Top PDF Gêneros textuais como recurso didático para o ensino de leitura em língua inglesa

Gêneros textuais como recurso didático para o ensino de leitura em língua inglesa

Gêneros textuais como recurso didático para o ensino de leitura em língua inglesa

A habilidade de leitura torna-se uma ferramenta cada vez mais necessária para o ensino de língua estrangeira (inglesa) na educação básica. Sabe-se que é através desta prática que ocorre o desenvolvimento e aquisição de novos conhecimentos. Assim, buscamos conciliar essa prática à exploração de gêneros de textos através dos quais o aluno tem a chance de interagir com a língua em seu uso real. Esse trabalho objetiva investigar o impacto da inserção dos gêneros textuais nas aulas de língua inglesa. Para tal investigação propomos: acessar alguns gêneros textuais, estudar esses gêneros e ao mesmo tempo observar como os alunos reagem durante as aulas baseadas nesses gêneros. Para isso, propomos uma pesquisa do tipo pesquisa-ação em nossa própria sala de aula, uma turma de 3° ano do ensino médio da Escola Estadual de Ensino Médio Senador Humberto Lucena, na cidade de Cacimba de Dentro – PB. O grupo envolvido em nossa pesquisa, ao se deparar com aulas baseadas em um material autêntico visando explorar, sobretudo a habilidade da leitura, sentiu-se mais motivado a participar das discussões o que é claro em um processo contínuo eleva a compreensão textual desses alunos. Para fundamentar esse estudo nos apoiamos nas teorias de Bezerra (2002), Coracini (2005), Marcuschi (2002, 2006, 2008), Mascia (2005), Pinto (2002), entre outros.
Mostrar mais

37 Ler mais

Leitura e gêneros textuais em livros didáticos de língua inglesa do Ensino Médio

Leitura e gêneros textuais em livros didáticos de língua inglesa do Ensino Médio

Acresce-se que, como salientamos na análise, não observamos, nos livros em questão, atividades comunicativas que pareçam otimizar o trabalho de leitura e interpretação possibilitando à construção / reconstrução de interpretações do texto pelo aluno a partir do gênero. No tocante a isso, o que observamos são atividades em que o aluno transcreve, ou melhor, traduz do inglês para o português as informações solicitadas pelas atividades ou apenas localiza a idéia, sem se preocupar com uma leitura que promova uma ampliação da visão do aluno sobre o gênero proposto pela unidade. Também foi constatado que a única atividade de trabalho com o gênero é de identificá-lo, classificando-o rigidamente de maneira simples e direta nos limites discursivos nos rótulos propaganda, biografia, artigo, e- mail, dentre outros. O aluno não consegue, portanto, perceber a plurissignificação do texto / gênero. Nesse sentido, identificar apenas o gênero não torna o ato de ler como prática social, mas outros fatores (léxico-sistêmico, textual, por exemplo) tornam-se necessários para a ampliação de possibilidades de interpretação do texto de maneira efetiva e comunicativa. Assim, a proposta pedagógica de Ramos (2004), como por exemplo a primeira fase (apresentação), poderia ser aplicada na tentativa de conscientizar o aluno para aspectos do contexto de cultura e de situação para construção de sentidos do texto a partir do gênero.
Mostrar mais

160 Ler mais

Análise do livro didático de língua inglesa das escolas estaduais de ensino médio da Paraíba: uma abordagem na concepção dos gêneros textuais

Análise do livro didático de língua inglesa das escolas estaduais de ensino médio da Paraíba: uma abordagem na concepção dos gêneros textuais

Considerando-se o contexto acima apresentado, é importante fazer aqui uma abordagem teórica acerca da concepção de leitura, ainda sob a ótica dos Referenciais, os quais consideram a leitura como um processo sócio interacionista, onde “a ênfase deixa de ser apenas no texto ou no leitor e passa a ser na interação leitor-texto-contexto”(RCPEM/PB, p. 135). Em síntese, essa visão de leitura concebe ao aluno oportunidade de interagir com o texto conforme seu conhecimento de mundo, alinhado ao contexto em que está inserido. Outro ponto a se considerar é que os Referenciais defendem um ensino de leitura com o propósito de aprender e não “resgatar informação textual”(RCPEM/PB, p. 134), razão pela qual não concordam com o conceito de leitura ascendente e linear, em que o texto é um fim em si mesmo, pelo menos se estudado apenas com esse propósito, pois não permite que o leitor busque nele outras informações, salvo aquelas já ali contidas.
Mostrar mais

