Top PDF O gênero Senna (Leguminosae, Caesalpinioideae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Senna (Leguminosae, Caesalpinioideae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Senna (Leguminosae, Caesalpinioideae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Ocorre na Argentina, Uruguai, Sul e Sudeste do Brasil (Irwin & Barneby 1982; Fortunato 1999). Cresce em campo arbustivo, vegetação secundária, borda e interior de matas com Araucaria. Esta espécie é muito variável no hábito, pubescência e número de folíolos, podendo ser encontrada populações com (3-)4-5 folíolos e outras com 6-9(-10) folíolos. As glândulas de S. oblongifolia são encontradas sempre no pecíolo e, algumas vezes, também entre os folíolos dos pares proximais, confirmando observações de Irwin & Barneby (1982). Entretanto, glândulas foram encontradas entre os pares de folíolos distais de duas coleções (Flores & Rodrigues 454 e Rodrigues & Flores 1032). S. oblongifolia se diferencia das outras espécies com glândulas presentes no pecíolo ocorrentes no Rio Grande do Sul por apresentar estames centro- abaxais não reduzidos a estaminódios, pedicelos geralmente maiores e folíolos predominantemente oblongos a oblongo-elípticos.
Mostrar mais

16 Ler mais

Winteraceae do Rio Grande do Sul, Brasil.

Winteraceae do Rio Grande do Sul, Brasil.

Winteraceae apresenta cinco gêneros, dos quais apenas Drimys ocorre na região neotropical. A taxonomia das espécies ocorrentes no Brasil ainda é controversa e dependendo do autor, são aceitas de uma a três espécies. O presente trabalho apresenta o estudo taxonômico de Winteraceae no Rio Grande do Sul, e visa esclarecer acerca das espécies da família no estado. Foram feitas revisões de herbários nacionais e internacionais, além de coletas em diversos pontos do estado para o levantamento de dados para o tratamento taxonômico e a análise morfométrica (ANOVA). Com base nas análises morfométricas, dados fenológicos e morfológicos, aceitamos a ocorrência de duas espécies no Rio Grande do Sul: Drimys angustifolia e D. brasiliensis. É fornecida uma chave de identificação, descrições, comentários, fenologia e ilustrações de ambos os táxons. Palavras-chave: Canellales, Drimys, elemento austro-antártico, Magnoliidae, morfometria.
Mostrar mais

10 Ler mais

O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (O gênero Hantzschia Grunow (Nitzschiaceae, Bacillariophyta) em ambientes lacustres na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil). O estudo do gênero Hantzschia em amostragens realizadas em lagoas, banhados, canal e açudes na Planície Costeira do Rio Grande do Sul (30°40´-30°10´ S e 50°30´-51°30´ W), no outono e primavera de 2003, revelou a presença de um táxon específi co e seis infra-específi cos, a saber: Hantzschia amphioxys (Ehrenberg) Grunow, suas variedades (var. amphioxys e var. vivax Grunow) e forma (f. capitata O. Müller), H. elongata (Hatzsch) Grunow com duas variedades (var. elongata e var. linearis O. Müller), H. virgata (Roper) Grun. e Hantzschia sp. São apresentadas descrições, ilustrações, chave de identi- fi cação e comentários sobre as variações morfológicas e a distribuição dos táxons. Cabe ressaltar a presença de H. elongata var. linearis e Hantzschia sp. como novos registros para o Estado do Rio Grande do Sul.
Mostrar mais

7 Ler mais

O gênero Chaptalia (Asteraceae, Mutisieae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Chaptalia (Asteraceae, Mutisieae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Para o presente estudo foram realizadas expedições de coleta de material botânico, observações no campo, consultas em herbários do sul do Brasil e países limítrofes e revisão da literatura histórica e recente. As coletas abrangeram todas as regiões fisiográficas do Rio Grande do Sul, conforme Fortes (1959). O material coletado foi herborizado e depositado no herbário do Instituto de Biociências/Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ICN). Os seguintes herbários foram revisados: CRI, CTES, ESA, FLOR, FURB, GH, HAS, HB, HBR, HUEFS, HUFU, HURG, ICN, LP, M, MBM, MO, MPUC, MVFA, MVJB, MVM, NY, PACA, SALLE, SMDB, SPF, SI e US citados por sua sigla internacional de acordo com Thiers (continuously updated). Além desses foram revisados os herbários da Universidade de Caxias do Sul e da Universidade de Passo Fundo, cujas respectivas siglas não oficiais são HUCS e RSPF. Foram consultados materiais digitalizados disponibilizados na Web por herbários internacionais como K, P, GOET, MO, LINN, B e F, nos quais encontra-se depositada a maior parte do material-tipo deste gênero.
Mostrar mais

