Top PDF Os gêneros jornalísticos como ferramentas para a formação de leitores críticos

Os gêneros jornalísticos como ferramentas para a formação de leitores críticos

Os gêneros jornalísticos como ferramentas para a formação de leitores críticos

Este artigo tem o objetivo de apresentar um estudo realizado sobre o uso dos gêneros jornalísticos em sala de aula como ferramenta para a formação de leitores críticos. Como pesquisa de campo foram ministradas aulas com atividades de leitura e interpretação de texto, utilizando os gêneros de cunho jornalístico como recurso didático nas turmas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e nas turmas do 2º ao 4º ano do ensino médio (Magistério), através do Estágio Supervisionado de Regência desenvolvido no Centro Educacional Osmar de Aquino, localizado na cidade de Guarabira, Paraíba. Este estudo aborda o ensino de leitura como um processo de desenvolvimento do senso crítico e interpretativo, utilizando os gêneros jornalísticos como meio para estimular o interesse do aluno pela leitura como uma prática de conhecimento interdisciplinar. Discutimos as características dos gêneros jornalísticos, a importância do seu uso nas aulas de Língua Portuguesa e as constatações obtidas a partir das aulas ministradas durante a pesquisa de campo. Para a fundamentação teórica buscamos os autores Elias (2010), Koch (2009; 2010), Souza (2001), Soares (1998), Bräkling (1998), Freitas (1994).
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instrumento para a formação de leitores críticos School library: tool for the formation of critical readers :: Brapci ::

instrumento para a formação de leitores críticos School library: tool for the formation of critical readers :: Brapci ::

646 As palavras de Santiago et al. (2010) remetem ao termo didático técnica – como dirigir e orientar a aprendizagem: quais estratégias e metodologias de ensino. Nesse processo, há uma relação mútua de transformação, tanto do educador quanto do aluno. O orientador sofre mutação porque ele passa a pensar no outro. Com isso, ele enxerga realidades diferentes constituindo um novo aprendizado. Enquanto o aluno vê o que é novo, possibilitado pela didática do professor, quando este envolve um número diversificado de ferramentas em sua prática.
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Formação de leitores e literatura infantil

Formação de leitores e literatura infantil

Sendo assim, a literatura infantil que engloba conto de fadas, fábulas, mitos e lendas são ferramentas pedagógicas essenciais para desenvolver o gosto pelo ato de ler e formar leitores. A leitura precisa compor a rotina das crianças e ser bem administrada pelos professores que precisam conhecer bem os textos que leva para o ambiente de sala de aula e que incentivará seus alunos a compreender o que lhe está sendo apresentado. De acordo com Fonseca (2015, p. 22): “A literatura infantil é uma peça essencial para formar leitores, além de divertir, envolver e educar contribui na formação de leitores críticos, fluentes e pensantes”. A partir disso, cabe a escola inserir a leitura nas atividades educativas e envolver seus alunos de maneira lúdica e criativa por meio do acesso ao livro e textos literários.
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Proposta de formação de leitores críticos para o combate às fake news

Proposta de formação de leitores críticos para o combate às fake news

Pesquisando trabalhos com a temática fake news no âmbito educacional, encontramos Prado (2018), que analisou o tratamento das fake news nas escolas, por meio de reportagens utilizadas por professores para abordar o tema, com o propósito de motivar os alunos a questionarem conteúdos suspeitos. A autora baseou suas análises em teóricos que discutem a formação de professores, tais como: Nóvoa (2011); Tardif (2012) e Freire (1991), ponderando que a prática educativa deve ser articulada com acontecimentos da realidade e que o professor deve dominar ferramentas tecnológicas, trabalhando conteúdos que contribuam para a formação leitora e, mais que isso, converter-se em um pesquisador. Em suas conclusões, Prado (2018) argumenta quanto à necessidade de a escola propiciar o espaço para a discussão das fake news, a partir do desenvolvimento do senso crítico dos alunos em relação à leitura.
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O uso de tecnologias digitais na produção de gêneros textuais jornalísticos por estudantes

O uso de tecnologias digitais na produção de gêneros textuais jornalísticos por estudantes

Pode vir ou não assinada pelo jornalista autor que relata um fato atual e interessante para um grupo de leitores ou para a sociedade em geral. Seu principal objetivo de produção é informar o leitor sobre os acontecimentos ocorridos e não costuma apresentar comentários críticos ou interpelações pessoais do produtor do texto. Sua estrutura é formada, em geral, de título, lide (primeiro parágrafo que resume as informações básicas da notícia), corpo (parte que acrescenta dados ao lide) e assinatura (nome do autor). Pode ser ou não acompanhada de foto. A linguagem característica predominante é a escrita formal, em 3ª pessoa gramatical e com extensão breve.
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A formação acadêmica dos educadores para atuar na formação de leitores em escolas: e uso de ferramentas pedagógicas como a biblioteca escolar

A formação acadêmica dos educadores para atuar na formação de leitores em escolas: e uso de ferramentas pedagógicas como a biblioteca escolar

A bibliografia complementar é totalmente voltada para a produção de texto e redação. Outra disciplina que trata da leitura é Estudos sobre letramento. Consta em sua ementa: “Usos sociais da leitura e da escrita: eventos e práticas de letramento. Abordagem das teorias do processo de aquisição de leitura e escrita; análise das práticas escolares e não escolares de letramento.” Observa-se que o foco é diferente. O letramento é a capacidade de decodificar, compreender e interpretar no cotidiano diversos tipos de texto. Pressupõe a formação crítica do cidadão, algo extremamente necessidade na formação acadêmica e humana. Mas também pressupõe o contato com diversos os gêneros textuais como quadrinhos, receitas, bulas. A bibliografia básica possui várias obras livros que tratam da leitura, da escrita e da oralidade. Os textos descritos tratam da leitura de maneira mais geral, do todo, isto é dos tipos de leitura. Introdutórias sobre o assunto que descrevem a origem, os primeiros suportes, dentre outros.
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DESVENDANDO O TEXTO: o papel da leitura no processo de formação de sujeitos-leitores críticos e criativos

DESVENDANDO O TEXTO: o papel da leitura no processo de formação de sujeitos-leitores críticos e criativos

A leitura na escola tem sido, fundamentalmente, um objeto de ensino. Para que possa constituir também objeto de aprendizagem, é necessário que faça sentido para o aluno, isto é, a atividade de leitura deve responder, do seu ponto de vista, a objetivos de realização imediata. Como se trata de uma prática social complexa, se a escola pretende converter a leitura em objeto de aprendizagem deve preservar sua natureza e sua complexidade, sem descaracterizá-la. Isso significa trabalhar com a diversidade de textos e de combinações entre eles. Significa trabalhar com a diversidade de objetivos e modalidades que caracterizam a leitura, ou seja, os diferentes “para quês” — resolver um problema prático, informar-se, divertir-se, estudar, escrever ou revisar o próprio texto — e com as diferentes formas de leitura em função de diferentes objetivos e gêneros: ler buscando as informações relevantes, ou o significado implícito nas entrelinhas, ou dados para a solução de um problema. (BRASIL, 1998, p.41)
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Gêneros jornalísticos na sala de aula: O livro didático e o caderno de redação

Gêneros jornalísticos na sala de aula: O livro didático e o caderno de redação

De acordo com Van Dijk (2004), a relevância é uma importante característica do discurso noticioso, pois ela indica ao leitor qual informação ou informações são mais importantes no texto. Para esse autor, os leitores de jornal são capazes de dizer sobre o que versa um texto (p.129). No caso dessa redação, considero que a aluna, apesar de identificar o assunto tratado na reportagem, não considerou outras informações dadas ao longo do texto. No meu ponto de vista, a reportagem contém as seguintes informações: o conceito de marginais, a formação de lagoas no período chuvoso, o funcionamento dessas lagoas como local de retenção dos ovos e dos peixes mais jovens, contribuindo para o ciclo reprodutivo dos peixes, a importância da preservação dessas lagoas (berçários marginais), o biomonitoramento de peixes no Rio das Velhas pelo Projeto Manuelzão, a comprovação de que os berçários marginais têm cumprido o seu papel, a importância de conscientizar as pessoas quanto à preservação desses locais, e a lei federal (n°14181) que transforma as lagoas marginais em Áreas de Preservação Permanente. No texto da aluna, encontram#se as informações referentes ao conceito de marginais e à formação dos berçários, desconsiderando, como já dito, as demais informações dadas na reportagem.
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A produção de materiais didáticos no ensino de língua portuguesa e a perspectiva dialógica do discurso: possíveis entrelaçamentos para a formação de leitores críticos

A produção de materiais didáticos no ensino de língua portuguesa e a perspectiva dialógica do discurso: possíveis entrelaçamentos para a formação de leitores críticos

Atingir esses objetivos pressupõe do profissional da área de Letras um trabalho em sala de aula que considere, ademais da identificação e designação de classes gramaticais e funções sintáticas, por exemplo, a compreensão da linguagem como um elemento emancipatório do indivíduo, isto é, como um objeto que (re)constrói valores sociais, os quais organizam, legitimam e embasam os variados processos de produção, circulação e atribuição de sentidos. Tais processos influenciam não só a construção de nossa subjetividade como também a organização da sociedade de que fazemos parte, tendo em vista que toda vez que mobilizamos as palavras, independentemente de em qual modalidade esse uso seja feito, dos mais diversos contextos e gêneros existentes, somos responsáveis por (re)produzir, (re)criar e (trans)formar certas visões de mundo ao mesmo tempo em que refutamos outras.
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Elogio da brevidade – da concisão e da amenidade cronística como virtudes na formação de leitores críticos

Elogio da brevidade – da concisão e da amenidade cronística como virtudes na formação de leitores críticos

Do ponto de vista do compromisso clariceano com a exploração de novas representações do mundo, as crónicas assinadas pela autora de A maçã no escuro tornaram- se um acontecimento por causa, também, do seu humor grotesco. Alguém cujos atributos mais populares eram a inteligibilidade e a opacidade sabia que, além de focar os grandes temas da sua literatura desde muito alto, ou, sob um ponto de vista metafísico, precisava descer ao âmbito das realidades concretas para se comunicar com o público ao qual decidira dirigir-se ao escrever na imprensa periódica. Ao escrever os textos jornalísticos, Clarice não abdicou da sua conceção da literatura, mas a adequou ao princípio manifestado por Antonio Candido de que a literatura é um sistema vivo “e só vive na medida em que estes a vivem, decifrando-a, aceitando-a, deformando-a” (CANDIDO, 2000, p. 74). Por isso, como modo de despertar o interesse do público – também daquele público aprioristicamente estereotipado de revistas femininas para o qual a autora também escreveu – para a sua particular visão da realidade, sem afugentá-lo, optou por filtrar pequenas marcas dessa conceção escritural. É bem conhecida a anedota do texto em que, entre os diversos conselhos triviais destinados ao mais padronizado e arquetípico público feminino de meados do século XX, Clarice oferecia uma dica para matar baratas, que consistia em deixar gesso no chão, gesso que seria comido por estes insetos ortópteros e que os tornaria pequenas estátuas. Pois bem, aliado ao humorismo, o choque, procurado no leitor, revelou- se-nos profundamente útil para a perceção e a valorização dos efeitos de “estranhamento” presentes na proposta literária da autora de Perto do coração selvagem na sala de aula, pois, como sabemos, a partir do uso de estratégias irónicas e tácticas humorísticas, pode ser edificada uma comunidade de leitores mais ampla.
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A contribuição do lúdico na formação de leitores

A contribuição do lúdico na formação de leitores

O presente artigo intitulado A contribuição do lúdico na formação de leitores, surge a partir de uma grande inquietação enquanto estudante e profissional da educação ao verificar as quantas andam a leitura na escola e como esta é introduzida nas atividades desenvolvidas na sala de aula. Partindo desse pressuposto, foi possível visualizar a importância e o fundamental papel do professor como mediador no processo de ensino aprendizagem ao despertar o interesse nas crianças no ato de ler e escrever com qualidade. Propiciar momentos prazerosos para os alunos ao introduzir brincadeiras durante a leitura facilita e ínsita o desejo de sonhar e se embrenhar cada vez mais no mundo literário. Essa possibilidade vislumbrou garantir o enriquecimento do processo educacional e valorizar a constituição de sujeitos críticos e reflexivos. Em busca da consecução desses objetivos fizemos uma pesquisa bibliográfica, cujo referencial teórico fundamentou-se no pensamento de teóricos como Almeida (2003), Silva (2009), Soares (2004), entre outros, cujo estudo permitiu uma elaboração de forma sistemática acerca do tema em estudo. Teceremos assim
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A ESCOLA E A FORMAÇÃO DE LEITORES

A ESCOLA E A FORMAÇÃO DE LEITORES

Este artigo pretende suscitar uma reflexão sobre a formação de leitores nas séries iniciais do ensino fundamental. Deste modo, o trabalho traz questionamentos sobre prática pedagógica e, sobretudo, a respeito do incentivo da leitura em sala de aula, além de propor algumas ações que podem auxiliar a escola no sentido de levar a criança a se tornar um leitor. Portanto, ressalta-se a importância do professor e da escola no ensino da leitura por meio da literatura na formação pessoal e intelectual do ser humano desde o início de seu aprendizado em sala de aula.
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Open Cartografia do JÁ sob a ótica dos gêneros jornalísticos: análise do diário paraibano e o debate sobre gêneros na atualidade

Open Cartografia do JÁ sob a ótica dos gêneros jornalísticos: análise do diário paraibano e o debate sobre gêneros na atualidade

Os jornais voltados às classes populares são uma realidade em todo o País e, a cada ano, vão se consolidando na imprensa nacional e regional. Na Paraíba, apenas um jornal segue a linha desse tipo de noticiário, o JÁ. Esses diários estão mudando a concepção de sensacionalismo no sentido de jornalismo de má qualidade, exageros e até notícias mentirosas. O nosso trabalho traçou uma cartografia do JÁ com o objetivo de investigar o periódico, a partir dos aportes dos estudos de gênero, sobretudo com apoio dos contributos propostos por Lia Seixas. Dessa forma, pôde-se traçar o perfil do periódico a partir da análise da construção do seu noticiário, observando sobretudo a sua articulação com as categorias de análise propostas. Retomamos o debate sobre os gêneros jornalísticos a partir do levantamento bibliográfico de José Marques de Melo, Lia Seixas, Manuel Chaparro, Francisco de Assis, entre outros. No decorrer do trabalho, são discutidos os conceitos de jornalismo popular e sensacionalista, a história desse tipo de jornalismo, os critérios de noticiabilidade e os processos e fases de produção da notícia sensacionalista. A metodologia aplicada foi a Análise de Conteúdo e a proposta de codificação de gêneros de Lia Seixas, fazendo uma aproximação da Análise de Discurso, de 12 edições nas semanas de 11 a 16 de maio de 2009, primeira semana de circulação do JÁ, e de 24 a 29 de março de 2014, uma semana mais recente no período de análise, escolhidas aleatoriamente. O recorte analítico foi as editorias Cidades e Super Notas. A partir da análise de 128 notícias pôde-se identificar as estratégias de construção do noticiário do JÁ a partir das técnicas e práticas consolidadas do jornalismo atual.
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A LEITURA NA PRIMEIRA INFANCIA E A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LEITURA NA PRIMEIRA INFANCIA E A FORMAÇÃO DE LEITORES

RESUMO: As crianças já chegam na educação infantil com conhecimentos prévios que devem ser levados em consideração pelo professor, sendo esse período relevante para o desenvolvimento das habilidades e aquisição de conhecimentos, pois tudo é novidade. Assim, a primeira infância é a fase propicia para que a criança seja apresentada ao mundo das letras e vivencie experiências significativas, se a leitura for uma atividade rotineira, é provável que o habito seja cultivado ao longo do seu crescimento. Sendo assim, o professor tem papel fundamental, pois é um mediador no processo da leitura, mostrando os caminhos que o aluno poderá percorrer, contudo os pais são essenciais, já que a leitura deve ser intensificada no dia a dia da família. Desse modo, foi realizada uma revisão sistemática de literatura, a fim de evidenciar a importância da leitura na primeira infância e na formação de leitores.
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Literatura para a infância e formação de leitores: caminhos da formação inicial

Literatura para a infância e formação de leitores: caminhos da formação inicial

O livro-álbum tem vindo a adquirir estatuto de relevo no âmbito da literatura para a infância em geral e em distintos contextos educativos em particular, sendo alvo de investigação rigorosa e sustentada, de âmbito nacional e internacional (por exemplo, Debus, Juliano & Bortolotto, 2016; Ramos, Cortez & Mourão, 2017). Entendido enquanto género híbrido de versatilidade invulgar, a sua condição permanente de mutabilidade assegura-lhe uma fortuna ímpar no que se refere ao fomento dos desafios lançados aos leitores que nele podem encontrar múltiplos portos de abrigo.
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GÊNEROS JORNALÍSTICOS: PRÁTICAS EM SALA DE AULA MEDIADAS PELO USO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS

GÊNEROS JORNALÍSTICOS: PRÁTICAS EM SALA DE AULA MEDIADAS PELO USO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS

A justificativa do trabalho com gêneros textuais, além de ser atual, vem ao encontro das orientações dadas por esses documentos oficiais da nação e do Estado do Paraná, por meio dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa (PCNLP) e das Diretrizes Curriculares Estaduais – PR (DCE), embora implique uma boa dose de desafios por parte dos professores que venham a se comprometer com essa metodologia, discutida por autores como Dolz e Schneuwly (2004). Sua adoção requer criatividade e familiarização com as técnicas atualmente disponíveis, sem as quais será pouco viável a concretização dos resultados pretendidos. Não basta simplesmente escolher um gênero e aplicá-lo de qualquer maneira, ou ainda servindo-se apenas para calcar o ensino de normas gramaticais. As práticas sociocomunicativas devem servir, nesse caso, para enriquecer o aprendizado do aluno no sentido de ampliar suas noções de linguagem através de diferentes formas de textos, ampliar a noção de conhecimentos científicos, de mundo, e até mesmo de maneira interdisciplinar.
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O uso de tecnologias digitais na produção de gêneros textuais jornalísticos por estudantes

O uso de tecnologias digitais na produção de gêneros textuais jornalísticos por estudantes

Em termos de realidade atual brasileira, a informática está presente cada vez mais no cotidiano das pessoas em suas casas, nas escolas, no trabalho, enfim nos diversos ambientes sociais. Por isso, ciente da existência de contraposições ao emprego das tecnologias computacionais na educação “[...] há os que acreditem que a inserção delas em salas de aula mecanizará os alunos, desempregará os professores e desvirtuará os efeitos do processo de ensino – aprendizagem [...]” COX, 2008, p.10), assume-se neste estudo a postura de que a produção textual escolar com a utilização da informática, com a devida orientação dos professores, pode se tornar uma atividade pedagógica atraente e eficaz, à medida que os educandos utilizam ferramentas tecnológicas digitais para produzir e editar textos, uma vez que a tecnologia tem se destacado através de vários instrumentos de mídia eletrônica com um grande volume de textos e informações divulgados em rádio, tv, internet, revistas, jornais, entre outros.
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O conceito de campo em Bakhtin e Bourdieu para a abordagem dos gêneros jornalísticos na escola

O conceito de campo em Bakhtin e Bourdieu para a abordagem dos gêneros jornalísticos na escola

Para se inserir em um campo é essencial o conhecimento e a atualização dos gêneros. Grillo (2006) lembra que os campos possuem uma linguagem própria que nomeia e classifica os agentes e produtos, com o intuito de construir hierarquias e modos de percepção. E mesmo preconizando a relativa estabilidade do gênero, Bakhtin não desconsidera seu caráter normativo, de que não se inventa um gênero a cada vez que se produzem discursos “e cada sociedade, como espaço coletivo construído por sujeitos e construtor de sujeitos, representa o mundo de várias maneiras, a depender da posição relativa que os sujeitos ocupam dela” (SOBRAL, 2009, p. 120). Para esse estudioso do pensamento do Círculo, os campos (esferas, para o autor) são uma espécie de regiões socio-histórica e ideologicamente marcadas, onde se estabelecem relações específicas intersubjetivas, mas não limitadas ao universo da linguagem. Segundo Sobral (2009), uma esfera social estende-se das relações de intimidade familiar às instituições ligadas ao Estado, espaço esse repleto de discursos que se sucedem na interação verbal, a partir, inclusive, de formas fixas e padronizadas.
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GÊNEROS TEXTUAIS JORNALÍSTICOS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM UMA ESCOLA MUNICIPAL TIMONENSE

GÊNEROS TEXTUAIS JORNALÍSTICOS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM UMA ESCOLA MUNICIPAL TIMONENSE

soteroedite@gmail.com RESUMO: Ainda é muito comum aulas de Língua Portuguesa em escolas públicas tomarem como base os gêneros textuais do livro didático para o ensino da língua materna. A partir dessa noção de investigação, o presente trabalho é fruto dos resultados do projeto de Extensão Universitária da UEMA, campus de Timon, intitulado “O jornal na Escola: uma proposta para o ensino de Língua Portuguesa”, aplicado durante os anos de 2018 e 2019, na escola municipal timonense Nazaré Rodrigues. O objetivo foi propor nas aulas de Língua Portuguesa o estudo dos gêneros textuais da esfera jornalística, de cunho impresso aproximando, assim, os alunos de textos contextualizados e de vivência social, para, ao final, culminar com produções textuais a serem publicadas num jornal escolar. Para atingir tal propósito, a metodologia foi pautada em 4 etapas: 1 – a história do jornal e seus objetivos; 2 – estudo dos textos que circulam nos jornais; 3 – produção de textos similares aos do jornal impresso; 4 – publicação dos textos produzidos num jornal a ser exposto no mural da escola. Para tanto, procuramos embasamento teórico em BAKTIN (1997), ANTUNES (2003), MARCUSCHI (2008), KOCH (2011) e ALVES FILHO (2011), pois sabemos que estes autores entendem o texto como prática social e lugar de interação. Assim, não podemos desvincular o ensino dos gêneros textuais de sua importância sociointeraconista. Como resultados deste trabalho, apontamos: alunos interessados em textos jornalísticos; alunos lendo textos cotidianos; alunos produzindo textos similares a textos de jornais e alunos com suas produções publicadas no jornal escolar. Desse modo, acreditamos que os resultados refletem positivamente nos ideais para os estudos dos gêneros textuais jornalísticos no contexto escolar.
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BIBLIOTECÁRIO NA FORMAÇÃO DE LEITORES EM POTENCIAL

BIBLIOTECÁRIO NA FORMAÇÃO DE LEITORES EM POTENCIAL

O bibliotecário como mediador de leitura deve ter plena consciência do seu papel, que é o de incentivar a leitura, facilitando a relação entre o leitor e o texto. Mas para tanto, este mediador precisar ter uma formação continuada, para está atento às multiplicidades culturais e preparado para lhe dar com a variância de contextos sociais que mescla cada leitor, sem preconceitos e elitização.

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