Top PDF O gênero Glandularia J.F. Gmel. (Verbenaceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Glandularia J.F. Gmel. (Verbenaceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Glandularia J.F. Gmel. (Verbenaceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Ervas prostradas, com 8-50 cm compr. Caule hirto a híspido, com tricomas tectores longos em várias direções, tectores curtos retrorsos e patentes, e tricomas glandulares pedicelados; entrenós 0,5-6 cm compr. Folhas inteiras; lâ- mina 1-4,9x0,5-2,1 cm, obovada a ovalada, ápice agudo a obtuso, base aguda a cuneada, margem inteira da base até a região mediana e serreada da metade até o ápice; face adaxial estrigosa, com tricomas tectores longos e curtos, face abaxial híspida, com tricomas tectores longos e curtos; pecíolo 1 mm compr. Infl orescências em monobótrios ou pleiobótrios, com 1 par de paracládios simples; fl orescências 2-3,5x3-3,5 cm, em espigas multifl oras, umbeliformes na antese, com raque alongada na frutifi cação até 6 cm; pedúnculo das fl orescências hirto a híspido, com tricomas tectores longos em várias direções, tectores curtos retrorsos e patentes, e tricomas glandulares pedicelados. Brácteas 4-7 mm compr., lanceoladas, pubescentes, com tricomas tectores e glandu- lares pedicelados, margem ciliada. Cálice 9-11 mm compr., hirto a híspido, com tricomas tectores longos, antrorsos e patentes, mais evidentes sobre as costelas, tectores curtos e tricomas glandulares pedicelados; lacínias 1,5-2 mm compr., lanceoladas, coniventes no fruto. Corola hipocrateriforme, lilás a roxa, externamente pilosa, tubo 14-18 mm compr., limbo 14-17 mm diâm. Par superior de estames com apêndi- ces conectivais que não superam as tecas, inclusos. Estilete 12-15 mm compr.; ovário ca. 1 mm compr. Clusas 3,8-4,5 mm compr., ápice obtuso, base alargada ou não, face ventral lisa a papilosa, face dorsal reticulada na porção superior e estriada na inferiorOcorre na Argentina, Uruguai e no Brasil (Múlgura 2007). No Rio Grande do Sul é encontrada prin- cipalmente nos Campos de Cima da Serra, Planalto Médio, Encosta Superior do Nordeste e Depressão Central. Cresce em campos e em barrancos de beiras de estrada. Possui a face abaxial das folhas com nervuras muito evidentes (Fig. 71). Ver comentários em G. humifusa. Floresce e frutifi ca de agosto a abril.
Mostrar mais

29 Ler mais

Pólen de gimnospermas e angiospermas do perfil sedimentar de uma turfeira em São Francisco de Paula, Planalto Leste do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil.

Pólen de gimnospermas e angiospermas do perfil sedimentar de uma turfeira em São Francisco de Paula, Planalto Leste do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil.

RESUMO – (Pólen de gimnospermas e angiospermas do perfil sedimentar de uma turfeira em São Francisco de Paula, Planalto Leste do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil). Este catálogo polínico visa servir de base para o estudo de reconstituições paleoambientais através da palinologia de sedimentos no Planalto do Sul do Brasil. Para tanto, apresenta os grãos de pólen de gimnospermas e angiospermas encontrados no perfil sedimentar de uma turfeira do Planalto Leste do Rio Grande do Sul. O perfil possui 286 cm de comprimento, correspondendo aproximadamente aos últimos 25.000 anos. As 22 amostras foram retiradas do perfil em intervalos regulares, tratadas quimicamente seguindo o método padrão e analisadas em microscópio óptico. São apresentados grãos de pólen de duas gimnospermas e 43 angiospermas (uma Magnoliidae, cinco Hamamelidae, seis Caryophyllidae, seis Dillenidae e 25 Rosidae). O material polínico é descrito e ilustrado. As descrições são acompanhadas, sempre que possível, de dados ecológicos do esporófito de origem.
Mostrar mais

14 Ler mais

Winteraceae do Rio Grande do Sul, Brasil.

