Top PDF Gestão democrática: um caminho para uma escola melhor

Gestão democrática: um caminho para uma escola melhor

Gestão democrática: um caminho para uma escola melhor

A partir do tema gestão democrática- Estágio Supervisionado I, refletimos a cerca de participação e integração de uma escola melhor, que busca a formação de cidadãos críticos e conscientes de seus direitos e deveres. Valorizando a importância do trabalho coletivo no processo de construção de uma sociedade mais justa e igualitária que atenda aos anseios da comunidade escolar e equivalentes. Partindo de um planejamento coletivo das ações e partilhamento das atividades e responsabilidades, compreender a necessidade da organização das atividades conforme os objetivos pretendidos e desenvolver estratégias que viabilizem a realização e a perspectiva de conquistas. Para tanto, elaborar um projeto colaborativo com embasamento teórico na área, a partir de um problema na instituição, mediante discussão com os profissionais, e apresentar atividades aos alunos e comunidade escolar que possam contribuir para minimizar com a indisciplina escolar em questão, foi um requisito destacado.
Mostrar mais

46 Ler mais

Gestão democrática na escola

Gestão democrática na escola

Entretanto, essas atitudes atropelam a educação, em especial a sociedade brasileira. O gestor educacional para se manter em tal cargo precisa ter um foco e sustentar a autoridade, o que lhe permite uma organização precisa do trabalho, executando de maneira equilibrada, liderando a autonomia do professor fazendo com que ele perceba o seu compromisso em planejar uma atividade pedagógica e dando sequência aos demais profissionais da área, para obter o controle e o envolvimento no que lhe cabe como profissional. Neste caminho, é propícia uma política educacional que evidencie a criação de possibilidades, para que a manifestação democrática se perdure no cidadão.
Mostrar mais

26 Ler mais

Gestão democrática na escola: pequenos fragmentos

Gestão democrática na escola: pequenos fragmentos

Toda conquista é de alguma forma resultante da união de forças. E a força maior que rege as demais nesse trajeto, é sem sombra de dúvida, o nosso Deus, que nos dá sustento para que consigamos alcançar os objetivos de nossa vida. Por isso, agradeço primeiramente a esse ser sublime, que ao longo desse caminho espinhoso, , de alguma forma, sempre esteve presente, em meio as tempestades. Em seguida, agradeço a meus familiares, mãe, filhas, esposo, irmã, primos e amigos, que dividiram comigo, bons e maus momentos no decorrer do curso.
Mostrar mais

23 Ler mais

GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA

GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA

Em busca de uma administração democrática existe um caminho a se percorrer quebrando muitos paradigmas, dentre os quais se destaca a forma de administrar que deverá ser horizontal e não mais verticalizada como antes. Além disso, Luck (2008, p. 76-77.) salienta que o estilo de liderança é o ponto chave para o sucesso desta forma de gestão, pois o diretor precisa ter habilidades para promover e lidar com as pessoas, segurança da sua autoridade, ter empatia, dedicação, aceitação aos desafios, espírito de equipe, comunicação clara e atraente, mantendo um exercício contínuo do diálogo aberto e da capacidade de ouvir.
Mostrar mais

9 Ler mais

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Nesse sentido o conselho escolar buscará formas de incentivar a participação de todos os segmentos envolvidos no processo educativo, de modo a assegurar a sua adesão e comprometimento com as ideias de renovação democrática dos espaços e das políticas escolares. É, pois, um suporte de apoio que visa promover a participação, visando injetar novas experiências na vida da escola para que ela inove a sua prática pedagógica, socializa conhecimentos, executando projetos que promovam o bem-estar social, preservem a sua credibilidade educativa e consolidem o seu ideal de globalizar e difundir uma educação de qualidade, em prol de uma melhor condição de vida para todos, tornando a aprendizagem como um compromisso de toda a escola (MARQUES, 1992, p. 22).
Mostrar mais

35 Ler mais

Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

A eleição dos membros dos órgãos diretivos, dos principais detentores de cargos nas escolas e dos representantes dos vários corpos com participação nos processos de decisão representa um quesito considerado elementar, especialmente por contraste com a situação longamente vivida durante o regime autoritário e com os seus critérios de nomeação de órgãos unipessoais (reitores e diretores), tendo por base a confiança política entre governantes e personalidades nomeadas. De há muito que são debatidas as vantagens e os inconvenientes das três formas clássicas de escolha dos dirigentes escolares (eleição, concurso, nomeação, e ainda com possibilidade de recurso a uma combinação entre várias formas de designação). A eleição, estando em causa a escolha entre ideários ou distintos projetos político-pedagógicos para a escola é, do ponto de vista democrático, uma opção mais coerente, embora haja que atender a múltiplos fatores, com maior ou menor intensidade democrática, como os critérios de elegibilidade, a definição de eleitor, os processos eleitorais, a duração dos mandatos, as competências a exercer, sabendo-se que a simples eleição não pode ser considerada de forma atomizada e independente do grau de participação. É, todavia, uma regra nuclear da democracia e, nas escolas, também um testemunho e uma prática com potencial impacto numa educação para e pela democracia, mesmo considerando que a competência técnica pode ser melhor garantida através do concurso e que a nomeação, em regimes democráticos, não é solução rara. Mas a eleição é democraticamente superior e, de resto, mais favorável à possível combinação entre práticas de democracia direta e práticas de democracia representativa nas escolas.
Mostrar mais

72 Ler mais

O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

Para o Coordenador 1, a gestão contribuiu com “a ampla divulgação do processo eleitoral, da formação das chapas, dos cargos a se ocupar, bem como das orientações procedimentais e atitudinais dos participantes”. Quanto à vida do Grêmio, disse que a gestão escolar esteve “intimamente relacionada às contribuições necessárias” à atuação dos estudantes. Já o Coordenador 2 afirmou que a gestão escolar participou “ativamente das atividades do Grêmio” com reuniões semanais para “alinhar as propostas do grupo”. Ambos avaliaram com notas parciais 3 e 4 a orientação, o apoio, a relação dos gestores e professores com o grêmio, a atuação dos estudantes e dos gestores. O Coordenador 1 cita como ação que “deu errado” a proposta de implantar a Rádio Escola, pois isso “dependia de equipamentos e instalação adequada, os quais estavam em processo de aquisição”. Sobre o que “faria diferente”, Coordenador 1 “destinaria uma maior porcentagem de ‘recursos’ necessários” para que o Grêmio funcionasse melhor, com apoio da APM, do Conselho de Escola e equipe de gestão. Para o Coordenador 2, foram cometidos erros como propostas “fora da realidade” e projetos não realizados por “falta de apoio de alguns professores”, mas que o protagonismo é um dos papeis do Grêmio, principalmente na criação de “ações culturais, esportivas, recreativas envolvendo todos os alunos da escola”. Outro papel da entidade é ser “o elo de comunicação entre a gestão e os estudantes” e sua importância reside em tornar o jovem estudante “um cidadão crítico, pensante, democrático”, exercitando sua “ação política dentro da escola”.
Mostrar mais

13 Ler mais

Gestão democrática e escola de qualidade: a visão de três diretores

Gestão democrática e escola de qualidade: a visão de três diretores

Verificou-se que os três diretores abordados pela pesquisa têm conhecimento e consciência sobre os conceitos, elementos e implicações da aplicação da Gestão Democrática Escolar e de uma consequente educação de qualidade. Um diretor escolar é a pessoa que dirige, controla e organiza a instituição escolar, sendo referência na tomada de decisões e na condução de situações, mesmo em um ambiente de gestão democrática. É desejável que esse gestor tenha formação em alguma área correlata para uma melhor atuação de suas atribuições, situação que não foi constatada em nenhum dos três casos.
Mostrar mais

16 Ler mais

A gestão democrática e o uso das TIC’s na escola

A gestão democrática e o uso das TIC’s na escola

O presente artigo discute a importância da implementação da Gestão Democrática na Escola pública, a qual é estabelecida pela Constituição Federal e a Lei Das Diretrizes e Bases da educação Nacional (LDB), apresentando um breve esclarecimento sobre o papel que a educação desempenha em sentido amplo no desenvolvimento das pessoas e das sociedades, caminhando em direção ao ato de educar na era da Tecnologia de informação e conhecimento (TIC’s), que possibilita auxiliar todos os profissionais no processo de ensino-aprendizagem, conforme as necessidades, habilidades pessoais, recursos e materiais disponíveis na escola. Sabe-se que as tecnologias acompanham a história da humanidade desde os tempos mais remotos e hoje o mundo vive um acelerado desenvolvimento em que elas estão presentes direta e indiretamente na vida dos cidadãos, não se trata de usa-las apenas para registrar tendo em vista o controle burocrático, mas que possa abranger também a dimensão técnico-administrativa e a pedagógica. O estudo aponta ainda que a sociedade brasileira demanda uma educação de qualidade, que se posicione na linha de frente da luta contra exclusões que garantam aprendizagens significativas, visando formar cidadãos críticos, autônomos e participativos, no entanto é necessário que o gestor reflita sobre sua atuação, com objetivo de superar os modelos ultrapassados e intoleráveis da prática administrativa, bem como, compreender os problemas postos pela prática pedagógica, a qual exige paciência, esforço e dedicação. Para compreendermos melhor nosso pensamento e desenvolver com mais propriedade nossas ideias, lançamos mão do conhecimento expresso por autores como: LÜCK (2008), LIBÂNEO (2008), MORAN (2012), DANIEL (2003) entres outros, que fundamentam esse trabalho e nos apontam possíveis caminhos para chegarmos a uma conclusão lógica sobre a realidade apresentada.
Mostrar mais

28 Ler mais

Gestão democrática: planejamento participativo na escola

Gestão democrática: planejamento participativo na escola

A gestão democrática é muito importante, pois exige a participação de toda a comunidade escolar nas decisões do processo educativo, o que resultará a democratização das relações que se desenvolvem na escola, contribuindo para o aperfeiçoamento administrativo-pedagógico. Sendo assim, trabalhar com gestão democrática no âmbito escolar pode melhorar o que é específico da escola – o seu ensino, proporcionando um melhor conhecimento do seu funcionamento e de todos os envolvidos (pais, alunos, professores, diretor, auxiliares e toda a comunidade escolar), assim, a escola terá a possibilidade de construir a democracia.
Mostrar mais

24 Ler mais

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

Constatou-se que a concepção de gestão escolar no âmbito do sistema educacional brasileiro está permeada por elementos característicos dos modelos vigentes nos respectivos contextos históricos em que são formalizadas as concepções e definições da função e atribuições da gestão escolar, entretanto, se distancia-se dos interesses e das necessidades dos sujeitos da escola estadual pesquisada em São Luís. A concepção de gestão se insere no contexto das políticas mundiais, nacionais e locais, e nas predisposições ligadas aos preceitos regulatórios das instituições de interesses produtivos mundiais, tendo que se ajustar às mudanças oriundas do contexto político econômico capitalista, que elege a perspectiva gerencialista como aquela que melhor atende aos interesses do capital. Essa concepção vem, a partir da década de 90 do século passado, assumindo posição relevante uma vez que está atrelada aos interesses econômicos. Já a concepção democrático-participativa é percebida em algumas faces dos instrumentos legais e normativos, mas que, na prática da gestão escolar, não se apresenta de forma empreendedora e efetiva.
Mostrar mais

178 Ler mais

Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Portanto, é necessário que seja mostrado o que se tem de melhor na educação do Amapá, a fim de que a tão falada gestão democrática na escola pública seja visível em todos os cantos do Brasil, mas de forma relevante, nesta parte norte do país. Deve-se lembrar que pelo Estado do Amapá ser um pequeno espaço dentre os demais estados da federação brasileira, também possui uma educação que visa qualidade e destaque perante grandes centros urbanos quem sabe, fora do Brasil.

14 Ler mais

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA Versão Preliminar

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA Versão Preliminar

É possível constatar que o problema do estabelecimento de medidas ou de políticas sem ouvir diretamente os interessados está relacio- nado, de um lado, ao argumento de que, dadas as dimensões do país e de sua população, é difícil fazê-lo. Daí as eleições em diversos níveis, por meio das quais escolhemos vereadores, deputa- dos, senadores, prefeitos, governadores e o pre- sidente, dos quais se espera a representação de forma ética e responsável e aos quais é delegada a incumbência de elaborar leis e de implementá- las, com a colaboração de ministros e secretá- rios, o que define hierarquias de responsabilida- de e de poder. É com base nessas prerrogativas e nesse poder que se elaboram e se definem políticas, não só de educação, mas também de saúde, habitação, saneamento, transportes, etc., às vezes até ouvindo a população por meio de abaixo-assinados ou de manifestações de repre- sentantes mais próximos delas, como sindicatos, associações, etc. A isso se chama democracia re- presentativa. Por mais difícil que seja e ainda que apresente problemas bem conhecidos (persona- lismos, corrupção, etc.), é melhor a presença do que a falta dela, pois significaria deixar as deci- sões nas mãos de uma pessoa ou de um pequeno grupo.
Mostrar mais

55 Ler mais

Políticas públicas da educação e gestão democrática e participativa na escola

Políticas públicas da educação e gestão democrática e participativa na escola

A participação na gestão da escola proporciona um melhor conhecimento do seu funcionamento e de todos os seus atores, favorece um contato permanente entre professores e alunos, levando ao conhecimento mútuo. No entanto, não implica apenas em envolver todos e considerar seus interesses, significa também organização de modo a permitir que as ações e projetos da escola se concretizem por meio de uma liderança reconhecida e consentida por todos. Gerir democraticamente é incentivar a participação, pois “participar é ter o poder de definir os fins e os meios de uma prática social, que pode se exercida diretamente ou através de mandatos, delegações ou representações”. (COSTA apud UFSC, 2009, p.10). Por meio da participação o cidadão aprende a fazer uso dos seus direitos e resguardar os direitos de sua comunidade.
Mostrar mais

62 Ler mais

RELAÇÃO FAMILIA E ESCOLA: CONSTRUÍNDO A GESTÃO DEMOCRÁTICA PARTICIPATIVA

RELAÇÃO FAMILIA E ESCOLA: CONSTRUÍNDO A GESTÃO DEMOCRÁTICA PARTICIPATIVA

Escola é o espaço formal e sistematizado no qual se desenvolvem atividades voltadas para a construção e assimilação do conhecimento e Família é um grupo social que tem residência comum que coopera economicamente e que se produz. Assim torna-se relevante pensar que as ações concretas que poderão se realizar a partir dessa integração promoverá a participação qualitativa que, conforme nos esclarece Abranches (2003, p. 24), ocorre

6 Ler mais

O enfoque da Gestão Democrática da Escola no canal educativo TV Escola

O enfoque da Gestão Democrática da Escola no canal educativo TV Escola

A pertinência da reflexão de Habermas ao problema da representação política nas democracias liberais é muito grande. Ainda que não possamos trazer à baila aqui os estudos específicos desse autor sobre a crise de legitimação da ordem política liberal (e do próprio welfare state), é importante concluir o presente tópico chamando a atenção para a tensão crucial vivenciada pela organização escolar no capitalismo contemporâneo. De um lado, pesa sobre as escolas a lógica do mundo sistêmico, não apenas em sentido “extrinsecamente” (observância de leis e regulamentos burocráticos), mas também “intrinsecamente” (currículo científico em sentido estrito). De outro lado, o cotidiano da escola constitui-se ainda em um nicho de racionalidade comunicativa (autonomia de cátedra, currículo oculto, espaços de sociabilidade, etc). No que tange ao problema específico da gestão democrática da escola, em termos habermasianos, talvez possamos dizer que o desafio, teórico e prático, consiste precisamente em discernir a correta aplicação dessas duas formas básicas de racionalidade. Por que faria mais sentido submeter o balancete financeiro mensal da escola a associação de pais dos alunos do que as leis de Newton?
Mostrar mais

134 Ler mais

GESTÃO DEMOCRÁTICA E GESTÃO AUTORITÁRIA E SEUS REFLEXOS NA FUNÇÃO EDUCACIONAL DA ESCOLA

GESTÃO DEMOCRÁTICA E GESTÃO AUTORITÁRIA E SEUS REFLEXOS NA FUNÇÃO EDUCACIONAL DA ESCOLA

educacional em São Paulo. Um foi o projeto desenvolvido pelo educador Anísio Teixeira – década de 50 – que criou um espaço com o conceito de “praça de equipamentos” / Escola Parque, onde previa a construção de centros populares de educação em todo o Estado de SP para crianças e jovens de até 18 anos; tinha como intenção alternar atividades intelectuais e práticas durante o dia do aluno na escola. O outro, desenvolvido na década de 30 pelo poeta Mário de Andrade, fez a criação do Departamento de Cultura e criou Parques com os mesmo objetivos que Anísio Teixeira usaria posteriormente, porém, direcionou a sua utilização aos filhos da classe operária e aos moradores de bairros periféricos.
Mostrar mais

120 Ler mais

Diretores e gestão democrática: participação da comunidade na escola

Diretores e gestão democrática: participação da comunidade na escola

Uma atividade programada para ser realizada, no entorno escolar, pode estar inserida em um projeto colaborativo com um profissional local, com uma loja ou com um supermercado. Tal situação, um evento fora da escola e com caráter mais prático, poderá aumentar o envolvimento, a responsabilidade e a motivação dos alunos em relação à atividade e à aprendizagem. Uma das possibilidades do uso do entorno associa-se à cidadania e à ação social responsável; neste caso, envolvendo alunos e professores em projetos sociais. O ensino, alinhado com a ação social responsável, relaciona-se aos valores e às questões éticas. A educação para a ação social tem o intuito de preparar o cidadão para tomar decisões que sejam conscientes e responsáveis e, ao mesmo tempo, atuar para transformar a sociedade (ZOLLER, 1982; RUBBA, 1991).
Mostrar mais

13 Ler mais

Gestão democrática na escola: percursos e percalços para a sua difusão.

Gestão democrática na escola: percursos e percalços para a sua difusão.

No Brasil, o princípio da gestão democrática é assegurado na legislação, nas esferas federais, estaduais e municipais, como por exemplo na Constituição Federal de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996, além dos planos educacionais. Tal princípio passa a ser replicado e ratificado na legislação federal de estados e municípios brasileiros. Durante cerca de três décadas, o princípio da gestão democrática vem sendo replicado em leis, diretrizes e documentos da educação brasileira. Neste contexto, a pergunta norteadora desta investigação é: A legislação e documentos educacionais brasileiros garantem a difusão do princípio da gestão democrática na escola? Esta questão problema encaminhou este estudo para seus objetivos. O objetivo principal busca: analisar a difusão do princípio da gestão democrática em escolas públicas municipais de Feira de Santana. E, através de três objetivos específicos, procura: discutir os mecanismos e/ou instrumentos de difusão, fomento e acompanhamento da gestão democrática nas escolas públicas municipais de Feira de Santana; analisar o alinhamento e desdobramentos da temática gestão democrática nessas escolas públicas municipais, a partir da legislação e documentos oficiais da educação; bem como compreender os sentidos atribuídos à gestão democrática pelos diversos segmentos envolvidos no processo educacional das escolas públicas municipais de Feira de Santana. Este estudo fundamenta-se nos temas: Gestão Democrática e Participação, Difusão, Memética, além da legislação educacional e diretrizes nacionais brasileiras. Para alcançar os objetivos propostos, optou-se por uma metodologia que privilegiasse ouvir os sujeitos e explorar documentos e leis. Seguindo esta dinâmica, foi realizada uma pesquisa de abordagem qualitativa, por entender que esta pode contribuir para uma maior aproximação entre o pesquisador, os sujeitos e o objeto de investigação, seu contexto e sua complexidade. Os resultados alcançados revelaram que, o princípio da gestão democrática é bem difundido entre documentos e legislação educacional dos sistemas, porém há lacunas e dissipação das informações nos documentos no âmbito das escolas. No que se refere à difusão entre documento - pessoas e pessoas- pessoas, a dissipação é mais acentuadas. Segmentos como alunos e funcionários desconhecem a legislação educacional e são, também, os que menos participam da tomada de decisões na escola.
Mostrar mais

160 Ler mais

A aporía democrática: o caminho de Prometeu

A aporía democrática: o caminho de Prometeu

O primeiro problema é um problema de justiça: os filósofos devem governar, pois são os melhores para governar a cidade e isso é o justo a ser feito. O segundo problema é um problema de persuasão, que só pode ser resolvido pelo acaso. Ambos os problemas têm uma parte imagética exposta na obra para ex- plicá-los. Para o primeiro, temos a “imagem da Caverna” (Rep., 514a et seq), já para o segundo, temos a “imagem da Nau do Estado” (Rep., 488a7-489a2). Atentemo-nos para a segunda imagem, por ser a mais afim com o presente artigo, deixando para um trabalho posterior a análise da Caverna. Na imagem da nau, podemos ver a dinâmica que se apresenta em uma cidade democrática e como esta exclui o filósofo do governo. Para Keyt, “a autoridade dos governantes da Kallípolis deriva do seu conhecimento mais do que do seu governo [...]; mas o símile [da nau] implica o reverso, que a sua autoridade pode derivar do dêmos” (KEYT, 2006, p. 207). Isso leva ao desenvolvimento do problema de como legitimar o poder do filósofo sobre o dêmos, fazendo com que o dêmos opte pelo governo do filósofo e obedeça às suas recomendações (Cf. Rep., 489b-c). Para responder ao problema, precisamos retomar a analogia tendo a coerção (anánke) como o recorte principal, coisa que comumente fica de fora das interpretações padrões. A anánke é o que distin- gue o verdadeiro governante daquele que não é, mas isso não garante ainda o seu governo, pois é preciso que o povo seja persuadido e opte pelo seu governo sem que o filósofo clame por isso. Dessa forma, anánke aponta a um requisito para o conhecimento (epistéme), como condições a serem cumpridas, porém a própria epistéme não é garantia para o governo do filósofo. Caso o filósofo desejasse o governo, ele seria tomado como os marinheiros na disputa pelo poder. Entretanto, o fato, do filósofo recusar o governo e, mesmo assim, ser obrigado por coerção a governar é peça fundamental para o bom governo do filósofo, sem o qual ele não poderia ser o verdadeiro governante.
Mostrar mais

8 Ler mais

Show all 10000 documents...