Top PDF As geotecnologias aplicadas ao ensino de geografia como abordagem metodológica para o ensino médio

As geotecnologias aplicadas ao ensino de geografia como abordagem metodológica para o ensino médio

As geotecnologias aplicadas ao ensino de geografia como abordagem metodológica para o ensino médio

A pesquisa em questão apresenta as contribuições das geotecnologias e uso desses recursos como instrumentos auxiliares das práticas didático-pedagógicas nas aulas de Geografia no Ensino Básico, destacando assim, a importância dessa disciplina como saber necessário para o conhecimento do espaço. Como recorte espacial escolhemos a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Deputado Carlos Pessoa Filho, localizada na cidade de Aroeiras/PB. Metodologicamente este é um estudo de caso. A sua construção foi realizada por meio de pesquisas bibliográficas e documentais in loco, a partir das experiências da docente- pesquisadora. Para consolidação dos resultados da pesquisa se fez necessário abordar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9394/96), bem como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) e o amparo científico de vários pesquisadores da área que trazem reflexões teóricas sobre a utilização das geotecnologias para o Ensino Básico. Buscamos também enfatizar a formação do professor de Geografia e sua capacitação em fazer uso de tais instrumentos, destacando dessa maneira as contribuições das geotecnologias para o ensino de Geografia, sobretudo nesse momento no qual a sociedade vivencia o meio técnico científico informacional e a globalização. Foi possível chegar à conclusão que o uso das geotecnologias no Ensino Básico pode otimizar o ensino de Geografia e o meio educacional como um todo, a partir de dados de Sensoriamento Remoto e tecnologias mais avançadas que apresentam grande potencial a serem utilizados como recurso didático, pois desperta o interesse e a curiosidade dos alunos sobre os temas abordados pela Geografia e traz para o professor um suporte positivo do fazer docente.
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Ensino de Geografia e organização de conteúdos: abordagem dos aspectos físicos e humanos da região semiárida no ensino médio

Ensino de Geografia e organização de conteúdos: abordagem dos aspectos físicos e humanos da região semiárida no ensino médio

A imagem do semiárido brasileiro foi sendo construída junto com a história do país, sendo sempre passada uma imagem negativa de uma região estigmatizada pela pobreza, miséria, pessoas doentes e que passam por necessidades, com a falta de água. Atualmente, com o avanço da tecnologia e a diversidade das mídias sociais, é possível ter uma compreensão mais ampla da verdadeira realidade da região semiárida e das pessoas que nela vivem; compreende-se a existência de problemas, porém não se resume a isso, existem riquezas naturais e culturais e é preciso disseminar esta realidade. A escola, sendo um espaço de construção do conhecimento através de reflexões sobre a realidade, acaba tendo um papel importante nesse processo de desconstrução da imagem negativa do semiárido, possibilitando uma abordagem mais crítica e política dos seus aspectos. Esta pesquisa foi realizada junto as atividades do Estágio IV desenvolvidas numa escola de Ensino Médio na cidade de Fortaleza-CE e parte dos seguintes objetivos: compreender como são trabalhados os aspectos físicos e humanos da região semiárida no ensino de Geografia no Ensino Médio; entender como a região semiárida é abordada no livro didático e pelo professor de Geografia; identificar a compreensão que os alunos do Ensino Médio têm sobre a região semiárida; desenvolver práticas pedagógicas que permitam uma aproximação com o estudo da região semiárida e da sua importância. Para tanto, utilizo neste trabalho uma metodologia do tipo participativa com intervenção, com uma abordagem metodológica de cunho qualitativo, tendo propósitos descritivos e explicativos. Os resultados mostram que a realidade vivenciada no Ensino Médio é de continuidade da imagem negativa do Semiárido brasileiro, reforçada pela falta de espaço para discussão dessa região no Livro Didático diante dos conteúdos propostos pelo currículo e a falta de tempo para o professor desenvolver atividades que possibilitem uma discussão mais crítica do Semiárido. Então mostra-se a necessidade de se reorganizar a relação do tempo com os conteúdos propostos para o Ensino Médio na tentativa de dar subsídios para o professor de Geografia trabalhar o conteúdo do Semiárido de uma maneira ampla e crítica para a melhor formação dos alunos.
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Uma análise sobre o uso da cartografia escolar na geografia do ensino médio: uma discussão metodológica

Uma análise sobre o uso da cartografia escolar na geografia do ensino médio: uma discussão metodológica

O presente Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) estabelece uma discussão inicial acerca da abordagem metodológica da Cartografia aplicada à Geografia do Ensino Médio. Partiu-se do pressuposto de que o uso da cartografia é um instrumento de facilitação metodológica dos processos de ensino e aprendizagem da geografia, que se desenvolveu a partir dos princípios da “alfabetização cartográfica”. Tais princípios garantem o aprendizado geográfico na escola, já que, ao longo da pesquisa, foram indicados que a Cartografia esteve presente nas diferentes civilizações, tendo como base a inerência dos processos de representação do espaço ao longo do tempo. Tendo em vista, a compreensão de como essa dinâmica se processa no ambiente escolar, especificamente no que se refere ao uso que o professor faz desse instrumento didático metodológico, foi realizada uma pesquisa com os alunos do Ensino Médio de uma escola pública estadual. Para base do presente trabalho foram utilizados conceitos de principais teóricos sobre a prática da cartografia, dentro os quais Souza e Katuta no ano de 2001 e também a figura de Girardi na definição do mapa. Usamos outros teóricos para o desenvolvimento da pesquisa. A partir dos dados coletados e da análise realizada, tendo como base a aplicação de questionários, observação participante em duas oficinas promovidas e das discussões teóricas, foi dado suporte para a reflexão sobre a importância do uso da cartografia no ensino médio e a necessidade de se redimensionar os processos de formação dos professores, o ensino e a aprendizagem dos alunos em outros níveis de ensino no sentido do uso de instrumentos cartográficos no ensino de geografia em sala de aula.
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A degradação ambiental do Córrego Ribeirão Preto: uma proposta metodológica para o ensino de geografia no ensino médio

A degradação ambiental do Córrego Ribeirão Preto: uma proposta metodológica para o ensino de geografia no ensino médio

Antes de Chegarmos à cidade de Cravinhos, mostramos aos alunos a topografia do terreno, de onde é possível termos uma visão panorâmica da cidade de Ribeirão Preto. Chegamos a Cravinhos por volta das 8h20 minutos da manhã sob um sol escaldante e fomos direto ao centro, antes da abertura do comércio. O trânsito estava tranquilo, paramos no centro de Cravinhos, caminhamos a pé até o local da nascente do córrego, conversamos com os alunos para que observassem as construções e a arquitetura da cidade que representa a parte velha de Cravinhos. Para iniciar a abordagem, invocamos a observação da paisagem da cidade, mostrando aos alunos que, muitas vezes, objetos que formam uma paisagem guardam em si a memória de tempos diferentes, coexistindo e interagindo, não somente na paisagem como também nas relações sociais com o lugar que a construção do território tem historicidade no interior de um processo dialético em constantes mudanças. Mais do que coexistência eles interagem no processo dialeticamente na produção e reprodução da realidade analisada da cidade. Esse processo elimina uma compreensão dicotômica da realidade, consolidando uma perspectiva sobre o papel do professor na condução de seu trabalho e formação, bem como na formação crítica sobre a análise do cotidiano de seus alunos.
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RACIOCÍNIO LÓGICO: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ENSINO MÉDIO

RACIOCÍNIO LÓGICO: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ENSINO MÉDIO

Além de conhecerem a linguagem, os conceitos e as correlações destes nas situações problemas, os professores devem adotar métodos de ensino para desenvolvimento do raciocínio lógico que privilegia as situações problemas como orientado pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul na sua proposta de introdução da disciplina Raciocínio Lógica. Um método destacado aqui é o método de resolução de problemas de Polya integrado aos objetivos da resolução de problemas descritos por Dante (2007) que são bastante adequados por entender que estes métodos fazem do aluno o resolvente do problema e não apenas um espectador do processo de resolução do professor no quadro. Assim, o aluno experimenta os obstáculos, as dificuldades e as possíveis soluções do problema proposto pelo professor e, durante todo este processo, desenvolve as habilidades necessárias e úteis para resolução de novas situações problemas que surgirão no futuro e em outras áreas do conhecimento incluindo solução de questões de concursos.
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ENSINO DE POLINÔMIOS NO ENSINO MÉDIO -UMA NOVA ABORDAGEM

ENSINO DE POLINÔMIOS NO ENSINO MÉDIO -UMA NOVA ABORDAGEM

Após a aplicação das atividades sugeridas, e seguindo com os exercícios normais do livro bem como questões de vestibular, observamos que os alunos não apresentavam grandes dificuldades em resolvê-las. Também não necessitamos de mais tempo que o habitual para a execução das atividades, o que nos surpreendeu. Diante do que foi trabalhado, com um pouco de leitura complementar, os estudantes apresentaram um melhor entendimento dos teoremas e questões inerentes ao conteúdo, comparados às outras turmas onde trabalhamos da forma tradicional. Cabe salientar que os alunos demonstraram mais interesse no estudo do conteúdo em questão. O fato de estarem participando de uma nova proposta de ensino foi assimilado de forma positiva.
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Uma abordagem funcional para o ensino de inequações no ensino médio

Uma abordagem funcional para o ensino de inequações no ensino médio

A primeira delas traz uma síntese das ideias apresentadas no capítulo “Função polinomial do 1º grau” do livro utilizado pelos alunos na 1ª série do ensino médio, ou seja, a ordem dos itens está de acordo com a sequência sugerida por seu autor (Giovanni e Bonjorno, 2000). Em nossas atividades realizadas em sala de aula, fora do contexto dessa pesquisa, visto que além de pesquisadores também somos professores do ensino médio, quando todos esses itens são reunidos, em atividades avaliadas ou não, o número de respostas erradas é muito grande, pois muitos dos alunos se confundem em diferenciar a resolução algébrica de uma inequação racional (no livro o autor a define como inequação quociente) com a de um sistema de inequações, itens (d e (e dessa atividade. Nesse sentido o software poderá ajudá-los a diferenciar uma resolução da outra.
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UMA ABORDAGEM PARA O ENSINO DE TEORIA DOS GRAFOS NO ENSINO MÉDIO

UMA ABORDAGEM PARA O ENSINO DE TEORIA DOS GRAFOS NO ENSINO MÉDIO

Esse conceitos simples, os quais veremos posteriormente, nos permitem trabalhar com uma vasta quantidade de problemas que envolvem, desde questões cotidianas, tais como o caminho da casa do aluno para a escola utilizando-se um carro, até problemas avançados na área da computação. O nosso objetivo é discutir o ensino e a aplicação da Teoria dos Grafos no Ensino Médio, e sugerir problemas que mostrem a sua importância como ferramenta de discussão e aprendizagem para o aluno. Conceitos que muitas vezes são esquecidos no ensino básico, como, por exemplo, "O problema tem solução? Essa é a única solução possível? É a melhor solução?", podem ser abordados de forma a instigar o aluno a buscar formas diferentes de resolver uma situação-problema, tema que é comumente abordado em avaliações como olimpíadas do conhecimento e provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). A abordagem dessa teoria é necessária para que o aluno entenda como:
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A aula de geografia no ensino médio e suas ressignificações

A aula de geografia no ensino médio e suas ressignificações

O objeto de estudo da Geografia na escola é o espaço em movimento, ou seja, o espaço geográfico, e para que o aluno o compreenda de forma significativa e identifique os fenômenos geográficos em sua realidade é preciso que, durante a aula, sejam criadas situações de aprendizagens que ajudem a fazer esta leitura de mundo. A aula expositiva tradicional pouco contribui para isto, visto que a memorização não propõe a compreensão ou interpretação dos fenômenos. Dessa maneira, a aula expositiva proposta pelas concepções pedagógicas inovadoras é um caminho promissor para que o estudante compreenda e interprete o espaço geográfico, pois as situações de aprendizagem serão desenvolvidas com o auxílio do professor; e, neste processo, eles ensinarão os conceitos de modo a identificá-los em seu cotidiano.
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A geografia da realidade vivida e o ensino médio

A geografia da realidade vivida e o ensino médio

O processo do conhecimento ocorre, portanto, pela interação en- tre o sujeito e o meio que o cerca, num processo de movimento dialético entre dois pólos (sujeito e realidade externa) qu[r]

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A importância da inovação metodológica nas aulas de geografia no ensino médio na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Francisca Martiniano da Rocha em Lagoa Seca-PB

A importância da inovação metodológica nas aulas de geografia no ensino médio na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Francisca Martiniano da Rocha em Lagoa Seca-PB

O presente trabalho objetiva exemplificar de formar simples e dinâmica a utilização de novas metodologias, já que as mesmas facilitam na aprendizagem dos alunos por estarem presentes no seu dia-a-dia, tendo em vista que a utilização desses recursos aproximam os conteúdos com a realidade de vida dos educandos. Os resultados deste trabalho foram obtidos através de um questionário quantiqualitativo aplicado com 46 alunos do 2° e 3° da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Francisca Martiniano da Rocha, localizado na cidade de Lagoa Seca, PB. Observou-se em seus resultados que os alunos identificam-se com a disciplina, no entanto sentem dificuldades em aprender os conteúdos, e isto está relacionado com prática pedagógica do ensino de geografia que se limita apenas no uso de recursos tradicionais, o que inviabiliza a participação dos discentes em sala de aula, já que uma boa aula associado a novos recursos incentiva os alunos a buscarem conhecimentos que se perpetuará durante toda sua vida acadêmica.
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Utilização de caleidociclos no ensino de geometria: uma proposta metodológica para o ensino médio

Utilização de caleidociclos no ensino de geometria: uma proposta metodológica para o ensino médio

Apresentação da oficina e diagnósticos iniciais referentes ao conhecimento geométrico que os alunos possuem. / Entrevista diagnóstica inicial./ Retomada dos conceitos iniciais referentes ao estudo de geometria. / Discussão referente as atividades desenvolvidas durante o encontro. / Definição de conceitos referentes ao estudo de desenho geométrico. / Desenvolvimento da pesquisa dos materiais manipuláveis utilizados em sala com maior frequência no ensino de geometria. / Formação das equipes. / Execução por parte do professor de uma apresentação base para o início dos trabalhos da oficina.
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O estágio no ensino de Geografia: uma experiência no Ensino Fundamental e Médio

O estágio no ensino de Geografia: uma experiência no Ensino Fundamental e Médio

O presente artigo é qualificado como um relato de experiência, sendo elaborado a partir de pesquisas bibliográficas, observações e regências nas aulas de Geografia, na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Augusto de Almeida, localizada na Rua Sólon de Lucena nº 387, no município de Pirpirituba-PB. O trabalho apresenta uma temática do ensino de Geografia, numa perspectiva de crítica ao tradicionalismo e busca de subsídios para a construção de uma Geografia preocupada com a criticidade e o senso de cidadania dos educandos. O principal objetivo é destacar e relatar a importância do Estágio Supervisionado para a formação e qualificação de professores, assim como, para melhoria do Ensino de Geografia. Como embasamento teórico utilizamos os seguintes autores ANDRADE (2005), CANDAU (1988), CARLOS (2008), CASTRO E CARVALHO (2005), COSTA (2008), FERRAÇO (2008), FREIRE (1996), LIBÂNEO (2001), MALYSZ (2007), MENDONÇA (2012), PICONEZ (1991), REGO (2007), SEVERINO (2015), SOBRAL (2000), e VEIGA (2002). E como resultados, foram constatadas potencialidades e fragilidades no Ensino da Geografia nas turmas 6º e 7º ano do Ensino Fundamental e 1º e 2º anos do Ensino Médio, onde foram realizados os estágios durante a Observação e a Regência em 2013 e 2014. Considerado positivo, os resultados mostram a participação ativa dos alunos em sala de aula durante as atividades, desenvolvendo uma aprendizagem significativa e a necessidade de uma reflexão crítica sobre a formação do professor de Geografia, que deve pensar e adotar novas metodologias e práticas docentes, visando melhorar a qualidade do ensino e estimulando e valorizando os estudantes dos Cursos de Licenciatura Plena em Geografia.
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Uma proposta metodológica de uma oficina de Astrofísica no ensino médio

Uma proposta metodológica de uma oficina de Astrofísica no ensino médio

Este trabalho buscou analisar as dificuldades dos alunos em Astrofísica básica, tendo como base diversos artigos que constatavam a mesma deficiência por parte dos professores. Dessa forma, foi proposta uma oficina de curta duração na escola de ensino médio Governador Adauto Bezerra, localizada em Fortaleza, com o objetivo de introduzir conceitos básicos voltados para a área de Astrofísica com o auxílio da construção de experimentos. O método utilizado para avaliar os alunos se deu por intermédio de questionários aplicados antes e após a oficina. Verificou-se inicialmente que a maioria dos alunos que nunca teve uma interação com Astronomia, e o que motivou a maioria dos estudantes foi a busca de uma autoavaliação para testar seus conhecimentos prévios sobre o assunto. Após a realização da oficina, os estudantes aprenderam o significado de alguns conceitos como, por exemplo, magnitude aparente e ano-luz, onde, respectivamente, 73, 3% e 66, 7% obtiveram a resposta correta. Tendo isso tudo em conta, foi possível verificar que os alunos, após a realização da oficina, perceberam a importância da Astronomia e Astrofísica, resultando em 55, 2% deles pensaram na possibilidade de seguir carreira nessa área.
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Corrida de orientação: uma proposta metodológica para o ensino da Geografia e da Cartografia

Corrida de orientação: uma proposta metodológica para o ensino da Geografia e da Cartografia

Esta tese fundamenta-se na necessidade de superar as dificuldades que os alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental apresentam em ler, analisar e interpretar os mapas. Com base nesse pressuposto, o objetivo da pesquisa é propor uma metodologia para o ensino e aprendizagem da linguagem cartográfica, apoiando-se nos estudos da Geografia, da Cartografia e do esporte de Orientação. A investigação propõe utilizar as práticas do esporte de Orientação nas aulas de Geografia, para alunos de 9 a 13 anos, a fim de melhorar a leitura, análise e interpretação do mapa. O estudo esteve centrado na pesquisa-ação e os resultados foram descritos seguindo a abordagem qualitativa. Tal metodologia valorizou a participação dos alunos e proporcionou um ensino bastante dinâmico e enriquecedor. Um conjunto de situações de ensino foi aplicado em duas 4ª. séries do Ensino Fundamental, da EMEF Profa. Aparecida Taufic Nassif Mansur Naif, localizada no município de Leme (SP). As atividades de ensino e aprendizagem valorizam a ação mediada entre professor-aluno e aluno-aluno, tendo como embasamento os referenciais teóricos de Vygotsky (1987). Os dados foram obtidos pela pesquisadora através de observação, portifolio e gravações em áudio, no espaço escolar e no P arque Ecológico “Mourão”. Esta investigação comprova a hipótese de que as práticas do esporte de Orientação trouxeram valiosas contribuições para o desenvolvimento de habilidades básicas para compreender e interpretar mapas e um melhor entendimento do espaço geográfico, resultando, assim, num ensino da Geografia mais envolvente e significativo.
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A elaboração de um livro paradidático como proposta metodológica para o ensino de Geografia

A elaboração de um livro paradidático como proposta metodológica para o ensino de Geografia

A pesquisa apresenta no seu delineamento teórico um embasamento nos conceitos de lugar e paisagem voltados para o ensino de Geografia, e busca associá-los à produção do recurso didático focado na Geografia Urbana de Timbaúba dos Batistas. Sabendo que o município se caracteriza como cidade pequena, trouxemos também um pequeno ensaio sobre o estudo sobreo tema cidades pequenas, ainda pouco debatido, sobretudo quando se trata de usar essa conceituação no ensino básico. Também foi descrita a caracterização dessa área de pesquisa, envolvendo alguns aspectos físicos, econômicos e sociais, que foi de grande relevância para o desenvolvimento e sistematização das informações contidas no livro.
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TRILHAS DE ORIENTAÇÃO: UMA CONTRIBUIÇÃO METODOLÓGICA PARA O ENSINO DA GEOGRAFIA E DA CARTOGRAFIA

TRILHAS DE ORIENTAÇÃO: UMA CONTRIBUIÇÃO METODOLÓGICA PARA O ENSINO DA GEOGRAFIA E DA CARTOGRAFIA

Com relação ao ensino dos mapas na escola, a prioridade é dada apenas para a leitura. O desenvolvimento de habilidades, como dar instruções e navegar com o mapa, raramente são ensinadas. No entanto, é preciso desenvolver as capacidades e habilidades de observar, representar e se deslocar no espaço. As crianças aprendem naturalmente, não decorando ou adivinhando, mas tentando avaliar a possibilidade de que algo esteja certo. Muitos professores consideram os erros como transgressão. Há muitas maneiras, pelas quais os alunos podem ter experiências com a linguagem cartográfica, que são interessantes e significativas para eles na escola. Os professores podem garantir que as crianças tenham acesso a esse conhecimento.
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CRIPTOGRAFIA: UMA ABORDAGEM PARA O ENSINO MÉDIO.

CRIPTOGRAFIA: UMA ABORDAGEM PARA O ENSINO MÉDIO.

O trabalho versa sobre a Criptografia em uma abordagem para o Ensino M´edio com fi- nalidade de facilitar e estimular a aprendizagem de conte´ udos matem´aticos atrav´es de aplica¸c˜oes pr´aticas e modernas. ´ E abordado sobre o conceito de criptografia e parte da variedade de m´etodos de encripta¸c˜ao e desencripta¸c˜ao de mensagens, bem como sua importˆancia nos dias atuais. Al´em disso, s˜ao apresentados conceitos e classifica¸c˜oes ma- tem´aticas de Fun¸c˜oes, Matrizes e no¸c˜oes de Teoria dos N´ umeros, que s˜ao aplicados aos sistemas criptogr´aficos.
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