcios, romanos e entre outras civilizações antigas.Com o passar do tempo e, com o desenvolvimento de novas tecnologias e conhecimentos, evolui paralelamente à natação para competição, a natação com fins terapêuticos. A natação contribui como uma atividade motora ímpar para a criança experimentar de forma mais natural e espontânea uma motricidade aquática dinâmica, essencial à sua evolução, em seu progresso desenvolvimentista. A musculatura será fortalecida, terá colaboração com a lateralidade, equilíbrio, orientação espacial e coordenação motora ampla. O objetivo nesse relato compartilhar as minhas experiências vivenciadas como estagiário de Educação Física em Natação no laboratório Pedagógico: saúde, esporte e lazer no departamento de educação física - UEPB (escolinhas do DEF), contudo, citar através deste a contribuição da experiência para minha vida acadêmica e profissional. As atividades seguiram principalmente as recomendações dadas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN´s e o Coletivo de Autores para metodologia utilizada, por mim, nos planos de aula. A abordagem mais utilizada no trabalho se deu em uma perspectiva crítico- superadora apontada pelo coletivo de autores. Com a intenção de tornar o aprendizado mais prazeroso. Portanto, esse relato demonstrou o intuito de influenciar os alunos para que se tornarem futuros cidadãos conscientes, logo, assim que este foi de extrema importância, uma experiência vivenciada, que contribuiu para formação da minha vida profissional.
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Relato de experiência em natação no Programa “Laboratório Pedagógico: Saúde, esporte e lazer, no Departamento de Educação Física – UEPB (Escolinhas do DEF)”

Relato de experiência em natação no Programa “Laboratório Pedagógico: Saúde, esporte e lazer, no Departamento de Educação Física – UEPB (Escolinhas do DEF)”

O estágio tem papel fundamental na formação de um futuro profissional e é aguardado com muita expectativa pelos estudantes da graduação, pois muitas vezes é nele que os graduandos assumem pela primeira vez o papel de professor em sala de aula. Este trabalho foi desenvolvido através da vivência na modalidade natação, no componente curricular, estágio supervisionado IV, sendo este realizado dentro do programa "Laboratório Pedagógico: Saúde, Esporte e Lazer", que é desenvolvido no Departamento de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). A popularmente conhecida "Escolinhas do DEF", tem como finalidade promover a inclusão social de crianças e adolescentes, contribuindo para o resgate da auto estima e da cidadania de seus participantes, através da prática dos esportes. São ofertadas várias modalidades: musculação, futsal, natação, judô e dança, sendo estas desenvolvidas todas as terças e quintas feiras, nos turnos manhã e tarde. Todas as atividades desenvolvidas seguem o calendário acadêmico no período 2015.2, que teve início no dia vinte e cinco de janeiro e término no dia vinte e quatro de maio de 2016. Nossas aulas tinham como objetivo preparar os alunos participantes com a finalidade de adaptá-los ao meio liquido, desenvolver o nado utilitário, e por fim a aprender e aprimorar os estilos de nados preparando estes assim, se possível para participação em competições municipais.
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Dança: Relato das atividades desenvolvidas no Programa Laboratório Pedagógico: Saúde, esporte e lazer no Departamento de Educação Física da UEPB

Dança: Relato das atividades desenvolvidas no Programa Laboratório Pedagógico: Saúde, esporte e lazer no Departamento de Educação Física da UEPB

Embora tenha encontrado dificuldades tais como a falta de experiência, e o pouco tempo para estudar e elaborar as aulas, pois na época que entrei no programa era mãe de um casal de gêmeos de 10 meses, trabalhava no período da noite/madrugada, e cursava a graduação no período da manhã, mas esses desafios passaram despercebidos a tantos benefícios que o programa trouxe para minha vida. Sem contar nos benefícios passados para as turmas, uma vida mais ativa, uma melhor qualidade de vida, um meio de lazer entre outros citados no corpo de trabalho.
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ESPORTE E LAZER NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: RELATO DE UMA POSSIBILIDADE DE TRABALHO

