Top PDF O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

HNUP, HUPG, MBM, RB, SP, SPF e UPCB (siglas de acordo com Hol- mgren et al. na versão digital do Index Herbariorum disponível em http:// sweetgum.nybg.org/ih/, e ou instituição, para as coleções não indexadas). As principais características taxonômicas utilizadas foram: forma e tamanho dos nectários foliares, número de folíolos e indumento, além das estruturas reprodutivas como: infl orescências, fl ores e frutos. Os termos botânicos utilizados nas descrições foram padronizados com base na lite- ratura especializada para o gênero e em Lawrence (1977) e, os nomes dos autores das espécies abreviados conforme Brummitt & Powell (1992) e o International Plant Names Index (www.ipni.org), conforme recomendação do Código Internacional de Nomenclatura Botânica (McNeill et al., 2006). A lista de todo o material examinado encontra-se disponível com o primeiro autor. As épocas de fl oração e frutifi cação foram obtidas com base nas etiquetas das esxcicatas examinadas. Na ausência de material reprodutivo disponível nas exsicatas do Estado do Paraná foram utilizados materiais de outros estados, citados como “material adicional examinado”.
Mostrar mais

15 Ler mais

O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Observações: ocorre no Brasil (MG, RJ, SP, PR, SC). Coletada com flores entre dezembro e junho, e setembro. No Paraná ocorre como epífita em Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas, Submontana e Montana, e em Floresta Ombrófila Mista. Outras espécies afins são citadas por Pabst & Dungs (1975), para o estado do Paraná: E. ecostatum Pabst, E. obergii Hawkes e E. ochrochlorum Barb. Rodr. Todas são muito semelhantes a E. proligerum e entre si, sendo a principal diferença entre elas o formato do labelo, o que pode ser visto nas ilustrações de Pabst & Dungs (1975) para essas espécies. Analisando as exsicatas atribuídas a essas espécies nos herbários, observou-se que todos os materiais identificados como E. ochrochlorum (Leinig 184 e 555; Hatschbach 3144 e 2667; Hatschbach 20710), E. obergii (Klein 9417), E. ecostatum (Handro 2207; Klein 10165; Dusén 3786) e E. proligerum (Reitz 3316; Pabst 2454) correspondiam à mesma espécie. Em análise das descrições dessas espécies, decidiu-se tratá-las, neste trabalho, com o nome E. proligerum, pois E. ochrochlorum apresenta flores com o dobro do tamanho dos espécimes analisados, e E. obergii, assim como E. ecostatum, possuem labelo inteiro. Este é outro grupo dentro do gênero Epidendrum que está necessitando de revisão, a qual poderia resultar em várias sinonimizações.
Mostrar mais

17 Ler mais

O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

RESUMO – (O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no Estado do Paraná, Brasil). O presente estudo abrange o gênero Piptocarpha R.Br. (Vernonieae: Asteraceae) no Estado do Paraná, Brasil. A metodologia consistiu no levantamento bibliográfico, coleta de material e observação de campo, estudos morfológicos e taxonômicos do material vivo e herborizado. Foram confirmadas para o Estado do Paraná nove espécies, sendo quatro escandentes: Piptocarpha leprosa (Less.) Baker, P. oblonga (Gardner) Baker, P. quadrangularis (Vell.) Baker e P. sellowii (Sch.Bip.) Baker; e cinco arbóreas: Piptocarpha angustifolia Dusén ex Malme, P. axillaris (Less.) Baker, P. densifolia Dusén ex G.L. Smith, P. macropoda (DC.) Baker e P. regnellii (Sch.Bip.) Cabrera. São apresentadas chave de identificação, descrições morfológicas, época de floração e frutificação, nomes populares, distribuição geográfica, comentários e ilustrações para cada táxon estudado.
Mostrar mais