Winteraceae do Rio Grande do Sul, Brasil.

adaxial de coloração verde-escuro, dando a planta um aspecto mais escuro do que as plantas de D. angustifolia. Ela apresenta ampla distribuição no Brasil, na Bahia, Distrito Federal e estados das regiões Sudeste e Sul do país (BFG 2015). No Rio Grande do Sul D. brasiliensis ocorre nos Campos de Cima da Serra, Encosta Superior do Nordeste, Encosta Inferior do Nordeste, Encosta do Sudeste, Planalto Médio e Litoral (Fig. 3). Encontra-se tanto em bordas de capões como em seu interior, sendo mais comum no último. No Rio Grande do Sul ocorre entre 700 e 1.400 m de altitude. Entretanto, em outros estados pode estar presente em altitudes maiores como em Minas Gerais no Parque Estadual do Ibitipoca (até 1.784 m de altitude) e no Pico do Itatiaia (de cerca de 2.500 m) no estado do Rio de Janeiro. Drimys brasiliensis pode ser encontrada com flores durante quase todo o ano, sendo a ausência de flores observada somente no mês de junho. Possui dois picos de floração, sendo o primeiro de janeiro a fevereiro e o segundo de julho a setembro. No entanto, a produção de frutos é intermitente nos meses de outubro a fevereiro.
Mostrar mais

10 Ler mais

Percepção dos trabalhadores avulsos sobre os riscos ocupacionais no porto do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil.

Percepção dos trabalhadores avulsos sobre os riscos ocupacionais no porto do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil.

Este é um estudo transversal, descritivo, com aborda- gem quantitativa, realizado no porto do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil e objetivou identificar a percepção, em uma amostra com 306 trabalhado- res portuários avulsos, sobre risco à saúde no traba- lho. A maioria dos trabalhadores portuários avulsos (93,46%) reconheceu que existem riscos à sua saúde no trabalho e isso foi independente do grau de instru- ção (p = 0,44), atividade desenvolvida (p = 0,47). Os riscos identificados no grupo geral de trabalhadores portuários avulsos foram queda de objetos suspensos (8,43 ± 2,47), ruídos (8,06 ± 2,32) e intempéries (8,05 ± 2,48). Os riscos significativamente diferentes entre as atividades foram: ruídos (p = 0,00), levantamento ma- nual de carga (p = 0,00), ferramentas de trabalho (p = 0,00), componentes dos ternos em número abaixo do ideal (p = 0,03), ganho por produtividade (p = 0,00), ritmo de trabalho (p = 0,01), trabalho em altura (p = 0,00), deslocamento do trabalhador sobre as cargas (p = 0,00), escadas de acesso às embarcações (p = 0,00). Pode-se corroborar que o trabalho portuário avulso é insalubre e perigoso, e os riscos se apresentam aos tra- balhadores em consonância com a atividade por eles desenvolvida.
Mostrar mais

9 Ler mais

O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil.

O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil.

RESUMO – (O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil). O levantamento do gênero Phacus Duj. (Euglenophyceae pigmentadas) desenvolvido em duas áreas localizadas na porção norte da Laguna dos Patos: a Lagoa do Casamento e ambientes associados (30°03’- 30°34’S e 50°25’- 50°47’W) e ecossistemas próximos ao Butiazal de Tapes (30º23’- 30º38’S e 51º16’- 51°29’W), resultou na identificação de 37 táxons específicos e infra-espécificos deste gênero. O estudo visou diminuir a lacuna do conhecimento de Phacus na Planície Costeira do Rio Grande do Sul. O clima local é subtropical úmido. As coletas de rede foram realizadas no outono e inverno e primavera/2003 nas margens de lagoas, banhados, alagado e açude. Dentre os táxons identificados nove são novas citações para o Estado e ainda, Phacus agilis Skuja var. inversa Bour., Phacus asymetricus Sokoloff, Phacus elegans Pochm., Phacus orbicularis Hübner f. communis Pop. e Phacus rostafinskii Drez. são novos registros para o Brasil. Todos os táxons são acompanhados das amplitudes máximas e mínimas de temperatura do ar e da água, pH e condutividade elétrica em que cada táxon ocorreu na área de estudo.
Mostrar mais

17 Ler mais

O gênero Xylocopa Latreille no Rio Grande do Sul, Brasil (Hymenoptera, Anthophoridae).

O gênero Xylocopa Latreille no Rio Grande do Sul, Brasil (Hymenoptera, Anthophoridae).

