Top PDF O gênero textual fanzine como motivador da aprendizagem da língua inglesa de alunos do ensino fundamental de uma escola pública: experiências de um professor em formação inicial

O gênero textual fanzine como motivador da aprendizagem da língua inglesa de alunos do ensino fundamental de uma escola pública: experiências de um professor em formação inicial

O gênero textual fanzine como motivador da aprendizagem da língua inglesa de alunos do ensino fundamental de uma escola pública: experiências de um professor em formação inicial

Estudos apontam para a relevância do ensino de línguas em torno dos gêneros textuais. De acordo com Marcuschi (2008), os gêneros textuais servem para a interação sócio-discursiva e caracterizam-se por suas funções comunicativas, cognitivas e institucionais. Os professores de línguas podem desenvolver suas atividades, buscando a interação, pelo uso dos gêneros. O objetivo dessa pesquisa é investigar de que forma o gênero textual fanzine, aplicado à luz de uma sequência didática, pode motivar os alunos, de maneira lúdica, à aprendizagem da língua inglesa. Nossa pesquisa ocorreu durante o estágio de regência, em uma escola pública no 7° ano do ensino fundamental na cidade de Campina Grande/PB. Para esta pesquisa, nos baseamos em Dolz et. al. (2004, 2005/2006) e Cristóvão (2009) sobre sequência didática, Marcuschi (2008) em relação ao uso dos gêneros de texto no ensino de línguas estrangeira, e Masgoret e Gardner (2003) sobre motivação, Barbosa (2012) acerca das noções sobre ludicidade e Magalhães (1993) em relação às definições em torno do gênero fanzine. Percorremos por duas subseções: (i) investigação das capacidades de linguagem nas atividades dos módulos da sequência didática e (ii) a produção do gênero textual incluindo a motivação e ludicidade em sua escrita. Os resultados da nossa pesquisa apontam que os alunos tiveram uma boa aceitação mediante a proposta desse gênero multifacetado e instigante da criatividade, curiosidade, além de uma participação ativa. Estes fatores contribuíram para que os discentes aprendessem a língua inglesa de maneira lúdica, além de desenvolver as capacidades de linguagem de forma eficaz.
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Mais gênero textual, menos gramática: proposta de ensino de língua inglesa com o cartão postal por estagiários em uma escola pública

Mais gênero textual, menos gramática: proposta de ensino de língua inglesa com o cartão postal por estagiários em uma escola pública

Se refletirmos dessa maneira, o estágio nos cursos de licenciatura se restringe a apenas observar e imitar professores e modelos de aula, sem analisar crítica e teoricamente a realidade social do processo de ensino-aprendizagem, assim como em uma das concepções que Pimenta e Lima (2005/2006) trazem. Mas, as autoras também nos mostram uma concepção de que o grande objetivo do estágio supervisionado é aproximar o professor em formação inicial à realidade em que ele será introduzido enquanto profissional, mostrando que o estágio não é somente prática, no sentido de fazer, mas uma forma de refletir a partir da ação, analisando e questionando criticamente, assim como foi feito no de Estágio Supervisionado I , disciplina que é ofertada no curso de graduação de Letras Habilitação em Língua Inglesa da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que tem a finalidade de expor o aluno, através das observações, a prática docente no ensino fundamental e médio.
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A sequência didática: possibilidade de aprendizagem teórica e prática para o professor de língua inglesa em formação inicial

A sequência didática: possibilidade de aprendizagem teórica e prática para o professor de língua inglesa em formação inicial