13 Ler mais

O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

RESUMO - (O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil). O objetivo deste estudo foi descrever a espécie de Cordyline que ocorre no Estado do Paraná, Cordyline sellowiana Kunth, a partir de análises de exsicatas de diversos herbários do Estado. C. sellowiana é caracterizada por folhas sésseis, lineares, inflorescências terminais e flores roxas, pediceladas; ápice das sépalas acuminado e das pétalas obtuso. Coletada em 26 municípios do Estado do Paraná, ocorre nos seguintes tipos de vegetação: Estepe Ombrófila, Floresta Estacional Semidecidual Subxérica, Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. A partir dos critérios da lista vermelha da IUCN, foi definido o estado de conservação da espécie, que se enquadra na categoria de preocupação menor (LC). Popularmente conhecida como uvarana, varana, guaraíva ou cordiline, é utilizada na alimentação animal e humana, farmacologia, recuperação ambiental e como planta ornamental. Palavras-chave: distribuição, IUCN, morfologia, taxonomia
Mostrar mais

6 Ler mais

O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil.

RESUMO - (O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil). Catasetum possui cerca de 170 espécies terrícolas e epífitas com distribuição neotropical, sendo o gênero reconhecido pelos pseudobulbos possuindo vários entrenós, pelas flores unissexuais (raro hermafroditas) e polinário com estipe, caudículo e viscídio. O objetivo deste trabalho foi realizar o estudo taxonômico de Catasetum no Estado do Paraná, apresentando descrições, ilustrações, mapa de distribuição, chave de identificação, status de conservação e comentários para cada espécie. O gênero está presente predominantemente na Floresta Ombrófila Densa (Catasetum atratum, C. socco e C. triodon) e na Floresta Ombrófila Mista (C. fimbriatum) do Estado. De acordo com os critérios da IUCN, C. atratum enquadra-se como espécie criticamente em perigo, C. fimbriatum e C. triodon, enquadram-se como uma espécie em perigo e C. socco enquadra-se como espécie vulnerável no Estado do Paraná.
Mostrar mais

10 Ler mais

O gênero Buddleja (Scrophulariaceae) no estado do Paraná, Brasil

O gênero Buddleja (Scrophulariaceae) no estado do Paraná, Brasil

O estado do Paraná possui uma rica biodiversidade, proveniente da ação conjunta de diferentes fatores como clima, relevo e hidrografia (Labiak 2014). Um levantamento da flora estadual estima a existência de pelo menos 6.524 espécies de plantas vasculares nativas (Kaehler et al. 2014). Até o momento, não há tratamento taxonômico ou florístico feito para Buddleja no estado, apesar da existência de fontes de informação taxonômica para Santa Catarina (Smith et al. 1976), São Paulo (Ferreira & Martins 2005) e Paraguai (Soria 2011), além da Flora Brasiliensis (Schmidt 1862) e de duas revisões não publicadas, disponíveis apenas em teses para o gênero no Brasil (Ferreira 1988; Coelho 2017). O gênero foi monografado para a região neotropical (Norman 2000).
Mostrar mais

12 Ler mais

IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Esta dissertação tem por objetivo investigar como se efetivou a implementação dos Laboratórios Básicos Padrão MEC/FNDE. Com a implantação do Programa Brasil Profissionalizado no Estado do Paraná, instituído pelo Decreto Nº 6.302 de 27 de dezembro de 2007, programa do Governo Federal, foram firmados convênios com a Secretaria de Estado da Educação – SEED-PR, com o intuito de modernizar as estruturas das escolas que ofertam a Educação Profissional da Rede Estadual. A partir dos estudos de demanda, exigências estabelecidas pelo programa, as escolas contempladas se propuseram a melhorar as condições de oferta da Educação Profissional e da qualidade na formação de seus alunos. Com a expansão da rede para a oferta da Educação Profissional e Tecnológica, também se fez necessária a adequação dos espaços escolares, proporcionando melhores condições de aprendizagem e a preparação dos profissionais para o desenvolvimento de suas atividades. Os autores que contribuíram para a fundamentação desta dissertação passam por especialistas na Educação Profissional e nos sistemas de avaliação. O instrumento utilizado para o desenvolvimento desta tarefa foi a avaliação executiva, processo pelo qual foi possível apresentar uma visão generalizada da implementação do programa na Rede Pública do Estado do Paraná, conforme as orientações e recomendações do Manual de Orientação e Preenchimento da Situação Escolar – MOPSE, composto por formulários que indicavam os aspectos de infraestrutura dos espaços escolhidos para a instalação dos laboratórios. O intento dessa dissertação é a preparação para o processo de uma avaliação de impacto, ou seja, a construção de um instrumento de investigação mais aprofundado desta ação, buscando conhecer o quanto a implementação dos laboratórios tem contribuído para a melhoria nas condições de oferta para a Educação Profissional.
Mostrar mais