Distribuição. BRASIL. Rio Grande do Sul: Guaiba, Caçapava do Sul, Pinheiro Machado, Porto Alegre, Quaraí, Santana do Livramento e São Francisco de Paula. BOLÍVIA. PARAGUAI. URUGUAI. ARGENTINA. Conhece-se dos três Estados sulinos nos campos abertos onde ocorrem diversas espécies do gênero Eryngium (Apiaceae, “caraguatá” “gravatá”) em cujas inflorescências nidifica. Certamente sua distribuição está vinculada à dispersão destas espécies de planta. A sua sobrevivência é fortemente influenciada pela pela prática de queimadas anuais das pastagens, que destroi seus locais de nidificação.
Mostrar mais

12 Ler mais

Biogeografia do gênero Mikania Willd. (Asteraceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Biogeografia do gênero Mikania Willd. (Asteraceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Biogeografia do gênero Mikania Willd. (Asteraceae) no Rio Grande do Sul, Brasil). A distribuição geográfica das 39 espécies nativas de Mikania Willd. no Rio Grande do Sul foi estudada em duas escalas: uma escala regional, utilizando regiões fisiográficas como unidades, e uma escala continental, considerando regiões político-geográficas como unidades. A riqueza específica e a amplitude de distribuição foram obtidas diretamente de matrizes de presença e ausência, relacionando espécies e regiões. A matriz regional foi analisada por dois métodos multivariados, uma análise de agrupamentos e uma análise de coordenadas principais, utilizando o complemento do coeficiente de Jaccard como elemento de comparação (dissimilaridade). Na escala regional as regiões mais ricas foram o Litoral e a Depressão Central, enquanto na escala continental, a maioria das espécies sul-rio-grandenses foram também encontradas no Sudeste do Brasil e no Sul da América do Sul. A análise multivariada evidenciou dois grupos principais no Estado, um oriental e outro ocidental. Em cada um desses grupos foram evidenciados dois subgrupos relacionados a características climáticas e geológicas do Estado. Os padrões de distribuição de Mikania confirmam o caráter tropical do gênero e as principais rotas de migração descritas para a flora do Sul do Brasil.
Mostrar mais

10 Ler mais

O gênero Chaptalia (Asteraceae, Mutisieae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Chaptalia (Asteraceae, Mutisieae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Distribui-se amplamente em toda a América tropical, desde o sul dos Estados Unidos até a região do Rio de La Plata na Argentina e Uruguai, não ocorrendo no Chile (Burkart 1944; Cabrera & Klein 1973; Nesom 1995). No Brasil ocorre em todas as Regiões. No Rio Grande do Sul a espécie distribui-se amplamente em todas as regiões fisiográficas, onde pode ser encontrada em vegetação campestre de solos secos ou rochosos, bordas e interior de matas em solos úmidos e áreas com intensa influência antrópica. Apesar disso, é frequentemente encontrada em locais úmidos e sombreados. Trata-se da espécie mais conhecida e coletada do gênero, apresentando ampla gama de registros nos herbários visitados. Conforme os critérios estipulados pelo IUCN (2001) a espécie enquadra-se como fora de perigo (LC) por ser amplamente distribuída no estado e estar presente até mesmo em áreas altamente antropizadas.
Mostrar mais

18 Ler mais

O gênero Senna (Leguminosae, Caesalpinioideae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Senna (Leguminosae, Caesalpinioideae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Segundo Irwin & Barneby (1982), S. leiophylla é uma espécie rara e local, que possui somente quatro coleções para o Paraguai, Argentina e Brasil, onde foi encontrada somente no Rio Grande do Sul. Esta espécie foi incluída neste estudo em razão da única coleção realizada no Estado ser o material tipo, feita por Sellow em 1823 e analisada através de fotografia. Senna leiophylla possivelmente está extinta no Rio Grande do Sul, visto que não foi novamente coletada. Dentre as espécies ocorrentes no Rio Grande do Sul, S. leiophylla é mais próxima de S. obtusifolia, por apresentar 2-3 pares de folíolos e pedúnculos de até 5mm compr., porém distingue-se prontamente desta pelas pétalas maiores (26-33mm compr.). Neste trabalho, a descrição apresentada para S. leiophylla foi baseada na fotografia do tipo e em Irwin & Barneby (1982).
Mostrar mais

16 Ler mais

O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil). O estudo do gênero Hantzschia em amostragens realizadas em lagoas, banhados, canal e açudes na Planície Costeira do Rio Grande do Sul (30°40´-30°10´ S e 50°30´-51°30´ W), no outono e primavera de 2003, revelou a presença de um táxon específi co e seis infra-específi cos, a saber: Hantzschia amphioxys (Ehrenberg) Grunow, suas variedades (var. amphioxys e var. vivax Grunow) e forma (f. capitata O. Müller), H. elongata (Hatzsch) Grunow com duas variedades (var. elongata e var. linearis O. Müller), H. virgata (Roper) Grun. e Hantzschia sp. São apresentadas descrições, ilustrações, chave de identi- fi cação e comentários sobre as variações morfológicas e a distribuição dos táxons. Cabe ressaltar a presença de H. elongata var. linearis e Hantzschia sp. como novos registros para o Estado do Rio Grande do Sul.
Mostrar mais

