Top PDF Gênero e educação: espaço de atuação do/a assistente social

Gênero e educação: espaço de atuação do/a assistente social

Gênero e educação: espaço de atuação do/a assistente social

Reconhecendo a perspectiva histórico-social das relações entre os diferentes gêneros na sociedade, o presente trabalho tem como objetivo geral contribuir para a compreensão acerca de como está inserida, na educação brasileira, o debate sobre gênero, procurando identificar avanços e retrocessos deste debate, e qual contribuição pode ser dada pelo/a assistente social que atua na Educação. Considerando o exposto, foi realizado um estudo bibliográfico, fundamentado em articular textos que tratam da categoria gênero, da Educação e também do Serviço Social. O texto está organizado em três partes: a primeira é dedicada ao conceito de gênero, mostrando como este foi se construindo e adquirindo destaque nos últimos anos, bem como a sua importância para explicação e enfrentamento das relações desiguais, que ainda perduram, entre mulheres e homens. Em seguida, é apontada a relação entre gênero e Educação, e como este debate avançou e retrocedeu nos últimos anos na sociedade brasileira. Por fim, é apresentada a possibilidade de contribuição do/a assistente social, que atua na educação, para mediar as discussões acerca das relações de gênero. Em síntese, o trabalho mostra como para se discutir gênero na Educação é essencial que exista um envolvimento coletivo de todos os profissionais inseridos na escola, mas também que haja um incentivo à formação para se efetivar este trabalho. Além do mais, é importante que não se reforce um discurso vazio da igualdade, na perspectiva de se responsabilizar indivíduos pela sua situação de marginalização. A igualdade requerida é a de acesso e condições, em que sejam respeitadas as diferenças individuais e o lugar social e histórico que cada sujeito ocupa na sociedade como um todo e na sua singularidade individual.
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Serviço social na educação: um estudo sobre a atuação do assistente social no contexto educacional brasileiro

Serviço social na educação: um estudo sobre a atuação do assistente social no contexto educacional brasileiro

Tendo em vista o nosso modelo de sociedade e também o modo de produção capitalista, a complexidade das expressões geradas pela relação entre capital e trabalho tem na educação um espaço de atuação dos assistentes sociais, vemos que estes profissionais têm condições de analisar a realidade de forma critica, em sua totalidade, compreendendo suas particularidades e suas diferentes dimensões seja ela politica, econômica, social, cultural, dentre outras, o assistente social por meio do seu projeto ético politico, do Código de Ética da profissão e das resoluções da categoria, assume o compromisso de lutar pela construção de uma sociedade mais justa e igualitária, devendo assegurar a “[...] universalidade de acesso aos bens e serviços relativos aos programas e políticas sociais, bem como sua gestão democrática” (CFESS, 2012, p. 23). Dessa maneira a atuação do assistente social no espaço escolar “tem a possibilidade de contribuir com a realização de diagnósticos sociais, indicando possíveis alternativas à problemática social vivida por muitas crianças e adolescentes, o que refletirá na melhoria das suas condições de enfrentamento da vida escolar [...]” (CFESS, 2001, p.12).
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PEDAGOGIA E SERVIÇO SOCIAL DESBRAVANDO A CIDADANIA: A ATUAÇÃO DO/A ASSISTENTE SOCIAL NA ARTICULAÇÃO DIALÓGICA DO CURRÍCULO NO ESPAÇO ESCOLAR

PEDAGOGIA E SERVIÇO SOCIAL DESBRAVANDO A CIDADANIA: A ATUAÇÃO DO/A ASSISTENTE SOCIAL NA ARTICULAÇÃO DIALÓGICA DO CURRÍCULO NO ESPAÇO ESCOLAR

A morosidade de regulamentação de leis já é um fato histórico no Brasil, porém, a construção dialética e reflexiva dentro das escolas precisa desacelerar a morosidade, é necessário a divulgação em massa dos benefícios de inserir definitivamente o assistente social no contexto escolar. A atuação do assistente social dentro das escolas irá auxiliar na compreensão da contribuição de um olhar crítico e emancipador entre família, escola e docentes, assim como a reflexão dialógica acerca da existência de garantia de direitos sociais que os profissionais da educação desconhecem, a maioria das famílias não imaginam existir e uma parcela gigante de crianças, adolescentes e jovens das escolas brasileiras estão fadados ao desconhecimento.
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A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL NA COORDENAÇÃO DE PROJETOS SOCIOEDUCATIVOS: A EXPERIÊNCIA DOS CENTROS DE EDUCAÇÃO COMPLEMENTAR DE FLORIANÓPOLIS