37 Ler mais

GÊNEROS TEXTUAIS ACADÊMICOS E ENSINO DA LÍNGUA INGLESA: UM CAMINHO PARA A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA

GÊNEROS TEXTUAIS ACADÊMICOS E ENSINO DA LÍNGUA INGLESA: UM CAMINHO PARA A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA

Ao final, já passando do nosso horário de aula, como tem sempre acontecido sem que os alunos reclamem, quiseram decidir a pergunta geradora. Os grupos leram as suas e deram sugestões como: não está envolvendo leitura e escrita; está ampla de mais... Quando o grupo da Lauriane leu a sua foi unânime. Disseram: está escolhida, era isso que nós queríamos dizer só que usamos outras palavras menos bonitas. Disse que era quase uma poesia para dar um feedback imediato ao grupo que ficou feliz. Estavam muito seguras da qualidade de seu texto quando leram e ficaram orgulhosas com a confirmação dos colegas e o professor. Foi muito interessante ver como ficaram motivadas e bateram com as mãos se cumprimentando. Notei uma maturidade bem maior da turma nessa hora. Não pareciam sentir que estavam ‘perdendo’ naquele momento, mas ficaram satisfeitos com a pergunta geradora de um outro grupo e se sentiram bem representados. Acho que a negociação é um processo. Não se acerta de primeira vez. Estão aprendendo a cada dia como fazer isso. A aula terminou nesse clima. Deu pra ter uma idéia de como vai ser esse longo processo de construção colaborativa de um PE e acho que estão bastante envolvidos e motivados.
Mostrar mais

175 Ler mais

GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LEITURA EM LE: NA TEORIA, EM GERAL

GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LEITURA EM LE: NA TEORIA, EM GERAL

O primeiro aspecto da proposta que vai de encontro a uma abordagem sociointeracionista de ensino de língua estrangeira via gêneros é a desconfiguração do ambiente e do formato em que o texto se encontrava originalmente. Em uma análise de textos utilizados em livros didáticos de inglês, Dourado (2008) também testemunhou essa descaracterização do gênero textual, argumentando que, com isso, é perdida a oportunidade de “inserir o aluno-leitor em vivências de aprendizagem formativas que poderiam lhe permitir familiarizar-se com esse gênero e dele tornar-se leitor” (p. 7) No caso específico da proposta de atividade apresentada aqui, e com base no objetivo declarado do estagiário de ampliar o uso e contato dos alunos com as diferentes formas textuais em língua inglesa, nos deparamos aqui com uma evidente contradição teórico-metodológica: se a intenção é ampliar o contato e uso de diferentes gêneros em língua inglesa pelos alunos, o primeiro cuidado a tomar é selecionar textos autênticos sempre que possível. 5
Mostrar mais

18 Ler mais

Representações de professores de Língua Inglesa em escolas públicas sobre o processo de leitura e compreensão de gêneros textuais

Representações de professores de Língua Inglesa em escolas públicas sobre o processo de leitura e compreensão de gêneros textuais