Com embasamento em Dolz et. al. (2004), a sequência didática é um conjunto de atividades planejadas que colaboram para o ensino dos conteúdos em um sistema organizacional através da escolha de um gênero que serve como norte para o auxílio do trabalho do professor em formação inicial. O objetivo desta pesquisa é verificar de que forma a produção e aplicação de uma sequência didática contribuem para a aprendizagem teórica e prática da estagiária, autora desse artigo. Este estudo foi realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Nossa Senhora do Rosário, na cidade de Campina Grande/PB, em uma turma com 35 alunos. A base teórica que norteia o nosso trabalho é composta pelas definições de estágio (PIMENTA e LIMA, 2004); concepções de linguagem (CELANI (s/d); documentos oficiais referentes ao ensino de língua inglesa (BRASIL, 1998, RABELLO e PASSOS, 2010; BRONCKART, 2007); sequência didática (DOLZ et. al., 2004; CRISTÓVÃO, 2009); gênero textual (MARCUSCHI, 2008) e gramática contextualizada (ANTUNES, 2007). Dividimos nossa análise em dois momentos: (i) a produção da sequência didática e (ii) sua aplicação. Usa-se como instrumento avaliativo a observação crítica-reflexiva de autoavaliação da autora deste texto. Os resultados finais da aplicação da sequência didática são positivos, pois esta é um meio facilitador para alcançar os objetivos da estagiária, que foram a mediação e produção do conhecimento de forma eficaz. Desse modo, podemos dizer que este material didático contempla a criatividade, autonomia e o desenvolvimento reflexivo como meio de adequação da prática pedagógica pela professora em formação inicial.
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O PIBID NA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA: EM BUSCA DO PARAÍSO PERDIDO

O PIBID NA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA: EM BUSCA DO PARAÍSO PERDIDO

Vicentini e Lugli (2009), em seu estudo sobre a construção da profissão docente no Brasil, asseveram que, historicamente, a profissão professor foi construída sob dois pilares principais: o reconhecimento simbólico e a recompensa financeira. O reconhecimento simbólico estaria relacionado ao status da profissão, reconhecimento social de sua relevância, em grande parte derivada de uma visão sacerdotal da atividade em que operam sentidos como sacrifício e abnegação do professor (LÉLIS, 2013). A recompensa financeira, por sua vez, teria relação com o processo histórico de precarização da profissão docente. Este paradigma se opunha diretamente ao aspecto anterior do reconhecimento simbólico, visto que, por exigir formação constante e dedicação exclusiva ao ofício, faziam com que a remuneração do professor não estivesse à altura da complexidade de sua função. A partir de 1950, tal realidade impulsionou a organização dos professores em associações e sindicatos em busca de novas reivindicações para a categoria, tendo em vista o crescente desprestígio e a desvalorização de seus salários.
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Integrando ferramentas digitais ao ensino/aprendizagem da língua inglesa em contexto de escola pública

Integrando ferramentas digitais ao ensino/aprendizagem da língua inglesa em contexto de escola pública

Um dos pontos fortes do Duolingo, é a facilidade de uso por qualquer pessoa, mesmo por aqueles que não possuem um conhecimento de forte de informática. Em nossa pesquisa as TICs possibilitaram visualizar um caminho viável para participação dos alunos, de forma que eles próprios protagonizaram sua aprendizagem sem a intervenção direta do professor. Bem como permitir ao professor estipular um caminho didático digital em ensinar e aprender com novas mídias. Isso permite mudanças nos paradigmas atuais, ou seja, a aula do professor pode ser homogenia, porém a aprendizagem e os próprios alunos são heterogêneos, uma mudança de paradigma possível mediante uso das TICs é individualizar o ensino, torná-lo também heterogêneo.
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A formação inicial do professor de língua inglesa e os desafios educacionais no contexto brasileiro

A formação inicial do professor de língua inglesa e os desafios educacionais no contexto brasileiro

Ignorar essas mudanças é uma incoerência. Não é mais pertinente utilizarmos os mesmos recursos e as mesmas metodologias as quais aprendemos a língua inglesa. Hoje a acessibilidade desta língua está diante das crianças e adolescentes em tempo real. Não podemos competir com algo tão atraente e sedutor, que é este avanço tecnológico e as variadas formas na quais eles se representam. Logo, é cabível fazer uso desses recursos para criar uma conexão direta neste tripé do conhecimento: O aluno, o professor e o objeto a ser estudando. Faz-se necessário, uma uniformidade e coerência entre ambos para que os objetivos e propósitos se efetivem. Se os nossos estudantes mudaram. Obviamente que nós professores precisamos acompanhar esta mudança, nos modernizando quanto profissional revisando nossas práticas profissionais e pedagógicas. Revendo nossos conceitos pré concebidos. Mesmo porque, se tentarmos impor aos nossos alunos algo que não é mais aplicável, pertinente e cabível. Nos tornaremos totalmente obsoletos. Logo, precisamos urgentemente estarmos aptos para conduzir com maestria o nosso trabalho com seriedade e eficácia. Nossos aprendizes, sendo este um público infantil, pré adolescentes e ou adolescentes. São pertencentes desta atual geração. Todos os nossos alunos do ensino fundamental nasceram neste século, ou seja, século XXI. Eles estão no lugar certo, na hora certa. Nós professores estamos no lugar errado, e em outro time. Logo, precisamos nos preparar para este novo público. Mesmo porque a tendência é proliferar. Cada dia que passa, nós estamos longe do nosso tempo, e eles estão dentro de um contexto harmonioso e pertinente para a faixa etária deles. Logo, é necessário planejar as aulas com eficiência com diferentes percepções.
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Formação inicial do professor de língua inglesa a partir da abordagem do letramento científico

