Top PDF Os gêneros Lejeunea e Microlejeunea (Lejeuneaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, estado do Pará, Brasil, e novas ocorrências.

Os gêneros Lejeunea e Microlejeunea (Lejeuneaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, estado do Pará, Brasil, e novas ocorrências.

Os gêneros Lejeunea e Microlejeunea (Lejeuneaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, estado do Pará, Brasil, e novas ocorrências.

& Nees, Lejeunea flava (Swartz) Nees, Lejeunea tapajosensis Spruce, Microlejeunea acutifolia Stephani e Microlejeunea epiphylla Bischler, destacando Microlejeunea.. acutifolia como [r]

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Os gêneros Cyclolejeunea,Haplolejeunea, Harpalejeunea, Lepidolejeunea e Rectolejeunea (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Os gêneros Cyclolejeunea,Haplolejeunea, Harpalejeunea, Lepidolejeunea e Rectolejeunea (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Pará, Brasil.

Das sete espécies aqui tratadas, três são novas ocorrências para o estado do Pará e duas são novas para a região Norte do Brasil coletadas em Caxiuanã. Acreditamos que muito ainda pode ser acrescentado ao conhecimento da brioflora do Pará, à medida que se intensifiquem as coletas e o estudo de material dos variados ecossistemas das microrregiões e localidades do território paraense, muitos dos quais nunca foram visitados por botânicos ou especialistas em briófitas.

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Cololejeuneae (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Melgaço, PA, Brasil.

Cololejeuneae (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Melgaço, PA, Brasil.

RESUMO – (Cololejeuneae (Lejeuneaceae, Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, Melgaço, PA, Brasil). Foi realizado inventário de Lejeuneaceae (Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, município de Melgaço, Pará, onde foi observada a ocorrência de oito espécies de Cololejeuneae (Spruce) Schiffner. Destacaram-se Aphanolejeunea truncatifolia Horik., Cololejeunea obliqua (Nees & Mont.) S.W. Arnell e C. surinamensis Tixier como novas ocorrências para o Estado. Aphanolejeunea contractiloba (A. Evans) R.M. Schust., A. gracilis Jov.-Ast e A. winkleri Morales & A. Lucking são novas ocorrências para o Brasil. Todas as espécies são descritas e ilustradas e é apresentada chave artificial para a identificação das mesmas, assim como comentários adicionais.
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Diversidade, taxonomia e distribuição por estados brasileiros das famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará, Brasil.

Diversidade, taxonomia e distribuição por estados brasileiros das famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, Caxiuanã, Pará, Brasil.

Foi realizado o inventário das espécies de musgos (Bryophyta) da Estação Científica Ferreira Penna, município de Melgaço, estado do Pará. Esta estação possui 85% de sua área ocupada por mata de terra firme, bem conservada. Sua vegetação de fanerógamas já está relativamente estudada. Porém o estudo dos musgos está avançando agora com este trabalho. Além de inventariar as espécies de musgos ocorrentes na área, outros objetivos são ampliar a distribuição geográfica das espécies ainda não referidas para a região, registrar o tipo de substrato e ecossistema onde elas ocorrem. Foram identificadas 84 espécies, 37 gêneros e 19 famílias. Esse trabalho é parte dos estudos realizados com os musgos da ECFPn, tratando apenas das 47 espécies pertencentes às famílias Bartramiaceae, Brachytheciaceae, Bryaceae, Calymperaceae, Fissidentaceae, Hypnaceae e Leucobryaceae. Para cada táxon foram citados, herbário, referências de descrições, comentários com as características diagnósticas, habitats, distribuição geográfica brasileira e material examinado. São novas referências para Amazônia Brasileira, Fissidens pauperculus M.Howe e Octoblepharum costatum H.A.Crum e para o estado do Pará, Syrrhopodon incompletus Schwägr. var. berteroanus (Brid.) W.D.Reese e Leucobryum crispum Müll.Hal.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS FACULADE DE CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA SANDRA PROCOPIO DA SILVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS FACULADE DE CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA SANDRA PROCOPIO DA SILVA

Por outro lado, e m que pesem as contradições históricas, “a Igreja Católica, desde o período colonial trouxe consigo a aliança de poder com o Estado ” (MEDEIROS, 2003, p. 84), viveu relações de troca de favores com a elite, inclusive como reguladora da propriedade de terras (BORGES; KUDLAVICZ, 2008). Essa situação de tensão, que acontecia em varias partes do país, era acompanhada por uma parte progressista da Igreja Católica que, inspirada nos concílios como Medellín (1968) e Puebla (1979), faziam uma interpretação da realidade à luz da teologia da libertação, fazendo com que “os anos de 1970 viessem assinalar um novo tempo na historia da Igreja Católica no Brasil e, de modo geral, na América Latina. Nesse período, a doutrina da igreja começou a voltar- se para os pobres e oprimidos” (BORGES; KUDLAVICZ, 2008, p. 87). A matriz da teologia da libertação estava fundamentalmente baseada na luta pela justiça, pela distribuição igualitária dos bens, pela valorização dos índios, negros, mulheres, crianças. A teologia da libertação incentivava a organização de pequenos núcleos de base, chamados de CEBs ou Comunidades Eclesiais de Base. Nestes núcleos lia-se a bíblia e a relacionava com a vida, sempre apontando no sentido de como transformar a realidade. Neste contexto, é que em 1975 foi criada a Comissão Pastoral da Terra (CPT), que se tornaria uma organização importante na luta dos camponeses daquele período. No final dos anos 1970 aconteceram encontros promovidos pela CPT em todo o Brasil.
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CHECKLIST DE PLANTAS AQUÁTICAS EM TRECHOS DE CAATINGA DO SEMIÁRIDO PARAIBANO, NORDESTE DO BRASIL

CHECKLIST DE PLANTAS AQUÁTICAS EM TRECHOS DE CAATINGA DO SEMIÁRIDO PARAIBANO, NORDESTE DO BRASIL

Das espécies identificadas, 10 são endêmicas do Bioma Caatinga, 15 representam novas ocorrências para este bioma e 29 são registros de novas ocorrências para o estado da Paraíba de acordo com consulta feita à lista de espécies da Flora do Brasil (Forzza et al. 2013). (Figura 4). Os novos registros para esse Estado são: Eclipta prostrata (L.) L., Erechtites hieraciifolius (L.) Raf. ex DC. (Asteraceae), Ipomoea wrightii A. Gray, Jacquemontia gracilima (Choisy) Hallier f. (Convolvulaceae), Euphorbia hirta L. (Euphorbiaceae), Mimosa sensitiva L. (Fabaceae), Spigelia anthelmia L. (Loganiaceae), Byttneria filipes Mart. ex K.Schum., Malachra fasciata Jacq., Sidastrum micranthum (A.St.-Hil.) Fryxell (Malvaceae), Nymphoides indica (L.) Kuntze (Menyanthaceae), Boerhavia diffusa L. (Nyctaginaceae), Nymphaea amazonum Mart. & Zucc., Nymphaea pulchella DC. (Nymphaeaceae), Ludwigia helminthorrhiza (Mart.) H. Hara (Onagraceae), Chloris barbata Sw., Dactyloctenium aegyptium (L.) Willd., Digitaria sanguinalis (L.) Scop., Echinochloa colona (L.) Link, Echinochloa crus-pavonis (Kunth) Schult., Echinochloa polystachya (Kunth) Hitchc., Hymenachne amplexicaulis (Rudge) Nees, Luziola bahiensis (Steud.) Hitchc., Sorghum halepense (L.) Pers. (Poaceae), Polygonum ferrugineum Wedd. (Polygonaceae), Eichhornia crassipes (Mart.) Solms, Heteranthera rotundifolia (Kunth) Griseb. (Pontederiaceae), Portulaca pilosa L. (Portulacaceae) e Typha angustifolia L. (Typhaceae).
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AS AÇÕES DO AGROHIDRONEGÓCIO, O PAPEL DO ESTADO E AS FORMAS DE CONTROLE DO TRABALHO NO MATO GROSSO DO SUL