A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL NA COORDENAÇÃO DE PROJETOS SOCIOEDUCATIVOS: A EXPERIÊNCIA DOS CENTROS DE EDUCAÇÃO COMPLEMENTAR DE FLORIANÓPOLIS

A análise deste serviço se constitui fundamental tendo em vista que o desenvolvimento do trabalho está centrado nos Centros de Educação Complementar (CEC) voltados para o atendimento de crianças e adolescentes na faixa etária de 06 a 15 anos. Segundo a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais (2009), o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos voltado para esta faixa etária deve desenvolver atividades, em horário alternado ao da escola, visando a construção de um espaço de convivência, de formação voltada para a cidadania e a participação, buscando desenvolver a autonomia e o protagonismo das crianças e adolescentes de acordo com as demandas apresentadas pelos mesmos. As atividades devem ser desenvolvidas de forma lúdica, cultural e esportiva, objetivando a interação, a sociabilidade e a proteção social dos usuários. Deve incluir crianças e adolescentes com deficiência, retiradas do trabalho ou que tenham sofrido violação de seus direitos.
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A atuação do assistente social como educador ambiental nos Projetos de Trabalho Técnico Social (PTTS)

A atuação do assistente social como educador ambiental nos Projetos de Trabalho Técnico Social (PTTS)

As questões ambientais vem conquistando cada vez mais espaço na agenda pública e é mais visível nos diversos setores da sociedade civil. Os desafios propostos pela globalização provocam a necessidade de se ampliar as reflexões multidisciplinares, exigindo maior atenção à problemática socioambiental. Percebemos que a preocupação pela preservação do meio ambiente vem aumentando e já atinge diversos setores da sociedade, embora sejam limitadas, tendo muito a ser feito. Dentro destas reflexões e atuações multidisciplinares, encontramos a oportunidade de atuação do Serviço Social, pois preservação do meio ambiente é um tema relacionado ao trabalho do Assistente Social, uma vez que a garantia da qualidade de vida e dos direitos básicos das populações depende diretamente da qualidade do meio ambiente em que elas estão inseridas. A partir desse pressuposto apresentamos a educação ambiental como uma nova demanda ocupacional para o Assistente Social, procurando refletir acerca da intervenção deste profissional. Desta forma abordamos na dissertação a pertinência e necessária atuação dos profissionais de Serviço Social no espaço criado pelo Governo Federal, e operacionalizado pela Caixa Econômica Federal, através dos Projetos de Trabalho Técnico Social (PTTS), onde paralelo as obras físicas dos programas de desenvolvimento urbano, contam com a prestação de serviços dos assistentes sociais, que em suas atividades trabalham diversos ações como: mobilização e organização comunitária, por meio de processo educativo trabalham temas de educação ambiental e sanitária, e de geração de trabalho e renda. Enfocaremos as experiências dos trabalhos dos assistentes sociais realizados em cidades na região de Piracicaba/SP.
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A INTERDISCIPLINARIDADE COMO POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL: interfaces e especificidades no âmbito da Assistência Social

A INTERDISCIPLINARIDADE COMO POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL: interfaces e especificidades no âmbito da Assistência Social

RESUMO: O texto que ora se apresenta tem como objetivo central contribuir para a discussão das possibilidades de atuação do assistente social na Política Nacional de Assistência Social (PNAS), considerando os mecanismos existentes no âmbito dessa política e no âmbito dos documentos imbricados à profissão. Dessa maneira, apresenta-se o debate da Educação Permanente, da interdisciplinaridade e da intersetorialidade como elementos importantes e necessários ao processo de trabalho do profissional dentro dos diversos setores que compõem a política social em questão. Além desses tópicos, o trabalho apresenta também os principais enfoques teóricos na discussão da política social. Em relação a isso, verifica- se uma heterogeneidade de teorias e conceitos para explicar o surgimento e formas da atuação do Estado no que se refere às expressões da chamada questão social. As políticas sociais nesse artigo são entendidas como mediações necessárias dentro da sociedade capitalista. Desse modo, a atuação do serviço social demanda para além dos aspectos relacionados ao âmbito da formação, outros que estejam articulados às especificidades dos setores.
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A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NO TRATO COM ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI: POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PROFISSIONAL CRÍTICA NO ESPAÇO SOCIOJURÍDICO, (TJSP) MESTRADO EM SERVIÇO SOCIAL

A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NO TRATO COM ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI: POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PROFISSIONAL CRÍTICA NO ESPAÇO SOCIOJURÍDICO, (TJSP) MESTRADO EM SERVIÇO SOCIAL

O trabalho do assistente social no sistema sociojurídico é marcado por ser direcionado pelas demandas da instituição na qual o profissional está inserido, sendo este, parte integrante dos rituais simbólicos que tem lugar nos processos internos do Poder Judiciário; tais processos têm como finalidade provocar a sensação do “fazer justiça”, e se expressam, em sua forma mais acabada, através da decisão do Juiz. Neste contexto, ao elaborar laudos e pareceres técnicos para assessorar ao magistrado, o assistente social está integrado ao aparato Judiciário. Na Justiça Juvenil, no que tange aos processos referentes a atos infracionais, tais rituais simbólicos têm rebatimentos que são observados na forma como se dá o tratamento aos adolescentes em conflito com a lei pelos atores do Judiciário. Por vezes, a indiferença diante das reais necessidades dos adolescentes é percebida na forma como a voz destes é sufocada ante as demonstrações de Poder e Violência Institucional nos espaços sociojurídicos. Este estudo se dá em torno da atuação do assistente social no Fórum das Varas Especiais da Infância e Juventude de São Paulo, com destaque para o “Projeto Iluminar Juvenil”, observando as possibilidades, por parte da Equipe Técnica Judiciária de Serviço Social, deste Fórum, para se ultrapassar uma aparente condição de cumplicidade ao projeto de dominação do Estado Capitalista, condição que emerge, ainda que involuntariamente, quando sua atuação se mescla a todos os demais processos internos do Judiciário, seguindo apenas às demandas a si impostas institucionalmente. No projeto profissional que está sendo construído pelos assistentes sociais neste ambiente sociojurídico, observa-se que estes, valendo-se de sua autonomia relativa profissional, buscam realizar uma ação crítica e emancipadora, dentro do aparato do Judiciário, a partir de uma prática profissional que procura o desenvolvimento de movimentos reflexivos, no viés da teoria crítica, nos sujeitos objetos da intervenção, destacando, para tanto, a posição privilegiada da mediação através da arte neste processo. Com essa prática, os profissionais buscam a construção de novas propostas interventivas para sua atuação profissional ao mesmo tempo em que assumem uma posição de resistência às condições impostas por um projeto de dominação, o que vai ao encontro da proposta de construção de uma nova ordem societária, como se apresenta no Projeto Ético- Político do Assistente Social.
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ESTÉTICA DA EXISTÊNCIA ESTUDANTIL E ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ÂMBITO ESCOLAR

ESTÉTICA DA EXISTÊNCIA ESTUDANTIL E ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ÂMBITO ESCOLAR

No perfil do/a profissional, para ser bem-sucedido/a deveria ser bem- educado/a, ter a capacidade de adentrar às intimidades dos clientes, ter uma aparência despojada e simples, com seriedade e a ternura que fazem dele/a “o profissional da ajuda”, do aconselhamento, da indulgência. Assim, a constituição de uma determinada imagem social para os/as assistentes sociais, consequentemente, para a profissão, está intimamente relacionada ao projeto de sociedade burguês, o qual lhe assegura um determinado espaço na divisão sócio técnica do trabalho, vinculado às particularidades da trajetória social e histórica brasileira, marcada por traços de décadas de subalternização e dependência estrangeira. Essa vinculação atravessa a gênese da profissão e se expressa nas determinadas formas de agir e de pensar dos/as agentes profissionais e na conformação à determinada imagem social para a profissão.
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A atuação do Assistente Social na política de saúde mental: o autismo em questão

A atuação do Assistente Social na política de saúde mental: o autismo em questão

Com idéias advindas da psiquiatria francesa instituiu-se o hospício no Brasil, por meio do qual a medicina mental se exerceria na prática e na teoria. Mas, a institucionalização do espaço asilar para o louco não favoreceu em nada a pesquisa psiquiátrica científica; os hospícios logo se mostram ineficientes, superpovoados, não medicalizados, e os psiquiatras custam a adquirir autoridade para exercer sua profissão de modo a poder produzir conhecimento científico. Ao contrário do que ocorreu na Europa, o nosso hospício não resulta de um processo intrínseco à ciência, conturbado por grandes debates, que, baseando-se no seu corpo teórico, prescreveu o isolamento do louco, num espaço especial. Nesse espaço o louco seria tratado como acometido por uma doença de tipo especial, não devendo por isso ser acolhido em hospital comum, nem tratado como criminoso nas prisões (PORTO CARRERO, 2002, p. 45).
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A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER

A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER

Na elaboração do referencial teórico, abordamos a desigualdade de gênero e o conceito de violência. No referencial, buscamos ainda conhecer as possíveis causas e tipos de violência enfrentados pelas mulheres no Brasil, e abordamos a violência com âmbito doméstico, e de como o profissional do serviço social deve intervir através das políticas voltadas para o combate e prevenção desse fenômeno universal e social. A percepção da Assistente Social que atua através do diálogo e da intervenção é de que a violência atinge todas as classes, raças e etnias. E seu papel como profissional diante a questão da violência contra a mulher é utilizar de seus instrumentos e técnicas para diminuir os impactos sofridos pela vítima de violência doméstica, na qual o profissional orienta as mulheres sobre como sair dessa situação vivida por essas mulheres violentadas, o assistente social também visa não só o combate, mas a prevenção desse tipo de violência.
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O impacto do clima organizacional na atuação do assistente social : uma análise empírica

O impacto do clima organizacional na atuação do assistente social : uma análise empírica

assuntos. Porém, é inegável não repararmos, que muitas destas relações são relações estritamente profissionais, não havendo espaço para serem extrapoladas para o campo pessoal. Significa então, que não existe um conforto, uma abertura, por parte dos AS para estabelecerem esses laços, preferindo, inclusive, partilhar determinados assuntos, com os seus colegas de trabalho. É observável, também, que outros entrevistados referem que existe apoio, preocupação e trabalho em equipa, como é destacável através da afirmação do AS06 (07.06.16) “ é uma relação de equipa, confio totalmente na chefia…uma relação de partilha, de equipa, de caminho social”. É importante a partilha, e o trabalho em equipa, pois estes revelam a proximidade das relações interpessoais entre líder e liderado. Todavia, alguns entrevistados manifestam o cuidado de continuarem-se a sedimentar estas relações, através de uma construção contínua, para que estas não se tornem estanques. Numa outra pretensão, é possível verificar que uma minoria, e portanto, dois entrevistados referenciou que a relação com o seu líder era neutra, e resumia-se ao estritamente necessário, não havendo abertura para falar, como expressa o AS01 (01.06.16) “não me sinto à vontade para falar abertamente, no entanto, eu falo, às vezes sou compreendida, outras vezes sofro represálias, depende dos dias, das ocasiões… tudo o que não for contra, estou sempre bem, tem a ver com a vontade do superior, tem que ser garantida”. Esta afirmação revela que quando existe uma superiorização por parte dos líderes, as relações com os seus colaboradores poderá ser afetada, levando a que estes criem sentimentos de inibição, constrangimento e medo. De um modo geral, podemos identificar que os colaboradores sentem confiança com os seus líderes e que as relações, embora, que estabelecidas de modos distintos, são positivas.
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ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NOS CONSELHOS GESTORES: Uma demanda contemporânea

ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NOS CONSELHOS GESTORES: Uma demanda contemporânea

O presente artigo tem por objetivo contribuir no debate acerca da atuação do Assistente social nos Conselhos gestores de políticas públicas, nas diversas funções que pode assumir nesses espaços democráticos. A Constituição Federal de 1988 do Brasil redirecionou as políticas sociais na perspectiva do Estado de Direito, garantindo espaços de participação e de deliberação sobre as políticas públicas nos três níveis de governo, através dos conselhos, um espaço democrático de controle social das decisões públicas. Daí por diante, o Assistente Social vem ampliando sua área de atuação, conquistando espaços privilegiados como os conselhos de direito e de políticas públicas, proporcionando novas possibilidades de fortalecimento das políticas sociais públicas, com o objetivo de lutar pela consolidação e ampliação dos direitos sociais através da mobilização da sociedade. O Serviço Social, portanto, se apresenta como uma profissão voltada não só para execução
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A atuação do Assistente Social na Gestão Municipal da Política Pública de AS

A atuação do Assistente Social na Gestão Municipal da Política Pública de AS

Cabe destacar que foi na década de 1980, que o projeto de ruptura alterou o discurso teórico-metodológico da profissão, tanto no espaço acadêmico quanto na produção científica. Neste mesmo período os profissionais começaram a organizar-se politicamente e expandiu-se por todo o país associações e sindicatos dos Assistentes Sociais (SILVA, 1995). O Serviço Social buscando romper com sua história conservadora e aprimorar sua intervenção começa a discutir de forma qualificada categorias como Estado, Instituição e Política Social com fortes influências das teorias Marxistas. Portanto ao romper com vertentes conservadoras o Serviço Social volta seu olhar para uma totalidade social e não mais para uma visão micro-social.
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O hospital como espaço de atuação de profissionais da educação

O hospital como espaço de atuação de profissionais da educação

Dessa forma, o professor tende a ser mais flexível com seus alunos procurando o melhor método de adaptação para as necessidades de cada um, tendo empatia pelos mesmos, devido à situação na qual cada paciente se encontra, fazendo com que estes desenvolvam sua identidade como ser social, e mostrem suas potencialidades enquanto alunos-pacientes. É importante que o professor consiga atender as necessidades psicológicas, sociais e pedagógicas, de cada aluno, ajudando no desenvolvimento de sua aprendizagem e saúde, uma vez que, já foi comprovado, que ocorreram melhoras expressivas no quadro clínico das crianças que tem atendimento pedagógico especializado, melhorando sua condição de “aluno – paciente”.
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DIMENSÃO EDUCATIVA DO ASSISTENTE SOCIAL NA EDUCAÇÃO ESCOLAR

DIMENSÃO EDUCATIVA DO ASSISTENTE SOCIAL NA EDUCAÇÃO ESCOLAR

Defende-se que, a atuação do Assistente Social na educação, especificamente na escolar, o perfil social e educativo a ser assumido nesse campo de trabalho particular, demanda a formalização de saberes e competências necessários para o seu exercício, de forma que este profissional compreenda e se reconheça, também, como produtor de conhecimentos e assuma atitudes de pesquisador em uma área que não pode tudo, mas pode alguma coisa, entre elas tornar mais consistente o processo democrático. (FREIRE, 2006, p. 126).

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A atuação do assistente social nas escolas públicas estaduais do município de Campina Grande

A atuação do assistente social nas escolas públicas estaduais do município de Campina Grande

A escola é uma instituição que tem como função social proporcionar ao aluno o acesso ao conhecimento sistematizado e, a partir deste, a produção de novos e diversos conhecimentos. Assim, inserção do Serviço Social no âmbito da educação contribui no processo educativo e na realização de diagnósticos sociais identificando e atendendo as demandas provenientes da questão social vividas cotidianamente pelos alunos. Neste sentido propomos-nos com este estudo apontar como se realiza a atuação do assistente social e investigar acerca da precarização do trabalho desse profissional nas escolas estaduais do município de Campina Grande/PB. A realização da pesquisa com todos seus instrumentos e arcabouços teóricos bem como o resultado final (coleta de dados realizada através de entrevista semi-estruturada e observações sistemáticas, técnica de análise de conteúdo, tabulação dos dados, resultados obtidos e revisão bibliográfica) ocorreu entre os meses de Junho a Dezembro de 2011. Tratou- se de um estudo exploratório e descritivo com uma abordagem de natureza qualitativa. A partir da análise dos dados, evidenciou-se o descontentamento dos sujeitos frente à fragilidade do vínculo empregatício da profissão e, ao mesmo tempo, foi possível constatar que as ações desenvolvidas pelo mesmo, ocorrem no âmbito do imediatismo. O que nos chama atenção, para entender que a atuação do Assistente Social nas escolas deve estar voltada para atender às demandas provenientes da Educação, no que tange as políticas educacionais para a garantia de direitos aos alunos e não ser consideras dentro do contexto da sociedade contemporânea capitalista.
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As inflexões do trabalho precarizado sobre a atuação profissional do assistente social: O SUAS em questão

As inflexões do trabalho precarizado sobre a atuação profissional do assistente social: O SUAS em questão

