Top PDF Gestão democrática na escola: pontos para uma reflexão

Gestão democrática na escola: pontos para uma reflexão

Gestão democrática na escola: pontos para uma reflexão

A escola é composta por agentes que possuem uma missão centrada na formação plena de indivíduos, tornando-os capazes de transformar esse mundo distorcido. À frente desses agentes educacionais, está a pessoa do gestor, que possui uma responsabilidade significativa, pois, de acordo com o desempenho de seu papel, exerce forte influência, tanto positiva como negativa, sobre todos os outros. Através do estudo realizado, buscou-se compreender e pontuar o papel do gestor na contribuição e atribuições dentro de uma escola, bem como analisar as características, desafios, dificuldades e caminhos que cooperam para o desenvolvimento da capacidade de liderança e competência técnica do gestor educacional para edificar uma escola de qualidade, através de pesquisas e consultas bibliográficas, tendo como suporte as ideias de Ferreira (2006), e Libâneo (2008), complementadas por Lück (2010). Tem-se a intenção de observar a atuação do gestor frente a uma escola. Enfim, através deste estudo, tornou-se possível analisar que o trabalho do gestor objetivando uma escola de qualidade é amplo, porém é possível.
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Gestão democrática na escola pública alagoana: interfaces com o Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE – Escola)

Gestão democrática na escola pública alagoana: interfaces com o Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE – Escola)

educacional no contexto da escola pública brasileira, a partir do marco legal construído na década de 1990, após a promulgação da Constituição Federal de 1988, que foi precedida pelas demandas por uma escola participativa. Para chegar a essas considerações, foram demarcados três blocos de análise: primeiro, os conceitos, sentidos, história e implicações da gestão democrática na escola, do século XX ao século XXI; em seguida, a reflexão sobre a gestão democrática na escola pública alagoana e seus desdobramentos no âmbito do PDE-Escola, e por fim, no terceiro momento, destaca-se as mudanças empreendidas na escola sob a lógica do PDE-Escola. O trabalho, objetivou compreender os sentidos da gestão democrática no ordenamento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.º 9.394/96 e na concepção dos vários grupos presentes nesse contexto, com base no processo de elaboração do Plano de Desenvolvimento da Escola, após o decreto 6. 094, de 24 de abril de 2007. Nesse sentido, o trabalho aborda categorias como o Estado contemporâneo e seus desdobramentos na política de educação básica, encaminhada às escolas públicas do país. Fez-se necessário nesse percurso histórico e metodológico a análise das categorias que foram depreendidas dos dados empíricos, como: escola, planejamento estratégico, desenvolvimento, gestão democrática e participação. A análise foi erguida com base nas fontes selecionadas na concepção do trabalho, por meio dos relatos dos sujeitos, da relação dessas falas com a organicidade teórica elaborada, promovendo o cruzamento das ideias e do constructo teórico levantado pelos autores que sedimentaram a pesquisa. A abordagem configurou-se como pesquisa qualitativa documental e bibliográfica, tendo por referencial teórico-metodológico as discussões levantadas pelos seguintes autores: Bobbio (1987); Coutinho (1992, 2006); Frigotto (2003); Gramsci (2004, 2002, 1989); Höfling (2001); Neves (2005); Hochman, Arretche e Marques (2007); Hypólito (2008); Fonseca et al. (2004); Arelaro (2000); Azevedo (1997); Coraggio (2000); Dourado (2007); Ferreira (2008); Haddad (2008); Oliveira (2009); Krawczyk (2000 e 2008); Motta (2008); Paulani (2006); Behring (2008); Gruppi (1987); Harwey (1993); Mészáros (2002); entre outros. Destaca-se o PDE-Escola como objeto constitutivo da análise, elemento central da discussão, possibilitando identificar na política pública da gestão democrática elementos determinantes da democracia moderna, do planejamento e da participação, trazendo a escola contemporânea como foco do estudo. A análise dos resultados aponta para um processo de gestão por resultados, impulsionado pelo avanço das políticas neoliberais, conduzindo a escola pública nas orientações dos organismos internacionais que financiam a educação nacional.
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O PDE-Escola na versão PDDE Interativo: aproximações e/ou distanciamentos da gestão democrática da escola