18 Ler mais

O gênero Glandularia J.F. Gmel. (Verbenaceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

O gênero Glandularia J.F. Gmel. (Verbenaceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Ervas prostradas, com 8-50 cm compr. Caule hirto a híspido, com tricomas tectores longos em várias direções, tectores curtos retrorsos e patentes, e tricomas glandulares pedicelados; entrenós 0,5-6 cm compr. Folhas inteiras; lâ- mina 1-4,9x0,5-2,1 cm, obovada a ovalada, ápice agudo a obtuso, base aguda a cuneada, margem inteira da base até a região mediana e serreada da metade até o ápice; face adaxial estrigosa, com tricomas tectores longos e curtos, face abaxial híspida, com tricomas tectores longos e curtos; pecíolo 1 mm compr. Infl orescências em monobótrios ou pleiobótrios, com 1 par de paracládios simples; fl orescências 2-3,5x3-3,5 cm, em espigas multifl oras, umbeliformes na antese, com raque alongada na frutifi cação até 6 cm; pedúnculo das fl orescências hirto a híspido, com tricomas tectores longos em várias direções, tectores curtos retrorsos e patentes, e tricomas glandulares pedicelados. Brácteas 4-7 mm compr., lanceoladas, pubescentes, com tricomas tectores e glandu- lares pedicelados, margem ciliada. Cálice 9-11 mm compr., hirto a híspido, com tricomas tectores longos, antrorsos e patentes, mais evidentes sobre as costelas, tectores curtos e tricomas glandulares pedicelados; lacínias 1,5-2 mm compr., lanceoladas, coniventes no fruto. Corola hipocrateriforme, lilás a roxa, externamente pilosa, tubo 14-18 mm compr., limbo 14-17 mm diâm. Par superior de estames com apêndi- ces conectivais que não superam as tecas, inclusos. Estilete 12-15 mm compr.; ovário ca. 1 mm compr. Clusas 3,8-4,5 mm compr., ápice obtuso, base alargada ou não, face ventral lisa a papilosa, face dorsal reticulada na porção superior e estriada na inferiorOcorre na Argentina, Uruguai e no Brasil (Múlgura 2007). No Rio Grande do Sul é encontrada prin- cipalmente nos Campos de Cima da Serra, Planalto Médio, Encosta Superior do Nordeste e Depressão Central. Cresce em campos e em barrancos de beiras de estrada. Possui a face abaxial das folhas com nervuras muito evidentes (Fig. 71). Ver comentários em G. humifusa. Floresce e frutifi ca de agosto a abril.
Mostrar mais

29 Ler mais

Biogeografia do gênero Mikania Willd. (Asteraceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Biogeografia do gênero Mikania Willd. (Asteraceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Biogeografia do gênero Mikania Willd. (Asteraceae) no Rio Grande do Sul, Brasil). A distribuição geográfica das 39 espécies nativas de Mikania Willd. no Rio Grande do Sul foi estudada em duas escalas: uma escala regional, utilizando regiões fisiográficas como unidades, e uma escala continental, considerando regiões político-geográficas como unidades. A riqueza específica e a amplitude de distribuição foram obtidas diretamente de matrizes de presença e ausência, relacionando espécies e regiões. A matriz regional foi analisada por dois métodos multivariados, uma análise de agrupamentos e uma análise de coordenadas principais, utilizando o complemento do coeficiente de Jaccard como elemento de comparação (dissimilaridade). Na escala regional as regiões mais ricas foram o Litoral e a Depressão Central, enquanto na escala continental, a maioria das espécies sul-rio-grandenses foram também encontradas no Sudeste do Brasil e no Sul da América do Sul. A análise multivariada evidenciou dois grupos principais no Estado, um oriental e outro ocidental. Em cada um desses grupos foram evidenciados dois subgrupos relacionados a características climáticas e geológicas do Estado. Os padrões de distribuição de Mikania confirmam o caráter tropical do gênero e as principais rotas de migração descritas para a flora do Sul do Brasil.
Mostrar mais

10 Ler mais

Pólen de gimnospermas e angiospermas do perfil sedimentar de uma turfeira em São Francisco de Paula, Planalto Leste do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil.

Pólen de gimnospermas e angiospermas do perfil sedimentar de uma turfeira em São Francisco de Paula, Planalto Leste do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil.

RESUMO – (Pólen de gimnospermas e angiospermas do perfil sedimentar de uma turfeira em São Francisco de Paula, Planalto Leste do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil). Este catálogo polínico visa servir de base para o estudo de reconstituições paleoambientais através da palinologia de sedimentos no Planalto do Sul do Brasil. Para tanto, apresenta os grãos de pólen de gimnospermas e angiospermas encontrados no perfil sedimentar de uma turfeira do Planalto Leste do Rio Grande do Sul. O perfil possui 286 cm de comprimento, correspondendo aproximadamente aos últimos 25.000 anos. As 22 amostras foram retiradas do perfil em intervalos regulares, tratadas quimicamente seguindo o método padrão e analisadas em microscópio óptico. São apresentados grãos de pólen de duas gimnospermas e 43 angiospermas (uma Magnoliidae, cinco Hamamelidae, seis Caryophyllidae, seis Dillenidae e 25 Rosidae). O material polínico é descrito e ilustrado. As descrições são acompanhadas, sempre que possível, de dados ecológicos do esporófito de origem.
Mostrar mais

14 Ler mais

O gênero Xylocopa Latreille no Rio Grande do Sul, Brasil (Hymenoptera, Anthophoridae).

O gênero Xylocopa Latreille no Rio Grande do Sul, Brasil (Hymenoptera, Anthophoridae).

A BSTRACT . The genus Xylocopa Latreille in Rio Grande do Sul, Brazil (Hymenoptera, Anthophoridae). A survey of the genus Xylocopa Latreille, 1802 is given for Rio Grande do Sul, the southernmost State of Brazil. Data are based on several studies on the bee fauna of southern Brazil and on unpublished observations. A key is provided to the species (males and females) and information on distribution, nesting habits and relation to flowers. Rio Grande do Sul is strikingly rich in species of Xylocopa because of the diversity of habitats and its geographic position in the transition of tropical/subtropical to temperate climate. Nineteen species, classified into ten subgenera, have been recorded in Rio Grande do Sul. Here we maintain the subgenera Ioxylocopa, Megaxylocopa and Xylocospila, which were put into synonymy recently by Minckley (1998). The species are: Xylocopa (Dasyxylocopa) bimaculata Friese, 1903; Xylocopa (Ioxylocopa) chrysopoda Schrottky, 1902; Xylocopa (Megaxylocopa) frontalis (Olivier, 1789); Xylocopa (Nanoxylocopa) ciliata Burmeister, 1876; Xylocopa (Neoxylocopa) augusti Lepeletier, 1841; Xylocopa (N.) brasilianorum (Linnaeus, 1767); Xylocopa (N.) haematospila Moure, 1951; Xylocopa (N.) hirsutissima Maidl, 1912; Xylocopa (N.) nigrocincta Smith, 1854; Xylocopa (N.) ordinaria Smith, 1874; Xylocopa (N.) suspecta Moure & Camargo, 1988; Xylocopa (N.) tacanensis Moure, 1949; Xylocopa (Schonnherria) macrops Lepeletier, 1841; Xylocopa (S.) simillima Smith, 1854; Xylocopa (S.) splendidula Lepeletier, 1841; Xylocopa (S.) varians Smith, 1874; Xylocopa (Stenoxylocopa) artifex Smith, 1874; Xylocopa (Xylocopoda) elegans Hurd & Moure, 1963; Xylocopa (Xylocopsis) funesta Maidl, 1912; Xylocopa (Xylocospila) bambusae Schrottky, 1902. Xylocopa tacanensis is for the first time recorded in Brasil.
Mostrar mais

12 Ler mais

O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil.

O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil.

