Top PDF Os gêneros discursivos no processo de ensino/aprendizagem de ELE: alternativas para a prática docente

Os gêneros discursivos no processo de ensino/aprendizagem de ELE: alternativas para a prática docente

Os gêneros discursivos no processo de ensino/aprendizagem de ELE: alternativas para a prática docente

Ao mencionar que a linguagem se realiza em práticas de interação social, os documentos oficiais orientadores do ensino brasileiro, contribuíram com novas perspectivas para o ensino/aprendizagem de Língua Estrangeira (LE). Baseados nessa visão, o trabalho com a diversidade de Gêneros Discursivos (GD’s) passou a ser considerado importante, na medida em que as práticas comunicativas são efetivadas em forma de GD’s. A partir disso, nossa pesquisa objetiva direcionar a prática docente quanto ao trabalho dos Gêneros Discursivos nas aulas de Espanhol como Língua Estrangeira (ELE) no âmbito do Ensino Fundamental. Para tanto, esta investigação se define como uma pesquisa descritiva, em que o corpus se refere a uma proposta didática, cuja perspectiva tem como base os GD’s no processo de ensino/aprendizagem de ELE. Tudo isso, tendo em vista a subtemática “Bullying” proveniente da Temática Transversal Saúde que, por sua vez, é proposta pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de 1998. Em meio a esse contexto, utilizaremos como subsídio teórico os conceitos da perspectiva do sociointeracionismo de Vigotsky (1987), as teorias de Bakhtin (1997), os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Estrangeira (1998), as Orientações Curriculares para o Ensino Médio (2006), as concepções de Marcuschi (2007), entre outros teóricos que guiarão a presente investigação. Portanto, nessa pesquisa buscamos refletir sobre as práticas educativas atuais, no que concerne ao ensino/aprendizagem de LE como uma maneira de tentar reformular metodologias que possam contribuir no processo de ensino/aprendizagem de ELE. Deste modo, pretendemos, com este estudo, estreitar os caminhos entre teoria e prática na abordagem dos Gêneros Discursivos, mostrando para os professores e futuros professores de ELE que a diversidade dos GD’s pode funcionar como ferramentas didáticas no ensino/aprendizagem de ELE se bem utilizadas, pois podem gerar benefícios para o alunado diante das práticas de interação na sociedade.
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A prática docente e o processo de ensino aprendizagem em uma escola pública do município de Juarez Távora/PB

A prática docente e o processo de ensino aprendizagem em uma escola pública do município de Juarez Távora/PB

Discutir sobre a prática docente implica necessariamente discutir sobre a aprendizagem dos alunos. Diante disso e mediante as observações do último estágio supervisionado realizado, sentiu-se a necessidade de refletir acerca da formação docente, os desafios encontrados ao longo da carreira e o quanto isso influencia no processo de ensino-aprendizagem. A atuação docente constitui-se, dessa forma, como um dos fatores que podem significar positivamente ou negativamente na aprendizagem dos indivíduos, de modo que quando há uma relação dialógica entre professor e aluno o ambiente educacional torna-se mais propício para o exercício da docência. Partindo do pressuposto de que a educação transforma a realidade em que os sujeitos estão inseridos e que a escola é a instituição responsável pelo ensino, o professor tem papel de grande relevância e por isso recai sobre ele a maior parte da responsabilidade em ensinar.
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O uso da brinquedoteca no processo de ensino aprendizagem: “uma reflexão sobre a prática docente que considere a ludicidade nos anos iniciais do ensino fundamental”

O uso da brinquedoteca no processo de ensino aprendizagem: “uma reflexão sobre a prática docente que considere a ludicidade nos anos iniciais do ensino fundamental”

Este trabalho teve como temática o uso da brinquedoteca no processo de ensino aprendizagem– “Uma reflexão sobre a prática docente que considere a ludicidade nos anos iniciais do ensino fundamental”, analisado sob a perspectiva da proposta de Catarina Moro, Kleiman, Magda Soares, dentre outros estudiosos em educação. Com o objetivo de repensar sobre a articulação entre o brincar e o aprender numa perspectiva lúdica no trabalho pedagógico mediando à construção do conhecimento do Sistema Escrito Alfabético, no entendimento de que uma ótica que as aprendizagens podem ser estimuladas em situações e usos de brinquedos, bem como listar algumas atividades que explorem a ludicidade que relacione a brinquedoteca. No intuito de possibilitar um roteiro de procedimentos que favoreça os quatro eixos da Língua portuguesa; a Oralidade, a Análise Linguística, a produção e a leitura, na perspectiva do letramento. Assim, na perspectiva do lúdico no processo de alfabetização, percebemos que muitos professores encontram resistência em relação à prática de atividades lúdicas, os mesmos confundem o conceito de autores que definem bem o brincar.
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A avaliação no processo de ensino aprendizagem: perspectivas e desafios à prática docente