AS AÇÕES DO AGROHIDRONEGÓCIO, O PAPEL DO ESTADO E AS FORMAS DE CONTROLE DO TRABALHO NO MATO GROSSO DO SUL

No Mato Grosso do Sul em evidência encontra-se as três fazendas que foram declaradas pelo representante do estado Flávio Augusto Derzi PPB/MS, localizado em Corumbá, elas somam quarenta e quatro mil e trezentos e treze (44.313) hectares. Nesta soma faz parte a Fazenda Conceição cuja extensão é de trinta e dois mil e oitocentos e oito (32.808) hectares, que ele declarou possuir com outros dois membros da família. No município de Guia Lopes da Laguna, no domínio do Cerrado na região da Serra da Bodoquena, ele declarou mais uma das suas grandes propriedades, e mais outra fazenda no município de Bela Vista fronteiriça com o Paraguai. Neste mesmo município Reinaldo Azambuja Silva PSDB/MS declarou uma grande propriedade e outra na riquíssima paisagem das terras de Maracajú. E nos solos férteis de Laguna Carapã, Marçal Gonçalves Leite Filho PMDB/MS declarou uma pequena propriedade. Enquanto Edson Giroto PR/MS e Luiz Henrique Mandetta DEM/MS declararam terras em dois Irmãos do Buriti, na “porta de entrada” para o Pantanal próximo a Aquidauana. Ainda neste estado, os representantes de São Paulo deram conta de territorializar o latifúndio ruralista, e esconder as áreas Edson Edinho Coelho Araújo PMDB/SP, em Aparecida do Taboado. Neste mesmo município e também em Alto Araguaia, Etivaldo Vadão Gomes PP/SP declarou sua fazenda. E, Paulo César de Oliveira Lima PMDB/SP declarou três propriedades em Pedro Gomes, e outra em Coxim, município na borda setentrional da bacia do Alto Paraguai que possui um dos maiores rebanhos bovinos do estado. As propriedades que foram possíveis de identificação neste estado se situam nas áreas de solo mais fértil, da rica biodiversidade do Cerrado e Pantanal, além de gozar de abundância hídrica da bacia do rio Prata. (Grifo nosso).
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IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Esta dissertação tem por objetivo investigar como se efetivou a implementação dos Laboratórios Básicos Padrão MEC/FNDE. Com a implantação do Programa Brasil Profissionalizado no Estado do Paraná, instituído pelo Decreto Nº 6.302 de 27 de dezembro de 2007, programa do Governo Federal, foram firmados convênios com a Secretaria de Estado da Educação – SEED-PR, com o intuito de modernizar as estruturas das escolas que ofertam a Educação Profissional da Rede Estadual. A partir dos estudos de demanda, exigências estabelecidas pelo programa, as escolas contempladas se propuseram a melhorar as condições de oferta da Educação Profissional e da qualidade na formação de seus alunos. Com a expansão da rede para a oferta da Educação Profissional e Tecnológica, também se fez necessária a adequação dos espaços escolares, proporcionando melhores condições de aprendizagem e a preparação dos profissionais para o desenvolvimento de suas atividades. Os autores que contribuíram para a fundamentação desta dissertação passam por especialistas na Educação Profissional e nos sistemas de avaliação. O instrumento utilizado para o desenvolvimento desta tarefa foi a avaliação executiva, processo pelo qual foi possível apresentar uma visão generalizada da implementação do programa na Rede Pública do Estado do Paraná, conforme as orientações e recomendações do Manual de Orientação e Preenchimento da Situação Escolar – MOPSE, composto por formulários que indicavam os aspectos de infraestrutura dos espaços escolhidos para a instalação dos laboratórios. O intento dessa dissertação é a preparação para o processo de uma avaliação de impacto, ou seja, a construção de um instrumento de investigação mais aprofundado desta ação, buscando conhecer o quanto a implementação dos laboratórios tem contribuído para a melhoria nas condições de oferta para a Educação Profissional.
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A educação do campo no Brasil e a construção das escolas do campo

A educação do campo no Brasil e a construção das escolas do campo

A temática da terra nos remete à uma retomada histórica da constituição do povo brasileiro e da realidade da terra no Brasil. Vale lembrar o processo histórico de constituição da ocupação da terra no Brasil. Inicialmente tem-se a tomada da terra pelos colonizadores europeus das mãos e da posse dos indígenas que aqui já habitavam. Posteriormente houve todo um processo de negação da terra aos negros trazidos como escravos da África. E por fim a negação da terra aos posseiros e trabalhadores, através da Lei de Terras (1850), que legitimava a posse da terra através da compra. Ou seja, acentuando, não há dimensão do trabalho e da pertença a terra, mas da compra da terra. Assim a Lei de Terras, de 1850, legitimou uma maneira de apropriação da terra que se ampliou na realidade brasileira.
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Agrocombustíveis no Brasil e na América Latina: impactos no campo e na cidade