90 Ler mais

O gênero Zygostates (Orchidaceae: Oncidiinae) no estado do Paraná, Brasil

O gênero Zygostates (Orchidaceae: Oncidiinae) no estado do Paraná, Brasil

Zygostates consiste de ca. 26 espécies, das quais 15 ocorrem no Brasil. Através de consultas a herbários nacionais e estrangeiros, além da realização de trabalho de campo, oito espécies de Zygostates foram encontradas no Paraná: Zygostates alleniana, Z. bradei, Z. cornuta, Z. dasyrhiza, Z. lunata, Z. multiflora, Z. pellucida e Z. pustulata. O gênero é registrado para 36 dos 399 municípios paranaenses, principalmente na Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista, localizadas na Serra do Mar, Primeiro e Segundo Planaltos. De acordo com os critérios da IUCN, Z. alleniana, com ampla distribuição no estado, é a espécie de menor risco de extinção, enquanto Z. bradei, Z. pellucida e Z. multiflora, presentes somente em uma localidade, são as mais ameaçadas. Zygostates bradei encontra-se “Possivelmente Extinta” no estado; Z. pellucida e Z. multiflora foram avaliadas como “Criticamente em Perigo”. São apresentados uma chave para identificação das espécies, descrições, ilustrações, lista de material examinado, dados sobre distribuição geográfica e estado de conservação dos táxons.
Mostrar mais

16 Ler mais

O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

Galeandra beyrichii ocorre desde o sul da Flórida, México, América Central, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai e Argentina (Govaerts 2014). No Brasil ocorre nos estados da BA, DF, ES, GO, MT, MG, SP, RJ, PR, SC e RS (Barros et al. 2014). No Paraná está presente na vegetação de Florestas Ombrófilas Densa e Mista, Estepe, Cerrado e Floresta Estacional Semidecidual, em áreas sombreadas de subosque. Floresce entre os meses de dezembro a abril.

7 Ler mais

O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

superfície total do país. Está dividido em cinco grandes unidades fitogeográficas (Roderjan et al. 2002). A Floresta Ombrófila Densa (FOD) está situada a leste do Estado, ocorrendo na Planície Litorânea, Serra do Mar e Vale do Ribeira, entre 0 e cerca de 1.800 m de altitude, apresentando chuvas bem distribuídas ao longo do ano. A Floresta Ombrófila Mista (FOM) está situada a oeste da Serra do Mar, e ocupa as porções planálticas do Estado, entre 800 e 1.200 m de altitude. Apresenta chuvas bem distribuídas ao longo do ano, mas as temperaturas são baixas, com ocorrência frequente de geadas. A Floresta Estacional Semi-decidual (FE) está situada ao norte e oeste do Estado e nos vales dos rios formadores da bacia do rio Paraná, abaixo de 800 m. Está sujeita à ocorrência de geadas, e tem como característica marcante a deciduidade de árvores do dossel durante a estação seca, que é relativamente bem marcada. A Estepe (ES) ocorre geralmente nas porções mais elevadas dos três planaltos paranaenses, ocupando por volta de 14% da superfície do Estado. Compreende extensas áreas com vegetação herbácea, entremeada por capões e florestas de galeria nos locais mais baixos. A Savana (CE), ou “cerrado”, está localizada nas regiões norte e nordeste do Estado, abrangendo em torno de 1% da sua superfície. No Paraná são encontrados os fragmentos mais austrais deste tipo de vegetação.
Mostrar mais

14 Ler mais

O gênero Inga (Leguminosae-Mimosoideae) na Província Petrolífera de Urucu, Coari, Amazonas, Brasil.

