Top PDF Gestão educacional nas escolas públicas: formação de gestores numa perspectiva pedagógica administrativa

Gestão educacional nas escolas públicas: formação de gestores numa perspectiva pedagógica administrativa

Gestão educacional nas escolas públicas: formação de gestores numa perspectiva pedagógica administrativa

. Segundo Bogdan e Taylor (1975), Observação participante é uma investigação caracterizada por interações sociais intensas, entre investigador e sujeitos, no meio destes, sendo um procedimento durante o qual os dados são recolhidos de forma sistematizada. A realização dessa pesquisa a respeito do tema “Gestão Educacional nas Escolas Públicas: formação de gestores numa perspectiva pedagógica administrativa” colaborou para um repensar sobre a prática de gestão escolar, a partir do seu contexto histórico até o momento presente. Algo que merece suma atenção são as atribuições do gestor que necessita ter uma capacidade de administrar e de orientar seu trabalho por critérios pedagógicos, e através dos estudos realizados, ficou claro que os desafios enfrentados por esse gestor em relação a essas capacidades são imensos, pois não existe uma formação sistematizada por parte da secretaria de Educação que torne eficaz sua prática diária. Ao concluir essa pesquisa, percebe-se Sem dúvida que a Formação Continuada se faz um instrumento de melhoria da qualidade do ensino, pois profissionais bem preparados tem consciência de que formar-se continuamente é primordial para melhor desenvolver seu trabalho. A reestruturação da escola tem muitos caminhos, mas todos passam pelos professores e seus diretores. Por isso, é de suma importância o investimento em políticas públicas de formação de administradores escolares que vão além de cursos de atualização científica, pedagógica e didática. Tais políticas precisam ir além, através de um trabalho de reflexividade da prática e da reconstrução da identidade do gestor.
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Formação dos gestores das escolas públicas – uma análise complementar realizada na escola estadual Professor Pedro Augusto Porto Caminha

Formação dos gestores das escolas públicas – uma análise complementar realizada na escola estadual Professor Pedro Augusto Porto Caminha

A esse cabe, ainda, o “esforço para não dirigir o grupo de alunos segundo suas crenças e valores, não confundir o seu papel e não desvirtuar os objetivos” (MARTINS, 2007, p. 3). O Dirigente de Educacional tornar efetiva a experiências da gestão educacional de seu município que tenham alcançado resultados concretos, e que contribuam com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) (Lei nº 10.172, de 09/01/2001) e do Compromisso Todos pela Educação (Decreto nº 6.094, de 24/04/2007), para assim orientar as políticas das redes e sistemas de educação de forma a buscar atingir as metas do IDEB, procurando reduzir a diferença entre as escolas com os menores índices e a média nacional, garantindo equidade da aprendizagem.
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A gestão democrática escolar: olhares para a formação continuada em escolas públicas de Guarabira - PB

A gestão democrática escolar: olhares para a formação continuada em escolas públicas de Guarabira - PB

Este trabalho tem por objetivo investigar a gestão escolar democrática na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Edgardo Júlio e no Centro Educacional Dom Helder Câmara, tecendo olhares para a formação continuada para gestores em escolas públicas de Guarabira-PB. Neste sentido , discutiremos aspectos relativos da gestão educacional, destacando a importância da formação continuada para gestores que atuam na educação básica. No entanto, para este estudo foi desenvolvida uma pesquisa qualitativa do tipo estudo de caso para fins de elencar a gestão democrática de relevância muito importante para os processos educacionais, a qual promove a participação da comunidade, diante da realidade cotidiana, intenta-se desenvolver um estudo comparativo qualitativo em escolas de Guarabira-PB. A partir disso, usaremos como teóricos OLIVEIRA 2014, RIVAS 1997, NAVARRO 2004, partindo como ponto de controle, princípios da administração pública. Para isso, deve haver uma melhor condição de trabalho, para que assim haja um funcionamento bem exercido da instituição. O papel do gestor não se restringe somente a estar na gestão sentado sem se importar para o que está acontecendo, ele também precisa intervir, interagir, agir e analisar junto aos professores e a comunidade, pois ele é o administrador daquela instituição o que permite e faz com que gestores (as) contribuam no máximo possível com os que integram a mesma. É preciso contribuir, coordenar, acompanhar os resultados obtidos por educadores, educandos e comunidade, para, assim, promover alternativas de inovação e até mesmo poder exteriorizar resultados satisfatórios, progressos ou dificuldades pelas quais a mesma vem passando.
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Formação lato sensu a distância em gestão escolar: a experiência dos gestores de escolas públicas do RN (2010-2012)

Formação lato sensu a distância em gestão escolar: a experiência dos gestores de escolas públicas do RN (2010-2012)

Não podemos afirmar que a terceira opção da Atividade 1 proposta (ANEXO B) para a construção do Projeto de Intervenção desencaminhou a formação ofertada pelo Programa Escola de Gestores do seu foco central, que foi o Projeto Político- Pedagógico. Porém, ventilamos a possibilidade de que ela tenha recolocado a probabilidade dos gestores assumirem a perspectiva de gestão gerencial, ao optarem por discutir sobre “problemáticas relevantes” e defini-las como objeto de intervenção, mesmo estando associada ao Projeto Político-Pedagógico. Acreditamos que isso possa ter-se dado por parte de grupos ou de forma individual, diante das facilidades que se apresentam nessas formas de planejamento, aparentemente mais práticos e fáceis de serem realizados. Também podem ter-se dado pela própria convicção dos cursistas de que seria a melhor opção para identificação e planejamento das prioridades a serem consideradas em suas instituições de origem. Também não afirmamos neste trabalho que a gestão democrática da escola não requer um processo de planejamento participativo e não busca a concretização de resultados. Ao contrário, reafirmamos a importância desse planejamento e de sua consolidação por meio da elaboração e/ou reestruturação do PPP da escola, para que possa garantir o direito à educação. Porém, sabemos que a prática de identificar problemas e a eles propor soluções tem sido uma estratégia própria da perspectiva de gestão gerencial, balizada por formas de planejamentos estratégicos e pela adoção de medidas consideradas eficazes. Se assim o considerarem, passam à aplicação de medidas técnicas tidas como eficazes, capazes de garantir a solução aos problemas identificados no contexto escolar e a eficiência passa a ser o critério administrativo adotado (HORA, 1994). Assim, colocou-se a possiblidade de os gestores optarem por trabalhar com práticas que consubstanciam a perspectiva gerencial, presente nas discussões do Fórum ‘Experiências de PPP’, conforme já foi evidenciado anteriormente neste capítulo, como também se evidenciou a possibilidade de realizarem trabalhos que consubstanciam as práticas de gestão democrática nas escolas.
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A Relação entre a Gestão Administrativa e a Gestão Pedagógica na Escola Católica: o impacto sobre os resultados.

A Relação entre a Gestão Administrativa e a Gestão Pedagógica na Escola Católica: o impacto sobre os resultados.

Este trabalho teve como objetivo geral identificar como ocorre a relação entre a Gestão Administrativa e a Gestão Pedagógica nas Escolas Católicas e seu impacto nos resultados institucionais. Foram consideradas as percepções do corpo administrativo, pedagógico e docente nas seis Escolas Católicas pesquisadas no Distrito Federal. A opção metodológica foi pela pesquisa qualitativa, de cunho exploratório, desenvolvida por meio de entrevistas semi- estruturadas e pela aplicação de questionário em agentes das áreas administrativa, pedagógica e docente. A revisão de literatura considerou estudos pertinentes e atinentes ao tema, particularmente uma síntese histórica da evolução da Educação Católica e de sua presença no Brasil desde os primórdios da Colonização, como forma de respaldar a análise dos processos que expressam valores e crenças manifestos atualmente nas ações educativas das Escolas Católicas pesquisadas. O foco da pesquisa concentrou-se na gestão educacional, enfatizando a relação entre a Gestão Administrativa e a Gestão Pedagógica: seus impactos sobre os resultados e seus desafios para a viabilidade e desenvolvimento institucional. Verificou-se que as escolas pesquisadas apresentam sinais de uma cultura organizacional sem a proficiência necessária para gerir e empregar adequadamente todos os recursos de que estas são dotadas. Um desafio constatado reside na dificuldade em articular as exigências do mercado educacional, as mudanças culturais e educacionais hodiernas, os novos paradigmas em gestão e novos saberes e práticas educativas, sem que assim a identidade da Escola Católica fique irremediavelmente comprometida. A pesquisa revela aspectos relevantes necessários à profissionalização e ao aprimoramento da Gestão Administrativa e da Gestão Pedagógica, bem como da sua inter-relação, como por exemplo, maior foco no relacionamento entre a equipe educativa; a comunicação interna; o planejamento estratégico; as sistemáticas avaliações acadêmicas e institucionais. Essa perspectiva de avanços na gestão deve dar-se consoante a uma maior e sempre crescente efetividade na excelência acadêmica, humana e cristã próprias da Missão da Escola Católica.
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Gestão escolar : a prática pedagógica administrativa na política de educação inclusiva

Gestão escolar : a prática pedagógica administrativa na política de educação inclusiva

Esta tese tem como tema a análise dos saberes que envolvem a prática pedagógica e administrativa cotidiana de gestores escolares que atuam com a proposta de construção de um sistema municipal de educação inclusiva, enquanto política pública educacional. Realizou-se uma pesquisa qualitativa do tipo etnográfico aplicada à educação, norteada pela questão: “Quais são os saberes e fazeres que subsidiam a prática administrativa e pedagógica da gestão escolar diante da construção da escola inclusiva?”. Os objetivos específicos da pesquisa foram: acompanhar a trajetória da gestão escolar diante da proposta de educação inclusiva em três escolas do ensino fundamental de uma cidade de porte médio do interior do Estado de São Paulo, que adotou como política pública municipal a construção de um sistema municipal de educação inclusiva. As escolas selecionadas foram a mais antiga, uma de idade intermediária e uma recém-inaugurada; identificar os pressupostos teóricos e filosóficos da prática administrativa e pedagógica cotidiana do gestor escolar e o seu papel diante da construção da escola inclusiva. Como etapas do trabalho, destacamos: 1) revisão de literatura sobre: a) pesquisa qualitativa do tipo etnográfico aplicada à educação; b) princípios de autonomia, planejamento, descentralização; c) formação do gestor escolar e d) relação entre gestão escolar e a construção da escola inclusiva; 2) coleta de dados nas escolas; 3) descrição e categorização dos dados levantados e 4) análise e interpretação dos resultados obtidos. Para o desenvolvimento da metodologia, foram utilizadas observações dos participantes, entrevistas semi-estruturadas, análise dos documentos oficiais das escolas, fotografias do espaço físico. Conclui-se que há inexistência de um projeto político-pedagógico construído coletivamente; dificuldade no desenvolvimento de ações coordenadas e adaptadas às realidades existentes; problemas de relacionamento interpessoal; um enorme fosso entre a proposta política, o discurso político pregado e a prática pedagógica cotidiana realizada. A gestão escolar é, sim, uma das responsáveis pela construção da escola inclusiva, mas sua prática está direcionada às questões administrativas em detrimentos as pedagógicas.
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A descentralização da gestão escolar e a formação de uma cultura democrática nas escolas públicas

A descentralização da gestão escolar e a formação de uma cultura democrática nas escolas públicas

Cumpre considerar, contudo, que a discussão sobre a democratização da gestão escolar é uma demanda antiga de pesquisadores e trabalhadores da área, defendida por estes como um dos mecanismos importantes para se alcançar uma educação pública de qualidade, universal, como exercício de cidadania. Assim, mesmo sendo implantada com base nos princípios neoliberais, a gestão democrática no sistema educacional público abre possibilidades para que se construa uma escola pública de qualidade, que atenda aos interesses da maioria da população brasileira, além de representar uma possibilidade de vivência e aprendizado da democracia, podendo, portanto, tomar um sentido diferenciado do proposto pelos fazedores de política. Nessa perspectiva, e admitindo o movimento dialético da história, podemos considerar que a implantação das novas diretrizes da política educacional nas escolas não está, em princípio, pré-determinada, podendo, portanto, tomar sentidos diferenciados.
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Formação continuada em EAD: sobre o que escrevem os gestores de escolas públicas  de Goiás

Formação continuada em EAD: sobre o que escrevem os gestores de escolas públicas de Goiás

r esumo : Este artigo aborda as temáticas desenvolvidas nos traba- lhos de conclusão dos gestores de escolas públicas de Goiás que concluíram o Curso de Especialização em Gestão Escolar, oferecido na modalidade a distância pela Faculdade de Educação da Univer- sidade Federal de Goiás. Na pesquisa documental, foram reunidos os textos dos cursistas, o que permitiu a análise dos títulos, assim como de três trabalhos que enfocavam a temática da participação dos pais na escola, que despontou como a numericamente mais significativa nesses trabalhos. As análises dos títulos dos trabalhos, para além dos aspectos de gestão enfatizados no curso, indicaram a consideração de temas de dimensão pedagógica relacionados a processos de ensino-aprendizagem e (in)disciplina, dentre outras questões internas à escola. As análises dos três trabalhos com foco na relação pais-escola permitem afirmar que a participação dos pais é compreendida pelos gestores como uma demanda naturalizada e necessária. Por outro lado, quando essa participação é proposta, ela acontece através de ações previamente planejadas pela escola a partir de suposição de interesses dos pais ou de necessidade da própria instituição: reuniões, dinâmicas de grupo, murais com recados para os pais, sorteios de brindes, lanches, orações, dentre outras. Essas atividades parecem ser compreendidas pelos gestores como ações da escola para os pais, e não com os pais, o que, do ponto de vista de uma gestão democrática, demanda um repensar do conceito de participação e do modo de viabilizá-la no cotidiano escolar.
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PERFIL DOS GESTORES DAS ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR - MA

PERFIL DOS GESTORES DAS ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR - MA

O primeiro capítulo tem como título: Considerações a cerca da reforma do Estado brasileiro e seus impactos na educação, explicita inicialmente, referencias pertinentes à proposta metodológica adotada, a técnica e o instrumento de pesquisa utilizado, em seguida, trata das transformações políticas e econômicas ocorridas a partir da crise do capitalismo e os desdobramentos dos ditames neoliberais para as politicas educacionais elaboradas nas duas últimas décadas, enfatizando o ajuste fiscal e a reestruturação produtiva, as implicações (teórico prática) das mudanças de paradigmas administrativos de administração para gestão, as concepções de administração e as concepções de gestão. Foi escrito a partir de fontes secundárias de pesquisa e construído com a intenção de fomentar a discussão em torno dos principais conceitos e categorias utilizados neste trabalho, enquanto referências teóricas e sua relação com o contexto empírico de pesquisa. Este capítulo aponta ainda para perspectiva metodológica empregada, entendendo-a como alternativa de maior viabilidade e relevância na pesquisa educacional no contexto do capitalismo.
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A POLÍTICA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DOS GESTORES ESCOLARES:
IMPLICAÇÕES NA GESTÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE SÃO
LUÍS   MA

A POLÍTICA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DOS GESTORES ESCOLARES: IMPLICAÇÕES NA GESTÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE SÃO LUÍS MA

Nessa perspectiva, os objetivos que foram propostos na reforma gerencial (promover o foco no resultado e o foco no cidadão) não foram atingidos por vários motivos. Inicialmente porque o objetivo neoliberal nunca foi o cidadão, ou a qualidade na prestação dos serviços públicos, muito pelo contrário, o objetivo supremo é a redução das intervenções do Estado, pois os teóricos da reforma do Estado acreditavam que, diminuindo a ação do Estado, o tornaria eficiente. Já o argumento da redução da burocracia das instituições e órgãos públicos foi outro fato que não ocorreu, continuou morosa a gestão dos processos e tomadas de decisões no âmbito público; as atuações das agências reguladoras, que tinham como meta garantir a qualidade dos serviços públicos prestados, inclusive onde houve privatizações, também não cumpriram com essa proposta. A realidade que se apresentava, por sua vez, era a gestão pública brasileira com características burocráticas, desintegradas, inflexíveis, desconsiderando os direitos do cidadão.
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GESTÃO ORÇAMENTÁRIA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO BRASIL

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO BRASIL

As intenções formalizadas no orçamento público serão materializadas conforme prescrito na classificação orçamentária, caso haja interesse político, recursos orçamentários e financeiros suficientes e ainda a necessária competência técnica e gerencial. O orçamento público, por concentrar os programas de governo que deverão resolver os problemas da sociedade, é elaborado por meio de ações políticas que envolvem a busca por maior fatia do montante das receitas estimadas e/ou arrecadadas, tanto na etapa do planejamento quanto durante a própria execução orçamentária, assim, embora o processo de previsão e arrecadação de receitas e a execução da despesa com base na arrecadação financeira sejam decorrentes de preceitos legais, acabam sendo determinados por decisões políticas pressionadas por grupos de interesse (CRUZ, 2009; PERES, 2007). Para Peres (2007) as escolhas públicas não são exclusivamente técnicas ou gerenciais porque há segmentos organizados que exercem pressão no intuito de maximizar os recursos orçamentários, o que impossibilita a tomada de decisão desvinculada de qualquer grupo de interesse.
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Gestão educacional e formação integral: experiências e desafios nas escolas e colégios da rede jesuíta de educação

Gestão educacional e formação integral: experiências e desafios nas escolas e colégios da rede jesuíta de educação

escola possa realmente ter condições de oferecer ou de formar os seus estudantes, formar as pessoas que nela estão em uma perspectiva integral. Eu digo isso porque existe uma preocupação, um cuidado com a pessoa no aspecto trabalhista, espiritual, social e que evidências me levam a acreditar na felicidade de ser uma gestora em uma escola da Companhia de Jesus. É a evidência de que não são cobrados resultados quantitativos, mas o foco da mantenedora, é a qualidade dessa formação, é a qualidade da pessoa humana. Então, o nosso estudante, o nosso colaborador, a gente se preocupa muito com o nível de envolvimento dele com a própria vida, do cuidado com a própria vida, com o ser humano que aí vem lá na perspectiva do PEC, o ser humano consciente, competente, compassível e comprometido na compaixão, então eu vejo sim, que a Companhia de Jesus oferece subsídios para que possamos desenvolver, oferecer e proporcionar uma educação, uma formação integral para todos que estão. Como eu tenho aprendido nesses dois anos de gestão por estar na gestão de uma escola da Rede Jesuíta, porque não é foco nosso apenas aprovações, mas sim a felicidade do aluno e principalmente independente do que ele vai escolher para a carreira profissional”.
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Software de gestão pedagógica e administrativa para as escolas

Software de gestão pedagógica e administrativa para as escolas

Através da análise da Tabela 2, verifica-se que todos os programas abordam de uma forma genérica todo o processo avaliativo dos alunos, ou seja, o registo de avaliações procede-se a um nível mais elevado, não indo ao detalhe de cada um dos discentes. Esta análise superficial que as aplicações disponibilizam não fornece diretamente aos docentes um conjunto importante de indicadores para avaliar a sua própria orientação pedagógica face ao sucesso da aprendizagem dos alunos. Esta ação só será possível se houver um conjunto de mecanismos que possibilitem registar todos os parâmetros que compõem todos os tipos de avaliação (testes, fichas, trabalhos de grupo) e não unicamente em critérios de avaliação que dizem respeito a uma média já calculada de parâmetros que não valorizados pelo sistema. A simples adição desta funcionalidade ao programa permitirá terminar com a criação de pautas de avaliação externas à própria aplicação.
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Matriz de Inteligência Competitiva para Gestão Estratégica, Pedagógica e Administrativa em Universidades Públicas

Matriz de Inteligência Competitiva para Gestão Estratégica, Pedagógica e Administrativa em Universidades Públicas

O pressuposto do sistema de inteligência competitiva é que a concorrência, o cliente e demais interlocutores do processo organizacional emitem sinais fracos, que eventualmente podem não ser percebidos pelos gestores, requerendo assim, monitoramento contínuo. A abordagem de inteligência competitiva, em princípio, deve proporcionar meios para que a informação chegue em tempo, forma adequada e para a pessoa certa. Assim, no sistema de inteligência competitiva, todos os dados coletados são considerados inteligência bruta e necessitam ser trabalhadas para agregar mais valor a informação (GOMES e BRAGA, 2001). De acordo com Santos (2002) as etapas do sistema de inteligência competitiva dividem-se em: a) identificação das necessidades de informação; b) coleta das informações; c) análise das informações; d) disseminação; e, e) avaliação. Quanto à atividade de análise das informações o sistema de inteligência competitiva requer que se faça, previamente, a organização, classificação, indexação e resumo dessas. Para isso, pode-se utilizar uma matriz de indicadores que permite classificar e melhor visualizar um conjunto de informações que serão periodicamente monitoradas e retroalimentarão o sistema de inteligência competitiva como suporte ao processo decisório.
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A gestão educacional e o bullying: um estudo em escolas portuguesas

A gestão educacional e o bullying: um estudo em escolas portuguesas

Sem dúvida, as relações entre pares têm um papel fundamental no desenvolvimento humano. Bolger et al. (1988) apostam que relações saudáveis promovem o desenvolvimento do julgamento moral, da cooperação e da reciprocidade. A experiência escolar passa a ser um fator importante na vida da criança e do adolescente, sendo que a mesma contribui de forma categórica para diferentes caminhos no desenvolvimento dos jovens. Nesse sentido, a escola deve prover proteção e projetos institucionais que representem não só uma porta aberta para um significativo desenvolvimento cognitivo dos jovens, mas também o desenvolvimento de recursos e mecanismos como: auto estima, alternativas de estudo e de profissionalização, entre outros fatores. A não concretização dessas metas, sob qualquer perspectiva, vai interferir na formação da auto-estima desse jovem, diminuindo as perspectivas profissionais e até pessoais dos envolvidos. O bullying pode ser considerado, nesse campo, como um fator de forte interferência negativa, já que desorganiza as referências pessoais (auto estima, auto imagem e auto eficácia) como também as referências institucionais, ou seja, a escola enquanto espaço de aprendizagem, de vínculo e de proteção, não cumpriria prioritariamente o seu papel.
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PROJETO PEDAGÓGICO : INSTRUMENTO DE GESTÃO PEDAGÓGICA E ADMINISTRATIVA DO CURSO DE GRADUAÇÃO?

PROJETO PEDAGÓGICO : INSTRUMENTO DE GESTÃO PEDAGÓGICA E ADMINISTRATIVA DO CURSO DE GRADUAÇÃO?

A observação direta, como fonte adicional de informações, foi possível já que a pesquisadora, em decorrência das funções que exerce na Instituição, tem tido contato com todos os coordenadores de curso de graduação ao longo dos últimos nove anos, o que tem lhe permitido acompanhar o processo em estudo e as questões dele decorrentes. Esse contato tem se concretizado através da assessoria aos cursos na discussão e elaboração de seus projetos, no acompanhamento das questões do dia-a-dia dos cursos, nas reuniões de trabalho realizadas, bem como em cursos de atualização e formação gerencial ministrados aos coordenadores.
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Políticas de formação continuada de gestores escolares: um estudo do Programa de Formação de Gestores de Escolas Estaduais de Pernambuco (PROGEPE)

Políticas de formação continuada de gestores escolares: um estudo do Programa de Formação de Gestores de Escolas Estaduais de Pernambuco (PROGEPE)

os critérios e procedimentos para realização de processo de seleção para função de representação de diretor escolar e diretor adjunto das escolas estaduais, o Edital de Convocação para o Curso de Aperfeiçoamento e os 12 (doze) módulos do Material didático do Curso de Aperfeiçoamento de Gestor Escolar do PROGEPE. Além da análise documental aplicamos questionário e entrevistas semiestruturadas a 8 (oito) diretores das Gerencias Regionais de Educação – GREs Recife Norte e Recife Sul. Para a análise dos dados utilizamos análise categorial de Bardin (2011). Os dados recolhidos e analisados permitem inferir que o processo seletivo para a investidura no cargo de diretor escolar é uma forma de recrutar apenas aqueles profissionais que se dispõem a aceitar todas as orientações da Secretaria Estadual de Educação conforme as diretrizes do Programa de Modernização da Gestão e suas práticas empresariais para a gestão escolar. Indicam, também, que a Política de Responsabilização Educacional constitui o principal mecanismo para que os ensinamentos vivenciados no Curso de Aperfeiçoamento em Gestão Escolar sejam aplicados pelos diretores em suas respectivas escolas.
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Políticas públicas: formação de gestores governamentais em tempos de mudança

Políticas públicas: formação de gestores governamentais em tempos de mudança

Em primeiro lugar, torna-se convenien- te tomar em consideração os fatores aqui apresentados como responsáveis pela di- ficuldade de institucionalização de políti- cas de formação de gestores governamen- tais e transformá-los em condicionantes da possibilidade de sucesso para as mesmas, que viriam a formar altos funcionários, como uma estratégia para a reforma do Estado. Em segundo lugar, que a proposta seja de políticas de cunho democrático no sentido de serem oferecidas oportunidades de ingresso a candidatos de todo o país, com iguais oportunidades. Para tanto, de- veriam ser estabelecidos acordos com uni- versidades e centros de preparação para desenvolver cursos preparatórios descen- tralizados e coordenados pela escola, cri- ada para desenvolver os programas de for- mação de gestores, que se transformaria no núcleo de uma rede de ensino.
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Percepção dos gestores de escolas públicas do ensino fundamental em relação à biblioteca escolar

Percepção dos gestores de escolas públicas do ensino fundamental em relação à biblioteca escolar

Destaca-se, portanto, que, embora em número pequeno, houve referência a um tipo de biblioteca dissociada do fazer pedagógico, “um local para empréstimo de livros”, o que leva a intuir que ainda persiste um conceito de biblioteca como lugar de guarda e não de uso e disseminação da informação. Esta concepção permite várias deduções, dentre elas, o fato da maioria das instituições de ensino, historicamente, não contarem com bibliotecas, o que pode gerar desinteresse ou mesmo desconhecimento por parte do gestor em relação ao exato papel da biblioteca, como também que tal situação tenha influenciado na formação de muitos educadores que, ao ser frutos deste contexto, reproduzam com naturalidade esta situação.
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As representações sociais sobre a participação democrática de gestores de escolas públicas em Alagoas

As representações sociais sobre a participação democrática de gestores de escolas públicas em Alagoas

e difundida pelos setores progressistas da educação, que preconizavam uma progressiva ampliação dos canais de participação da sociedade civil e do controle social, está sendo substituída pelo discurso participacionista de sociedade de bem-estar social, preconizado pelo projeto neoliberal de terceira-via. Este discurso tem sido consensuado entre os governos, por meio da ideia do “pacto social” e da tutelação dos espaços de participação da sociedade; igualmente, pelos grupos dominantes da sociedade civil organizada que buscam pedagogizar os sujeitos através de uma participação nos limites da caridade e do voluntariado. Assim, as representações sociais dos sujeitos pesquisados fogem a concepção de participação efetivamente democrática. Ainda que aquelas forças, na luta política, tenham conquistado na legislação o estabelecimento da gestão democrática nas escolas públicas, o que tem predominado é um tipo de participação pulverizada no sentido do não fortalecimento do controle social. Contraditoriamente, as RS dos sujeitos da pesquisa também estão associadas ao autoritarismo, à violência e ao medo políticos, elementos que compõem o contexto microssocial dos alagoanos e que são caracterizados como valores e práticas antidemocráticas.
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