A avaliação no processo de ensino aprendizagem: perspectivas e desafios à prática docente

O presente trabalho tem por objetivo refletir sobre o papel da avaliação no processo de reflexão da prática docente no sentido de oportunizar a busca por metodologias que contribuam para o aperfeiçoamento do ensino. Busca-se também analisar que espaço o ato avaliativo deve ocupar no debate acerca da aprendizagem e que leitura o professor deve fazer dos resultados obtidos tentando assim desmistificar o sentido da avaliação como mero mecanismo de punição. Para a fundamentação teórica são utilizados os estudos de teóricos que se debruçam sobre o tema e trazem grandes contribuições ao tema sendo eles: Luckesi (2002); Hofmann (1991); Tardif (2002) dentre outros que evidenciam a importância da avaliação para o processo de ensino aprendizagem. Considerando a escola como um intenso espaço de interação e que necessita estar constantemente em análise, este estudo coloca em evidência o papel do professor como mediador entre a realidade e o ensino e portanto parte indissociável do processo evolutivo dos alunos tendo assim o dever de elaborar estratégias que concorram para a formação cidadã dos sujeitos.
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Afetividade na prática docente: um recurso potencializador no processo de ensino-aprendizagem

Afetividade na prática docente: um recurso potencializador no processo de ensino-aprendizagem

Rafael Teixeira de Paula Lima - Centro Universitário Una/ Minas Gerais – Brasil Joyce Pedra de Paula Lima - Colégio Santa Dorotéia/ Minas Gerais – Brasil RESUMO: O presente artigo tem por objetivo apresentar, de forma sucinta, a importância da afetividade no processo de ensino-aprendizagem ancorada a uma definição conceitual bem estabelecida e amparada teoricamente em autores de referência. Assim, tal propósito se baseou em considerações de grandes teóricos da Educação, sendo eles Wallon, Piaget e Vygotsky. Dialogando com o posicionamento de tais autores, foram abordados ainda trabalhos de estudiosos atuais que se dedicam a pesquisar a relevância e os efeitos da aplicação da afetividade à prática docente. A pesquisa bibliográfica demonstra e constata, por meio dos estudos analisados, a relevância e proventos da prática da afetividade no processo de ensino-aprendizagem, gerando um aprendizado mais efetivo para alunos e tornando a prática docente mais satisfatória e significativa. Notadamente, tal resultado depende, inexoravelmente, de ancoragem rigorosa em um arcabouço teórico bem delimitado a fim de ser operacionalizado.
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Processo de ensino-aprendizagem da literatura: uma proposta norteadora da prática docente

Processo de ensino-aprendizagem da literatura: uma proposta norteadora da prática docente

oralizadas sem ocorrer seu registro; apresentação e discussão dos textos dramáticos ao serem reescritos, para que dessa forma ocorra uma troca de opiniões e aconselhamentos entre os grupos no sentido de um ajudar o outro a melhor o seu próprio texto, na sequência original as correções do texto dramático era realizada entre o professor/bolsista e o grupo que aquele docente estava responsável por ajudar, sem que um grupo opinasse no texto do outro; revisão dos conteúdos estudados ao longo da sequência antes de iniciar a produção do roteiro, procedimento que não foi executado no planejamento original; estudo de cinco exemplos de roteiros com o tema sobre preconceito, para auxiliar os discentes no momento de produção do roteiro de peça teatral ao fim da sequência, uma vez que na sequência aplicada no projeto, esse procedimento não foi realizado, o docente/bolsista encarregado por esse momento apenas entregou aos grupos cópias da estrutura de um roteiro, limitando a sua explicação apenas a esse exemplo; a última melhoria presente na sequência aqui apresentada refere-se a reorganização das atividades didático-pedagógicas para que a aplicação desse planejamento seja viável no ensino regular, que possui um tempo de duração de aula menor que a do projeto.
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A prática docente no processo de ensino-aprendizagem da leitura: um estudo de caso