O gênero Inga (Leguminosae-Mimosoideae) na Província Petrolífera de Urucu, Coari, Amazonas, Brasil.

fl., E.S.C. Gurgel et al. 606 (MG); clareira próxima ao rio Urucu, 23.IX.2008, fl., J.S. Sousa et al. 83 (MG); clareira em capoeira, 21.XII.2009, fr., J.S. Sousa et al. 161 (MG). Espécie com distribuição ampla, ocorrendo do noroeste do México (21º N), em quase toda a América Central, América do Sul, até o Paraguai e Norte da Argentina, incluindo nas regiões montanhosas da Costa Rica, Panamá e América do Sul, em altitudes de até 1500 m, sendo relativamente tolerante às regiões de cerrado e campos secos (Pennington 1997). No Brasil, estende-se desde a região amazônica até o estado do Paraná (Sousa 1993; Garcia 1998; Lorenzi 2002). Na área de estudo, a espécie foi encontrada nas clareiras de capoeira e nas áreas próximas às margens dos rios.
Mostrar mais

15 Ler mais

O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

Isabelia Barb. Rodr. é endêmico da América do Sul, constituído por três espécies e um nototáxon. No Brasil, são encontrados todos os táxons, distribuídos nos domínios fitogeográficos do Cerrado e da Mata Atlântica, nas Regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste. Um estudo taxonômico do gênero Isabelia foi realizado no Paraná e os resultados revelaram a ocorrência de todas as espécies descritas: Isabelia pulchella (Kraenzl.) Van den Berg & M.W. Chase; Isabelia violacea (Lindl.) Van den Berg & M.W. Chase, Isabelia virginalis Barb. Rodr. e do nototáxon Isabelia × pabstii (Leinig) Van den Berg & M.W. Chase. São apresentadas chave de identificação, descrições morfológicas, mapa de distribuição geográfica, comentários, status de conservação e ilustrações dos táxons estudados.
Mostrar mais

9 Ler mais

O gênero Erythroxylum P. Browne (Erythroxylaceae) do estado do Paraná, Brasil.

O gênero Erythroxylum P. Browne (Erythroxylaceae) do estado do Paraná, Brasil.

Material examinado: PARANÁ: Arapoti, I.1965, L. B. Smith & R. Klein 14642 (HBR). Campina Grande do Sul, Rio Divisa, X.1959, G. Hatschbach 6354 (HBR, PKDC). Campo Largo, Bateias, I.1978, G.Hatschbach 40757 (UPCB, MBM). Cantagalo, XI.1966, J.C. Lindman et al. 2816 (RB). Cascavel, P. Ecol. Paulo Gorski, XI.1988, J. da Cruz 176 (FUEL). Castro, Rio Cunhoporanga, XI.1988, S.M. Silva et al. 1655 (PKDC). Clevelândia, X.1969, G. Hatschbach 22711 (MBM). Colombo, IX.1986, A. Pegorano 78 (EFC). Curitiba, Centro Politécnico, XI.1993, J.O. Mendonça et al. 03 (UPCB). Guarapuava, Águas Santa Clara, X.1986, G. Hatschbach 50581 (MBM). Irati,
Mostrar mais

10 Ler mais

O gênero Ocotea (Lauraceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Ocotea (Lauraceae) no estado do Paraná, Brasil.