7 Ler mais

Helmintos do cachorro do campo, Pseudalopex gymnocercus (Fischer, 1814) e do cachorro do mato, Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766) no sul do estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Helmintos do cachorro do campo, Pseudalopex gymnocercus (Fischer, 1814) e do cachorro do mato, Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766) no sul do estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Forty wild canids were captured by live trap at Municipalities of Pedro Osorio and Pelotas in Southern of the State of Rio Grande do Sul and they were transported to the Parasitology Laboratory at the Universidade Federal de Pelotas. After they were posted, segments of intestinal, respiratory and urinary tracts and liver were separated and examined. Animal skulls were used for taxonomic identification. Of forty wild animals trapped, 22 (55%) were Pseudalopex gymnocercus and 22 (55%) Cerdocyon thous. The most prevalent nematodes were: Ancylostoma caninum (45.4 in P. gymnocercus and 22.2% in C. thous), Molineus felineus (9.9 in P. gymnocercus and 5.6% in C. thous), Strongyloides sp. (22.7 in P. gymnocercus and 16.7% in C. thous), Trichuris sp. (13.6 in P. gymnocercus and 11.1% in C. thous), and Capillaria hepatica (13.6 in P. gymnocercus and 5.5 % in C. thous). The trematodes observed were: Alaria alata (36.4 in P. gymnocercus and 50.0% in C. thous), and Asthemia heterolecithodes in 5.6% C. thous. Cestodes were identified as Spirometra sp. (61.1 % in C. thous and 54.5 in P. gymnocercus), Diphyllobothriidae, (81.8 in P. gymnocercus and 77.8 % in C. thous) and an Acantocephala of the genus Centrorhynchus was also observed in 5.6% of C. thous only. These results indicated the helminths fauna in wild canids from the studied area.
Mostrar mais

6 Ler mais

Parasitismo de Gallus Gallus (Linnaeus, 1758) por espécies de Phthiraptera em criações coloniais na região sul do Rio Grande Do Sul, Brasil.

Parasitismo de Gallus Gallus (Linnaeus, 1758) por espécies de Phthiraptera em criações coloniais na região sul do Rio Grande Do Sul, Brasil.

Phthiraptera apresenta diversidade quanto a gêne- ros e espécies, dependendo das regiões geográficas analisadas. Segundo esses autores, as espécies mais frequentes na literatura são M. gallinae, M. stramineus, M. pallidus, L. caponis, G. dissimilis e G. gallinae, além de M. cornutus e seis outras espécies do gênero Menacanthus sp., cuja prevalência varia entre regiões fisiográficas de ocorrência.

5 Ler mais

O gênero Indigofera L. (Leguminosae-Papilionoideae-Indigofereae) no Rio Grande do Sul - Brasil.

O gênero Indigofera L. (Leguminosae-Papilionoideae-Indigofereae) no Rio Grande do Sul - Brasil.

, 7-1 ,S, opostos, elipticos, oblongos ou obovados; apice obtuso ou agudo, mucronado; base aguda; os terminais urn pouco mais obovado que os laterais; discolores, [r]

18 Ler mais

Cad. Saúde Pública  vol.22 número12

Cad. Saúde Pública vol.22 número12

As taxas de suicídio do Rio Grande do Sul são as mais elevadas do Brasil. Estudos anteriores sugeriram uma associação com atividades agrícolas, particularmente a fumicultura, onde o uso de agrotóxicos seria particu- larmente intenso. Um delineamento ecológico foi uti- lizado para identificar fatores associados ao suicídio, tendo as 35 microrregiões do Estado como unidades de análise. Coeficientes de mortalidade por suicídios, baseados no registro de óbitos, foram padronizados por idade, sendo suas associações com fatores sócio- econômicos culturais e agrícolas avaliadas por meio de regressão linear múltipla. As taxas de suicídio, para ambos os sexos, foram inferiores em microrregiões com escolaridade elevada, e superiores onde havia maior proporção de casamentos desfeitos. As taxas mascu- linas foram superiores nas microrregiões com mais evangélicos tradicionais e as femininas foram meno- res em microrregiões com maior proporção de domicí- lios com um morador. Na análise ajustada não foram evidenciadas associações entre suicídios e estrutura agrária ou culturas agrícolas. Estes resultados confir- mam a importância de fatores sócio-econômicos na ocorrência do suicídio, mas não apóiam a hipótese de um papel específico das práticas agrícolas.
Mostrar mais