Formação inicial do professor de língua inglesa a partir da abordagem do letramento científico

Iniciada a aula, o professor informou que eles iriam rever o conteúdo aplicado na aula anterior, visto não terem tido tempo sufi ciente para debater o texto, uma carta trocada entre amigos. A estratégia adotada pelo professor foi copiar o texto no quadro e, ao lado, anotava a tradução de cada frase. Não houve qualquer tipo de “warm up” antes de adentrar no conteúdo a ser estudado, o que poderia antecipadamente introduzir os alunos no universo do texto, ativando seus esquemas mentais e mapas semânticos. Outro problema que observei, refere-se à pronúncia e a forma de tradução. Quanto a pronúncia, percebi que o professor apresenta algumas difi culdades típicas de quem não tem formação específi ca em língua inglesa. Nesse caso, o professor tem formação específi ca em história, e atua na disciplina de inglês para complementar a carga horária que precisa ser fechada. Isso é prática recorrente e confi gura-se comum sério problema a ser enfrentado pela escola pública no Brasil, além de reduzir o espaço do profi ssional habilitado em língua estrangeira. No que diz respeito à tradução, segue-se o método tradicional, ou seja, traduz-se palavra por palavra, sem considerar o contexto ou a perspectiva da inferência que possibilita construir sentido e signifi cado.
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O PROCESSO DE INCLUSÃO DIGITAL NO CONTEXTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA

O PROCESSO DE INCLUSÃO DIGITAL NO CONTEXTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA

inclusão digital inserida nas escolas, é importante que os professores utilizem no currículo escolar esses instrumentos tecnológicos de auxílio em cada disciplina pedagógica para ministrarem suas aulas de maneira mais confiante. A utilização do laboratório de informática sem um planejamento pode não ser bem sucedida, pelo contrário, pode ser até mesmo um “fiasco” para o professor. Estar bem preparado é uma forma de garantia de êxito no ensino e aprendizagem, principalmente no ensino de outra língua, como a LI, por exemplo. Entendemos que o professor deveria se engajar e preparar suas aulas tendo a crença de que seu aluno poderá ter contato com uma língua estrangeira somente durante sua aula, pois não é sempre que os alunos têm a condição de frequentar cursos de idiomas. Por isso, vemos a necessidade de o professor de LI buscar continuamente o conhecimento, se preparando cada dia mais, isso é, uma educação continuada, que beneficiará não somente ao corpo discente, mas a ele próprio. O computador e a Internet são inovações tecnológicas que vêm para auxiliar o trabalho do professor. Não é preciso que o educador se sinta inquieto diante desses recursos tecnológicos, antes de tudo, devemos encará-los como colaboradores do trabalho Com a inserção das novas tecnologias, o currículo escolar atualizado pode ser o começo de uma Educação centrada no aluno, pois nos desvencilharemos dos métodos
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Experiências em formação inicial de professores e o ensino-aprendizagem de língua italiana para a terceira idade

Experiências em formação inicial de professores e o ensino-aprendizagem de língua italiana para a terceira idade

•Fornecer ao aluno subsídios para que ele possa refletir acerca da situação atual do ensino de línguas no Brasil, oferecendo fundamentação teórica básica sobre o ensino de línguas estrangeiras para a terceira idade, de modo a propiciar a estruturação de seu futuro trabalho como professor, face às diferentes realidades educacionais em que poderá atuar.

