Top PDF Gerenciamento de resíduos em laboratórios de ensino de Química e proposta de tratamento de efluentes por adsorção

Gerenciamento de resíduos em laboratórios de ensino de Química e proposta de tratamento de efluentes por adsorção

Gerenciamento de resíduos em laboratórios de ensino de Química e proposta de tratamento de efluentes por adsorção

sociedade, logo, a gestão exemplar dos seus resíduos é uma questão imperativa. A geração em grande frequência, a necessidade de acondicionamento específico e descarte especial torna a produção de resíduos químicos nos laboratórios didáticos um grave problema para as IES. A implantação de um sistema de gestão de resíduos deve iniciar com o reconhecimento do problema. Nessa perspectiva, foi proposto um diagnóstico inicial nos laboratórios de química analítica do DQ/UEPB, como primeira etapa do Sistema de Gestão de Resíduos a ser implantada. Inicialmente fez-se o inventário do passivo, no qual classificou-se os materiais estocados, considerando fatores como periculosidade, necessidade de acondicionamento específico e incompatibilidades entre produtos, posteriormente fez-se o inventário do ativo, com finalidade de qualificar e quantificar a produção de resíduos gerados no cotidiano dos laboratórios. Após essas etapas, desenvolveu- se o estudo da viabilidade do tratamento dos efluentes contaminados de metais pesados gerados nessas unidades, através do processo de adsorção em leito fixo utilizando bagaço de cana de açúcar como biomassa adsorvente, enfatizando cromo como agente contaminante. Com base nos dados obtidos, desenvolveram- se ações para destinação adequada dos resíduos encontrados e reorganização laboratorial para armazenamento seguro de reagentes e soluções. Essas medidas resultaram na diminuição significativa de material estocado em cada unidade, possibilitando um ambiente mais seguro para discentes, docentes e técnicos, além de representar uma economia de insumos, visto que foi inibida a preparação de quantidades excedentes ao uso e diminuição do descarte de soluções, trazendo benefícios econômicos e ambientais. Como também o estudo do tratamento do efluente obteve resultados que atestam a eficiência do adsorvente, removendo 90% em 60 minutos.
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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS PARA LABORATÓRIOS DE ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO INSTITUTO FEDERAL DO MARANHÃO – CAMPUS AÇAILÂNDIA

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS PARA LABORATÓRIOS DE ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO INSTITUTO FEDERAL DO MARANHÃO – CAMPUS AÇAILÂNDIA

A disposição inadequada de resíduos químicos gerados em laboratório de ensino leva a graves problemas ambientais e ainda pode prejudicar a saúde humana e a preservação do meio ambiente. O gerenciamento de resíduos de laboratório envolve uma série de etapas que incluem a execução de um inventário, medidas de mitigação, segregação, acondi- cionamento, rotulagem e tratamento de resíduos, armazenagem, transporte e disposição final dos resíduos. Alguns resíduos sólidos produzidos em laboratório podem ser descar- tados no lixo comum, desde que não estejam contaminados com substâncias perigosas. Os resíduos não perigosos recicláveis devem ser destinados a cooperativas de reutilização e reciclagem. Os resíduos perigosos devem ser eliminados de forma adequada após a aula experimental ou destinados a empresas especializadas em tratamento de resíduos. Esse trabalho teve como objetivo desenvolver uma proposta de educação ambiental a partir da implantação de uma rotina de gerenciamento dos resíduos gerados no Laboratório de Química do IFMA- campus Açailândia. Foi realizado um diagnóstico dos resíduos ge- rados, bem como os 5S’s no laboratório. Treinamentos de sensibilização e elaboração de materiais informativos e educativos foram etapas importantes no trabalho. O principal resultado obtido foi a implementação de uma rotina de minimização, segregação, armaze- namento e destinação dos resíduos perigosos e não perigosos do laboratório de química. Palavras-chave: Resíduos Químicos. Gerenciamento de Resíduos. 5S´s em laboratórios. Educação Ambiental.
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Elaboração de um programa de gerenciamento integrado de resíduos Químicos para os laboratórios de ensino do departamento de Quimíca da UFSC

Elaboração de um programa de gerenciamento integrado de resíduos Químicos para os laboratórios de ensino do departamento de Quimíca da UFSC

