Top PDF Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

O presente trabalho teve como objetivo, discutir a gestão escolar sob a perspectiva das dimensões de organização da gestão democrática na escola pública, por meio do Projeto Político Pedagógico e de implementação, por meio dos Conselhos escolares. Tomou-se como objeto de estudo a E.E.E.F. Francisco Costa, Duas Estradas-PB, através da qual se analisou como a gestão democrática tem contribuído com a prática pedagógica da escola, como também, relatou-se as atividades desenvolvidas pela equipe de gestores e sua relevância no processo pedagógico da escola. Utilizou-se no estudo, o método qualitativo tendo como principal instrumento para coleta de dados, o questionário aplicado a uma amostra de dez docentes. Os resultados da pesquisa foram apresentados em quadros contendo a percepção dos entrevistados sobre a gestão da E.E.E.F. Francisco Costa, sentimentos em relação à gestão participativa e democrática, de maneira que o Projeto Político Pedagógico é colocado em prática durante o ano, participação do Conselho Escolar na escola e a as relações deste com a Gestão e, práticas da Gestão na E.E.E.F. Francisco Costa no que se refere à melhoria do ensino e de aprendizagem. Com relação aos resultados, a pesquisa realizada proporcionou a todos os docentes a oportunidade de refletir sobre a importância da participação de todos envolvidos no processo educativo, como também analisar o trabalho feito pela gestão escolar numa perspectiva democrática e participativa, percebendo de que forma essa participação poderá ser otimizada.
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GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

A presente dissertação trata da “Gestão Escolar na Escola Pública: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática”, na perspectiva de apreender a concepção de gestão escolar que norteia as práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual em São Luís-Maranhão. A metodologia orienta-se no materialismo histórico-dialético e utiliza pesquisa bibliográfica, documental e de campo, subsidiada por levantamento dos dados empíricos através da realização de entrevistas semiestruturadas aplicadas a uma amostra constituída por 35 sujeitos, cujas informações possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a realidade social vivenciada pela escola pública e suas relações com o contexto social e educacional, materializado pelo reconhecimento dos discursos contraditórios dos sujeitos na efetivação das políticas de gestão escolar. Dentre os autores que referenciaram o presente estudo, destacam-se: Marx (1979), Gramsci (1999), Piotte (1975), Kosik (1976), Gruppi (1978), Oliveira (2010), Cabral Neto (2007), (2009), (2011), Libâneo (2012), Ferreira (2006), Savianni (2001), (2007), Dourado (2001), (2006), Frigoto (1999), (2003), entre outros. O texto dissertativo está estruturado em capítulos, sendo o primeiro reservado à demarcação inicial do objeto, aos objetivos e às questões norteadoras, ao percurso metodológico e à organização do texto. No segundo, analisam-se as transformações decorrentes do progresso técnico científico e seus impactos na configuração das políticas educacionais e na gestão da educação. No terceiro, reflete-se sobre as concepções de administração e gestão escolar no âmbito do sistema educacional brasileiro. No quarto capítulo, abordam-se as políticas de gestão da educação no estado do Maranhão e realiza-se a caracterização das práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual. A realidade observada revelou que as políticas educacionais de gestão escolar representam mais possibilidades de manutenção de controle do sistema educacional, dos resultados, da flexibilização, das metas e dos indicadores, do que a efetivação da autonomia, participação, do interesse coletivo e da democratização oriundos de uma perspectiva democrática. Concluiu-se que a realidade pesquisada caminha mais alinhada ao controle das concepções gerencialistas do que das orientações democrático-participativas.
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Gestão escolar: organização e funcionamento da escola pública