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Pedagogia de gênero no ensino da língua inglesa como língua adicional: pesquisa-ação no ensino fundamental da rede pública no RN

Pedagogia de gênero no ensino da língua inglesa como língua adicional: pesquisa-ação no ensino fundamental da rede pública no RN

Nos PCN‟s “demonstrar compreensão geral de tipos de textos variados, apoiado em elementos icônicos (gravuras, tabelas, fotografias, desenhos) e/ou em palavras cognatas” – é uma estratégia de leitura oriunda da perspectiva do Inglês para fins específicos (HUTCHINSON; WATERS, 1987) e corresponde a seção contextual da rubrica do R2L “propósito”, que discorre sobre escolha apropriada do gênero. No ítem seguinte, “selecionar informações específicas do texto”, que pode ser relacionada ao item “estágios” da rubrica do R2L, pois faz referências aos estágios que cada gênero possui. Tendo ciência da formação do gênero que está sendo trabalhado, o aluno tende a ter mais facilidade de idenficar onde estão informações específicas no texto. A seguir temos “Demonstrar conhecimento da organização textual por meio do reconhecimento de como a informação é apresentada no texto e dos conectores articuladores do discurso e de sua função enquanto tais” corresponde à seção do discurso do R2L “conjunção” que discorre sobre a relação lógica entre e as sentenças. Dando continuidade, o ítem seguinte relata que o aluno deve “Demonstrar consciência de que a leitura não é um processo linear que exige o entendimento de cada palavra” também se relaciona com a rubrica do R2L correspondendo ao item “campo” da seção contextual do R2L, pois discorre a respeito do quão bem estruturado está um texto, se suas questões, contexto e pontos vista são apresentados coerentemente. Dando continuidade, os PCN‟s descrevem que o aluno também deve “Demonstrar consciência crítica em relação aos objetivos do texto, em relação ao modo como escritores e leitores estão posicionados no mundo social”. Esse item está relacionado à seção contextual da rubrica do R2L “relações” que discorre a respeito de como o escritor envolve o leitor com seu texo, fazendo uso de argumentos convincentes e objetivos. Por fim, os PCN‟s apontam que nos anos finais do Fundamental II, o aluno deve “Demonstrar conhecimento sistêmico necessário para o nível de conhecimento fixado para o texto.”. Este item está relacionado à seção contextual da rubrica do R2L, “modo”, que discorre a respeito de quão bem escrito está a linguagem do texto para o nível escolar, ou seja, se está adequado ao nível de compreençao do leitor.
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Ensino-aprendizagem de língua inglesa no ensino fundamental: um estudo de crenças

Ensino-aprendizagem de língua inglesa no ensino fundamental: um estudo de crenças

Não obstante “crença” seja um termo difícil de delimitar, devido ao vasto leque de significados, Woolfolk Hoy e Murphy (2001 apud VIEIRA-ABRAHÃO; BARCELOS, 2006, p. 91) relatam que as crenças sofrem modificações de acordo com suas origens, as quais estão interligadas às nossas experiências pessoais. Por esse motivo, Price (1969, apud VIEIRA- ABRAHÃO; BARCELOS, 2006, p. 89) declara que esse termo é algo pertencente à nossa vida durante um período de tempo, seja ele curto ou longo. Desse modo, vemos que o contexto onde estamos inseridos influencia diretamente as interpretações dos acontecimentos aos quais somos submetidas, corroborando a ideia de Barcelos (2004), sob a ótica de Dewey (1993, apud VIEIRA-ABRAHÃO; BARCELOS, 2006, p. 18), de que as crenças são formas de ver e perceber a realidade com base no processo de interação e na interpretação de experiências de vida. Desse modo, a autora, juntamente com Kalaja (2003 apud VIEIRA- ABRAHÃO; BARCELOS, 2006, p. 18) defende o pensamento de que as crenças, além de construídas social e contextualmente, uma vez que mudam conforme a interação com o ambiente e os grupos sociais, são dinâmicas, modificando-se ao longo do tempo. Isso, portanto, faz cair por terra a teoria perpetuada nas décadas de 70, 80 e 90, no exterior e no Brasil, de que crenças seriam estruturas mentais fixas, prontas e estáveis “localizadas dentro da mente das pessoas” (KALAJA, 2003 apud VIEIRA-ABRAHÃO; BARCELOS, 2006, p.18). Ademais, Barcelos (2006a) formula que
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Tecnologia móvel no ensino e aprendizagem de língua inglesa na escola

