Top PDF Gênero na Educação Infantil

Gênero na Educação Infantil

Gênero na Educação Infantil

Este trabalho tem como ponto de partida observar as crianças quanto a suas escolhas e preferências de brincadeiras, brinquedos, cores, forma de tratamento, roupas, estilos. Tem como objetivo geral: observar e compreender as várias situações que envolvem gênero na Educação Infantil no que se referem às brincadeiras, brinquedos e preferências das crianças. Os objetivos específicos são: observar se há estereótipos de gênero nas brincadeiras infantis; identificar o comportamento das crianças e suas falas que mostram preconceitos e discriminações quanto a estereótipos e/ou relações de gênero; propor contribuições para o desenvolvimento das crianças com respeito ao diferente e ao diversificado; propor ações que possam respeitar o direito das crianças quanto suas escolhas de brinquedos, brincadeiras e grupo de amizade sem que se tenham preconceitos quanto às relações e estereótipos de gênero. O método utilizado será a observação, cuidando para não constranger nenhuma criança, nem modificar ou intervir em suas brincadeiras, respeitando suas escolhas. Com os resultados pode-se contribuir para a construção de práticas de respeito e diversidade de gênero. Com a observação encontrei algumas situações que apresentaram estereótipos, com falas que mostraram algum preconceito quanto às brincadeiras e brinquedos. Pode-se concluir que de modo geral, a variedade dos brinquedos e as diversas opções de brincadeiras favorecem para que todos os espaços sejam ocupados por todos sem discriminação. Percebeu-se que o brinquedo e a brincadeira têm grande contribuição para o desenvolvimento da criança, principalmente relacionado com o tema gênero que precisa ser vivenciado, ensinado e praticado na Educação Infantil.
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As Relações de Gênero na Educação Infantil

As Relações de Gênero na Educação Infantil

Ao olharmos a composição dos grupos infantis nas instituições de educação infantil, não estamos apenas frente a um conjunto de crianças e adultos com determinadas características biológicas, mas sim, frente a sujeitos sociais, constituídos e pertencentes a uma etnia, a uma geração, a um gênero, a uma cultura. Aspectos que atravessam a composição das relações e a própria constituição do ser humano. Meninas, meninos, negros, brancos, asiáticos, indígenas, brasileiros, estrangeiros, moradores e moradoras do interior da ilha ou do centro urbano, católicos, evangélicos, do candomblé... sujeitos constituídos por fatores socioculturais que os tornam, ao mesmo tempo, seres únicos e também com características comuns que os identificam a determinados grupos sociais. (FLORIANÓPOLIS, 2012, p. 59.)
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Relações de gênero na educação infantil: análise de ilustrações nos blogs educacionais

Relações de gênero na educação infantil: análise de ilustrações nos blogs educacionais

[...] que as DCNEI (BRASIL, 2009) se eximem de uma importante função social no que diz respeito às discussões das temáticas de gênero e sexualidade no âmbito da escola (Ibid. 197). E destacam [...], julgamos importante mencionar que, mesmo com a crescente visibilidade que as questões de gênero e sexualidade têm ganhado especialmente a partir do final do século XX no âmbito educacional, em 2014 tivemos a aprovação do atual Plano Nacional de Educação (PNE/ Lei 13.005/2014). Nesse Plano as questões de gênero e sexualidade sequer foram citadas e limitou-se a um objetivo genérico de combate a qualquer forma de discriminação. Em razão da não inclusão das questões de gênero e sexualidade no PNE, sugeriu-se que tais questões deveriam integrar os Planos Estaduais e Municipais de Educação, cujas apresentações e homologações deveriam ocorrer em junho de 2015. Desse modo, entendemos que as ausências podem estar refletindo as negociações possíveis entre as diferentes forças sociais que pressionam os legisladores. Nesse sentido as DCNEI deixem a desejar ao citar gênero, pois temos um compromisso histórico e cultural com a Educação Infantil, uma vez que “a Educação Infantil nasceu como um instrumento emancipador das relações entre homens e mulheres” (FINCO 2010, p. 68). As questões de gênero aqui problematizadas nos documentos curriculares são fundamentais para pensarmos em uma prática educacional mais igualitária e com uma visão mais crítica e política de professores. Acerca disso, Louro (2013), nos alerta que os silenciamentos também nos dizem muito. Para isso, o conhecimento teórico aliado a práticas educacionais para além de meras reproduções se fazem necessário.
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Direitos humanos e gênero na educação infantil: concepções e práticas pedagógicas

