Top PDF A geometria e seu ensino: uma análise acerca de aspectos teóricos e práticos

A geometria e seu ensino: uma análise acerca de aspectos teóricos e práticos

A geometria e seu ensino: uma análise acerca de aspectos teóricos e práticos

Meus caros professores que ao longo desse tempo deram um show de profissionalismo e de compreensão, agradeço a todos vocês pelos bons e mal momentos que passamos, afinal hoje eu sou o resultado desta mistura de sentimentos e conhecimentos que a graduação nos proporciona. Prof. Luciano com sua calma fazendo a mais temida disciplina do curso se tornar agradável; Prof. Luiz Lima lecionando disciplinas tão abstratas que, as vezes, só dava para entender o boa noite no início e no término da aula, mas que não perdia a esperança de nos fazer aprender alguma coisa e, no fim de tudo, conseguia; As professoras Raquel e Adriana que faz com que a gente fique em dúvida se amamos elas ou as disciplinas que lecionam; Prof. José Luiz, esse aí vem de mansinho como quem não quer nada, apenas com uma conversa informal e quando percebemos já aprendemos com ele o que era impossível aprender de forma mecânica; Prof. Tiago e a Geometria – meu caso de amor no curso, você sabe que o professor é bom quando você não sabe muito bem o que ele está falando, mas, a forma como ele fala é tão bonita, que torna-se fonte de inspiração. Obrigada prof. Tiago por ter lecionado tão bem Geometria I e II, saiba que meu TCC é fruto da admiração por suas disciplinas.
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Formação do tutor: um estudo sobre os aspectos teóricos e práticos do curso de formação de tutores a distância do IFCE

Formação do tutor: um estudo sobre os aspectos teóricos e práticos do curso de formação de tutores a distância do IFCE

A historicidade nos fornece elementos fundamentais à compreensão acerca da pluralidade de termos. Já nas origens das classes escolares no inicio do século XV existiam professores e tutores destinados a ensinar a turma de aprendentes, cuja tarefa do tutor constituía em auxiliar o professor, sendo desempenhado por um aluno que se destacava em relação aos demais (ARIÈS, 2006). Ainda no século XV, a Universidade de Oxford na Inglaterra adotou uma tutoria em caráter religioso para os estudantes cujo objetivo era “infundir a fé e a conduta moral” exercida por um agregado da mesma que assistia aos alunos individualmente a fim de introduzi-los na vida acadêmica. Há de se ressaltar que tal função não estava relacionada à docência ou a qualquer pessoa pertencente ao quadro do ensino formal (PETERS, 2001, pág. 58). Freyre (1973) menciona em seu livro Casa-grande e Senzala que os filhos de grandes fazendeiros da sociedade brasileira colonial tinham aulas em casa ministrada por tutor que tinha a função de alfabetizar, ensinar boas maneiras e acompanhá-los no que fosse necessário.
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RELATO DE EXPERIÊNCIA DE PROJETO DE BOLSA DE ENSINO DE FILOSOFIA: ASPECTOS TEÓRICOS E PRÁTICOS
							| REGRASP - Revista para Graduandos / IFSP-Campus São Paulo

RELATO DE EXPERIÊNCIA DE PROJETO DE BOLSA DE ENSINO DE FILOSOFIA: ASPECTOS TEÓRICOS E PRÁTICOS | REGRASP - Revista para Graduandos / IFSP-Campus São Paulo

Num segundo momento, para fornecer ferramental teórico-filosófico para pensar acerca da desigualdade, dois filósofos foram elegidos para estudo: Rousseau e Marx. O primeiro tem a desigualdade com um dos pontos nevrálgicos de sua Filosofia, inclusive uma de suas obras mais célebres é dedicada a pensar acerca da desigualdade, Discurso sobre a Origem e Fundamentos das desigualdades entre os homens. O segundo filósofo concentrou seus esforços numa obra monumental para pensar sobre o capitalismo — sistema econômico hegemônico até os dias de hoje — e suas consequências (entre as quais, a desigualdade socioeconômica). As obras estudadas foram o já mencionado Discurso sobre a origem... de Rousseau e o Manifesto do Partido Comunista, de Marx. Então, com esse recorte, dois pensadores que tratam do tema da desigualdade forneceram elementos conceituais para que o aluno bolsista pudesse entender a desigualdade que permeia nossa realidade, pelo que os artigos jornalísticos mostraram. O estudo dessas obras filosóficas foi feito mediante fichamentos produzidos pelo estudante bolsista.
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Aspectos teóricos e práticos  Laise Helena Silva Macedo, Juliana Vieira Pereira

Aspectos teóricos e práticos Laise Helena Silva Macedo, Juliana Vieira Pereira

Os pesquisadores, oriundos de diversas instituições de ensino superior do Brasil, cumpriram com excelência seu papel neste V Encontro Internacional do CONPEDI, trazendo contribuições importantes para a construção do conhecimento científico acerca da Jurisdição, do Direito Processual (Civil e Penal) e, sobretudo, para a efetividade da justiça, entabulando um debate profícuo entre as pesquisas brasileiras e uruguaias. São eles: Ricardo Utrabo Pereira , Ana Luiza Godoy Pulcinelli, Cristina Veloso De Castro, Renata Aparecida Follone, Felipe Lascane Neto, Mônica Bonetti Couto, Lorena Machado Rogedo Bastianetto, Magno Federici Gomes, Cristiny Mroczkoski Rocha, Paulo Junior Trindade dos Santos, Agnes Carolina Hüning, Liane Francisca Hüning Pazinato, Antonio Henrique De Almeida Santos, Bárbara Gomes Lupetti Baptista, Klever Paulo Leal Filpo, Maria Cristina Zainaghi, Beatriz Ferreira Dos Reis, Laise Helena Silva Macedo, Juliana Vieira Pereira, Joyce Pacheco Santana, Izaura Rodrigues Nascimento, Gabriela Oliveira Freitas, Maiara Vieira Fonseca,
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Aspectos teóricos e práticos com aplicação da análise estatística de um experimento em blocos completos casualizados com repetições dentro dos blocos

Aspectos teóricos e práticos com aplicação da análise estatística de um experimento em blocos completos casualizados com repetições dentro dos blocos

5. ´ E importante lembrar que em qualquer an´alise estat´ıstica, onde as observa¸c˜oes foram obtidas a partir de um experimento cientificamente planejado, deve ser adotado como regra, a valida¸c˜ao das suposi¸c˜oes impostas aos termos no modelo matem´atico utilizado para descrever as observa¸c˜oes experimentais. As conclus˜oes acerca dos achados na pesquisa s´o dever˜ao ser consideradas verdadeiras ap´os a comprova¸c˜ao estat´ıstica da Aditividade, Normalidade, Homocedasticidade e Independˆencia dos erros;

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O ensino da arte em Santa Catarina: aspectos teóricos e práticos

O ensino da arte em Santa Catarina: aspectos teóricos e práticos

de social é expressa através do uso da linguagem e, mais especificamente, no discurso (cf. Wodak, 2004). Para esta análise, leva-se em conta a concepção de Meurer (2002) de que, na ACD, o discurso é formado por um poder constitutivo tríplice, devido a: 1. Produção de conhecimentos e crenças através de diversas representações da realidade; 2. Estabelecimento de relações sociais; 3. Criação, fortalecimento e reconstituição de identidades. O primeiro item se refere aos co- nhecimentos e às crenças que os indivíduos apresentam em seus discursos, o que revela a existência de diferentes compreensões de mundo. O segundo item está vinculado ao fato de que as características do discurso influenciam nas relações entre os indivíduos. O último item aborda as diferentes identidades dos indivíduos, ou seja, utiliza-se das representações e compreensões do mundo, assim como das relações estabelecidas entre os indivíduos, para problematizar as construções de identidades.
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Monitoramento eletrônico:  aspectos teóricos e práticos

Monitoramento eletrônico: aspectos teóricos e práticos

O objetivo do presente trabalho é analisar os aspectos teóricos e práticos do monitoramento eletrônico de delinquentes. Iniciou-se o estudo com uma breve retrospectiva da evolução das penas desde a Idade Média até os dias atuais, fazendo-se uma análise das contribuições de Beccaria e Foucault acerca do tema. Analisou-se a transição da sociedade disciplinar para a sociedade de controle, na qual vivemos atualmente. O monitoramento eletrônico encontra-se intrinsecamente ligado ao surgimento da sociedade de controle, vez que esta exacerbou a vigilância sobre os cidadãos e redefiniu os conceitos de intimidade e privacidade. O monitoramento eletrônico surgiu dentro contexto das penas alternativas que buscaram encontrar soluções para a crise no sistema penitenciário. Por ter sido recentemente introduzido no sistema legal pátrio pelas Leis nº. 12.258/2010 e 12.403/11, não existem conclusões consistentes sobre os resultados do uso do monitoramento eletrônico no Brasil, vez que alguns estados ainda estão realizando projetos-piloto para testar os equipamentos. Foram analisados os resultados de experiências em outros estados e propostas algumas sugestões adotadas em outros países para suprir as dificuldades e falhas encontradas no processo de implementação do sistema. Por último, foram analisados os dilemas éticos e divergências doutrinárias que cercam o monitoramento eletrônico.
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O Respeito de Fundos em Arquivo: princípios teóricos e problemas práticos

O Respeito de Fundos em Arquivo: princípios teóricos e problemas práticos

O respeito dos Fundos é tradicionalmente considerado, desde a segunda metade do séc. XIX, como o princípio fundamental do arquivo. É pela prática que o arquivista se distingue nitidamente por um lado do bibliotecário e do documentalista por outro. Mas como muitos princípios é mais fácil enunciá- lo do que defini-lo e defini-lo do que aplicá-lo. Se as suas bases conceituais são relativamente fáceis de estabelecer, ele levanta, desde que se procure aprofundar os aspectos teóricos e aproveitar as consequências práticas, inúmeras dificuldades sobre as quais gerações de arquivistas se debruçam sem que soluções nítidas fossem, no entanto, universalmente impostas.
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Turma Mais e Sucesso Escolar- contributos teóricos e práticos

Turma Mais e Sucesso Escolar- contributos teóricos e práticos

No atual contexto escolar e educativo, integrado numa sociedade simultaneamente exigente e complexa, como a nossa, na qual se pretende assegurar o sucesso escolar a todos os alunos, parece unânime o reconhecimento da necessidade de apetrechar os alunos com conhecimentos e competências que, simultaneamente, lhes sejam úteis para o seu pleno desempenho cívico e potenciem o desenvolvimento de todas as suas capacidades. ‘Ensino e aprendizagem à medida de cada um’ parece constituir o mote para a ação educativa de todos os profissionais que se têm empenhado no Programa Mais Sucesso Escolar (PMSE), ‘Avaliação à medida de todos e por todos’ poderia ser o mote desta reflexão.
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TurmaMais e Sucesso Escolar. Contributos teóricos e práticos

TurmaMais e Sucesso Escolar. Contributos teóricos e práticos

Considera-se assim que existe, quase naturalmente, uma forte articulação entre as duas modalidades de avaliação. De fato, defende-se que uma avaliação sumativa de qualidade nas salas de aula “deve estar subordinada aos princípios, aos métodos e aos conteúdos da avaliação formativa alternativa” (Fernandes, 2005a, p. 75). Este princípio tem um alcance signifi cativo em termos pedagógicos e didáticos e, particularmente, em termos da integração da avaliação formativa no ensino e na aprendiza- gem, permitindo recolher informação de boa qualidade (veja-se, por exemplo, Black & Wiliam, 2006c; Stobart, 2006) e envolven- do ativamente professores e alunos em todas as etapas funda- mentais do desenvolvimento do currículo nas salas de aula. Verifi cando-se a prática de uma verdadeira avaliação formativa, a avaliação sumativa acaba por consistir num momento particular- mente rico e devidamente ponderado de integração e de síntese da informação recolhida acerca do que os alunos sabem e são capazes de fazer numa variedade de situações. E isto signifi ca que a informação obtida a partir dos processos decorrentes da avaliação formativa não pode deixar de ser devidamente con- siderada e integrada com outros que decorrem dos processos próprios da avaliação sumativa (por exemplo, um teste realizado com o propósito de se fazer um balanço intermédio ou fi nal rela- tivamente às aprendizagens desenvolvidas no âmbito de uma dada unidade curricular e que pode permitir o estabelecimento de referentes comuns a todos os alunos).
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A função social do contrato no Código Civil de 2002: aspectos práticos e relevantes acerca do instituto

A função social do contrato no Código Civil de 2002: aspectos práticos e relevantes acerca do instituto

Tanto na forma escrita quanto na forma oral, deve- se estar a tento a determinados requisitos, como agir com honestidade e de boa- fé. A função social guia- se por esses parâmetros para poder ter uma atuação efetiva. Por não estarem explicitadas todas as possibilidades resta ao magistrado efetivar como devem ser atendidos esses requisitos para um real acontecimento da função social, pois o mesmo encontra- se mais presente acerca das necessidades que a sociedade passa a exigir do Estado representado pelo legislador e pelo operador da lei.
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Os desafios da representação gráfica : aspetos teóricos e práticos

Os desafios da representação gráfica : aspetos teóricos e práticos

Como já percebemos, o ato de criar os nossos mundos visuais pressupõe registos e dados que os objetos nos transmitem, pela sua forma, textura, cor ou pelas suas partes. Criar o objeto é também construir as suas características. Consideramos a cor como um bom exemplo, pois a ideia clássica de que basta a incidência de luz para definir cromaticamente um objeto, não é completa; assim devemos adicionar a leitura da envolvência cromática que garante o peso visual. Hoffman refere que “a cor que você constrói em um ponto depende não apenas da luz naquele ponto, mas numa área mais ampla do campo visual” (Hoffman, 2001: 107), por isso duas “tintas diferentes podem parecer ter a mesma cor” (107) ainda que estejam “precisamente sob a mesma iluminação” (107). As partes de um objeto e o fundo que as envolve induzem sempre construções variáveis e por isso, interpretações renovadas a cada momento. Apesar disso, devemos considerar sempre a luz como elemento fundamental na análise das imagens que observamos no campo visual. Hoffman, exemplifica este fenómeno com o contributo de David Rittanhouse, (1732/1796), que criou uma “forma de bolinhos” (anexo 2) com leituras diferentes da ocupação das formas, dependendo da posição do observador. Se observamos normalmente lemos “cinco protuberâncias e uma cavidade”, mas se virarmos “de cabeça para baixo” vemos “cinco cavidades e uma protuberância”; devemos entender que a alteração reside na fonte de luz e na vontade inata que temos de a colocar sempre “acima da cabeça” (111 e 112).
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Desenvolvimento de competências : os saberes teóricos e os saberes práticos

Desenvolvimento de competências : os saberes teóricos e os saberes práticos

Os saber-fazer cognitivos correspondem a operações intelectuais necessárias à formulação, à análise e à resolução de problemas, à conceção e à realização de projetos, à tomada de decisão, à criação ou à invenção. Estas capacidades cognitivas são postas em execução e organizadas entre si por um sujeito em interação com o seu meio, sendo ele um sistema aberto, suscetível de organizar e de reorganizar as suas capacidades em função das características particulares do meio com

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Algoritmos de escalonamento de lista em ambientes multithread dinâmicos: análise de estudos de caso teóricos e práticos

Algoritmos de escalonamento de lista em ambientes multithread dinâmicos: análise de estudos de caso teóricos e práticos

Quando consideramos esqueletos genéricos de paralelismo, certos aspectos do modelo arquitetônico distribuído podem complicar o balanceamento de carga entre os PVs. Por exemplo, consideremos o pseudo-programa da Figura 9. O paralelismo da aplicação em questão é baseado no dados do vetor data. Na prática, isto representa que em um programa sequencial a função func seria chamada diretamente no laço for, mas em um programa concorrente criaremos um thread para executar cada iteração do laço. Agora consideremos que este programa executará sobre um ambiente que implementa a arquitetura distribuída da Figura 8(b), onde cada PV deve criar threads apenas em sua própia lista. Neste caso, o PV que estiver executando o thread principal irá inserir todos os threads do vetor threads em sua própria lista, por meio das chamadas a fork. Assim a distribuição será prejudicada, pois muitos roubos de trabalho deverão ocorrer, e os trabalhos roubados não irão gerar filhos na lista do PV que os executa. Além disso, como somente um PV tem trabalho em sua lista, os PVs ociosos terão grande probabilidade de escolher outro PV ocioso para tentativas de roubo de trabalho.
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Geometria plana: curiosidade e exercícios práticos

Geometria plana: curiosidade e exercícios práticos

primitivismo, combinado com uma ocasional e assombrosa complexidade. O fértil vale do Nilo tem sido descrito como o maior oásis do mundo no maior deserto do mundo. Regado por um dos rios mais “bem-educados” do mundo e geograficamente protegido em larga extensão da invasão estrangeira, era um abrigo para um povo pacífico que levava uma vida calma e sem desafios. O amor aos deuses benevolentes, o respeito à tradição, a preocupação com a morte e as necessidades dos mortos, tudo isso encorajou um alto grau de estagnação. A geometria pode ter sido uma dádiva do Nilo, como Heródoto acreditava, mas os egípcios pouco a aproveitaram. A matemática de Ahmes era a de seus antepassados e descendentes. Para realizações matemáticas mais progressistas devemos examinar o vale fluvial mais turbulento conhecido como Mesopotâmia.
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Aspectos históricos e práticos de interpretação

Aspectos históricos e práticos de interpretação

Na Recompilação de Leis dos Reinos das Índias, mandada imprimir por D. Carlos II, rei de Espanha em 1680, apresenta-se de maneira inequívoca a preocupação dos Reis Católicos de que os descobridores levassem consigo intér- pretes e bem se informassem destas leis. O mais curioso é a lista de interesses apresentados por Sua Majestade que dis- pensava atenção especial aos mais diversos campos de atu- ação do ser humano, desde aspectos políticos, passando por religiosos e agrícolas, até questões tributárias. Apoiando-se numa cópia do ano de 1841, uma quinta edição do original surgido um século e meio antes, Arnaud (1958:53) permite- nos ter acesso a um trecho destas célebres ordenanças reais: Os que forem descobrir por mar e terra, procurem trazer alguns índios e intérpretes das partes onde es- tiverem, dando-lhes todo um bom tratamento, e, por seu intermédio, falem e pratiquem com os nativos da terra, procurando entender seus costumes, qualida- des e forma de viver, informando-se sobre a religião que praticam, a que ídolos adoram, com que sacrifí- cios e maneira de culto o fazem; se há entre eles algu- ma doutrina ou gênero de letras; como se regem e se governam; se têm reis, e se estes ascendem ao cargo por meio de eleição ou por direito de sangue, ou se guardam uma forma de república por linhagens; que taxas e tributos dão ou pagam, ou de que maneira e a que pessoa; quais são as coisas que mais apreciam e quais as que há em sua terra ou as que trazem de outras partes pelas quais mostrem estima; se há me- tais, e de que qualidade, especiarias, drogas ou coi-
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O ensino de matemática para crianças com síndrome de Down: saberes teóricos e práticos nas séries iniciais do ensino fundamental

O ensino de matemática para crianças com síndrome de Down: saberes teóricos e práticos nas séries iniciais do ensino fundamental

E por último, o artigo “Análisis de un tutorial inteligente sobre conceptos lógico- matemáticos en alumnos con Síndrome de Down” descreve também a utilização de tutorial inteligente, com 13 alunos com SD, com objetivo de reforçar conceitos numéricos. As atividades realizadas se referiam a relações lógicas, que incluem os conceitos de classificação, correspondência um a um, seriação e quantificação. Os resultados apresentados mostraram que as crianças inseridas em classes de alfabetização têm melhores resultados que aquelas inseridas na educação infantil, o que demonstra que elas amadurecem e adquirem habilidades lógicas quando escolarizadas. Foi avaliado também o comportamento dos alunos diante do tutorial, observando aspectos técnicos, como o uso do mouse, e a autonomia na resolução das atividades. Concluiu-se que o computador pode ser um instrumento que ajuda a promover essa capacidade, uma vez que desperta grande interesse desse alunado, mas é necessário tempo para que o aluno demonstre autonomia, já que estão habituados a trabalhar diretamente com um professor.
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A complexidade da formação de professores: saberes teóricos e saberes práticos

A complexidade da formação de professores: saberes teóricos e saberes práticos

dical e que isso estabelece relação, como pudemos observar em nossas fontes, com a natureza dos dois saberes que sus- tentam a docência e com o tipo de relação inexorável que há entre eles. E aqui não se trata de confrontar formação inicial com formação continuada e vice-versa. Trata-se, sim, de pensar a complexidade da formação dos profi ssionais que ensinam em nossas escolas. Não é de estranhar que medidas claras a esse respeito ainda não foram institucionalmente tomadas. A não ser – na última orientação nacional para formação de professores – o aumento para quatrocentas horas da carga horária dos estágios supervisionados. Mas os estágios, a nosso ver, ainda, são oportunidades tímidas do aprendizado dos saberes práticos. Caso não fosse assim, os estudos que tratam do professor iniciante não teriam circunscrito entre três e cinco anos o tempo de exercício profi ssional, ou de prática docente, que o professor ini- ciante necessita para deixar de ser “iniciante” e tornar-se professor e professora propriamente dizendo.
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O Respeito de Fundos em Arquivo: princípios teóricos e problemas práticos

O Respeito de Fundos em Arquivo: princípios teóricos e problemas práticos

O respeito dos Fundos é tradicionalmente considerado, desde a segunda metade do séc. XIX, como o princípio fundamental do arquivo. É pela prática que o arquivista se distingue nitidamente por um lado do bibliotecário e do documentalista por outro. Mas como muitos princípios é mais fácil enunciá- lo do que defini-lo e defini-lo do que aplicá-lo. Se as suas bases conceituais são relativamente fáceis de estabelecer, ele levanta, desde que se procure aprofundar os aspectos teóricos e aproveitar as consequências práticas, inúmeras dificuldades sobre as quais gerações de arquivistas se debruçam sem que soluções nítidas fossem, no entanto, universalmente impostas.
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