Tecnologia móvel no ensino e aprendizagem de língua inglesa na escola

É por esse motivo que, impelido pelas novas circunstâncias e demandas educacionais, o professor sente a necessidade de adaptação a esta nova realidade. Como educador, vê-se obrigado a admitir a influência que a Internet e os dispositivos móveis (smartphones e tablets) exercem sobre sua prática pedagógica, ainda que à sua revelia. Diante, portanto, das perspectivas de uso das tecnologias de informação e comunicação móveis sem fio (TICMS), aplicadas ao processo de ensino- aprendizagem, surge a possibilidade de implementação de um plano pedagógico, caracterizado pela adoção das tecnologias móveis para a aprendizagem de língua estrangeira. A possibilidade de uso desses recursos remete a distintas considerações que justificam o presente trabalho de pesquisa.
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FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA: MULTILETRAMENTOS E CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS EM AMBIENTES VIRTUAIS

FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA: MULTILETRAMENTOS E CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS EM AMBIENTES VIRTUAIS

consumidores de textos, mas analistas e produtores de materiais, e, mediados pelas tecno- logias, usar a multimodalidade. Para isso, precisam passar por uma experiência significativa. Acredita-se que eles necessitam ler textos e o “mundo” que os cerca sob uma lente crítica. Para este estudo, apresentam-se dados gerados em atividades escritas, que foram escolhidas aleatoriamente: uma síntese com um posicionamento crítico sobre um docu- mentário, assim como a construção de um mapa conceitual virtual advindo de uma plata- forma interativa, juntamente com um texto e a opinião escrita dos alunos sobre o uso dessa ferramenta. Os multiletramentos (KALANTZIS; COPE, 2016), compreendindos como multiplicidade de letramentos que englobam a diversidade linguística e cultural, assim como a pluralidade cívica, promovem agência, envolvendo o letramento impresso, a multimoda- lidade, as novas mídias digitais (GEE, 2015), e favorecem a criticidade nas interações dis- cursivas em um mundo globalizado. Procura-se apontar maneiras de lidar com o ‘COMO” da pedagogia dos letramentos do GNL, ou seja, mostrar exemplos, de como trabalhar com a pedagogia dos letramentos de maneira pragmática, envolvendo construção de sentidos e o uso das tecnologias digitais na formação inicial de professores de língua inglesa.
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JOGOS DIGITAIS: uma experiência de aprendizagem de língua inglesa em uma escola pública

JOGOS DIGITAIS: uma experiência de aprendizagem de língua inglesa em uma escola pública

dos tais. A ênfase, porém, se deu nos estudos sobre a aprendizagem baseada em jogos digitais, especialmente, nos princípios de “bons jogos” de Gee (2005). Os resultados demonstraram que os participantes dessa pesquisa se encaixam no perfil de nativos digitais (PRENSKY, 2001, 2011) e de tech-comfy (PEGRUM, 2009), pois estão constantemente conectados e bem familiarizados com recursos tecnológicos. Além disso, os alunos-participantes foram unânimes ao afirmarem que acreditam ser possível aprender inglês por meio de jogos digitais, e que as tecnologias digitais podem favorecer essa aprendizagem. Porém, verifiquei também que esse uso ainda não está normalizado na escola, e que, apesar de possuírem acesso a esses recursos, eles ainda não são plenamente utilizados nesse ambiente, que caminha na contramão da realidade digital de nossa sociedade. Após a experiência das sessões de jogos, os participantes relataram que perceberam uma melhora em seu desempenho linguístico, principalmente nas habilidades de leitura e escrita. Eles também confirmaram o poder que os jogos digitais possuem de estimular, provocar e motivar seus jogadores. Portanto, as oportunidades de aprendizagem que emergem nesse contexto possuem mais chances de se efetivarem de forma significativa para os alunos.
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A TRADUÇÃO NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: CRENÇAS DE PROFESSORAS EM FORMAÇÃO INICIAL