A prática docente no processo de ensino-aprendizagem da leitura: um estudo de caso

Por fim, a última questão trata-se da dificuldade dos professores em colocarem em prática as concepções e orientações metodológicas presentes nas DCE do Paraná. Quanto a isso, um dos principais obstáculos, na visão da professora, é o não conhecimento do conteúdo estruturante das DCE e, consequentemente, o não conhecimento das novas concepções que embasam o ensino atual, principalmente no caso de professores que lecionam a mais tempo e não buscaram uma formação continuada. Como consequência, observa-se um discurso de manutenção, pois segundo o item assinalado pelo professor, é mais fácil manter o ensino tradicional, uma vez que já tem práticas pré-organizadas, o que facilita a prática docente. Ademais, ao adotarem as práticas de ensino-aprendizagem a partir de atividades interativas, o professor acredita que o controle da sala fica comprometido. Essa visão mostra como ainda há a figura do professor como detentor e controlador do saber, pois não se cria oportunidades para que o estudante construa seu próprio conhecimento, uma vez que toda a prática em sala de aula é centralizada no professor e nos conteúdos tradicionais preestabelecidos. Desse modo, a escola se torna um lugar de disciplinamento e controle dos corpos, ao invés de um espaço para a construção do saber.
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Sequências didáticas de gêneros discursivos no processo de ensino e aprendizagem da Língua Portuguesa: relatos do Pibid

Sequências didáticas de gêneros discursivos no processo de ensino e aprendizagem da Língua Portuguesa: relatos do Pibid

A iniciação à docência, nesse subprojeto, está fundamen- tada em práticas discursivas que remetem aos pressupostos bakhtinianos, nos quais há a concepção de linguagem como interação verbal, por meio das relações que se constituem entre os sujeitos no momento em que se comunicam nas diferentes esferas humanas. A concepção de “sequência didática” proposta por Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004), as orientações desen- volvidas por Lopes-Rossi (2011) para a prática com a leitura e a escrita na escola e teorização proposta por Freire (1998) também fazem parte dos pressupostos teóricos abordados no projeto.
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O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM E A PRÁTICA DOCENTE: REFLEXÕES

O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM E A PRÁTICA DOCENTE: REFLEXÕES

Cada aluno é único, cada um tem sua forma de aprender, cabe ao professor ter um bom planejamento. Ensinar não é uma tarefa fácil, é um desafio a ser enfrentado constantemente. Por meio do estudo de caso foi possível ver como um profissional bem preparado, com currículo e planejamento adequado, realiza um ensino onde inclui todos os alunos da classe. Não há uma forma única de realizar explicações sobre os conteúdos, estar sempre se reinventando, buscando soluções inovadoras e relacionando com o cotidiano dos alunos.

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Jogos de linguagem como gêneros no processo de ensino-aprendizagem de LE para crianças.

Jogos de linguagem como gêneros no processo de ensino-aprendizagem de LE para crianças.

Dentre esses sete, utilizarei quatro jogos na reflexão que se segue: dois jogos da memória, um jogo intitulado Web e outro intitulado Guess the Drawing. A seleção dos quatro jogos levou em conta os seguintes aspectos: jogos já constituídos no cotidiano (jogo da memória); jogos pensados exclusivamente para sala de aula (Web e Guess the Drawing); variedade de temas (família, coleções e escola) e de jogos de linguagem (de nomear, reconhecer, descrever). É importante esclarecer que, não obstante a utilização dos mesmos dados, a análise realizada neste artigo é distinta daquela encontrada na dissertação (SZUNDY, 2001). Tal diferença se deve aos propósitos diversos dos dois trabalhos: aquele de levantar os jogos de linguagem observados na interação e os objetos lingüísticos construídos nesses jogos e este de descrever o conteúdo, forma de composição e estilo de quatro jogos de linguagem a fim de sustentar o argumento de que estes podem ser compreendidos como gêneros discursivos tipicamente utilizados no ensino-aprendizagem de LE.
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A compreensão evolutiva do ensino e da aprendizagem como promoção da melhoria da prática docente

A compreensão evolutiva do ensino e da aprendizagem como promoção da melhoria da prática docente

