Top PDF Germinação em sementes de girassol envelhecidas e osmocondicionadas com soluções de PEG e NaCl

Germinação em sementes de girassol envelhecidas e osmocondicionadas com soluções de PEG e NaCl

Germinação em sementes de girassol envelhecidas e osmocondicionadas com soluções de PEG e NaCl

A escolha das sementes de boa qualidade é importante, pois aumenta a rentabilidade do homem do campo por reduzir o número de sementes aplicadas por cova, durante o semeio. Contudo, nem sempre lotes de sementes de boa qualidade são encontrados no mercado e problemas em lotes de sementes antigos atingem principalmente a taxa de germinação, causando perdas de lucratividade e a impossibilidade de transferir lotes antigos para os produtores de girassol. Uma alternativa para essa questão é melhorar o poder germinativo de sementes de lotes mais antigos através de estratégias de osmocondicionamento. No presente trabalho determinou-se entre NaCl e PEG-6000, as soluções de osmocondicionamento que aumentam a taxa de germinação de sementes de girassol (Helianthus annuus) armazenadas por 3 anos. Para tanto, sementes de girassol da cultivar EMBRAPA 122 foram padronizadas pelo tamanho e tratadas com água, PEG -0,5MPa; PEG - 1,0MPa; NaCl -0,5MPa e; NaCl -1,0MPa. Avaliou-se a integridade de membranas, velocidade de embebição e taxa de germinação. A integridade de membranas foi de 58%. As sementes apresentaram capacidade de embebição em até 190 min e uma taxa de germinação relativamente baixa. Com base no exposto sugere-se que não é interessante utilizar sementes de girassol armazenadas com tres anos, pois mesmo a técnica de osmocondiconamento não foi suficiente para garantir um maior potencial germinativo em sementes de girassol.
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Estresse hídrico induzido por soluções de peg e de nacl na germinação de sementes de nabiça e fedegoso

Estresse hídrico induzido por soluções de peg e de nacl na germinação de sementes de nabiça e fedegoso

RESUMO: As plantas estão sujeitas às condições de múltiplos estresses, como por exemplo, o estresse hídrico e salino, que limitam o seu desenvolvimento e suas chances de sobrevivência. O conhecimento dos fatores que controlam a germinação das sementes pode gerar subsídios para estratégias de manejo de espécies de plantas daninhas. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar os possíveis efeitos dos estresses hídrico causados por soluções de PEG e NaCl na germinação de sementes de nabiça (Raphanus raphanistrum) e fedegoso (Senna obtusifolia). A semeadura foi realizada com quatro repetições de 50 sementes sobre papel umedecido com soluções de polietileno glicol (PEG 6000) e NaCl nos potenciais osmóticos de 0,0; -0,2; -0,4 e -0,8 MPa. O teste de germinação foi conduzido a 25°C na presença de luz, avaliando-se a primeira contagem do teste aos sete dias após a semeadura e, semanalmente, a germinação (plântulas normais) até os 35 dias; também foi calculado o índice de velocidade de germinação. A análise dos resultados permitiu a conclusão de que o estresse induzido por PEG hídrico acarreta maior redução no vigor, velocidade de germinação e germinação acumulada de sementes de nabiça e fedegoso. O fedegoso apresentou maior tolerância aos estresse hídrico.
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Germinação de sementes de Stryphnodendron Mart. osmocondicionadas.

Germinação de sementes de Stryphnodendron Mart. osmocondicionadas.

Segundo a literatura, os solutos usados ou soluções osmóticas com as quais as sementes permanecem em contato devem apresentar algumas características, como por exemplo, não podem ser tóxicos ou causar alterações estruturais; penetrar no sistema de membranas das células; serem metabolizados e nem estarem sujeitos à deterioração microbiana durante o condicionamento das sementes (Bradford, 1986). Entretanto, Santos et al. (2008) ressaltam que os agentes osmóticos comumente utilizados como o K 3 PO 4 , KH 2 PO 4 , MgSO 4 , NaCl, KNO 3 , manitol, sorbitol, polietileno glicol (PEG) e glicerol não atendem completamente a essas exigências, sendo importante observar que o critério na escolha é o efeito desejável na semente, não devendo ser tóxico e impedir a etapa inal da germinação das sementes.
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Armazenamento de sementes de salsa osmocondicionadas.

Armazenamento de sementes de salsa osmocondicionadas.

Um método promissor para acelerar a germinação, permitindo a emergência mais rápida e uniforme das plântulas no campo, é o condicionamento osmótico (BITTENCOURT et al., 2004; NASCIMENTO, 2005), também conhecido como condicionamento fisiológico da semente, priming ou osmocondicionamento. Essa técnica tem sido indicada, principalmente, com o objetivo de reduzir o período de tempo compreendido entre a semeadura e a emergência das plântulas e baseia-se em promover, inicialmente, a embebição em condições estritamente controladas, com soluções de potencial osmótico conhecido, temperatura adequada e com suficiente aeração, que deve ser interrompida antes que se desencadeie a protrusão da raiz primária (McDONALD, 1998), ou seja, deve permitir que alguns eventos metabólicos do processo germinativo aconteçam sem que a germinação seja completada (FERREIRA & BORGHETTI, 2004). Esse efeito tem sido reproduzido satisfatoriamente em soluções, pelo acréscimo de agentes osmóticos como polietileno glicol (PEG 6.000), por ser quimicamente inerte e não tóxico para as sementes (TRIGO et al., 1999a). Efeitos positivos do condicionamento osmótico têm sido relatados principalmente para sementes de hortaliças.
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Comportamento fisiológico de sementes osmocondicionadas de Platymiscium pubescens Micheli (tamboril-da-mata).

Comportamento fisiológico de sementes osmocondicionadas de Platymiscium pubescens Micheli (tamboril-da-mata).

RESUMO - O objetivo deste trabalho foi investigar alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes osmocondicionadas de tamboril-da-mata (Platymiscium pubescens Micheli). Foram analisados o crescimento do eixo embrionário, a germinação, as alterações na parede celular, a mobilização de carboidratos e proteínas e a atividade de α-galactosidase. Observou-se que o teor de umidade das sementes da testemunha aumentou continuamente até 96 horas de embebição, enquanto as mantidas nas soluções de PEG estabilizaram-se a partir de 48 horas. A germinação ocorreu somente nas sementes mantidas em água, alcançando 30% em 120 horas. As sementes mantidas em solução-0,4 MPa de PEG por 120 horas tiveram 66% de germinação quando transferidas para água, sendo a maior em relação aos demais potenciais. A massa fresca e o comprimento do embrião aumentaram significativamente durante o período de 120 horas em solução de PEG (-0,4 MPa/120 horas), porém a massa seca teve incremento não-significativo. Os teores de arabinose e xilose em membranas lavadas com água decresceram significativamente durante o osmocondicionamento. A galactose não foi detectada na membrana em 120 horas. A arabinose mostrou ser a principal constituinte da membrana. A atividade de α-galactosidase mostrou diferença significativa durante o período de 120 horas. Os teores de ramnose, arabinose e xilose alteraram-se significativamente na fração péctica, enquanto a ramnose foi a única na fração hemicelulósica. A glicose foi detectada somente nessa última fração. Os teores de glicose no embrião e cotilédones alteraram-se significativamente durante o osmocondicionamento. Os teores de estaquiose e de rafinose não tiveram alterações significativas nos cotilédones, enquanto o de sacarose reduziu-se significativamente, mantendo-se mais alto do que os dos outros dois oligossacarídeos. O teor de proteína decresceu significativamente nas 120 horas de osmocondicionamento. Concluiu- se que o osmocondicionamento potencializou a germinação das sementes durante o processo de embebição, resultando em modificações da parede celular pela deposição de açúcares redutores.
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Germinação e vigor de sementes de cenoura osmocondicionadas em papel umedecido e solução aerada.

Germinação e vigor de sementes de cenoura osmocondicionadas em papel umedecido e solução aerada.

RESUMO – Na cultura da cenoura são constantes os problemas relativos ao desempenho das sementes no campo, justifi cando-se o uso de técnicas que acelerem a germinação das sementes e a emergência das plântulas. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito do condicionamento osmótico na germinação e no vigor de sementes de cenoura, utilizando-se dois métodos de embebição. Para tanto, sementes de dois lotes, cv. Brasília, foram condicionadas em soluções de PEG 6000 a -1,0 e -1,2 MPa por quatro e oito dias, a 20ºC, utilizando-se dois métodos: embebição em papel toalha umedecido com as respectivas soluções e imersão em soluções osmóticas aeradas. Sementes não condicionadas foram utilizadas como testemunha. Após, as sementes condicionadas ou não, foram avaliadas por meio dos testes: de germinação, primeira contagem de germinação, emergência das plântulas em campo aos 10 e 25 dias após a semeadura e comprimento de raiz primária. Verifi cou-se que o condicionamento osmótico em PEG 6000 por quatro dias foi efetivo em aumentar a porcentagem e a velocidade de germinação, bem como a emergência das plântulas em campo. Para o crescimento da raiz primária, o condicionamento osmótico em solução aerada em PEG 6000 a -1,2MPa foi superior ao tratamento em papel.
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Parâmetros germinativos em sementes de sorgo submetido a PEG-6000 e NaCl / Germinative parameters in sorghum seeds submitted to PEG-6000 and NaCl

Parâmetros germinativos em sementes de sorgo submetido a PEG-6000 e NaCl / Germinative parameters in sorghum seeds submitted to PEG-6000 and NaCl

Fatores abióticos como a deficiência hídrica e a salinidade reduzem a produção do sorgo. Durante a fase germinativa e de estabelecimento da plântula não é diferente, uma vez que a embebição é fundamental em todos os processos fisiológicos e no transporte de substâncias indispensáveis para seu crescimento e desenvolvimento. Mediante a isso, o objetivo do trabalho foi avaliar o efeito do estresse salino e hídrico na germinação de sementes de sorgo, avaliando o comportamento germinativo (porcentagem de germinação, índice de velocidade, tempo médio e a primeira contagem de germinação). O trabalho foi desenvolvido na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA – Campus Belém), utilizando sementes de sorgo [Sorghum bicolor (L) Moench] cultivar BRS 310. O experimento foi dividido em dois delineamentos inteiramente casualizados separados para cada estresse (hídrico e salino). O primeiro composto por 5 concentrações de NaCl (0,0; 50; 100; 150 e 200 mmol) e o segundo composto por 4 tratamentos (0,0; -0,3; -0,6; -0,9 MPa), no qual as soluções de Polietilenoglicol 6000 simularam tais potenciais osmóticos. A germinação de sementes de sorgo foi comprometida pelo aumento das concentrações de NaCl, assim como a redução dos potenciais osmóticos simulados de PEG-6000.
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Cultivo hidropônico de plântulas de sorgo sob estresse salino com sementes envelhecidas artificialmente e osmocondicionadas.

Cultivo hidropônico de plântulas de sorgo sob estresse salino com sementes envelhecidas artificialmente e osmocondicionadas.

níveis de NaCl (100 e 200mM) em que elas foram expostas, com valores na faixa de 19,8 a 27,9mg planta- 1. Cabe ressaltar que, nas sementes envelhecidas artificialmente, o condicionamento foi responsável pelo incremento de aproximadamente 27% na produção de massa seca da parte aérea das plântulas desse grupo, quando cultivadas sob 100mM de NaCl. De forma semelhante ao que foi aqui observado, melhorias no desempenho de plântulas cultivadas sob estresses abióticos foram relatadas na literatura como respostas diretas do condicionamento de sementes. FANTI & PEREZ (2003) relataram que o condicionamento osmótico aumentou o limite máximo de tolerância ao estresse hídrico; PEREIRA et al. (2009) constataram que o tratamento das sementes de cenoura com soluções de PEG-6000 aumentou a emergência das plântulas no campo e o desempenho sob temperaturas sub e supra-ótima; PATANÈ et al. (2009) verificaram que o osmocondicionamento de sementes de sorgo sacarino atenuou os efeitos deletérios, provocados pelos estresses salino e térmico durante a germinação e crescimento da radícula.
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Germinação e produção de girassol em condições de estresse

Germinação e produção de girassol em condições de estresse

Este trabalho teve por objetivo avaliar a germinação de sementes de girassol sob condições de estresses térmico, hídrico e salino. O trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Análise de Sementes do Departamento de Fitotecnia, da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza-CE. Para a avaliação da influência da temperatura o experimento foi disposto em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial (5 x 20), sendo cinco regimes de temperaturas (25,0; 27,5; 30,0; 32,5 e 35,0º C) e sementes de vinte cultivares de girassol, sendo conduzidas quatro repetições. Os resultados comparados entre si pelo teste de Skott- Knott a 5% de probabilidade. O segundo e terceiro experimentos foram realizados em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 x 5, quatro cultivares de girassol e cinco soluções de NaCl (2º experimento) e PEG 6000 (3º experimento) com os seguintes potenciais 0,0 (testemunha); -0,3; -0,6; -0,9 e -1,2 MPa. As seguintes características foram avaliadas em todos os experimentos: a) Média da matéria fresca por plântula; b) Média da matéria seca por plântula; c) Tempo médio de germinação; d) Índice de velocidade de germinação; e, e) Porcentagem de germinação. As avaliações de estresses térmico, hídrico e salino promovido nas sementes de girassol, permitiram discriminar o híbrido Olissun como o que apresentou as melhores características em termos de qualidade fisiológica para superação de estresses abióticos em comparação aos demais cultivares avaliados.
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DESEMPENHO DE SEMENTES OSMOCONDICIONADAS DE CENOURA SOB ESTRESSE HÍDRICO E TÉRMICO

DESEMPENHO DE SEMENTES OSMOCONDICIONADAS DE CENOURA SOB ESTRESSE HÍDRICO E TÉRMICO

RESUMO: Na cultura da cenoura são constantes os problemas relativos ao desempenho das sementes em campo, justificando técnicas que acelerem a germinação das sementes e a emergência das plântulas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do condicionamento osmótico, com e sem uso de soluções aeradas, no desempenho de sementes de cenoura sob estresse hídrico e térmico. Para tanto, sementes de dois lotes, cv. Brasília, foram condicionadas em soluções de PEG 6000 a –1,0 e –1,2 MPa, por quatro e oito dias, a 20ºC, utilizando-se dois métodos de embebição para o condicionamento: em papel toalha umedecido com as respectivas soluções e imersão em soluções osmóticas aeradas. Sementes não condicionadas foram utilizadas como testemunha. Após o condicionamento, as sementes foram secas em ambiente de laboratório até atingirem o grau de umidade inicial. Em seguida, foram avaliadas pelos seguintes testes: germinação, primeira contagem de germinação, emergência das plântulas em campo, germinação a temperatura sub (15ºC) e supra-ótima (30ºC) e germinação sob estresse hídrico (PEG 6000 a –0,4 MPa). O condicionamento osmótico das sementes de cenoura em soluções de PEG 6000 a –1,0 e –1,2 MPa, por quatro e oito dias, é recomendado para aumentar a emergência de plântulas em campo e o desempenho sob temperatura sub e supra-ótima. O uso de soluções aeradas de PEG foi benéfico apenas quando as sementes foram condicionadas a –1,2 MPa por oito dias.
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Estresse hídrico na germinação e vigor de sementes de feijão submetidas à diferentes soluções osmóticas

Estresse hídrico na germinação e vigor de sementes de feijão submetidas à diferentes soluções osmóticas

Estudos com sementes têm sido conduzidos sob condições de deficiência hídrica usando soluções osmóticas para simular um ambiente com pouca umidade, sendo o efeito dependente tanto do soluto utilizado, em um mesmo grau de deficiência de água, como PEG - polietileno glicol (MORAES et al., 2005; SILVA et al., 2006; TEIXEIRA et al., 2008); manitol (BRAGA et al., 1999; COSTA et al., 2004); CaCl 2 , KCl, NaCl e MgCl 2 (BENEDITO et al., 2008; BRACCINI et al., 1996; DANTAS et al., 2007; FURTADO et al., 2007; KRACKHARDT; GUERRIER, 1995; MACHADO NETO et al., 2006; MORAES; MENEZES, 2003); como da espécie, por exemplo, soja (MORAES; MENEZES, 2003) e feijão (DANTAS et al., 2007; MACHADO NETO et al., 2006).
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Qualidade fisiológica de sementes de Melanoxylon brauna envelhecidas natural e artificialmente

Qualidade fisiológica de sementes de Melanoxylon brauna envelhecidas natural e artificialmente

Foi determinada pela contagem das sementes que emitiram radícula no período de 10 dias. As sementes foram colocadas sobre duas folhas de papel de filtro tipo germitest umedecidas com água, em placas de Petri e mantidas em germi- nador a 25°C e luz constante, proporcionada por quatro lâmpadas de 20W, tipo luz do dia. O reumedecimento foi feito sempre que julga- do necessário. Os resultados foram expressos em porcentagem média e tempo médio de ger- minação (TMG), sendo utilizadas cinco repeti- ções de 20 sementes cada. O tempo médio de germinação foi calculado segundo a fórmula: TMG= Σ ni.ti (total sementes germinadas no dia x dia)/ Σ ni (total sementes germinadas no dia), de acordo com Laboriau e Agudo (1987). Para o cálculo do índice de velocidade de germinação (IVG), foi utilizada a fórmula de Maguire, citada por Silva e Nakagawa (1995).
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Germinação de sementes de capiçova

Germinação de sementes de capiçova

As senientes, com o objetivo de avaliar o padrão de germinação em condições de laboratório, foram submetidas a 22 trata- mentos, com cinco repetições de 50 sementes cada uma, incluindo [r]

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Germinação de sementes de maçã.

Germinação de sementes de maçã.

Colheram-se, em fevereiro de 1976, frutos maduros e sadios de 30 cultivares de macieira, constantes da coleção do Instituto Agronômico, na Estação Experimental de Jundiaí. Depois de [r]

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Tratamento de água produzida com novos sistemas microemulsionado: avaliação da qualidade e aplicação na germinação de sementes de girassol

Tratamento de água produzida com novos sistemas microemulsionado: avaliação da qualidade e aplicação na germinação de sementes de girassol

O substrato utilizado para os experimentos foi o papel, e no teste de germinação foram utilizadas três repetições de 32 sementes para cada tipo de água utilizada nos testes, onde estas foram distribuídas em três folhas previamente umedecidas com 2,5 vezes de sua massa e feitos rolos que foram acondicionados em sacos plásticos para impedir a perda de umidade e o contato entre os tratamentos. Os sacos foram colocados em câmara do tipo B.O.D (Demanda Bioquímica de Oxigênio) na temperatura de 25 ºC. O experimento teve duração de 10 dias e foram consideradas germinadas as sementes em que o comprimento da radícula fora a partir de 2 mm (BRASIL, 2009).
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Alterações fisiológicas e bioquímicas de sementes de Melanoxylon brauna envelhecidas natural e artificialmente

Alterações fisiológicas e bioquímicas de sementes de Melanoxylon brauna envelhecidas natural e artificialmente

Segundo Marcos Filho (2005), a deterioração é o processo que resulta no envelhecimento e culmina na morte da semente, enquanto vigor é o principal componente da qualidade afetado pela deterioração. Diversos autores relatam que a perda da capacidade de germinar constitui conseqüência ou o efeito final da deterioração, sendo o último evento que acontece no processo de deterioração (Delouche, 1974; Marcos Filho, 2005). Entre tais alterações, segundo McDonald (1999), está a produção de radicais livres ou espécies reativas de oxigênio (ERO) que promovem modificação na estrutura das enzimas, além da degradação do sistema de síntese de novas enzimas. Por isso, o aumento da geração de EROs in vivo pode ter efeito deletério, pois estão envolvidos em mutagênese, apoptose e envelhecimento (Halliwell e Gutteridge, 1990). Também sob condições de estresse pode haver aumento na formação de EROs associado à supressão dos sistemas de defesa (Chang e Sung, 1998; Alscher et al., 2002). Nesse caso, está estabelecido o dano oxidativo, quando vários autores relacionam a perda da capacidade germinativa de sementes com a essa diminuição da eficiência dos sistemas antioxidantes (Hendry et al., 1992; Hendry, 1993; Sung, 1996; Chaitanya et al. 2000). A deterioração de sementes de girassol durante envelhecimento artificial foi estritamente relacionado a redução da atividade das enzimas de detoxificação das EROs e aumento da peroxidação de lipídios (Bailly et al., 1996).
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Germinação e desenvolvimento de plântulas de girassol ornamental em substratos

Germinação e desenvolvimento de plântulas de girassol ornamental em substratos

O girassol ornamental é uma cultura crescente nos últimos anos devido ao seu rápido retorno de investimento e expressiva representação no mercado de flores, e pesquisas referentes ao substrato ideal para produção de mudas é essencial para maximizar as informações para a cultura. Assim objetivou-se avaliar a germinação e desenvolvimento de plântulas de girassol ornamental em diferentes composições de substratos. O experimento foi instalado em casa de vegetação, onde foram postas para germinar, sementes de girassol tipo “Vicent’s Choice”, em bandejas de poliestileno, em substratos acrescidos ou não de Adubo de Liberação Lenta (ALL) na dose de 2 g L -1 . o delineamento experimental foi inteiramente casualisado sendo 4 tratamentos [T1- Carvão vegetal + casca de pinus + turfa + vermiculite expandida (1:1:1:1), T2- Fibra de coco + casca de arroz carbonizada + turfa + vermiculita expandida (1:1:1:1), T3- Carvão vegetal + casca de pinus + turfa + vermiculita expandida (1:1:1:1) + ALL , T4- Fibra de coco + casca de arroz carbonizada + turfa + vermiculita expandida (1:1:1:1) + ALL)] com 8 repetições de 8 sementes, totalizando 64 sementes por substrato. Avaliou-se: porcentagem, índice e tempo médio de germinação, teor de clorofila, comprimento, massa fresca e seca da parte aérea e da raiz. Observou-se que não houve diferença na porcentagem de germinação, porém, T2 e T4 promoveram emergência em menor tempo médio (3,19 e 3,46 dias, respectivamente) com maior índice de velocidade (2,43 e 2,25 respectivamente), ainda, T4 apresentou incrementos com mais de 50% de massa fresca e seca. Assim, conclui-se que o substrato T4 é o recomendado para germinação e desenvolvimento de girassol ornamental tipo “Vicent’s Choice”.
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Contribuição de solutos orgânicos e inorgânicos no potencial osmótico de folhas de atriplex nummularia submetidas ao NaCl, SECA E PEG.

Contribuição de solutos orgânicos e inorgânicos no potencial osmótico de folhas de atriplex nummularia submetidas ao NaCl, SECA E PEG.

Em plantas que acumulam uma grande quantidade de íons salinos dentro da célula, como as halófitas em geral, o vacúolo tem um papel central no ajustamento osmótico em condições de altas concentrações de sais. Em adição, o estresse salino induz a acumulação de solutos orgânicos que são compatíveis com a função das biomoléculas, sendo importantes para a proteção celular e para o ajustamento osmótico, especialmente do citoplasma e organelas (Khan et al., 1998). Com isso, a habilidade das plantas se ajustar osmoticamente ao desbalanço iônico (homeostase iônica), provocado pelo excesso de Na + e Cl - nas células vegetais é vital para a manutenção do crescimento em condições de elevada salinidade. O presente trabalho fornece pela primeira vez, um compreensivo estudo ao nível de planta inteira quanto à participação e a relativa contribuição da maioria dos osmolitos inorgânicos e orgânicos que são envolvidos com o AO das folhas de uma típica espécie de halófita (Atriplex nummularia L.) em resposta a doses crescentes de NaCl.
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GERMINAÇÃO DE SEMENTES E MICROPROPAGAÇÃO DE MIRTILEIRO

GERMINAÇÃO DE SEMENTES E MICROPROPAGAÇÃO DE MIRTILEIRO

O conhecimento da fisiologia das sementes e dos elementos que influenciam sua germinação são aspectos fundamentais na propagação seminífera; importante técnica utilizada na obtenção de variabilidade genética e no desenvolvimento de novas cultivares de mirtileiro. Objetivou-se neste trabalho determinar o comportamento germinativo e níveis de viabilidade, por meio dos testes de germinação e de tetrazólio, de sementes de Vaccinium ashei Reade cultivares Briteblue e Climax, obtidas do beneficiamento de frutos colhidos na Fazenda Escola Capão da Onça – Ponta Grossa/PR. Sementes tratadas ou não de 5M de hidróxido de potássio (KOH) foram submetidas ao teste de germinação, sobre os substratos, papel filtro (SP) ou meio de cultura sólido com a metade das concentrações de sais (MS/2), nas temperaturas de 10⁰C ± 2⁰C (câmara tipo BOD) ou 25⁰C ± 2⁰C (sala climatizada com ar condicionado). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado e as médias dos resultados comparadas pelo teste Duncan a 5% de probabilidade. Os dados obtidos indicaram porcentagem máxima de germinação de 40%. Ambas as temperaturas e substratos promoveram a germinação de sementes para as cultivares testadas e o tratamento prévio com KOH 5 M por 5 minutos inibiu a germinação. Já o teste de tetrazólio, baseado na coloração dos tecidos, permitiu o estabelecimento de diferentes níveis de viabilidade.
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