Foram analisadas as coleções de Lauraceae (2450 exsicatas) depositadas nos herbários EFC; FUEL; HBR; HCF; HFC; HFIE; HUCP; HUEM; HUPG; MBM; MO; RB; SP, SPF; SPSF e UPCB. As siglas sublinhadas referem-se a herbários não indexados, os demais seguem Holmgren & Holmgren (1998). Excursões para reconhecimento das espécies e coleta de espécimes de Ocotea foram realizadas pelo primeiro autor, totalizando 85 viagens entre os anos de 2006 a 2012, com 167 espécimes coletados férteis representando 20 espécies. O material fértil foi herborizado e incorporado no acervo do herbário UPCB, com duplicatas enviadas aos herbários FUEL, MBM, SPSF, RB e NY. O material selecionado indicado no texto segue o critério de um exemplar por unidade fitogeográfica, segundo a classificação de Roderjan et al. (2001), exceto quando foram necessárias outras exsicatas para completar as descrições e ilustrações. Para a lista de coletores foi selecionado um espécime por município paranaense. As ilustrações foram produzidas pelo primeiro autor, com o auxílio de microscópio estereoscópico, em nanquim sobre papel vegetal, posteriormente digitalizadas. O estado de conservação das espécies foi avaliado apenas para o território paranaense e seguiu os critérios da IUCN versão 3.1 (2001).
Mostrar mais

31 Ler mais

O gênero Miconia (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Miconia (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Arbustos a arvoretas ca 2,5m alt.; ramos jovens, pecíolos, face abaxial das folhas, inflorescências e hipanto moderada a densamente recobertos por tricomas estrelados e dendríticos, face adaxial glabrescente. Folhas com pecíolo 0,7-1,5cm compr.; lâmina 8,4-19,4×3,6-10,8cm, discolor, cartácea a subcoriácea, elíptica a lanceolada, base atenuada, aguda a arredondada, ápice acuminado, remotamente denticulada no terço distal, nervuras 3+2, acródromas basais. Panículas escorpióides, 9,5-22,6cm compr., terminais. Flores 5(-6)-meras; hipanto 2-2,3mm compr.; cálice persistente, lacínias internas 1-1,2mm compr., triangulares, dentículos externos muito reduzidos; pétalas ca. 2,6x1,8mm; estames 10(-12), levemente dimorfos, anteras 1,3-1,6mm compr., brancas, uniporosas, conectivo longamente prolongado abaixo das tecas, com calcar dorsal curto e 2 aurículas ventrais ou apenas 2 aurículas ventrais; ovário trilocular, papiloso, estilete abruptamente alargado no ápice. Baga imatura castanha, madura enegrecida, 30-50 sementes. Material examinado: BRASIL. Paraná: Campina Grande do Sul, XII/1972, Hatschbach 23951 (MBM). Guaraqueçaba, IV/1995, Ziller 800 (MBM). Cerro Azul, II/1961, Hatschbach 7719 (MBM, UPCB).
Mostrar mais

21 Ler mais

O gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná - Brasil.

O gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná - Brasil.

O trabalho apresenta a flora do gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná. Ocorrem 12 espécies de Anthurium no estado: A. acutum, A. comtum, A. gaudichaudianum, A. hatschbachii, A. lacerdae, A. loefgrenii, A. marense, A. pentaphyllum, A. scandens subsp. scandens, A. sellowianum, A. sinuatum e A. urvilleanum. As espécies estão distribuídas exclusivamente na Floresta Ombrófila Densa, com exceção de A. loefgrenii que ocorre também em restinga arbórea, de A. gaudichaudianum que ocorre também no Cerrado e transição entre Floresta Ombrófila Densa e Mista, e de A. sinuatum que ocorre apenas na Floresta Estacional Semidecidual. Há cinco espécies ameaçadas de extinção para o estado: A. hatschbachii e A. urvilleanum (Criticamente em Perigo), A. sinuatum (Em Perigo) e A. lacerdae e A. marense (Vulneráveis). Relata-se como novidades morfológicas: a presença de tricomas no eixo axilar do ovário em A. hatschbachii, A. lacerdae, A. marense, A. sinuatum e A. urvilleanum; e a placentação do tipo axial apical para A. acutum. São apresentadas chave de identificação, descrições, pranchas de fotos e ilustrações, distribuição geográfica, comentários taxonômicos e o estado de conservação para todas as espécies. Palavras-chave: flora, levantamento florístico, taxonomia.
Mostrar mais