Considerando a importância do ensino de Língua Inglesa (LI) nas escolas públicas de ensino, e tomando como base o Interacionismo Sociodiscursivo (ISD), este trabalho tem como objetivo principal investigar acerca das crenças e concepções de professores de LI de escolas públicas, que afirmam acreditar na perspectiva do trabalho através dos gêneros textuais (GTs) com estratégias de leitura. Nesta perspectiva, buscamos responder aos seguintes questionamentos: Como os professores de LI do Ensino Fundamental de escolas públicas compreendem a importância do trabalho com o gênero textual em sua sala de aula e de que forma estes professores desenvolvem suas aulas de leitura e compreensão de GTs. Uma vez que vamos investigar as falas de professores sobre seu trabalho, faremos uso do ISD, que nos oferece suporte epistemológico acerca da prática docente e as categorias de análise por meio das modalizações, com Bronckart (2009) e Machado (2009; 2004). Para o trabalho com gêneros textuais trazemos Fiorin (2008), Marcuschi (2008) e PCNs (1998), e em relação aos aspectos que versam sobre estratégias de leitura nos baseamos em Gebhard (2011), Kleiman (2008), Souza (2008) e Brown (2007). Para a constituição de nosso corpus, realizamos duas entrevistas com dois professores de escola pública que revelaram suas avaliações sobre a importância do trabalho com gêneros textuais por meio das estratégias de leitura. Esta pesquisa encontra-se ancorada na área da Linguística Aplicada, e caracteriza-se no contexto do estudo de caso. Ao final da nossa pesquisa, obtivemos resultados que comprovaram nossa hipótese, ou seja, a de que os professores de LI de escolas públicas que afirmam trabalhar com GTs em sala de aula, o fazem através de uma prática consistente, isto é, apresentam uma postura reflexiva e consciente perante o processo de leitura e compreensão de textos utilizando-se das estratégias de leitura para atingir seus objetivos. Ao final de nosso estudo, obtivemos os seguintes resultados: (i) os docentes acreditam que o uso de GTs em aulas de LI podem proporcionar um ensino bem mais efetivo; e (ii) os professores fazem uso de estratégias de leitura como ferramenta importante na introdução do GTs percebendo que desta forma o gênero é introduzido para os alunos de forma mais significativa.
Mostrar mais

55 Ler mais

A prática de análise linguística como ferramenta para o ensino dos gêneros textuais escritos no livro didático de língua portuguesa.

A prática de análise linguística como ferramenta para o ensino dos gêneros textuais escritos no livro didático de língua portuguesa.

É nesse contexto de críticas e de divergências entre os conteúdos apresentados nos livros didáticos e os abordados em propostas curriculares, entre outros fatores, que o MEC iniciou, em 1995, o desenvolvimento do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), com as características que tem hoje, objetivando submeter esses manuais a um criterioso trabalho de análise e avaliação, a partir do qual é publicado um guia (Guia de Livros Didáticos), que fornece uma descrição e análise acerca dos manuais avaliados, visando auxiliar e orientar os docentes na escolha desse recurso didático (ALBUQUERQUE; COUTINHO, 2006). Para que um livro didático de língua portuguesa seja recomendado pela avaliação do PNLD, é necessário que o mesmo atenda aos critérios especificados para cada eixo do ensino de língua portuguesa, que se baseiam, em muitos aspectos, nas discussões teóricas fomentadas, principalmente, a partir da década de 80 do século passado (ALBUQUERQUE; COUTINHO, 2006; SANTOS, ALBUQUERQUE, MENDONÇA, 2007). Em outras palavras, é critério de avaliação dos livros didáticos a adequação das propostas dos eixos da leitura, produção textual, linguagem oral e AL.
Mostrar mais

174 Ler mais

Vista do A relevância do ensino de gêneros textuais em língua inglesa no ensino superior: uma chave para o desenvolvimento da produção textual
							| Acta Científica. Ciências Humanas

Vista do A relevância do ensino de gêneros textuais em língua inglesa no ensino superior: uma chave para o desenvolvimento da produção textual | Acta Científica. Ciências Humanas

Uma realidade preocupante que se apresenta, a partir desta reflexão é que o ambiente onde deveria se promover essa leitura crítica, aprofundada, ou seja, a escola, especialmente nas aulas de línguas, em geral, não tem cumprido esta tarefa de maneira eficaz. Isto porque há uma visão errônea por parte de muitos professores de que a prática da leitura em sala de aula representa um grande desperdício de tempo, ou porque é mais importante o ensino de aspectos gramaticais ou da redação. Por último, há ainda a falta de preparo dos docentes para lidar com textos de maneira mais crítica e madura, pois, se o propósito deles é capacitar seus alunos para que sejam leitores proficientes, é necessário que os docentes já tenham adquirido essa competência.Se essa triste realidade já se faz presente no ensino de Língua Portuguesa, o que dizer então das aulas de leitura no ensino de Língua Inglesa, uma língua de caráter global presente de forma marcante e altamente influente na economia, na política, na música, no cinema, na comunicação, na educação e enfim em todos os aspectos da vida social moderna? Como tornar essa disciplina mais atraente e contextualizada com a realidade atual utilizando de forma didática os gêneros textuais, já que hoje ela é tão desvalorizada pelos dis- centes e até mesmo por muitos professores que trabalham com esta disciplina? Qual(is) seria(m) o(s) meio(s) necessário(s) para tornar o ensino de leitura desta língua mais interativo e ao mesmo tempo mais crítico, levando em conta ainda o avanço dessa contínuo das pesquisas na área de leitura? Esses serão questionamentos, dentre outros, que procuraremos responder no decorrer desse trabalho. Análise de pesquisa
Mostrar mais

