Top PDF A Geografia e o desafio dos alunos diante das novas tecnologias

A Geografia e o desafio dos alunos diante das novas tecnologias

A Geografia e o desafio dos alunos diante das novas tecnologias

O mundo passa por transformações constantes, onde as informações circulam instantaneamente. A Geografia também deve estar em seu pleno processo de desenvolvimento, pois o meio onde se vive, precisa dessas mudanças. Por isso é que a tecnologia tem sua contribuição para que o espaço geográfico seja melhor estudado e compreendido. Esta monografia tem como objetivo estudar a visão que os alunos do ensino médio têm sobre a importância do uso de novas tecnologias no ensino da Geografia. De acordo com os estudos realizados, constata-se que a tecnologia é de suma importância para facilitar sua aprendizagem. Para respaldar a base teórica do tema escolhido, foram feitas pesquisas em vários autores, entre eles, Gomes e Andrade, Valente e Santos. Com base nestes autores, a tecnologia veio para mostrar novas formas de ensino. O que não basta só copiar modelos tecnológicos e implementá-los nas escolas como novos currículos ou projetos pedagógicos. Os professores e os alunos também devem estar capacitados e preparados para saberem enfrentarem as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação. O computador não é apenas um instrumento que ensina o aprendiz, deve ser uma ferramenta útil. O ensino e o aprendizado da Geografia, através dos recursos tecnológicos, devem estar inter-relacionados e ligados ao cotidiano do aluno/professor, para que as tecnologias tornem mais adequadas nas aulas e possam auxiliar no procedimento do ensino e da aprendizagem no meio educacional. Para dar continuidade à monografia, fez-se pesquisa de campo, que teve como sujeitos os alunos da 1ª, 2ª e 3ª séries do ensino médio do Colégio Batista de Itaporanga. Com os resultados, através das respostas dadas pelos estudantes destas séries, confirmam o entendimento dos autores citados anteriormente, pelo fato da maioria aprovar a importância do uso da tecnologia no ensino da Geografia. Após as pesquisas realizadas nas diversas bibliografias e sites relacionados, e as análises dos dados dos questionários respondidos pelos alunos. Conclui-se que a tecnologia pode contribuir para a prática pedagógica, tanto para os professores como para os estudantes.
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Desafios das novas tecnologias no ensino de geografia para inclusão digital

Desafios das novas tecnologias no ensino de geografia para inclusão digital

Estamos no século XXI no período em que a juventude vive a era da informática e o professor precisa está conectado com a realidade do aluno ou suas aulas ficarão monótonas e eles não se concentram no que o professor esta passando. Os alunos querem mais do que quadro e giz ou quadro branco e pincel, eles precisam de professores inovadores capas de despertar o senso crítico deles. O desenvolvimento tecnológico e o processo de globalização da informação possibilitou que os alunos desenvolvessem formas diferentes de se comunicar, brincar e aprender, além de terem outra noção de distância, tempo e espaço. Estes já não aceitam mais o velho modelo cartesiano de aprender, baseado na transmissão de conhecimentos.A sociedade está cada vez mais dinâmica e exigente. Nesse contexto, a educação também acaba sendo influenciada por grandes transformações. Cada dia é uma nova realidade, um novo aluno é um novo desafio. Por isso há a necessidade de pensar e agir em um novo processo educativo e comunicacional condizentes com essas transformações. A cidadania é um dos objetivos da educação.
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O ensino de geografia e as novas tecnologias: perspectivas para o uso de softwares educacionais como recurso didático

O ensino de geografia e as novas tecnologias: perspectivas para o uso de softwares educacionais como recurso didático

[...] pensar a educação em um contexto de tantas dúvidas e incertezas, tanto antigas como recentes, principalmente, no momento em que se pretende acrescentar novos objetos tecnológicos como suporte de novas práticas educacionais na escola, nos obriga de certa forma a articular a perplexidade inicial com o desafio instigante de refletir sobre estas mudanças, de procurar pistas de reflexões para as diferentes questões que se colocam, acreditando que os resultados a serem alcançados não serão reflexos apenas da integração de novas tecnologias à estrutura escolar, mas também, dos problemas crônicos que envolvem a formação docente, as políticas públicas escolares, as ações avaliativas de desempenho escolar, a estrutura de manutenção de condições escolares (físicas e humanas) satisfatórias para a realização da prática educativa, a valorização docente, etc.
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As Influências das Novas Tecnologias no Ensino da Geografia