11 Ler mais

PDF created with FinePrint pdfFactory Pro trial version http:www.fineprint.com

PDF created with FinePrint pdfFactory Pro trial version http:www.fineprint.com

Heterothalamus Less. possui espécies com distribuição geográfica no sul do Brasil, Uruguai e centro da Argentina. Compreendendo arbustos ramosos, glandulosos, com inflorescência em corimbos terminais, capítulos masculinos com flores marginais liguladas e capítulos femininos com receptáculo paleáceo. Coletas botânicas recentes no interior dos municípios de Bagé e Caçapava do Sul, bem como a análise criteriosa das exsicatas do gênero, conservadas nos principais herbários do Rio Grande do Sul, levaram ao reconhecimento de uma nova espécie botânica.
Mostrar mais

5 Ler mais

Aspectos epidemiológicos, clínicos e anatomopatológicos da infecção por Gurltia paralysans em gatos.

Aspectos epidemiológicos, clínicos e anatomopatológicos da infecção por Gurltia paralysans em gatos.

Na área rural do município de Alegrete, no sudoeste do Rio Grande do Sul, no Sul do Brasil, localizado próximo à tríplice fronteira (Brasil, Argentina e Uruguai), funcioná- rios das três propriedades rurais visitadas descreveram uma doença neurológica crônica que, devido aos sinais clí- nicos característicos, é conhecida vulgarmente pelo nome de “bambeira”. Segundo os funcionários mais velhos, a do- ença ocorre há pelo menos 20 anos. Embora não tenha sido possível estimar quantos gatos foram afetados nesse perí- odo, os funcionários afirmam que a doença é responsável pela morte da maior parte dos gatos dessas propriedades e que é comum haver necessidade de repor os gatos sacri- ficados por outros vindos da própria cidade ou de muni- cípios vizinhos. Nenhum funcionário entrevistado relatou qualquer doença com manifestações clínicas semelhantes em outras espécies animais.
Mostrar mais

9 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O presente estudo foi dividido em três capítulos. No primeiro, apresenta-se um cenário da educação no município de Gravataí, focando-se no período que tem apresentado indicadores mais preocupantes na Educação Básica: o Ensino Médio. Esse capítulo divide-se em quatro seções, fazendo um levantamento de sistemas de avaliação em larga escala no Brasil e no Rio Grande do Sul, para depois apresentar alguns dados da educação gaúcha e, finalmente, da CRE de Gravataí e das escolas selecionadas para a pesquisa. O segundo capítulo dedica-se à análise das práticas da 28ª CRE e das escolas selecionadas com base nos dados levantados durante a pesquisa, recorrendo a autores nos campos da Sociologia da Educação e da Gestão de Sistemas Educacionais, entre outros. O terceiro capítulo retoma de forma sintética os achados dessa pesquisa e apresenta o Plano de Ação Educacional (PAE) para a 28ª CRE, detalhando as ações mais relevantes em subseções específicas.
Mostrar mais

86 Ler mais

Contribution to the herpetology of Argentina and Rio Grande do Sul, Brazil by William Wright Milstead (Amphibia, Reptilia).

Contribution to the herpetology of Argentina and Rio Grande do Sul, Brazil by William Wright Milstead (Amphibia, Reptilia).

Instituto de Bio- ciências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil (Dr. Celso Paulo Jaeger).. Auxiliares.[r]

27 Ler mais

Crescimento e sobrevivência do camarão-rosa (Farfantepenaeus paulensis) na fase de berçário em meio heterotrófico

Crescimento e sobrevivência do camarão-rosa (Farfantepenaeus paulensis) na fase de berçário em meio heterotrófico

Marinha de Aquacultura, Fundação Universidade Federal do Rio Grande, Rua do Hotel, 96210-030, Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil. *Autor para correspondência.[r]

7 Ler mais

Acuariidae (Nematoda) in Procellariiformes (Aves) on the southern coast of Rio Grande do Sul, Brazil

Acuariidae (Nematoda) in Procellariiformes (Aves) on the southern coast of Rio Grande do Sul, Brazil

Rodrigues H, Mendonça JM. Revisão do gênero Seuratia Skrjabin, 1916 e redescrição da espécie Seuratia shipleyi (Stossich, 1900) Skrjabin, 1916 (Nematoda, Spiruroidea). Mem Inst Oswaldo Cruz 1967; 66(1): 117-129. Sick H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira; 1997. Spotorno B, Colabouno F, Barquete V, Vooren C. Lesiones causadas por nemátodeos en el proventrículo de procellariiformes en el litoral sur del Brasil

5 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados