Top PDF O gênero textual crônica nas práticas escolares da leitura e da escrita no Ensino Médio

O gênero textual crônica nas práticas escolares da leitura e da escrita no Ensino Médio

O gênero textual crônica nas práticas escolares da leitura e da escrita no Ensino Médio

O presente trabalho vem apresentar a importância de trabalhar o gênero textual crônica nas práticas escolares da leitura e escrita no Ensino Médio. Pelo fato do mesmo apresentar uma narrativa curta, focada em temas cotidianos, este gênero é muito acessível à prática de leitura e da produção escrita. P or seu caráter informativo e sua relação com temas difundidos socialmente, no ambiente escolar, pode desenvolver no educando habilidades de linguagem, com autonomia e favorecer a interação e o diálogo. Nossa metodologia se baseou em uma atividade realizada com alunos do Ensino Médio, que leram e produziram suas próprias crônicas. Assim, este trabalho encontra-se embasado em autores como Soares (2007), Geraldi (2006), Dionísio (2007), dentre outros.
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As práticas de leitura e escrita de alunos de um 2º ano do ensino médio.

As práticas de leitura e escrita de alunos de um 2º ano do ensino médio.

Resumo: Este artigo apresenta resultados de pesquisa que teve por objetivo identificar as práticas de leitura e escrita de alunos de um 2° ano do Ensino Médio de uma escola estadual em Piracicaba/SP, bem como de que forma tais práticas se articulam com as vivenciadas nas aulas de língua portuguesa. Para tanto, foram realizadas observações de dez aulas em duas classes do ano em questão e entrevistas semiestruturadas com dez alunos e com a professora das classes observadas. A partir do material empírico foram criadas categorias de análise, que evidenciam as relações dos alunos com a leitura e a escrita. Os resultados apontaram importante envolvimento com práticas de leitura e de escrita por meio de ferramentas tecnológicas. Em relação às práticas escolares, embora considerem importante o que é ensinado, esperam maior dinamismo nas aulas, situações mais contextualizadas de leitura e escrita, bem como espaço para expressarem suas ideias e opiniões. Palavras-chave: Letramento. Práticas Pedagógicas. Ensino Médio.
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A constituição dialógica na produção textual do gênero carta do leitor no Ensino Médio

A constituição dialógica na produção textual do gênero carta do leitor no Ensino Médio

Resumo: O presente artigo objetiva analisar a constituição dialógica na produção textual realizada no ensino médio, focalizando, mais especificamente, como o aluno mobiliza a palavra do outro e dialoga com ela na constituição do projeto de dizer expresso na escrita do gênero carta do leitor. Para isso, analisamos um texto do gênero carta do leitor, o qual foi produzido por um aluno do 1º ano do ensino médio de uma escola pública do estado da Paraíba e selecionado de um arquivo composto por 22 textos. O trabalho assume como orientação teórico-metodológica central contribuições da Análise Dialógica do Discurso (ADD), depreendida das reflexões do Círculo de Bakhtin, e de comentadores desse Círculo, em diálogo com estudos que discutem o ensino de língua materna. Inserida em uma perspectiva de pesquisa de natureza interpretativa e de abordagem qualitativa, a análise empreendida mostra que a versão reescrita da carta do leitor produzida pelo aluno se constituiu como uma resposta tecida e enriquecida pelo diálogo com vozes de outras fontes de leitura indicadas pela professora/pesquisadora e pelas intervenções que ela realizou, revelando-se, consequentemente, um produto textual com argumentos mais consistentes e adequados aos seus propósitos de atuação comunicativa. Além disso, a análise permite perceber como a qualidade do texto produzido pelo aluno do ensino médio pode ser potencializada à medida que se instaura um trabalho, via mediação do professor, que valorize o diálogo com a palavra do outro e as formas de inseri-la na construção textual. Palavras-chave: Dialogismo. Produção textual. Ensino Médio.
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A PRODUÇÃO TEXTUAL NO ENSINO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA IN-TEGRADO AO ENSINO MÉDIO: LEITURA/ESCRITA DO GÊNERO RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA

A PRODUÇÃO TEXTUAL NO ENSINO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA IN-TEGRADO AO ENSINO MÉDIO: LEITURA/ESCRITA DO GÊNERO RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA

ABSTRACT: This paper presents the results of a master's degree research undertaken at the Insti- tuto Federal Farroupilha with students from the third grade. The study aimed at promoting an im- provement concerning the production of reports, which is part of the routine activities of those students, by conducting a series of supervised activities. The steps of that series were the following: (1) application to a diagnostic pre-test, (2) response to a questionnaire on reading and textual pro- duction structures by two student groups, (3) workshops on reading and textual production (4) ap- plication of a post-test. The results showed that both groups improved their writing skills, albeit modestly. Somehow, the improvement in writing skills depends on a continuous practice, and the work presented here could work as a successful initial step.
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Leitura e escrita no processo ensino-aprendizagem do ensino médio

Leitura e escrita no processo ensino-aprendizagem do ensino médio

qual se vão acrescentando novos gêneros, à medida que surgem novas práticas sociais. Por isso, ao escolher o tipo de gênero deve se levar em conta seus objetivos, o ambiente social e ainda os papeis dos participantes. Além disso, o sujeito deve procurar adaptar o modelo do gênero, procurando um estilo próprio, ou então contribuindo para a estável modificação de exemplares de gêneros. Então, cabe ou produtor escolher dentre a tipologia textual, o gênero que lhe convier no momento adequado, tendo em vista a diversas situações, pois produzir um texto exige uma linha decisiva como podemos observar a seguir as sequências disponíveis para o esboço; narrativo, injuntivo, descritivo, argumentativo, dialogal etc. Entretanto os PCNs recomendam aos docentes trabalharem nas salas de aulas oficinas utilizando a maior variedade de gêneros textuais, e em particular aqueles em que os educandos necessitam dominar. Então, cabe ao professor orientar aos educandos que eles não necessitam apenas dominar conhecimentos específicos e vivenciados no interior da sala de aula, mas será de fundamental importância que precisam ser organizados, para efeito de produção de conhecimentos, para que tenhamos leitores proficientes, autônomos e críticos e que possam ampliar suas habilidades com foco nas atividades em seu cotidiano com uma maior influência no contexto social.
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A escrita colaborativa no Google Docs: uma proposta de ensino do gênero textual factual recount no ensino técnico de nível médio integrado

A escrita colaborativa no Google Docs: uma proposta de ensino do gênero textual factual recount no ensino técnico de nível médio integrado

Essas práxis não são prerrogativas apenas do Ensino Médio regular. Na nossa experiência como docentes em cursos técnicos de nível médio integrados, esses reveses também demandam muito tempo da aula, o que torna, muitas vezes, a atividade de escrita solitária, a ser feita em casa. O processo de correção também torna-se demorado, e dificilmente se concretiza em virtude da quantidade de textos a serem lidos, não havendo espaço para feedback e reescrita. Mesmo que haja a disposição em trabalhar a escrita em inglês, é possível perceber que a premência é dada à leitura em detrimento da escrita, fato esse constatado nas cinco questões de Língua Inglesa do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Não defendemos que a prática da leitura deixe de ser priorizada, e muito menos que as atividades de tradução e os exercícios não devam ser realizados, tendo em vista que essas ações cumprem importante papel no processo de ensino-aprendizagem de LE. Entretanto, quando essas abordagens são as únicas praticadas por professores e experienciadas pelos alunos, deparamo-nos com uma lacuna que inviabiliza o desenvolvimento da competência comunicativa desses sujeitos, de maneira a ampliar suas interações para além da sala de aula.
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: pressupostos teóricos para o embasamento de práticas escolares em leitura e escrita