13 Com base no que pude investigar, identifico-me com esta perspetiva, no que toca à vivência do meu 1º ciclo, enquanto aluna. Era um ensino com muitas regras e rigor, que valorizava a memorização das matérias. O professor, para se fazer entender, debitava a matéria, mas não estimulava o raciocínio. Segundo a minha perspetiva, esta perspetiva tem falhas, principalmente porque a aula não pode ter sempre o mesmo método. A aula deve ser uma descoberta para o aluno, que, de forma ativa, deve dialogar com o professor, manifestando dúvidas e interesse pelo que está a aprender. Penso que a abordagem tradicional ainda hoje é utilizada. Todavia não a aplico nas minhas aulas, pois os alunos são cada vez mais exigentes e se uma aula fosse tradicional, o seu desenvolvimento, a participação, a partilha de ideias não seriam os mais desejados, pois o mais importante seria “dar a matéria”. Para mim, a aula tem que ser um processo de interação entre o professor e os alunos. Os alunos têm o direito de se manifestar: seja para opinar, questionar, dialogar e até conversar. Os conhecimentos podem ser transmitidos com o mesmo rigor da antiga escola tradicional, que instruiu os nossos pais e avós. Todavia, reconheço a sua importância e saliento como positivo que, através desta teoria, se conseguiu evoluir e melhorar.
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O uso das TDICs no processo de ensino e aprendizagem de gêneros do discurso

O uso das TDICs no processo de ensino e aprendizagem de gêneros do discurso

Segundo Geraldi, em sua obra “ A Aula Como Acontecimento, Cap.III, p.35, ressalta que pelo fato de acontecimentos passados terem construído expressões linguísticas, estruturas sintáticas, variedades linguísticas, gêneros discursivos, etc todos produto do trabalho social e histórico de falantes, não se pode inferir que a língua está de antemão pronta, acabada, cabendo ao sujeito de hoje simplesmente se “apropiar “ do sistema para usá-lo segundo suas necessidades de comunicação. É presente que, sendo história, faz história e por isso mesmo participa do trabalho de constituição da língua, sempre em movimento, sempre se fazendo, inacabada e provisoriamente acabada para oferecer os recursos para o trabalho presente que continua a constituí-la. Surge então uma nova leitura em relação do que é a língua culta ou padrão.
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Aprendizagem no ensino superior: relações com a prática docente

Aprendizagem no ensino superior: relações com a prática docente

Um modelo centrado na aprendizagem vai focar-se mais nas competências e saberes que os alunos vão adquirindo ao longo do seu processo de formação. Este processo pressupõe metodologias de ensino que não se limitem à mera exposição de conteúdos, mas que passem a valorizar formas de aprendizagem onde o aluno seja chamado a participar, a debater, a colocar em uso o conhecimento em situações e problemas concretos. A avaliação daqui decorrente terá então de ser mais abrangente e diversificada para dar resposta à complexidade e subjetividade. A aprendizagem é então um processo ativo no qual os alunos constroem o seu próprio conhecimento interagindo com o conteúdo temático, transformando-o e discutindo-o com os colegas, professores, público, a fim de internalizar o significado e fazer conexões com o conhecimento existente. Neste processo, há evidências consideráveis de que o feedback tem uma influência inquestionável que levam a uma melhor compreensão e a resultados de aprendizagem efetivos. O feedback constitui um elemento essencial do processo de avaliação pois fomenta a aprendizagem. No entanto, para este feedback ser efetivo tem de resultar de experiências de aprendizagem que forneçam evidência capaz de ajuizar sobre qual o passo seguinte que leva a mais aprendizagem (Black & Wiliam, 1998; Black & Harrison, 2004). A avaliação tem, na verdade, uma influência importante na aprendizagem dos estudantes. No entanto, a experiência dos alunos em situações de avaliação também influencia a abordagem que eles adotam em relação à aprendizagem (futura) (Struyven et al., 2005).
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GÊNEROS DISCURSIVOS E ENSINO:  UMA PROPOSTA DE APLICAÇÃO EM SALA DE AULA