22 Ler mais

O gênero Campomanesia (Myrtaceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Campomanesia (Myrtaceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Campomanesia Ruiz & Pav. pode ser reconhecido pelo ovário 4–18–locular, com vários óvulos por lóculo, e parede locular glandular nos frutos maduros, que serve como um falso envoltório das sementes. Normalmente todos ou todos menos um óvulo abortam em cada lóculo. Apresenta pedúnculos unifloros, dicásios ou racemos, e os botões têm cálice desde aberto até completamente fechado. No estado do Paraná, o gênero apresenta 11 espécies (C. adamantium, C. aurea, C. eugenioides, C. guaviroba, C. guazumifolia, C. neriiflora, C. pubescens, C. reitziana, C. schlechtendaliana, C. sessiliflora, C. xanthocarpa), distribuídas por todos os tipos de vegetação. Campomanesia neriiflora teve seus frutos descritos pela primeira vez. Neste trabalho são apresentadas chave de identificação, descrições, ilustrações, dados sobre distribuição geográfica e lista de materiais selecionados para as espécies de Campomanesia do Paraná.
Mostrar mais

11 Ler mais

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes Estabelecimentos de Ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude. O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições. Em muitas escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. (PARANÁ, 2010, apud MARTINS, 1999, p. 6)
Mostrar mais

101 Ler mais

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

A produção colonial-camponesa relativamente rústica vivia da força-de-trabalho familiar e tinha parte de sua produção expropriada pelo Estado, pela produção artesanal e industrial regional e, sobretudo, pelo capital mercantil. Enquanto houve terra disponível, jovens camponeses casados e liberados da tutela familiar abriam novas glebas na região ou, na falta delas, nas colônias novas. No Sul, após ocupar a encosta inferior e superior do planalto, a economia colonial-camponesa expandiu-se para o Planalto Central, para o Alto Uruguai, para as Missões, para o Oeste de Santa Catarina, para o Oeste do Paraná etc., ultrapassando, nesse processo, as próprias fronteiras nacionais. 92
Mostrar mais

44 Ler mais

Sinopse do gênero Manihot Mill. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil.

Sinopse do gênero Manihot Mill. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil.

além do Paraguai. A citação de M. pentaphylla na “Lista de Espécies da Flora do Brasil” como ocorrente no Estado de São Paulo pode ser atribuída a um erro de identificação, tendo em vista que essa espécie é bastante semelhante a M. fruticulosa, táxon encontrado na região de Pedregulho, cidade que faz divisa com o Estado de Minas Gerais. Vale ressaltar que na monografia de Rogers & Appan (1973) os autores já ressaltam a semelhança morfológica entre essas duas espécies, já que ambas apresentam os lobos foliares com formato semelhante e hábito idêntico. No caso de M. tenella Müll. Arg., embora a coleção- tipo seja do Estado de São Paulo, este material não se encontra disponível nos herbários do Estado para ser observado, e os únicos materiais localizados não foram coletados no Brasil, e sim no Paraguai, e estando depositados no “The Missouri Botanical Garden’s Herbarium” (MO). Outro táxon citado na “Lista de Espécies da Flora do Brasil” (Cordeiro et al. 2013) - M. handroana Cruz - está sendo tratado neste manuscrito como sinônimo de M. jolyana Cruz, sendo proposta aqui a sinonimização formal, pois a análise
Mostrar mais

10 Ler mais

Show all 10000 documents...