RESUMO: Este artigo analisa as relações entre as transformações societárias e suas inflexões sobre a prática profissional do Serviço Social no Sistema Único de Assistência Social (SUAS), destacando os limites e as possibilidades que perpassam o cotidiano destes profissionais. A partir de um referencial teórico-metodológico sobre as transformações no âmbito do sistema capitalista atual, destacamos as metamorfoses no mundo do trabalho e seus rebatimentos no Serviço Social. O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) se apresenta como um novo espaço sócio-ocupacional dos assistentes sociais, porém com a presença marcante de contratos precarizados e temporários, em que prevalece a lógica da indicação sem concurso público, repercutindo na garantia dos direitos trabalhistas e previdenciários. Neste estudo, pautado em uma revisão de literatura acerca do tema, constatamos que as condições de trabalho destes profissionais são precárias, pois faltam recursos e compromisso do poder público para o desenvolvimento das atividades institucionais, o que compromete significativamente a efetividade das ações, a qualidade dos serviços prestados e a garantia de direitos sociais para a comunidade. Por outro lado, percebemos que todo este contexto faz parte de um conjunto de estratégias desencadeadas sob a égide da reestruturação produtiva e do ideário neoliberal, que preconizam a flexibilização dos processos e condições de trabalho, torna o trabalhador polivalente, desempenhando várias tarefas. A terceirização também faz parte desse universo, traz consigo um forte caráter ideológico, precarizando ainda mais as condições de trabalho, há a perda da identidade, desmobilizando a classe, a luta é pela permanência e não mais por melhorias no emprego. Palavras-chave: Serviço Social, condições de trabalho, assistentes sociais, SUAS.
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CUIDADOS PALIATIVOS: reflexões acerca da atuação do Assistente Social em âmbito hospitalar

CUIDADOS PALIATIVOS: reflexões acerca da atuação do Assistente Social em âmbito hospitalar

Nesse sentido, cabe ao Assistente Social conhecer o usuário e sua rede de apoio, visando oferecer orientações que viabilizem acesso aos direitos e políticas sociais, informações legais. Para além, auxiliar a rede de apoio para que, havendo necessidade, possa ser realizada a articulação desta, pautando no trabalho de educação em saúde a partir do esclarecimento de informações. Outro aspecto importante é que o profissional se constitui como interlocutor entre paciente/família e equipe nas questões relacionadas aos aspectos culturais e sociais que envolvem o cuidado de forma geral.
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Atuação do assistente social nas forças armadas : novas habilidades, competências e atribuições?

Atuação do assistente social nas forças armadas : novas habilidades, competências e atribuições?

Existe na comunidade acadêmica brasileira, na verdade na comunidade acadêmica latino-americana, um veto aos estudos militares. São pouquíssimos os pesquisadores que se dedicam ao tema e os que fazem quase têm que se desculpar por o fazer. O tema não tem legitimidade acadêmica, ou teórica, e é considerado suspeito do ponto de vista político. Quem escreve sobre militares corre o risco de ser considerado simpático à instituição militar e à sua ideologia (CARVALHO, 2006, p. 140). As questões levantadas tornam essa pesquisa mais desafiadora, uma vez que ao tratar dos militares, haverá um duplo processo, o primeiro, de resgate do passado ligado à violência, e, o segundo sobre o porquê de se problematizar sobre “figuras simbólicas”, cujo, por muitos, já foi estipulado à posição de culpados na história. Agregado a este estigma ainda há o desafio de problematizar a Instituição Militar, no caso em estudo, a Marinha do Brasil como um espaço sócio ocupacional do assistente social, sob a perspectiva de o caráter militar não dever ser o elemento limitador para o estabelecimento do debate profissional.
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A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE USUÁRIOS DE DROGAS: LIMITES E POSSIBILIDADES

A ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE USUÁRIOS DE DROGAS: LIMITES E POSSIBILIDADES

O alcoolismo é a segunda doença que mais mata no mundo; entre as drogas é a primeira e, entre as doenças, só perde para as cardiovasculares. No Brasil, o alcoolismo é responsável por 54% dos acidentes de trabalho, 65% dos acidentes de trânsito e 57% de acidentes graves. O alcoolismo e o uso de drogas representam, em conjunto, cerca de 20% das internações por transtornos mentais no Brasil (93% são homens), chegando a 28% na Região Sul. As consequências do uso do álcool foram causa básica de 3.621 óbitos (89% do sexo masculino), dos quais 35% ocorreram antes dos 40 anos de idade. (NOTO e CARLINI, 1993). A sociedade se encontra diante de um fenômeno heterogêneo e complexo com fortes componentes culturais. A resposta para tal fenômeno não se restringe ao tratamento, tampouco ao combate ao tráfico, isoladamente. Ela tem que ser articulada com ações de saúde, segurança, educação, assistência social, esporte, cultura, geração de renda.
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