: pressupostos teóricos para o embasamento de práticas escolares em leitura e escrita

Resumo: Este artigo tem como objetivo principal apresentar os pressupostos teóricos da concepção sociointerativa de língua e suas implicações no ensino de Língua Portuguesa (LP) como língua materna. À luz de Marcuschi (2008), Antunes (2010) e Koch (2011), serão expostas as principais características dessa visão de língua através de comparações com outras concepções e relexões sobre o objetivo maior do uso da língua. Posteriormente, demonstraremos como essa visão inluencia na aprendizagem de LP como língua materna. Para tanto, os processos que permeiam a leitura e a escrita de textos serão apresentados a im de que possamos embasar as práticas de leitura e produção textual no âmbito escolar. Em seguida, apresentaremos uma proposta de atividade embasada no sociointeracionismo e direcionada para o 4º ano do ensino fundamental. Por im, conclui-se que considerar o ensino de LP à luz do sociointeracionismo é outorgar à leitura e escrita objetivos claros e funcionais que irão dar sentido à produção textual dos alunos.
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O ensino/aprendizagem da produção textual escrita na perspectiva dos gêneros do discurso: a crônica

O ensino/aprendizagem da produção textual escrita na perspectiva dos gêneros do discurso: a crônica

entanto, indispensável para o trabalho com a produção textual na perspectiva dialógica e dos gêneros do discurso. Em trabalhos em sala de aula do dia-a-dia, que dispõem de um maior tempo para o desenvolvimento de um projeto pedagógico e que podem ser planejados de um ano para o outro, contando inclusive com o apoio tanto da escola como da APP – Associação de Pais e Professores –, esse empecilho pode ser facilmente afastado. Se se tratar, por exemplo, de trabalho que contemple gêneros da esfera jornalística, a escola poderia muito bem criar um jornal impresso ou digital de circulação interna, ou no máximo entre a comunidade, cujo custo seria baixo para a divulgação dos trabalhos. A possibilidade de criar uma homepage e, nela, um espaço para as produções textuais dos alunos seria outra alternativa. Claro que a homepage escolar já não seria um espaço social similar de circulação do gênero crônica ou outros gêneros jornalísticos, como o seria se os textos fossem publicados em jornais correntes. Contudo, o leitor efetivo estaria garantido e a escola acabaria por criar outro espaço social, uma outra situação social de interação (um gênero, inclusive) “escolar” (não escolarizada), o de divulgação/leitura de trabalhos discentes, lugar em que poderiam circular os mais diversos gêneros produzidos pelos alunos.
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O gênero crônica na sala de aula do ensino médio

O gênero crônica na sala de aula do ensino médio

Nesta dissertação, apresentamos os resultados de uma pesquisa cujo objetivo é estudar o gênero crônica produzido na aula de língua materna. Os textos foram produzidos pelos alunos de uma turma de ensino médio, sob a orientação da professora, que conduziu uma seqüência didática para explorar esse gênero. Na análise, observamos aspectos como a infra-estrutura geral dos textos – tipos de discurso e de seqüências lingüísticas, alguns mecanismos de textualização - e as características do gênero. Para isso, adotamos os pressupostos teóricos da Lingüística de Texto e do Interacionismo sociodiscursivo, fundamentando os estudos de texto e de gêneros em Bronckart (2003; 2006) e Koch (2002; 2004). Para embasamento sobre o gênero crônica, utilizamos os estudos de Coutinho (1987); Moisés (2003); Sá (2005); Bender; Laurito (1993); Melo (1994); Cândido et al. (1992), entre outros. O corpus, constituído de quinze textos, revelou a narrativa como a seqüência lingüística mais usada na planificação dos textos produzidos, o mundo discursivo predominante da narração, e algumas ocorrências do mundo do expor. Em relação às características do gênero, a temática do cotidiano fez-se notar com a finalidade de divertir o leitor e levá-lo a refletir sobre o cotidiano. Humor, ironia, crítica social e linguagem coloquial também foram características observadas nos textos dos alunos. Embora muitos textos tenham apresentado as características do gênero, explorado em sala de aula, alguns apresentaram-se, ainda, como narrativas tipicamente escolares. Isso nos faz crer que o trabalho com produção textual, sob o enfoque de um gênero de texto é viável, mas ainda não está consolidado, em muitas escolas, como objeto de ensino central da disciplina língua portuguesa, o que nos faz defender um redirecionamento e uma melhor sistematização dos conteúdos de ensino, tendo como foco a prática de leitura e a produção de textos, tendo em vista contribuir para a ampliação das potencialidades discursivas dos alunos e, por conseguinte, de sua participação efetiva nas práticas sociais de linguagem.
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A ressignificação das práticas docentes de produção textual e suas implicações para o ensino e a avaliação da escrita