GÊNEROS DISCURSIVOS E ENSINO: UMA PROPOSTA DE APLICAÇÃO EM SALA DE AULA

Segundo Dolz e Schneuwly (2004), o ensino através dos gêneros é característico da escola, na medida em que consideram as práticas de linguagem como gêneros. Para os autores, os gêneros “constituem o instrumento de mediação de toda estratégia de ensino e o material de trabalho, necessário e inesgotável, para o ensino da textualidade.” (DOLZ e SCHNEUWLY, 2004, p. 7). Dessa maneira, a utilização da sequência didática seria uma forma de compreensão dos gêneros do discurso e de sua aplicação nas práticas sociais de leitura e escrita. Reconhecemos que a organização dessa sequência didática de forma ade- quada aos alunos é um desafio, entretanto, as possibilidades de desenvolvimento da leitu- ra crítica e da capacidade em escrever de forma eficiente são evidentes nessa estratégia de ensino. Compreendendo, portanto, o gênero como “artefatos linguísticos concretos”, como define Marchuschi (2003, p.33), percebemos sua relevância para o processo de en- sino e aprendizagem desde que focalizados e privilegiados como práticas plurais, cultu- rais. Segundo Marchuschi (2003, p. 35) “o trabalho com gêneros textuais é uma extraor- dinária oportunidade de se lidar com a língua em seus mais diversos usos autênticos no dia-a-dia”. O autor acrescenta, ainda, que “tudo o que fizermos linguisticamente pode ser tratado em um ou outro gênero”.
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Avaliação da aprendizagem no ensino superior: questões que emergem da prática docente

Avaliação da aprendizagem no ensino superior: questões que emergem da prática docente

professor que quer cuidar da aprendizagem do aluno, que seu processo de aprender está ´morno´, lá pelo meio da expectativa em jogo, talvez parado, sem motivação, urgindo pois intervir para fins de conseguir que o aluno progrida. [...] A nota 2, por sua vez, há de significar sinal vermelho de alerta máximo, sugerindo ao professor que este aluno não está conseguindo elaborar de maneira adequada seus textos, não sabe pensar, argumentar, fundamentar, expressar-se com autonomia, e assim por diante. (DEMO, 2003, p. 31, grifo nosso).

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PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM E A PRÁTICA DOCENTE

PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM E A PRÁTICA DOCENTE

O presente trabalho apresenta como tema problemas de aprendizagem e a prática docente; resultou de uma pesquisa bibliográfica que objetiva a reflexão sobre as dificuldades de aprendizagem nos anos iniciais do ensino e como isso afeta a vida das crianças . Tem ainda por objetivo descrever quais os problemas de aprendizagem, caracterizar quais as metodologias que podem ser utilizadas para o aluno com dificuldade de aprendizagem, compreender qual a importância da família no processo de aprendizagem. A escolha do tema se justifica pelo fato de ser um assunto de que é preciso que se tenha um pleno conhecimento. A elaboração deste trabalho se baseou em autores, como Barrachi e Martins (2004) , Mota (2005), Lima (2006), Petronilo (2007) e Bolfer (2008). Este estudo se baseou em uma estratégia qualitativa de pesquisa, de caráter exploratório, por meio de uma pesquisa bibliográfica. A elaboração do artigo possibilitou uma maior visão dos problemas de aprendizagem.
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Aprendizagem no ensino superior: Relações com a prática docente

Aprendizagem no ensino superior: Relações com a prática docente

Um modelo centrado na aprendizagem vai focar-se mais nas competências e saberes que os alunos vão adquirindo ao longo do seu processo de formação. Este processo pressupõe metodologias de ensino que não se limitem à mera exposição de conteúdos, mas que passem a valorizar formas de aprendizagem onde o aluno seja chamado a participar, a debater, a colocar em uso o conhecimento em situações e problemas concretos. A avaliação daqui decorrente terá então de ser mais abrangente e diversificada para dar resposta à complexidade e subjetividade. A aprendizagem é então um processo ativo no qual os alunos constroem o seu próprio conhecimento interagindo com o conteúdo temático, transformando-o e discutindo-o com os colegas, professores, público, a fim de internalizar o significado e fazer conexões com o conhecimento existente. Neste processo, há evidências consideráveis de que o feedback tem uma influência inquestionável que levam a uma melhor compreensão e a resultados de aprendizagem efetivos. O feedback constitui um elemento essencial do processo de avaliação pois fomenta a aprendizagem. No entanto, para este feedback ser efetivo tem de resultar de experiências de aprendizagem que forneçam evidência capaz de ajuizar sobre qual o passo seguinte que leva a mais aprendizagem (Black & Wiliam, 1998; Black & Harrison, 2004). A avaliação tem, na verdade, uma influência importante na aprendizagem dos estudantes. No entanto, a experiência dos alunos em situações de avaliação também influencia a abordagem que eles adotam em relação à aprendizagem (futura) (Struyven et al., 2005).
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Alternativas para a prática docente no ensino superior de enfermagem.

