Top PDF O gênero blog como uma ferramenta para o ensino de línguas

O gênero blog como uma ferramenta para o ensino de línguas

O gênero blog como uma ferramenta para o ensino de línguas

Com as constantes mudanças de paradigmas no âmbito educacional, o ensino de Língua Estrangeira (LE) por fazer parte desse meio, também sofre modificações, e devido ao advento tecnológico pode-se dizer que é de suma importância que professores e alunos estejam aptos a interagir com essa nova atmosfera. Mediante essa esfera tecnológica que está adentrando na sala de aula, é de tamanha importância a utilização dos gêneros digitais, pois eles podem ofertar ao aluno a oportunidade de ter um contato constante e ao mesmo tempo direto com a Língua em estudo, distanciando-se assim, do ensino mecânico que persiste nas aulas de gramática, e partindo então para uma perspectiva comunicativa de ensino. Sendo assim, como o professor poderia utilizar o gênero digital Blog como ferramenta para o Ensino de Línguas e como esse suporte é visto pelos professores? Para tanto, adotou-se como aporte teórico, os estudos de Bazerman (1994), Kleiman (1995), Bakhtin (1997), Marcuschi (2004), Xavier (2004), dentre outros autores que subsidiaram esse estudo. Como estofo metodológico, utilizamos uma entrevista semi-estruturada com dez professores de Línguas a fim de respondermos as perguntas que nortearam a nossa pesquisa.
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O Ensino de Línguas Estrangeiras como Ferramenta de Soft Power e Estratégia de Política Externa

O Ensino de Línguas Estrangeiras como Ferramenta de Soft Power e Estratégia de Política Externa

Richard H. Fisk, um americano nascido em Tunbridge, Vermont, que se apaixonou pelo Brasil em uma visita realizada em 1950. Graduado em lnternational Relations e com o diploma Master of Arts pela School of Advanced International Studies, Johns Hopkins University, em Washington, D.C., Mr. Fisk, como é conhecido, decidiu permanecer no Brasil e passou a lecionar inglês no país. Richard Fisk criou um método próprio, com base na solução das dificuldades específicas que os brasileiros apresentam ao aprender inglês. Sensível às dificuldades dos alunos brasileiros, desenvolveu material didático com base nas diferenças entre estruturas gramaticais das duas línguas e criou uma maneira de apresentação dessa estrutura mais ordenada do que a dos livros existentes até então. Sua ideia foi um sucesso imediato e, com os primeiros resultados positivos, ele pode abrir sua própria escola em 1952, localizada no bairro da Bela Vista em São Paulo e começou a funcionar com 60 alunos.
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O skype como ferramenta de interacção e colaboração no ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras em teletandem

O skype como ferramenta de interacção e colaboração no ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras em teletandem

Para finalizar, não podemos deixar de referir a Interacção Táctil – poucos são ainda os estudos acerca deste tipo de interacção, sendo o mais conhecido em contexto de aulas em que é usada a televisão como meio de suporte ao ensino- aprendizagem de conteúdos (unidades de resposta). Com o auxílio deste suporte, os estudantes poderão responder, através do uso de um teclado, às questões colocadas pelo professor, que por sua vez num computador consegue, imediatamente, ver quais as respostas dadas. Este tipo de acção permite uma forma muito limitada de interacção, mas ao mesmo tempo permite ao professor gerir toda a turma ao mesmo tempo (porque equivale ao pedir aos estudantes que levantem a mão quando pretendem responder, no ensino tradicional). São ainda possíveis outras formas de interacção táctil, por exemplo: a utilização de uma caneta electrónica ou de um rato para desenhar ou efectuar anotações (como no caso dos gráficos interactivos), o uso de joystick em simulações ou jogos para seleccionar hipóteses ou respostas, e a utilização de sensores corporais (body motion sensors) em sistemas de realidade virtual.
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O erro como ferramenta pedagógico-didática no ensino de línguas