RESUMO – (O gênero Phacus (Euglenophyceae) em sistemas lênticos da Planície Costeira do Rio Grande do Sul, sul do Brasil). O levantamento do gênero Phacus Duj. (Euglenophyceae pigmentadas) desenvolvido em duas áreas localizadas na porção norte da Laguna dos Patos: a Lagoa do Casamento e ambientes associados (30°03’- 30°34’S e 50°25’- 50°47’W) e ecossistemas próximos ao Butiazal de Tapes (30º23’- 30º38’S e 51º16’- 51°29’W), resultou na identificação de 37 táxons específicos e infra-espécificos deste gênero. O estudo visou diminuir a lacuna do conhecimento de Phacus na Planície Costeira do Rio Grande do Sul. O clima local é subtropical úmido. As coletas de rede foram realizadas no outono e inverno e primavera/2003 nas margens de lagoas, banhados, alagado e açude. Dentre os táxons identificados nove são novas citações para o Estado e ainda, Phacus agilis Skuja var. inversa Bour., Phacus asymetricus Sokoloff, Phacus elegans Pochm., Phacus orbicularis Hübner f. communis Pop. e Phacus rostafinskii Drez. são novos registros para o Brasil. Todos os táxons são acompanhados das amplitudes máximas e mínimas de temperatura do ar e da água, pH e condutividade elétrica em que cada táxon ocorreu na área de estudo.
Mostrar mais

17 Ler mais

Percepção dos trabalhadores avulsos sobre os riscos ocupacionais no porto do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil.

Percepção dos trabalhadores avulsos sobre os riscos ocupacionais no porto do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil.

Este é um estudo transversal, descritivo, com aborda- gem quantitativa, realizado no porto do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil e objetivou identificar a percepção, em uma amostra com 306 trabalhado- res portuários avulsos, sobre risco à saúde no traba- lho. A maioria dos trabalhadores portuários avulsos (93,46%) reconheceu que existem riscos à sua saúde no trabalho e isso foi independente do grau de instru- ção (p = 0,44), atividade desenvolvida (p = 0,47). Os riscos identificados no grupo geral de trabalhadores portuários avulsos foram queda de objetos suspensos (8,43 ± 2,47), ruídos (8,06 ± 2,32) e intempéries (8,05 ± 2,48). Os riscos significativamente diferentes entre as atividades foram: ruídos (p = 0,00), levantamento ma- nual de carga (p = 0,00), ferramentas de trabalho (p = 0,00), componentes dos ternos em número abaixo do ideal (p = 0,03), ganho por produtividade (p = 0,00), ritmo de trabalho (p = 0,01), trabalho em altura (p = 0,00), deslocamento do trabalhador sobre as cargas (p = 0,00), escadas de acesso às embarcações (p = 0,00). Pode-se corroborar que o trabalho portuário avulso é insalubre e perigoso, e os riscos se apresentam aos tra- balhadores em consonância com a atividade por eles desenvolvida.
Mostrar mais

9 Ler mais

Helmintos do cachorro do campo, Pseudalopex gymnocercus (Fischer, 1814) e do cachorro do mato, Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766) no sul do estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Helmintos do cachorro do campo, Pseudalopex gymnocercus (Fischer, 1814) e do cachorro do mato, Cerdocyon thous (Linnaeus, 1766) no sul do estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Foram capturados 40 canídeos silvestres nos municípios de Pedro Osório (32º01’28” de latitude Sul, 52º55’01” de lon- gitude W a 68m de altitude) e Pelotas (31º35’23,7” de latitu- de Sul, 52º20’40,8” de longitude W a 36m de altitude) com autorização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Re- cursos Naturais Renováveis – IBAMA através das licenças de coleta nº. 112/99 e 022/2002, utilizando-se armadilhas modelo “Live Trap”. Os animais foram eutanasiados com pentobarbital sódico por via endovenosa conforme Conselho Federal de Medicina Veterinária (2002). As necropsias foram realizadas segundo a técnica preconizada por Barros (1988). Fragmentos de fígado com alterações macroscópicas foram coletados, fixados em solução de formol a 10%, posterior- mente incluídos em parafina, cortados em micrótomo a 5 μm
Mostrar mais

6 Ler mais

Parasitismo de Gallus Gallus (Linnaeus, 1758) por espécies de Phthiraptera em criações coloniais na região sul do Rio Grande Do Sul, Brasil.

Parasitismo de Gallus Gallus (Linnaeus, 1758) por espécies de Phthiraptera em criações coloniais na região sul do Rio Grande Do Sul, Brasil.