40 Ler mais

A utilização dos gêneros textuais no desenvolvimento da leitura em espanhol como língua estrangeira: material didático e documentos oficiais

A utilização dos gêneros textuais no desenvolvimento da leitura em espanhol como língua estrangeira: material didático e documentos oficiais

A divisão que fizemos foi por coleção didática e por seus volumes, que representam cada ano do Ensino Médio (1° 2° e 3° ano). Com relação à escolha dos textos, nos baseamos no quadro de Schneuwly e Dolz (2011, p.51), apresentado no terceiro capítulo, que representa a proposta provisória de agrupamento de gêneros. Destacamos um exemplo de gênero textual de cada um dos cinco agrupamentos propostos pelos autores em função das regularidades linguísticas (narrar, relatar, argumentar, expor e descrever ações). Discorreremos sobre o uso desses textos no material didático e sobre as orientações dadas pelo Guia do Professor de como trabalhar com eles. Com essas orientações, resgatamos os conceitos expostos sobre o trabalho feito nas fases da leitura (a pré-leitura, a leitura e a pós-leitura).
Mostrar mais

178 Ler mais

Os gêneros textuais nas aulas de língua portuguesa

Os gêneros textuais nas aulas de língua portuguesa

Esse artigo tem como objetivo observar que tratamento os professores estão dispensando aos gêneros textuais nas aulas de língua portuguesa. Sabe-se que o processo de aprendizagem é interpretado e avaliado com base em diversas manifestações pedagógicas com relação às aulas e ao conteúdo didático desenvolvido no cotidiano escolar. No ensino de língua portuguesa, esse processo apresenta especial olhar quando se trata do ensino de gêneros textuais, tendo como aportes teóricos Bakhtin (1997), Marcushi (2003), Zozzoli e Oliveira (2008), Guimarães (1990) e Silveira (2005), dentre outros. Assim, por meio de pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo, busca atingir o objetivo proposto por meio de análise qualitativa de questionário aplicada a docentes da E.E.E.F.M prof. José Soares de Carvalho, Guarabira, PB, uma vez que, foi nessa instituição que o pesquisador fez o estágio supervisionado. Os dados coletados apontam para um ensino parcial de gêneros textuais, ensino esse que em alguns casos, também se mostra descontextualizado. Também se verifica que os sujeitos entrevistados não conseguem formular um conceito de gênero discursivo, embora faça uso de uma diversidade de gêneros textuais em suas aulas; verifica-se, ainda, que a busca por gêneros distintos tem por critério o interesse dos alunos e a facilidade de leitura. A pesquisa informa que boa parte dos textos utilizados pelos docentes tem como suporte o jornal, as revistas, os livros didáticos e o computador. Enfim, percebe-se que não há discussão, reflexão ou planejamento didático que promova o ensino de gêneros textuais em conformidade à realidade dos alunos dessa instituição.
Mostrar mais

27 Ler mais

Gêneros textuais e ensino: elaboração de pré-projeto didático com base em unidades de livros em Língua Inglesa

Gêneros textuais e ensino: elaboração de pré-projeto didático com base em unidades de livros em Língua Inglesa

Dadas às necessidades de disseminação das línguas estrangeiras, os trabalhos linguísticos voltados ao processo de ensino e aprendizagem em língua inglesa tem se aperfeiçoado com o passar dos anos, inovando e renovando métodos, concepções de língua/linguagem e abordagens metodológicas. Novas concepções foram criadas, principalmente no que se trata da utilidade do livro didático de língua inglesa, desfavorecendo aquelas concepções enfática aos aspectos gramaticais e privilegiando aquelas que sustentam abordagens de identificação e reflexão dos elementos extralinguísticos impregnados nos processos comunicativos, aos quais, estão socialmente envolvidos no expressar linguístico.
Mostrar mais

64 Ler mais

Proposta de leitura e produção textual a partir dos gêneros textuais: análise de um livro didático de língua portuguesa

Proposta de leitura e produção textual a partir dos gêneros textuais: análise de um livro didático de língua portuguesa

O presente artigo tem como objetivo analisar as propostas de letramento no livro didático de língua portuguesa (LD). Para tanto, realizamos uma análise descritiva de um LD do 4ª ano do ensino fundamental. A fundamentação teórica desta pesquisa tem como base os estudos de Soares e Batista (2005), Marcuschi (2008, 2010), Geraldi (2015), Travaglia (2011), Santos, Albuquerque e Mendonça (2005), Pinton (2013), Ota (2009), entre outros. Os resultados encontrados na análise revelam que as propostas de letramento para o componente curricular da Língua Portuguesa estão articuladas a partir de unidades temáticas, organizadas na perspectiva dos gêneros textuais. Em geral, as atividades de leitura visam à compreensão dos diversos textos, a partir da análise dos assuntos abordados e do estudo das características dos gêneros textuais. Tomando o estudo de um determinado gênero textual como referência para análise, os exercícios de produção textual são contextualizados e visam proporcionar situações de produção (escrita, oral, semiótica). Por outro lado, também identificamos que embora o estudo das características formais e composicionais dos textos sejam recorrentes, no LD a função social e os propósitos comunicativos são pouco explorados, especialmente nas atividades de leitura.
Mostrar mais

23 Ler mais

A recorrência e uso dos gêneros textuais no livro didático de Língua Portuguesa

A recorrência e uso dos gêneros textuais no livro didático de Língua Portuguesa

Resumo: O presente trabalho realiza um levantamento dos gêneros textuais que se presentiicam no Livro Didático de Língua Portuguesa (LDLP) – Português Linguagens 2: Literatura. Produção de texto. Gramática (CEREJA; MAGALHÃES, 2010) - do 2º ano do Ensino Médio –, a im de veriicar quais gêneros são mais recorrentes no LDLP e se as atividades (sugestões de uso) trazidas no livro podem desenvolver as competências e habilidades de leitura e escrita do aluno. Nesse sentido, ainda investigaremos como ocorre a articulação dos gêneros textuais com os domínios discursivos listados por Marcuschi (2008) e quais capacidades de linguagem (CL) (DOLZ e SCHNEUWLY, 2004) são mais exploradas. Por sua vez, esta análise enquadra-se na linha de pesquisa da Linguística Aplicada – LA, na teoria de gêneros (de textos/do discurso), pautando- se, assim, na perspectiva defendida por Bakhtin (1979, 1992); Marcuschi (2002, 2005, 2008); Rojo (2007), entre outros. Reletimos também sobre o que preconiza os PCN de língua portuguesa, direcionados ao Ensino Médio, quanto ao trabalho com os gêneros textuais na sala de aula, uma vez que, para os PCN, eles caracterizam importante ferramenta de orientação pedagógica, sobretudo no que se refere aos objetivos e conteúdos do LDLP. Os resultados apontam que nem sempre os gêneros textuais expostos no livro em questão proporcionam ao aluno a compreensão e a produção dos diferentes gêneros, observando o contexto de uso social.
Mostrar mais

18 Ler mais

O ENSINO DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA SOB A ÓTICA DOS GÊNEROS,
MULTILETRAMENTOS E DA MULTIMODALIDADE: DO LIVRO DIDÁTICO À
PRÁTICA DE PROFESSORES DA ESCOLA PÚBLICA

O ENSINO DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA SOB A ÓTICA DOS GÊNEROS, MULTILETRAMENTOS E DA MULTIMODALIDADE: DO LIVRO DIDÁTICO À PRÁTICA DE PROFESSORES DA ESCOLA PÚBLICA

Considerando que a multimodalidade está presente em todos os textos que circulam socialmente, torna-se elementar observar como os potenciais de significação podem ser trabalhados no processo de ensino e aprendizagem. É possível notar que, nos últimos anos, as possibilidades de modificar o ensino de língua inglesa nas escolas em práticas mais significativas aos alunos aumentaram bastante, devido a alguns fatores, entre eles, à implantação do Livro Didático (LD) de línguas adicionais nas escolas públicas de ensino e à expansão do acesso à internet e aparatos digitais. Sendo assim, esta pesquisa busca, à luz dos estudos dos Multiletramentos e da abordagem multimodal, investigar o ensino da leitura de língua inglesa como língua adicional em duas escolas públicas de ensino médio do município de Nova Venécia- ES a partir das análises dos textos dispostos nos livros didáticos (LD) e seus desdobramentos nos discursos e práticas dos professores em sala de aula durante aulas de leitura. Para tanto, recorre-se à noção de gênero textual abordada por Bakhtin (2011 e 2014), tendo como princípio o ensino de línguas com base no texto (ANTUNES, 2007). Destarte, o trabalho se ancora nas contribuições de Kress (2010a e 2010b), Cope e Kalatanzis (2006) e Rojo (2009) para observar a paisagem semiótica dos textos, mais especificamente, os textos materializados nos livros didáticos. A partir do aporte teórico-metodológico dos Multiletramentos (New London
Mostrar mais

312 Ler mais

Os gêneros textuais como objeto de ensino no livro didático de língua portuguesa

Os gêneros textuais como objeto de ensino no livro didático de língua portuguesa

O artigo apresenta resultados de uma pesquisa cujo objetivo foi investigar o tratamento dado aos gêneros textuais em uma coleção de livros didáticos de língua portuguesa aprova- da pelo PNLD 2011 (Programa Nacional do Livro Didático), Brasil. Utilizamos a pesquisa documental e a análise temática de conteúdo como procedimentos, respectivamente, de geração e de análise de dados, considerando, primeiramente, a identificação dos gêneros que foram escolhidos para a sistematização de suas propriedades e o agrupamento deles por domínios de comunicação/aspectos tipológicos. Posteriormente, analisamos a distri- buição das atividades envolvendo os gêneros textuais nas diferentes seções da coleção e as propriedades (sociodiscursivas, estruturais e linguísticas) dos gêneros tematizadas nessas atividades. Em relação ao agrupamento de gêneros textuais, os resultados da pesquisa in- dicaram a predominância da ordem do relatar (24,7%) e expressar (24%). No que concerne à distribuição por seção, percebemos que havia gêneros específicos para o trabalho com leitura, produção e análise linguística, sem muita articulação entre as seções. Quanto à fre- quência e ao tratamento das atividades relativas aos gêneros, observamos que a estrutura (42,7%) e os aspectos linguísticos (36,1%) constituíram as propriedades mais abordadas na coleção, sendo necessário um investimento maior em atividades explorando os aspec- tos sociodiscursivos inerentes às situações de interação verbal. Embora reconheçamos ser necessário um investimento dessa natureza, acreditamos que a coleção tenha apresentado um esforço em favorecer um ensino adequado às diferentes especificidades dos gêneros textuais.
Mostrar mais

14 Ler mais

Gêneros textuais e ensino: uma análise do livro didático de língua portuguesa do ensino secundário da 12ª classe de Angola

Gêneros textuais e ensino: uma análise do livro didático de língua portuguesa do ensino secundário da 12ª classe de Angola

Essa oficina de escrita é antecedida por um artigo de opinião do escritor Boaventura de Sousa e Santos, intitulado A África e a Europa. Assim, o tema proposto para a escrita está em consonância com a temática do texto que já deve ter sido objeto de discussão e de leitura entre docentes e discentes, antes que a escrita seja solicitada. Antes do artigo de Boaventura, há explicação sobre o artigo de opinião. Desse modo, observamos que a unidade do LDP explora o gênero artigo de forma didática: conceituação – ilustração - pedido de escrita. Mas o objetivo da produção, a finalidade da escrita do artigo, o para quem escrever e para que escrever não estão postos. Assim, deixamos de ter um trabalho na perspectiva do gênero textual, que passou a ser tão artificial quanto a redação escolar. Esse é o ponto: como atividade socialmente situada, o trabalho com o gênero textual precisa ter função social.
Mostrar mais

17 Ler mais

Gêneros textuais e língua inglesa em uso: uma análise das coleções aprovadas pelo PNLD/LE no Brasil.

Gêneros textuais e língua inglesa em uso: uma análise das coleções aprovadas pelo PNLD/LE no Brasil.