As Influências das Novas Tecnologias no Ensino da Geografia

O rápido crescimento das novas tecnologias e dos softwares facilitou a vida cotidiana. Em contrapartida, existe a resistência e falta de recursos dos profissionais da educação em estabelecer um novo tipo de relação com tais descobertas e a inserção das mesmas em sala de aula. Os modelos tradicionais de educação não estão à altura dessa evolução, uma vez que a estrutura organizacional não acompanhou tal desenvolvimento e depende de profissionais capacitados e preparados para trabalhar no processo de globalização da informação, o que torna um desafio problematizar a utilização destas tecnologias na construção de cidadãos críticos e capazes de transformar a sua realidade. Segundo Chaui (1980), o diálogo do aluno é com o pensamento, com a cultura corporificada nas obras e nas práticas sociais e transmitida pela linguagem e pelos gestos do professor, simples mediador. Trazer um discurso que aproxime o professor e o aluno se faz necessário para o sucesso do processo educacional.
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O papel do professor frente às novas tecnologias para melhorar no ensino de geografia na modalidade EJA

O papel do professor frente às novas tecnologias para melhorar no ensino de geografia na modalidade EJA

Aprender e ensinar geografia nos tempos atuais “globalizados” significa exercer uma profissão repleta de novos desafios e constituição de conhecimentos de naturezas diversas, ao tempo um grande desafio com ricas possibilidades de uma abordagem mais crítica de diversos temas, conteúdos e conceitos fundamentais para o entendimento dos fatos, fenômenos e suas características no âmbito desse mundo de relações dinâmicas. O desenvolvimento e a participação no estágio proporcionaram-me momentos de conhecimentos significativos para que eu possa vir conhecer melhor o funcionamento da Instituição Escolar e a Prática Pedagógica do Professor Colaborador de Geografia, os objetivos propostos para realização nesse terceiro período do estágio foram atingidas, superei as dificuldades, consegui uma interação favorável com o professor colaborador, com a Gestora, demais funcionários e a turma do 2º ano da EJA, a qual estava observando. Durante todo o tempo demonstrei ética e compromisso me envolvendo apenas com o que me foi atribuído.
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Novas tecnologias desafio e convite a historias de vida um olhar para o presente

Novas tecnologias desafio e convite a historias de vida um olhar para o presente

Finalmente, este artigo trouxe contribuições para cada uma de nós, no meu caso, Bety, que sempre trabalhei com a arte de forma subjetiva, enfatizando o senti- mento, a sensibilidade e o lado humano, descobri como a tecnologia traz um sentido racional, técnico, que nunca havia experimentado em meu trabalho. Para mim, Leila, estudar, pesquisar, discutir e refletir enquanto escrevia este artigo, levou-me a pensar minha atuação como educadora. Perder o medo de apertar botões, aprender com os alunos (mais “entendidos” em tecnologia) a linguagem própria dos computadores, cri- ar uma nova maneira de utilizar a tecnologia como ferramenta pedagógica para ajudar a desenvolver novas habilidades e competências faz parte, agora, do meu cotidiano. Deixo de me sentir uma “excluída da tecnologia” e passo a me preocupar em como incluir essa cultura tecnológica no universo escolar. E no meu caso, Suzanete, percebi que, com esse processo de aprendizagem pelo qual passamos desde o início da disci- plina até a finalização deste artigo, fui conduzida à maior compreensão do trabalho que precisamos desenvolver na área da educação. Como alunas, devemos nos dedicar cada vez mais ao trabalho de cooperação e de colaboração entre nós e, como educa- doras e pesquisadoras, devemos dar continuidade na investigação em EAD, pois mui- to ainda é preciso desvendar para que possamos participar da formação de cidadãos aptos à nova sociedade que se apresenta e fortalecer uma atuação docente responsá- vel, consciente e solidária.
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PROJETO NÓS PROPOMOS NO ENSINO DE GEOGRAFIA: ALTERNATIVAS DE ANÁLISE TERRITORIAL NO ENSINO DE GEOGRAFIA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS.

PROJETO NÓS PROPOMOS NO ENSINO DE GEOGRAFIA: ALTERNATIVAS DE ANÁLISE TERRITORIAL NO ENSINO DE GEOGRAFIA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS.

Este trabalho objetiva analisar a interpretação dos problemas urbanos de alunos do 9º ano do Ensino Fundamental por meio do uso do aplicativo Google Earth no projeto pedagógico Nós propomos em uma escola particular na Região Administrativa de Taguatinga no Distrito Federal. Para isso, apropriou-se da pesquisa-ação como um método que permite ao pesquisador diagnosticar problemas, intervir, analisar e promover uma ação transformadora. O projeto Nós propomos foi desenvolvido em uma instituição de ensino particular com cento e oitenta alunos do 9º ano do ensino fundamental. Utilizou-se a mediação instrumental do aplicativo do Google Earth aliada à psicologia histórico-cultural e às categorias de análise da Geografia. A intervenção pedagógica aconteceu por meio de três fases: planejamento do projeto; exposição e encaminhamento das atividades para os discentes; e apresentação em sala de aula. Os resultados mostraram que o projeto atingiu o objetivo da pesquisa-ação, uma vez que se conseguiu promover a participação ativa dos alunos. Desse modo, estimulou-se a pesquisa com o auxílio da ferramenta do Google Earth articulada à realidade tanto local quanto global, contribuindo para a interpretação ativa dos alunos sobre a realidade cotidiana. Palavras-chave: Território, Mediação, Ensino, Aprendizagem.
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As novas tecnologias da informação e comunicação e o uso pedagógico pelo professor de geografia em sala de aula

As novas tecnologias da informação e comunicação e o uso pedagógico pelo professor de geografia em sala de aula

Com a disseminação das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação (NTICs) na sociedade contemporânea, surgem novos desafios no contexto escolar. Sendo assim, é primordial compreender como os docentes estão se inserindo nesse processo, e se a utilização das NTICs está contribuindo efetivamente para aprendizagem dos discentes. Este trabalho versa sobre as questões referentes às NTICs na prática docente dos professores de Geografia do Ensino Médio, ponderando sobre as possíveis dificuldades que os docentes encontram na sua prática e quais as abordagens metodológicas utilizadas no processo de ensino aprendizagem mediadas por estes instrumentos tecnológicos. Neste contexto, temos como objetivo principal investigar se as NTICs estão inseridas na prática docente do professor de Geografia do Ensino Médio em escolas públicas e de que forma se dá essa aplicação. Como embasamento teórico nos ancoramos em Barbosa et al (2004), Cysneiros (1999), Moran (2004, 2007), Vieira (2003), na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM) e nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e o que as prescrições dizem sobre a aplicabilidade das NTICs em sala de aula. Esta pesquisa é um estudo de caso e se insere no paradigma qualitativo- interpretativista. Foi desenvolvida no contexto de professores de Geografia do ensino médio de escolas públicas e nossa coleta de dados efetivou-se por meio de uma entrevista virtual e da aplicação de um questionário sociocultural. A partir dos resultados obtidos, a pesquisa demonstra que alguns professores reconhecem a necessidade do uso das NTICs na sala de aula, utilizando essas tecnologias de maneira satisfatória, contribuindo para aprendizagem dos alunos, no entanto uma parte desses professores ainda utiliza essas tecnologias de maneira superficial, apenas como um recurso didático para a exposição de conteúdos de forma tradicional.
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As novas tecnologias e o ensino da geografia: um estudo de caso

As novas tecnologias e o ensino da geografia: um estudo de caso

Concernente a esta questão, Gianolla (2006, p. 55), comenta que: “os sentimentos relacionados com o computador acontecem sob alguns aspectos principais: recusa medo e sedução”. Diante disso, o professor se sente inseguro na medida em que precisa demonstrar suas dificuldades. Isto cria uma situação de dependência do outro. Entretanto é preciso estar disposto a uma aprendizagem constante e disponível aos erros e acertos. A troca de experiências e o trabalho em grupo favorecem um aprendizado com autonomia.

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Reflexões sobre o desafio das novas tecnologias na escola básica

Reflexões sobre o desafio das novas tecnologias na escola básica

Questionados sobre a leitura a partir do uso das novas tecnologias, os professores mostraram-se pouco familiarizados com as ferramentas que, por exemplo, a internet oferece para realizar leituras por meio de hipertexto. Há atividades interessantes que um ou outro professor realiza, mas sempre isoladas. S5 afirma: “procuro propor atividades de leitura para os alunos realizarem em casa e no laboratório de informática, nas quais eles podem ler na tela”. Não faz qualquer referência às estratégias que utiliza para orientar os alunos em relação à atividade proposta. S8, por sua vez, pede para que os alunos entrem em páginas de jornais e leiam a notícia mais interessante do dia. De acordo com ele, “após realizarem a leitura em grupo, socializam o fato para os colegas”. O ato de ler passa a ser, então, uma prática socializadora, em que os alunos compartilham conhecimento de mundo.
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O desafio de ensinar matemática nos primeiros anos escolares com novas tecnologias e a formação do professor alfabetizador

O desafio de ensinar matemática nos primeiros anos escolares com novas tecnologias e a formação do professor alfabetizador

Estando na sala de Informática, com um aluno ou dois por computador, a professora usava lousa e giz, por entender que os alunos necessitavam aprender dessa maneira. Não percebia que, assim, matinha-os passivos, conforme prevê a abordagem instrucionista (VALENTE, 1993). Do mesmo modo, colocava-os em frente aos computadores, mas ia para a lousa e ensinava procedimentos. Entusiasmava-se com os softwares, mas parecia não enxergar um lugar para eles em suas aulas. Na origem das contradições de sua prática parecia estar uma formação frágil, do ponto de vista do conhecimento didático-matemático (FIORENTINI et al, 2002) e dos saberes relacionados às tecnologias (GATTI; BARRETTO, 2009).
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NOVAS TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE GEOGRAFIA

NOVAS TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE GEOGRAFIA

A inserção das novas tecnologias digitais de informação e comunicação no contexto do ensino de Geografia pode contribuir para a aprendizagem dos alunos quanto aos principais assuntos tais como mapas e localizações, por exemplo? As linguagens verbais e não-verbais, especificamente os textos multimodais (palavras, imagens, sons) contribuem de alguma forma para um ensino de Geografia mais próximo da realidade vivida pelo estudante imerso na cultura digital que convive harmoniosamente com GPS, mapas, guias, roteiros, coordenadas e outros gêneros textuais? Esses são nossos principais questionamentos no projeto de mestrado em educação que desenvolvemos na Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM.
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A EDUCAÇÃO E AS NOVAS TECNOLOGIAS PARA O ENSINO EAD: Dificuldades de aprendizagem em alunos da EJA

A EDUCAÇÃO E AS NOVAS TECNOLOGIAS PARA O ENSINO EAD: Dificuldades de aprendizagem em alunos da EJA

Esse artigo parte de uma realidade assistida e presenciada diariamente dentro de uma instituição de ensino regular com Ensino para Jovens e Adultos (EJA) com metodologia de Educação a Distância (Ead), para nível de ensino fundamental e ensino médio, constatando as dificuldades rotineiras que os estudantes enfrentam ao serem colocados diante das novas tecnologias. Muitos desses estudantes já utilizam as tecnologias de maneira inconsistente e até mesmo inadequada, sendo que o acesso às tecnologias é ponto principal no ensino Ead no contexto da disseminação das novas tecnologias e do mundo globalizado atual. A partir da revisão bibliográfica, são apresentados argumentos para facilitar e viabilizar a utilização de dispositivos que podem tanto auxiliar como dificultar o processo de ensino e aprendizagem dos educandos. Nesse contexto, é imprescindível o papel do professor como mediador e orientador dos estudantes na utilização dessas tecnologias. Também são descritos resultados dos dados obtidos com estudantes da escola através de um questionário aplicado com uma das turmas que estão cursando o sistema Ead, percebendo as dificuldades com o desenvolvimento e organização dos estudos fora da sala de aula.
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A Resistência do professor diante das novas tecnologias educacionais

A Resistência do professor diante das novas tecnologias educacionais

Tecnologia é conhecimento, interpretação, aplicação e/ou estudo de técnicas e variáveis, enquanto aplicação e aplicativo, ao longo da história e em determinada sociedade. É um termo muito abrangente que envolve conhecimentos técnicos e científicos, este sugere objetos que são ferramentas, são ferramentas,são usados para aplicar em cada contexto. O gráfico 2, demonstra como os alunos já convivem com essas ferramentas. A escola e as professoras precisam repensar nesse novo mundo dos alunos. Será que a questão de alguns fatores, como evasão, reprovação e indisciplina não são conseqüência de uma escola defasada? O aluno está vivendo em um mundo totalmente tecnológico, atraente colocando a escola em xeque-mate em relação a uma prática pedagógica que não o motiva. O que chama atenção no gráfico 4, é o fato de que após a implantação do programa na escola pesquisada, a problemática da resistência ainda se apresenta em um número relevante das professoras.
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O DESAFIO DA LINGUAGEM MATEMÁTICA ATRAVÉS DAS NOVAS TECNOLOGIAS

O DESAFIO DA LINGUAGEM MATEMÁTICA ATRAVÉS DAS NOVAS TECNOLOGIAS

Também os pais precisam adquirir e manifestar “um amadurecimento intelectual, emocional, comunicacional e ético, que facilite todo o processo de organizar a aprendizagem”. Os gestores em seus mais variados níveis devem entender “todas as dimensões que estão envolvidas no processo pedagógico”. A participação do aluno nesse processo não é descartada por Moran et al (2000, p. 16- 17). Para os autores “alunos curiosos e motivados facilitam enormemente o processo” contribuindo inclusive para estimular o professor. A comunidade escolar precisa encarar o uso das tecnologias “como possibilidade de se buscar novas práticas pedagógicas que fomentem avanços nos processos de aprendizagem e desenvolvimento” com a “construção de um novo paradigma” como afirma Masetto (2009). Esse conjunto deve trabalhar e se dispor às mudanças permitidas pela inserção das tecnologias de maneira integrada, cumprindo cada um os seus papéis a fim de que a educação ganhe incorporando os seus benefícios.  
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Novas tecnologias no ensino da história e da geografia.

Novas tecnologias no ensino da história e da geografia.

Aos quatro dias do mês de janeiro do ano de dois mil e doze, pelas quinze horas e trinta, na sala dos professores reuniram-se os professores cooperante, Américo Fernando da Silva Costa, e o professor estagiário Rui Miguel Silva Vieira. ---------------------------------------------------------------------------------- Assuntos tratados e deliberações: ---------------------------------------------------------------------------------------------------- O professor estagiário deu a conhecer o trabalho desenvolvido no decorrer do período de interrupção letiva: uma análise ao projeto educativo para publicação no jornal trigal, e uma reflexão acerca da palestra “O contexto Geográfico de Caldas das Taipas na Proto-História” que se havia realizado a seis de dezembro de dois mil e onze, no auditório da Escola Secundária de Caldas das Taipas. ----------------------------------------------- De seguida os professores procederam à planificação da unidade letiva número 2: “o espaço português – a consolidação de um reino cristão ibérico”, ponto 2.1: “a fixação do território – do termo da Reconquista ao estabelecimento e fortalecimento de fronteiras”. Neste documento começou por ser definida uma situação- problema relativa aos conteúdos a abordar, foram definidos os objetivos centrais da unidade letiva, elaborou- se um esquema conceptual da unidade letiva, foram reconhecidas as ideias prévias a identificar e os conceitos novos a abordar. Para além disso, tonou-se necessário definir um conjunto de competências a desenvolver, nomeadamente a “compreensão histórica”, a “contextualização”, a “comunicação em história”, e a “utilização das tecnologias de informação e comunicação”. De seguida foram definidas as experiências de aprendizagem a proporcionar aos alunos, os métodos e estratégias a seguir no desenvolvimento da unidade letiva, os recursos necessários, as formas de avaliação intercalar, a sequência a dar à unidade letiva, as estratégias de diferenciação pedagógica a utilizar, e as formas de avaliação final. De seguida foram definidos os sumários das aulas previstas. ----------------------------------------------------------------------------------------------------- Finalmente o professor cooperante Américo Fernando da Silva Costa referiu a importância do processo de planificação do primeiro bloco de aulas, sugerindo que o professor estagiário tentasse elaborar este documento de forma autónoma, no sentido de consolidar as aprendizagens, dando orientações para que esta tarefa pudesse ser executada com sucesso. -------------------------------------------------------------------------------------- E nada mais havendo a tratar, foi lida e aprovada a presente ata e deu-se por terminada a reunião. -------------
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Mídia e educação: o desafio das novas tecnologias na Escola Estadual Nossa Senhora do Bom Conselho

Mídia e educação: o desafio das novas tecnologias na Escola Estadual Nossa Senhora do Bom Conselho

Os professores da escola em questão sabem que a educação não pode mais viver sob o risco de virar virtual e invisível para a sociedade permanecendo nessa forma antiga de ensinar em que ela se torna invisível para a sociedade. As novas tecnologias chegaram e devem ser exploradas para servir como meios de construção do conhecimento, e não somente para a sua difusão. Nos últimos anos a presença dos alunos em sala de aula diminuiu consideravelmente, sem falar nas universidades onde alunos viraram atores virtuais, invisíveis para a estrutura acadêmica. Eles têm buscado na internet as fontes de conteúdos programáticos das disciplinas, ignoram a oportunidade de debates e reflexões em sala de aula.
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Mudança de perfil do usuário de bibliotecas: repensando a Biblioteca do Instituto de Ciências Biologicas da UFMG diante das novas tecnologias

Mudança de perfil do usuário de bibliotecas: repensando a Biblioteca do Instituto de Ciências Biologicas da UFMG diante das novas tecnologias

em uma biblioteca para satisfazer suas necessidades de informação, uma vez que hoje contamos com diversas bases de dados que fornecem artigos científicos e livros no formato digital. Este trabalho sugere mudanças que contribuam com o aperfeiçoamento do atendimento ao novo usuário que surgiu, pois caso contrário, as bibliotecas e o profissional bibliotecário cairão em desuso. Sendo assim, é necessário adaptar-se às mudanças para atender ao usuário que cada vez mais troca o formato em papel pelo formato digital e essa realidade mostra que o arquiteto referido acima, mesmo não sendo da área de biblioteconomia, estava certo. Na biblioteca do ICB, que agora está anexada à biblioteca central, o empréstimo de periódico em formato papel é quase nulo. Ao avaliarmos os relatórios de empréstimo, podemos perceber que o número de livros emprestados aos alunos dos cursos de pós-graduação diminuiu consideravelmente ao longo dos últimos anos. Um exemplo é o doutorado em farmacologia que entre 01/01/2014 a 30/092014 não registrou nenhum empréstimo de livro. Por isso, é necessário repensar a necessidade da biblioteca no formato papel. A biblioteca moderna deve ser um espaço de discussão, com salas multimídias, leitores de e-books, serviços automatizados com os quais o próprio usuário consiga suprir a maioria das suas necessidades.
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Redes e o desafio de ensinar geografia no ensino médio: um diálogo sobre o uso das tecnologias com adolescentes-jovens

Redes e o desafio de ensinar geografia no ensino médio: um diálogo sobre o uso das tecnologias com adolescentes-jovens

Há professores que, ao selecionarem um filme interessante e proporem-no para que a classe assista a ele. Veem-se diante de uma situação perturbadora quando os alunos lhes dirigem a seguinte pergunta: “Hoje não vai haver aula de Geografia”? Talvez seja possível levantar algumas hipóteses sobre as razões da situação exposta: o filme está sendo apresentado porque o educador tem objetivos claros, definidos, sobre a razão de seu uso em sala de aula e realizará algum trabalho de reflexão sobre ele? {Ou o filme será passado e cada aluno silenciosamente, fará sua apreciação, sem que haja discussão a ele relacionada?}. Para nós, geógrafos e professores de Geografia, o filme tem importância porque podem servir de mediação para o desenvolvimento das noções de tempo e de espaço na abordagem dos problemas sociais, económicos e políticos (PONTUSCHKA, PAGANELLI, CACETE, 2007, p. 279- 280).
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Professores e coordenadores pedagógicos diante das novas tecnologias na educação

Professores e coordenadores pedagógicos diante das novas tecnologias na educação

Por fim, a posição dos profissionais quanto à importância das novas tecnologias como ferramen- ta didática também foi analisada. As 5 coordenadoras responderam afirmativamente, evidenciando ser grande a importância desta inserção. Foram vários os comentários positivos neste sentido. Uma coor- denadora indicou que a inserção das novas tecnologias é importante na educação porque “proporciona informação de forma rápida e dinâmica”. Para outra, “se elas forem exploradas como ferramenta didá- tica realmente quem sairá ganhando são os alunos, principalmente por serem nativos digitais e se apro- priarem disso com facilidade”, corroborando Carreira (2009) ao mencionar o conceito de nativo digital. Outra coordenadora indicou que “a escola precisa caminhar junto aos avanços tecnológicos.”
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