Direitos humanos e gênero na educação infantil: concepções e práticas pedagógicas

Nesta dissertação, apresentam-se resultados de pesquisa de Mestrado em Educação (Bolsa CNPq – abril de 2009 a janeiro de 2011) que teve como objetivo geral verificar as concepções e as práticas pedagógicas de uma professora e de um professor a respeito de direitos humanos, cidadania e gênero em uma escola de Educação Infantil Municipal. Mediante pesquisa qualitativa, desenvolvida por meio de pesquisas bibliográfica e de campo, observaram-se as práticas pedagógicas do professor e da professora e, ao final, realizaram-se entrevistas com o professor, a professora, a diretora, a coordenadora pedagógica e uma atendente de uma escola de Educação Infantil Municipal de Padre Nóbrega, Distrito da cidade de Marília/SP. A Educação Infantil por ser responsável pelos primeiros contatos da criança com um grupo diferente do familiar representa um espaço para a compreensão da coletividade e da importância de pertencimento, aspectos que se referem à cidadania, além disso, essas interações sociais também incidem na construção da identidade de gênero da criança. Educar em direitos humanos, nesse sentido, representa a possibilidade de atuar na compreensão de que essa convivência significa os primeiros passos para a construção de uma sociedade democrática, além de proporcionar a reflexão de que as diferenças existentes entre homens e mulheres não podem ser consideradas justificativas para desigualdades. As desigualdades em questão podem ser reconhecidas na própria composição do corpo docente da Educação Infantil em que a maioria é de mulheres devido à associação da mulher à figura materna e, portanto, aos cuidados, aos baixos salários e à desqualificação profissional, aspectos que se justificam pelos estereótipos que delimitam o que é próprio para mulheres e homens. Observou-se que apesar de essa escola ter um professor em seu corpo docente, fato que poderia permitir a discussão sobre os estereótipos que elegem a mulher como ideal para atuar na Educação Infantil, as organizações escolares lideradas principalmente pela figura da diretora, procuram manter a estabilidade dos papéis sexuais.
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“Será que ele vai ser gay?”:  crianças e as fronteiras de gênero na educação infantil.

“Será que ele vai ser gay?”: crianças e as fronteiras de gênero na educação infantil.

No grupo GT 23, incluído na ANPED a partir da 27ª Reunião Anual de 2004, encontrei outros trabalhos com alguma relação ao tema de minha pesquisa. Destes trabalhos, seis artigos apresentam diretamente relações de Gênero na Educação Infantil, sendo que três deles possuem enfoque no professor, como por exemplo, em Ribeiro (2012), que busca problematizar as falas de educadoras que atuam na Educação Infantil; em Tortato (2008), que traz resultados de pesquisa realizada a partir do trabalho com literatura infantil em um dos módulos de um curso de capacitação dirigido a profissionais da educação e em Zibetti (2007), que revela o que pensam professoras de educação infantil sobre a feminização da profissão docente. Também encontrei três artigos com enfoque em Gênero, Educação Infantil e Infância, que são especificamente, Marangon e Bufrem (2010), cujas preocupações centrais do trabalho recaem sobre os entrelaçamentos e tensões entre aspectos macro, das relações sociais, e micro, das relações escolares, que constituem a construção das subjetividades de gênero no âmbito escolar; Meireles (2009), cuja principal intenção do estudo é compreender como os sujeitos infantis vão se constituindo/transformando enquanto meninas e meninos nas frequentes disputas de poder presentes na Educação Infantil, de modo a superar esta lógica binária e ampliar as suas possibilidades de ser; e Carvalho (2008), que problematiza a organização e distribuição dos espaços, objetos e atividades no cotidiano da Educação Infantil, como cenários e roteiros da construção de hábitos e relações de gênero. Por fim, destaco ainda três artigos do grupo GT 23 relacionando Gênero, Infância e Mídia, em que Scwengber (2013), Pereira (2010) e Roveri (2007) trazem um enfoque de como as mídias tem forte influência sobre as crianças na dominação de seus corpos, ditando padronizações de masculinidades e feminilidades.
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Gênero e Ludicidade na Educação Infantil