Agrocombustíveis no Brasil e na América Latina: impactos no campo e na cidade

Los agrocombustibles son biocombustibles procedentes de cultivos cuyo destino es exclusivamente energético y, cada vez más, forrajero aprovechando los subproductos. La definición propuesta por la Vía Campesina, red de organizaciones campesinas de todo el mundo que ha ela- borado y difundido el concepto de sobera- nia alimentaria, no incluye a los piensos, se refiere a la incipiente industria agroenergética que está transformando la agricultura mundial y es el ariete de la llamada segunda revolución verde, cuya formula es: transgenicos y agroquímica. Se supone que el uso de carburantes de origen agrícola tiene un balance de emisiones nulo porque es un ciclo artificial del carbono at- mosférico, pero esta suposición no está res- paldada por un consenso apreciable de la comunidad científica, mas bien encuentra la opinión negativa de muchos científicos (Pimientel, 2005; Altieri, 2007; Altieri, Bra- vo, 2007; Carpintero, 2006) y la deforestación previa y la expansión de los cultivos energéticos es una de las principales causas del cambio climático (IPCC, 2007; Stern, 2006). Los cultivos más usados son: maíz, trigo, soja, colza y caña de azúcar. Se ha generado competencia en- tre alimentación humana y agrocombustibles: sirven groso modo 10 Kg. de piensos para producir 1 Kg. de car- ne vacuna y 2 o 3 para 1 Kg. de carne de cerdo o de ave. En la producción pecuaria entre el 50 y el 80% del gasto de producción es representado por los piensos. El maíz que produce etanol para llenar el tanque de un todo terreno podría alimentar directamente
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Novas ocorrências de Rapateaceae para o Brasil.

Novas ocorrências de Rapateaceae para o Brasil.

Os resultados deste trabalho contribuíram relevantemente para o conhecimento da fl ora de Rapateaceae do Brasil, pois além uma nova ocorrência ao nível de gênero, ampliaram em cerca de 25% a diversidade específi ca da família conhecida no país, tendo por referência os dados de Souza & Lorenzi (2008). Desta forma, evidencia-se a importância da intensifi - cação de coletas e de estudos fl orísticos de longa duração no Monte Caburaí, bem como nos demais tepuis de Roraima.

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O PROJETO E-JOVEM NO ESTADO DO CEARÁ: PERSPECTIVAS, ANÁLISE E DESAFIOS

O PROJETO E-JOVEM NO ESTADO DO CEARÁ: PERSPECTIVAS, ANÁLISE E DESAFIOS

O Projeto e-Jovem, implantado pela Secretaria da Educação do Estado do Ceará desde o ano de 2007, pode ser considerado uma proposta recente, e, por isso, as pesquisas sobre o seu funcionamento e os seus reflexos são ainda escassas. O e-Jovem é um projeto cuja proposta visa integrar a educação profissional às diferentes modalidades de educação e às dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia, oferecendo formação complementar em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) a alunos egressos e concluintes do Ensino Médio. Esta dissertação tem como objetivo a análise do funcionamento do projeto, observando as suas perspectivas e os seus desafios e como campo de estudos a visão dos sujeitos envolvidos diretamente na execução da proposta, além dos documentos que o embasam. Para esse propósito foi analisada a implementação do projeto em seis Coordenadorias Regionais de Desenvolvimento da Educação (CREDEs) e estudado profundamente os documentos estruturadores da proposta. A verificação da pesquisa documental revelou que, em tese, o e-Jovem contribui para a qualificação da juventude cearense, bem como, no seu itinerário formativo, prepara os alunos para o exercício da atividade laboral. Na investigação junto aos sujeitos envolvidos na pesquisa, constatou-se que o projeto se desenvolve de forma satisfatória em alguns aspectos, mas problemas evidentes em outros, que precisam ser enfrentados para não comprometer o seu funcionamento uniforme em todo o estado. Dessa maneira, este estudo apresenta um Plano de Ação Educacional que compreende a produção de sugestões e orientações para os formuladores e executores do projeto, desde a gerência da SEDUC, passando pela coordenação estadual do projeto, e, por último, no nível local, pelos agentes responsáveis pelo projeto nas CREDEs e escolas. A intenção é também propiciar, com este trabalho, uma reflexão sobre como se desenvolve o e-Jovem no estado, na esperança de colaborar para o seu fortalecimento.
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O gênero Lejeunea Libert (Lejeuneaceae) no Estado da Bahia, Brasil.