ESPORTE E LAZER NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: RELATO DE UMA POSSIBILIDADE DE TRABALHO

Aproveitando a classificação realizada conjuntamente, discutimos três questões que po- dem causar polêmica. A primeira questão foi sobre a palavra “comer”, que encarada apenas como forma de saciar a fome é uma necessidade fisiológica, mas se associada à um churrasco, à um almoço de família ou à um jantar com amigos pode ser considerada uma atividade de lazer, na qual o foco não é o comer, mas sim todo o contexto em que está envolvido o ato de co- mer. A segunda questão foi sobre a palavra “estudar”, a qual também pode ser vista como uma atividade de lazer e não somente como uma obrigação, por exemplo, quando o indivíduo gosta muito de determinado assunto e em seu tempo livre resolve se dedicar a estudar mais sobre este. A terceira e última questão polêmica que apresentamos aos alunos foi sobre as sensações e sentimentos associados às atividades de lazer. Muitas vezes pensamos que o lazer só nos traz sensações e sentimentos bons ou de prazer, mas não é sempre verdade. Questionamos, por- tanto, sobre o futebol. Perguntamos se assistir a um jogo de futebol era uma atividade de lazer. Responderam que sim. Então indagamos se o time para quem torciam perdesse o jogo, se fi- cariam felizes ou tristes. Disseram que ficariam tristes. Sendo assim, explicamos que buscamos nas atividades de lazer sensações e sentimentos bons, mas que também há a possibilidade de nos sentirmos mal e nos frustrarmos, experienciando sensações e sentimentos ruins.
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Esporte na escola: um relato de experiência com foco na prática do basquete

Esporte na escola: um relato de experiência com foco na prática do basquete

acidentes, então o ambiente não propiciaria um momento de descontração e lazer que é o recreio. Vendo essa situação à direção da escola providenciou logo em ocupar a quadra de forma inteligente onde cada turma tem seu dia semanal de estar na quadra durante o recreio com direito de usar o material como bolas, arcos, entre outros, dentro de uma análise podemos perceber que toda quadra é aproveitada: meia quadra pra cá pelos meninos, normalmente com a modalidade de futsal e meia quadra pra lá, utilizada pelas meninas normalmente com a modalidade de handebol. Neste momento divergimos de opinião com esse tipo de condução de gênero e igualdade, pois essa ideia já está bem enraizada dentro de várias escolas no Brasil, pode-se notar que algumas meninas que tem uma coordenação motora aprimorada são escolhidas para estarem atuantes no horário reservado aos meninos, lendo a obra de Guacira Lopes Louro que tem como tema Gênero, sexualidade e educação podemos ver uma perspectiva de atuação do docente para reverter esse aspecto a médio prazo, a pratica esportiva dentro das aulas de Educação Física não pode haver divisão por gênero, capacidade, ou deficiências.
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Evolução histórica do programa laboratório pedagógico: saúde, esporte e lazer no departamento de Educação Física

Evolução histórica do programa laboratório pedagógico: saúde, esporte e lazer no departamento de Educação Física

As atividades desenvolvidas dentro Programa do Laboratório Pedagógico: Saúde Esporte e Lazer tiveram inicio no dia 27 de julho de 2010 realizada na área destinada à prática do futsal no ginásio Professor Luiz Gonzaga de Melo no Departamento de Educação Física na Universidade Estadual da Paraíba como forma de componente curricular Estágio Supervisionado IV, no qual eu e mais 4 alunos estagiários começamos a desenvolver atividades ligadas ao futsal com crianças de 7 a 17 anos devidamente matriculadas no programa escolinha e a crianças de um programa parceiro do Programa do Laboratório Pedagógico: Saúde Esporte e Lazer, que eram as crianças do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil o PETI com a intenção de desenvolver através das aulas suas técnicas e habilidades além de contribuir para o seu desenvolvimento social em harmonia resgatando as crianças e adolescentes das ruas educando através da prática esportiva “A inclusão social e os inúmeros benefícios que as atividade físicas trazem à saúde humana são alguns itens que fazem com que o esporte tenha um importante papel perante à sociedade” (Marcelo; O papel do esporte na sociedade).
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Lazer e gênero nos Programas de Esporte e Lazer das cidades