Gênero e Ludicidade na Educação Infantil

O presente estudo aborda o tema gênero na educação infantil suas implicações e desafios. É um trabalho de conclusão do curso de Gênero e Diversidade na Escola realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Possui como objetivo conhecer as implicações e os desafios da abordagem de gênero por meio da ludicidade na educação infantil, bem como o desenvolvimento das atividades propostas durantes as aulas. O referencial teórico abarca autores/as como Vygotsky (1984), Scott (1995), Louro (1997), Grossi (1998), Sabat (2004), Stoller (1993) e outras/os. Para a realização deste estudo, uma pesquisa de caráter bibliográfico foi realizada. Também se realizou observação e intervenção em sala de aula e no pátio da escola para analisar e refletir com as crianças sobre os papeis de gênero presentes naquele contexto. Assuntos relacionados a gênero já vêm sendo questionados entre as crianças no cotidiano escolar, muitas vezes, de forma ingênua, outras vezes um tanto quanto preconceituosa, mas acreditamos que se desde cedo esse assunto for abordado com as crianças ficará mais fácil dar continuidade a essas discussões, futuramente. A pesquisa foi realizada no Centro de Educação Infantil (CEI) Pequeno Aprendiz, no Município de Praia Grande, na turma de pré-escolar, de crianças com idade entre quatro e cinco anos. Todas as atividades foram realizadas na própria instituição. O local de observação está situado em um bairro habitado por pessoas de classes populares. Segundo consta no Projeto Político Pedagógico da instituição os alunos/as são filhos de mães trabalhadoras, que usam o CEI como um lugar seguro para que as crianças permaneçam durante a sua ausência, e também filhos/as de pessoas que acreditam na qualidade dos serviços básicos e principalmente educativos oferecidos pela instituição. A pesquisa de campo ocorreu nos meses de agosto e setembro de 2016, no período vespertino, tendo a duração de dois meses entre observação da turma do pré- escolar e a intervenção com as crianças. A pesquisa foi baseada na observação da rotina escolar da educação infantil. Após as observações iniciei as intervenções com atividades lúdicas através de histórias, teatro, dinâmicas de grupo, filmes infantis e brincadeiras; com materiais da própria escola como fantoches, brinquedos, confecção de cartazes e outros materiais disponíveis. Constatei que assim como nessa turma, também na escola, não são desenvolvidas ações educativas para o enfrentamento das desigualdades de gênero e que as crianças têm uma cultura muito forte sobre o que elas consideram mais apropriado para meninos e meninas e já fazem essa separação entre elas.
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Relações de gênero na educação infantil: como brincam as crianças?

Relações de gênero na educação infantil: como brincam as crianças?

A presente pesquisa intitulada: Relações de Gênero na Educação Infantil: como brincam as crianças? tem como objetivo investigar através das brincadeiras como as crianças estão significando o gênero e com isso desconstruir conceitos estereotipados nas ações educativas. A metodologia utilizada para a efetivação deste estudo é a pesquisa qualitativa. Os envolvidos neste trabalho são crianças de 3 e 4 anos da turma do Jardim II do Centro de Educação Infantil Mini Mundo, localizado no município de Mampituba, cidade situada no litoral norte do Rio Grande do Sul. Os participantes tiveram sua identidade preservada e foi garantido o anonimato. Este estudo possibilitou conhecer como as crianças, através das brincadeiras, significam as relações de gênero e de que maneira essas questões aparecem no brincar e na escolha de seus brinquedos. Além disso, essa pesquisa proporcionou o entendimento de que a educação infantil pode exercer um papel fundamental na desconstrução desses conceitos conservadores que contribuem apenas para a desigualdade de gênero.
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Sexualidade e gênero na educação infantil

