Top PDF Gestão da atenção primária à saúde: desafio e potencialidades

Gestão da atenção primária à saúde: desafio e potencialidades

Gestão da atenção primária à saúde: desafio e potencialidades

A construção do Sistema Único de Saúde avançou de forma substantiva nos últimos anos, e a cada dia se fortalecem as evidências da importância da Atenção Primária à Saúde (APS) nesse processo. Os esforços dos governos nas diferentes esferas administrativas vêm ao encontro do consenso de que ter uma gestão da APS bem articulada como base dos sistemas de saúde é essencial para um bom desempenho destes. A APS compreende uma estratégia para alcançar o aumento da cobertura das ações de saúde na população. Baseada na experiência de gerenciamento em saúde e pela literatura referentes à gestão na APS o presente estudo buscou refletir sobre os principais desafios e potencialidades neste ramo. Trata-se de uma revisão bibliográfica do tema proposto: Gestão da Atenção Primária à Saúde: desafios e potencialidades, objetivando analisar os fatores condicionantes e determinantes para uma articulação eficiente da gestão na APS. Foram utilizados os seguintes descritores: gestão em saúde, gestão da APS e Atenção Primária à Saúde. As pesquisas realizadas foram agrupadas nos seguintes eixos temáticos: Atenção Primária à Saúde no Brasil; Gestão da APS; Os desafios na Gestão da APS; e Potencialidades da gestão na APS. O fortalecimento da APS como coordenadora do cuidado na rede de saúde e prestadora da assistência à população de sua área de abrangência se mostrou como grande desafio de gestão. Faz-se necessário qualificar, fortalecer e ampliar a inserção gerencial da APS no serviço de saúde, melhorando a articulação, a comunicação e a capacidade de coordenação do cuidado por este setor nos diversos pontos do sistema.
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As potencialidades da atenção primária à saúde na formação de médicos comprometidos com a transformação social

As potencialidades da atenção primária à saúde na formação de médicos comprometidos com a transformação social

Objetivando-se um melhor direcionamento dos jornais, há um modelo proposto como orientação, mas sem rigidez para ser seguido, que é desenvolvido por três componentes: 1. atividades realizadas na semana (descritiva); 2. reflexão e crítica (envolvendo a escolha e descrição de uma vivência semanal significativa, junto ao relato sobre atitudes e sentimentos diante da experiência, competências prévias que facilitaram ou dificultaram para lidar com a situação, objetivos de aprendizagem e, por fim, evidências e teorias que validam ou contestam as reflexões); 3. gestão do cuidado das cinco famílias acompanhadas. Para essa etapa da pesquisa, foram acompanhados e analisados os jornais reflexivos elaborados por estudantes de duas turmas do Internato na APS. Da primeira, foram utilizados os jornais reflexivos de doze estudantes que estagiaram durante os meses de janeiro e fevereiro de 2016. Da segunda turma, foram acompanhados os jornais reflexivos de onze estudantes que vivenciaram os serviços da APS durante os meses fevereiro, março e abril. Por motivos de feriados, o estágio da primeira turma durou apenas sete semanas, diferente do padrão de tempo de estágio que são oito semanas, como ocorreu com a segunda turma. Ao total, foram produzidos e analisados 142 jornais reflexivos. Houve estudantes que não desenvolveram jornais em todas as semanas, desse modo, deixaram de ser produzidos um trinta jornais. O esperado seria a produção de 172 jornais reflexivos.
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Residência em Saúde da Família: Desafio na qualificação dos profissionais na atenção primária

Residência em Saúde da Família: Desafio na qualificação dos profissionais na atenção primária