A ressignificação das práticas docentes de produção textual e suas implicações para o ensino e a avaliação da escrita

Os estudos de Barros (2012) e Magalhães (2016) apresentaram resultados nessa mesma linha. Barros (2012) teve como um dos objetivos de sua pesquisa verificar as orientações dadas pelos professores aos alunos nas propostas de produção textual. Participaram do estudo 100 professores das redes públicas de ensino de municípios diversos dos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Amazonas (60 dos anos iniciais do ensino fundamental e 40 dos anos finais), os quais frequentavam cursos de formação continuada ministrados pelo Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) da Faculdade de Educação (FaE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Eles responderam questionários sobre a forma como ensinavam a produzir textos e sobre como avaliavam as produções; também avaliaram e construíram propostas de produção de textos; avaliaram e propuseram sugestões de intervenção em textos de alunos e, por fim, realizaram atividades de escrita e reescrita de textos. Os resultados apontaram, inicialmente, que, de modo geral, as propostas de produção sugeridas pelos professores se limitam à indicação do tema, trazendo poucos elementos do componente discursivo da atividade de escrita. Poucas propostas indicam o gênero a ser produzido, demonstrando que ainda prevalece na prática desses docentes o ensino da escrita do texto e não o ensino da escrita do gênero. O mesmo acontece em relação à explicitação do leitor e da finalidade da produção.
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Influência da leitura no aprimoramento da escrita no ensino médio

Influência da leitura no aprimoramento da escrita no ensino médio

Nas respostas dos questionários foram analisadas questões quanto ao gosto pela leitura, incentivo dos professores e as dificuldades enfrentadas quanto a leitura e escrita. Quanto ao gosto pela leitura, aproximadamente 83% dos alunosdizem apreciar q leitura, enquanto que 17% assumem que não gostarem de ler. No que concerne a compreensão da leitura, entre os pesquisados, cerca de 66% apresentam compreensão textual, enquanto que 34% não compreende o que ler. No que diz respeito as dificuldades da leitura podemos citar: a falta de compreensão do que ler, dificuldades no vocabulário e a falta de concentração. Referindo-se ao gênero textual que apreciam , obteve-se os seguintes dados: poesia, jornais e outros(citados: terror e comédia): 11%, livros: 22% e pequenos textos 50% . Em relação a escrita, foram citadas as seguintes dificuldades: vocabulário: 22%, compreensão textual: 11%, palavras de origem estrangeira: 11%, falta de leitura: 35%, todas: 5%, nenhuma: 5%. Os dados referentes ao incentivo por parte do professor, foram apresentados os seguintes: seminários, leituras em sala, produção textual, resumos de textos do livro didático e indicação de livros. No tocante a quantidade de livros que já leu, os dados coletados dos alunos que responderam o questionárioforam os seguintes: 38% leu apenas um livro, 5%, 2 livros, 27%, 3 livros, e 27%, não leu nenhum livro.
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Por uma didática de leitura e produção textual: uma proposta de ensino com o gênero Relato Pessoal

Por uma didática de leitura e produção textual: uma proposta de ensino com o gênero Relato Pessoal

especificamente, traz uma sugestão de ensino que contempla os eixos de leitura e produção textual com o gênero relato pessoal “Banhos de Mar”, de Clarice Lispector, pensada como proposta de intervenção para alunos de 6º ano do ensino fundamental de uma escola estadual pública da cidade de Parnaíba-PI. Como questões norteadoras temos: “Como ensinar os alunos a produzirem um determinado gênero textual?”; “O que significa tomar o gênero textual como objeto de ensino?” O objetivo central deste artigo é apresentar uma sequência didática com o gênero relato pessoal, como material didático pensado para ampliar a competência dos alunos em leitura e produção textual. Objetiva-se, ainda, refletir sobre a natureza processual da escrita e estimular a didatização das práticas de produção textual. Para fundamentar este trabalho e alcançar os objetivos propostos, recorremos, principalmente, a Bakhtin(2011), aos PCN(BRASIL,1998), à BNCC(BRASIL, 2017), a Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004), a Lopes-Rossi (2006), a Marcuschi (2008), a Passarelli(2012), entre outros. Com a discussão estabelecida nesse texto, esperamos munir os professores de conhecimentos teóricos e atividades práticas sobre as questões analisadas a fim de que conduzam as atividades de leitura e produção textual de forma didatizada.
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Um estudo da produção escrita do gênero textual crônica no 9º ano do ensino fundamental

Um estudo da produção escrita do gênero textual crônica no 9º ano do ensino fundamental

Diante disso, entendemos que o estudo dos gêneros textuais se apresenta numa perspectiva multidisciplinar, onde são vistos em sua funcionalidade nas práticas de atividades culturais e sociais. Assim, nessas práticas, os gêneros se materializam com o uso da linguagem nas interações sociais com propósitos comunicativos distintos uns dos outros. Desse modo, nesta pesquisa optamos pela terminologia de Marcuschi (2008), com relação aos gêneros textuais. Utilizamos o termo „gêneros discursivos‟, apenas quando nos referimos aos estudos bakhtinianos. Face ao exposto, o estudo dos gêneros tendo sua origem em Platão com a tradição poética e em Aristóteles com a tradição retórica, surge na linguística com as perspectivas discursivas. Hoje, no Brasil, nessas duas últimas décadas, evidenciamos várias tendências empregadas no tratamento dos gêneros textuais. Contamos com quatro tendências no tratamento dos gêneros textuais, segundo Marcuschi (2008, p. 152-153), quando apresenta:
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Leitura, escrita e ensino: a notícia e a crônica jornalística na sala de aula

Leitura, escrita e ensino: a notícia e a crônica jornalística na sala de aula

do aluno mostrando sua insatisfação em relação às autoridades. Ainda é possível destacar dois outros trechos que nos revelam características pertinentes ao gênero em questão, em “No dia 2 de outubro de 2013, presenciei uma mulher sendo assaltada por um homem no ônibus...”; e em “O governo precisa tomar providências sobre está situação e nós, como cidadões, temos que acordar para construir um futuro melhor usando nossa liberdade de expresão...”, respectivamente (2° e 4° parágrafos). Observamos através desses fragmentos que o aluno utilizou um exemplo do cotidiano, para embasar sua opinião, no entanto, percebemos uma contradição no exemplo usado pelo aluno, pois este mostra a atuação da polícia. No terceiro parágrafo, pode-se inferir que o aluno tentou abordar o exemplo como uma exceção do que vem acontecendo nos transportes públicos, mas pela falta de elementos coesivos (critério de coesão textual), que explicassem a exceção e promovessem o encadeamento das ideias do texto, outros dois critérios foram prejudicados, a coerência textual e a consistência dos argumentos, visto que tal exemplo enfraqueceu a opinião defendida pelo discente.
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O GÊNERO TEXTUAL REPORTAGEM E SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DA LEITURA E ESCRITA

O GÊNERO TEXTUAL REPORTAGEM E SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DA LEITURA E ESCRITA

Uma opção para o ensino de leitura e escrita de gêneros textuais é o trabalho com a sequência didática, procedimento sugerido por Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004). Segundo os autores, uma sequência didática constitui um conjunto de atividades escolares planejadas, etapa por etapa, em torno de um gênero textual. As atividades têm como finalidade possibilitar ao aluno escrever ou falar de forma mais apropriada nas variadas situações comunicativas (2004, p. 97). A sequência didática é um instrumento de ensino-aprendizagem que se vale de uma série de atividades interligadas para que o aluno se aproprie de um gênero específico.
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O gênero textual crônica: uma sequência didática voltada ao ensino da leitura e escrita

O gênero textual crônica: uma sequência didática voltada ao ensino da leitura e escrita

A apresentação da situação objetiva preparar os alunos para a produção inicial e expor o projeto de comunicação que se concretizará na produção final. Permite aos estudantes visualizar a situação comunicativa em que deverão interagir e a atividade de linguagem que irão realizar. Nesta etapa, é imprescindível que fique claro qual o gênero textual a ser trabalhado, a quem ele se destina, que forma assumirá a produção e quem participará dela. É necessário também preparar os conteúdos dos textos que serão produzidos, para que os educandos percebam sua importância e estejam cientes dos temas que irão trabalhar.
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A leitura e a (re) escrita da história dos cientistas pelos estudantes do ensino médio

A leitura e a (re) escrita da história dos cientistas pelos estudantes do ensino médio

Muitos estudos da área de Educação têm se voltado às práticas de leitura e escrita durante o processo de escolarização, principalmente diante dos resultados dos exames oficiais, como o Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (PISA) e a Prova Brasil. O PISA se volta a questões que abordam três áreas do conhecimento – Leitura, Matemática e Ciências – enquanto na Prova Brasil, os testes são de Língua Portuguesa com foco na leitura, além da Matemática, cujos enunciados exigem nas suas respostas a resolução de problemas. Ambos os exames são aplicados aos discentes matriculados nos anos finais do Ensino Fundamental (oitavo e nono ano). Os resultados vêm apontando desempenho insatisfatório, com médias inferiores àquelas estipuladas como adequadas para o período escolar avaliado. Diante deles, podemos concluir que os estudantes leem pouco e, consequentemente, apresentam dificuldade ao redigir textos de diferentes gêneros ou, até mesmo, nas respostas solicitadas em avaliações escolares.
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Uma proposta de leitura com o gênero textual crônica no ensino de língua portuguesa

Uma proposta de leitura com o gênero textual crônica no ensino de língua portuguesa

