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Gestão democrática: uma construção coletiva

Gestão democrática: uma construção coletiva

Este trabalho que tem como tema Gestão Democrática: uma construção coletiva, com base em estudos que abordam uma reflexão sobre a gestão democrática e a necessidade de participação e atuação nas tomadas de decisões referentes a escola por parte dos sujeitos. A gestão democrática da escola pública passa a ter um novo formato e nessa perspectiva de mudança todos os indivíduos da comunidade escolar e local são convidados a participar de uma ação conjunta, que tem como o objetivo geral torná-los conscientes e corresponsáveis no sentido de discutir, planejar e elaborar extratégias para o caminhar da escola. A construção coletiva dará a instituição um novo perfil, proporcionando um espaço para o dialógo e aprendizagem, dentro do processo democrático.
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Gestão democrática na escola: uma construção coletiva

Gestão democrática na escola: uma construção coletiva

Partindo desses pressupostos, devemos enfatizar então que a democracia na escola por si só não tem significado. Ele só faz sentido se estiver vinculada a uma percepção de democratização da sociedade. Na gestão democrática deve haver a compreensão da reunião de esforços coletivos para o implemento dos fins da educação, para tanto, exige a definição clara dos conceitos de autonomia, democratização, descentralização, qualidade e participação, que devem ser debatidos no interior das escolas. Assim como a compreensão e aceitação do princípio de que a educação é um processo de emancipação humana, que o Projeto Político- Pedagógico (PPP) e o Regimento Escolar devem ser elaborados através de construção coletiva e que além da formação deve haver o fortalecimento dos Conselhos Escolares.
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Projeto político-pedagógico : uma construção coletiva para a consolidação da gestão democrática

Projeto político-pedagógico : uma construção coletiva para a consolidação da gestão democrática

Motta (2001) discorre sobre o perfil tentativo do educador -diretor- gestor, identificando-o como pessoa aberta ao novo, em busca incessante por novos conheci mentos; preocupado em programar ações que promovam a autonomia escolar; descentralizador e adepto do método de trabalho coletivo; articulador, voltado para a inclusão de todos os segmentos da comunidade escolar ; partidário de experiências inovadoras; que prioriza o investimento na formação continuada dos docentes; que tem compromisso com a democracia, com a defesa dos direitos humanos, e com a preservação do meio -ambiente; que sabe administrar conflitos, sem anu lar a diversidade; que tem o aluno como foco do processo educativo; que desenvolve projetos com habilidade, facilitando a interação da equipe. Ou seja, cabe a ele desenvolver habilidades que sejam suporte para sua atuação relacional, priorizando a gestão participativa, envolvendo a todos na construção e execução do projeto político-pedagógico, consciente de que seu trabalho não é isolado. Assim, conhecendo e sabendo lidar com as situações que envolvem relações interpessoais, desenvolve -se como pessoa e desenvolve sua interação com outras pessoas, além de promover a conexão entre todos, gerando satisfação e impulsionando ações integradas e compartilhadas; com todos voltados para um intento comum.
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Gestão democrática e participação dos docentes

Gestão democrática e participação dos docentes

Como gestor escolar, o diretor, tem que aprender a ouvir e respeitar opiniões das pes- soas da comunidade escolar, mesmo que essas pessoas sejam consideradas por ele in- feriores intelectualmente. Porque, direção se constrói e se legitima na participação, no exercício da democracia e na competência da construção coletiva de um projeto que reflita o projeto de homem e da sociedade que a comunidade quer. A partir daí o diretor começa a respeitar posições contrárias aos seus pensamentos e começa a entrar na ló- gica da gestão escolar autônoma e coletiva dos conselhos escolares.
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A importância dos conselhos escolares para a construção da gestão democrática

A importância dos conselhos escolares para a construção da gestão democrática

O fortalecimento da participação dos alunos, por meio de grêmios estudantis, por meio da participação no conselho escolar, a construção coletiva do projeto político- pedagógico da escola, sua autonomia e, por consequência, a discussão e a ampliação de novos métodos de organização e de gestão escolar, torna-se fundamental para a construção de uma cultura de participação e de gestão democrática na escola. Todos esses parâmetros revelariam uma nova relação entre a educação, a escola e a democratização da gestão escolar, com isso constituem um novo aprendizado do ponto de vista político-pedagógico e remetem à novas formas de organização e participação interna e externa à escola.
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A auto-organização dos estudantes na construção da gestão democrática na escola Valmir Motta de Oliveira

A auto-organização dos estudantes na construção da gestão democrática na escola Valmir Motta de Oliveira

O presente trabalho retrata como ocorre o processo de auto-organização dos estudantes na Escola Itinerante Valmir Motta de Oliveira, portanto, temos como objetivos compreender como essa auto-organização contribui e influencia para que a gestão escolar seja democrática, conceituar a auto-organização dos estudantes, bem como a gestão escolar democrática e sistematizar o processo e as experiências de auto-organização dos estudantes na Escola Itinerante Valmir Motta de Oliveira. Afim de adentrar em tais questões, a pesquisa está organizada em três capítulos, no primeiro buscamos analisar como é a escola na sociedade capitalista e qual o contraponto da educação no âmbito do Movimento dos trabalhadores Rurais Sem Terra, realizando um resgate histórico da educação neste movimento, tendo em vista a concepção de educação por ele defendida e a proposta pedagógica das Escolas Itinerantes, assim retratamos como se deu a conquista da Escola Itinerante nos acampamentos do MST e como atualmente está organizada. No segundo capítulo conceituamos a auto-organização e a gestão escolar democrática, relacionando as mesmas, estas considerações se deu mediante a revisão bibliográfica, por fim realizamos um estudo de caso, analisando como ela ocorre na escola citada acima, buscando verificar qual o potencial da mesma em sua gestão escolar a partir de entrevistas com os educandos, educadores e comunidade, as entrevistas ocorreram hora individuais e hora coletivas, apresentando a visão desses sujeitos na auto-organização e na gestão escolar, enfatizando deste modo quais os momentos perceptíveis de democratização da gestão e auto-organização dos estudantes. A pesquisa sinalizou algumas problemáticas presentes no que se refere ao tema estudando, ficando visível a necessidade de potencializar este espaço na escola afim de garantir maior democratização da gestão no âmbito escolar.
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Gestão da cultura organizacional: desafios contemporâneos e a contribuição do indivíduo na construção coletiva da comunicação

Gestão da cultura organizacional: desafios contemporâneos e a contribuição do indivíduo na construção coletiva da comunicação

O que se vê em geral é que o gestor da mudança informa e quer que as pessoas se comprometam. Difícil. Primeiro porque eu não quero ser mudado! Quero entender a mudança e participar dela. Segundo porque eu posso não ter todos os recursos, conhecimento e competências para conduzir ou trabalhar depois da mudança. Para que haja os processos de mudança necessários à gestão da cultura organizacional e da comunicação é necessário o envolvimento de todos os atores internos, visando aumentar a eficiência da ação e gerar resultados como mudanças de comportamento, integração e produção satisfatória. Ainda segundo Cabrera, administração é a obtenção de resultados por meio de pessoas. É fazer com que seres humanos progridam por meio do seu trabalho atendendo a suas próprias necessidades e atingindo metas da empresa, processo que legitima uma construção coletiva com objetivos comuns.
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Gestão democrática na escola

Gestão democrática na escola

Para classificar uma administração como uma administração democrática, um mecanismo eficaz seria realmente a construção do Projeto Político Pedagógico, que trabalha com a gestão dos processos educativos e garante a melhoria do ensino. Dessa forma, elaborar esse projeto estimula toda a comunidade escolar, onde estes profissionais irão equiparar as condições reais da escola e encontrar idéias melhores possíveis de se trabalhar, buscando expandir e explorar, dando consistência e coerência na formulação do projeto, devendo estar no contexto da Gestão Democrática, vinculando o significado da escola no processo educativo, o currículo e seu sentido crítico e criativo, do contrário, não seria possível realizar uma atuação democrática.
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PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO:  A CONSTRUÇÃO DE UMA GESTÃO DEMOCRÁTICA PARA A IMPLANTAÇÃO DE METODOLOGIAS INOVADORAS NAS ESCOLAS