Sexualidade e gênero na educação infantil

Duas perguntas centrais nortearam o desenvolvimento deste livro, do componente Sexua- lidade e gênero na educação infantil: é possível tratar sobre questões de gênero e sexualidade nessa primeira etapa da Educação Básica? Como isso pode ser feito? Nessa perspectiva, o li- vro está dividido em três unidades. Na primeira, apresento a construção da ideia de infância na história da humanidade. Na segunda, quais elementos são importantes para a construção de práticas pedagógicas nas quais não sejam propagadas as hierarquizações entre as crianças. Apresentarei refl exões de como as crianças são colocadas em processos de aprendizagem que podem produzir diferentes infâncias, a partir de currículos e ações pedagógicas condutoras de dependência/independência do que a sociedade deseja para a construção de um ser legítimo de humanidade. Na terceira unidade, discorro sobre a aprendizagem inventiva. Na mesma oportu- nidade, apresento cenas nas quais você terá acesso ao cotidiano de discussões/problematizações além do ato de fi losofar com crianças dentro de um Centro Municipal de Educação Infantil na cidade de Salvador.
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O TRABALHO COM APOSTILAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E AS QUESTÕES DE GÊNERO

O TRABALHO COM APOSTILAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E AS QUESTÕES DE GÊNERO

O presente trabalho tem como objetivo analisar o uso de apostilas e suas relações com os estudos de Gênero na Educação Infantil, assim como refletir sobre qual é o espaço que se tem nestes ambientes para debater junto às crianças as questões ligadas ao gênero e a sua construção social. Neste contexto, o crescimento da adesão ao uso de apostilas por escolas da Educação Infantil provocou algumas preocupações quanto aos reais interesses desta utilização na primeira etapa da Educação Básica. Qual o benefício das apostilas para as crianças de zero 0 a 5 anos? Qual a qualidade dos conhecimentos apresentados nestas apostilas? De acordo com Bianca Correa (2014) o uso de apostilas na Educação Infantil interfere profundamente nos dois principais eixos estruturantes do trabalho do/a professor/a: a brincadeira e as interações. Buscando compreender estas relações, foram delimitados três objetivos específicos: pesquisar a criança e o papel da Educação Infantil na produção e reprodução da identidade de gênero; apontar um material didático usado na prática pedagógica da educação infantil; e identificar a categoria gênero na prática pedagógica orientada pelo uso de apostilas. Trata-se, portanto, de uma pesquisa de análise documental sob o enfoque da teoria-histórico cultural. A pesquisa busca apresentar reflexões sobre as possibilidades de o/a professor/a ensinar tendo como objetivo o desenvolvimento prospectivo das crianças, principalmente na faixa etária de 3 a 4 anos, e a importância dos conhecimentos acerca da promoção, do respeito e da valorização da identidade de gênero na formação dos/as professores/as da educação infantil para suas contribuições no enfrentamento da violência sexista e homofóbica no âmbito das escolas.
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Educação do corpo e de gênero na educação infantil : uma análise da produção de conhecimento na área da educação

Educação do corpo e de gênero na educação infantil : uma análise da produção de conhecimento na área da educação

Neste sentido, nossa análise pode constatar que a produção de conhecimento apresenta a escola como produtora e reprodutora de normas e concepções de gênero e sexualidade dos sujeitos e de suas identidades. Destaca também que as práticas educativas também são responsáveis por reforçar diferenças e promover o sexismo e, ao apresentar a escola como mantenedora de relações de desigualdade, esta produção atenta para a necessidade da reflexão sobre como as ações educativas têm colaborado com esta estrutura. Buscando colaborar com esta reflexão, defendemos que a livre exploração das crianças das diversas possibilidades de serem meninos e meninas depende também da ação das professoras e professores durante toda a elaboração e mediação das práticas pedagógicas. Cuidado este que vai desde a organização dos espaços e elementos da rotina, até o oferecimento de brinquedos variados e a mediação de situações e intervenções em conflitos. Esta atitude propicia à Educação Infantil um espaço onde identidades femininas e masculinas inter-relacionem-se e se transformem constantemente. Diferentes práticas docentes constituem diferentes sujeitos.
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A inserção de gênero na educação infantil: a

A inserção de gênero na educação infantil: a

a educação de infância portuguesa. Apesar de números ainda desiguais no que tange à igualdade de gênero, Portugal vem, ao longo dos anos, construindo políticas públicas que colocam a educação como área estratégica no combate às desigualdades de gênero. Maria João Cardona ganha destaque ao integrar todo o processo de introdução das questões de gênero e cidadania na educação infantil e no 1º ciclo da educação básica em Portugal, coordenando a elaboração do Guião de EducaçãoGênero e Cidadania – pré- escolar, considerado um marco histórico na inserção da educação de infância nas políticas de igualdade. Maria João Cardona é educadora de infância, psicóloga e formadora de educadoras de infância e professoras/es do 1º ciclo da educação básica em Portugal. Tem mestrado e doutorado em Ciências da Educação, realizados na França, em uma perspectiva da sociologia da educação. A partir da experiência em muitos projetos para a educação de infância, que incluem produção de material e formação docente na articulação das políticas de igualdade e políticas de educação, ela oferece um relato inspirador a respeito de como é possível articular as questões de gênero com as dimensões institucionais, políticas e práticas na proposição de um referencial nacional para a educação de infância em Portugal.
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NOVOS OLHARES PARA AS PEDAGOGIAS DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