O erro como ferramenta pedagógico-didática no ensino de línguas

É uma mais valia levar os alunos a compreender o erro a partir de um ponto de vista positivo, pois permite quebrar a tensão associada à falha, que muitas vezes conduz à desmotivação. Pode converter-se, também, numa estratégia, no sentido de evitar a criação de uma postura defensiva por parte do grupo com o qual se trabalha, isto é, por vezes os alunos retraem-se e não participam nas aulas, com receio de que uma resposta errada possa ser alvo de troça. Apesar de o sistema de ensino basear a sua avaliação no binómio acerto/erro, em contexto de aula - numa perspetiva de avaliação formativa - o erro pode significar muito mais do que uma aplicação desadequada de um procedimento e torna-se vantajoso encaminhar os alunos sob esse princípio. Desta forma é possível motivar e encaminhar os aprendentes a adotar uma perspetiva experimental face aos conhecimentos que constroem, tendo em vista uma aprendizagem cada vez mais eficaz e autónoma.
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Modelo didático como uma ferramenta para o ensino de escrita do gênero relato pessoal

Modelo didático como uma ferramenta para o ensino de escrita do gênero relato pessoal

Resumo: Este artigo apresenta a elaboração e a validade de um modelo didático, uma ferramenta ou dispositivo de ensino, para identificar as propriedades de um gênero, neste caso, o relato pessoal, bem como verificar quais das características desse gênero devem ser mobilizadas para desenvolver as capacidades de linguagem durante as práticas de produção escrita em ambiente escolar. O estudo, fundamentado na perspectiva do interacionismo sociodiscursivo (BRONCKART, 1999, 2006, 2008, 2013, 2017) e nos pressupostos teórico-metodológicos do grupo da Didática de Línguas de Genebra (DOLZ E SCHNEUWLLY, 2004; DE PIETRO E SCHNEUWLLY, 2014), mostra as etapas de construção da ferramenta, cuja função é evidenciar que propriedades devem ser privilegiadas em atividades que visam ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem de práticas de escrita partindo da concepção de gênero. As análises apontam para as principais propriedades dos exemplares, considerando contexto de produção (aspectos objetivos, sociais e sociossubjetivos), infraestrutura (tipos de discurso, sequência, plano global) e mecanismos de textualização (coesão nominal, coesão verbal e conexão) e enunciativos do gênero (vozes, modalização, seleção lexical e sintática). Por fim, o trabalho demonstra que o modelo didático favorece o reconhecimento das propriedades que ajudam a compreender a configuração do relato pessoal e suas dimensões ensináveis.
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A construção de blog como ferramenta de ensino das violações do basquetebol: a percepção de estudantes de educação física

A construção de blog como ferramenta de ensino das violações do basquetebol: a percepção de estudantes de educação física

As fotos, vídeos e GIF’s utilizados no trabalho foram motivo de muita pesquisa. A falta de material, principalmente vídeos, em outras línguas que não sejam o inglês e a falta de produções e edições mais especializadas com cortes e ênfases em lances específicos, limitam a produção de um conteúdo mais complexo e um melhor entendimento dos usuários. Mas a escassez de material não é só de vídeos: imagens simples como a de um relógio de 24 segundos não são tão comuns e, portanto, não há como ter um repertório grande de imagens para explicar uma situação especifica.
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O uso do Blog no ensino das Línguas: estratégia e recurso pedagógico para uma aprendizagem mais eficaz

O uso do Blog no ensino das Línguas: estratégia e recurso pedagógico para uma aprendizagem mais eficaz

À semelhança do inquérito aplicado em Língua Materna, perguntámos também aos discentes de alemão, quais os aspetos que mais haviam apreciado e quais os que tinham merecido menos apreço, tendo-se registado, através de resposta aberta, algumas opiniões, como as seguintes: “O Blogue era muito organizado e então facilitava muito a procura das matérias etc.”, “Como aspeto positivo, todo o envolvimento de multimédia existente.”, “Gostei do facto de terem criado uma ferramenta que facilita a aprendizagem; porém, não concordei com a altura em que a puseram em prática”, “Eu gostei de tudo... Não houve nada que não gostasse”, “O que mais gostei foi de obter os conteúdos das aulas instantaneamente.”, “ Gostei de tudo porque me ajudou bastante.”, “Postar os trabalhos no blogue era muito prático.”, “Gostei essencialmente do material disponível para reforçar o bom desempenho que aluno poderia ter.”, “Gostei de tudo embora pudessem atribuir notas aos trabalhos feitos nas aulas para motivar os alunos” entre outras.
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A aprendizagem cooperativa e o uso do blog como ferramenta pedagógica no ensino e na aprendizagem de biologia: um estudo de caso