Alternativas para a prática docente no ensino superior de enfermagem.

As transformações no ensino de Enfermagem serão palpáveis quando os enfermeiros mudarem sua visão sobre o processo ensino-aprendizagem e propiciarem um ensino que auxilie o aluno a desenvolver competências cognitivas, como análise, avaliação, investigação, argumentação, entre outras. O primeiro passo para alcançar a educação transformadora já foi dado. Ele teve início com a reflexão e autocrítica a respeito da prática docente, subsidiado pela legislação em vigor e pelas transformações na profissão. Mas ainda carece de avanços por meio de abordagens emancipatórias que valorizem os conhecimentos articulados ao contexto social.
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Gêneros discursivos digitais na formação docente: o blog em práticas de ensino

Gêneros discursivos digitais na formação docente: o blog em práticas de ensino

revelou a descoberta de novos gêneros discursivos, denominados de gêneros digitais. Estes estão presentes nos mais diversos contextos sociais, nas diversas manifestações de uso da língua. Partindo desse pressuposto, este estudo objetiva investigar o processo de construção de gêneros digitais na formação docente, a partir de uma experiência em sala de aula. Para tanto, desenvolvemos uma pesquisa-ação de abordagem qualitativa descritivo-interpretativa. A pesquisa baseia-se nos estudos do Círculo de Bakhtin e em estudos contemporâneos acerca da análise de gêneros discursivos e gêneros discursivos digitais. Relatamos a construção e aplicação da oficina "Formando Professores” desenvolvida com alunos do curso de Letras- Inglês, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no período de 2015.1 e 2015.2, cujo propósito foi a produção de gêneros digitais blogs. Participaram da oficina 19 alunos e foram produzidos 19 blogs diferentes. Das produções, foram escolhidos para análise 2 blogs, com ênfase em como os autores construíram os seus blogs atendendo aos seus projetos de dizeres, com destaque para as suas construções temáticas, estilísticas e composicionais. Por último, apresentamos uma reflexão da relevância da oficina para uma ressignificação da prática docente dos sujeitos envolvidos. Como resultados, a dissertação nos aponta que a utilização das tecnologias digitais pelo docente em situações de ensino é uma possibilidade de organizar o ensino-aprendizagem num ambiente sistemático e prazeroso, cujo papel docente além de orientar o processo de leitura e produção de textos multimodais e multissemióticos, gêneros digitais, também orienta o aluno do ponto de vista tecnológico, pois o auxilia na utilização da tecnologia disponível. Nessa proposta de produção do gênero digital blog, a própria concepção de aula se ressignifica, na medida em que novas possibilidades didáticas se colocam à disposição do professor. Dessa forma, o próprio processo de ensino contribui para a construção de uma educação conectada com as necessidades do ensino atual e para a produção de saberes plurais, coletivos e interativos.
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Formação docente em Timor-Leste: prática e reflexão sobre gêneros discursivos e ensino

Formação docente em Timor-Leste: prática e reflexão sobre gêneros discursivos e ensino

As principais dificuldades apresentadas pelos estudantes no que diz respeito ao processo de escrita estavam relacionadas com questões estruturais da LP, como a ortografia, o vocabulário e a pontuação. O fato de as dúvidas recaírem, sobretudo, no plano linguístico denota e traz à tona as reais dificuldades que esses sujeitos apresentam na escrita em uma LNM – o sistema abstrato e estrutural dessa língua. Tal constatação ratifica a forma pela qual os sujeitos, no entendimento de Bakhtin (2010), interagem com a linguagem – do plano discursivo para o linguístico. Sendo assim, a ordem metodológica para o estudo da linguagem deveria ser perseguida à maneira como as relações sociais se constituem, ou seja, a produção da língua pela sua realidade concreta de constituição. Desse modo, primeiro é preciso apreendê-la no plano discursivo, o que torna esse caminho o mais propício, para, então, entendê-la também no plano linguístico-formal.
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