Top PDF Geografia: as práticas educativas na EJA do ensino médio

Geografia: as práticas educativas na EJA do ensino médio

Geografia: as práticas educativas na EJA do ensino médio

O presente artigo apresenta uma temática do ensino de geografia, em uma perspectiva de crítica ao tradicionalismo e busca de subsídios para a construção de uma geografia preocupada com a criticidade e o senso de cidadania dos educandos. Sabemos que o ensino tem sofrido mudanças significativas nas ultimas décadas e o professor não pode ficar fora dessas mudanças. Nesta pesquisa buscou – se investigar as práticas educativas utilizadas na Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Ensino Médio, a partir da experiência vivenciada durante o Estágio Supervisionado na E.E.E.F.M. José de Carvalho, no município de Guarabira – PB no ano de 2014, a fim de verificar sua adequação á realidade cultural e subjetiva dos alunos da EJA, visto que esta é uma modalidade que deve possibilitar uma leitura crítica e analítica do mundo. Como embasamento teórico utilizamos os seguintes autores FREIRE (2005), FREIRE (1996), LDB (1996), MUNHOZ e SANTOS (2014), NETO (2008), TOMITA (2012), CNE/CEB 11/2000. Como resultado desse estudo constatou algumas conclusões bastante significativas, como, por exemplo, que o ensino de geografia na sala de aula da EJA, ainda vem se caracterizando de forma bastante tradicional; a escassez de material didático; e ausência de contextualizar o conteúdo com o conhecimento do aluno, entre outros. Portanto este estudo contribuirá para um repensar do professor de Geografia que está atuando na sala de aula da Educação de Jovens e Adultos, fazendo o refletir sobre sua prática educativa contribuindo para uma formação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade.
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Ensino da geografia para turmas do ensino médio EJA da Escola E.E.F.M. CAIC José Joffily - Campina Grande - PB

Ensino da geografia para turmas do ensino médio EJA da Escola E.E.F.M. CAIC José Joffily - Campina Grande - PB

Atualmente a Educação para Jovens e Adultos - EJA é um desafio pedagógico tanto para professores como para gestores. Sendo assim, este artigo teve como objetivo analisar a efetividade da educação EJA sobre a visão do Estágio Supervisionado IV, no ensino da Geografia, realizado em duas turmas do ensino médio na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio José Joffily - CAIC, na cidade de Campina Grande, Paraíba. Tal análise teve o intuito de compreender e identificar a aplicação da metodologia do ensino EJA na Geografia e se foram criadas práticas para as especificidades do público alvo, ou se são as mesmas utilizadas no ensino tradicional, na qual se baseia nas características da educação regular. Verificou-se ainda se houve realmente a promoção de um processo de ensino e aprendizagem que preparasse o público envolvido para atuar criticamente na sociedade da qual faz parte, sendo capaz de transformá-la, ou se apresentam apenas práticas e conteúdos comuns que não são garantia de resgate de aprendizagem para esses Jovens e Adultos. Para tanto, foi realizada pesquisa descritiva de caráter exploratório com método qualitativo e quantitativo, para melhores resultados analíticos. O estudo foi realizado por meio de observação e intervenção, como também aplicação de questionários nas turmas, Diretoria de ensino e Professor. A pesquisa conclui que embora haja dificuldades na educação EJA, ainda sim é um método de resgate e inclusão eficaz, ressaltando que dada à complexidade da modalidade, deve-se ter uma maior atenção por parte das políticas publicas, fazendo com que a aprendizagem ultrapasse os “muros” das escolas, garantindo o lugar na sociedade da qual fazem parte esses Jovens e Adultos.
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Uma breve análise da disciplina de geografia no currículo escolar referente ao 1º ano do ensino médio na modalidade EJA

Uma breve análise da disciplina de geografia no currículo escolar referente ao 1º ano do ensino médio na modalidade EJA