O gênero Lejeunea Libert (Lejeuneaceae) no Estado da Bahia, Brasil.

Gametófi tos pequenos, 460-624 μm larg., pouco ramifi cados, ramos do tipo-Lejeunea. Caulídio com 60 μm larg., em secção transversal com 7 células corticais, 4 células medulares. Filídios patentes a suberetos, contíguos; lobo ovalado a triangular, 240-300 × 200-210 μm, margem anterior levemente arqueada, inteira, levemente crenulada, margem posterior reta, crenulada, ápice arredondado a agudo; células da lâmina hexgonais, 20-25 × 15-17 μm, paredes delgadas, trigônios e espessamentos intermediários indistintos, oleocorpos pequenpos, fi namente granulosos, do tipo-Jungermannia, ocelos ausentes; cutícula fi namente papilosa; lóbulo ovalado, infl ado, 100-120 × 80-88 μm, margem livre involuta, dente apical oblongo, levemente falcado, margem apical curvada, raramente oblíqua, papila hialina proximal, quilha levemente arqueada. Anfi gastros ovalados a rotundos, 102-120 μm larg., ca. 1,8- 2,0 vezes a largura do caulídio, bífidos a 1/2 de seu comprimento, distanciados, sinus agudo, base cuneada, linha de inserção arqueada. Merófi to ventral com duas células de largura. Dióica. Androécio em curtos ramos, 2-3 pares de brácteas, lóbulos infl ados, bractéola na base do ramo. Ginoécio não observado. Reprodução vegetativa por fi lídios caducos ou por formação de gemas, na margem do lobo dos fi lídios. Material examinado: BRASIL. B AHIA : Miguel
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Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Chenia leptophylla (Müll. Hal.) R. H. Zander, Ctenidium malacodes Mitt., Fissidens lagenarius var. muriculatus (Mitt.) Pursell, F. pellucidus Hornsch., F. scariosus Mitt., Gemmabryum acuminatum (Harv.) J. R. Spence & H. P. Ramsay, Groutiella apiculata (Hook.) H. A. Crum e Uleastrum palmicola (Müll. Hal.) R. H. Zander são táxons conhecidos para os Estados de Santa Catarina e-ou Paraná, portanto, a identifi cação destes táxons no Rio Grande do Sul completa uma importante lacuna na distribuição geográfi ca dos mesmos. Isto demonstra a necessidade de intensifi car as coletas no Estado pois, provavelmente, diversas espécies estão na mesma situação, não sendo conhecidas por falta de coletas.
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Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Estão sendo apresentados dois novos registros de hepáticas folhosas da família Lejeuneaceae para o estado da Bahia: Colura calyptrifolia e Cololejeunea dauphinii, esta última está sendo referida pela primeira vez para o Brasil. São fornecidos material examinado, comentários taxonômicos, ecológicos, distribuição geográfica e fotomicrografias de caracteres distintivos de cada espécie.