A TRADUÇÃO NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: CRENÇAS DE PROFESSORAS EM FORMAÇÃO INICIAL

Este estudo de caso visa a investigar as crenças de três professoras de inglês em formação acerca do uso da tradução (interlingual, intralingual e intersemiótica – cf. Jakobson, 1959) em suas aulas. O referencial teórico desta pesquisa fundamenta-se nas áreas de concentração sobre os estudos da tradução e a sua interface com o ensino de língua estrangeira (Jakobson, 1959; Welker, 2003; Cook, 2012, dentre outros); bem como nos estudos sobre crenças (Vieira-Abrahão, 2006; Gimenez, 1994; Silva, 2011; Barcelos, 2004; dentre outros) e formação inicial de professores no âmbito da graduação (Vieira-Abrahão, 2010; GIL, 2005, dentre outros). Os instrumentos de coleta de dados utilizados foram: questionário semi-estruturado, entrevista semi-estruturada e narrativa. Os dados coletados foram analisados com base em três categorias de crenças que correspondem às três modalidades de tradução propostas por Jakobson (1959): 1) Crenças sobre o uso da tradução intralingual; 2) Crenças sobre o uso da tradução intersemiótica; 3) Crenças sobre o uso da tradução interlingual. Os resultados apontam que as três professoras que informaram a pesquisa afirmam utilizar as três modalidades de tradução em suas aulas, apesar de acreditarem que o professor deve lançar mão, primeiramente, das modalidades intralingual e intersemiótica da tradução, em detrimento da modalidade interlingual, a qual, segundo as três professoras, deveria ser utilizada como um último recurso, caso as tentativas de utilização das outras duas modalidades de tradução não sejam bem-sucedidas. A origem de tal escolha, segundo as participantes da pesquisa, é influenciada pelos paradigmas da prática reflexiva dos professores e do ensino comunicativo de línguas. Além disso, as três informantes não consideram que o uso da tradução seja prejudicial ao processo de ensino-aprendizagem de inglês.
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A LINGUÍSTICA APLICADA COMO OBJETO DE DISCURSO:  IMPLICAÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR  DE LÍNGUA INGLESA

A LINGUÍSTICA APLICADA COMO OBJETO DE DISCURSO: IMPLICAÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA

Já a disciplina do sétimo semestre, nomeada de Introdução à Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira (ILA), era formada por sete alunos e tinha suas aulas ministra- das pelo professor formador 1 (PF-1). Dentre os seus principais objetivos, lançou-se: apresentar ao aluno alguns dos principais conceitos na área de LA para que se pudesse obter uma compreensão geral da literatura em LA, além disso, a disciplina procurava tra- tar de agendas de leituras da LA que tematizam sobre o ensino e aprendizado de línguas. Quanto aos dados gerados, temos transcrições de aulas e respostas aos instrumen- tos de pesquisa: questionários discursivos e entrevistas semiestruturadas que fizeram com que os sujeitos da pesquisa reverberassem vozes, já ditos, pré-construídos que foram re- gistrados, selecionados e analisados. Cumpre salientar que, ao fazer o mapeamento dos dados, tivemos o cuidado de não condicionar os dizeres, levar os sujeitos a dizerem o que esperávamos que dissessem, uma vez que mantivemos o nosso compromisso como pes- quisadoras, orientando-nos pela abordagem etnográfica de pesquisa.
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Um olhar sobre o ensino aprendizagem de língua inglesa para alunos surdos

Um olhar sobre o ensino aprendizagem de língua inglesa para alunos surdos

Este trabalho de conclusão de curso surgiu após a pesquisadora cursar as disciplinas de Libras I e Libras II e sentir a necessidade de se lançar um olhar sobre o processo de ensino aprendizagem da Língua Inglesa para o aluno surdo incluso no ensino regular. Sendo assim a pesquisa objetivou observar e descrever este processo, como também verificar as possíveis lacunas existentes. O desenvolvimento do trabalho baseou-se em estudos bibliográficos de alguns documentos oficiais que retratam a Inclusão, no acompanhamento de aulas em uma classe de terceiro ano do Ensino Médio, do Colégio Estadual Castro Alves, localizado em Pato Branco, PR, e na aplicação de questionários aos participantes envolvidos no processo de ensino aprendizagem dentro dessa atmosfera. Os sujeitos envolvidos na pesquisa foram: um aluno surdo como foco principal, uma aluna ouvinte, uma professora de Inglês e uma tradutora/intérprete de Libras. Ao longo da pesquisa que teve por duração 06 (seis) horas/aula, foi possível detectar informações sobre o objetivo pretendido, no qual se envolveram questões de aspectos educacionais, sociais e pedagógicos, fundamentados na Lei Federal Nº 7.853 que trata da integração da Pessoa Portadora de Deficiência no ensino regular, assim como na Lei Nº 10.436/2002 que reconhece a Libras como meio legal de expressão e comunicação do indivíduo surdo. Devido ao número de participantes, a pesquisa configura-se como qualitativa etnográfica interpretativa. Durante as observações constataram-se dificuldades de aprendizagem da Língua Inglesa tanto por parte do aluno surdo, quanto por parte do aluno ouvinte, sendo que o aluno surdo apresenta defasagem com um grau mais acentuado relacionado ao seu desenvolvimento nessa área. Com a investigação, concluiu-se que há vários fatores que comprometem o ensino aprendizagem da Língua Inglesa por surdos, dentre estes os resultados indicaram que existe a necessidade de adaptação de recursos didáticos diferenciados, principalmente aqueles que envolvam o campo visual, já que por falta da audição, uma das características culturais bastante desenvolvidas pelos surdos é a de serem extremamente visuais. Outra constatação é a de que existe certo despreparo do professor para lidar com realidades diferentes do idealizado para o aluno ouvinte, o que dificulta que o processo de inclusão dessa minoria linguística ocorra de forma mais proveitosa. Por fim, acredita-se que o olhar aqui relatado, somados a outras pesquisas realizadas nesta área, poderá contribuir, significativamente, para que o processo de ensino aprendizagem da Língua Inglesa por alunos surdos seja cada vez mais motivador e eficaz.
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Percepções de alunos de escola pública sobre projetos de letramento crítico para o ensino de língua inglesa

Percepções de alunos de escola pública sobre projetos de letramento crítico para o ensino de língua inglesa

Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática (FREIRE, 2016). Partindo desse pressuposto, a pesquisa exerce uma função essencial na prática docente, uma vez que oportuniza o pensar sobre o fazer. Foi em razão de uma pesquisa de conclusão de curso na área de Linguística Aplicada, no curso de Letras da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que este texto foi elaborado. Seu propósito é apresentar discussões teórico-práticas que integram a fundamentação teórica dessa pesquisa, que, por sua vez, tem como objetivo investigar se alunos da escola pública tornam-se mais motivados a aprender Inglês em sala de aula por meio da experiência com projetos de Letramento Crítico. Para isso, é apresentado brevemente conceitos de Pós-Método e Letramento Crítico, bem como os conteúdos ideológicos presentes nas Orientações Curriculares para o Ensino Médio (2006) e nas Diretrizes Curriculares de Educação Básica de língua estrangeira moderna (2008). Os conceitos apresentados são fundamentados em Kumaravadivelu (1994), que disserta sobre a concepção de pós-método, em Menezes de Souza (2011) e em Jordão (2011) que se propõem a esclarecer algumas questões acerca de Letramento Crítico. Busca-se também traçar uma relação entre o texto de Jordão e um e-book sobre projetos de letramento produzido por Oliveira, Tinoco e Araújo Santos (2014). A investigação empírica da pesquisa foi realizada por meio de um projeto de Letramento Crítico com o tema de Eating habits (Hábitos alimentares), elaborado durante um curso ofertado pelo projeto de extensão Professores sem Fronteiras: formação inicial e continuada em línguas estrangeiras e adicionais na UFPR em 2019. Durante a investigação foram aplicados questionários aos alunos de uma turma de 2º ano de Ensino Médio de uma escola de um bairro periférico da cidade de Curitiba, Paraná. Uma análise inicial aponta para um resultado positivo quanto aos alunos sentirem-se motivados em estudar Inglês vivenciando projetos de Letramento Crítico.
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