Top PDF Gestão democrática: planejamento participativo na escola

Gestão democrática: planejamento participativo na escola

Gestão democrática: planejamento participativo na escola

Este trabalho aborda a gestão democrática como uma ação necessária para a melhoria na qualidade do ensino, tendo em vista a formação de indivíduos para a cidadania, possibilitando a auto formação de todos os envolvidos e repensando o exercício a prática profissional no âmbito educacional e escolar. Apresenta a gestão democrática, a participação dos profissionais e da comunidade escolar, a autonomia pedagógica e o exercício pleno da cidadania como os elementos fundamentais da administração da educação, promovendo a efetivação da qualidade do ensino. Discute os princípios da gestão democrática na escola através de pesquisa bibliográfica e de campo, analisando os desafios da ação coletiva no ensino dos dias atuais. Reflete sobre a discussão da luta pela democratização da sociedade, desempenhando um papel na formação de cidadãos conscientes da necessidade de participar de forma ativa das decisões concernentes á educação de nosso país. É de grande importância a gestão democrática, pois exige a compreensão em profundidade dos problemas postos pela prática pedagógica, implica principalmente o repensar da estrutura de poder da escola, incluindo a participação dos representantes dos diferentes segmentos nas decisões desenvolvidas, atuando com autonomia.
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Gestão democrática: um caminho para uma escola melhor

Gestão democrática: um caminho para uma escola melhor

Nesse sentido busca-se compreender o papel desta proposta e de que forma atingem os sujeitos a quem se destina como se devem proceder mediante as exigências necessárias para que haja mudanças na esfera educacional, percebendo gestão democrática como participação coletiva da comunidade escolar frente dos “desafios e limitações de uma sociedade capitalista que por vezes camufla os interesses sociais”. (CONCEIÇÃO MARCOS VINÍCIUS et al 2006). Neste contexto, mediante as necessidades deste modelo de sociedade, e conhecendo as dificuldades, a escola deve buscar mecanismos e condições que favoreçam a realização dos objetivos pretendidos para que as transformações aconteçam. E conforme as diretrizes, seguir estes passos estabelecidos são o caminhos das possibilidades.
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GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA E O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR

GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA E O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR

O gestor é o dirigente de suma importância, responsável pela escola, e tem a visão de um todo, articulando, assim, a unificação de vários setores existentes no processo educacional, tais como: administrativo, pedagógico, secretaria, serviços gerais e principalmente o relacionamento com a comunidade educativa. Diante disso um dos pontos mais importantes para a ocorrência da Gestão Democrática na Escola é o gestor, pois cabe a ele ser carismático, aberto a novas ideias e com iniciativa, que são características de um líder em potencial, o que nos leva a entender que o gestor ideal é aquele que possui um perfil de líder. Na sociedade contemporânea, esse modelo de gestão democrática nos faz refletir como essa gestão contribui no aspecto administrativo. Assim, o novo paradigma da administração escolar traz a ideia e a indicação de gestão compartilhada pela comunidade educativa.
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Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Portanto, é necessário que seja mostrado o que se tem de melhor na educação do Amapá, a fim de que a tão falada gestão democrática na escola pública seja visível em todos os cantos do Brasil, mas de forma relevante, nesta parte norte do país. Deve-se lembrar que pelo Estado do Amapá ser um pequeno espaço dentre os demais estados da federação brasileira, também possui uma educação que visa qualidade e destaque perante grandes centros urbanos quem sabe, fora do Brasil.

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GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA E GESTÃO DO ENSINO: A CONTRIBUIÇÃO DOCENTE À CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA.

GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA E GESTÃO DO ENSINO: A CONTRIBUIÇÃO DOCENTE À CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA NA ESCOLA.