A aprendizagem cooperativa e o uso do blog como ferramenta pedagógica no ensino e na aprendizagem de biologia: um estudo de caso

A escola é um ambiente privilegiado não apenas para o desenvolvimento cognitivo, mas também, para a convivência social. Nessa direção é importante que o professor faça uso de práticas pedagógicas que incentivem habilidades necessárias a essa convivência. A utilização de métodos cooperativos, como estratégia didática, pode estimular a capacidade de construir coletivamente novos saberes além de auxiliar na composição integral do indivíduo. Tal estratégia de ensino favorece a formação de uma comunidade de aprendizagem reflexiva, cujos membros trabalham para alcançar objetivos comuns, respeitando a diversidade de ideias, valores, crenças e estilos de vida uns dos outros (TORRES et al, 2004). Desta forma, uma educação para a cidadania deve buscar o desenvolvimento da capacidade de conviver com seu gênero e interagir com diversos contextos; em que a ética; a tolerância e a solidariedade sejam valores basilares dessas relações vivenciadas no cotidiano escolar.
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O gênero Meme como ferramenta de ensino da polissemia e ambiguidade

O gênero Meme como ferramenta de ensino da polissemia e ambiguidade

Como todo gênero textual, o meme possui suas especificidades, destacaremos neste subtópico as principais características do gênero que encontramos nesses oito memes que formam o nosso corpus. O meme tem como principal característica ter um efeito cômico, sua leitura deve gerar no leitor risos, por isto sua estrutura é pensada com esse fim, cada palavra que o meme carrega em seu enunciado é cheia de propósitos e significados aos quais cabe ao leitor decodificar. Em todas as nossas oito figuras analisadas essas características podem ser observadas. Salientamos que a utilização do recurso de polissemia ajudaram a alcançar o efeito de humor nas Figuras 5, 6, 7 e 8 e do recurso de ambiguidade nas Figuras 9 e 10. Nas Figuras 11 e 12 houve o uso dos dois recursos. Assim, encontramos dentre os 08 memes analisados, 04 memes com a presença de polissemia, 02 memes compostos pelo processo de ambiguidade e 02 memes constituídos pela presença da polissemia e da ambiguidade.
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O uso do blog como ferramenta de ensino-aprendizagem porprofessores participantes do Projeto Um Computador porAluno (UCA)

O uso do blog como ferramenta de ensino-aprendizagem porprofessores participantes do Projeto Um Computador porAluno (UCA)

também como autores colaboradores, que eles vão poder postar, então assim, para os meninos colaborarem colocando postagens e não só os comentários, né, a gente fazer as atividades e servir como editor de texto, né, para eles escreverem, que já são maiores se interessam, e na hora que eles forem vendo postagens com as fotos deles, eles vão se achar bem valorizados, podemos fazer texto coletivo, e eu já andei olhando tem muito [blog] que você faz testes, teste de honestidade, então dá pra você usar como atividade. Eu tô colocando de acordo com o planejamento, o planejamento deste mês, a honestidade já fiz, já coloquei aquela lenda da flor, aquela lenda japonesa, coloquei com a foto da rosa, para quando verem o blog eles possam remeter ao que a gente está trabalhando na sala, para que eles falem sobre o tema, aí depois que ele lerem a história, tem uma reflexão final. (PROFESSORA C). Observamos que as três professoras propuseram distintos usos pedagógicos para seus blogs. A professora A enfatizou que o seu objetivo principal era o de estimular a leitura, porém, demonstrou que ainda não sabia exatamente como propor isto utilizando os recursos do blog.
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O BLOG COMO FERRAMENTA POTENCIALIZADORA DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I

O BLOG COMO FERRAMENTA POTENCIALIZADORA DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I

Com base nas sugestões para o próximo semestre fica evidente que os alunos aprovaram o uso do blog e que reconhecem o mesmo como potencializador de aprendizagem. A solicitação de melhoria na ferramenta e ampliação de seus usos para as disciplinas regulares do curso demandam que professores e, consequentemente as instituições, precisam preocupar-se com o uso de metodologias variadas para atenderem às necessidades e demandas dos diversos públicos atendidos. Outro aspecto que nos chama atenção é a solicitação dos alunos para que haja maior interação entre professor e aluno, principalmente, com aqueles alunos que possuem maior dificuldade de aprendizagem.
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O Blog como Ferramenta Pedagógica para Valorização da Produção Textual de Jovens Estudantes do Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio

O Blog como Ferramenta Pedagógica para Valorização da Produção Textual de Jovens Estudantes do Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio

Das 163 participações obtivemos 19 respostas para esta questão, sendo 15 referentes a sugestões de maior divulgação e marketing para o projeto e 4 referentes à manutenção do mesmo, de modo a oferecer maior número de atualizações semanais. Todas as respostas foram avaliadas como sugestões, não houve qualquer texto com inclinação para crítica negativa, o que nos sugere um saldo positivo nesta última pergunta porque demonstra interesse de alguns alunos em ajudar a melhorar o blog como ferramenta motivacional. Nesse sentido, pode-se dizer que não houve manifestações negativas em relação à avaliação do blog a partir da visão de seus participantes e sim sugestões ou críticas construtivas que poderão contribuir para o seu aprimoramento.
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O gênero música como ferramenta no ensino da língua inglesa

O gênero música como ferramenta no ensino da língua inglesa

Resumo: O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência de Língua Inglesa (LI) na Universidade Estadual do Norte do Paraná, tem como objetivo estabelecer vínculo direto entre universidade e escolas da educação básica da rede pública de ensino da cidade de Cornélio Procópio e, por meio de intervenções, dar oportunidade aos alunos de Letras para melhorar sua capacidade profissional a partir de pesquisas e elaborações de atividades a serem aplicadas em sala, com a instrução dos professores coordenadores do programa e de professores supervisores. No ano 2014, com o intuito de elaborar atividades voltadas ao desenvolvimento da audição e da oralidade, o foco do projeto de LI está no aproveitamento do gênero música como ferramenta para o desenvolvimento dessas habilidades sem abandonar o trabalho com as habilidades de leitura e escrita.
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O blog como ferramenta para o ensino da matemática: uma perspectiva de professores do núcleo regional de educação de Foz do Iguaçu

O blog como ferramenta para o ensino da matemática: uma perspectiva de professores do núcleo regional de educação de Foz do Iguaçu

Este trabalho de pesquisa teve como temática a inserção de uma ferramenta de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) nas práticas pedagógicas cotidianas do professor de Matemática. Para isto o pesquisador desenvolveu um material explicativo para a criação de um blog com objetivos pedagógicos e, após determinado tempo de aplicação, levantou junto a seus criadores sobre os resultados obtidos. Trata-se de um estudo do tipo exploratório com levantamento de dados de fontes bibliográficas e de um questionário. Foram pesquisados trinta professores de Matemática de escolas pertencentes à Regional Foz do Iguaçu da Secretaria de Educação do Estado do Paraná (SEED). Estes professores aprenderam a criar um blog e em seguida passaram a usá-los com seus alunos. Através de questionário procurou-se levantar as impressões obtidas com tal experiência. Os resultados apontaram que existe certa facilidade e comprometimento por parte dos docentes em encontrar e usar novas propostas pedagógicas para o ensino da disciplina. Por se tratar de professores com facilidade para o uso de computadores, não houve grandes resistências neste ponto, entretanto, percebeu-se algumas dificuldades em continuar usando a ferramenta.
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A mediação pedagógica em Blog no Ensino Médio

A mediação pedagógica em Blog no Ensino Médio

Durante este período, foi possível observar a problemática do uso da tecnologia na educação face aos problemas estruturais e conjunturais da rede pública de ensino e da precariedade das condições materiais e da carência de profissionais qualificados para atuar na área e para garantir a qualidade da oferta da educação. O período curto de atuação deu-se em virtude de vários fatores: 1) falta de suporte técnico – as máquinas começaram a apresentar problemas devidos ao uso constante e naquele momento o Estado não possuía técnicos suficientes para suprir toda a rede; 2) falta de formação continuada dos professores que fizeram o curso inicialmente para lidar com a informática. A principio a formação era realizada no próprio ambiente de trabalho dos professores, mas por determinação da Secretaria de Educação os cursos foram suspensos porque só quem deveria ministrar esses cursos seriam os multiplicadores lotados nos Núcleos de Tecnologia Educacional-NTE, (apesar das três multiplicadoras terem feito o mesmo curso de especialização e não terem sido lotadas nesses espaços por falta de vagas; 3) falta de continuidade na implementação de políticas públicas voltadas para os NTEs; 4) recusa dos professores em saírem de seu local de trabalho para receber a formação em outro espaço. Esses foram alguns empecilhos os quais recordamos no momento.
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USO DO BLOG COMO FERRAMENTA DAS COMPETÊNCIAS LEITORA E ESCRITORA DA EDUCAÇÃO BÁSICA

USO DO BLOG COMO FERRAMENTA DAS COMPETÊNCIAS LEITORA E ESCRITORA DA EDUCAÇÃO BÁSICA

De acordo com Mercado et al (2013) sublinham as possibilidades de criação integrada entre alunos e professores, o espaço de aula se apresenta ampliado, tendo a tecnologia como ferramenta necessária para o desenvolvimento da interação dos diferentes conhecimentos apontados como as principais contribuições que os blogs podem oferecer para o processo de ensino e aprendizagem. Contudo, como apresenta uma linguagem simples de fácil acesso, torna-se atraente e convidativa. Então, os blogs, tanto como recurso quanto como estratégia pedagógica, estimulam nos alunos a observação de diferentes instâncias da cultura com base no diálogo para compreender a expressão de um tempo, portanto são espaços que dinamizam a relação entre professores, alunos e conhecimento, além de fornecerem possibilidades de colaboração de pessoas externas à comunidade escolar, tendo em vista uma produção de aprendizagens significativas.
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O blog “na era da informação” como ferramenta de  de informação, conhecimento e para a promoção profissional :: Brapci ::

O blog “na era da informação” como ferramenta de de informação, conhecimento e para a promoção profissional :: Brapci ::

Alguns fatores devem ser considerados para a manutenção de um blog. É preciso tomar cuidado com a aparência, prestar atenção às cores, imagens e organização dos elementos que farão parte do layout. A periodicidade também é um fator muito importante, principalmente para conquistar leitores. A confiabilidade das informações apresentadas é primordial para o sucesso de um blog. Com o advento da internet há grande preocupação dos profissionais da informação com relação às fontes de informações disponíveis e o blog também é considerado uma delas. Clareza e objetividade são fundamentais para que a informação chegue ao seu receptor de forma dinâmica como objetivam os blogs. Deve-se sempre pensar para quem aquele conteúdo está sendo produzido, evitando assim, que se seja apenas mais uma informação disponível na internet.
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O blog como recurso didático no ensino da geografia