As instituições de ensino e pesquisa que utilizam produtos químicos na rotina de trabalho encontram problemas com relação aos resíduos gerados. Quando não recebem o tratamento adequado ou a correta disposição final estes podem gerar sérios problemas ao meio ambiente. Este trabalho apresenta uma Proposta de Gerenciamento Integrado de Resíduos Químicos (PGIRQ) gerados nos laboratórios de ensino do Departamento de Química da Universidade Federal de Santa Catarina. A metodologia usada inclui a descrição de dados sobre o ativo e passivo dos laboratórios de ensino assim como uma classificação dos mesmos quanto ao seu destino como: insumo, resíduo com potencial de reuso ou rejeito. Para assegurar a rastreabilidade do resíduo gerado foi proposto um modelo de rótulo, assim como um livro controle em cada laboratório, além disso, com a finalidade instalar as Boas Práticas de Laboratório foi desenvolvido um vídeo abordando assuntos como uso de EPIs, Normas de Segurança, boa conduta no laboratório, cuidado com os reagentes e os resíduos, entre outros. Foi criado um fluxograma com os procedimentos a serem adotados em cada caso previsto pelo PGIRQ.
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Estudos preliminares para o gerenciamento nos laboratórios de Ensino de Química: Um caminho para a sustentabilidade

Estudos preliminares para o gerenciamento nos laboratórios de Ensino de Química: Um caminho para a sustentabilidade

De acordo com Micarani (2002) um programa de gerenciamento deve sempre abordar a regra da responsabilidade objetiva, ou seja, quem gerou o resíduo é responsável pelo mesmo, e deve-se sempre praticar a seguinte hierarquia de atividades: prevenção na geração de resíduos (perigosos ou não); minimização da proporção de resíduos perigosos que são inevitavelmente gerados; segregação e concentração das correntes de resíduos de modo a tornar viável e reduzir o custo da atividade gerenciadora; reuso interno e externo; reciclagem do componente material ou energético do resíduo; manutenção de todo o resíduo produzido na sua forma mais passível de tratamento; e, tratamento e disposição do resíduo de maneira segura.
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Gestão de resíduos químicos dos laboratórios de ensino de química do Município de Crateús: um caminho rumo a sustentabilidade.

Gestão de resíduos químicos dos laboratórios de ensino de química do Município de Crateús: um caminho rumo a sustentabilidade.

Os resíduos químicos de laboratório gerados em decorrência de atividades de pesquisa e/ou ensino, passaram a ser uma preocupação nas instituições, entretanto, ainda são escassas as medidas de gerenciamento adequado para os mesmos. Essa questão não se restringe apenas à adoção de práticas que visem à minimização e ao tratamento dos resíduos produzidos nas atividades laboratoriais, mas também a conscientização e treinamento dos discentes ao desenvolverem atividades que geram resíduos. Este trabalho tem por objetivo estabelecer um plano de gestão de resíduos químicos nas instituições de ensino superior de Crateús, Ceará, que visa a utilização de ferramentas de controle e sistematização dos processos, capacitações para os discentes que estão diretamente relacionados com atividades de pesquisa para assim, promover uma maior consciência ambiental e envolvimento dos mesmos nas diversas fases do trabalho, além de realizar um monitoramento dos laboratórios de ensino de química do município de Crateús, a fim de estabelecer trocas de conhecimento e controle para com as demais instituições. Este trabalho estudou metodologias de implementação de um plano de gestão dos resíduos nas instituições de ensino superior do município de Crateús - CE, através de questionários e entrevistas com técnicos dos laboratórios envolvidos no programa. O plano de gestão laboratorial já está sendo implementado na UFC (Campus de Crateús) e vem gerando resultados satisfatórios no que se refere a adequação da logística laboratorial e nas ações voltadas a difundir aspectos referentes a educação ambiental aos envolvidos com atividades laboratoriais. Observa-se, portanto, a importância de se desenvolver ações que visam a promoção de uma mudança de concepção que proporcionará uma implementação efetiva dos sistemas de controle e monitoramento laboratorial reduzindo desta forma, os impactos ao meio ambiente.
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Gerenciamento de resíduos de aulas práticas de química

