Top PDF Geografia e mídia impressa: o uso de jornais ampliando visões em sala de aula

Geografia e mídia impressa: o uso de jornais ampliando visões em sala de aula

Geografia e mídia impressa: o uso de jornais ampliando visões em sala de aula

Dessa forma, o ensino de Geografia precisa desenvolver no educando a capacidade de observar, analisar, interpretar e pensar de forma crítica sobre a realidade tendo como ponto de partida sua aproximação com o mesmo. Nesse sentido, Os Parâmetros Curriculares Nacional do Ensino Médio, apresenta-se com o objetivo de promover a aproximação da Geografia com a realidade, ou seja, fazer com que a ela não esteja presente apenas na vida escolar dos alunos, mas torne-se útil para a construção de sua visão acerca da organização da sociedade e que sirva de suporte para sua formação crítica, fator fundamental numa sociedade dinâmica que diariamente enfrenta inúmeras transformações. Para proporcionar essa aproximação é fundamental fazer uso de recursos didáticos que coloquem o educando diante dos acontecimentos, e como frisado anteriormente, nesse sentindo o jornal se apresenta como uma excelente alternativa para ser usada em sala de aula. Katuta (2009, p.37) Enfatiza que
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As novas tecnologias da informação e comunicação e o uso pedagógico pelo professor de geografia em sala de aula

As novas tecnologias da informação e comunicação e o uso pedagógico pelo professor de geografia em sala de aula

Entretanto, mesmo cientes desta importância, há professores que desvelam não dominar o uso destes aparatos e não mencionam interesse em buscar suprir esta necessidade, como é o caso de Bonifácio. Já outros, como Wellington e Emídio, apresentam um discurso revelador, em que demonstram saber da importância do próprio professor não só de buscar seu aperfeiçoamento quanto ao uso das NTICs no contexto educacional, mas também de usar os aparelhos dos próprios alunos como recurso didático, incentivando-os a aplica-los em atividades diversificadas, como documentários entre outros. Conforme Brasil (2008, p. 46) o atual professor de Geografia, em conformidade com as transformações do contexto social, deve estar preparado para “[...] selecionar os conteúdos e criar estratégias de como proceder nas escolhas dos temas a serem abordados em sala de aula [...]” contribuindo para a motivação do processo de aprendizagem dos alunos e proporcionar atividades interativas que incentive os alunos a serem protagonistas da construção de seu próprio conhecimento (op. cit., p. 22).
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A PRÁTICA DO PORTFÓLIO E O USO PLATAFORMA MOODLE NA SALA DE AULA DE GEOGRAFIA: PERSPECTIVAS PARA UMA GEOGRAFIA EDUCATIVA

A PRÁTICA DO PORTFÓLIO E O USO PLATAFORMA MOODLE NA SALA DE AULA DE GEOGRAFIA: PERSPECTIVAS PARA UMA GEOGRAFIA EDUCATIVA

A partir dessa percepção de ensino de Geografia, de uma Geografia educadora que desenvolvemos nossa prática educativa, na perspectiva de contribuir para que a instituição possa cumprir com a sua função social: além de oferecer um conhecimento sistematizado, saberes e habilidades, educar para vida, formar cidadãos participativos, críticos. Um grande desafio! Mas, nós educadores temos que enfrentá-lo cotidianamente e não nos sentirmos impotentes diante das amarras do sistema de ensino, cujo paradigma dominante ainda persiste recheado com um fazer linear, cartesiano e “bancário” (FREIRE, 1989).
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Livro didático de Geografia: PNLD, materialidade e uso na sala de aula

Livro didático de Geografia: PNLD, materialidade e uso na sala de aula

O projeto pedagógico da escola, descrito no quadro anterior, abrange o conteúdo de agricultura, pecuária e indústrias do Brasil como as atividades econômicas a serem estudadas na 4ª série. Porém, Lúcia explica que não no sentido abordado no livro Trança Criança (que, pelo que se pode apreender, tem uma vertente histórica de construção). • Na Unidade 1, por exemplo, o território é um dos blocos de atividades desenvolvidos (ver fig. 9 – sumário do livro, unidade 1, bloco de atividade 3). No Manual do Professor do volume, os objetivos e a abordagem desse bloco propriamente indicam que se pretende, entre outras coisas, identificar a atual localização das terras indígenas pelo território brasileiro e historicizar o processo de extermínio e o de interiorização a que os povos indígenas foram submetidos a partir da ocupação de suas terras; indicar a continuidade/a contemporaneidade da apropriação das terras indígenas; analisar a atual distribuição da população pelo território brasileiro a partir do conceito de densidade populacional; incentivar o levantamento de hipóteses sobre a distribuição das terras indígenas e da população pelo território nacional; analisar uma imagem e um texto de outra época, com o objetivo de não só conhecer “visões” diferentes da nossa época como também saber avaliar a importância de um documento histórico na construção do saber.
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O Retrato Social de Portugal em História e Geografia - O uso do documentário em sala de aula

O Retrato Social de Portugal em História e Geografia - O uso do documentário em sala de aula

A utilização do documentário no processo ensino-aprendizagem tem, pois, de ser con- textualizada. O docente deve fazer o enquadramento, nomeadamente do autor e realiza- dor, data da sua elaboração e respetivo contexto socioeconómico e político para que os alunos tenham na sua posse informações relevantes sobre o que vão visualizar 32 . Após a apresentação do mesmo, exige-se a intervenção eficiente do professor de forma a evitar a construção de um saber confuso e fragmentado, mas a estruturar devidamente o conhecimento a adquirir 33 . Não se pode colocar um documentário como substituição da aula ou mero preenchimento do tempo letivo. Um professor, ao aplicar um documentá- rio, não pode ter como referência a ideia do ócio, ou seja, colocar o documentário e sen- tar-se à espera que o tempo passe. Acresce que não pode, também, o documentário ser colocado como uma promessa ou incentivo ao silêncio de uma turma indisciplinada. O documentário deve ser entendido como um recurso didático importante e colocado em sede de sala de aula dada a sua importância pedagógica-didática. O seu recurso enquan- to estratégia didática para aquela turma em concreto é profícua se o documentário em si mesmo for relevante, acrescentando uma aprendizagem ao aluno sobre a temática pro- gramática.
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O uso da imagem pelo professor de geografia no ensino fundamental: o texto em vídeo na sala de aula

O uso da imagem pelo professor de geografia no ensino fundamental: o texto em vídeo na sala de aula

Era 14 de maio de 2004, uma sexta-feira. Algumas vezes acontecia eu ir a Sete Lagoas mais de uma vez na semana ou mesmo mudar o dia, devido a atividades do grupo. Havia poucos meses, juntara-se ao grupo, como voluntária, a socióloga Valéria Galvão. Naquela tarde abafada, ela adentrou a sala da casa de Dona Dochinha, esbaforida, com uns papéis em mãos. Ao me ver ali disse algo como: “Graças a Deus você está aqui, estou precisando de um favor seu desde quarta-feira”. Entregou-me um projeto do grupo que seria enviado à instituição Cáritas Brasileira 11 , com o objetivo de angariar recursos e disse: “Leia e me dê sua opinião, eu fiz correndo para entregar agora à tarde e não sei se está bom”. Dona Dochinha reforçou o pedido: “Ô, minha filha, ajuda a gente, esse projeto é muito importante, nós estamos precisando de verbas”. Sentei-me numa cadeira da varanda e dediquei alguns minutos à leitura de umas quatro páginas, pensando, constrangida, em como eu poderia ajudar sem nunca ter feito um projeto desse cunho na vida. Minha única experiência com projetos havia sido a do mestrado e aquilo era tão diferente: falava de custos, despesas, contrapartida.
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Usando as redes sociais no ensino de geografia: o Facebook em sala de aula

Usando as redes sociais no ensino de geografia: o Facebook em sala de aula

Diante do exposto, observa-se a importância reavaliar os métodos educacionais, repensar o ensinar, criar novos saberes e métodos, proporcionando ao educando um ser social mais ativo e questionador. Cabe destacar que, ao inserir as novas tecnologias ao cotidiano escolar, desenvolve-se novas perspectivas, não somente de educação, mas também de cidadania responsável e crítica, uma vez que o uso das novas tecnologias pode proporcionar ao aluno condições para que ele construa o conhecimento oportunizando sua autonomia, e consequentemente, discernimento para sanar dúvidas e enfrentar dificuldades que possam surgir ao longo da sua vida.
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Realidade virtual na sala de aula: prática de ensino de geografia

Realidade virtual na sala de aula: prática de ensino de geografia

Deste modo, considerando a explosão do uso da Realidade Virtual (RV) – tecnologia que simula a realidade dos espaços e emerge quem a use numa realidade imaterial – em diversas áreas. Podemos nos perguntar: qual a importância do uso da tecnologia de Realidade Virtual (RV) no ensino de Geografia? O objetivo deste estudo é analisar o rebatimento socioeducacional do uso da tecnologia de RV como recurso didático para a prática e ensino de Geografia. Para produção didática trabalhamos os conflitos socioambientais e o que é ser indígena no Brasil no século XXI. Dentre os resultados destacam-se maior engajamento e empatia pelo conteúdo e pela ciência geográfica. Nesse sentido, ensinar, aqui, sob o uso da realidade virtual - tecnologia que instiga e permite a construção e exploração de saberes ao proporcionar imersão em ambientes que simulam a realidade existente –, promove uma interação aproximada do conteúdo com para os educandos.
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A televisão na sala de aula  uma contribuição no ensino de geografia

A televisão na sala de aula uma contribuição no ensino de geografia

Os educadores são cientes das mudanças ocorridas nos paradigmas educacionais, portanto, já é hora de modificar constantemente as práticas e fazer uso consciente da tecnologia a exemplo a televisão. Assim desmistifica o mito de que a televisão não tem nada a ensinar, pois é provado que a aprendizagem acontece se houver ambiente favorável, o que fica claro com MORAES (1997, p. 93) quando afirma que, “há um todo unificado e inseparável, uma complexa teia de relações em que todos os fenômenos são determinados por sua totalidade”.
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A CIDADE NA SALA DE AULA: AULA DE GEOGRAFIA

A CIDADE NA SALA DE AULA: AULA DE GEOGRAFIA

Este artículo hace parte de una investigación que resultó en una monografía de conclusión del curso de Geografía. En el presente trabajo, discutimos el estudio de la ciudad en las clases de Geograf- ía, mostrando la necesidad de debatir, en el aula, la realidad de las medianas y pequeñas ciudades, considerando que en el libro didác- tico se enfatiza en general las metrópolis. Osamos presentar suge- rencias didáctico-pedagógicas, como la utilización de imágenes y el arte en la comprensión del espacio urbano, principalmente en la comprensión del alumno que habita los medianos y pequeños cen- tros urbanos. Con el análisis de los resultados de la investigación, constatamos la importancia del estudio de la ciudad en la disciplina de Geografía y las dificultades a la hora de hacer efectiva esta práctica pedagógica. Además de ello, concluimos que la compren- sión y transformación del espacio urbano exige del maestro y sus alumnos reflexiones sobre la ciudad en que viven y que el camino para esta compresión debe sobreponerse al uso del libro didáctico. Para ello, el maestro dispone de otros recursos metodológicos, co- mo la utilización del himno de su municipio, solo por dar un ejem- plo.
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Entre a ciência, a mídia e a sala de aula: contribuições da geografia para o discurso das mudanças climáticas globais

Entre a ciência, a mídia e a sala de aula: contribuições da geografia para o discurso das mudanças climáticas globais

Prof.1: Sim, inclusive esse conteúdo vem específico para o sexto ano, e ai quando eles chegam ao terceiro eles já sabem. Nós trabalhamos, efeito estufa, chuva ácida, ilha de calor, camada de ozônio, as camadas da terra, estratosfera, destruição da camada de ozônio, isso é trabalhado sim no sexto ano, conceitos tem gráficos, imagens, as áreas da terra, onde vamos dizer assim, a destruição da camada de ozônio é mais intensa, a ilha de calor onde, vamos dizer assim ocorre, a chuva ácida, porque na Europa os tempos estão extremamente, e hoje sendo reconstruídos, inclusive o uso da amalgamam, eu coloco isso para as crianças, pra reconstituição desses monumentos, então é trabalhado sim especificamente todos eles para que elas tenham uma visão disso tudo, e em que ela pode contribuir. Tanto é que nosso projeto na escola, esse ano esta sendo sobre sustentabilidade, então nós procuramos abordar tudo, inclusive lixo nós trabalhamos, então abordamos todos esses temas atuais e esses encartes que a revista VEJA publicou. Tem uns encartes muito bons e nós trabalhamos com eles. A redução do uso da água, a redução do lixo, a importância desse lixo, o que fazer, os tipos de energia, por exemplo, a biomassa, produção de energia através da biomassa, aliás, faz o que? Dois meses que nós estamos trabalhando todos os tipos de energia... então ele compara a energia geotérmica com a nuclear, com a hidrelétrica, inclusive ontem eu tive uma apresentação de um aluno do 8º Ano, na sua época era a sétima série, ele explicou o funcionamento de como é a geotérmica e o uso da força de um gêiser, você precisa ver o desenho que ele fez, fantástico, eu falei que ia colocar numa reunião para que ele possa mostrar para as crianças como, a importância do magma e a ação do gêiser na contribuição para a produção de energia. E ele foi em busca da Islândia, localizou, colocou todas as características físicas da Islândia, olha a gente tem obtido aqui resultados fabulosos.
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Pedófilo, quem és? A pedofilia na mídia impressa.

Pedófilo, quem és? A pedofilia na mídia impressa.

Uma terceira forma de abordar a questão da violência na mídia é a de Adorno (1995). Es- se autor, entretanto, introduz uma problemáti- ca distinta das anteriores. Seu interesse é dis- correr sobre a possibilidade de utilizar a mídia como fonte de informação e pesquisa a respei- to da violência e, portanto, em estudar as per- cepções sociais quanto à criminalidade expres- sas pela mídia e a correspondência entre essas expressões e dados oficiais “que ‘expressariam’ a chamada criminalidade real”. Ao realizar es- sa discussão, Adorno nos coloca que “a cons- trução da criminalidade como um problema so- cial e sociologicamente significativo passa, no nosso entender, pela construção ‘marginal’ a respeito do crime, do criminoso e da criminali- dade e sobretudo pelo conjunto de representa- ções que fazem com que a criminalidade seja hoje um objeto privilegiado de preocupação” (Adorno, 1995:181). A imprensa, em sua opi- nião, seria um importante veículo de expressão das percepções sociais quanto à criminalidade, ao crime, ao criminoso e ao modo pelo qual a sociedade transforma essa questão num pro- blema de interesse público.
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As representações da saúde bucal na mídia impressa.

As representações da saúde bucal na mídia impressa.

Tais flagelos, tão veiculados nos jornais, ilustram as desigualdades sociais em saúde e as iniquidades em saúde bucal. As primeiras são entendidas como as diferenças no estado de saúde entre grupos definidos por características sociais, tais como: riqueza, educação, ocupação, raça e etnia, gênero, condições do local de moradia ou trabalho (Barata, 2009). Já as iniquidades dizem respeito às diferentes distribuições de condições de saúde bucal e do acesso a bens e serviços odontológicos (Moysés, 2000). De acordo com Moreira, Nations e Alves (2007), a condição bucal não permite apenas um registro quantitativo, mas, também, uma história vivida. Sujeitos pobres, com baixa escolaridade e menor inserção no mercado de trabalho, carregam marcas dentárias que expressam uma realidade objetiva e outra subjetiva, velada, as quais representam chagas da injustiça impressas na dentição. Ser pobre e ter aparência bucal precária amplificam as desigualdades existentes, contribuindo para a continuação do círculo vicioso do estigma e da discriminação social.
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Representação social do corpo na mídia impressa.

Representação social do corpo na mídia impressa.

Outro estudo que enfatizou as representações soci- ais do corpo na mídia impressa foi realizado por Serra e Santos (2003), que pesquisaram a relação entre o adoles- cente e a obesidade, através da análise de 25 números da revista Capricho, no ano de 1999 (década na qual o con- sumo de alimentos dietéticos expandiu-se no Brasil). Se- gundo essas autoras, a adolescência é no aspecto biológi- co, uma das fases em que se dá maior velocidade do cres- cimento do indivíduo, o que implica uma necessidade e consumo considerável de alimentos calóricos; ou, ao con- trário, leva o adolescente a estar muito preocupado com a imagem corporal, cedendo a um padrão que privilegia o corpo esguio e esbelto, podendo acarretar o desenvolvi- mento de transtornos alimentares tais como a anorexia e a bulimia nervosa. Nesse sentido, os meios de comunicação veiculam ou produzem notícias, representações e expec- tativas nos indivíduos com propagandas, informações e noticiários ambíguos. Na mesma medida que estimulam o uso de produtos dietéticos, práticas alimentares saudáveis e de exercícios, instigam o leitor ao consumo de lanches calóricos e gordurosos. As empresas midiáticas integram um contexto empresarial e um sistema de crenças no qual há uma estreita relação entre uma suposta verdade biomédica e um desejo social e individual: o corpo seria uma espécie de campo de luta que envolve diferentes saberes, práticas e o imaginário social.
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Interfaces da comunicação e saúde na mídia impressa

Interfaces da comunicação e saúde na mídia impressa

O conceito de midiatização enfatiza não apenas a recepção (como na mediação), mas muito mais a produção. Por isso, a midiatização se concentra em avaliar os meios de comunicação, bem como seus efeitos e dessa forma inclui não apenas a mediação, mas também as teorias e práticas sobre os efeitos das mídias (JANOTTI JUNIOR; MATTOS; JACKS, 2012). De forma unificada, pode-se dizer que a mediação é apenas uma primeira fase do processo complexo que envolve a midiatização em um contexto em que os meios de comunicação de massa são importante fonte de influência ao panorama social, modificando estruturas sociais, políticas e culturais em uma sociedade midiatizada (JANOTTI JUNIOR; MATTOS; JACKS, 2012). Além disso, a midiatização ocorre tanto no ambiente microssocial – que inclui as instituições que incorporam os elementos da medialidade (a saber, da mídia); quanto no ambiente macrossocial – referente ao processo de adaptação e resposta da própria sociedade à lógica medial (ou mediada pela mídia) (JANOTTI JUNIOR; MATTOS; JACKS, 2012).
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Tribunais de Contas: a visão da mídia impressa

Tribunais de Contas: a visão da mídia impressa

Por฀ último,฀ ele฀ destaca฀ que฀ foi฀ montado฀ um฀ mecanismo฀ de฀ “monopólio฀ em฀ cruz”,฀evidenciado฀pelo฀fato฀de฀que,฀na฀maioria฀dos฀estados฀da฀federação,฀os฀sistemas฀ regionais฀de฀comu[r]

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USO DA TECNOLOGIA NAS ARTES VISUAIS EM SALA DE AULA

USO DA TECNOLOGIA NAS ARTES VISUAIS EM SALA DE AULA

153 O tema proposto para a realização do estágio foi tecnologia nas artes: o uso em sala de aula, com ênfase na máquina fotográfica. Dentre várias atividades desenvolvidas no estágio a prática de mais relevância foi a Body Art, houve uma conversa sobre o projeto desenvolvido, onde foi indagado aos alunos sobre o entendimento deles sobre o tema abordado, foi gratificante, pois, a partir da fala dos mesmos, foi possível inserir o tema, os alunos interagiram demonstrando interesse, a turma era participativa, contribuindo, assim, para o fortalecimento do tema abordado, também levando em consideração que o assunto era totalmente novo para eles.
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O uso das novas tecnologias em sala de aula

O uso das novas tecnologias em sala de aula

O uso do computador, enquanto instrumento tecnológico na educação, está sempre associado a milagres ou a revoluções. O computador, por si só, não é um agente de mudanças. Se para o professor, ensinar é transmitir conhecimento, é fixar regras, o computador, com todos os seus recursos de multimídia (som, imagem, animação), será apenas uma versão moderna da máquina de ensinar skinneriana. Nele, software, ditos educativos, transmitirão informações de forma muito atrativa, farão exercícios de fixação de conteúdos com um controle preciso sobre a quantidade de erros de cada aluno (sem se preocupar com a qualidade do erro) e proporcionarão a todos a falsa idéia de modernização conservadora, onde o “espirito” revolucionário do uso do computador é subvertido pelo sistema educacional vigente e convertido em instrumento de sua consolidação.
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2 O USO DE FILMES NA SALA DE AULA

2 O USO DE FILMES NA SALA DE AULA

Os sujeitos que compõem essa categoria não reduziram o papel do filme a uma simples ilustração do livro didático ou de outro recurso educativo. Entretanto, não reconheceram as narrativas fílmicas como um artefato cultural que permite a problematização de questões sociais em sala para além dos conteúdos escolares já programados: “Trabalhar primeiro conteúdo, passar o filme, fazer a relação do conteúdo com filme. Trabalho com relatórios, questões e comentários” (P.4 (f), grifo nosso). A resposta do sujeito demonstra que o filme não foi desconsiderado de todo; no entanto, na relação conteúdo-filme, este ainda continua sendo considerado apenas um apêndice do livro didático e de outros recursos didáticos.
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Geografia para todos:  linguagem cartográfica tátil na sala de aula comum

Geografia para todos: linguagem cartográfica tátil na sala de aula comum

Lembro como se fosse hoje, meu pai me levando até a faculdade para fazer um vestibular de inverno. No dia seguinte fui chamada para fazer a matrícula. No início achei que aquilo não era para mim, mas aos poucos fui me apaixonando pela Geografia. No decorrer do curso, descobri meu gosto pelo que chamamos de Geografia Física. Quando a professora falava de geomorfologia parece que eu acompanhava o processo todos os dias no espaço em que eu vivia. Quando professor falava em Cartografia os olhinhos brilhavam por descobrir a maravilha que os mapas poderiam retratar.
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