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Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Distribuição no Brasil: ES, MG, PR, RJ e SP. Comentários: reconhecida pelos lobos arredondados a orbiculares, lóbulos quadrados que cobrem ca. metade a dois terços do caulídio, com margem superior sinuosa, formando pequenas reentrâncias e região carinal inflada. Cresce sobre cascas de árvores, solo ou rocha, de 800-2700 m de altitude (Gradstein & Costa 2003). Foi coletada sobre troncos, na mata, associada com Lejeunea phyllobola Nees & Mont., L. setiloba Spruce, Metzgeria fruticola Spruce e Orthostichella rigida (Müll. Hal.) B.H. Allen & Magill, Radula nudicaulis Steph. e Schlotheimia jamesonii (W.-Arn.) Brid.
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O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Deste modo,no segundo capítulo pretende-se analisar o caso estudado propondo um diálogo sob a luz da teoria das contribuições de estudiosos no tema da gestão escolar, pois a história nos apresenta uma mudança de proposta sobre o que seria administração escolar e do perfil das pessoas envolvidas com educação e que desempenham esta função. Desde “RatioStudiorum”, plano de estudos dos jesuítas que detalhava as regras sobre a organização, estrutura e funcionamento daquele sistema, até os dias atuais, de acordo com Polon (2005), a mudança do contexto histórico tem promovido a ressignificação ou redimensionamento do papel dos hoje chamados diretores escolares. Polon (2005 ) afirma que “as políticas públicas educacionais empreendidas ao longo dos anos 1990 pelo governo brasileiro impulsionaram a redistribuição de responsabilidades administrativas, financeiras e pedagógicas do nível federal ao nível local, gerando impactos sobre a gestão escolar devido à adesão dessas políticas aos princípios de “descentralização”/desconcentração e autonomia, previstos em Lei, como decorrência das novas formas de regulação das políticas do Estado e da ação pública como tendência observada não só no Brasil como em vários outros países do mundo.” (p. 299). Trazendo para ampliara discussão, Luck;(2000), que fala sobre os desafios da liderançanas escolas, bem como Machado e Miranda (2012), que em seus estudos sobre gestão; aborda a Gestão estratégica e afirma que é o caminho para implementação de uma escola com a gestão participativa, o que por conseguinte leva a construção da autonomia.
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Briófitas de um remanescente de Mata Atlântica no Município de Ubajara, CE, Brasil.

Briófitas de um remanescente de Mata Atlântica no Município de Ubajara, CE, Brasil.

Os autores agradecem à Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP), pelas bolsas de Iniciação Científica concedidas às duas primeiras autoras e pela bolsa de Produtividade concedida ao terceiro autor; à Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), pelo apoio logístico; ao Dr. Cid José Passos Bastos, do Laboratório de Taxonomia de Briófitas da Universidade Federal da Bahia (UFBA), pelo auxílio na confirmação de algumas espécies do gênero Cheilolejeunea; ao Dr. Denilson Fernandes Peralta, do Instituto de Botânica de São Paulo (IBt), pelo envio de literatura e às biólogas Evelyne Marreira, Ellen Kallyne Brandão, Denismara Lima e Maria Cátia Barroso, pelo auxílio durante as coletas.
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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA M ARCELOF ERNANDOT ERENCE

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA M ARCELOF ERNANDOT ERENCE

A pecuária e a mineração são atividades econômicas que há muitas décadas ocupam com destaque as terras do sul e sudeste do Pará. A criação de gado, como foi analisado no capítulo 1, se confunde com a própria ocupação da região por populações não indígenas, realizada por camponeses e médios fazendeiros com tradição pastoril. Também a mineração mais artesanal, o garimpo, teve e ainda tem papel importante na atração e na fixação das populações do Araguaia Paraense e nas áreas mais próximas ao rio Xingu. Já vimos como nos anos 1980 o garimpo localizado no município de Cumaru do Norte/PA atraiu milhares de pessoas em busca do sonho dourado. Os governos militares, como também já foi referido em capítulos anteriores, incentivaram essas duas atividades econômicas, mas o fizeram dando apoio a empreendimentos do capital monopolista, como carro–chefe da “ocupação” e “modernização” da Amazônia oriental. Naquele período, os projetos agropecuários e de exploração de minério receberam inúmeros incentivos e foram agraciados, pelo Estado brasileiro, com a instalação de importante infraestrutura, ainda que deficiente até hoje. Estradas como a Transamazônica e hidrelétricas, como a de Tucuruí, uma das maiores do país, são exemplos do aporte de recursos do Estado brasileiro para viabilizar a exploração capitalista das referidas atividades econômicas. Pode-se dizer que a depender dos projetos da ditadura civil-militar implantada em 1964, essa fração do território nacional seria um imenso pasto para engorda de gado entremeado por projetos de exploração mineral, com ambas atividades exploradas por grandes grupos econômicos nacionais e transnacionais.
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