Este artigo tem como objetivo analisar dois livros de inglês aprovados no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD/LE/2011) para o Ensino Fundamental II nas escolas públicas brasileiras, comparando-as com outras duas coleções, publicadas em período anterior ao documento, e bastante utilizadas nas escolas brasileiras. A análise aqui apresentada centra- se na abordagem dos gêneros textuais orais e escritos presente nestas obras, uma vez que essa abordagem encontra-se no cerne da proposta de incorporar uma visão de ensino de LE centrada na língua em uso, como prática social. Os resultados demonstraram uma tendência positiva de mudança, resultante da inserção das línguas estrangeiras no PNLD. Essa tendência poderá compor um novo domínio discursivo para o livro didático de língua estrangeira brasileiro, incluindo a reafirmação dos conceitos de gênero textual, tipo textual, oralidade e escrita, por muito tempo, bastante negligenciados.
Mostrar mais

14 Ler mais

O século XXI já chegou às salas de aula de língua inglesa? Reflexões sobre tecnologias, gêneros multimodais e estilos de aprendizagem no ensino de leitura em língua inglesa

O século XXI já chegou às salas de aula de língua inglesa? Reflexões sobre tecnologias, gêneros multimodais e estilos de aprendizagem no ensino de leitura em língua inglesa

E como falar em generalizações, se nem as próprias teceduras textuais impressas ou digitais são formadas por apenas uma linguagem ou modo de expressão? Na educação básica, o que se constata é que a leitura em língua inglesa é compreendida como a leitura das letras ou das palavras. Destitui-se as outras tão importantes formas de expressão como o gráfico, o desenho, o ícone e o vídeo. Essas linguagens são inteiramente importantes porque se incluem nos estilos de aprendizagens de alunos visuais, por exemplo. Para um aluno que ama fotografia, tirar “selfies”, fazer desenhos e vídeos, pode ajudá-lo a sentir-se mais motivado para as aulas onde essas linguagens sejam exploradas.
Mostrar mais

14 Ler mais

Gêneros textuais e livro didático: da teoria à prática

Gêneros textuais e livro didático: da teoria à prática

com o gênero “crítica” fosse melhor aproveitado. Ou, então, que a proposta fosse para se explorar, sobretudo, o desenvolvimento do tema/enredo pelo roteirista, pois este ponto é bem mais absorvido pelos alunos, já que não demanda tanto conhecimento específico da área cinematográfica. Entendemos, também, que seria preferível o LD trabalhar apenas com uma modalidade da crítica, uma vez que a “crítica de cinema” (modalidade trabalhada na seção de leitura) exige um enfoque específico, pois é um texto que se configura em um contexto de produção determinado, em que na mente do produtor se constituiu “uma base de orientação a partir dos parâmetros objetivos, sócio-subjetivos” (BRONCKART, 2006b, p. 146), assim como do conhecimento que ele tem do arquitexto de sua comunidade verbal e do modelo de gênero (no caso, a crítica cinematográfica) aí disponível. É importante ressaltar, como ponto positivo da coleção didática em foco, o fato de as atividades de leitura e produção de texto estarem trabalhando uma em favor da outra, ou seja, não se trabalha a leitura de um gênero ou tipo textual em um capítulo e a produção textual em outro, como se fossem “matérias” distintas e não eixos que se articulam entre si (posição que defendemos para o ensino de língua portuguesa). Entretanto, ao tentar articular o terceiro eixo dessa
Mostrar mais

30 Ler mais

Os gêneros textuais como recurso pedagógico no processo de ensino aprendizagem da leitura e da escrita

Os gêneros textuais como recurso pedagógico no processo de ensino aprendizagem da leitura e da escrita

a importância e o valor dos usos da linguagem são determinados historicamente segundo as demandas sociais de cada momento. Atualmente exigem-se níveis de leitura e de escrita diferentes e muito superiores aos que satisfizeram as demandas sociais até bem pouco tempo atrás — e tudo indica que essa exigência tende a ser crescente. Para a escola, como espaço institucional de acesso ao conhecimento, a necessidade de atender a essa demanda, implica uma revisão substantiva das práticas de ensino que tratam a língua como algo sem vida e os textos como conjunto de regras a serem aprendidas, bem como a constituição de práticas que possibilitem ao aluno aprender linguagem a partir da diversidade de textos que circulam socialmente(PCN, 1997, p. 24).
Mostrar mais

40 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados