Top PDF O futsal no contexto escolar sob a perspectiva dos alunos

O futsal no contexto escolar sob a perspectiva dos alunos

O futsal no contexto escolar sob a perspectiva dos alunos

Neste sentido, como professor de Educação de uma Escola da rede Municipal de Ensino há quatro anos, aliado à nossa experiência profissional como atleta de Futsal surgiu o interesse de realizar esta pesquisa com esta temática que tem como título: O futsal no contexto escolar sob a perspectiva dos alunos. Conhecendo já a visão do professor sobre esta modalidade esportiva, nosso interesse era o de conhecer como o futsal é visto pela ótica do aluno. Para tanto definimos como objetivo geral: Analisar o futsal no contexto escolar e as condições necessárias para a sua prática. Como específicos: discorrer acerca da Educação Física no contexto escolar e os esportes coletivos na Escola; Identificar a aceitação desta modalidade esportiva pelos alunos e as condições efetivas da escola para esta prática; destacar a contribuição do Futsal para o desenvolvimento social dos alunos e perspectivas de inclusão.
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A prática pedagógica do futsal na escola em uma perspectiva lúdica

A prática pedagógica do futsal na escola em uma perspectiva lúdica

A escola assume um papel importante no que diz respeito à aquisição do hábito da prática esportiva pelos jovens. As escolas que realmente investem em educação reconhecem na educação física escolar um meio rápido de interação da criança com o meio em que vive, oferecendo momentos de convívio social. Propostas sérias que visam democratizar, humanizar e diversificar a forma pedagógica do ensino da educação física e métodos que procuram valorizar e incorporar as dimensões afetivas, cognitivas e socioculturais dos alunos está se tornando uma referência significativa no contexto educacional, principalmente na hora da escolha, por parte dos pais, da melhor escola para seus filhos (VOSER & GIUSTI, 2002, p. 15).
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Violência no contexto escolar sob a óptica de alunos do ensino médio

Violência no contexto escolar sob a óptica de alunos do ensino médio

Todas as minhas experiências em pesquisa anteriores a esse estudo haviam sido com os profissionais de educação. Em muitos momentos, havia tido a oportunidade de refletir com esses profissionais a respeito das suas percepções, dos seus sentimentos e, até mesmo, das suas dúvidas quanto à prática no cotidiano escolar. No entanto, as vozes dos alunos nunca haviam chegado até mim e, ao iniciar os primeiros esboços deste estudo, optei por trabalhar com os alunos adolescentes por julgar necessário conhecer um pouco melhor essa outra face tão fundamental quando se fala de contexto escolar e da violência que a envolve. Por trazer comigo uma bagagem de ideias preconcebidas, confesso que tive receio de não obter a necessária colaboração desses sujeitos adolescentes, de que eles não aderissem à proposta do trabalho, de que conduzissem as nossas conversas sem a devida seriedade. Todavia, fui surpreendida por adolescentes sorridentes, brincalhões, descontraídos, tais como devem ser, mas ao mesmo tempo, comprometidos em refletir o que é a tão falada violência no contexto escolar, quais as suas razões e quais as marcas que esta deixa nas vidas dos envolvidos.
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Obediência e transgressão sob a perspectiva do adolescente no ambiente escolar

Obediência e transgressão sob a perspectiva do adolescente no ambiente escolar

Silveira (2007) afirma que a falta de motivação dos alunos, e, portanto, a percepção de situações desagradáveis na escola, está relacionada à velocidade de acesso a uma quantidade imensa de informações. O acesso ilimitado à informação, sendo uma realidade para muitos dos jovens, leva-os a habituarem-se a selecionar as informações que mais lhe interessam; isso acaba influenciando a maneira de lidar com os conteúdos apresentados pelo professor. O aluno é mais seletivo e descarta rapidamente informações que lhe parecessem desinteressantes ou complexas. Segundo a autora, essas questões deveriam ser levadas em conta tanto na hora de realizar um plano de trabalho como ao analisar as razões da indisciplina escolar. Silveira (2007) relata que os professores percebem a necessidade de adequação de sua prática a essa nova realidade, sugerindo que poderiam minimizar os problemas da indisciplina com um melhor planejamento de suas aulas, promovendo maior envolvimento e identificação do aluno com a disciplina que ministra. Essa autora constatou, também, que os jovens têm a percepção de que a indisciplina interfere negativamente no processo de ensino/aprendizagem. Para eles, o professor que é mais rígido, ensina e, o que é mais maleável, nem sempre tem sucesso. Eles gostariam que o professor exercesse sua autoridade nos domínios tanto intelectuais, como éticos, profissionais e humanos. Relatam a falta de coerência da maioria dos professores ao lidar com a indisciplina, ora deixando que ela ocorra e ora agindo de forma rígida, faltando- lhe estratégias adequadas. Eles também pedem mais coerência da escola; acreditam que as regras precisam ser estabelecidas pela escola e por ela cumpridas. No entanto são contraditórios, pois reclamam da rigidez e das medidas severas contra a indisciplina dos alunos, mesmo que a indiquem como necessária para conter a segunda. O posicionamento desses jovens, segundo Silveira (2007), é conservador, somando-se àqueles que acreditam que a disciplina deve ser adquirida através da educação recebida dos pais, mediante imposição de respeito às ordens e à autoridade convencional.
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Narrativas educacionais em perspectiva: línguas e culturas no contexto escolar de fronteira

Narrativas educacionais em perspectiva: línguas e culturas no contexto escolar de fronteira

Outra representação importante a ser discutida aqui, é em relação às representações que os alunos fazem da língua guarani quando lhes perguntamos por que eles não sabiam/falavam guarani se moram no Paraguai e estão rodeados por pessoas que falam esta língua. Raquel nos dá uma resposta bastante peremptória: “Porque é feio né?”. Todavia, a resposta de Yuri nos permite saber o porquê da resposta de Raquel: “Só os mais pobres do Paraguai que falam guarani”. Quer dizer: quando a aluna afirma que o guarani é feio, ela não está representando apenas a língua em si, mas os seus falantes. Isso porque língua e sujeito mantêm relações mútuas assim como as identidades das línguas e dos indivíduos que as falam (RAJAGOPALAN, 1998). Quando Raquel representa a língua guarani, ela está, ao mesmo tempo, representando o indivíduo que fala essa língua, o paraguaio, e isso também é perceptível na descrição de Yuri, quando ele afirma que somente os paraguaios mais pobres é que falam tal língua. O resultado desse estigma, o de falar guarani e por isso ser considerado pobre, nos é apresentado na fala de Felipe, quando o aluno diz que, na escola, as pessoas que falam guarani são motivos de chacota e brincadeiras. Por isso é que Bagno (2003) assevera que uma língua não é estigmatizada por sua estrutura, forma ou dificuldade/facilidade de aprendizagem, mas são os seus falantes, com todas as suas características e especificidades culturais, que servem como parâmetro para os julgamentos linguísticos. Isto significa dizer que, segundo o autor, se o guarani fosse língua oficial da França ou da Itália, por exemplo, as pessoas o achariam bonito, dado o status social e cultural que ambos os países possuem no mundo atualmente. O preconceito linguístico é então, no fundo, um pungente e cruel preconceito social (BAGNO, 2003).
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Leitura e acessibilidade: uma experiência em contexto escolar na perspectiva da educação inclusiva

Leitura e acessibilidade: uma experiência em contexto escolar na perspectiva da educação inclusiva

O presente trabalho teve por objetivo desenvolver uma proposta de mediação pedagógica em contexto escolar na perspectiva de educação inclusiva com vistas à acessibilidade para leitura do livro Contando contos e ouvindo histórias, produzido pela turma do 3º ano B do Núcleo de Educação da Infância, Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (NEI/CAp/UFRN). A referida obra é um kit formado por um livro impresso em braile e fonte ampliada, um CD de áudio com os contos gravados pelas próprias crianças autoras dos textos e um CD com o livro digitalizado. Para tanto, assumimos os princípios da abordagem qualitativa a partir da metodologia de pesquisa intervenção, fundamentada nas concepções teóricas de Mikhail Bakhtin. A investigação foi desenvolvida em uma escola da zona rural da rede pública do município de Macaíba, no Rio Grande do Norte, em uma turma multisseriada de 4º e 5º ano, formada por 18 alunos na faixa etária de 9 a 16 anos, sendo 03 com deficiências: um cego, um com surdez e outro com Síndrome de Down. Para a construção dos dados, utilizamos a observação, o registro em diário de campo, entrevistas individuais e coletivas semiestruturadas, assim como o registro fotográfico e a gravação em áudio e vídeo. No itinerário da pesquisa, foram realizadas 03 oficinas focadas na acessibilidade para leitura do livro e 01 encontro do grupo com uma das autoras do livro. Os resultados da análise apontaram a importância de oferecer novas formas de acesso à leitura que possibilitem superar as limitações do livro impresso em tinta, assim como a necessidade de democratização do acesso a esses materiais associada à disseminação de uma cultura de leitura com acessibilidade, especialmente em contexto escolar inclusivo; confirmaram as contribuições da descrição de imagens fundamentada nos princípios da audiodescrição e de uma abordagem multissensorial para organização de processos voltados à acessibilidade para leitura e revelaram que o código braile e a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) constituíram-se como semióforos para difusão de uma “cultura de acessibilidade” naquele contexto.
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Violência e bullying em contexto escolar : contributos da perspectiva intercultural

Violência e bullying em contexto escolar : contributos da perspectiva intercultural

de acordo com Sá (2012), a problemática da violência e do bullying nas escolas, em portu- gal, não sendo claramente um fenómeno novo, tem vindo a revelar uma visibilidade crescente, decorrente de vários fatores, nomeadamente, o aumento no número de incidentes reportados envolvendo alunos, professores e assistentes operacionais e/ou, ainda, como resultado da maior atenção atribuída ao(s) fenómeno(s) pelos meios de comunicação social (os media). Aliás, Estrela e Marmoz (2006) reforçam que a violência e a indisciplina em contexto escolar assumiram uma presença mais sistemática e até constrangedora, numa sociedade em crescente crise de valores e permanentemente confrontada com profundos e diversos desequilíbrios, constituindo uma fonte de inquietação para os pais, as famílias, os educadores/professores, os assistentes operacionais, os diretores das instituições escolares, os investigadores, os profissionais de saúde, a sociedade civil, a opinião pública, e, também, para os decisores políticos.
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A gramática do conceito físico de energia no contexto escolar de uma perspectiva wittgensteiniana

A gramática do conceito físico de energia no contexto escolar de uma perspectiva wittgensteiniana

Como se ensina métodos ou maneiras de fazer uma coisa? Não há respostas simples para esta questão. As diferentes artes e ofícios valem-se de distintas classes de disciplinas: e mesmo em um campo particular, o do desenho por exemplo, existem diferenças entre as maneiras de trabalhar de um ou outro professor. [...] Mas uma coisa é indispensável: o aluno deve, sob pressão ou a partir de seu próprio interesse, ambição ou consciência, praticar a execução do que está aprendendo a fazer. [...] Os métodos de operação que lhe foram ensinados convertem-se em seus próprios métodos pessoais de operar, através de sua própria prática, criticada e auto-criticada. Quer se trate da escrita ou da gramática latina, de esporte, aritmética ou filosofia, aprende a conhecer os caminhos, não tanto por vê-los ou ouvir coisas sobre eles, mas sim por suas tentativas de caminhar por eles, de andar hoje com menor torpor, lentidão e risco do que ontem ( RYLE , 2010 , pg. 82).
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O contexto escolar Terena na perspectiva dos professores e a construção de uma educação diferenciada

O contexto escolar Terena na perspectiva dos professores e a construção de uma educação diferenciada

A aula de Terena na verdade é a segunda língua, pois, aqui nós não falamos a lín- gua terena, porque a gente não sabe, só os mais velhos que sabem falar e escre- ver, aí nos alfabetizamos na língua portu- guesa, e o professor Ramão Alves , meu pai, é o professor da língua Terena, os professores os alunos e os mais jovens daqui da aldeia Buriti não sabe falar a língua materna (Prof. Gerson Alves Pinto). Os velhos estão morrendo e nós estamos incentivando agora as crianças a valori- zar os mais velhos, agora nós estamos trabalhando assim tipo nesse bimestre que passou a trabalhar bastante com a oralidade com as crianças pequenas, fa- lando na língua só para eles gravarem na memória, mas os pais não falam mais a língua, a criança sente dificuldade e já esquece o que falou na sala de aula (Prof. Ramão Pinto Alves).
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O conhecimento algébrico escolar nos PCN sob a perspectiva da terapia de Wittgenstein

O conhecimento algébrico escolar nos PCN sob a perspectiva da terapia de Wittgenstein

Os PCN incentivam que se busque explorar o conceito de variável nos alunos para que eles não se prendam unicamente à noção de incógnita. A soma é uma forma de calcular, mas também seria uma função com propriedades gerais, assim como a multiplicação por 2 é uma tabela de dados, mas também uma relação que atribui a um conjunto de valores iniciais um conjunto único de valores finais, ou seja, é uma função e poderia ser representada de uma forma algébrica. Tabuadas seriam funções com variáveis dependentes e independentes. A soma deixa de ser simplesmente uma soma se ela deixar de ser vista apenas como uma operação binária entre números e for vista como uma operação sobre um conjunto de números.
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O Processo de Aprendizagem de Alunos de Turismo e Hotelaria Sob a Perspectiva Andragógica

O Processo de Aprendizagem de Alunos de Turismo e Hotelaria Sob a Perspectiva Andragógica

Com os resultados desse estudo fica o convite a todos os agentes envolvidos no desenvolvimento de cursos superiores - não apenas dos cursos de turismo e hotelaria, para refletirem sobre as estratégias de ensino e recursos utilizados no processo de aprendizagem nas universidades, com atenção aos fatores mediadores que causam interferências na aprendizagem. Os princípios andragógicos abordados no estudo destacam que o aluno do ensino superior possuem características como autonomia, autodirecionamento e apresentam níveis de independência enquanto sujeitos em processo de formação e de desenvolvimento de competências, o que revela a necessidade de pensar a formação profissional não apenas a partir de uma dimensão técnica, mas também considerar que o curso contribui para a formação de cidadãos que vão atuar não apenas no contexto profissional, como podem gerar impactos no contexto social.
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Vida saudável: perspectiva dos adolescentes em contexto escolar

Vida saudável: perspectiva dos adolescentes em contexto escolar

Tendo em conta a literatura encontrada sobre este assunto, este estudo não nos permite compreender em que medida é que as relações têm impacto no nosso estilo de vida. No estabelecimento de ensino em questão, a partir do primeiro ciclo, as relações interpessoais são trabalhadas com os estudantes, pela equipa multidisciplinar (os professores, o serviço de psicologia e o serviço de enfermagem). São trabalhados diversos aspetos, como o respeito pelo outro, são fornecidas ferramentas aos estudantes para conseguirem lidar com os problemas entre colegas, onde aprendem a expressar os seus sentimentos e a resolver os seus conflitos. Por outro lado, a família ocupa um lugar central: ao longo do ano, várias são as atividades preparadas por este estabelecimento dirigidas aos alunos e às suas famílias, no sentido de proporcionar momentos de convivência.
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A MEDIAÇÃO DOCENTE E PROCESSO DE CATÁLISE COMO PERSPECTIVA DE MUDANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR

A MEDIAÇÃO DOCENTE E PROCESSO DE CATÁLISE COMO PERSPECTIVA DE MUDANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR

Os processos educacionais refletem a relação cultural a qual estão inseridos, o contexto atual de rápidas transformações e múltiplos acessos a novas tecnologias da informação e da comunicação repercutem no âmbito escolar, alterando as relações que ali se desenvolvem. Os professores frente as estes desafios e mudanças buscam novas alternativas ao desenvolverem suas práticas pedagógicas, visando contemplar um processo de ensino contextualizado nas questões contemporâneas, proporcionando aos alunos uma aprendizagem mais significativa, a qual colabore com desenvolvimento e interação deste aluno em seu espaço social e cultural.
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Vista do As representações sociais das homolesbotransfobias sob a perspectiva das juventudes: o contexto escolar em ação

Vista do As representações sociais das homolesbotransfobias sob a perspectiva das juventudes: o contexto escolar em ação

rática teve uma importância no período que só seria igualada em nossos dias e está ligada à renascença carolíngia 8 , ao desenvolvimento das cidades e à cultura eclesiástica. O meio urbano tinha um papel importante no desenvolvimento da ades como Chartres, Sens, Orléans e Paris seriam seus centros com amplo destaque. A prática era muito comum entre os jovens solteiros, pois os homens eram obrigados a contrair casamentos tardios e mulheres casarem virgens, então nesse contexto da Idade Média machista – a figura do pai (impreterivelmente masculina) nem sempre se manifestava, por razões profissionais, velhice ou morte, e esses aspectos da sociedade perdiam seu prestígio face aos caracteres da mãe (figura feminina), de doçura e polidez inculcados pelas mães, educadoras das crianças.
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Significação da violência escolar na perspectiva dos alunos

Significação da violência escolar na perspectiva dos alunos

Esta pesquisa qualitativa tratou da violência na escola, sua significação no processo de ensino-aprendizagem e nas relações entre os sujeitos. O objetivo foi explorar as significações de violência no contexto escolar, na perspectiva dos alunos. Os dados analisados foram obtidos através de entrevistas individuais, entrevistas de grupo focal e observação participante. A escola objeto de estudo é uma escola pública de ensino médico, da cidade de Corrente - Piauí. No total foram vinte alunos que participaram da pesquisa, sendo dez da entrevista individual e dez da entrevista de grupo focal. A entrevista individual com o diretor teve o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre o local da pesquisa e a entrevista com os alunos teve como objetivo explorar as significações de violência no dia-a-dia da escola. O grupo focal foi realizado em quatro seções em dias diferentes, com os mesmos alunos em todas as seções. A observação participante teve como objetivo registrar determinadas situações por ocasião da coleta de informações em sua manifestação natural. Quanto à significação de violência, os conceitos que predominaram foram: agressão física e verbal, falta de respeito, abuso sexual, violação dos direitos humanos, vandalismo, falta de liberdade de escolha e desvalorização do ser humano. As alternativas para a paz na escola citadas foram: participação dos alunos em eventos que envolvam a sociedade, ensino mais dinâmico, conscientização de limites e respeito, participação da família, incentivo espiritual, preparação do professor, atividades esportivas. Os resultados apontam para a importância de ouvir os alunos no sentido de compreender a percepção de um fenômeno que afeta um sem número de escolas em todo o mundo.
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CONCEPÇÕES DE SUCESSO E FRACASSO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DOS  ALUNOS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.

CONCEPÇÕES DE SUCESSO E FRACASSO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DOS ALUNOS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.

“O que eu posso te dizer? assim, eu vejo essa juventude aí [...] falta muita maturidade, eles usam o linguajar ali que nunca na idade que eu tinha pensava em ouvir isso aí [...] Não prestam atenção no que os professores falam, atrapalha quem quer aprender, nesse lado eu vejo até uma certa preocupação, têm muitos ali que já rodaram umas duas três vezes já, tu não vê um comprometimento.” (Participante 1) Em revisão de literatura é possível observar discursos similares, principalmente vindo de professores, Morales e Alves (2016) contribuem com esse assunto com a ideia de que se o ensino não fizer sentido para o aluno, logo eles não despertarão o interesse, não havendo comprometimento, atenção e participação. Porém quanto aos motivos que levam ao aluno ao desinteresse não se podem afirmar, muito menos generalizar considerando que todos são diferentes e têm suas subjetividades, e tudo dependerá do contexto de cada um.
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Orientação sexual no espaço escolar para alunos do ensino médio sob a
perspectiva Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS)

Orientação sexual no espaço escolar para alunos do ensino médio sob a perspectiva Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS)

Ao mostrar a imagem de uma adolescente grávida a um grupo de mães e pais cuja profissão são professores questionou-se: De quem é está responsabilidade? Sem nenhuma excitação a resposta foi: dos pais. Em seguida questionou-se quem ali era mãe ou pai de adolescente, muitos levantaram a mão e logo depois a última pergunta: quem de vocês já sentou ao lado do seu filho para orientá-lo sexualmente? E poucos levantaram a mão. Isto aconteceu durante um curso de capacitação de professores e as perguntas realizadas tinham como propósito instigar uma reflexão sobre a importância da Orientação Sexual no espaço escolar.
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Orientação sexual no espaço escolar para alunos do ensino médio sob a
perspectiva Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS)

Orientação sexual no espaço escolar para alunos do ensino médio sob a perspectiva Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS)

Este trabalho apresenta-se organizado em três capítulos que buscaram refletir sobre o tema transversal Orientação Sexual proposto pelos PCNs junto à disciplina de biologia numa abordagem CTS, contribuindo para a formação critica dos alunos. No primeiro capítulo os pressupostos teóricos buscaram embasar a importância de se trabalhar este tema, fazendo reflexões sobre o ensino e as propostas dos PCNs. Refletindo também sobre como os professores tem trabalhado os conteúdos de biologia de forma geral e a problemática da não contextualização utilizando-se muitas vezes do ensino tradicional. Fundamentou-se que é possível desenvolver um trabalho com atividades que contextualizem o tema com a vida cotidiana dos alunos proporcionando-lhes uma formação crítica para que se torne um cidadão participante de uma sociedade em pleno desenvolvimento cientifico e tecnológico.
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As danças de salão no contexto escolar de alunos com necessidades educativas especiais

As danças de salão no contexto escolar de alunos com necessidades educativas especiais

Este relatório pretende dar a conhecer experiencias onde, para além das aulas de Educação Física (EF) e das próprias tarefas inerentes às mesmas, o ensino das Danças de Salão no projeto do Clube de Desporto Escolar (CDE) pode estar presente e ser uma mais-valia, nomeadamente para os alunos com necessidades educativas especiais (NEE). O trabalho foi desenvolvido ao longo de um ano letivo, com um grupo de seis alunos com NEE da Escola Básica de Lousada Este, sendo que três dos elementos são do sexo feminino e os outros três do sexo masculino, compreendendo idades entre os 12 e 15 anos. As danças de salão na escola, quando aplicada com metodologia adequada e, principalmente com consciência pedagógica, possibilita ao aluno aumentar as suas capacidades de interação social e afetiva, desenvolvendo as suas capacidades motoras e cognitivas.
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Alunos com Perturbação do Espetro do Autismo (PEA) e Bullying em contexto escolar

Alunos com Perturbação do Espetro do Autismo (PEA) e Bullying em contexto escolar

as experiências de Bullying são muito comuns entre crianças com autismo, estando associadas a vários problemas mentais: crianças vítimas de Bullying pelos seus pares têm maior probabilidade de desenvolver problemas de saúde mental e crianças com doença mental têm maior probabilidade de serem vítimas de Bullying (relação bidirecional). Este estudo constatou, assim, que as crianças com autismo apresentam um risco mais elevado de ser vítimas de Bullying do que os seus pares. As vitimizadas são as crianças mais novas e que têm menos amizades na escola, mais dificuldades de comunicação, mais problemas de saúde mental ou têm pais com problemas de saúde mental mais graves. Prevalece o Bullying verbal e social nestes alunos pelos seus pares, mais do que o físico, pois os agressores sabem que estas formas causam tanto ou maior sofrimento e são mais discretas do que a agressão física (Cappadocia et al., 2012). A vitimação é stressante para as crianças e tem um impacto negativo na autoestima e na confiança nos outros, fatores que estão relacionados com problemas de saúde mental. As vítimas têm dificuldades de comunicação, que dificulta a habilidade de formar novas amizades e interagir com os seus pares (Cappadocia et al., 2012). Do mesmo modo, os alunos com PEA têm dificuldades em iniciar e manter interações com os seus pares (relacionamento pobre), em iniciar e manter amizades, devido às dificuldades socio- comunicativas e comportamentais (dificuldades de comunicação, pobres habilidades sociais, interesses e/ou comportamentos diferentes). Isto pode colocá-los num maior risco de vitimação pelos pares, porque a comunicação saudável é sugerida como um fator de proteção nas situações de Bullying. O estudo conclui que crianças com pobres habilidades sociais e poucos amigos são marginalizadas e desprotegidas no grupo social e são vulneráveis ao abuso de poder pelos seus pares (Cappadocia et al., 2012).
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