O PDE-Escola na versão PDDE Interativo: aproximações e/ou distanciamentos da gestão democrática da escola

O PDE é um projeto do MEC que veio com um objetivo de nos auxiliar né? Nos orientar, nos posicionar para realidade da escola, né? Não que eu ache que o objetivo seja esse. Eu vejo assim, que a intenção desse programa é acabar com os índices baixos. [...] Eles não estão preocupados com a qualidade de ensino. Eu acho que eles estão muito mais preocupados com os resultados, da maneira como eu vejo. [...] Então, quando surgiu o IDEB, as escolas que estavam com o resultado do IDEB muito baixo, teve uma ação em que nós fizemos os planos de ação, o PDE-Escola (DIR-Escola 2). O que sei é que o PDE foi uma intervenção pedagógica, porque tínhamos o nosso planejamento. O PDDE que tinha como objetivo trazer recurso para escola e o PDE-Escola fazer intervenções pedagógicas. Então nessa época não tinha experiência, eu tive que estudar muito para entender. Aí nós começamos a estudar, ver os pontos falhos enquanto equipe e fizemos intervenções nos pontos críticos. Tinha baixo rendimento, as salas que precisavam de uma intervenção pedagógica. Aí nós fizemos vários documentos e ações metodológicas para que essas dificuldades acabassem e avançassem e, com isso, aumentasse o IDEB da escola (COP-Escola 2). Não sei te falar. Mas, para mim, apresenta-se como um programa mesmo paliativo para tentar minimizar alguns problemas, como por exemplo, o IDEB baixo. Preocupa-se com os resultados educacionais mesmo. Mas para mim, é um paliativo [...], pois com essa mixaria de dinheiro investido, porque o que se investe na educação é ridículo, irrisório, né? (CES-Escola 2) Outro aspecto destacado nos trechos das entrevistas refere-se à questão do financiamento, do repasse de recursos financeiros às escolas envolvidas.
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Gestão democrática da escola: construção e contradições

Gestão democrática da escola: construção e contradições

Esse trabalho apresenta uma reflexão acerca de gestão democrática como possibilidade de construção na escola pública. Componentes curriculares e o conhecimento produzido por autores possibilitou a elaboração da fundamentação teórica sobre o tema. As experiências de Estágio Supervisionado contribuíram para a relação teórica e prática, bem como determinar dados a serem obtidos, tendo como foco a gestão da escola frente a essa perspectiva. As questões do formulário orientaram a pesquisadora no registro e obtenção dos dados. A observação participante também nortearam nosso olhar com relação a gestão, e as possibilidades suscitas implicitamente no decorrer da escrita. Ao intitularmos este trabalho de pesquisa com o enunciado Gestão democrática da escola pública: uma construção e muitas contradições, objetivamos delimitar, a partir das experiências de Estágio Supervisionado, o processo local de construção da gestão democrática dentro de uma escola pública e, por outro lado, evidenciar, com base nos dados coletados e analisados, as contradições entre o conteúdo das falas e as práticas efetivadas de gestão.
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GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA E O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR

GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA E O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR

O objetivo deste artigo é apresentar uma revisão bibliográfica sobre Gestão Democrática na escola e o papel do gestor escolar nesse contexto no ambiente educacional. Faz-se necessário conhecer e compreender os princípios da gestão democrática sob a visão de renomados estudiosos da área. O Projeto Político Pedagógico e o Regimento Escolar sob o acompanhamento e orientação do conselho de classe e do gestor escolar têm um papel importante nesse processo por conciliar todas as ações e propostas da escola junto à comunidade educativa sob as orientações e determinações das leis vigentes. Concluiu-se que a gestão democrática é tarefa de todos, nota- se também que, o gestor escolar tem um cargo de muitas responsabilidades, pois é ele quem organiza, coordena, lidera os demais funcionários. Este artigo apresenta elementos significativos que aprofunda a reflexão para à construção de uma escola construtora e uma importante reflexão aos profissionais da área e futuros acadêmicos.
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Gestão democrática na escola : um estudo de caso

Gestão democrática na escola : um estudo de caso

O acesso, através de concurso público, e não por indicação política, , tem sido defendido por inúmeros profissionais da área, pois acreditam, que esta forma seja mais objetiva e transparente, porque a ascensão ao cargo de gestor deve ser por mérito intelectual, pela sua formação na área de atuação, onde a mesma, não se reduz a termos meramente técnicos. Um dos pontos contrários, que alguns criticam nessa modalidade seria a garantia de permanência do profissional no cargo, mesmo que não tenha características essenciais para uma boa gestão, como por exemplo, liderança, facilidade no trabalho em equipe, articulador de ideias e pessoas. Esta modalidade não considera a participação da comunidade escolar e possibilita uma gestão vitalícia, onde a pessoa do gestor se transformará em “dono da escola”, ficando nessa condição até à sua aposentadoria.
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GESTÃO DEMOCRÁTICA E GESTÃO AUTORITÁRIA E SEUS REFLEXOS NA FUNÇÃO EDUCACIONAL DA ESCOLA

GESTÃO DEMOCRÁTICA E GESTÃO AUTORITÁRIA E SEUS REFLEXOS NA FUNÇÃO EDUCACIONAL DA ESCOLA

Ao que diz respeito há uma escola eficaz a liderança deve ser analisada em alguns pontos relevantes, como um enfoque mais pedagógico do gestor e não apenas administrativo, a atenção às relações humanas e ao ambiente positivo da escola, criação de metas e objetivos que sejam claros, específicos e viáveis, a disciplina sendo trabalhada pela relação professor/aluno dentro da sala de aula e por fim, mas não menos importante, um indispensável acompanhamento das atividades escolares. Para ser bem fundada esta liderança deve ter em si um consenso de valores e objetivos, um planejamento consistente, apoio dos governos para melhoria escolar, bem como, um corpo docente estável e competente.
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Gestão democrática na escola: uma construção coletiva

Gestão democrática na escola: uma construção coletiva

O diretor desempenha um papel fundamental na gestão democrática, pois ele pode dificultar ou facilitar a implantação de procedimentos participativos. De acordo com Luck (2001), em algumas gestões escolares participativa, os diretores dedicam uma grande parte do tempo na capacitação de profissionais, no desenvolvimento de um sistema de acompanhamento escolar e em experiências pedagógicas baseadas na reflexão-ação. Atualmente, as escolas necessitam de gestores capazes de trabalhar e facilitar a resolução de problemas em grupo, que exerça um trabalho de equipe com os professores e colegas, ajudando-os a identificar suas necessidades de capacitação, para que possam adquirir as habilidades necessárias para a uma formação de qualidade. Devem ser capazes de ouvir o que os outros têm a dizer, delegando autoridade e dividindo o poder.
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ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA Versão Preliminar

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA Versão Preliminar

Qualquer membro da escola, assim como um familiar, pode desencadear o processo. Bas- ta, para isso, que uma questão levantada por um incidente na escola (uma festa, uma briga, a pro- posta de uma atividade), ou trazida por um fami- liar (um questionamento sobre a avaliação, por exemplo), ou resultante de algo que ocorreu nas redondezas do prédio seja posta em discussão. Não de forma rápida e superficial, como quando se parte imediatamente para respostas prontas ou para a atribuição de culpas e punições. Mas promovendo a reflexão para além do fato em si, buscando, sem preconceitos, suas possíveis causas e explicações, de modo que as decisões a respeito sejam bem fundamentadas. Na verdade, não faltam motivos para que a escola desenvol- va processos de gestão democrática coletiva, a começar por um dos mais importantes, que é a elaboração, implementação, crítica e reelabora- ção sistemática do Projeto Político-Pedagógico (PPP), questão que será abordada mais para frente.
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O enfoque da Gestão Democrática da Escola no canal educativo TV Escola

O enfoque da Gestão Democrática da Escola no canal educativo TV Escola

A pertinência da reflexão de Habermas ao problema da representação política nas democracias liberais é muito grande. Ainda que não possamos trazer à baila aqui os estudos específicos desse autor sobre a crise de legitimação da ordem política liberal (e do próprio welfare state), é importante concluir o presente tópico chamando a atenção para a tensão crucial vivenciada pela organização escolar no capitalismo contemporâneo. De um lado, pesa sobre as escolas a lógica do mundo sistêmico, não apenas em sentido “extrinsecamente” (observância de leis e regulamentos burocráticos), mas também “intrinsecamente” (currículo científico em sentido estrito). De outro lado, o cotidiano da escola constitui-se ainda em um nicho de racionalidade comunicativa (autonomia de cátedra, currículo oculto, espaços de sociabilidade, etc). No que tange ao problema específico da gestão democrática da escola, em termos habermasianos, talvez possamos dizer que o desafio, teórico e prático, consiste precisamente em discernir a correta aplicação dessas duas formas básicas de racionalidade. Por que faria mais sentido submeter o balancete financeiro mensal da escola a associação de pais dos alunos do que as leis de Newton?
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Gestão democrática: integração escola e comunidade

Gestão democrática: integração escola e comunidade

Um projeto pedagógico não se torna concluído a avaliação, pois é um processo de reflexão contínua sobre a prática que precisa estar sempre atualizada. Constatamos que o ponto de partida da avaliação do projeto pedagógico, implica na reflexão e redefinição, se necessário de suas finalidades e objetivos, de sua estrutura organizacional, incluindo o processo decisório e as organizações do tempo escolar. Assim os atores deverão refletir se as finalidades e os objetivos que a escola vem desejando, tem sentido no momento atual e se devem ser mantidos, ouse algumas delas caírem na obsolência e não são mais condizentes com o atual momento histórico. Ainda em relação às finalidades e os objetivos, deverá ser questionado se a posição política e filosófica da escola está refletida neles, e se a escola vem cumprindo sua finalidade cultural, político-social e humanitária ao lado da formação profissional.
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Gestão democrática e escola de qualidade: a visão de três diretores

Gestão democrática e escola de qualidade: a visão de três diretores

Como podemos observar, há grandes pontos de discussão nas respostas, começando pelas dificuldades apontadas por D1 da questão da politicagem, que seria uma forma de mostrar também para nós o quanto esses comportamentos influenciados através da política ainda existem e o quanto isso é comprometedor para a questão da Gestão Escolar. Segundo Paro (1996), a politicagem ou escolha política na nomeação de diretores é a garantia de favorecimento de interesse de políticos clientelistas. Essa modalidade de escolha permite a abertura de espaço para o favorecimento ilícito de pessoas. Desse modo, percebemos que a seleção de diretores deve ser repensada de modo a atender à comunidade em que eles se inserem.
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Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Paro (2006) imputa essa degeneração da gestão democrática da educação à influência do capitalismo liberal na educação. Aponta que deve haver um rompimento com essa lógica da administração capitalista na administração escolar. O autor sugere que os objetivos da administraçãodevam atender os interesses de toda a sociedade e não somente de alguns privilegiados. A administração, assim, deve deixar de ser uma mera maneira de controlar os trabalhadores e ser um meio, tal qual definido anteriormente, de se conquistar uma sociedade democrática, em que a prioridade seja o ser humano. Quando Paro (2006) aborda essa questão para escola, como instituição, sublinha que esta pode contribuir para que haja uma transformação social. Apoiando-se em Gramsci (apud, 1978) e Saviani (apud, 1987), o autor aponta duas instâncias da escola apta à mencionada transformação social: a sociedade política e a sociedade civil. A primeira com a função de coerção e a segunda com a função de persuasão. Aí é que entra a questão da participação e da democracia articuladas com o conceito de cidadania. Embora tenha se dito que a votação não é o único mecanismo de participação, destaca-se ela é um importante mecanismo de participação, principalmente quando se trata da escolha de um dirigente, como nos processos eletivos de escolha do diretor.
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O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

Para o Coordenador 1, a gestão contribuiu com “a ampla divulgação do processo eleitoral, da formação das chapas, dos cargos a se ocupar, bem como das orientações procedimentais e atitudinais dos participantes”. Quanto à vida do Grêmio, disse que a gestão escolar esteve “intimamente relacionada às contribuições necessárias” à atuação dos estudantes. Já o Coordenador 2 afirmou que a gestão escolar participou “ativamente das atividades do Grêmio” com reuniões semanais para “alinhar as propostas do grupo”. Ambos avaliaram com notas parciais 3 e 4 a orientação, o apoio, a relação dos gestores e professores com o grêmio, a atuação dos estudantes e dos gestores. O Coordenador 1 cita como ação que “deu errado” a proposta de implantar a Rádio Escola, pois isso “dependia de equipamentos e instalação adequada, os quais estavam em processo de aquisição”. Sobre o que “faria diferente”, Coordenador 1 “destinaria uma maior porcentagem de ‘recursos’ necessários” para que o Grêmio funcionasse melhor, com apoio da APM, do Conselho de Escola e equipe de gestão. Para o Coordenador 2, foram cometidos erros como propostas “fora da realidade” e projetos não realizados por “falta de apoio de alguns professores”, mas que o protagonismo é um dos papeis do Grêmio, principalmente na criação de “ações culturais, esportivas, recreativas envolvendo todos os alunos da escola”. Outro papel da entidade é ser “o elo de comunicação entre a gestão e os estudantes” e sua importância reside em tornar o jovem estudante “um cidadão crítico, pensante, democrático”, exercitando sua “ação política dentro da escola”.
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RELAÇÃO FAMILIA E ESCOLA: CONSTRUÍNDO A GESTÃO DEMOCRÁTICA PARTICIPATIVA

RELAÇÃO FAMILIA E ESCOLA: CONSTRUÍNDO A GESTÃO DEMOCRÁTICA PARTICIPATIVA

Nessa perspectiva Puig (2000), nos adverte que, ainda que o termo democracia seja adequado para definir um padrão a ser utilizado nas relações políticas sociais, ele não se adéqua para caracterizar instituições como a família, a escola e os hospitais, uma vez que essas instituições sociais são instituídas por agentes que possuem interesses e responsabilidades diferentes. O autor esclarece que:

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Gestão democrática na escola: percursos e percalços para a sua difusão.

Gestão democrática na escola: percursos e percalços para a sua difusão.

O autor apresenta uma diferenciação entre o sistema de difusão centralizado e o descentralizado. No primeiro, um pequeno grupo de pessoas, entre técnicos e especialistas, decidem como e quando e por quais canais vão difundir uma inovação, bem como quem vai avaliar esse processo. No segundo, um maior número de pessoas vai decidir sobre o processo, incluindo possíveis usuários da inovação. As redes, neste último, são horizontais, favorecendo a difusão. Mas é preciso ressaltar que nem sempre a difusão de uma ideia ou inovação é um processo rápido. Em alguns casos, pode ser um processo bem lento. As estruturas sociais e a comunicação social, neste sentido, têm papel importante nesta difusão de inovação. Na escola, a história, a cultura e as experiências vivenciadas podem determinar a velocidade e a aceitação de uma novidade.
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Diretores e gestão democrática: participação da comunidade na escola

Diretores e gestão democrática: participação da comunidade na escola

Outras justificativas foram associadas: à questão financeira, pois atividades fora da escola eram custosas, requeriam dinheiro para ônibus e a escola não dispunha de tais recursos. Para alguns diretores, conhecer e explorar o entorno significaria custos de seu próprio bolso; à segurança, considerando que as saídas da instituição com alunos eram perigosas, mesmo quando existia a autorização dos pais; ao tamanho da escola, pois atividades no entorno quando se possui um número grande de alunos eram impraticáveis e sua realização era muito trabalhosa; à falta de tempo, considerando que as tarefas já eram demasiadamente intensas, restando pouco tempo para investidas não planejadas; aos conteúdos, uma vez que a complexidade desses conhecimentos para serem cumpridos pelos professores dificultava outras tarefas; à falta de autorização, dado que, muitas vezes, a secretaria de educação não permitia saídas externas; à organização da escola, visto que saídas pedagógicas mudavam toda a rotina da escola.
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GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

Os incisos de I a VI dispõem sobre a organização do espaço educacional brasileiro, especificamente as escolas. Nesse sentido, destaca-se que as condições gerais da escola pública na atualidade evidenciam ocorrências a serem superadas como as destacadas nos incisos mencionados e se desconhece conectada nessa estrutura em questão. E, embora o desejo de superar uma objetividade implícita no individualismo e no ensino burocratizado seja um desejo subjetivo dos sujeitos que constituem a escola como um todo, essa prática da ética cidadã, de superação dos processos e procedimentos burocráticos de construção de relações interpessoais solidárias, de instauração de relações mais solidárias entre os estudantes, proporcionando-lhes espaços de convivência e situações de aprendizagem e a presença articuladora e mobilizadora do gestor no cotidiano da escola e nos espaços com os quais a escola interage, ainda não é uma realidade presente na escola; esses sujeitos continuam sendo alvos de ideologias massacrantes e alienadoras.
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Regimento e projeto político da escola como instrumentos de gestão democrática

Regimento e projeto político da escola como instrumentos de gestão democrática

Vê-se que os documentos da Escola, estruturam e organizam o funcionamento da instituição, esclarecendo as prioridades da instituição, bem como definindo papéis, obrigações. Cabe ressaltar, que no atual momento de tantas mudanças no cenário político, econômico, social e legal, faz-se necessário que todos participem do processo de reestruturação do ensino e façam uma adequação em busca de melhorias no ensino-aprendizagem, visto ser essa a principal responsabilidade da escola. E só é possível lograr êxito na melhoria da educação se houver melhoria no processo de aprendizagem, assim todos precisam estar comprometidos com a missão da instituição.
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Gestão democrática da escola: da idealização teórica à luz da realidade refletida

Gestão democrática da escola: da idealização teórica à luz da realidade refletida

Atribui-se à gestão democrática uma possibilidade de rompimento com o poder centralizador e hierárquico que sempre se manifestou hegemônico na história da educação brasileira. Todavia, com as novas exigências e transformações no sistema produtivo e nas relações de trabalho em nível mundial, novas formas de atuação do estado com as instituições públicas estatais e não-governamentais têm sido modificadas. É nesse contexto de superação ao controle burocratizante do estado, que se busca alcançar a melhoria nas organizações escolares implantando uma nova cultura no ambiente relacional tecida na trama da construção de valores coletivos e concepções críticas da realidade social. Cabe destacar, que o presente estudo não nega que processos educativos devam ser avaliados e monitorados, ou seja, que não haja um controle. O que se propõe nessa discussão é a interferência autoritária e descontextualizada de órgãos da administração pública em suas unidades de ensino. Ao longo do tempo a ideia de burocracia tomou um sentido coloquial contrapondo-se a formas gerenciais de empenho ágil e eficiente. Todavia, se uma sociedade, com seus contextos complexos, se quer democrática, um mínimo de burocracia organizacional se faz necessária. Dito isso, destaca-se o imperativo de se potencializar a edificação de uma escola democrática, que exercite a tomada consciente de iniciativas autônomas, adotadas por membros coletivamente organizados e eticamente voltados para uma postura crítica e cidadã.
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