Lazer e gênero nos Programas de Esporte e Lazer das cidades

A análise dos dados, realizada mediante a triangulação dos dados advindos de observação sistemática, questionários e referencial teórico confirmou que a preferência das mulheres estava marcada pela realização de atividades no espaço doméstico, enquanto a dos homens se voltava para o espaço público. Mais de 50% delas afirmaram que não realizam qualquer tipo de atividade física, quer como lazer, quer para cuidar da saúde. Atribuem aos afazeres domésticos o principal fator que as impede de ter uma atividade física regular, pois dadas as demandas que essa tarefa exige, não sobra tempo para cuidarem de si mesmas. Já a maior parte dos homens mencionou a prática do futebol como atividade para ocuparem seu tempo livre. Somente a quarta parte dos homens diz não realizar atividades físicas regularmente, tendo como principais razões a doença e a falta de tempo relacionada as demandas do trabalho.
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O ESPORTE E O LAZER NA FORMULAÇÃO DE UMA POLÍTICA PÚBLICA INTERSETORIAL PARA A JUVENTUDE: A EXPERIÊNCIA DO PRONASCI

O ESPORTE E O LAZER NA FORMULAÇÃO DE UMA POLÍTICA PÚBLICA INTERSETORIAL PARA A JUVENTUDE: A EXPERIÊNCIA DO PRONASCI

rodoviária federal e os estados respondem pelas polícias civil e militar. Como essa ainda é hegemônica, a visão de que a polícia envolve exclusivamente o sistema da segurança pública, terminou se concluindo que mais repressão, com qualidade e inteligência, é o que resolve segurança, violência e criminalidade. Nos últimos dez anos tem um combate a essa visão. Esse combate se dá na academia entre os estudiosos, que começaram a estudar o tema da segurança e começaram a se opor dizendo: olha mais saúde, mais educação, mais emprego, mais ação social, isso é o que pode mudar uma realidade de uma ambiência criminosa ou alguém jovem no crime, isto é o que pode alterar a vida do cidadão e aquela ambiência de conflito. O que é que o Pronasci percebeu? Uma disputa antagônica de visões de mundo. Uma, mais forte, com o exercício e com o direito de exercer segurança pública, que é a visão predominante da polícia e a outra que, lamentavelmente, ainda não passava de estudos, de debates, de conferências, que é essa visão da academia, dos estudiosos. [...] Essa segunda visão, sempre chamo de segundo tomo da dicotomia, é uma visão que simplesmente, ainda não existe. Então o Pronasci faz o quê? Ele coloca um “e” onde havia um “ou”. Ora, nós não estamos em um estágio da vida brasileira pra dizer que estamos com pleno emprego, tudo mundo na escola, ou seja, isso que os intelectuais dizem, os estudiosos, era um plano ideal de sociedade. Então o Pronasci tira esse “ou” e coloca um “e”. E eu, inclusive, tenho chamado... que a mudança de paradigma propalada pelo Ministro e que de fato começa a surgir a partir do Pronasci, tem que ser nominada como o paradigma “e”. Então aqui começa a intersetorialidade. [...] Aqui começam dois setores a se encontrar. Como esse conceito pode se traduzir em ações? Agora, até então, as ações sociais, que sempre existiram em diversos governos, nunca estiveram comprometidas como ação de segurança, como programa de segurança, o Pronasci articula isso.
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O ensino do esporte: relato de experiência com alunos do 5º ano

O ensino do esporte: relato de experiência com alunos do 5º ano

Diante do exposto, não pretendemos oferecer modelos pedagógicos, haja vista a visão reducionista que tal ação pode trazer, bem como o fato do assunto abordado não se esgotar nestas poucas linhas, considerando a existência de outras possibilidades de ensino do esporte na Educação Física. Logo, retomamos uma experiência pedagógica para refletirmos sobre aspectos relevantes desse conteúdo, como possíveis formas de intervenção e trato pedagógico nas aulas de Educação Física a partir desse conteúdo.

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O lazer na política pública de esporte: uma análise do Programa Segundo Tempo

O lazer na política pública de esporte: uma análise do Programa Segundo Tempo

As pessoas que fizeram parte da Comissão de Especialistas de Educação Física do Ministério do Esporte não foi a mesma em todas as obras. Assim, segue a Comissão de Especialistas e os autores responsáveis pelos capítulos das obras respectivamente: 2004a (Renato Sadi, Jocimar Daolio, Marcelo de Brito, Aldo Antônio de Azevedo, Dulce Suassuna e Adriano de Souza) (Renato Sadi, Aldo Antônio de Azevedo, Dulce Suassuna, Jocimar Daolio, Marcelo de Brito); 2004b (Alcides Scaglia, João B. Freire, Juarez Sampaio, Mara Medeiros, Marcelo de Brito, Renato Sadi, Suraya Darido) (Renato Sadi, João B. Freire, Alcides Scaglia, Adriano José de Souza); 2004c (Alcides Scaglia, João Batista Freire, Juarez Sampaio, Mara Medeiros, Marcelo de Brito, Renato Sampaio Sadi, Suraya Darido) (Adriano de Souza, Alcides José Scaglia, Mara Medeiros, Suraya Cristina Darido); 2004d (Alcides Scaglia, João B. Freire, Juarez Sampaio, Mara Medeiros, Marcelo de Brito, Suraya Darido) (João B. Freire, Alcides J. Scaglia, Irene C. A. Rangel, Marcelo de Brito, Renato Bastos João); 2005a (Alcides Scaglia, João Batista Freire, Juarez Sampaio, Mara Medeiros, Marcelo de Brito, Renato Sampaio Sadi, Suraya Darido) (João Batista Freire, André Luiz Teixeira Reis, Cláudia Maria Goulart dos Santos, Efrain Maciel e Silva, Antônio Villar Marques de Sá, Sandro Heleno de Sene Trindade, Antônio Bento de Araújo Lima Filho, Adriano Valle de Sousa); 2005b (Alcides Scaglia, João Batista Freire, Juarez Sampaio, Mara Medeiros, Marcelo de Brito, Suraya Darido) (Micheli Ortega Escobar, Apolônio A. do Carmo, Victor A. de Melo, Roberto Rodrigues Paes); 2005c (Alcides Scaglia, João B. Freire, Juarez Sampaio, Mara Medeiros, Marcelo de Brito, Suraya Darido) (Pablo Greco, Rodolfo Novellino Benda, Marília de Goyaz, Sara Quenzer Matthiesen, Adriano Jose de Souza, Siomara Aparecida Silva, Odiel Aranha Cavalcante). De acordo com a fala do gestor 1 os livros foram produzidos pelo grupo todo, assim, para facilitar a escrita, citarei os documentos por Comissão de Especialistas e o ano da obra.
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BREVE RELATO DAS ANÁLISES DOS EQUIPAMENTOS DE ESPORTE E LAZER DA ORLA DE ATALAIA EM ARACAJU/SE

BREVE RELATO DAS ANÁLISES DOS EQUIPAMENTOS DE ESPORTE E LAZER DA ORLA DE ATALAIA EM ARACAJU/SE

O presente trabalho nos possibilitou compreender melhor as possibilidades de lazer dos aracajuanos, sergipanos e turistas em geral no que se refere às condições estruturais da OA. É possível notar que em quase toda extensão da OA há equipamentos de lazer que estão administrados sob uma lógica privatizada, colocando em evidência um processo de mercadorização do lazer num espaço eminentemente público da cidade. Os dados indicam, ainda, que há escassez de políticas públicas voltadas à acessibilidade dos cidadãos, visto a falta de planejamento de transporte público adequado ou mesmo de políticas de acesso da população aos bens que se encontram privatizados na OA. Nessa mesma lógica pudemos perceber que as políticas públicas de lazer na OA se resumem à concessão do espaço (muitas vezes a entidades de caráter privado) e a manutenção dos equipamentos.
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Democracia participativa e políticas públicas de esporte e lazer : o Programa Esporte na Comunidade (Fortaleza/CE)

Democracia participativa e políticas públicas de esporte e lazer : o Programa Esporte na Comunidade (Fortaleza/CE)

Tal perspectiva pode encontrar algum sentido em Castellani Filho (2005) ao elaborar um pensamento tomando como elemento central o marco legal do esporte no país, em específico a Lei Zico (Lei n. 8672/93 e decreto n. 2.574/98) e a Lei Pelé (Lei n. 9.615/98 e decreto n. 2.574/98) que colocam em xeque interesses liberalizantes relacionados à autonomia do mercado esportivo e interesses conservadores que entendem a liberalização como uma ameaça ao poder instituído oligarquicamente. Este raciocínio possibilita compreender, notadamente, no que tange aos interesses conservadores, como a ação de determinadas forças políticas nos governos fazem prevalecer interesses que são alusivos a determinados grupos em detrimento da maior constituída pela população brasileira que, a priori, deveria ser beneficiada pela política – no caso específico do Programa Esporte na Comunidade. Ainda no embate entre interesses liberalizantes e conservadores, o autor esclarece que embora estes, em uma situação de embate, tenham impulsionado a autonomia e a pluralidade como fator de mudança, em nenhum deles foram consolidadas alternativas norteadas por uma percepção de esporte como uma necessidade e/ou direito social. Daí, ser necessário um rearranjo na organização dos critérios de seleção dos núcleos (cf. entrevista 1, cap. III).
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Projeto pedagógico “Geração Selfie”: um relato de experiência

Projeto pedagógico “Geração Selfie”: um relato de experiência

Pensando a interdisciplinaridade e buscando aliá-la à realidade dos alunos, foi planejado um projeto pedagógico intitulado “Geração Selfie”. Atentando às mudanças sociais, e como os alunos respondem e interagem com elas, verificou-se a importância da fotografia no cotidiano das pessoas. A imagem, enquanto ferramenta de ensino, pode ser utilizada como linguagem e como documento, sendo um espelho da realidade. Cabe ao professor a tarefa de investigar as tecnologias contemporâneas e experimentá-las em sala de aula, dentre elas, a banalização dos (auto)retratos.
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Turismo, Esporte e Lazer

Turismo, Esporte e Lazer

Historicamente, as primeiras levas de viagens internacionais de massa ocorreram no período em que havia uma acentuada diferenciação entre trabalho e lazer. Este fato gerou uma demanda por relaxação, recuperação e descanso, concentrada nas férias anuais. Nos anos 60, a partir da Conference on International Travel and Tourism (ONU, 1963) o turismo passou a ser reconhecido como a força econômica e social de principal proporção no mundo. Nessa década, o quadro social modificou-se, com o período de férias cessando de aumentar e com o número de horas de trabalho em cada semana sendo diminuído e concentrado, de modo a permitir fins de semana livres. Isto foi acompanhado pelo surgimento da concepção de lazer por todo o ano [year-round leisure], quando as pessoas passaram a substituir relaxação por ‘atividade’, começando a usar seu tempo de lazer fora do período de férias, para adquirir novas habilidades como: velejar, excursionar, montar e participar de diversas outras atividades físicas. Assim, a recreação e as atividades físicas (jogos, desporto, dança e ginástica) são hoje encaradas como partes essenciais da oferta turística (KNOP, 1990).
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Esporte e lazer na vida do trabalhador

Esporte e lazer na vida do trabalhador

Com o passar dos anos devido alguns acontecimentos, as pessoas vem aumentando seu tempo de trabalho e diminuindo seu tempo para o lazer. Tal acontecimento pode ocorrer por diversos fatores, tendo como principal motivo, o aumento de trabalho por questões financeiras. O estudo em questão objetivou identificar e expor por meio deste trabalho o acontecimento e as consequências da diminuição do tempo para o esporte lazer e aumento do tempo de trabalho na vida de trabalhadores, situação que vem se intensificando com o passar dos anos, e que reflete a realidade da rotina de grande parte da população trabalhadora do país. Tal fenômeno vem ocorrendo com grande parte da população trabalhadora independente da profissão ou segmento empresarial, seja ela empresa pública ou privada. Tendo ainda como objetivos específicos entender porque tal situação está acontecendo, descobrir por qual motivo o tempo de trabalho aumentou e o que fazer para reverter esse processo. Foi pedida a colaboração voluntária de alguns indivíduos, sendo estes trabalhadores de uma empresa de mineração situada em uma região próxima a cidade de Minaçu - GO, Prefeitura Municipal de Minaçu – GO e do Estado de Goiás para responder um questionário sobre o assunto em questão. Os resultados mostraram que com o passar dos anos as pessoas realmente estão utilizando cada vez mais o seu tempo com atividades relacionadas ao trabalho e diminuindo com isso seu tempo de lazer, pois dos indivíduos que participaram da pesquisa grande parte indicaram o aumento do tempo de trabalho e uma pequena parte respondeu que seu tempo de trabalho está diminuído com o passar dos anos. O estudo revelou ainda a diminuição do tempo para o lazer, pois apenas uma pequena porcentagem respondeu que com o passar dos anos tem encontrado mais tempo para o lazer, já a maioria responderam que com o passar dos anos tem encontrado bem menos tempo para momentos de lazer. Este trabalho poderá ser apenas o início de outras pesquisas que podem ocorrer a respeito do assunto, já que grande parte dos indivíduos tem interesse neste.
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SESI (II) Esporte e Lazer

SESI (II) Esporte e Lazer

1991 O DR de São Paulo a partir de um plano elaborado conjuntamente com a Universidade de Campinas-UNICAMP cria o Programa Atleta do Futuro, que promove atendimento gratuito a meninas e meninos de 7 a 15 anos de idade, tanto filhos de industriários quanto garotos da comunidade que se inscrevem nos cursos de iniciação e aperfeiçoamento, disponíveis em 13 modalidades esportivas. Embora o programa encaminhe atletas a clubes e associações esportivas, como a campeã olímpica de ginástica Daniele Hypólito e a medalha de bronze na última Olimpíada pela seleção brasileira de basquete – Adrianinha, o intuito do projeto não é a obtenção de resultados, mas o exercício da cidadania e a formação humana, por meio do esporte. 1992 Realização do projeto “Jogos da Criança”, iniciativa realizada em parceria com a Secretaria Especial dos Desportos do Ministério da Educação e Cultura – então denominada SEDES-MEC. Dos seis DRs participantes, o DR de Tocantins foi o único Regional que garantiu a continuidade deste importante investimento social, envolvendo, desde a sua primeira edição, 78.898 participantes no Estado. 1993 É lançado o “Prêmio SESI de Teatro”, com o objetivo de estimular a montagem de espetáculos inéditos com textos de autores brasileiros. Posteriormente o SESI publica a coletânea dos melhores textos inéditos, vencedores do prêmio, com o intuito de divulgar o trabalho de autores, atores e diretores que merecem o reconhecimento. No mesmo ano, é inaugurado o “Ginásio de Esportes Rui Lima do Nascimento”, na cidade de Rio Branco, no Acre, com a presença dos medalhistas olímpicos Rui Campos e Adhemar Ferreira da Silva.
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Gênero e raça:inclusão no esporte e lazer

Gênero e raça:inclusão no esporte e lazer

O sonho dos atletas gays tailandeses Mo e Jung se realiza quando um novo treinador chega à cidade. Os rapazes, que sempre foram recusados ao tentar ingressar em outras equipes por serem homossexuais, conseguem finalmente montar o seu próprio time para o campeonato estadual que se aproxima. Com o auxílio de outro atleta, Chai, o único que não é gay, eles partem na busca de velhos colegas para o time. Forma-se então o time que ficou famoso ao vencer o campeonato em 1996. O relacionamento entre os atletas vai se solidificando através do esporte e fazendo com que eles vençam os obstáculos do preconceito, com talento, improvisos e muito bom-humor. Em 2002 foi produzido o "Damas de Ferro 2 - Os primeiros passos", uma continuação do primeiro filme.
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