Resumo - O Programa Saúde da Família - PSF tem como objetivo contribuir, para a reorientação do modelo assistencial a partir da atenção básica, em con- formidade com os princípios do Sistema Único de Saúde. Para implementação deste novo modelo é imprescindível a qualificação de profissionais neste nível. A formação dos profissionais da área da saúde sempre esteve pautada na área curativa, principalmente dos curso de nível superior de medicina e enfermagem. É necessário instrumentalizar esses profissionais, reparando as deficiências de conhecimentos, habilidades e prática referentes à atenção primária de saúde. O município de Sobral, com gestão plena, implantou 31 equipes do PSF em 22 áreas descentralizadas de saúde. Cada equipe é composta de um médico e de um a três enfermeiros, dependendo da necessidade da área, totalizando 77 profissionais de nível superior. O objetivo da residência é capacitar os profissi- onais de saúde ( médicos e enfermeiros) para atuarem na estratégia de Saúde da Família. Trata-se de um curso de pós-graduação lato sensu, com duração de dois anos, carga horária mínima de 2400 horas anuais e forte componente de treinamento em serviço com preceptoria. Uma parceria entre a Universidade Estadual Vale do Acaraú e a Secretaria de Saúde e Assistência Social está viabilizando o curso, que já teve seu primeiro módulo oferecido no mês de setembro. Entendemos que só com projetos deste porte poderemos consoli- dar o modelo, que elege a família e seu espaço social como núcleo básico de abordagem no atendimento à saúde.
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A Medicina de Família e Comunidade, a Atenção Primária à Saúde e o Ensino de Graduação: recomendações e potencialidades

A Medicina de Família e Comunidade, a Atenção Primária à Saúde e o Ensino de Graduação: recomendações e potencialidades

A Medicina de Família e Comunidade: tem po- tencial para colaborar na transformação de um sistema de saúde nacional, ainda fragmentado, em outro integral e in- tegrado, com abordagem generalista e humana, por meio de uma prática multi e interdisciplinar, eliminando barrei- ras ao acesso, com sistema de informação avançado e informatizado, e com foco na qualidade da assistência e na racionalização dos recursos financeiros. Apesar do enor- me desafio e das grandes dificuldades, a SBMFC se coloca à disposição para enfrentar o processo, entendendo ser o ensino de graduação uma estratégia fundamental, e, por isso, o porquê deste documento.
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Diagnóstico do diabetes mellitus: um desafio para a atenção primária

Diagnóstico do diabetes mellitus: um desafio para a atenção primária

As DCNT apresentam um conjunto de fatores de risco comuns como sedentarismo, dislipidemia e obesidade. Fatores esses que podem ser abordados preventivamente no nível primário de atenção à saúde. “A implementação de políticas públicas voltadas para diagnóstico precoce, prevenção primária e cuidados secundários, objetivando o controle dos agravos, constitui-se numa prioridade desafiadora a ser enfrentada por todos os níveis de gestão do SUS” (SESA, 2008, p.12). A Estratégia de Saúde da Família (ESF) tem um papel fundamental, dentro da atenção primária em saúde, na abordagem das DCNT configurando-se como principal estratégia para reorganização do modelo de atenção à saúde no Brasil. Nesse contexto as Redes de Atenção à Saúde (RAS) são vistas como uma estratégia direcionada as necessidades de saúde da população e um cuidado integral.
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Atenção primária à saúde como estratégia de organização da atenção à saúde

Atenção primária à saúde como estratégia de organização da atenção à saúde

Considerando a Atenção Primária à Saúde como estratégica para organização da atenção a saúde, o presente projeto, relata a experiência do processo de construção do Plano Operativo realizado durante o estágio, do Curso de Saúde Coletiva, em um Centro de Saúde de uma Região Administrativa do Distrito Federal, no 1º semestre de 2016. Visando ampliar a reflexão sobre como os processos de planejamentos compartilhados, realizados pelos sanitaristas, podem reorganizar os serviços de saúde, com impactos nos indicadores de qualidade da Atenção Primária à Saúde, este trabalho, na modalidade de plano de ação, tem o objetivo de relatar a experiência do processo construção do Plano Operativo, baseado no Planejamento Estratégico Situacional, adotado por Carlos Matus. A partir dos momentos – explicativo, normativo, estratégico e tático-operacional – do Planejamento Estratégico Situacional, realizou-se uma análise crítica sobre a cultura organizacional do Centro de Saúde, que identificou falhas na estratégia de acolhimento do Centro de Saúde, permitindo aos futuros sanitaristas proporem maneiras de se estabelecer vínculos e relações entre os atores sociais. Deste modo, espera-se que com a estrutura do Plano Operativo construída, a equipe do Centro de Saúde esteja apta a desenvolver todas as atividades propostas pelos estagiários e ainda revisá-las, tendo em vista o caráter dinâmico do Planejamento Estratégico Situacional. O estágio em Atenção Primária à Saúde realizado no campo da saúde coletiva contribuiu para o fortalecimento das competência e habilidades do sanitarista, ao utilizar dos conhecimentos de política, planejamento e gestão em saúde, adquiridos na graduação.
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Dermatologia na atenção primária: um desafio para a formação e prática médica.

Dermatologia na atenção primária: um desafio para a formação e prática médica.

Mudanças curriculares nos cursos de graduação médica vêm ocorrendo nas últimas décadas a fim de garantir uma formação ampliada e em consonância com as demandas atuais do sistema de saúde brasileiro. O ensino de certos componentes do conhecimento clínico ainda é desafiante neste novo cenário, e algumas especialidades, como a Dermatologia, permanecem com pouca integração tanto vertical quanto horizontal ao longo do curso. O aprendizado insuficiente durante a graduação se reflete na atuação clínica, onde o atraso diagnóstico das afecções de pele pode modificar radicalmente a evolução dos pacientes. Essas dificuldades parecem ainda mais evidentes na Atenção Primária, pela alta prevalência de queixas dermatológicas nestes cenários. A procura por atendimento especializado é elevada e poderia ser minimizada pelo adequado treinamento sobre o tema, abrangendo principal- mente as etapas de prevenção e promoção. O presente artigo traz uma reflexão sobre a necessidade de ampliar o diálogo entre serviços, aparelhos formadores e especialistas, oferecendo sugestões com visão integral da formação geral médica, para maior resolutividade das afecções de pele na porta de entrada do sistema de saúde.
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O desafio do HIV em idosos : atuação de médicos da atenção primária à saúde em Porto Alegre/RS

O desafio do HIV em idosos : atuação de médicos da atenção primária à saúde em Porto Alegre/RS

nos últimos anos, se estima que em 2025 o Brasil terá cerca de 30 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Dados recentes do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 3 (RIO GRANDE DO SUL, 2018) demonstram que os casos de HIV continuam crescendo, sendo 364 infectados com 55 anos ou mais em 2016, e, até 30 de junho de 2017, foram registrados 132 casos. Os médicos da atenção primária, em diversas situações, apresentam uma percepção defasada quanto à problemática do HIV/AIDS no cenário atual, pois a invisibilidade da sexualidade do idoso potencializa situações de risco durante seu manejo, levando a um diagnóstico tardio. Objetivo: descrever a atuação dos Médicos de Família e Comunidade (MFCs) e dos generalistas na prevenção primária e secundária em relação à infecção pelo HIV na população idosa atendida pela Atenção Primária à Saúde (APS) do município de Porto Alegre/RS. Metodologia: trata-se de um estudo transversal, misto, em que os médicos que atuam em Unidades Básica de Saúde (UBSs) ou na Estratégia Saúde da Família (ESF) na APS em Porto Alegre/RS responderam a um questionário on-line. Este foi enviado por e-mail (informação dada pela Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre) para 213 médicos; destes, 15 e-mails foram devolvidos (devido à caixa de entrada cheia ou ao erro no e-mail fornecido), logo, 198 médicos receberam a mensagem. Ao final de 30 dias de coleta, 40 médicos preencheram o questionário e retornaram, tendo sido excluídos dois deles por não fazerem parte dos profissionais incluídos na pesquisa (ginecologista e enfermeiro). Totalizaram-se 38 respostas válidas. Resultados: os 38 participantes tinham entre 26 e 67 anos de idade, com uma média de 42±10 anos, apresentando entre 1 a 30 anos de atuação na atenção básica, com média de 11,5±9 anos; 39,5% (15) eram médicos generalistas, e 60,5% (23) eram médicos de família e comunidade; mais da metade (55,2%) estava lotada em ESF; 31,6% em UBS; e 13,2% em unidades mistas. Quanto à nacionalidade dos participantes, 81,7% deles declararam ter nacionalidade brasileira; 7,9%, venezuelana; e os outros 10,4%, argentina, cubana, guatemalteca e uruguaia. Quando questionados sobre qual religião seguiam, 52,6% declararam ser católicos; 13,2%, espíritas; e 34,2% referiram não ter religião. Ressalta-se um ponto importante: 71% deles possuem pacientes idosos com diagnóstico de HIV, no entanto somente 44,7% referiram tratar o idoso na unidade. Ainda, 56,5% dos MFCs e 53,3% dos generalistas referiram não realizar o seguimento desse paciente na unidade. Conclusões: evidenciou-se que não é uma rotina para os médicos da AB realizarem ações de prevenção primária e secundária referentes à infecção pelo HIV em idosos.
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Planejamento estratégico como ferramenta de gestão local na atenção primária à saúde

Planejamento estratégico como ferramenta de gestão local na atenção primária à saúde

Para maior eficiência e efetividade nos serviços de saúde, necessário se faz aliar as práticas de saúde à compreensão dos instrumentos de planejamento, estrutura e organização do sistema de saúde, por meio da incursão de ferramentas potentes na e para a gestão. Assim, cabe ressaltar a necessidade de dirimir as lacunas entre o planejamento e as ações de saúde para favorecer a construção de um sistema mais equânime e resolutivo. Torna-se fundamental superar as limitações e dificuldades que permeiam a Atenção Básica para percorrer novos caminhos que perpassam por esse cenário. Isso é evidenciado na fala do G1:
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Terminologia da atenção primária à saúde.

Terminologia da atenção primária à saúde.

A Medicina de Família e Comunidade (MFC) é muitas vezes confundida com PSF. Em sua definição,ambos envolvem o primeiro contato do paciente com o sistema de saúde e o aten- dimento integral. Porém, MFC é uma especialidade médica, e PSF/ESF uma estratégia de estado. Por outro lado, Atenção Primária (ou APS) pode ser entendida como umlócus de atu- ação dentro do sistema de saúde. É possível, ainda, ser MFC no sistema privado ou em Unidades Básicas de Saúdechama- das “tradicionais”. Muitos MFCs, por terem uma visão glo- bal do sistema de saúde, também participam do processo de gestão no nível local ou central. Nem sempre a organização de um PSF/ESF aproveita toda a potencialidade do MFC. Por exemplo, o MFC pode estar preparado clinicamente para cum- prir a função de primeiro contato e coordenador da saúde do paciente, pois foi capacitado para isso segundo os princípios da especialidade, mas pode ser pressionado pela gestão a se envolver em demasia em atividades coletivas ou estratégias populacionais.
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Potencialidades da técnica de grupo focal para a pesquisa em vigilância sanitária e atenção primária à saúde

Potencialidades da técnica de grupo focal para a pesquisa em vigilância sanitária e atenção primária à saúde

A vigilância sanitária, em que pese constituir, em suas origens, a configuração mais antiga da Saúde Pública e atualmente representar sua face mais complexa (COSTA; ROZENFELD, 2000), só mais recentemente surgiu, no Brasil, como tema emergente na pesquisa e na formação de pessoal em saúde. Embora se observe um crescimento da produção científica no tema, permanecem muitas lacunas, inclusive acerca das percepções dos trabalhadores sobre sua atuação nos serviços de saúde e dos profissionais de saúde e gestores dos serviços sobre o exercício da vigilância sanitária (COSTA; SOUTO, 2013). Neste sentido, questionam-se as potencialidades da técnica de GF para a identificação e a discussão sobre os instrumentos e meios para o exercício dos profissionais de vigilância sanitária nos serviços de Atenção Primária à Saúde.
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Potencialidades da epidemiologia baseada em esgoto nas ações da Atenção Primária à Saúde em tempos de pandemia pela COVID-19

Potencialidades da epidemiologia baseada em esgoto nas ações da Atenção Primária à Saúde em tempos de pandemia pela COVID-19

A Epidemiologia Baseada em Esgoto é uma ferramenta que precisa ser incorporada nos serviços de vigilância da COVID-19 no Brasil, principalmente no contexto da Atenção Primária à Saúde, pois seria capaz de contribuir de forma singular com os serviços, monitorando tendências espaciais e temporais, gerando informações em escala populacional e determinando a situação da COVID-19 dentro e entre as comunidades, ou seja, fazendo um diagnóstico coletivo. Além disso, seria uma estratégia menos onerosa, demandando menos gastos públicos quando comparada aos testes clínicos. Como o Brasil já apresenta limitações financeiras e operacionais para a testagem em massa, torna-se importante ampliar a discussão desta temática nas ações do sistema de saúde para enfrentamento da pandemia.
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Integralidade na atenção primária à saúde

Integralidade na atenção primária à saúde

No âmbito da gestão da APS existem desafios a serem vencidos para se implementar a integralidade na prática assistencial a partir de uma compreensão do ser humano em sua complexidade em que sejam consideradas todas as dimensões, biopsicossocial e também espiritual. Para que isto ocorra de forma efetiva, os gestores devem olhar o indivíduo que é atendido de maneira integral, considerando-o em todas as suas necessidades, para além dos muros dos centros de atendimento à saúde.

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Sistemas de avaliação profissional e contratualização da gestão na Atenção Primária à Saúde em Portugal.

Sistemas de avaliação profissional e contratualização da gestão na Atenção Primária à Saúde em Portugal.

No Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), de 2006, intitulado ‘Trabalhando juntos pela saúde’, foram levantadas questões sobre avaliação dos trabalhadores no âmbito da gestão de de- sempenho dos serviços de saúde. Segundo o relatório, o desempenho da força de trabalho é fundamental porque tem um impacto ime- diato na prestação de serviços e, em última instância, na saúde da população. Uma força de trabalho com bom desempenho é aquela com boa capacidade de respostas, eficiente e que atinge os melhores resultados na saúde em face dos recursos disponíveis e das cir- cunstâncias encontradas. Há de se conside- rar que o desempenho da força de trabalho pode variar de acordo com algumas cir- cunstâncias, e que os trabalhadores também podem apresentar desempenhos diferentes nos serviços (OMS, 2006) .
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Práticas em saúde mental na atenção primária à saúde

Práticas em saúde mental na atenção primária à saúde

A Reforma Psiquiátrica revolucionou o eixo da saúde mental, buscando consolidar práticas em saúde que visassem à melhoria da abordagem no atendimento aos portadores de transtornos mentais no con- texto da Atenção Primária à Saúde (APS). Teve-se como objetivo a identificação de quais são as práticas de saúde mental na APS, assim como verificar se há preparo profissional da equipe multidisciplinar para realizar as práticas de saúde mental na APS e identificar a importância da inclusão social do doente men- tal. Realizou-se um levantamento de dados nacionais e internacionais por meio da revisão de publica- ções da área da saúde em bases de dados científicos, como CAPES, PubMed, OMS, Scielo, EBSCO e Google acadêmico, com os seguintes descritores: profissionais, prática, saúde mental, preparo, inclusão social do doente mental, trabalho e saúde mental. Foram utilizados 13 artigos publicados entre 2005 e 2016. O Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe de diversas diretrizes que fundamentam as práticas de saúde a serem exercidas na APS. Entretanto, barreiras são encontradas quando a teoria deve ser posta em prá- tica. As práticas em saúde mental trouxeram um olhar mais social e humanizado acerca do cuidado aos portadores de transtornos mentais. Nesse sentido, embora avanços sociais tenham sido conquistados com a idealização de tais práticas, sua aplicação ainda é um desafio para a saúde brasileira.
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Atenção primária à saúde: estrutura das unidades como componente da atenção à saúde.

Atenção primária à saúde: estrutura das unidades como componente da atenção à saúde.

Quanto à organização do sistema de saúde, ambos apresentavam-se habilitados na gestão plena do sistema municipal de saúde, segundo a norma operacional básica (NOB 96, no caso do município A) e norma operacional de assistência à saúde (NOAS 2001, município B). A administração dos serviços da atenção primária está a cargo da gestão pública. Entretanto, identifica-se nos dois municí- pios uma importante participação do setor privado na oferta de procedimentos de média e alta comple- xidade no âmbito dos serviços contratados pelo SUS. O estudo foi do tipo transversal e utilizou uma abordagem quantitativa. A unidade de coleta e análise dos dados foi a unidade de saúde de atenção primária. Em um dos municípios onde duas unidades funcionavam com duas equipes de saúde da família, os dados foram analisados por equipe, sendo estas tratadas como unidades de saúde.
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Gestão do cuidado de enfermagem a puérperas e recém-nascidos na Atenção Primária à Saúde

Gestão do cuidado de enfermagem a puérperas e recém-nascidos na Atenção Primária à Saúde

A gestão do cuidado de enfermagem na atenção obstétrica e neonatal contribui para qualificar a as- sistência de enfermagem, em todos os níveis de aten- ção à saúde, ao promover o protagonismo da mulher e a participação do homem-pai nos cuidados com o recém-nascido. Além disso, tem o diferencial de con- siderar a aplicação de um cuidado, tendo em vista o empoderamento da mulher/casal, com informações pertinentes e úteis, embasadas nas melhores evidên- cias disponíveis para viabilizar cuidado humano, lon- gitudinal, seguro e oportuno, com a utilização de tec- nologias apropriadas, como as boas práticas, as ações educativas e integrativas, as tecnologias não farmaco- lógicas, farmacológicas, cirúrgicas e outras, de acordo com a necessidade (5) .
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GESTÃO DO CUIDADO DA TUBERCULOSE: INTEGRANDO UM HOSPITAL DE ENSINO À ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE.

GESTÃO DO CUIDADO DA TUBERCULOSE: INTEGRANDO UM HOSPITAL DE ENSINO À ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE.

Também se percebe que as maiores fontes de informação sobre os casos que os enfermeiros das UBSs recebem são os documentos que os próprios usuários trazem consigo e, pelo que se pode consi- derar, essa documentação deveria ser suiciente para o enfermeiro que recebe o usuário vindo do hospital pudesse conhecer toda a situação de saúde que este se encontra. No entanto, os enfermeiros da APS relatam inúmeras considerações sobre a qualidade das informações que lhes são apresentadas:

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Atenção primária à saúde e os idosos institucionalizados: a perspectiva da gestão municipal no Brasil

Atenção primária à saúde e os idosos institucionalizados: a perspectiva da gestão municipal no Brasil

Nos países europeus, os servic¸os ambulatoriais de primeiro contato estão integrados a um sistema de saúde de acesso universal, isto é, o direito à saúde é garantido por meio de sistema universal com financiamento público ou por meio de contributos específicos a seguros sociais. Nos países da América Latina a cobertura é segmentada, convivendo esque- mas diferenciados com importantes desigualdades no acesso, e a atenc¸ão primária é incorporada apenas no setor público com programas seletivos. Nos países do terceiro mundo pre- domina a interpretac¸ão da APS como um programa específico para os marginalizados e excluídos, materializada na proposta político-ideológica da atenc¸ão primária seletiva destinada às populac¸ões pobres 3 .
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Atenção à Saúde da Mulher na Atenção Básica: Potencialidades e Limites

Atenção à Saúde da Mulher na Atenção Básica: Potencialidades e Limites

Para tanto, utilizou-se como metodologia a revisão integrativa de literatura, cuja amostra foi composta por artigos indexados nas bases de dados SciELO e Lilacs. Empregaram- se os seguintes descritores: enfermagem, estratégia saúde da família, atenção primária à saúde, saúde da mulher. Foram selecionados artigos publicados entre 2000 e 2015 escritos em língua portuguesa. Foram excluídos os estudos repetidos ou que não estivessem disponíveis na íntegra, escritos em idioma diferente do português bem como não tivessem relação com a questão de pesquisa. A interpretação dos resultados foi realizada à luz das políticas públicas voltadas para a promoção da saúde da mulher, especificamente as ações relacionadas ao âmbito de competência do profissional de enfermagem enfermeiro.
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