NOVOS OLHARES PARA AS PEDAGOGIAS DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Percebendo a necessidade de investir na formação de professores/as, estabelecemos algumas relações que possibilitam contribuir para re-olharmos essa temática. Recente pesquisa realizada na cidade de Canoas/RS constatou que os/as professores/as de educação infantil possuem parcos conhecimentos sobre a construção de gênero na infância (QUARESMA dA SILVA et al., 2012). Segundo essas autoras e o autor, é possível encontrar uma vasta produção científica no que se refere à educação infantil, abordando fundamentalmente a caracterização e a estimulação do desenvolvimento cognitivo-afetivo e motor de meninos e meninas. Contudo, poucas são as investigações sobre a construção das identidades sexuais e de gênero na infância. “las necesidades formativas de los/as docentes aparecen evidenciadas en varias investigaciones que revelan dificultades y resistenciais para trabajar estos temas 5 ” (QUARESMA dA SILVA et al., 2012, p. 3).
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Gênero na educação infantil

Gênero na educação infantil

Falar sobre gênero na Educação Infantil nos permite observar como nossa sociedade está compreendendo está temática na atualidade. Sabemos que é a partir da Educação Infantil que as crianças têm seu primeiro contato com a sociedade, saindo do convívio apenas familiar. Nos artigos pesquisados, foi ressaltado que aos meninos ainda se atribui o estereótipo de que são mais fortes, bagunceiros, corajosos, brigões entre outros adjetivos. Já em relação às meninas, espera-se que sejam carinhosas, responsáveis, delicadas e comportadas. Adjetivos estes que não comportam o momento que vivenciamos, ou seja, ser menino ou menina não está relacionado com o sexo biológico. O ser menino ou menina deve estar relacionado com o que a criança se designa, mesmo sendo muito pequena para realizar essa escolha de maneira definitiva. A criança, ao longo de sua trajetória na escola, vai sinalizando suas preferências que não necessariamente estão de acordo com o que a sociedade espera do seu sexo biológico.
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Gênero na Educação Infantil : Análise dos planejamentos e do PPP de um núcleo de Educação Infantil de Florianópolis

Gênero na Educação Infantil : Análise dos planejamentos e do PPP de um núcleo de Educação Infantil de Florianópolis

Este trabalho aborda questões sobre gênero na Educação Infantil, tendo como objetivo geral analisar o planejamento de seis grupos da pré - escola com vistas a conhecer como a temática de gênero é contemplada. Os referenciais teóricos abarcam autoras como Joan Scott, Miriam Grossi, Daniela Finco, Daniela Auad, Guacira Lopes Louro, Jane Felipe, entre outras. Este é um estudo de caráter qualitativo, sendo realizada uma pesquisa documental e bibliográfica. A coleta de dados possui como foco a análise de documentos de uma unidade de Educação Infantil, tais como o Projeto Político-Pedagógico (PPP) e o planejamento quinzenal da pré-escola, juntamente com os referenciais teóricos que discorrem sobre gênero na Educação Infantil. A Educação Infantil costuma ser o primeiro contato das crianças com a instituição educacional e, dessa maneira, acredita-se que esse espaço precisa contemplar as discussões de gênero para que não sejam reforçados comportamentos estereotipados para meninas e meninos, normatizando, disciplinando e controlando atitudes infantis e reforçando papéis de gênero para cada sexo. Os dados desta pesquisa apontam que, apesar de serem apresentadas duas ou três temáticas contemplando a equidade de gênero nas propostas pedagógicas da unidade, as propostas direcionadas à discussão e à equidade de gênero são mínimas: em sete planejamentos, considerando o número total de 57 planejamentos lidos.
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Atividade docente na educação infantil: gênero e estilo

Atividade docente na educação infantil: gênero e estilo

A pesquisa objetivou conhecer como vem sendo desenvolvida a atividade docente numa escola municipal de educação infantil no inte- rior do estado de São Paulo. Utilizou-se como procedimentos de coleta de dados: observação e análise documental e como instrumentos, a en- trevista e o questionário. Os resultados mostra- ram que a organização da atividade docente na EMEI pesquisada considera as Diretrizes Cur- riculares, bem como a Teoria das Inteligências Múltiplas. Tais prescrições trouxeram mudanças no planejamento e na dinâmica das atividades da escola e geraram incertezas quanto às novas formas de atuação, revelando contradições existentes no trabalho. Nas situações em que o prescrito falha, a professora busca no gênero profissional novas possibilidades de atuação, recriando-as por meio do estilo pessoal.
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Meninos na educação infantil: o olhar das educadoras sobre a diversidade de gênero.

Meninos na educação infantil: o olhar das educadoras sobre a diversidade de gênero.

Rocha (1999) constatou que nas pesquisas sobre educação da criança de 0 a 6 anos apresentadas em congressos até os anos 1990 não existiam estudos que analisassem as relações de gênero. Rosemberg (2001) destaca que somente 3% das pesquisas apresentadas nas reuniões da Associação Nacional de Pós- Graduação Pesquisa em Educação – ANPED tratavam dessa temática (Faria, 2006) e, dentre elas, o destaque para as experiências dos meninos é ainda menor. Um silêncio que revela a prevalência dos estudos sobre as mulheres e sobre o feminino nos estudos que tomam o gênero como categoria de análise (Carvalho, 2001) . Apesar desse panorama, mais recentemente encontram-se estudos que se debruçam sobre as relações entre a Educação Infantil e as questões de gênero sob novos olhares, privilegiando as análises que tenham como referência as próprias crianças ou as masculinidades adultas (Vianna e Finco, 2009; Finco, 2007; Sayão, 2007; Gomes, 2006; Gobbi, 1997) .
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Conversando Sobre Gênero em uma Escola de Educação Infantil: Percepções dos Educadores

Conversando Sobre Gênero em uma Escola de Educação Infantil: Percepções dos Educadores

Para Oliveira e Haddad (2016), desde a infância, a educação de meninos e meninas é definida a partir de expectativas socialmente construídas para o sexo feminino e masculino. Segundo as autoras, é possível afirmar que o conjunto de determinadas características vinculadas a um gênero, automaticamente, exclui o que for considerado oposto. Assim sendo, desde muito pequenas, as crianças são apresentadas a um mundo estruturado por determinadas representações, especialmente, naquilo que tange a distinção de gênero: somos meninas ou não somos meninas; somos meninos ou não somos meninos. Marcadores culturais vão definindo esta identidade e são mais ou menos reforçados no ambiente familiar. Ao chegar à escola de Educação Infantil, a criança traz consigo uma série de marcas, propostas pela família, pela mídia e outras tantas instituições que as atravessam (JUNGES; SCHWERTNER, 2017).
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A construção de gênero na escola: reflexões com os professores da educação infantil

A construção de gênero na escola: reflexões com os professores da educação infantil

As crianças desde muito pequenas são moldadas para que aceitem e assumam os “rótulos” que a sociedade lhes reserva. Para os meninos espera-se sempre que sejam os que comandam, ditam regras, para isso as brincadeiras oferecidas são sempre as mesmas: aprender a pilotar motos, dirigir carros, jogar bolas esperando-se deles agressividade, capacidade de liderança, racionalidade. Já com as meninas espera-se delicadeza, sensibilidade e beleza, oferecendo sempre as brincadeiras com sentimentos mais delicados, como aprender a cuidar de uma boneca, aprender como cozinhar, como cuidar de uma casa. É comum encontrarmos nas escolas, a separação do que é para menino e o que é para menina. “Futebol não é para menina, roupa rosa não é para menino”. “Menino não brinca de boneca, menina não brinca de carrinho”. Com o objetivo de compreendermos como acontecem as relações de gênero no dia a dia das crianças,fazendo essa análise em duas instituições na cidade de Campina Grande – PB entre fevereiro a junho de 2017. Uma de esfera pública localizado no bairro da Liberdade- CG, e outra de esfera privada situada no bairro do Alto Branco- CG.Para tanto foram aplicados questionários com as professoras da Educação Infantil, bem como foi feita a observação da rotina das crianças em sala de aula e na hora do recreio. Diante de observações realizadas nas duas instituições escolares, pudemos perceber como essas práticas estão presentes e ao mesmo tempo são despercebidas pela escola e por professores. Como a sociedade, a família a escola e a religião possuem uma parcela de responsabilidade nessa criação estereotipada em relação ao sexo das crianças. Essas normas sociais prescrevem posturas, comportamentos, atitudes diferenciadas para homens e mulheres, desde a infância, tais atitudes são enraizadas através dos relacionamentos, na escola, muitas das vezes reforçado pela família construindo assim valores, que sutilmente vamos seguindo por toda uma vida. A partir do diagnóstico foi possível sugerir que a escola/professor (a) incorpore o debate das questões de gênero, refletindo sobre a prática escolar na perspectiva de gênero, desenvolvendo trabalhos que abordem e debatam práticas sexistas.
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REPRESENTAÇÕES DE IDENTIDADES DE GÊNERO NOS DISCURSOS  DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL

REPRESENTAÇÕES DE IDENTIDADES DE GÊNERO NOS DISCURSOS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL

Nossa pesquisa está, além disso, ligada aos Estudos Culturais, cujas reflexões auxiliam na compreensão das representações das identidades de gênero no espaço escolar. Valemo-nos, mais especificamente, da noção de “crise de identidade” na pós-modernidade (Hall, 1997), pois as várias transformações globais – entre elas a convergência de culturas e estilo de vida – têm afetado as características da vida contemporânea e, com isso, desestabilizado os modos de identificação, como por exemplo, o que é ser professor ou professora em um cenário tido como tipicamente feminino, no caso da educação infantil, entre outras questões.
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Gênero e educação infantil: o trabalho de educação e cuidado de um auxiliar do sexo masculino e seus desdobramentos no cotidiano de uma escola infantil

Gênero e educação infantil: o trabalho de educação e cuidado de um auxiliar do sexo masculino e seus desdobramentos no cotidiano de uma escola infantil

Esta dissertação, de natureza qualitativa, analisa a docência masculina na Educação Infantil. A questão central da pesquisa é compreender quais os sentidos do trabalho de educação e cuidado de um auxiliar e seus desdobramentos no cotidiano de uma escola de Educação Infantil da rede municipal de Pelotas/RS . A pesquisa foi realizada em uma turma de 20 (vinte) crianças da faixa etária entre 4 (quatro) e 5 (cinco) anos da Pré-Escola, onde trabalham uma professora e um auxiliar. Os principais instrumentos de pesquisa utilizados foram observações, entrevistas semiestruturadas com a professora e o auxiliar e, com as crianças, foram utilizadas conversas informais. O referencial teórico que sustenta as análises abrange estudos de gênero, estudos da infância e da Educação Infantil. As seguintes temáticas de análise são discutidas: homens e mulheres na Educação Infantil: entre o estranhamento e a naturalização; um homem num universo feminino: olhares, reservas e preconceitos; razões que explicam a inserção da professora e do auxiliar no cotidiano da Educação Infantil; a indissociabilidade entre educar e cuidar: o que dizem e pensam as crianças, a professora e o auxiliar sobre o trabalho de educação e cuidado. As temáticas de análise indicam que assim como outros homens que trabalham na Educação Infantil, o auxiliar enfrentou desafios ao ingressar na carreira, tais como reservas das colegas e maior tempo para mostrar competências e ser aceito em um ambiente majoritariamente feminino. Estes desafios podem ser explicados em virtude das regras e dos padrões de comportamento socialmente esperados – heteronormas, assim como suspeitas de pedofilia, que recaem principalmente em pessoas do sexo masculino. Foi possível verificar diferenças quanto ao ingresso na carreira docente. A professora diz ter sido pela vocação e o auxiliar, pela inserção no mercado de trabalho e estabilidade profissional imediata. Finalmente, de maneira geral, o trabalho pedagógico é compartilhado entre o auxiliar e a professora e segue as resoluções vigentes no que diz respeito à indissociabilidade entre educação e cuidado, o que também parece ser compreendido pelas crianças.
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