Este estudo foi realizado com o objetivo de conhecer os piolhos (ordem Phthiraptera: Subordens Amblycera e Ischnocera) infestantes de galinhas de criações coloniais no Sul do Rio Grande do Sul. Cinquenta fêmeas adultas foram examinadas, de 10 propriedades rurais localizadas em 5 dife- rentes municípios. As aves foram eutanasiadas e posteriormente lavadas com água e detergente para coleta dos ectoparasitos através de filtragem por passagem em tamis com malha de 150 µm, separando-se em sedimento e sobrenadante, os quais foram preservados em etanol 70% até os processos de triagem e identificação. Cerca de 19.437 piolhos foram examinados e apresentaram a seguinte composição específica: os resultados indicam que a fauna de Phthiraptera em galinhas caipiras na região é composta por: Menopon gallinae (85,9%), Goniodes dissimilis (6,1%), Lipeurus caponis (3,0%), Goniocotes gallinae (2,5%), Menacanthus pallidus (2,1%) e Menacanthus stramineus (0,1%). Constatou-se que todas as aves examinadas estavam parasitadas por uma ou mais espé- cies de Phthiraptera, com predomínio de infestações múltiplas e moderadas (101 a 1.000 piolhos/ ave). M. gallinae é a espécie mais prevalente e abundante (100% das aves parasitadas e média de 334,1 espécimes/ave). O grau de infestação das aves variou entre as propriedades, com médias de 41,2 a 680 piolhos/ave.
Mostrar mais

5 Ler mais

O gênero Indigofera L. (Leguminosae-Papilionoideae-Indigofereae) no Rio Grande do Sul - Brasil.

O gênero Indigofera L. (Leguminosae-Papilionoideae-Indigofereae) no Rio Grande do Sul - Brasil.

, 7-1 ,S, opostos, elipticos, oblongos ou obovados; apice obtuso ou agudo, mucronado; base aguda; os terminais urn pouco mais obovado que os laterais; discolores, [r]

18 Ler mais

Aspectos epidemiológicos, clínicos e anatomopatológicos da infecção por Gurltia paralysans em gatos.

Aspectos epidemiológicos, clínicos e anatomopatológicos da infecção por Gurltia paralysans em gatos.

Na área rural do município de Alegrete, no sudoeste do Rio Grande do Sul, no Sul do Brasil, localizado próximo à tríplice fronteira (Brasil, Argentina e Uruguai), funcioná- rios das três propriedades rurais visitadas descreveram uma doença neurológica crônica que, devido aos sinais clí- nicos característicos, é conhecida vulgarmente pelo nome de “bambeira”. Segundo os funcionários mais velhos, a do- ença ocorre há pelo menos 20 anos. Embora não tenha sido possível estimar quantos gatos foram afetados nesse perí- odo, os funcionários afirmam que a doença é responsável pela morte da maior parte dos gatos dessas propriedades e que é comum haver necessidade de repor os gatos sacri- ficados por outros vindos da própria cidade ou de muni- cípios vizinhos. Nenhum funcionário entrevistado relatou qualquer doença com manifestações clínicas semelhantes em outras espécies animais.
Mostrar mais

9 Ler mais

Cad. Saúde Pública  vol.22 número12

Cad. Saúde Pública vol.22 número12

As taxas de suicídio do Rio Grande do Sul são as mais elevadas do Brasil. Estudos anteriores sugeriram uma associação com atividades agrícolas, particularmente a fumicultura, onde o uso de agrotóxicos seria particu- larmente intenso. Um delineamento ecológico foi uti- lizado para identificar fatores associados ao suicídio, tendo as 35 microrregiões do Estado como unidades de análise. Coeficientes de mortalidade por suicídios, baseados no registro de óbitos, foram padronizados por idade, sendo suas associações com fatores sócio- econômicos culturais e agrícolas avaliadas por meio de regressão linear múltipla. As taxas de suicídio, para ambos os sexos, foram inferiores em microrregiões com escolaridade elevada, e superiores onde havia maior proporção de casamentos desfeitos. As taxas mascu- linas foram superiores nas microrregiões com mais evangélicos tradicionais e as femininas foram meno- res em microrregiões com maior proporção de domicí- lios com um morador. Na análise ajustada não foram evidenciadas associações entre suicídios e estrutura agrária ou culturas agrícolas. Estes resultados confir- mam a importância de fatores sócio-econômicos na ocorrência do suicídio, mas não apóiam a hipótese de um papel específico das práticas agrícolas.
Mostrar mais

11 Ler mais

Ações afirmativas para a população negra nos Centros Federais de Educação Tecnológica

Ações afirmativas para a população negra nos Centros Federais de Educação Tecnológica