Gerenciamento de resíduos de aulas práticas de química

As atividades de laboratórios sempre foram reivindicações dos estudantes das universidades e até mesmo do ensino médio. Nas escolas onde havia aulas práticas, principalmente da área de química, muito pouco se falava dos cuidados com os resíduos gerados nos laboratórios; esta preocupação tornou-se mais evidente a partir dos anos 90. Hoje em dia, cuidar dos resíduos gerados nas práticas laboratoriais é condição necessária para proteção ao meio ambiente em complemento às atividades teóricas. Este trabalho apresenta atividades simples de gestão e tratamento de resíduos gerados nas aulas práticas do Curso de Licenciatura em Química (UFSCar). Nos estudos foram empregados os próprios resíduos como reagentes no tratamento de metais tóxicos e outras substâncias ambientalmente perigosas. Os resultados mostraram uma excelente recuperação dos materiais tratados, minimizando a toxicidade dos produtos, aumentando enormemente a quantidade de novas experiências.
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Araribá. Em 2010, os projetos foram: Criação do Portal de Sustentabilidade da USC e Design de Produtos Sustentáveis para a terceira idade. Em 2011: Controle Físico-Químico no Tratamento de Efluentes, Flora Urbana de Piratininga, Proje- to Araribá, Árvores Urbanas Imunes ao Corte de Bauru, Mu- seu de Zoologia e História Natural, Manutenção do Portal de Sustentabilidade, Canteiro Vivo e Tratamento de Resíduos: Recuperação de Prata por Eletrodeposição e de Radiografias. Em 2012, foram os seguintes: Absorção de Hormônios Estro- gênicos Presentes em Águas e Esgotos da Região de Bauru, Canteiro Vivo, Design Sustentável e Inclusão Social, Habit - Ação Social, Programa de Recuperação da Área de Preser- vação Permanente do Córrego “Campo Novo”, Reciclagem de Óleo Comestível para a Produção de Sabão, a Economia Solidária com um Princípio de Organização do Trabalho: For- mação e Assessoria Técnica para os Catadores, Reutilização dos Resíduos de Madeira e Ecodesign + Reciclagem Digital, Cidadania e Sustentabilidade Ambiental e Reutilização de Resíduos e o Ecodesign. Em 2013, foram: Economia Solidária com um Princípio de Organização do Trabalho: Formação e Assessoria Técnica para os Catadores da Contramat, Cantei- ro Vivo e Reutilização de Resíduos de Madeira e o Ecodesign. A partir de 2014 os projetos foram agrupados em progra- mas, sendo que, para a área ambiental temos o Coleta sele- tiva com os projetos Reger-Redução da Geração de Resíduos e Sistema de Gestão nas Cooperativas (USC, 2014).
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GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DOS LABORATÓRIOS DE ENSINO DE QUÍMICA DA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO, RS

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DOS LABORATÓRIOS DE ENSINO DE QUÍMICA DA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO, RS

60 Cuidados adicionais a serem observados no laboratório: manter rótulos sempre presentes e legíveis; fazer circular as fichas toxicológicas (MSDS) dos reagentes entre o pessoal que utiliza do laboratório (UNESP, 2007); a estocagem dos reagentes deve seguir as boas práticas e ser adequada, observando-se, no mínimo, a vida de prateleira, estabilidade e incompatibilidade, como, por exemplo, a existente entre ácidos e bases, oxidantes e redutores; considerar a não estocagem de solventes voláteis e tóxicos no laboratório; executar projetos específicos para estocagem e uso de gases comprimidos, cuidando para usar válvulas e reguladores certificados, e o transporte deve ser feito de forma adequada, com auxílio de carrinho; preparar um procedimento para o caso de acidentes e derrame acidental dos produtos estocados através de um programa de evacuação e recolhimento, com posterior tratamento dos resíduos gerados; finalmente, periodicamente realizar treinamentos de formação continuada para os envolvidos no trabalho nos laboratórios de ensino com simulação de atendimento e procedimentos em caso de acidentes.
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Gerenciamento de resíduos sólidos em laboratórios de química: caso de uma instituição de ensino superior

Gerenciamento de resíduos sólidos em laboratórios de química: caso de uma instituição de ensino superior

O gerenciamento de resíduos é uma atividade que pode representar eliminação de desperdícios, além de outros ganhos para o gerador. Se os resíduos estão associados a impactos ambientais significativos, as atividades a eles relacionadas precisam ser planejadas. Requer: inventário; classificação; tratamento; definição de procedimentos adequados para (coleta, manuseio, acondicionamento, transporte e/ ou transferência, armazenamento provisório, destinação final); minimização dos resíduos para explorar as possibilidades de (diminuir ou eliminar a geração, reutilizar, reciclar) (MOREIRA, 2013). Cada pessoa tem um papel importante a desempenhar no ciclo de vida de um produto químico em uma instituição, e cada uma delas deve estar ciente de que o gerenciamento inteligente desse ciclo de vida não apenas minimiza os riscos para os seres humanos e o meio ambiente, mas também diminui os custos. Reconhecer esse papel e dar a devida consideração é um elemento da cultura de segurança dentro de um laboratório (NRC, 2011). Abaixo são apresentados os aspectos correlatos à matéria, que subsidiam a análise crítica e discussão de resultados desta pesquisa.
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ENSINO EXPERIMENTAL: IMPLEMENTANDO UM PLANO DE GERENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DIDÁTICOS DE QUÍMICA EM UMA INSTITUIÇÃO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

ENSINO EXPERIMENTAL: IMPLEMENTANDO UM PLANO DE GERENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DIDÁTICOS DE QUÍMICA EM UMA INSTITUIÇÃO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Após a escolha do foco foi realizada uma oficina/reunião com o objetivo de identificar, priorizar e explicar os principais problemas. No processo de preparação para a realização da oficina/reunião onze sujeitos envolvidos foram convidados: diretor geral, diretor de ensino, seis professores, um técnico de laboratório e dois bolsistas de apoio tecnológico. A pauta proposta para a oficina/reunião foi elencar os problemas relacionados ao funcionamento dos laboratórios para o ensino de química. Participaram efetivamente da oficina/reunião cinco (correspondente a 45,5%) dos onze convidados, sendo eles: três professores, um técnico de laboratório e um bolsista de apoio tecnológico e que constituíram os sujeitos dessa pesquisa. A atividade foi desenvolvida de forma dinâmica iniciada com apresentação da proposta de pauta da reunião, cada participante teve a oportunidade de apontar um problema e posteriormente explicitá-lo para o grupo.
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Proposta de gerenciamento sustentável de resíduos de construção e demolição

Proposta de gerenciamento sustentável de resíduos de construção e demolição

A população mundial tem crescido de maneira descontrolada impulsionando a acrescente demanda por bens e serviços, que por consequência motivou à sociedade o consumo e desperdício como nunca ocorrera na história. Incorporado ao avanço tecnológico, o desenvolvimento da indústria propiciou a invenção de novos produtos, que induziu a dilapidação dos recursos naturais, devido ao seu uso indiscriminado. O paradigma de que os recursos naturais seriam inesgotáveis antes do século XVI, fazia da preservação da natureza uma atitude desfavorável ao desenvolvimento. Tradicionalmente, ao final da vida útil, os resíduos gerados durante a produção eram rejeitados em aterros irregulares (NETO, 2005).
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Avaliação de métodos para tratamento de resíduos químicos originados em laboratórios biológicos

Avaliação de métodos para tratamento de resíduos químicos originados em laboratórios biológicos

Subst âncias per igosas são fr eqüent em ent e ut ilizadas em labor at ór ios de ensino e pesquisa das Univer sidades. At é pouco t em po não exist ia pr eocupação com o dest ino dest as subst âncias após o uso. Tinha- se a falsa idéia de que com o a Univer sidade ut iliza poucas quant idades, de difer ent es pr odut os, seu efeit o ao am bient e er a ir r elevant e. Felizm ent e at ualm ent e est e cenár io é out r o e as Univer sidades est ão im plem ent ando pr ogr am as de ger enciam ent o e em alguns poucos casos, de t r at am ent o de r esíduos. Difer ent em ent e de agent es biológicos, subst âncias quím icas não possuem um pr ocedim ent o de degr adação que sej a eficaz às difer ent es classes e é necessár io o desenvolvim ent o de difer ent es m ét odos par a difer ent es pr odut os. Est e t r abalho adapt ou m ét odos degr adat ivos apr esent ados na lit er at ur a à t r ês subst âncias, escolhidas por sua t oxicidade e pelo volum e ger ado anualm ent e das m esm as: br om et o de et ídeo ( BE) , for m aldeído e fenol. A degr adação do BE foi m onit or ada por fluor escência e pela concent r ação de Car bono Or gânico Tot al ( COT) , com o BE é m ut agênico seu pr odut o de degr adação foi subm et ido ao t est e de m ut ação gênica com Salm onella t hiphim ur ium ( t est e de Am es) ut ilizando as linhagens TA97a, TA98 e TA100, par a avaliar se havia per dido est a car act er íst ica. Obser vou- se que em bor a t odos os t r at am ent os apr esent assem a m esm a r espost a quant o a fluor escência, o ensaio m ut agênico m ost r ou que apenas dois pr ocedim ent os poder iam ser r ealm ent e em pr egados. Os dem ais r esíduos ( fenol e for m aldeído) t iver am seus pr odut os de degr adação avaliados por COT e segundo as pr em issas da legislação est adual par a efluent es em am bos os casos os r esíduos apr esent ar am um a boa r edução da car ga or gânica. A t oxicidade dos pr odut os for m ados foi avaliada por t est es ecot oxicológicos ( Daphna m agna) e com o t odo for m aldeído e fenol for am oxidados essa pr opr iedade foi efet ivam ent e elim inada. Ainda assim os r esult ados obt idos m ost r ar am que t ais pr ocedim ent os são sim ples, podem ser aplicados por seus pr ópr ios ger ador es e in sit u, bast ando par a isso seguir os pr ocedim ent os apr esent ados nest e t r abalho. Os pr ot ocolos de degr adação baseados nos est udos efet uados ser ão t r ansform ados em um a car t ilha que ser á dist r ibuída a t odas as unidades da UNESP que possuam cur sos na ár ea biológica.
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Recuperação de resíduos de cobalto oriundos dos laboratórios de química da UTFPR Pato Branco

Recuperação de resíduos de cobalto oriundos dos laboratórios de química da UTFPR Pato Branco

Como atualmente há problemas ambientais gerados por resíduos oriundos de empresas e instituições de ensino, o trabalho visa utilização dos resíduos gerados em laboratórios como forma alternativa de ensino, utilizando uma metodologia de variação de pH para precipitação de um sólido, no caso o cloreto de cobalto, com hidróxido de sódio, calcina-lo, obter seu óxido, reagir com ácido clorídrico e posteriormente recupera-lo em forma de cloreto de cobalto hexahidratado. Após isso, utilizou-as técnicas de difração de raios X e espectroscopia UV/Vis para identificação dos compostos formados. Uma pequena parcela foi recuperada, em forma de cristais de cloreto de cobalto hidratado e contaminado com cloreto de sódio. Para trabalhos em laboratórios de ensino, o resultado final pode ser de grande valia para práticas de síntese com cobalto.
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Avaliação do tratamento de efluentes líquidos contendo cobre e chumbo por adsorção em carvão ativado

Avaliação do tratamento de efluentes líquidos contendo cobre e chumbo por adsorção em carvão ativado

Dentre os resíduos introduzidos nos corpos d’água, os metais pesados são considerados muito perigosos por apresentarem alta toxicidade, podendo causar diversos problemas à saúde humana, tais como severos danos aos rins, fígado, sistema reprodutivo e sistema nervoso central (RAJESHWARISIVARAJ et al., 2001). Os metais pesados, segundo Fellenberg (2003), reduzem a capacidade autodepurativa das águas, pois também têm ação tóxica sobre os microrganismos responsáveis por essa regeneração, através da decomposição dos materiais orgânicos. Uma elevada concentração de oxigênio na água nem sempre significa um indício de condições aeróbias saudáveis; pode indicar também um envenenamento com metais pesados. Assim, para avaliação da qualidade da água torna-se necessária uma análise da concentração de metais pesados. Isso apresenta algumas dificuldades, pois a quantidade de metal detectável na água não corresponde obrigatoriamente às verdadeiras proporções da contaminação. Sabe-se hoje que nos sedimentos de rios e lagos o conteúdo de metais pesados pode ser de 1.000 (um mil) a 10.000 (dez mil) vezes maior que nas suas águas.
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Avaliação da eficiência do processo de coagulação-floculação e adsorção no tratamento de efluentes têxteis

Avaliação da eficiência do processo de coagulação-floculação e adsorção no tratamento de efluentes têxteis

Processos físicos de tratamento estão baseados em processos de separação de fases (sedimentação ou decantação, filtração, centrifugação, e flotação), transição de fases (destilação, evaporação e cristalização), transferência de fases (extração por solventes e adsorção) e processos de separação molecular, ou seja, processos baseados na utilização de membranas seletivas (microfiltração, ultrafiltração, nanofiltração, osmose reversa e diálise). De maneira geral, os procedimentos citados permitem uma depuração dos efluentes, entretanto, as substâncias contaminantes não são degradadas ou eliminadas, mas apenas transferidas para uma nova fase. Nestas novas fases, embora o volume seja significativamente reduzido, continua persistindo o problema, pois os poluentes encontram- se concentrados, sem serem efetivamente degradados. Apesar disto, a utilização dos métodos físicos como etapas de pré-tratamento ou polimento do processo final possui extrema importância em um tratamento efetivo (FREIRE et al., 2000).
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Proposta de um Plano de Gerenciamento, Disposição e Tratamento dos Resíduos Sólidos (classe Ii) em uma Universidade Federal

Proposta de um Plano de Gerenciamento, Disposição e Tratamento dos Resíduos Sólidos (classe Ii) em uma Universidade Federal

Dentre os tipos de resíduos, os resíduos sólidos Classe II merecem destaque, uma vez que representam substancial parcela de todos os resíduos gerados e, quando mal gerenciados, tornam-se um problema sanitário, ambiental e social. Nas últimas duas décadas, um número crescente de instituições de ensino superior tem se empenhado em incorporar e institucionalizar a sustentabilidade em seus sistemas. Este estudo teve por objetivo propor um plano de melhoria da Gestão dos Resíduos Sólidos Classe II da Universidade Federal do Espírito Santo, Campus Goiabeiras. Foram utilizados questionários e entrevistas para coletar informações de gestores, técnicos administrativos, docentes e funcionários da limpeza a respeito da gestão dos resíduos sólidos no campus, que permitiram estabelecer conclusões e recomendações acerca das mudanças necessárias para tornar mais eficiente a gestão dos resíduos sólidos na organização. O grande desafio foi reunir experiências, analisar, discutir e desenhar uma proposta que seja realística o suficiente para que os agentes dessa instituição se identifiquem com o contexto e se sintam motivados a caminhar rumo a uma transformação. Os resultados da pesquisa apontaram que os gestores, os técnicos administrativos e os docentes estão receptivos à implantação da Coleta Seletiva e demais ações de melhoria para o tratamento dado aos resíduos em geral. Ainda que não tenham uma instrução formal para correta segregação dos resíduos sólidos, alguns setores já realizam essa separação por iniciativa própria. Esta pré-disposição pode contribuir para a implantação das propostas apresentadas neste trabalho.
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Proposta de plano de gerenciamento de resíduos sólidos em escola municipal de educação infantil e ensino fundamental

Proposta de plano de gerenciamento de resíduos sólidos em escola municipal de educação infantil e ensino fundamental

De acordo com os dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (2016), a geração de resíduos sólidos urbanos no Brasil no ano de 2016 somou um total de 71,3 milhões de toneladas, registrando um índice de cobertura de coleta de 91% e evidenciando que 7 milhões de toneladas não foram coletadas, tendo assim uma destinação imprópria. É possível se reaproveitar alguns tipos de materiais que constituem esse resíduo gerado, como os papéis, plásticos, papelões e outros recicláveis, e desta maneira diminuir o acúmulo e descarte dos mesmos no meio ambiente, promovendo assim uma minimização da poluição ambiental e uma grande melhora na qualidade de vida da população.
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AVALIAÇÃO DE DIFERENTES PROCESSOS DE TRATAMENTO VISANDO A REMOÇÃO DE FORMOL PRESENTE EM EFLUENTES DE LABORATÓRIOS ANATÔMICOS

AVALIAÇÃO DE DIFERENTES PROCESSOS DE TRATAMENTO VISANDO A REMOÇÃO DE FORMOL PRESENTE EM EFLUENTES DE LABORATÓRIOS ANATÔMICOS

O teor de nitrogênio total (NT), foi de 9.762 mg/L, ou seja, muito elevado se comparado com os valores encontrados por Limberger (2011), de 0,0075 mg/L, e por Farah (2007), 92 mg/L para este mesmo tipo de efluente e encontra-se acima do 20,0 mg/L recomendado em legislação (Tabela 2). O elevado teor de nitrogênio foi vinculado a proteínas lixiviadas das peças anatômicas armazenadas no mesmo para conservação, e corrobora com hipótese da presença de outros compostos oriundos da degradação/lixiviação das peças anatômicas proposta para justificar os elevados valores de COT e DQO observados para este efluente. Em relação ao nitrogênio, sua remoção dos efluentes líquidos é essencial para a redução do impacto eutrofizante que o mesmo causa aos cursos hídricos e a biota aquática, além de a amônia apresentar relativa toxicidade (HENRIQUE et al., 2010; HU et al., 2013).
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Utilização de resíduos culturais como bioadsorventes no tratamento de efluentes - Estudo de casos

Utilização de resíduos culturais como bioadsorventes no tratamento de efluentes - Estudo de casos

O aumento da população e o crescente consumo de matérias primas é um dos fatores que vem contribuindo para uma série de problemas ambientais, e diretamente também comprometendo a qualidade de vida do homem. A disponibilidade dos recursos hídricos é limitada, por isso é necessário fazer seu uso de forma racional, o que não vem acontecendo. Grande parte dos efluentes de diversas atividades, intencionalmente ou não, é lançada para corpos hídricos sem tratamento adequado, o que vem tornando estes inutilizáveis e/ou indisponíveis para diversos fins. O estudo sobre a utilização de diversas formas de biomassa, como bioadsorventes vem crescendo e se mostrando eficientes em seus resultados. A utilização de resíduos culturais para o tratamento de efluentes se torna uma alternativa bastante interessante nos pontos de vista ambiental, econômico e social, uma vez que o reaproveitamento destes resíduos incorpora ao processo de tratamento rejeitos de alimentos que são desperdiçados e tem destinação muitas vezes inadequada contribuindo para poluição dos ambientes. Diante do exposto, o presente artigo faz uma análise exploratória a partir de dois trabalhos de conclusão de curso que tem como objetivo relatar experimentos desenvolvidos pelos autores, onde foram aplicados como biomassa resíduos culturais de coco (coco nucifera L.) e jabuticaba (myrciaria cauliflora), estes foram utilizados como bioadsorventes no tratamento de efluentes simulados em laboratório. Os resultados ilustram que a utilização desses bioadsorventes foi eficaz para as concentrações baixas colocadas a prova. Ainda é necessário estudos e planos referentes à destinação final adequada da biomassa contaminada.
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Disposição e destinação dos resíduos sólidos gerados no tratamento de efluentes líquidos

Disposição e destinação dos resíduos sólidos gerados no tratamento de efluentes líquidos

Quanto a aplicação dos leitos de secagem, os resultados demonstrados na literatura, leva a entender sua necessidade, de acordo com SEWEL (1978) apud POGGIANI et al (2006, p. 164), a maioria dos lodos de esgoto contém mais de 95% de água e isso encarece seu transporte. Outros benefícios demonstrados é a redução no consumo de energia não utilizando processos mecanizados como as centrifugas e, evitou a utilização de produtos químicos para o desaguamento. Além de ser um método muito simples, o custo de instalação e operação geralmente é muito inferior, (PEDROZA et al 2006, p. 110). Este sistema foi utilizado dentro das duas estações de tratamento de esgotos observadas neste trabalho, com maior destaque na ETE para tratamento de efluentes industriais, onde os resultados foram mais satisfatórios, pois dispôs de leito de secagem com cobertura evitando que o tempo necessário para a percolação e evaporação da água fosse prejudicada pelo período de chuvas.
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