Top PDF Germinação e parâmetros bioquímicos em plântulas de gergelim submetidas a estresse hídrico e a tratamento com ácido salicílico

Germinação e parâmetros bioquímicos em plântulas de gergelim submetidas a estresse hídrico e a tratamento com ácido salicílico

Germinação e parâmetros bioquímicos em plântulas de gergelim submetidas a estresse hídrico e a tratamento com ácido salicílico

A pesquisa sobre resposta germinativa de sementes de gergelim submetidas à condição de estresses artificiais é uma ferramenta importante no entendimento da capacidade de sobrevivência e adaptação das culturas sob condições estressantes, podendo contribuir para o desenvolvimento de estratégias de manejo desta cultura. Assim, objetivou-se com este trabalho avaliar o ácido salicílico como atenuador de estresse hídrico, induzido por polietinolglicol (PEG 6000) na germinação e no crescimento inicial de genótipos de gergelim. Para tanto, ensaios foram conduzidos e desenvolvidos em laboratório para avaliar diferentes potenciais hídricos do substrato (0,0; -0,2; -0,4; -0,6 e -0,8 MPa) e três tratamentos de sementes (pré-embebição em água destilada; em ácido salicílico e sem pré-embebição) em seis genótipos de gergelim (BRS Seda, CNPA-G2, CNPA-G3, CNPA-G4, LAG-Branquinha e LAG-Pretinha). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com quatro repetições e 50 sementes por repetição. Avaliou-se o percentual de germinação (%), o índice de velocidade de germinação e variaveis bioquímicas (atividade das enzimas catalase - CAT e superóxido dismutase – SOD). Os maiores índices de germinação foram obtidos nas sementes pré-embebidas em água destilada ou ácido salicílico, com redução da germinação nos menores potenciais osmóticos. A concentração de 10 -5 M de ácido salicílico auxiliou na tolerância ao estresse hídrico durante a germinação, sobretudo na linhagem LAG-Branquinha e no CNPA-G4. O ácido salicílico atuou de forma positiva para o aumento das atividades enzimáticas na maioria dos genótipos, principalmente no ‘CNPA-G2’ paras enzimas CAT e SOD e no ‘BRS Seda’ para enzima CAT, sobretudo nos potenciais mais baixos.
Mostrar mais

46 Ler mais

Ácido salicílico como atenuador de estresse hídrico nas fases de germinação e crescimento inicial em gergelim

Ácido salicílico como atenuador de estresse hídrico nas fases de germinação e crescimento inicial em gergelim

No genótipo CNPA - G2 (Figura 9B) observou-se uma diminuição gradativa do comprimento da parte aérea à medida que o potencial hídrico diminuía, e as médias se diferenciaram nos potenciais 0,0 MPa (testemunha) a maior média observada foi de 8,23 cm quando as sementes foram embebidas em água destilada e no potencial -0,6 MPa (1,46 cm), sendo que nesses potenciais as maiores médias foram observadas nas sementes que passaram pelo pré-tratamento com ácido salicílico (AS). Resultados parecidos foram encontrados por Santos et al. (2013), que avaliando germinação de sementes e vigor de plântulas de maracujazeiro amarelo submetidos à ação do ácido giberélico, resultados indicam que a pré- embebição das sementes de maracujazeiro amarelo com um hormônio vegetal, estimula a porcentagem de germinação e reduz a porcentagem de sementes mortas, o regulador vegetal proporcionou incremento no comprimento da parte aérea das plântulas de maracujazeiro amarelo.
Mostrar mais

75 Ler mais

Ácido salicílico como indutor de tolerância ao déficit hídrico nas fases de germinação e crescimento inicial de feijão caupi

Ácido salicílico como indutor de tolerância ao déficit hídrico nas fases de germinação e crescimento inicial de feijão caupi