Este trabalho de intervenção apresenta uma proposta de leitura com o gênero textual crônica elaborada com o intuito de incentivar os alunos de uma turma do 9º ano a apreciarem a leitura e discorrerem sobre ela, uma vez que a maioria deles, nessa etapa do Ensino Básico, apresenta dificuldade na leitura, compreensão e produção de textos. Dessa forma, a pesquisa expõe algumas intervenções para minimizar essa problemática com a aplicação de estratégias pedagógicas direcionadas a leituras através de Sequências Didáticas (SD), utilizando como recursos metodológicos algumas crônicas. Optou-se por trabalhar o gênero crônica, uma vez que os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de Língua Portuguesa (2001) sugerem um trabalho com gêneros literários privilegiados para a prática de leitura e escrita de textos. Nessa perspectiva, o presente estudo tem como objetivo, de forma geral, refletir sobre as dificuldades de leitura e compreensão de textos pelos alunos do Ensino Fundamental II, além de investigar como o gênero textual crônica pode favorecer ao desenvolvimento da competência leitora do aluno, através de atividades diversificadas. Para isso, o trabalho se fundamentou em referenciais teóricos direcionados à leitura e a produção do texto como Koch (2009) e Villardi (1999) que focalizam a importância da interação autor-texto-leitor e Antunes (2009), dentre outros que enfatizam os gêneros textuais como ponto de partida para o ensino da língua materna e a aquisição do processo da leitura e compreensão de textos; Bakhtin (1997) e Marcuschi (2008) sobre os gêneros na interação social; Dolz e Schneuwly (2004) que defendem uma proposta de ensino-aprendizagem centrada nos gêneros textuais, considerando a linguagem um instrumento de construção do conhecimento. Ainda, pode-se mencionar Solé (1998) que afirma ser possível utilizar diversas estratégias de leitura em sala de aula, tornando-a um recurso essencial à aquisição do conhecimento. Quanto à metodologia, a pesquisa se insere em uma abordagem qualitativa, com base na teoria de Triviños (1987) que ver esse tipo de pesquisa como um processo que se desenvolve em interação dinâmica, reformulando-se constantemente. Foi a partir dessa reformulação que se chegou à construção de um livro intitulado Crônicas do mundo (in)real: o cotidiano na narrativa
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SEQUÊNCIA DIDÁTICA DE GÊNERO TEXTUAL: UMA FERRAMENTA DE ENSINO DA ESCRITA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

SEQUÊNCIA DIDÁTICA DE GÊNERO TEXTUAL: UMA FERRAMENTA DE ENSINO DA ESCRITA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

Dessa maneira, defendemos que o trabalho com a SD é essencial na alfabetização, pois desde o momento em que o aluno começa a escrever seus primeiros textos, contribui para que o professor possa acompanhar e intervir nesse processo de forma mais assertiva. Além disso, o ensino da língua materna visa ao domínio de gêneros textuais, considerados por Schneuwly (2004) como um megainstrumento didático, na medida em que auxiliam no processo ensino e aprendizagem das línguas, ao mesmo tempo em que têm a função de mediar as interações entre os sujeitos e a situação. Em outras palavras, os gêneros auxiliam no processo e no desenvolvimento da linguagem agindo como articuladores das práticas sociais e dos objetos escolares que contribuem para a participação do educando na vida social e comunicativa facilitando e modificando os saberes essenciais para a produção textual no contexto escolar.
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O Modelo Didático do Gênero Cartoon: Uma Ferramenta para o Ensino da Leitura e da Produção Textual

O Modelo Didático do Gênero Cartoon: Uma Ferramenta para o Ensino da Leitura e da Produção Textual

É um gênero que tem a característica de veicular a opinião do autor. O cartoon tem por objetivo apresentar uma crítica humorística sobre um tema político e/ou social, geralmente, é publicado, em Portugal, em jornais e revistas ao lado do editorial (contexto imediato). O destinatário potencial é um público amplo, uma vez que os cartoons são dirigidos para os leitores do jornal que o publica, em outras palavras, o leitor é considerado pelo produtor como alguém que acompanha os fatos atuais/contemporâneos, compartilhando ou não de suas ideologias. O enunciador é o produtor do cartoon em seu papel social de cartunista, bem marcado linguisticamente por meio de sua rubrica, conforme exemplo na figura 1: Bandeira. Além da própria assinatura e do nome do autor, o estilo do desenho também é uma marca do autor. Ainda no exemplo destacada na figura 1, o autor Bandeira sempre apresenta os seus desenhos com saliência pelo uso da cor. Enquanto o autor da série Bartoon, o Luís Afonso, não utiliza cor. Além da cor, o próprio cenário do cartoon seria um elemento que caracterizaria o cartunista. Mais uma vez, podemos observar que os cartoons da série Bartoon apresentam sempre um mesmo cenário, representando um bar, enquanto os cartoons do autor Bandeira não possuem um cenário fixo. Os personagens podem estar em um praça, na rua, em casa, entre outros.
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