A tendência crescente, sobretudo a partir da década de oitenta, de se falar em escola democrática, lançou para a comunidade social, escolar e acadêmica o de- safio de se pensar em projetos educativos alternativos, contrários à centralização de poder, geralmente, promovida pelas políticas públicas de cunho neoliberal capitalis- ta, através do controle dos recursos para a educação, da fiscalização das propostas pedagógicas das escolas e do trabalho docente, e também pelo boicote material das condições de trabalho dos/as profissionais da educação. Nessa perspectiva, buscar a autonomia da escola por meio da partilha de ideias, com oportunidade de deli- beração; através da construção de um Projeto Político Pedagógico autêntico, com personalidade própria; e também por meio de grupos colegiados, constituídos por representantes de todos os segmentos da comunidade escolar, são caminhos pensa- dos e trilhados atualmente pelas escolas que perseguem a gestão democrática.
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Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

O presente trabalho teve como objetivo, discutir a gestão escolar sob a perspectiva das dimensões de organização da gestão democrática na escola pública, por meio do Projeto Político Pedagógico e de implementação, por meio dos Conselhos escolares. Tomou-se como objeto de estudo a E.E.E.F. Francisco Costa, Duas Estradas-PB, através da qual se analisou como a gestão democrática tem contribuído com a prática pedagógica da escola, como também, relatou-se as atividades desenvolvidas pela equipe de gestores e sua relevância no processo pedagógico da escola. Utilizou-se no estudo, o método qualitativo tendo como principal instrumento para coleta de dados, o questionário aplicado a uma amostra de dez docentes. Os resultados da pesquisa foram apresentados em quadros contendo a percepção dos entrevistados sobre a gestão da E.E.E.F. Francisco Costa, sentimentos em relação à gestão participativa e democrática, de maneira que o Projeto Político Pedagógico é colocado em prática durante o ano, participação do Conselho Escolar na escola e a as relações deste com a Gestão e, práticas da Gestão na E.E.E.F. Francisco Costa no que se refere à melhoria do ensino e de aprendizagem. Com relação aos resultados, a pesquisa realizada proporcionou a todos os docentes a oportunidade de refletir sobre a importância da participação de todos envolvidos no processo educativo, como também analisar o trabalho feito pela gestão escolar numa perspectiva democrática e participativa, percebendo de que forma essa participação poderá ser otimizada.
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ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA Versão Preliminar

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA Versão Preliminar

Qualquer membro da escola, assim como um familiar, pode desencadear o processo. Bas- ta, para isso, que uma questão levantada por um incidente na escola (uma festa, uma briga, a pro- posta de uma atividade), ou trazida por um fami- liar (um questionamento sobre a avaliação, por exemplo), ou resultante de algo que ocorreu nas redondezas do prédio seja posta em discussão. Não de forma rápida e superficial, como quando se parte imediatamente para respostas prontas ou para a atribuição de culpas e punições. Mas promovendo a reflexão para além do fato em si, buscando, sem preconceitos, suas possíveis causas e explicações, de modo que as decisões a respeito sejam bem fundamentadas. Na verdade, não faltam motivos para que a escola desenvol- va processos de gestão democrática coletiva, a começar por um dos mais importantes, que é a elaboração, implementação, crítica e reelabora- ção sistemática do Projeto Político-Pedagógico (PPP), questão que será abordada mais para frente.
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Gestão democrática: integração escola e comunidade

Gestão democrática: integração escola e comunidade

O presente trabalho tem como tema a relação entre a gestão escolar e a comunidade a cerca dos princípios que norteiam a gestão escolar quando esta se caracteriza como democrática, bem como, sua integração com a comunidade tendo em vista alguns aspectos escolares e extra-escolares. Pretende, ainda, refletir sobre o papel do gestor no sentido de garantir a participação da comunidade escolar nas decisões de âmbito pedagógico, financeiro e administrativo, trazendo os diversos instrumentos que favorecem esta participação. Esta é uma abordagem investigativa realizada por meio de pesquisa bibliográfica na qual foram utilizadas como fontes de estudo obras de relevante importância sobre o tema, livros, artigos científicos, revistas pedagógicas, instituições de educação de atendimento na área; além de sites sobre o tema. A gestão escolar não deve ser enxergada somente como um conjunto de práticas burocráticas voltadas à escola, mas sim, precisa ser vista como um viés de promoção do fazer democrático e da cidadania. Atualmente, não há como a escola subsistir sozinha no que diz respeito às suas atribuições, se considerarmos tanto fatores externos que existem à sua volta. Os resultados enfatizam a importância da gestão democrática para a qualidade do ensino e mostram que, embora já tenham acontecido importantes avanços, ainda existe uma necessidade de se aprofundar a compreensão em torno da temática, ampliar os espaços de discussão e unir esforços na luta por uma efetiva gestão democrática, condição fundamental para a melhoria da qualidade na educação.
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Gestão democrática na escola: uma construção coletiva