Em diferentes condições de estresse, a aplicação exógena de baixas concentrações de AS, melhorou significativamente a germinação e o crescimento inicial de Arabidopsis thaliana (ALONSO-RAMÍREZ et al., 2009). Da mesma forma, Sharafizad et al. (2013), avaliando o pré- tratamento com AS na germinação de sementes de trigo sob estresse hídrico, verificaram um aumento na porcentagem de germinação das sementes, quando embebidas em solução de baixa concentração de AS (0,7 mM), com concomitante aumento na atividade de enzimas antioxidantes, sendo os melhores resultados encontrados nas sementes submetidas ao potencial menos negativo (-5 bar) e a água destilada. Acrescentam, ainda, que níveis de estresse mais elevados (-10 e -15 bar) junto a alta concentração de AS (2,7 mM) reduziram o vigor das sementes. De modo contrário, não foi verificado efeito da aplicação de ácido salicílico na germinação de feijão comum submetido a diferentes potenciais hídricos (0 a -1,2 MPa), entretanto, a embebição em AS (0,01 mM) por 24 horas mitigou, parcialmente, os efeitos do déficit hídrico durante o crescimento inicial das plântulas (AGOSTINI et al., 2013).
Mostrar mais

98 Ler mais

Open Estresse hídrico na fisiologia da germinação e morfoanatomia de plântulas de Myracrodruon urundeuva Fr. All. (Anacardiaceae)

Open Estresse hídrico na fisiologia da germinação e morfoanatomia de plântulas de Myracrodruon urundeuva Fr. All. (Anacardiaceae)

O Bioma Caatinga, mesmo com o enfoque dos últimos anos, é uma região carente em informações que permita o entendimento de como as plantas sobrevivem a condições de estresse. Das espécies que compõem esse Bioma, Myracrodruon urundeuva Fr. All. destaca- se pelas propriedades medicinais e madeireiras, sofrendo, ao longo de décadas, intensa e predatória exploração, levando-a compor a lista oficial do IBAMA da flora brasileira ameaçada de extinção. Assim, o objetivo deste trabalho foi selecionar indivíduos de M. urundeuva através de testes de viabilidade e vigor, assim como avaliar o efeito do estresse hídrico na emergência de plântulas normais e na morfoanatomia das mesmas. Para tal, indivíduos de aroeira foram selecionados em três áreas do Estado da Paraíba, uma no município de São João do Cariri e duas em Boa Vista, nos quais os diásporos foram coletados e encaminhados ao Laboratório de Análise de Sementes (LAS) da UFPB, em Areia-PB. Inicialmente procedeu-se a determinação do teor de água (TA) e as seguintes avaliações: Teste de germinação (TG), teste de emergência (TE), primeira contagem de germinação e emergência (PCG e PCE), índice de velocidade de germinação e emergência (IVG e IVE), comprimento e massa seca de plântulas. Também foi determinada a metodologia para execução do teste de envelhecimento acelerado salino . Posteriormente os diásporos do indivíduo (matriz) mais vigoroso das três áreas foram submetidos ao estresse hídrico, em condições de capacidade de retenção do solo nos níveis: 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55 e 60%. Nesta etapa avaliou-se o TA, TE, PCE, IVE, comprimento e massa seca da raiz e parte aérea de plântulas. Para avaliação da morfoanatomia, os diásporos de aroeira foram submetidos às mesmas condições
Mostrar mais

93 Ler mais

Mercadores bioquímicos da atividade antioxidante em sementes de amburana cearensis (Fr. Allemão) A. C. Smith submetidas a estresse hídrico

Mercadores bioquímicos da atividade antioxidante em sementes de amburana cearensis (Fr. Allemão) A. C. Smith submetidas a estresse hídrico

Identificada como espécie sob risco de extinção pela União Internacional para Conservação da Natureza – UICN (International Union for Conservation of Nature – IUCN) (LEITE, 2005), sendo, classificada por Roque (2009) e outros autores na categoria medicinal, pois é utilizada popularmente no tratamento de várias doenças. As cascas e as sementes da A. cearensis são utilizadas no combate de gripe, sinusite, dor de cabeça, dores musculares, tosse e prisão de ventre. As sementes são torradas, piladas e o pó proveniente desse processo é aspirado pelo doente, e por possuírem odor agradável são também utilizadas como aromatizante e repelente de insetos, para perfumar roupas e estantes, e na indústria cosmética e de perfumes. As sementes e as cascas torradas, posteriormente trituradas, reduzidas a pó, são usadas como “rapé” e empregadas no tratamento de sinusites (AGRA, et al., 2007), sendo também utilizadas sob a forma de chá por apresentar atividade antiinflamatória e espasmolítica, e no tratamento da asma, tosse e bronquite. A maceração dos frutos n‟água é usada para o tratamento de infecções urinárias (AGRA, et al., 2007).
Mostrar mais