Este trabalho tem como o objetivo analisar os conteúdos de geografia no currículo escolar referente ao 1º Ano do ensino médio e na modalidade EJA no município de Guarabira-PB. Este estudo foi construído como trabalho para a conclusão do curso de licenciatura em Geografia da Universidade Estadual da Paraíba, campus III GUARABIRA-PB. No decorrer da história da construção de uma educação formal brasileira houve grandes mudanças no sistema e consequentemente em documentos que serviam como referências para as escolas e professores da educação básica. Mudanças no currículo contribuíram para valorizar alguns aspectos como também causar danos à formação de toda uma geração de estudantes. Como exemplo a criação da disciplina de Estudos Sociais que concentrou as disciplinas de Historia e Geografia nas salas de aula. O objetivo especifico desse artigo é analisar diferenças e semelhanças entre os conteúdos da disciplina de Geografia trabalhados no ensino médio e na modalidade EJA, entendendo as diferenças existentes entre os níveis e verificando se há adequações para cada dinâmica. Para isso realizamos visitas na Gerencia Regional de Ensino, coleta de documentos e analise dos mesmos, juntamente com a pesquisa bibliográfica que foi fundamentada em (ALMEIDA, 2010); (CARNEIRO,2004); (CAVALCANTE,2006); (MOREIRA,1990); entre outros. Constatou- se durante a análise de ambos currículos que, há uma preocupação maior no planejamento e escolha dos conteúdos não só de geografia, mas de todas as outras disciplinas a serem ministrados na EJA, devido ao curto período de tempo e perfil do aluno. Em síntese para ambas modalidades é importante, e se faz necessário um currículo dinâmico que não se limite apenas em organizar conteúdos, mas que se aprimore a partir de novas experiências escolares, onde se transforme fatos do cotidiano escolar em novos conceitos de currículo a fim de contribuir para uma educação melhor e inovadora.
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Metodologias de avaliação na disciplina de geografia no ensino médio

Metodologias de avaliação na disciplina de geografia no ensino médio

O questionário (anexo 1) foi aplicado nos colégios estaduais: Barão do Rio Branco Ensino Fundamental, Médio e Profissionalizante, Costa e Silva Ensino Fundamental, Médio e EJA, Tarquínio Santos Ensino Fundamental e Médio e Carmelitas de Sousa Ensino Fundamental, Médio e EJA, em Foz do Iguaçu Paraná nos bairros seguindo a ordem anterior dos colégios estaduais (Centro, Jardim América, Vila Iolanda e Porto Belo). O questionário foi aplicado nos meses de agosto e setembro de 2015 a professores do Quadro Próprio do Magistério (QPM) e PSS (Processo Seletivo Simplificado) estes atuando no Ensino Médio e Fundamental, a pesquisa foi específica para profissionais da Educação do ensino de Geografia no Ensino Médio. Que expressou os seguintes resultados.
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ENSINO DA GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE - saberes & práticas

ENSINO DA GEOGRAFIA E MEIO AMBIENTE - saberes & práticas

Assim sendo, justifica-se a inserção da ecopedagogia como um dos pilares conceituais da pesquisa, na medida em que fundamenta a investigação sobre o ensino da Geografia, em turmas do Ensino Médio da Unidade Humaitá II do Colégio Pedro II, com ênfase nas questões ambientais, a partir de um diálogo entre saberes e práticas. Em suma: a discussão da temática ambiental passa a ser concebida, nesse trabalho, como espaço socioeducativo. Na condição de professor do Colégio Pedro II, em turmas do Ensino Médio, a pesquisa é, também, um estudo de caso, uma vez que oferece uma alternativa de tratamento ao objeto de investigação, quando possibilita um contato direto do pesquisador com a situação e as pessoas e/ou grupos selecionados, bem diferente das dimensões de uma biblioteca ou um laboratório. O pesquisador não fica fora da realidade que pretende pesquisar e não se coloca à margem das questões às quais manifesta o desejo 12 de captar seus
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O professor de geografia e as práticas avaliativas no ensino fundamental

O professor de geografia e as práticas avaliativas no ensino fundamental

Este trabalho tem como objetivo compreender as várias funções e características da avaliação da aprendizagem em Geografia e consequentemente melhorar as práticas avaliativas através de instrumentos pedagógicos que possam fortalecer o processo de ensino-aprendizagem. As transformações ocorridas no ensino de Geografia e na metodologia de ensino levam-nos a refletir sobre o momento de avaliação como um todo. Desta forma, para que a avaliação seja comprometida com a concepção pedagógica, considera-se que a mesma deve está comprometida com uma proposta de ensino e aprendizagem coerente com a concepção de homem aprendiz. Neste trabalho tenta-se aproximar das práticas concretas de avaliação da aprendizagem em Geografia, através de entrevistas com docentes, discentes, representações e observações do cotidiano feitas no decorrer da pesquisa. Assim considera-se importante este trabalho porque oferece dados empíricos que ajudam a desvelar a realidade da avaliação da aprendizagem; em termos práticos, pode estar ajudando através do resgate de atividades que os educando estão realizando, a apontar alguns caminhos, alternativas, perspectivas de superação da situação caótica da avaliação na escola brasileira nos dias atuais. A avaliação não se restringe ao julgamento sobre sucesso ou fracasso do aluno, é compreendida como um conjunto de atuação que tem a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica. Acontece contínua e sistematicamente por meio da interpretação qualitativa do conhecimento construído pelo aluno. (PCNs v1 – 1997). Os critérios de avaliação apontam as experiências educativas a que os alunos devem ter acesso e que são considerados essenciais para o desenvolvimento e socialização, onde as expectativas de aprendizagem que se tem para os alunos devem estar expressas de maneira clara nos objetivos e nos critérios de avaliação propostos. Com análise dos critérios de avaliação e os indicadores expressos pelos alunos, surgem novos propósitos no que diz respeito à avaliação.
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As contribuições locais das práticas educativas do CACU-O com o uso dos fanzines: um estudo de caso no ensino de geografia e atualidades

As contribuições locais das práticas educativas do CACU-O com o uso dos fanzines: um estudo de caso no ensino de geografia e atualidades

Durante o evento da “IV Semana de Arte e Cultura CACU- O” que ocorreu nos dias 07 a 10/05/2014 esta oportunidade permitiu que os estudantes socializassem o acúmulo de leituras, debates e aprofundamento de temas da Atualidade, destacando-se como a geografia auxilia no entendimento da realidade. Buscou-se aproximar a criatividade dos estudantes com assuntos presentes nas Atualidades, com o estudo de caso para análise de um fanzine produzido por um grupo de estudantes presentes. No total, mais de 10 fanzines foram feitos em cinco grupos, sendo um para cada grupo, compostos entre 3 a 5 estudantes cada; mas por questões de edição de texto e tamanho das imagens, usou-se um fanzine feito por um grupo de estudantes, que se encontra a seguir:
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Metodologias de avaliação na disciplina de geografia no ensino médio

Metodologias de avaliação na disciplina de geografia no ensino médio

O questionário foi aplicado nos meses de agosto e setembro de 2015 a professores do Quadro Próprio do Magistério (QPM) e PSS (Processo Seletivo Simplificado) estes atuando no Ensino Médio e Fundamental, a pesquisa foi específica para profissionais da Educação do ensino de Geografia no Ensino Médio. Que expressou os seguintes resultados: Dos 12 professores (as) entrevistados, 75 % utilizam em suas práticas pedagógicas os Seminários, sendo que expressam forte empatia por parte dos educandos com essa prática. Avaliação Tradicional expõe 83,3% dos pesquisados mesmo percentual de uma boa relação professor – aluno em suas práticas de avaliação no Ensino Médio. Já a utilização de Redes Sociais para práticas de avaliação gira em torno de 8,3 %, ou seja, somente um professor utiliza as redes sócias para avaliar os educandos.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Educação de jovens e adultos em Ouro Preto : o currículo nas práticas educacionais do ensino médio na EJA.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Educação de jovens e adultos em Ouro Preto : o currículo nas práticas educacionais do ensino médio na EJA.

Os currículos praticados na EJA, segundo os aparatos legais como o Parecer CNE/CEB n o .1 de 5 de julho de 2000, devem primar por práticas que priorizem as especificidades dos discentes jovens e adultos. Devem assegurar um modelo pedagógico próprio, com características voltadas à equidade e proporcionalidade, garantindo aos estudantes dessa modalidade a identificação com seus conhecimentos e valores. O presente trabalho trata do currículo e das práticas da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Médio na cidade de Ouro Preto-MG. Tem como objetivo principal compreender, por meio das vozes dos docentes das instituições de ensino dessa cidade, como são desenvolvidos os conteúdos curriculares para a EJA no Ensino Médio. Fazem parte também da pesquisa, enquanto sujeitos, os alunos da EJA dessas escolas. Tal pesquisa, direcionada pela vontade de conhecer os currículos nas práticas educacionais dessa modalidade, tem como fundamentação teórico-metodológica a concepção de currículo de Apple (2006), Arroyo (2011, 2012) e Oliveira (2012). A metodologia utilizada foi de abordagem qualitativa, valendo-se de questionários e entrevistas no momento de coleta de dados. Para a análise dos dados, foi empregada a técnica de análise de conteúdo, proposta por Bardin (2010). O estudo revelou que os professores admitem que as orientações legais estão na direção de uma proposta educacional de plenos direitos para a EJA, mas afirmam que os referenciais – como os Conteúdos Básicos Comuns – não favorecem o seu trabalho e a assimilação dos alunos desta modalidade. Os professores entrevistados afirmaram que, por não conhecerem realmente os perfis dos sujeitos da EJA, as instâncias governamentais elaboram currículos pouco adequados à realidade dos estudantes, o que provoca um distanciamento entre as determinações curriculares e as práticas realizadas em classe. Assim, os professores admitem construir seus próprios currículos e metodologias, partindo daquilo que conhecem dos seus alunos. Mesmo afirmando conhecer seus alunos e sabendo que a maioria pretende continuar seus estudos, os professores admitem não trabalhar visando essa continuidade e não os preparam, de maneira ampla, para exames e cursos Pós-Ensino Médio. De forma geral, os professores primam por um trabalho que se aproxima da realidade cotidiana dos alunos, mas admitem não prepará-los de maneira satisfatória para a continuidade acadêmica.
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Diagnostico da educacão ambiental e geografia no ensino médio

Diagnostico da educacão ambiental e geografia no ensino médio

[...] O trabalho de educação geográfica na escola consiste em levar as pessoas em geral, os cidadãos, a uma consciência da espacialidade das coisas, dos fenômenos que elas vivenciam, diretamente ou não, como parte da história social. O raciocínio espacial é importante para realização de práticas socioespaciais. As práticas sociais cotidianas são espaciais, pois elas têm um componente espacial que ao mesmo tempo em que movimenta essa prática sofre as suas conseqüências; ou seja, há, nesse entendimento, um movimento dialético entre as pessoas em geral e entre elas e os espaços, formando espacialidade.
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ENTRE O ENSINO MÉDIO REGULAR E O ENSINO MÉDIO DA EJA: UMA ANÁLISE DA LEI Nº. 13.415/2017

ENTRE O ENSINO MÉDIO REGULAR E O ENSINO MÉDIO DA EJA: UMA ANÁLISE DA LEI Nº. 13.415/2017

O ensino noturno foi outro ponto bastante debatido pela CEENSI e que inspira cuidados. É importante frisar que o ensino noturno deve deixar de ser uma regra e ser exceção, ou seja, que apenas aqueles alunos que realmente tenham impedimentos que os impossibilitem de cursar o ensino médio diurno sejam matriculados no noturno. Assim, serão aceitos no ensino médio somente aqueles alunos maiores de dezoito anos, fazendo com que todos os alunos na idade adequada frequentem o ensino regular. Além disso, não cabe mais penalizar os alunos do ensino noturno com currículos exíguos e muito aquém daqueles desenvolvidos nos demais turnos. Sabemos que são muitas as especificidades do ensino noturno, especialmente no tocante à jornada. Porém a qualidade do ensino noturno deve ser a mesma do diurno, sem prejuízo de conteúdos e práticas. Nesse sentido, propomos para o ensino médio noturno a mesma carga horária mínima de 4.200 horas do ensino médio regular diurno, sendo que, para a efetivação dessa carga horária mínima, o ensino médio noturno será desenvolvido em quatro anos, com uma jornada diária de quatro horas, bastante razoável para os alunos que trabalham durante o dia e chegam cansados para sua jornada escolar à noite. As 1.000 horas restantes serão integralizadas pelos sistemas de ensino, a seu critério, inclusive mediante o uso das novas tecnologias da comunicação e informação e da educação a distância. (PL nº 6840/13, p.11, grifos nossos)
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As geotecnologias aplicadas ao ensino de geografia como abordagem metodológica para o ensino médio

As geotecnologias aplicadas ao ensino de geografia como abordagem metodológica para o ensino médio

A pesquisa em questão apresenta as contribuições das geotecnologias e uso desses recursos como instrumentos auxiliares das práticas didático-pedagógicas nas aulas de Geografia no Ensino Básico, destacando assim, a importância dessa disciplina como saber necessário para o conhecimento do espaço. Como recorte espacial escolhemos a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Deputado Carlos Pessoa Filho, localizada na cidade de Aroeiras/PB. Metodologicamente este é um estudo de caso. A sua construção foi realizada por meio de pesquisas bibliográficas e documentais in loco, a partir das experiências da docente- pesquisadora. Para consolidação dos resultados da pesquisa se fez necessário abordar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9394/96), bem como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) e o amparo científico de vários pesquisadores da área que trazem reflexões teóricas sobre a utilização das geotecnologias para o Ensino Básico. Buscamos também enfatizar a formação do professor de Geografia e sua capacitação em fazer uso de tais instrumentos, destacando dessa maneira as contribuições das geotecnologias para o ensino de Geografia, sobretudo nesse momento no qual a sociedade vivencia o meio técnico científico informacional e a globalização. Foi possível chegar à conclusão que o uso das geotecnologias no Ensino Básico pode otimizar o ensino de Geografia e o meio educacional como um todo, a partir de dados de Sensoriamento Remoto e tecnologias mais avançadas que apresentam grande potencial a serem utilizados como recurso didático, pois desperta o interesse e a curiosidade dos alunos sobre os temas abordados pela Geografia e traz para o professor um suporte positivo do fazer docente.
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Concepções de matemática que forjam o ensino médio programa nova EJA

Concepções de matemática que forjam o ensino médio programa nova EJA

Este artigo apresenta parte dos resultados de uma dissertação de mestrado, defendida em 2016, na qual, buscou-se discutir como são vivenciados os processos de aprendizagem em matemática no Ensino Médio no Programa NOVA EJA. O contexto em que esses processos se dão é a politica pública, de aceleração e aprendizagem, denominada NOVA EJA, implementada no Rio de Janeiro desde 2013. Para isso, pesquisamos se e como a metodologia do programa promove a valorização de saberes matemáticos experienciais, advindos das práticas sociais dos alunos. O objetivo deste artigo é analisar as concepções de matemática que permeiam o material digital do programa. Estudos teóricos em Educação e Educação Matemática fundamentaram a pesquisa qualitativa, que ampliou, nosso olhar sobre os discursos contidos nos documentos oficiais e nas políticas educacionais, direcionadas às pessoas jovens e adultas. Também foram realizadas observações em aulas de Matemática deste programa, em uma escola estadual, assim como entrevistas com cinco alunos. A análise dos dados permitiu deduzir que a concepção que perpassa o método de ensino oferecido, inclusive, no material disponibilizado aos docentes e discentes, pode levar os professores a pensar os alunos do programa de modo infantilizado e como sujeitos marginalizados das próprias práticas sociais.
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O estágio no ensino de Geografia: uma experiência no Ensino Fundamental e Médio

O estágio no ensino de Geografia: uma experiência no Ensino Fundamental e Médio

Pois toda pessoa, criança, adolescente ou adulto, deve beneficiar-se de uma formação concebida para responder as suas necessidades educativas fundamentais, estas necessidades dizem respeito tanto aos instrumentos essenciais de aprendizagem (leitura, escrita, expressão oral, cálculos, resoluções de problemas), como aos conteúdos fundamentais (conhecimentos, aptidões, valores e atitudes) de que o ser humano tem necessidade para sobreviver, desenvolver todas as suas faculdades, viver e trabalhar com dignidade, participar plenamente no desenvolvimento, melhorar a qualidade de sua existência, tomar decisões esclarecidas e continuar a aprender.
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GOOGLE EARTH COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE GEOGRAFIA NO ENSINO MÉDIO

GOOGLE EARTH COMO FERRAMENTA DIDÁTICA NO ENSINO DE GEOGRAFIA NO ENSINO MÉDIO

O uso das novas geotecnologias vem crescendo consideravelmente na contemporaneidade. Dessa forma, a Geografia aparece com o poder de absolver essas inovações a favor do ensino, utilizando de ferramentas, como o Google Earth, nas práticas didático-pedagógicas. Visando a inserção de atividade prática tecnológica, o trabalho foi realizado através de uma oficina realizada no Liceu Piauiense, localizado no centro do município de Teresina, Piauí, com uma turma de 1º série do Ensino Médio, tendo como objetivos trabalhar a ferramenta Google Earth a partir de suas aplicações, desenvolvendo nos alunos a capacidade de compreensão da realidade espacial, bem como apresentar a história da plataforma, suas ferramentas de análise e observação e seu potencial de pesquisa no ensino. A metodologia aplicada ativa empregada se deu a partir do uso dos SIGs, com o Google Earth, tais como análise espacial, criação de mapas, criação de rotas e análise temporal de locais específicos. Logo após a aula teórica, aconteceu a aula prática, que foi realizada no Laboratório de Informática da mencionada unidade escolar. Os resultados foram positivos, tendo em vista a efetiva participação dos alunos, associado ao interesse em conhecer o espaço geográfico por meio das geotecnologias. Portanto, ficou evidente a importância da ferramenta Google Earth como auxiliador nas aulas práticas, principalmente, na Geografia.
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As práticas pedagógicas para o ensino da geografia

As práticas pedagógicas para o ensino da geografia

Um dos objetivos desta atividade são as práticas cartográficas, tendo em vista que é muito pouco praticada em sala de aula, levar os alunos a se alfabetizarem cartograficamente e por consequência se tornarem leitores de mapas, e criadores das suas próprias representações, assim como compreender aspectos básicos da cartografia, tais quais: legenda, título, escala, lateralidade e coordenadas. A Cartografia é apenas utilizada de forma superficial, os materiais são escassos, dificultando assim o desenvolvimento das atividades por parte dos professores. Ao iniciar o projeto de cartografia no ensino médio, percebemos que se tratava de um conteúdo no qual eles não possuíam nenhuma aptidão, nessas circunstâncias tivemos que elaborar um trabalho muito mais detalhado sobre o tema.
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O uso de blogs e aulas experimentais como práticas educativas no ensino de físicoquímica para o ensino médio : um estudo descritivo a partir do conceito de aprendizagem significativa

O uso de blogs e aulas experimentais como práticas educativas no ensino de físicoquímica para o ensino médio : um estudo descritivo a partir do conceito de aprendizagem significativa

É importante que os professores consigam tomar para si a responsabilidade da busca pela melhoria do ensino, propiciando práticas educativas que venham a contribuir com a melhor aprendizagem do educando. É preciso, ainda, que o professor se volte para o momento atual, tentando interagir com os alunos para conhecê-los melhor e, assim, entender quais as estratégias de ensino que devem ser utilizadas na busca de um melhor rendimento escolar. Também é importante ressaltar que os novos recursos a serem empregados devem estar ao alcance de todos os educandos, possibilitando sua utilização e permitindo aos alunos a apropriação dos saberes historicamente assimilados pela humanidade. Neste sentido, as estratégias de ensino devem conduzir o educando a observar, criticar, pesquisar, julgar, concluir, correlacionar, diferenciar, sintetizar, conceituar e refletir. Estas estratégias são instrumentos que se colocam à disposição do professor para a efetivação do processo de ensino, que se constitui de três momentos: planejamento, execução e avaliação (SILVA, 2011).
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Práticas de Educação Ambiental nas aulas de geografia do ensino médio: reciclando velhos hábitos

Práticas de Educação Ambiental nas aulas de geografia do ensino médio: reciclando velhos hábitos

humanas sobre os espaços naturais. Assim sendo, surge a necessidade de formar cidadãos capazes de demostrar preocupações ambientalistas, buscando soluções capazes de modificar essas atitudes que prejudicam ou prejudicaram esses espaços, surgindo então a Educação Ambiental. Assim sendo, a Geografia é uma ciência que permite incentivar os alunos a observar, analisar e interpretar as realidades ambientais no contexto atual, fazendo ligações com a Educação Ambiental. O tema Educação Ambiental está cada vez mais presente nas formulações teóricas e indicações para o ensino da ciência geográfica, no sentido de formação de indivíduos para a vida no ambiente. Dessa forma, a temática contribui para com o processo de formação de uma consciência ambiental e conservacionista, não somente aos aspectos naturais, mas também no que se refere aos econômicos, sociais e culturais (CAVALCANTI, 1999).
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A tecnologia como recurso didático para o ensino de geografia no EJA

A tecnologia como recurso didático para o ensino de geografia no EJA

Acrescenta-se que as teorias e práticas associadas à informática na educação vêm repercutindo em nível mundial, justamente porque as ferramentas e mídias digitais oferecem à didática, objetos, espaços e instrumentos capazes de renovar as situações de interação, expressão, criação, comunicação, informação, e colaboração, tornando-a muito diferente daquela tradicionalmente fundamentada na escrita e nos meios impressos. Encontra-se nesta perspectiva, a possibilidade para que professores da Educação Básica e de outros mais variados níveis de ensino, possam rever concepções de sustentação de suas práticas cotidianas, terem acesso e apropriem-se de conhecimentos necessários para trabalharem com a produção de vídeos digitais na sala de aula ou outras interfaces nas diversas disciplinas escolares, com vistas a propiciar motivação e aprendizagem (p. 23).
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Práticas educativas em espaços urbanos: possibilidades para a formação de professores da EJA

Práticas educativas em espaços urbanos: possibilidades para a formação de professores da EJA

51 biografias e identidades, às suas disposições para aprender, às suas necessidades formativas, como em relação às representações sobre o ler e escrever, os conhecimentos e as habilidades construídos em suas experiências de vida. Formam esse grupo pessoas jovens e adultas que vivem no campo e nas cidades, trabalhadores ou aqueles que tentam se inserir no mercado de trabalho, militantes, sindicalistas, lideranças comunitárias, donas de casa, trabalhadores de diversos ramos profissionais que sentem a ameaça do desemprego, aqueles que estão no m ercado informal, entre tantos outros‖ (VÓVIO, 2010, p. 69). Como vimos na introdução dessa dissertação, o público da Educação de Jovens e Adultos que freqüenta as escolas municipais de Belo Horizonte apresenta interfaces com essa descrição apresentada por Di Pierro (2005), Oliveira (1999) e Vóvio (2010). Esse público é formado por adolescentes, jovens e adultos (entre os quais se incluem muitos idosos): todos eles apresentam a condição de excluídos do sistema regular de ensino. Essa heterogeneidade conduz os educadores ao desafio na elaboração de propostas pedagógicas apropriadas a cada grupo. Também o público mais específico que freqüentou o Projeto EJA BH se identifica com essa descrição. Nesse caso mais recentemente temos percebido uma ―juvenilização‖ desse público, que tem atendido também a alunos cujas faixas etárias oscilam entre os quinze e os dezoito anos. A Proposta Político Pedagógica do Projeto EJA BH, (SMED, s/d) aponta ainda outras características de seu público: a diversidade de origens (alunos são provenientes de várias cidades mineiras e de outros estados), a exclusão econômica, educacional e social a que são submetidos, a diversidade profissional e a realidade do não trabalho ou do trabalho em ocupações precárias. Esse documento cita, ainda, a presença em seus quadros de alunos, de grande número de mulheres que tentam retomar ou inserir-se na escolarização, de aposentados/as, de pessoas com limitações físicas de locomoção ou portadoras de sofrimento mental e de cidadãos que vivem em instituições de longa permanência de idosos.
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