O blog como recurso didático no ensino da geografia

Este artigo é fruto das preocupações a respeito da inclusão tecnológica nas escolas, tendo em vista as dificuldades existentes nas mesmas. Objetiva verificar a percepção dos professores de geografia da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Profa. Obdúlia Dantas, localizada no município de Catolé do Rocha-PB, sobre a utilização das novas tecnologias, mais especificamente o blog, enquanto instrumento didático-pedagógico no ensino dessa disciplina. Realizou-se uma pesquisa bibliográfica, qualitativa, descritiva, que possibilitou identificar e descrever elementos necessários para transmissão e assimilação ativa de conhecimentos tecnológicos, cujos resultados se mostram incipientes, haja vista a negação dos educadores em participarem da pesquisa. Apropriamo-nos da tecnologia, incorporando-a em nosso dia a dia e utilizando-a efetivamente na concretização dos objetivos educacionais, pois a ascensão tecnológica modifica algumas dimensões da inter-relação com a realidade, preparando-nos para a utilização significativa desse recurso que em muito contribui para a solução de problemas, auxiliando também às propostas pedagógicas disponibilizadas no computador, na Internet e nos blogs. A criação de painéis, textos escritos, desenhos e apresentações multimídia são outras formas de registro e divulgação de trabalhos desenvolvidos através desse aparato tecnológico. A multiplicidade de meios que podem ser utilizados na sala de aula estimula o desenvolvimento do domínio de diferentes linguagens. Para isso, devemos conhecer as características específicas dos blogs na Internet, que permitem não só divulgar a produção dos educandos - tornando-a acessível a todos e em qualquer lugar do mundo – como também possibilita a interatividade e a troca de experiências, mais do que qualquer outro meio de comunicação.
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O Modelo Didático do Gênero Cartoon: Uma Ferramenta para o Ensino da Leitura e da Produção Textual

O Modelo Didático do Gênero Cartoon: Uma Ferramenta para o Ensino da Leitura e da Produção Textual

O gênero escolhido para a elaboração do modelo didático, o cartoon, foi amplamente estudado por uma das autoras em sua tese de doutoramento intitulada “A organização textual do gênero cartoon: aspectos linguísticos e condicionamentos não linguísticos” (LEAL, 2011). Esta tese analisou um corpus constituído de 142 cartoons, coletados em três jornais considerados de maior circulação em Portugal, a saber: Público, Diário de Notícias e Correio da Manhã. Os cartoons foram analisados com o objetivo de fazer uma caracterização funcional e formal desse gênero, no contexto de uso sócio-histórico da língua. O quadro teórico-metodológico adotado é do interacionismo sociodiscursivo (ISD) proposto por Bronckart (1999; 2008) que procura analisar os textos levando em conta a primazia das práticas, acompanhado dos pressupostos de teorias que trabalham com os textos multimodais, mais especificamente o quadro teórico- metodológico desenvolvido pela Semiótica Social de Kress e Van Leeuwen (2006). Desse modo, LEAL (2011, p. 341) elaborou um quadro metodológico, chamado de semiótica sociointeracional, que reúne tanto as categorias de análise do ISD, como as categorias da Gramática do Design Visual, forjado no seio da Semiótica Social. O quadro da semiótica sócio- interacional (LEAL, 2011, p. 205-214) está dividido em duas partes principais. A primeira, nomeada de ação de linguagem, refere-se aos parâmetros que compõem o contexto de produção e no qual acrescenta-se o de recepção textual. A segunda focaliza mais especificamente a arquitetura textual, mostrando como que na construção textual do cartoon, o produtor determina o modo organizativo das componentes internas do seu texto. Essa organização compreende três decisões distintas. A primeira é o modo como se organiza os componentes temático- representacionais, ou seja, a forma como assomam, na planificação temática do texto, os tipos de discurso (semiotização linguística) e os tipos de representação (semiotização não-verbal). A segunda refere-se à organização interacional, isto é, no modo como se processa a interação. No caso dos cartoons, foi observado dois níveis: contextual (produtor e leitor) e co-textual (entre os elementos internos do texto). A terceira revela o modo como se dá a organização estrutural do texto.
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Blog: ferramenta de mediação da aprendizagem na educação superior presencial

Blog: ferramenta de mediação da aprendizagem na educação superior presencial

pois permitem o registro da concepção, detalhamento e todas as fases até a sua finalização. Podem incentivar e facilitar os trabalhos interdisciplinares e transdisciplinares, dando visibilidade, alternativas interativas e suporte a projetos que envolvam a escola como um todo e, até mesmo, as famílias e a comunidade. Se o aluno quiser seguir investigando sobre o tema dado, poderão ser incluídos sucessivos artigos relacionados com propostas e fazendo seus comentários. É muito fácil que outras pessoas cheguem ao blog do aluno interessado pelo tema escolhido e se forme uma comunidade em torno do aluno e da temática tratada.
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