102 Ler mais

Germinação de sementes de Amburana acreana (Ducke) A. C. Sm. submetidas a diferentes condições de temperatura e de estresse hídrico.

Germinação de sementes de Amburana acreana (Ducke) A. C. Sm. submetidas a diferentes condições de temperatura e de estresse hídrico.

RESUMO - Este trabalho teve por objetivos avaliar o efeito da temperatura e do estresse hídrico na germinação das sementes e na formação de plântulas normais de Amburana acreana. Foram realizados dois ensaios. No primeiro, as sementes foram colocadas para germinar nas temperaturas de 20, 25, 30, 35 e 40°C. No segundo, as sementes foram dispostas em substrato umedecido com soluções de polietilenoglicol 6000 nos seguintes potenciais hídricos: zero (testemunha), -0,2, -0,4, -0,8, -1,0 e -1,2MPa, a 30°C. A germinação das sementes e a formação de plântulas normais foi avaliada durante 30 dias, em cinco repetições de 20 sementes, sendo consideradas germinadas aquelas que apresentaram emissão de raiz primária com no mínimo 5mm de comprimento e curvatura geotrópica positiva. Os melhores resultados, no primeiro ensaio, foram encontrados nas temperaturas de 30 e 35°C, com maiores valores de porcentagens de germinação, sendo os tratamentos onde o processo germinativo ocorreu em menor tempo. A porcentagem de germinação, no segundo ensaio, diminuiu à medida que se reduziu a disponibilidade de água no substrato, a partir de -0,4MPa, e foi nula entre -1,0 e -1,2MPa. A formação de plântulas foi reduzida já no potencial -0,2MPa, sendo totalmente inibida entre -0,4 e -0,8MPa. Conclui-se que a temperatura de 30°C é mais recomendada para a condução do teste de germinação por propiciar melhores condições para o processo germinativo, com maior porcentagem de plântulas normais e menores porcentagens de plântulas anormais e de sementes deterioradas. A redução na disponibilidade hídrica diminui a germinação das sementes e a formação de plântulas de cerejeira e os limites para germinação ocorrem na faixa de zero a -1,0MPa e, para formação de plântulas, de zero a -0,4MPa.
Mostrar mais

9 Ler mais

Germinação de sementes de chia submetidas ao estresse salino

Germinação de sementes de chia submetidas ao estresse salino

A salinidade, tanto dos solos como das águas, é uma das principais causas da queda de rendimento das culturas. Neste contexto, o objetivo deste estudo foi avaliar a influência de diferentes sais na germinação de sementes de chia. O experimento foi conduzido em câmara BOD, na temperatura constante de 20 °C e em presença de luz. As sementes foram colocadas sobre papel embebido em soluções aquosas de cloreto de cálcio (CaCl 2 ), cloreto de sódio (NaCl), cloreto de potássio (KCl) e cloreto de magnésio (MgCl 2 ) nos potenciais osmóticos correspondentes a zero; -0,10; -0,20; -0,30 e -0,40 MPa. O efeito da salinidade foi avaliado através do teste de germinação com contagens aos 7 dias e 14 dias após a semeadura. De acordo com os resultados é possível concluir que as sementes de chia toleram concentrações de NaCl até -0,4 MPa e KCl até -0,20 MPa. Os sais CaCl 2 e MgCl 2 apresentam efeito negativo sobre a germinação e o vigor das sementes de chia a partir dos potenciais osmóticos de -0,30 MPa e -0,20 MPa, respectivamente.
Mostrar mais

5 Ler mais

Qualidade fisiológica de sementes e morfologia de plântulas de mimosa caesalpiniifolia BENTH.; submetidas a diferentes condições de estresse hídrico e luminosidade

Qualidade fisiológica de sementes e morfologia de plântulas de mimosa caesalpiniifolia BENTH.; submetidas a diferentes condições de estresse hídrico e luminosidade

Mimosa caesalpiniifolia Benth. (Fabaceae), conhecida como sabiá, destaca-se por apresentar grande importância ecológica no semiárido. Nesse contexto, o objetivo foi avaliar a qualidade fisiológica de sementes e a morfologia de plântulas de M. caesalpiniifolia submetidas a diferentes condições de estresse hídrico e luminosidade. As sementes foram coletadas em áreas da Caatinga paraibana, beneficiadas e semeadas em bandejas plásticas contendo areia, sendo submetidas a cinco diferentes níveis de capacidade de retenção (20, 30, 40, 50 e 60%) e duas condições de luminosidade (sol e sombra), utilizando-se quatro repetições de 25 sementes. As sementes M. caesalpiniifolia apresentaram alta qualidade fisiológica quando semeada em substrato com disponibilidade hídrica entre 20% e 50% de capacidade de retenção, para a maioria das características avaliadas. Os tratamentos de luminosidade não influenciaram a germinação, mas o vigor foi afetado, com maiores resultados quando as sementes foram mantidas no sol. Houve influência dos tratamentos no desenvolvimento das folhas e dos cotilédones, com resultados inferiores aos 60% de capacidade de retenção. A estrutura das folhas também foi reduzida na sombra. A interação dos fatores influenciou as dimensões da raiz, observando-se maior comprimento aos 30% de capacidade de retenção e no sol. Em todos os tratamentos houve redução aos 60% de capacidade de retenção. M. caesalpiniifolia é resistente às condições do semiárido no que diz respeito às adaptações fisiológicas e estruturais, que auxiliam a sobrevivência após a germinação da semente; uma vez que apresentam desenvolvimento satisfatório nos tratamentos entre 20% a 50% de capacidade de retenção e quando são submetidas a altos índices de luminosidade.
Mostrar mais

26 Ler mais

Estresse hídrico e massa de sementes na germinação e crescimento de plântulas de Amburana cearensis (Allemão) A.C. Smith.

Estresse hídrico e massa de sementes na germinação e crescimento de plântulas de Amburana cearensis (Allemão) A.C. Smith.

A massa seca do eixo hipocótilo+raiz também foi afetada pelos diferentes potenciais hídricos (Figura 7A), porém não foi influenciada pela massa das sementes (Tabela 4). Observou-se que os maiores conteúdos de massa seca foram obtidos com o potencial -0,2 MPa e com o tratamento controle. Com isso, verifica-se que em função da espécie ter investido em um maior crescimento de raiz no potencial -0,2 Mpa resultaram também em maior acúmulo de biomassa radicular. Abaixo desse potencial, fica evidente uma redução na biomassa, principalmente no que refere às sementes de maior massa, sendo o potencial -0,4 MPa o seu limite máximo (Tabela 4). Nesse sentido, os principais mecanismos da planta para resistir às condições de estresse hídrico são o aumento e aprofundamento da raiz, podendo ser pelo crescimento (alongamento celular) ou pelo ganho de massa seca (crescimento e aumento de espessura das paredes celulares) (TÁVORA; MELO, 1991).
Mostrar mais

11 Ler mais

Estresse salino e hídrico na germinação e vigor do arroz

Estresse salino e hídrico na germinação e vigor do arroz

Análises de variáncia para efeitos do NaCI, Na 2SO4 e PEG 6000 sobre o valor médio da percentagem de germinação, de plântulas anormais, de sementes não germinadas, comprimento da part[r]

6 Ler mais

Uso do ácido salicílico como atenuador aos efeitos do déficit hídrico em plantas de manjericão

Uso do ácido salicílico como atenuador aos efeitos do déficit hídrico em plantas de manjericão

A agricultura enfrenta vários problemas, sendo os estresses abióticos reconhecidos como uma grande ameaça à produtividade agrícola, destacando-se a privação de água como um dos mais prejudiciais (FARIA, 2010). A água é um dos principais compostos que permite a manutenção da vida no planeta, pois age como um solvente universal e transportador de gases, elementos e substâncias, que são de fundamental importância para plantas e animais (RODRIGUES et al., 2016). Entretanto, nos últimos anos a disponibilidade hídrica vem sendo fortemente afetada pelo aumento das áreas irrigadas, resultando em áreas com escassez de água (MEIRELES et al., 2010). Além do mais, o aumento dos gases de efeito estufa resulta em uma maior variação climática, provocando secas prolongadas ou chuvas excessivas, gerando impactos negativos sobre os vegetais (SOLOMON et al., 2007). A utilização de mecanismos que permitam as plantas tolerarem períodos prolongados de déficit hídrico vem cada vez mais sendo uma estratégia para manutenção da produção agrícola.
Mostrar mais

14 Ler mais

Eficiência no uso da água em plântulas de seringueira submetidas a déficit hídrico

Eficiência no uso da água em plântulas de seringueira submetidas a déficit hídrico

Por meio da relação entre a fotossíntese liquida e as taxas transpiratórias, pôde-se verificar a maior eficiência no uso de água apresentada pelas progênies do clone lAN 717; em teor r[r]

7 Ler mais

PRÉ-TRATAMENTO COM SELÊNIO EM SEMENTES DE RABANETE AUMENTA TOLERÂNCIA DE PLÂNTULAS SOB ESTRESSE HÍDRICO

PRÉ-TRATAMENTO COM SELÊNIO EM SEMENTES DE RABANETE AUMENTA TOLERÂNCIA DE PLÂNTULAS SOB ESTRESSE HÍDRICO

O estresse abiótico é uma grande preocupação ambiental que afeta grandes áreas em todo o mundo e as plantas têm intrigantes mecanismos de defesa para evitar ou minimizar danos. Brassicaceae é uma família de tamanho médio e economicamente importante de plantas com flores classificadas como um acumulador primário: capazes de absorver Se através das sementes. O objetivo deste estudo foi verificar se o tratamento de sementes com selênio (Se) poderia melhorar a taxa de germinação, diminuição da peroxidação lipídica e conteúdo de peróxido de hidrogênio em plântulas de rabanete sob estresse hídrico. Nossos resultados indicaram alterações na taxa de germinação e peroxidação lipídica de acordo com a concentração de Na 4 Se , sugerindo que o Se pode melhorar as
Mostrar mais

8 Ler mais

Ácido salicílico e sacarose na redução de estresse causado pelo metribuzin na cultura da cenoura

Ácido salicílico e sacarose na redução de estresse causado pelo metribuzin na cultura da cenoura

Alguns herbicidas podem levar a produção de ânions superóxidos e hidróxidos, os quais causam danos às células das plantas como a peroxidação de lipídeos. Logo, a superprodução de espécies reativas de oxigênio, geradas pela aplicação desses herbicidas, afeta negativamente o metabolismo das plantas (Radwam, 2012). Neste sentido, diversos protetores tem a capacidade de promover respostas adaptativas na planta para que esta detoxifique ânions superóxido, que podem influenciar a capacidade antioxidante das células das plantas (Ananieva et al, 2004). Dentre essas substâncias estão a sacarose e o ácido salicílico, que estão relacionadas a estimulação da produção de enzimas peroxidases (Radwan, 2012).
Mostrar mais

50 Ler mais

Tolerância do crambe (Crambe abyssinica Hochst) à salinidade e ao estresse hídrico durante a germinação das sementes e crescimento inicial das plântulas

Tolerância do crambe (Crambe abyssinica Hochst) à salinidade e ao estresse hídrico durante a germinação das sementes e crescimento inicial das plântulas

Crambe é uma oleaginosa adequada para vários fins industriais, como a produção de biodiesel, plásticos, borrachas e cosméticos. Há relatos da rusticidade desta espécie e seu potencial para o plantio em ambientes áridos e semi-áridos, onde a escassez de água e salinidade do solo são comuns. Entretanto, estudos sobre a tolerância de sementes a estes estresses e as respostas fisiológicas desencadeadas durante a germinação e estabelecimento de plântulas nessas condições são incipientes. O objetivo deste trabalho foi avaliar a tolerância de sementes de crambe ao déficit hídrico e ao estresse salino durante a germinação e desenvolvimento inicial de plântulas, bem como investigar o papel das enzimas antioxidantes na tolerância a essas condições. As sementes foram expostas aos estresses hídrico e salino e seu desempenho foi analisado. Avaliou-se o grau de umidade, taxa de embebição, porcentagem e velocidade de germinação e o potencial hídrico base para a germinação das sementes. Nas plântulas, as seguintes medidas foram realizadas: comprimento da raiz e parte aérea, massa fresca e seca da raiz e parte aérea, teor de água e atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT) e peroxidase (POX). O déficit hídrico e o estresse salino reduzem a taxa de absorção de água das sementes, a germinação e o crescimento de plântulas. As sementes de crambe apresentam maior tolerância ao estresse salino do que ao déficit hídrico. A absorção do sal e a ação das enzimas antioxidantes SOD e CAT fazem parte do mecanismo de tolerância das sementes de crambe ao estresse salino.
Mostrar mais

13 Ler mais

Germinação de sementes de Melaleuca quinquenervia em condições de estresse hídrico e salino.

Germinação de sementes de Melaleuca quinquenervia em condições de estresse hídrico e salino.

Estudos sobre relações hídricas são impor- tantes para o conhecimento da biologia das sementes de plantas daninhas (Yamashita et al., 2009; Ghaderi-Far et al., 2010). Alguns trabalhos têm sido conduzidos utilizando soluções com diferentes potenciais osmóticos para umedecer substratos, normalmente papel, no qual as sementes são colocadas para germinar, procurando simular condições de baixa disponibilidade de água no solo (Yamashita et al., 2009; Ghaderi-Far et al., 2010). Esses trabalhos visam simplificar as condições complexas observadas nas ava- liações em campo ou em casa de vegetação (Santos et al., 1992; Ghaderi-Far et al., 2010). Entre as diversas soluções usadas para simular condições de estresse hídrico, a solu- ção de polietilenoglicol (PEG) tem sido comu- mente utilizada, pois esse agente osmótico é quimicamente inerte, não tóxico e não eletrolítico (Marcos Filho, 2005). O polietile- noglicol não penetra nas células, devido ao seu elevado peso molecular (Hasegawa et al., 1984).
Mostrar mais

6 Ler mais

Estresse hídrico e reguladores de crescimento na germinação de sementes de canafístula.

Estresse hídrico e reguladores de crescimento na germinação de sementes de canafístula.

Segundo Sinska & Lewandoska (1991) as poliaminas exógenas afetaram a germinação de sementes de maçã (Malus domestica) de modo variável segundo o tipo e a concentração da poliamina e o estado de dormência do embrião. A putrescina e a espermidina estimularam a germinação, e a espermina inibiu o processo, favorecendo a manutenção da dormência por diminuir a produção de etileno. Putrescina e a espermidina participarm da remoção da dormência, independentemente do etileno. Esses autores verificaram que alguns dos efeitos fisiológicos das poliaminas, opostos aos do etileno, podem ser devidos à competição por um precursor comum, a S- adenosilmetionina, à inibição de etileno pelas poliaminas ou a inibição da biossíntese de poliaminas pelo etileno.
Mostrar mais

7 Ler mais

Influência do déficit hídrico e do turno de rega na germinação e no crescimento de plântulas de trigo

Influência do déficit hídrico e do turno de rega na germinação e no crescimento de plântulas de trigo

Este trabalho teve por objetivo avaliar o comportamento de sementes e plântulas de trigo submetidas a diferentes condições de estresse hídrico. Foi conduzido um experimento em casa de vegetação climatizada, com temperatura de ± 25°C e umidade relativa de 80%. As sementes de trigo foram semeadas com 3 cm de profundidade em bandejas de 12000 cm³ contendo uma mistura homogênea de solo de barranco peneirado, areia e substrato, nas proporções de 2/1/1. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado (DIC) em esquema fatorial 5x2, sendo cinco lâminas de água (10, 20, 30, 40 e 50 % da umidade da mistura solo/areia/substrato) e dois turnos de rega (3 e 6 dias), com quatro repetições cada tratamento e 50 sementes por repetição, totalizando 40 bandejas. Foi avaliado o índice de velocidade de emergência (IVE), a porcentagem de emergência de plântulas, a altura da parte aérea e matéria seca (MS) da parte aérea das plântulas. Os resultados foram submetidos à análise de variância e em seguida análise de regressão ao nível de 5% de probabilidade utilizando o programa de análise estatística Sisvar versão 5.7. Constatou-se redução no IVE, no total de plântulas emergidas, na altura e na matéria seca da parte aérea de plântulas de trigo em função da disponibilidade hídrica no meio em que as sementes foram semeadas.
Mostrar mais

32 Ler mais

Efeitos do tratamento com ácido rosmarínico em parâmetros bioquímicos e motores em modelo pré-clínico da Doença de Parkinson

Efeitos do tratamento com ácido rosmarínico em parâmetros bioquímicos e motores em modelo pré-clínico da Doença de Parkinson

Até o presente momento, não há fármacos capazes de prevenir ou impedir a progressão da degeneração neuronal que acontece na DP. As opções de tratamento disponíveis para os pacientes diagnosticados baseiam-se principalmente, na reposição nos níveis de DA. O precurssor dopaminérgico 3,4-dihidroxifenilalanina (L-DOPA), em associação a cardidopa, um inibidor da dopa descarboxilase periférica(DDP), por décadas, continua a ser o tratamento sintomático padrão-ouro para essa doença. A carbidopa inibe a DDP na circulação sistêmica, permitindo maior distribuição da L-DOPA no SNC (revisado em HAUSER, 2018). Essa abordagem terapêutica, fornece o maior benefício antiparkinsoniano para os sinais e sintomas motores, com o menor número de efeitos adversos em curto prazo, no entanto, seu uso a longo prazo, está associado ao desenvolvimento de flutuações motoras e discinesias (MARSDEN; PARKES, 1977), tais efeitos colaterais, ocorrem, em parte, pelas variações nas concentrações plasmática de L-DOPA, induzindo uma estimulação pulsátil dos receptores dopaminérgicos no estriado e uma sobrecarga de dopamina estriatal, o que ocorre em fases mais avançadas da doença em decorrência do tratamento crônico (KALIA; LANG, 2015).
Mostrar mais

96 Ler mais

GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Piptadenia moniliformis Benth. SOB ESTRESSE HÍDRICO.

GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Piptadenia moniliformis Benth. SOB ESTRESSE HÍDRICO.

O período de germinação e o estabelecimento de plântulas é um dos fatores mais importantes para a sobrevivência das espécies, principalmente nos locais em que a disponibilidade de água é limitada, como na região da Caatinga. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do estresse hídrico sobre a germinação de sementes de Piptadenia moniliformis Benth. Foram utilizados três lotes (L 1 , L 2 e L 3 ), correspondentes aos anos de produção de 2006, 2007 e 2008, respectivamente. Antes do teste de germinação, as sementes foram escarificadas com ácido sulfúrico concentrado durante 30 minutos. Para induzir o deficit hídrico, foi utilizado o polietileno glicol (PEG 6000), nos seguintes potenciais osmóticos: - 0,3; -0,6; -0,9, -1,2 e -1,5 MPa e a água (0 MPa) sob as temperaturas de 25 e 30ºC. As características avaliadas foram: porcentagem de germinação e de plântulas normais, índice de velocidade de germinação e massa seca de plântulas. O processo germinativo de sementes de Piptadenia moniliformis Benth. é comprometido a partir de potenciais hídricos inferiores a -0,6 MPa a 25 e 30 °C; potenciais hídricos iguais ou inferiores a -1,2 MPa inibem a formação de plântulas normais nas duas temperaturas; a tolerância ao estresse hídrico simulado com PEG 6000 é variável entre lotes de sementes e temperaturas de germinação.
Mostrar mais

10 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados