Top PDF Geração e transmissão de energia elétrica: um olhar pela sustentabilidade

Geração e transmissão de energia elétrica: um olhar pela sustentabilidade

Geração e transmissão de energia elétrica: um olhar pela sustentabilidade

A Figura 7 apresenta a composição da Matriz Elétrica brasileira, em 2010 e 2011. Mais de três quartos da eletricidade são de fonte hidráulica. O total de fontes renováveis se aproxima de 90%, sendo a matriz brasileira a mais “limpa” e sustentável do mundo. O percentual de energia eólica é muito pequeno (0,5%), mas já aparece na matriz. Os estudos oficiais sobre a evolução dessa matriz até 2030 indicam uma redução relativa da fonte hidráulica (embora com aumento no valor absoluto) e um crescimento de outras fontes renováveis, principalmente a biomassa e a eólica, resultando em um aumento no total de fontes renováveis. Em termos absolutos, há a previsão de um aumento de todas as fontes, incluindo a nuclear, gás natural e carvão. Um conceito importante na concepção do sistema em geral é o de garantia física, que é a energia que uma fonte geradora pode assegurar (antigamente denominada “energia assegurada”) a um risco de 5%. Essa garantia é calculada por modelos de simulação da operação em base mensal sobre séries sintéticas de vazões (no caso das hidrelétricas), ou de comportamento do vento (no caso eólico) utilizando uma determinada política de despacho das usinas (POMILIO, 2013).
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Custo de capital das concessionárias de transmissão de energia elétrica no Brasil: um estudo da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica - CEEE-GT

Custo de capital das concessionárias de transmissão de energia elétrica no Brasil: um estudo da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica - CEEE-GT

A importância da oferta de energia elétrica para o crescimento econômico brasileiro requer atenção especial à sustentabilidade e expansão deste serviço, sendo a determinação da adequada taxa de remuneração de capital, suficiente para cobrir os custos de oportunidade do capital próprio bem como do capital de terceiros empregado no setor, de extrema relevância para a continuidade dos investimentos. Uma vez que a manutenção e expansão do serviço público de transmissão de energia constituem obrigação contratual para as concessionárias, o estabelecimento de um custo de capital abaixo dos reais custos a que as empresas incorrem, podem gerar resultados catastróficos, como decréscimo dos investimentos e conseqüente deterioração da qualidade dos serviços, assim como se traduzirá em perdas econômicas para as empresas, alterando a viabilidade do negócio e a atração de capital ao setor. Portanto, a taxa de remuneração do investimento deve ser suficiente para cobrir o custo de oportunidade do capital próprio do investidor, bem como todos os custos atrelados ao capital de terceiros aplicado no projeto.
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Aula 1 Geração, Transmissão e Distribuição de Energia

Aula 1 Geração, Transmissão e Distribuição de Energia

desde a sua descoberta, sempre ocupou lugar de destaque, tendo em vista a dependência da qualidade de vida e do progresso econômico da qualidade do produto e dos serviços relacionados à energia elétrica, que por sua vez dependem de como as empresas de eletricidade projetam, operam e mantêm os sistemas elétricos de potência

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Open Caracterização de célula termoelétrica para geração de energia elétrica

Open Caracterização de célula termoelétrica para geração de energia elétrica

Em 1998 a Convenção “Quadro das Nações Unidas Sobre Mudança do Cl ima” elaborou o Protocolo de Quioto (C&T, 1998) que, dentre outros assuntos de eficiência, reza sobre a redução da produção de gazes tóxicos lançados na atmosfera. Neste documento, o Ítem“2.1.(a).(i)” trata do aumento da eficiência energética de setores relevantes da economia nacional. Diante desta realidade, os países vêm trabalhando na redução da produção de CO2 lançados na atmosfera. Dentre as estratégias que os diversos setores vêm usando para se adaptarem a melhores condições, os de geração de energia buscaram dar atenção às formas de geração de energia elétrica que apresentassem uma maior sustentabilidade, baseada em conceitos clássicos (McDONOUGH, 2002).
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Proposta de base cartográfica para linhas de transmissão de energia elétrica

Proposta de base cartográfica para linhas de transmissão de energia elétrica

É notório que para obter sucesso na gestão patrimonial, ambiental, social e econômica em áreas de linhas de transmissão deve- se vincular informações presentes nos bancos de dados das empresas diretamente à localização geográfica. Assim torna-se possível fazer cruzamento de dados por localização, além das possibilidades na geração de diagnósticos e prognósticos de diversas temáticas de interesse a empresa, em especial na condição de monitoramente temporal. É importante para as empresas geradoras e transmissoras de Energia Elétrica saber, por exemplo, onde e qual vegetação cresce com maior velocidade, ou ainda qual a menor rota entre uma torre de transmissão e o atendimento do pronto-socorro, onde existe maior chance de focos erosivos, quais proprietários ainda não receberam a indenização pela liberação da faixa. Essas são apenas algumas perguntas possíveis de serem respondidas vinculando o alfanumérico à suas referências geográficas e, portanto, gerando a representação gráfica através de mapas de interesse.
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A LEI 12.7832013 E O SEGMENTO DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL

A LEI 12.7832013 E O SEGMENTO DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL

A parcela principal da TUST, a TUST-RB (Rede Básica), refere-se às instalações de transmissão integrantes da Rede Básica, isto é, com nível de tensão igual ou superior a 230 kV, utilizadas para promover a otimização dos recursos elétricos e energéticos do sistema. Assim, gera tarifas aplicáveis a todos os usuários. Seu cálculo é realizado a partir de simulação com o programa Nodal, que utiliza como dados de entrada a configuração da rede, isto é, as linhas de transmissão, subestações, geração e carga, uma receita total a ser arrecadada e alguns parâmetros estabelecidos por meio da Resolução Normativa nº 559 6 , de 2013. Essa receita é composta principalmente pela RAP a ser paga às concessionárias de transmissão, além de parte do orçamento do ONS, de uma Parcela de Ajuste, correspondente às diferenças de arrecadação do período
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Incertezas na decisão estratégica de investimento na geração de energia elétrica

Incertezas na decisão estratégica de investimento na geração de energia elétrica

“ No meu entendimento o Estado de Minas Gerais não tem tido uma política de energia elétrica bem definida, capaz de estimular os investimentos do setor privado. A CEMIG tem sido o carro chefe dos investimentos em geração de energia elétrica no Estado, em parceira com o setor privado, mas percebem-se várias falhas de planejamento. Várias empresas que têm potencial de geração, como, por exemplo, as do setor de açúcar e álcool, não têm gerado energia elétrica devido ao atraso, pela CEMIG, na implementação das linhas de distribuição. A liderança da CEMIG é seguida pela Cataguases Leopoldina, que além da geração está também efetuando investimentos em linhas de transmissão. Já Furnas tem tido pouco crescimento no período devido a indefinição do Governo Federal em relação à sua privatização, bem como na forma que se dará essa privatização, caso houver. Apenas a partir da crise de energia iniciada oficialmente em maio de 2001, ou seja, por uma questão contingencial e não de planejamento, Furnas tem tomado o caminho de efetuar novos investimentos em parceira com o setor privado da economia”.
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Expansão do sistema de transmissão de energia elétrica no Brasil

Expansão do sistema de transmissão de energia elétrica no Brasil

Por outro lado, nos estudos de médio e curto prazo são considerados: a evolução do mercado, a disponibilidade de fontes energéticas primárias para geração, as tendências de evolução tecnológicas e os impactos ambientais dos projetos. Os estudos de médio prazo têm horizonte de dez anos e resultam no Plano Decenal de Expansão de Energia Elétrica – PDEE, emitido anualmente pela EPE. No PDEE são relacionados os empreendimentos de geração e de transmissão necessários ao longo do período, definidos com base nas análises das condições de suprimento ao mercado dos diversos subsistemas, nos prazos de implantação dos empreendimentos e na capacidade financeira do setor elétrico.
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Geração de energia elétrica por uma torre solar: sustentabilidade, benefícios para o meio ambiente e desenvolvimento social

Geração de energia elétrica por uma torre solar: sustentabilidade, benefícios para o meio ambiente e desenvolvimento social

Analisando os mapas da distribuição da irradiação solar global no Brasil observa‐se que todo o território brasileiro recebe elevada irradiação, porém em geral abaixo dos níveis necessários para produção de calor a altas temperaturas durante todo o ano. Para isso é necessário um número alto de horas de insolação direta e, com exceção do semiárido nordestino, todas as regiões brasileiras apresentam períodos com alta nebulosidade e chuvas. Pode‐se afirmar que em todo o território brasileiro há condições para produção de calor para o setor industrial e agropecuário em temperaturas abaixo de 100°C, o que engloba uma ampla gama de processos. Há também a possibilidade de atender os processos acima de 100°C se considerarmos o uso da energia solar para pré‐aquecimento. O mapa de irradiação solar direta (Figura 17), possui uma área em destaque com irradiação anual acima de 1800 Wh/m 2 , região que pode ser utilizada em diversas aplicações de geração de calor.
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Economias de escala e eficiência na geração de energia elétrica no Brasil

Economias de escala e eficiência na geração de energia elétrica no Brasil

As estatísticas da Tabela 12 não permitem descartar uma vantagem de custo da tecnologia utilizada pelas firmas integradas verticalmente. Essa vantagem, dada pelo termo constante da fronteira de custo estocástica, é de cerca de 39% na mediana da amostra. Resultados semelhantes também foram relatados por Kwoka (2002), que estima uma economia de custo de 42% a favor da tecnologia das firmas integradas verticalmente, cuja produção de eletricidade se situa em 13,6 mil GWh. Esse nível de produção se aproxima da mediana de produto da amostra explorada neste trabalho (11,7 mil GWh). Acerca de tais vantagens das firmas verticalmente integradas no sector da eletricidade, registre-se que a literatura não as associa apenas a comportamentos oportunistas. Falhas de mercado também amparam incentivos para as firmas internalizarem processos de produção, como: i) eventual concorrência imperfeita em uma dos três segmentos da indústria (geração, transmissão e distribuição); ou ii) custos de transação devido às incertezas de demanda e oferta de bens intermediários, custos afundados e investimentos específicos em etapas dessa cadeia (Arocena, 2012; Kaserman e Mayo, 1991; Joskow e Schmalensee, 1983).
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Metodologia de ensaio de fluência em cabos de transmissão de energia elétrica

Metodologia de ensaio de fluência em cabos de transmissão de energia elétrica

O aumento da ampacidade das linhas existentes poderá diminuir os riscos de “apagões”, pois com maior capacidade de transmissão de energia proporcionará maior flexibilidade à ONS para ajustar o fluxo de corrente entre a geração e a demanda de energia. Também pode representar uma solução para as concessionárias aumentarem o transporte de energia com os ativos existentes, evitando assim a construção de novas linhas, que tem um grande impacto ambiental, e requerem altos investimentos em um mercado pouco regulamentado.
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Análise dos resultados dos leilões de transmissão de energia elétrica no Brasil

Análise dos resultados dos leilões de transmissão de energia elétrica no Brasil

A eletricidade no Brasil foi inicialmente desenvolvida por capitais privados. Nas administrações de Vargas, o Estado começou a participar da geração de energia elétrica ao lado de grandes sociedades estrangeiras. Desde o final do século passado, a energia gerada utilizando a água como fonte é responsável pela maior parte da geração no Brasil. O elevado potencial hidroelétrico, próximo à principal região consumidora, levou o primeiro governo Vargas a elaborar o Código de Águas (1934), e criar órgão regulador, o Conselho Nacional de águas e Energia Elétrica visando regulamentar a propriedade e as prioridades de uso dos cursos de água do país. No processo de evolução, o Governo Federal se responsabilizou pelos serviços de geração e transmissão de energia elétrica, que exigiam maiores investimentos e longos prazos de maturação. A distribuição, inicialmente a cargo de empresas estrangeiras, foi sendo progressivamente estadualizada (Araújo & Oliveira, 2005).
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Análise da influência de sistemas embarcados no setor elétrico: tecnologia na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil e no mundo

Análise da influência de sistemas embarcados no setor elétrico: tecnologia na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil e no mundo

Este trabalho tem por objetivo a analise do setor elétrico e os motivadores e vantagens da implantação de sistemas de rede inteligente ou smart grid e medição inteligente ou smart meters no Brasil e no Mundo. O setor pode ser explicado em três partes, a geração, a transmissão e a distribuição de energia elétrica. A tecnologia é peça chave na evolução destas áreas, visando atender cada vez melhor a demanda e necessidades da sociedade atual quanto à energia mais acessível, meios de acesso à informação, produção de energia renovável e micro-geração de energia no mundo. Do ponto de vista das concessionárias, também está intimamente ligado à eficiência energética e minimização das perdas de transmissão e distribuição, eficácia no atendimento a demanda, apagões, incidentes, aumentando estabilidade da rede, melhor controle e conscientização da população quanto a tarifas e qualidade de energia. No Brasil, recentemente foi fechado o primeiro projeto grande de Smart Grid, a maior da America do sul, marcando o inicio de uma nova era neste setor. No mundo, o maior projeto da historia visa que oitenta por cento dos consumidores de energia elétrica do Japão estejam ligados a uma rede inteligente até o ano de 2017. Alguns países já tem a visão de tornar não apenas a medição de energia elétrica inteligente, como também gás, água, iluminação publica, criando um conceito de Cidade Inteligente ou Smart Citiy.
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Silvicultura: Cenários Prospectivos para Geração de Energia Elétrica

Silvicultura: Cenários Prospectivos para Geração de Energia Elétrica

A redução do crescimento econômico nacional: Partindo-se do pressuposto de que a energia elétrica é um item básico empregado na produção de qualquer bem ou serviço e que, ainda que o seu consumo seja influenciado diretamente pelo comportamento econômico das famílias brasileiras, torna-se evidente que uma possibilidade de diminuição do ritmo de crescimento econômico afete diretamente o desenvolvimento e o crescimento do setor elétrico. Ações e medidas: O segmento da região em estudo possui uma particularidade em relação ao setor nacional como um todo, dado o fato de que as cooperativas de geração e distribuição de energia elétrica do Vale do Taquari não são autossuficientes na geração da energia que comercializam, produzindo menos de 50% da energia que é consumida, mesmo em um contexto de redução das demandas. Dessa forma, sugere-se que as empresas trabalhem no sentido de fortalecer e ampliar as suas capacidades de geração própria de energia, já que ações para sanar o evento ocorrido não estão dentro do alcance das organizações do setor para que os níveis de dependência do sistema nacional interligado diminuam. Essa atitude busca inverter o quadro em que as empresas passariam de revendedoras da energia produzida em outras regiões para fornecedoras ao sistema nacional, com um olhar já voltado para o aumento das demandas em um segundo momento, em decorrência do provável reaquecimento da economia. Redução da segurança energética nacional: Esse evento apresenta-se na matriz de impactos como altamente motriz e medianamente dependente, isso porque ele se posiciona no quadrante de ligação, o que significa que esse fator foi conjugado com os demais, o que faz o evento um indicador de que as coisas não irão bem no setor para o futuro próximo.
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Desenvolvimento de um multicóptero para inspeção de linhas de transmissão de energia elétrica

Desenvolvimento de um multicóptero para inspeção de linhas de transmissão de energia elétrica

Dentre os multicópteros, os quadricópteros são os mais utilizados e possuem uma ampla variedade de componentes e acessórios específicos para este tipo de aeronave. Segundo Sanca (2013) esta aeronave possui as características: um sistema contendo multivariáveis de projeto, subatuado e altamente acoplado. Já pela óptica de Raffo, Ortega e Rubio (2010) um quadricóp- tero possui forças dinâmicas não modeladas, incertezas paramétricas e ter um comportamento variável ao longo o tempo. Como citado anteriormente, este possui quatro motores dispostos simetricamente em torno de seu centro (MARTÍNEZ, 2007). Todos os motores são admitidos como idênticos em termos de força e geração de empuxo. Os movimentos de rolagem, guinada, arfagem e deslocamento em um plano específico são obtidos exclusivamente através da variação da velocidade de rotação de seus motores (MUSTAPA et al., 2014). Os dois motores giram no sentido horários e os outros dois motores giram no sentido anti-horário, alternadamente, para equilibrar o momento angular criado por cada motor (KUMAR, 2014), como apresentado na Figura 1.
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VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA DE ENERGIA ELÉTRICA

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA DE ENERGIA ELÉTRICA

R ESUMO : Este artigo aborda sobre a viabilidade técnica e econômica da concepção e implantação de microredes de Geração Distribuída (GD) de energia. Um estudo foi realizado em uma região rural para avaliar o potencial de geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis, sendo esta já assistida pela rede convencional brasileira de energia. Foram estudadas as fontes renováveis de energia do povoado, analisado o sistema convencional de geração, transmissão, distribuição de energia elétrica desta região e a viabilidade técnica e econômica de implantação de Geração Distribuída, além de sua interconexão, ou não, à rede básica. Os procedimentos metodológicos usados foram pesquisas bibliográficas e documentais, entrevistas com formulários padronizados, e Estudo de Caso. Este Estudo foi realizado em Minas Gerais avaliando as condições atuais da eletrificação da área pesquisada e da implantação dos tipos de fontes de eletricidade – biomassa (biogás e queima de eucalipto), eólico, solar fotovoltaico. A partir dele, foram feitos cálculos e orçamentos junto a empresas. Conceberam-se, então, modelos de geração de eletricidade através de fontes renováveis constituindo uma GD. Por fim, estimaram- se os custos de implantação dos modelos na comunidade estudada e fizeram-se estimativas de custo para produção de energia elétrica, através de investimentos privados, considerando algumas situações possíveis de serem criadas, sendo elas: geração para consumo próprio, geração com venda de excedentes e possíveis expansões. Desta forma, evidenciou-se o alto valor dos investimentos necessários para utilização das fontes renováveis em pequenas gerações de energia elétrica, haja vista o cenário atual.
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Simulação de micro-redes de energia elétrica com geração fotovoltaica e armazenamento de energia

Simulação de micro-redes de energia elétrica com geração fotovoltaica e armazenamento de energia

No Brasil, a maior parte da geração de energia elétrica é de origem hidráulica, necessitando assim de um extenso sistema de transmissão para levar esta energia aos centros consumidores. A fragilidade do sistema de geração no Brasil foi exposta durante o racionamento de energia ocorrido em 2001, dando força às discussões sobre como fortalecer o sistema e do uso mais intenso de fontes alternativas de energia. Esses fatores delineiam, em um futuro próximo, a tendência de mudança do panorama de energia elétrica no Brasil, por meio de uma série de ações, como a diversificação da matriz energética, e também da busca de aumento da Geração Distribuída (GD). A projeção para os próximos anos é de uma alteração da estrutura atual, altamente centralizada e com centrais geradoras de grande capacidade, para uma nova estrutura fortemente descentralizada e com grande inserção de fontes geradoras de pequena e média capacidade (ANEEL, 2010).
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Estudo de expansão da geração e da transmissão de energia elétrica para o estado do Paraná

Estudo de expansão da geração e da transmissão de energia elétrica para o estado do Paraná

Nos anos de 2011 e 2012, vários reforços foram incorporados no sistema de transmissão da interligação Sul-Sudeste, o que afeta a operação da UHE Itaipu 60 Hz e a transmissão pelo 765 kV. Mas o principal deles foi a entrada em operação da linha de transmissão de 525 kV entre as subestações de Foz do Iguaçu e Cascavel Oeste (LT FI-CVO). A LT FI-CVO aumentou o acoplamento entre a UHE Itaipu 60 Hz e o sistema Sul, o que permitiu o aumento do recebimento de energia pela região Sul e a exploração total da geração na UHE Itaipu 60 Hz.
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Geração e transmissão da energia elétrica: impacto sobre os povos indígenas no Brasil.

Geração e transmissão da energia elétrica: impacto sobre os povos indígenas no Brasil.

peito de seu potencial, de como a eletricidade gerada poderá ser aproveitada, bem como são analisadas as opções para a localização da bar- ragem. Segue-se a fase de estudos de viabilida- de, em que há análise de casos específicos e da relação custo-benefício de cada projeto. Estas geram o desenho de um Projeto Básico, que se constitui na última etapa dos estudos, subsi- diando as decisões do setor elétrico e incluin- do os impactos negativos acarretados pela obra. Passa-se então à etapa do Projeto Executivo, quando se inicia a construção da barragem e, com esta, a execução das atividades de desma- tamento e alteração do curso fluvial, acelerando o processo migratório para a área. Finalmente, após seu término, inicia-se a etapa de operação com a geração e distribuição da energia elétrica através das linhas de transmissão de alta tensão, quando surgem os riscos decorrentes da forma- ção dos grandes lagos e proliferação de vetores. Segundo dados fornecidos pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI) em 1996 (comuni- cação pessoal), existiam 156 Áreas Indígenas com algum tipo de contestação em decorrên- cia de litígios com empresas do setor elétrico (Tabela 1). Estas apresentavam a seguinte dis- tribuição geográfica: 39 no Estado do Amazo- nas; 22 em Mato Grosso; 21 no Pará; 14 em Ma- to Grosso do Sul; 13 em Rondônia; oito no Rio Grande do Sul; sete no Paraná; seis em Tocan- tins; quatro cada em Pernambuco, Bahia e San- ta Catarina; três em Minas Gerais; dois cada em Alagoas e Maranhão; e um em cada um dos es- tados de Goiás, Espirito Santo, Paraíba, Rorai- ma, Sergipe, São Paulo e Amapá. Percebe-se as- sim não só um padrão nacional de distribuição da problemática, mas também sua concentra- ção na Região Norte, com mais de 65% dos lití- gios referidos pelas comunidades indígenas com o setor elétrico (FUNAI, 1996, comunica- ção pessoal).
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Análise do Impacto da Geração Distribuída na Proteção dos Sistemas de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica

Análise do Impacto da Geração Distribuída na Proteção dos Sistemas de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica

Sendo fontes geradoras de energia de menor porte, uma GD pode ser instalada mais próxima dos consumidores, alterando o fluxo de potência dos sistemas de transmissão e distribuição. Quanto mais GDs são instaladas, menor é a necessidade de gerar energia nas grandes usinas, e menor é a quantidade de energia elétrica transportada por parte do Sistema de Transmissão. Além disso, o Sistema de Distribuição passa a transportar energia de forma bi-direcional. Esta configuração de GD e cargas próximas pode ser chamada de Microgrid ou Microrrede. Uma Microrrede pode fornecer energia com qualidade e de maneira confiável aos consumidores. Pode operar conectada ao Sistema elétrico ou em ilha (desconectada do Sistema Elétrico). No entanto, para a implantação da GD e também da Microrrede alguns problemas surgem e devem ser levados em conta. Estes problemas estão relacionados a aspectos de proteção, controle de tensão na rede de distribuição, controle de reativos e interação com a automatização da distribuição (23).
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