Gestão democrática na escola: uma construção coletiva

Partindo desses pressupostos, devemos enfatizar então que a democracia na escola por si só não tem significado. Ele só faz sentido se estiver vinculada a uma percepção de democratização da sociedade. Na gestão democrática deve haver a compreensão da reunião de esforços coletivos para o implemento dos fins da educação, para tanto, exige a definição clara dos conceitos de autonomia, democratização, descentralização, qualidade e participação, que devem ser debatidos no interior das escolas. Assim como a compreensão e aceitação do princípio de que a educação é um processo de emancipação humana, que o Projeto Político- Pedagógico (PPP) e o Regimento Escolar devem ser elaborados através de construção coletiva e que além da formação deve haver o fortalecimento dos Conselhos Escolares.
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Gestão democrática na escola: pequenos fragmentos

Gestão democrática na escola: pequenos fragmentos

O referido trabalho tem por finalidade apresentar algumas reflexões, acerca da Gestão democrática em uma escola pública na cidade de Bananeiras-PB. Visando colher dados, reflexões relevantes, no que tange ao modo de gerir da escola investigada. Inicialmente, tivemos como ponto de partida, a pesquisa bibliográfica e consequentemente a coleta de dados, com os gestores da então escola, com o objetivo de avaliar as práticas de gestão adotadas no cotidiano escolar. Nesse sentido, procuramos verificar se as práticas de gerir, vivenciadas pelos gestores estão de acordo com o que sugere a gestão democrática e mais ainda, quais suas concepções sobre gestão. Esses dados, resultaram de um questionário aplicado aos mesmos que respondem pela referida escola. Para fomentar esse estudo, acerca da gestão, a pesquisa foi fundamentada em autores como, Luck, (2005), Libâneo (2005), PARO (2007 ), Wittann (1995 ), entre outros estes, trazem elementos fundamentais, que remetem ao novo modelo educacional de conduzir uma instituição escolar na atualidade e essa forma de gerir responde como gestão democrática.
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A gestão democrática e o uso das TIC’s na escola

A gestão democrática e o uso das TIC’s na escola

O presente artigo discute a importância da implementação da Gestão Democrática na Escola pública, a qual é estabelecida pela Constituição Federal e a Lei Das Diretrizes e Bases da educação Nacional (LDB), apresentando um breve esclarecimento sobre o papel que a educação desempenha em sentido amplo no desenvolvimento das pessoas e das sociedades, caminhando em direção ao ato de educar na era da Tecnologia de informação e conhecimento (TIC’s), que possibilita auxiliar todos os profissionais no processo de ensino-aprendizagem, conforme as necessidades, habilidades pessoais, recursos e materiais disponíveis na escola. Sabe-se que as tecnologias acompanham a história da humanidade desde os tempos mais remotos e hoje o mundo vive um acelerado desenvolvimento em que elas estão presentes direta e indiretamente na vida dos cidadãos, não se trata de usa-las apenas para registrar tendo em vista o controle burocrático, mas que possa abranger também a dimensão técnico-administrativa e a pedagógica. O estudo aponta ainda que a sociedade brasileira demanda uma educação de qualidade, que se posicione na linha de frente da luta contra exclusões que garantam aprendizagens significativas, visando formar cidadãos críticos, autônomos e participativos, no entanto é necessário que o gestor reflita sobre sua atuação, com objetivo de superar os modelos ultrapassados e intoleráveis da prática administrativa, bem como, compreender os problemas postos pela prática pedagógica, a qual exige paciência, esforço e dedicação. Para compreendermos melhor nosso pensamento e desenvolver com mais propriedade nossas ideias, lançamos mão do conhecimento expresso por autores como: LÜCK (2008), LIBÂNEO (2008), MORAN (2012), DANIEL (2003) entres outros, que fundamentam esse trabalho e nos apontam possíveis caminhos para chegarmos a uma conclusão lógica sobre a realidade apresentada.
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Gestão democrática da escola: construção e contradições

Gestão democrática da escola: construção e contradições

Sendo assim, a escola passa a ser não apenas o lugar de sistematização do conhecimento estabelecido pela matriz curricular, mas, um espaço de interação e prática da gestão democrática com o propósito de dialogar com a diversidade cultural e ideológica existente na individualidade de cada membro da comunidade escolar, formando, assim, um cidadão crítico e participativo. Segundo Moura (2010), no tocante à educação nacional, pelos dispositivos constitucionais vigentes, a gestão foi adjetivada como “democrática”, isto é, a educação escolar pública – que acontece pelo ensino, como traz a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), “deverá” ser “gestada” de forma democraticamente política, dentro dos princípios da Administração Pública.
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Avaliação e planejamento em educação (escolar) no contexto do projeto político pedagógico : a perspectiva da gestão democrática e a escola eficaz

Avaliação e planejamento em educação (escolar) no contexto do projeto político pedagógico : a perspectiva da gestão democrática e a escola eficaz

O objetivo deste trabalho é apresentar considerações e reflexões sobre o Planejamento Escolar e a influência da gestão da Escola Classe 215 de Santa Maria ampliando suas responsabilidades na busca da qualidade de ensino e ainda investigar como é realizado o planejamento escolar, se há gestão democrática e como a comunidade educativa participa das atividades escolares. Inicialmente, uma discussão sobre a gestão democrática e os objetivos específicos da pesquisa, em seguida a fundamentação baseada nos estudos de Heloísa Lück, Valerien e Dalmás entre outros, os quais analisam o planejamento escolar por meio da função da escola e da participação ativa de pais, alunos, professores, coordenadores e funcionários, perpassando pelos conceitos de aprendizagem segundo Vygotsky, e o que prevê as leis Distrital e Federal sobre o termo. Por fim, análise dos questionários aplicados visualizando situação da escola e formas alternativas que contribuam no processo de construção de uma escola democrática e autônoma. Os resultados dão base a uma gestão escolar que tem buscado compartilhar metas e estabelecer liderança democrática de acordo com os princípios da eficácia escolar. O planejamento escolar é elaborado pela maioria e avaliado em médio prazo, porém, existem falhas na totalidade do que foi planejado e no envolvimento da família com os projetos da escola. O gestor percebe-se parte integrante da construção da gestão democrática e do alcance do ensino de qualidade, mas realiza algumas atividades de forma fragmentada. Portanto, a influência do gestor na qualidade e na realização do que foi planejado é direta, mas necessita de todos os membros da instituição e da comunidade escolar. As informações contidas possibilitam a reorganização das práticas pedagógicas da instituição, redimensionando o trabalho até então realizado.
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Gestão democrática e escola de qualidade: a visão de três diretores

Gestão democrática e escola de qualidade: a visão de três diretores

Conforme Borges (2008), a gestão democrática pode ser considerada o mecanismo pelo qual todos os segmentos que participam do processo educativo aliam-se para definição dos rumos que a escola deve seguir em suas decisões, em um processo contínuo de avaliação das ações do grupo. Desse modo, uma real democratização da educação não ocorre sem os diferentes sujeitos; ela se faz com a possibilidade de acesso irrestrito à escola, garantias da permanência dos estudantes no processo educativo, com a oferta de uma educação de qualidade socialmente referenciada e com a disponibilidade de espaços para o exercício democrático (NIEVOLA, 2011).
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O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

Obviamente, não se trata de mera questão semântica ou de nomenclatura. A concepção de Gestão Democrática pressupõe maior simetria entre as partes, e o Grêmio Estudantil deveria ser um espaço para a aprendizagem de relações democráticas e participativas. Logo, a figura de um presidente acaba por delegar poder a uma única pessoa, cuja cooptação pela direção escolar poderia comprometer a efetiva participação dos demais membros do grêmio. Por sua vez, a distribuição de poder pelos seus membros torna a vida do grêmio mais independente das interferências da gestão escolar, pois as decisões seriam tomadas de forma coletiva e consensual. Ressaltamos que o “processo de conquista do direito passa normalmente pelas fases do planejamento participativo: tomada de consciência, que descobre a discriminação como injustiça; proposta de enfrentamento prático da questão; necessidade de organização política” (DEMO, 1993, p. 63). Isso se torna mais eficaz se feito de forma colegiada, com pesos de decisão iguais.
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Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Paro (2006) imputa essa degeneração da gestão democrática da educação à influência do capitalismo liberal na educação. Aponta que deve haver um rompimento com essa lógica da administração capitalista na administração escolar. O autor sugere que os objetivos da administraçãodevam atender os interesses de toda a sociedade e não somente de alguns privilegiados. A administração, assim, deve deixar de ser uma mera maneira de controlar os trabalhadores e ser um meio, tal qual definido anteriormente, de se conquistar uma sociedade democrática, em que a prioridade seja o ser humano. Quando Paro (2006) aborda essa questão para escola, como instituição, sublinha que esta pode contribuir para que haja uma transformação social. Apoiando-se em Gramsci (apud, 1978) e Saviani (apud, 1987), o autor aponta duas instâncias da escola apta à mencionada transformação social: a sociedade política e a sociedade civil. A primeira com a função de coerção e a segunda com a função de persuasão. Aí é que entra a questão da participação e da democracia articuladas com o conceito de cidadania. Embora tenha se dito que a votação não é o único mecanismo de participação, destaca-se ela é um importante mecanismo de participação, principalmente quando se trata da escolha de um dirigente, como nos processos eletivos de escolha do diretor.
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GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

A presente dissertação trata da “Gestão Escolar na Escola Pública: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática”, na perspectiva de apreender a concepção de gestão escolar que norteia as práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual em São Luís-Maranhão. A metodologia orienta-se no materialismo histórico-dialético e utiliza pesquisa bibliográfica, documental e de campo, subsidiada por levantamento dos dados empíricos através da realização de entrevistas semiestruturadas aplicadas a uma amostra constituída por 35 sujeitos, cujas informações possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a realidade social vivenciada pela escola pública e suas relações com o contexto social e educacional, materializado pelo reconhecimento dos discursos contraditórios dos sujeitos na efetivação das políticas de gestão escolar. Dentre os autores que referenciaram o presente estudo, destacam-se: Marx (1979), Gramsci (1999), Piotte (1975), Kosik (1976), Gruppi (1978), Oliveira (2010), Cabral Neto (2007), (2009), (2011), Libâneo (2012), Ferreira (2006), Savianni (2001), (2007), Dourado (2001), (2006), Frigoto (1999), (2003), entre outros. O texto dissertativo está estruturado em capítulos, sendo o primeiro reservado à demarcação inicial do objeto, aos objetivos e às questões norteadoras, ao percurso metodológico e à organização do texto. No segundo, analisam-se as transformações decorrentes do progresso técnico científico e seus impactos na configuração das políticas educacionais e na gestão da educação. No terceiro, reflete-se sobre as concepções de administração e gestão escolar no âmbito do sistema educacional brasileiro. No quarto capítulo, abordam-se as políticas de gestão da educação no estado do Maranhão e realiza-se a caracterização das práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual. A realidade observada revelou que as políticas educacionais de gestão escolar representam mais possibilidades de manutenção de controle do sistema educacional, dos resultados, da flexibilização, das metas e dos indicadores, do que a efetivação da autonomia, participação, do interesse coletivo e da democratização oriundos de uma perspectiva democrática. Concluiu-se que a realidade pesquisada caminha mais alinhada ao controle das concepções gerencialistas do que das orientações democrático-participativas.
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O enfoque da Gestão Democrática da Escola no canal educativo TV Escola

O enfoque da Gestão Democrática da Escola no canal educativo TV Escola

A pertinência da reflexão de Habermas ao problema da representação política nas democracias liberais é muito grande. Ainda que não possamos trazer à baila aqui os estudos específicos desse autor sobre a crise de legitimação da ordem política liberal (e do próprio welfare state), é importante concluir o presente tópico chamando a atenção para a tensão crucial vivenciada pela organização escolar no capitalismo contemporâneo. De um lado, pesa sobre as escolas a lógica do mundo sistêmico, não apenas em sentido “extrinsecamente” (observância de leis e regulamentos burocráticos), mas também “intrinsecamente” (currículo científico em sentido estrito). De outro lado, o cotidiano da escola constitui-se ainda em um nicho de racionalidade comunicativa (autonomia de cátedra, currículo oculto, espaços de sociabilidade, etc). No que tange ao problema específico da gestão democrática da escola, em termos habermasianos, talvez possamos dizer que o desafio, teórico e prático, consiste precisamente em discernir a correta aplicação dessas duas formas básicas de racionalidade. Por que faria mais sentido submeter o balancete financeiro mensal da escola a associação de pais dos alunos do que as leis de Newton?
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Conselho de escola: limites e possibilidades da gestão democrática

Conselho de escola: limites e possibilidades da gestão democrática

No ano de 2004, as atas de eleição dos representantes de todos os segmentos apresen- tam a mesma estrutura e conteúdo, diferenciando-se na identificação do segmento a que se referem, bem como no número recebido e horário de realização; o mesmo ocorre nos dois anos subseqüentes. Nesses anos, assim como em 2003, não trazem qualquer registro sobre a condução da reunião e os procedimentos adotados. A quem coube a coordenação do processo de votação? Encontrando-se a diretora da escola presente em todas as reuniões de eleição, assumiu a coordenação da votação ou isto coube a um dos integrantes do segmento? Houve apresentação antecipada de candidatos ou estes se apresentaram no momento da reunião? A- presentaram-se ou foram indicados pelos pares? A votação ocorreu através de voto secreto, voto aberto ou por aclamação? Caso não tenham sido eleitos por unanimidade, qual a votação recebida pelos eleitos? Que percentual isto significa, considerando o total de participantes? Esclarecimentos foram solicitados pelos presentes? Ocorreu algum questionamento ou mani- festações de natureza semelhante? Os registros não apresentam resposta para estas e outras muitas indagações que podem ser feitas. Assim, não permitem identificar as idéias que flores- ceram em debates realizados antes da eleição, caso espaço tenha havido para isto, bem como as aspirações do segmento em sua totalidade e o interesse de seus componentes para se elege- rem conselheiros e, ainda, o grau de importância do pronunciamento do Diretor da escola, como elemento motivador para participação e engajamento da comunidade no cotidiano da escola e, de modo específico, na tomada de decisões, característica da gestão democrática.
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Gestão democrática na escola: percursos e percalços para a sua difusão.

Gestão democrática na escola: percursos e percalços para a sua difusão.

No Brasil, o princípio da gestão democrática é assegurado na legislação, nas esferas federais, estaduais e municipais, como por exemplo na Constituição Federal de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996, além dos planos educacionais. Tal princípio passa a ser replicado e ratificado na legislação federal de estados e municípios brasileiros. Durante cerca de três décadas, o princípio da gestão democrática vem sendo replicado em leis, diretrizes e documentos da educação brasileira. Neste contexto, a pergunta norteadora desta investigação é: A legislação e documentos educacionais brasileiros garantem a difusão do princípio da gestão democrática na escola? Esta questão problema encaminhou este estudo para seus objetivos. O objetivo principal busca: analisar a difusão do princípio da gestão democrática em escolas públicas municipais de Feira de Santana. E, através de três objetivos específicos, procura: discutir os mecanismos e/ou instrumentos de difusão, fomento e acompanhamento da gestão democrática nas escolas públicas municipais de Feira de Santana; analisar o alinhamento e desdobramentos da temática gestão democrática nessas escolas públicas municipais, a partir da legislação e documentos oficiais da educação; bem como compreender os sentidos atribuídos à gestão democrática pelos diversos segmentos envolvidos no processo educacional das escolas públicas municipais de Feira de Santana. Este estudo fundamenta-se nos temas: Gestão Democrática e Participação, Difusão, Memética, além da legislação educacional e diretrizes nacionais brasileiras. Para alcançar os objetivos propostos, optou-se por uma metodologia que privilegiasse ouvir os sujeitos e explorar documentos e leis. Seguindo esta dinâmica, foi realizada uma pesquisa de abordagem qualitativa, por entender que esta pode contribuir para uma maior aproximação entre o pesquisador, os sujeitos e o objeto de investigação, seu contexto e sua complexidade. Os resultados alcançados revelaram que, o princípio da gestão democrática é bem difundido entre documentos e legislação educacional dos sistemas, porém há lacunas e dissipação das informações nos documentos no âmbito das escolas. No que se refere à difusão entre documento - pessoas e pessoas- pessoas, a dissipação é mais acentuadas. Segmentos como alunos e funcionários desconhecem a legislação educacional e são, também, os que menos participam da tomada de decisões na escola.
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