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: A CONSTRUÇÃO DE UMA GESTÃO DEMOCRÁTICA PARA A IMPLANTAÇÃO DE METODOLOGIAS INOVADORAS NAS ESCOLAS

Visando melhor compreensão do valor do Projeto Político Pedagógico dentro da escola em busca da construção da sua identidade como instituição inovadora, iniciaremos a estrutura deste trabalho com um estudo qualitativo, conceituando o que é o Projeto Político Pedagógico e seus pilares educativos, em seguida abordaremos de forma contextualizada a gestão democrática, bem como as dificuldades de um trabalho coletivo, por fim uma exploração do ambiente escolar e como o uso de metodologias inovadoras produz benefícios ao crescimento dos alunos, ressaltando que tais propostas devem ser avaliadas e pautadas desde o desenvolvimento do PPP e no decorrer das práticas adaptar-se.
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Gestão escolar democrática na EJA: gestão e mediação do conflito

Gestão escolar democrática na EJA: gestão e mediação do conflito

Portanto, o direito a participação democrática na gestão da escola, assegurado pela Constituição, representa um relevante passo na construção de uma escola efetivamente democrática. Contudo, observa-se, ainda hoje, uma enorme dificuldade na implementação desse sistema democrático, tendo em vista que o Estado patrimonialista brasileiro utiliza-se de inúmeros artifícios burocráticos para dificultar tal ação.

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POLÍTICA URBANA E GESTÃO DEMOCRÁTICA: a contribuição da organização coletiva do Serviço Social nos espaços dos Conselhos e Conferência das Cidades

POLÍTICA URBANA E GESTÃO DEMOCRÁTICA: a contribuição da organização coletiva do Serviço Social nos espaços dos Conselhos e Conferência das Cidades

SOUZA, Nayara Gabriela Litz de. BARDDAL Rosana Bovolin. MENEZES. José Lucas Januário de. BRAGA, Andréa Luiza Curralinho. RESUMO: O presente artigo tem como proposta abordar sobre a incidência da organização coletiva dos/das assistentes sociais na gestão democrática das cidades, ressaltando as ações desenvolvidas na Câmara Temática de Direito à Cidade no Conselho Regional de Serviço Social 11ª Região – CRESS-PR. A proposta é evidenciar a representação da categoria profissional nos espaços das Conferências e Conselhos da Cidade. Tal trabalho pretende explicitar a articulação coletiva com os/as profissionais, bem como a ação em rede com múltiplas organizações coletivas que incidem na defesa da política urbana pautada na ampla participação social. O trabalho utilizará a metodologia de pesquisa exploratória e descritiva para a produção da análise. Nas considerações finais buscará ressaltar os desafios e potencialidades que se expressam na luta pela Reforma Urbana, que tem como horizonte cidades mais democráticas, justas e inclusivas.
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Política de gestão de recursos materiais em enfermagem: uma construção coletiva

Política de gestão de recursos materiais em enfermagem: uma construção coletiva

Por alguns anos, quando se tinha pouquíssimo ou nenhum controle sobre os materiais, viveram-se momentos de muita “fartura”, isto é, as unidades viviam lotadas de materiais sem que o fato incomodasse as pessoas, ou melhor, sem que percebessem suas repercussões. A partir do momento que os recursos ficaram escassos, exigindo novas posturas frente a sua gestão, pessoas comprometidas com a instituição começaram a buscar alternativas para mudar a realidade. Surgem iniciativas, assim como a implantação de projetos que buscavam interferir nessa realidade. Hoje, ainda percebe-se apreensão em muitos trabalhadores, ao se depararem com armários não tão cheios. Essa visão, sedimentada ao longo dos anos, requer uma longa caminhada com reflexões coletivas para que venha a se modificar.
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Gestão escolar: a importância da gestão participativa democrática

Gestão escolar: a importância da gestão participativa democrática

O processo de gestão participativa abrange dimensões cujas criam uma cultura de poder compartilhado, desenvolvendo-se a prática de cidadania no interior da escola. Tais dimensões, a política que implica a vivência da democracia e a substituição do poder “sobre” pelo poder “com” onde se compartilha o poder; a dimensão pedagógica que se refere ao fato natural de que a prática é sim um processo formativo e,portanto, um fator fundamental de promoção de aprendizagens significativas e construção do conhecimento, e por fim a dimensão técnica que se apresenta como um veículo para o alcance dos resultados visto que sem a mesma é impossível realizar qualquer projeto pedagógico; ambas agem para melhorar a participação de todos que fazem a escola no processo de construção de uma instituição verdadeiramente educacional.
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Desafios e perspectivas da gestão democrática

Desafios e perspectivas da gestão democrática

No Brasil, são visíveis os muitos avanços que ocorreram nos últimos anos, mas ainda há muito a ser feito para que a educação como um todo na escola pública torna-se uma instituição-chave na construção de uma sociedade mais justa, integrada e consciente dos seus direitos e deveres. Com propósitos claros de um ensino que desperte o senso crítico e a cidadania exercida por cidadãos conhecedores do seu papel, sendo a escola o espaço adequado pra que essas práticas sejam estabelecidas. Como assevera Penin e Vieira (2002).“o debate atual sobre escola, trazendo á tona questões relativas ao seu papel na sociedade do conhecimento na relação com outras dimensões importantes como a democracia, a comunidade e a cultura. Nesta perspectiva a escola em seu papel social, promove uma gestão compartilhada com a comunidade no sentido de consolidar a autonomia, a qualidade do ensino e a democracia nos espaços das instituições escolares.
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Processo de construção coletiva da Clínica Ampliada na Odontologia por meio de uma gestão colegiada

Processo de construção coletiva da Clínica Ampliada na Odontologia por meio de uma gestão colegiada

No processo de construção da CA, várias atividades foram realizadas para fomentar e criar uma massa crítica motivada, desde palestras com convidados pertencentes à PNH e à PEP, até a aproximação com a Coordenação Geral de Saúde Bucal, o estímulo à participação de docentes, agentes universitários, discentes e comunidade em eventos regionais e nacionais, a presença de apoiadores da PNH assessorando a condução dos trabalhos e, ainda, a organização de oficinas e grupos de trabalhos com temáticas específicas. Com apoio financeiro e diretrizes norteadoras claras, o Projeto Pró-Saúde estimulou mudanças significativas no Curso de Odontologia da UEM.
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ELEIÇÕES DE DIRETORES NO CEARÁ: UM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA, SEUS DESAFIOS E SUAS POSSIBILIDADES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

ELEIÇÕES DE DIRETORES NO CEARÁ: UM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA, SEUS DESAFIOS E SUAS POSSIBILIDADES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A 1ª CREDE abrange oito municípios da região metropolitana de Fortaleza, a saber: Aquiraz, Caucaia, Eusébio, Guaiuba, Itaitinga, Maracanaú (sede da regional), Maranguape e Pacatuba. Atualmente, possui 75 escolas entre regulares, de educação prisional, profissionais e indígenas . Cabe destacar que, dessas, 52 escolas regulares estão regidas pela política de seleção e eleição de diretores; dez profissionalizantes adotam outra forma de seleção de gestores, baseada em seleção técnica e comportamental, sem o mecanismo da eleição; e 13 indígenas, indicam a sua gestão por processo de consulta à comunidade e às lideranças da etnia.
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A gestão escolar numa perspectiva democrática

A gestão escolar numa perspectiva democrática

“Os lideres traduzem as nossas incertezas e nos ajudam a cooperar e trabalhar em conjunto para tomarmos decisões acertadas” Chiavenato (1994, apud Luck, 2008, p. 33). A partir deste entendimento os gestores escolares, atuando como lideres, são sem duvidas, os responsáveis pela sobrevivência e pelo sucesso da instituição escolar. Dentro desse contexto o bom gestor, entre outras coisas, conhece seu potencial e as necessidades a sua volta, gerenciando de forma participativa e envolvendo no processo o maior número de pessoas e valorizando a criatividade de todos, ou seja, elementos fundamentais para a construção de uma cultura participativa e democrática.
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Gestão democrática no contexto educacional

Gestão democrática no contexto educacional

Nessa perspectiva, o projeto político pedagógico vai além de um simples agrupamento de planos de ensino e de atividades diversas. O projeto não é algo que é construído e em seguida arquivado ou encaminhado às autoridades educacionais como prova do cumprimento de tarefas burocráticas. Ele é construído e vivenciado em todos os momentos por todos os envolvidos com o processo educativo da escola (VEIGA, 1995, p. 12). Podemos afirmar que o Projeto Político-Pedagógico de uma escola é um importante instrumento para a concretização da gestão democrática, pois a elaboração coletiva do mesmo possibilita a aproximação entre a escola e a comunidade, resultando em um planejamento de todas as ações educativas dentro do contexto escolar.
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Gestão democrática e a participação da família

Gestão democrática e a participação da família

A escola pública tem passado por algumas mudanças nos últimos anos, em especial em aspectos que dizem respeito à compreensão do papel social da escola, da importância da participação da família no processo educacional de seus filhos, do poder de transformação aferido a educação e da compreensão do processo de democratização da gestão das escolas públicas. Por esta razão, a nossa pesquisa teve por objetivo evidenciar a importância da gestão democrática das escolas públicas, da participação dos pais e da comunidade escolar neste processo de democratização, vislumbrando as experiências adquiridas através do Componente Curricular Estágio Supervisionado em Gestão Escolar, que nos deu a oportunidade de vivenciar o dia a dia de uma gestão escolar e intervir apresentando um projeto que buscou refletir sobre a gestão democrática. A partir dessa temática e das experiências do Estágio supervisionado, sentimos a necessidade de buscar aprofundar as nossas pesquisas neste campo de estudando, procurando a partir de uma pesquisa bibliográfica e da experiência do Estágio Supervisionado, evidenciar a importância da participação da família e da comunidade escolar neste processo de gestão democrática. Buscamos fundamentar o nosso trabalho em BRASIL (2011), LÜCK (2009), SANTOS (2016) e outros textos acadêmicos científicos que se fizeram relevantes para a construção do nosso trabalho. Nos propomos em nossa pesquisa, apresentar algumas concepções de gestão democrática, evidenciar a importância da participação de todos os que compõem a comunidade escolar e sugestões de como desenvolver uma gestão escolar democrática, apresentando as concepções que foram desenvolvidas a partir do Estágio Supervisionado e apresentadas aos professores da escola campo em que o estágio aconteceu, resultando na busca de aprofundamos os nossos conhecimentos no assunto e na produção desta pesquisa.
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Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

[...] o colegiado escolar configura-se como estratégia para assegurar a política pública de democratização da gestão da escola. No entanto, este órgão é trata- do como fim em si mesmo e não como meio, devido à ausência de outras estra- tégias igualmente consistentes para a mesma finalidade (SILVA, 2007, p. 1). Nos preceitos de uma ação coletiva, tem-se a composição da gestão colegiada, nada mais é do que, um órgão representativo da comunidade escolar, com funções de- liberativa, consultiva, de monitoramento e avaliação das ações da gestão escolar, con- substanciando na constituição de uma gestão participativa propiciando o alcance dos objetivos da comunidade escolar, claro, em obediência às normas vigentes.
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