Às pessoas negras que chamo de amigas, mas elas sabem que são bem mais que amigas na minha vida. Às guerreiras negras Valcirana Maia e Maria Helena Vargas que estão noutro plano, mas foram irmãs importantíssimas na minha trajetória. À Zélia Amador de Deus e Raimundo Jorge no Pará, Carlos Benedito, Maria da Guia Viana, Raimundo Nonato Viana no Maranhão, Solange Rocha na Paraíba, Luiz Mendes no Rio Grande do Sul, Luiz Fernando Martins e Amauri Mendes no Rio de Janeiro, Cidinha da Silva, Maria Aparecida Silva e Flavio Jorge em São Paulo, Ângela Maria e Irinéia Cesário no Mato Grosso do Sul, Sandra Regina e Orlando Silva em Rondônia, Maria Lucia dos Prazeres e Vera Baronne em Pernambuco, Ana Flavia Magalhães no Distrito Federal, Alexs Rats em Goiás, Joana Passos e Ivan Costa Lima em Santa Catarina, Moises Santana em Alagoas, Eduardo David de Oliveira no Paraná, Simone Santos na Bahia, Joseanes Silva em Sergipe, Ivaneide Paulina no Rio Grande do Norte, Zelma Madeira e Cícera Nunes no Ceará, Rosane Pires, Benilda Brito e Nilma Lino Gomes em Minas Gerais, Piedade Videira e Alexssara no Amapá e tantas outras pessoas negras que trabalham incansavelmente para alcançar no Brasil o ideal democrático e, consequentemente, a igualdade de acesso aos bens sociais para todos os segmentos sociais.
Mostrar mais

221 Ler mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O presente estudo foi dividido em três capítulos. No primeiro, apresenta-se um cenário da educação no município de Gravataí, focando-se no período que tem apresentado indicadores mais preocupantes na Educação Básica: o Ensino Médio. Esse capítulo divide-se em quatro seções, fazendo um levantamento de sistemas de avaliação em larga escala no Brasil e no Rio Grande do Sul, para depois apresentar alguns dados da educação gaúcha e, finalmente, da CRE de Gravataí e das escolas selecionadas para a pesquisa. O segundo capítulo dedica-se à análise das práticas da 28ª CRE e das escolas selecionadas com base nos dados levantados durante a pesquisa, recorrendo a autores nos campos da Sociologia da Educação e da Gestão de Sistemas Educacionais, entre outros. O terceiro capítulo retoma de forma sintética os achados dessa pesquisa e apresenta o Plano de Ação Educacional (PAE) para a 28ª CRE, detalhando as ações mais relevantes em subseções específicas.
Mostrar mais

86 Ler mais

Acuariidae (Nematoda) in Procellariiformes (Aves) on the southern coast of Rio Grande do Sul, Brazil

Acuariidae (Nematoda) in Procellariiformes (Aves) on the southern coast of Rio Grande do Sul, Brazil

Rodrigues H, Mendonça JM. Revisão do gênero Seuratia Skrjabin, 1916 e redescrição da espécie Seuratia shipleyi (Stossich, 1900) Skrjabin, 1916 (Nematoda, Spiruroidea). Mem Inst Oswaldo Cruz 1967; 66(1): 117-129. Sick H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira; 1997. Spotorno B, Colabouno F, Barquete V, Vooren C. Lesiones causadas por nemátodeos en el proventrículo de procellariiformes en el litoral sur del Brasil

5 Ler mais

PDF created with FinePrint pdfFactory Pro trial version http:www.fineprint.com

PDF created with FinePrint pdfFactory Pro trial version http:www.fineprint.com

Heterothalamus Less. possui espécies com distribuição geográfica no sul do Brasil, Uruguai e centro da Argentina. Compreendendo arbustos ramosos, glandulosos, com inflorescência em corimbos terminais, capítulos masculinos com flores marginais liguladas e capítulos femininos com receptáculo paleáceo. Coletas botânicas recentes no interior dos municípios de Bagé e Caçapava do Sul, bem como a análise criteriosa das exsicatas do gênero, conservadas nos principais herbários do Rio Grande do Sul, levaram ao reconhecimento de uma nova espécie botânica.
Mostrar mais

5 Ler mais

Orientação neuro-radiológica nos processos expansivos da fossa posterior.

Orientação neuro-radiológica nos processos expansivos da fossa posterior.

Instituto de Neurocirurgia — Hospital São Francisco — Pôrto Alegre, Rio Grande do Sul — Brasil.[r]

10 Ler mais

Show all 10000 documents...