Gestão escolar: organização e funcionamento da escola pública

A gestão democrática é o primeiro passo para a formação do cidadão crítico e participativo, sendo um dos principais objetivos da proposta de trabalho que prime pela qualidade de ensino. Nesse sentido, destaca-se o pensamento de Paulo Freire (2006), em defesa de um processo educativo como um ato político, uma ação que resultaria em relação de domínio ou de liberdade entre as pessoas, numa pedagogia que libertasse as pessoas oprimidas através do diálogo entre professores e alunos, onde o educador deve se comportar como um provocador de situações, um animador cultural num ambiente em que todos aprendem em comunhão.
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Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Um dos instrumentos utilizados para a coleta de dados foi a observação, que de acordo com Moroz e Gianfaldoni (2002, p. 65): “É uma atividade que ocorre diariamente; no entanto, para que possa ser considerado um instrumento metodológico, é necessário que seja planejado, registrado adequadamente e submetido a controle de precisão”. Portanto, a observação facilitou o conhecimento da realidade do dia-a-dia, por isso foi importante observar a rotina da escola, buscando conhecer as histórias que perpassam nas suas estruturas sociais dentro das relações administrativas e pedagógicas da gestão escolar.
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O provimento ao cargo de direção escolar e suas implicações nos processos de gestão democrática da escola pública.

O provimento ao cargo de direção escolar e suas implicações nos processos de gestão democrática da escola pública.

Outro esclarecimento importante, diz respeito ao uso dos termos gestão e administração. Na literatura sobre o tema, diversos autores apontam que o uso do termo gestão surgiu para substituir a expressão administração, uma vez que esta encontra-se atrelada a ideia de uma escola nos moldes fabris (CHAVES; et al, 2014). Porém, utilizaremos o entendimento de Vitor Henrique Paro (2002) que toma estes termos como sinônimos, mas por ora não aprofundaremos esta discussão. Paralelo a esse movimento, surge no cenário das políticas educacionais o conceito de gestão democrática da educação pública, que se insere no contexto da gestão escolar como um elemento capaz de produzir maior participação dos diversos atores que compõem a comunidade escolar, bem como de dar maior transparência à gestão pública. Segundo Paro (2016) os pressupostos de uma gestão democrática se inserem numa efetiva participação de pais, alunos, professores e funcionários da escola. Além disso, graus de autonomia são necessários para favorecer uma gestão participativa dos recursos técnicos e pedagógicos da escola pública. Nesse sentido, a promulgação da CF/88 e a LDB/96, ao trazerem a gestão democrática como um princípio do ensino público, representam a expressão de lutas efetivadas por diversas forças que ao longo da história educacional brasileira serviram de pilar para as políticas de democratização da educação (DOURADO, 2013).
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Gestão democrática da escola pública: propostas à reforma educacional em Angola

Gestão democrática da escola pública: propostas à reforma educacional em Angola

Certamente, essa forma de trabalho da escola e a expectativa para com o trabalho do aluno não se efetivam na organização e gestão escolar proposta pela reforma educativa (ANGOLA,1978), tida como fato político-pedagógico a influir no bom funcionamento de todo o trabalho diário da escola. Competia ao diretor da instituição a responsabilidade de organização total da escola, ele seria a pessoa a responder pelo cumprimento de todas as tarefas da mesma. Quanto à participação da comunidade da escola, ela estava demarcada do processo de gestão, mas apenas como oportunidade para conhecer o espaço onde seus filhos eram educados. Essa visão contraria a do trabalho coletivo, evocado por Pistrak, que tem o potencial de tornar todos os membros da escola criativos, transformando o trabalho colectivo da escola numa atividade criadora.
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A relação de uma escola pública com as famílias num processo de gestão democrática

A relação de uma escola pública com as famílias num processo de gestão democrática

Diante da real situação decidimos realizar uma pesquisa em que a metodologia utilizada foi bibliográfica e documental. Foram pesquisados textos que abordam sobre a concepção de gestão escolar democrática, a relação da escola com a família nesta mesma perspectiva, sobretudo, o livro Formação Continuada e Politização Docente, no qual o presente orientador foi um dos organizadores, em que apresenta experiências políticas e pedagógicas das escolas associadas à Comissão de Educação do Fórum do Maciço do Morro da Cruz (CE/FMMC), em Florianópolis. Além de analisar o Projeto Político Pedagógico da Escola Básica Estadual Padre Anchieta – que também esteve associada à CE/FMMC e minha própria experiência acerca dos desdobramentos e situações vivenciadas nesta instituição de ensino no segundo semestre de 2013 – utilizando também como fonte de pesquisa o relatório de estágio concretizado neste período.
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Gestão democrática na escola pública: um olhar sobre a participação popular

Gestão democrática na escola pública: um olhar sobre a participação popular

A presente monografia tem como objetivo discorrer sobre o papel da gestão de políticas públicas voltadas para a educação. Trata-se de uma abordagem histórica e analítica fundamentada nos pressupostos teóricos de autores cuja linha de pensamento se relaciona em especial com a educação como fator de inserção social, e construtor de novos modelos de uma prática assertiva de envolvimento mútuo em gestão escolar democrática. A partir desses conceitos buscamos apreender e ao mesmo tempo estimular à análise crítica no sentido de se realizarem esforços por parte de coletivos de pesquisadores afim de atuar na mudança dessa realidade da educação brasileira. Outro aspecto que pretendemos destacar é a questão da construção de formas de participação de todos os segmentos da escola na gestão educacional. Para tal buscaremos exemplos de ações institucionalizadas que impliquem em participação, a exemplo do PPP (Projeto Político Pedagógico), pois estas podem contribuir para o avanço da cultura da participação, que resulta no desenvolvimento de melhorias no campo educacional. Enfatizamos no entanto que tais ações rumo a uma consolidação de um avanço no âmbito da gestão escolar não é um processo espontâneo e fácil, antes porém, está diretamente relacionado ao permanente esforço humano de participação e coletividade rumo a construção de uma educação de qualidade.
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Gestão escolar: reflexões na escola pública

Gestão escolar: reflexões na escola pública

Segundo o gestor da escola a gestão democrática deve ser participativa para que atenta à diversidade presente na escola, de modo a trabalhar na perspectiva inclusiva, para que desse esteja comprometida com a construção de uma escola justa, acessível a todos. É bem verdade, como enfatizou o referido gestor, que buscamos essa meta, mas não tem sido fácil, enfrentamos alguns obstáculos, dentre podemos destacar a falta de participação dos pais na vida escolar dos filhos e nos assuntos da escola, por isso a necessidade de procurar envolver esses pais nos assuntos da escola, fazendo reuniões regulares, para buscar soluções de problemas do cotidiano. O gestor acredita que o conselho escolar deve ser atuante e parceiro. Além disso, é preciso chamar os professores e os pais para participar. Nas reuniões pedagógicas é estimulada a participação, através de debate, da troca de idéias, para que as pessoas exponham o seu ponto de vista, o que entenderam o que pensam e apresentem sugestões sobre o assunto em questão, ou seja, é preciso aprimorar o exercício democrático com diálogo, paciência e perseverança para que cada um assuma suas responsabilidades.
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O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

Obviamente, não se trata de mera questão semântica ou de nomenclatura. A concepção de Gestão Democrática pressupõe maior simetria entre as partes, e o Grêmio Estudantil deveria ser um espaço para a aprendizagem de relações democráticas e participativas. Logo, a figura de um presidente acaba por delegar poder a uma única pessoa, cuja cooptação pela direção escolar poderia comprometer a efetiva participação dos demais membros do grêmio. Por sua vez, a distribuição de poder pelos seus membros torna a vida do grêmio mais independente das interferências da gestão escolar, pois as decisões seriam tomadas de forma coletiva e consensual. Ressaltamos que o “processo de conquista do direito passa normalmente pelas fases do planejamento participativo: tomada de consciência, que descobre a discriminação como injustiça; proposta de enfrentamento prático da questão; necessidade de organização política” (DEMO, 1993, p. 63). Isso se torna mais eficaz se feito de forma colegiada, com pesos de decisão iguais.
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Gestão escolar e alfabetização de crianças na escola pública

Gestão escolar e alfabetização de crianças na escola pública

No cenário atual de insucesso da escola pública em alfabetizar as crianças, mesmo reconhecendo o caráter multideterminado desse processo, o objetivo desse estudo é analisar, no contexto de uma escola da Rede Pública, cujas crianças, segundo índices oficiais, conseguem se alfabetizar nos três primeiros anos do Ensino Fundamental, ações da gestão escolar que favorecem o processo de alfabetização. Para alcance do objetivo supracitado, assumimos os princípios da abordagem qualitativa e definimos, como metodologia, o Estudo de Caso, sendo nosso campo empírico uma escola pública do município de Parnamirim, RN e, como sujeitos, a diretora, a vice-diretora, três professoras atuantes nos três primeiros anos do Ensino Fundamental, duas coordenadoras pedagógicas, dois pais e seis crianças. Adotamos como procedimentos de construção de dados, o questionário, a análise documental, a entrevista semiestruturada e a observação não-participante. Os fundamentos teóricos que serviram de marco às nossas interpretações encontram-se nas concepções atuais de gestão educacional e de alfabetização, bem como sobre processo de aprendizagem e desenvolvimento e prática educativa. Consideramos, nesse estudo, a concepção de gestão que supera o enfoque limitado, burocrático como condição básica e fundamental da qualidade do ensino e da transformação da própria identidade das escolas, dos sistemas de ensino e da educação brasileira se assentando sobre e a partir da mobilização dinâmica dos sujeitos humanos coletivamente organizados. A alfabetização de crianças é compreendida como o ensino-aprendizado da linguagem escrita em um processo que envolve duas dimensões indissociáveis: a apropriação do sistema de escrita alfabético e o desenvolvimento de habilidades/práticas textuais, cujas especificidades de desenvolvimento
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Liderança e gestão democrática na organização escolar: o papel do gestor em uma escola pública de Santa Izabel-PA

Liderança e gestão democrática na organização escolar: o papel do gestor em uma escola pública de Santa Izabel-PA

Nessa perspectiva, ao participar do programa de mestrado e finalizá-lo a partir desta dissertação, pude compreender a relevância da gestão democrática na busca de uma educação de qualidade, porque sem a participação de todos os segmentos atuantes no ambiente escolar se torna mais difícil resolver problemas e criar novas alternativas para vencer os desafios. Todavia, é preciso ter a plena convicção que as mudanças no cenário educativo da escola pública no Brasil não depende apenas do processo de gestão escolar, porque a escola é uma instituição aberta, influenciada pelas políticas, normas, conjunturas políticas e econômicas e a dinâmica social de um modo geral. As variáveis envolvidas nessa relação entre escola e meio fogem a seu controle, impossibilitando à gestão interna de dar certas respostas. Por exemplo, a violência urbana tem crescido no Brasil por conta da desestruturação familiar, o tráfico de drogas, o desemprego, entre outros fatores, afetando as relações intraescolares.
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A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO PLANEJAMENTO ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO PLANEJAMENTO ESCOLAR

No âmbito escolar, o profissional da educação precisa estar apto a promover uma organização do trabalho pedagógico, mas isso nem sempre é fácil, pelo contrário, costuma ser uma tarefa complexa e desafiadora (CAMARA, 2017). Destaca-se, assim, a importância de uma boa gestão e da presença de uma liderança, a fim de que esse profissional seja instruído de maneira coerente. Mas, partindo dessa ideia, levanta-se um questionamento: liderança e gestão não seriam as mesmas coisas, apenas com terminologias distintas? Segundo Luck (2014, p. 97), esses conceitos se complementam, pois o exercício de gestão presume uma liderança, uma vez que não se pode “fazer gestão sem exercer liderança”. No entanto, a gestão escolar pressupõe o trabalho com outras dimensões, como, por exemplo, a gestão administrativa, enquanto a liderança corresponde a um processo de gestão de pessoas.
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Gestão escolar democrática na escola pública em Pernambuco: uma experiência da década de 80

Gestão escolar democrática na escola pública em Pernambuco: uma experiência da década de 80

Acredito, ainda, que o estudo de caso da implantação de uma gestão democrática numa escola da rede pública pode ajudar a compreender os processos de mudança e até servir de referência para outras escolas, pois, se as conclusões dessa investigação forem válidas, a princípio para a situação específica estudada, não podendo ser aplicadas a outros casos, nada impede a possibilidade de outras escolas e outros atores se reconhecerem no cenário e se encontrarem no movimento de apreensão de significados e de busca de compreensão de questões pertinentes aos seus próprios contextos gestionários.
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Gestão democrática em discussão: uma experiência no ambiente escolar de uma escola pública municipal

Gestão democrática em discussão: uma experiência no ambiente escolar de uma escola pública municipal

O presente artigo corresponde ao resultado das experiências somadas no Estágio Supervisionado em Gestão Escolar do curso de Pedagogia na modalidade PARFOR da Universidade Estadual da Paraíba – UEPB. Estágio realizado entre os meses de agosto e setembro de 2017, na Escola Maria Celeste Pires Leite na cidade de Catingueira – PB. Este Artigo tem por objetivo descrever a respeito das observações feitas acerca de como se gerencia uma escola, buscando identificar problemas e possibilidades que interferem no bom andamento do processo educacional. Espera- se ainda, com essa produção, oferecer contribuições para outras escolas públicas preferencialmente no tocante às suas respectivas formas de gestão, através de uma proposta de intervenção que foi realizada a partir de uma coleta de dados, pela observação direta e entrevista semiestruturada.
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Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

[...] o colegiado escolar configura-se como estratégia para assegurar a política pública de democratização da gestão da escola. No entanto, este órgão é trata- do como fim em si mesmo e não como meio, devido à ausência de outras estra- tégias igualmente consistentes para a mesma finalidade (SILVA, 2007, p. 1). Nos preceitos de uma ação coletiva, tem-se a composição da gestão colegiada, nada mais é do que, um órgão representativo da comunidade escolar, com funções de- liberativa, consultiva, de monitoramento e avaliação das ações da gestão escolar, con- substanciando na constituição de uma gestão participativa propiciando o alcance dos objetivos da comunidade escolar, claro, em obediência às normas vigentes.
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Da especificidade da gestão escolar à gestão democrática da escola – uma tomada dialética a partir dos limites atuais

Da especificidade da gestão escolar à gestão democrática da escola – uma tomada dialética a partir dos limites atuais

Ainda refletindo a desnecessária adje- tivação: é possível a execução de práticas democráticas sem participação? Ou ainda, tendo em vista a necessidade da superação da divisão de classes para possibilitar as con- dições sociais da democracia, é possível con- ceber uma “democracia liberal?” Uma tipo- logia não encerra a amplitude da democra- cia porque ela não é um fato determinado, ou um sistema consolidado e perfeito. A de- mocracia, e também a gestão democrática da escola, constitui-se num processo, em que elementos como participação, autonomia, coletividade estão presentes em uma ativi- dade, que tem por finalidade sintetizar a ex- pressão dos membros integrantes da ação. Dotada destas características, a de- mocracia enquadra-se no que Gramsci de- nomina de guerra de posições, que visa à tomada do poder e do Estado, mas não somente de forma explosiva, com uso da força como a guerra de movimento, e sim através da conquista hegemônica via con- senso e persuasão.
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Gestão democrática na escola pública do Ceará: um modelo de avaliação institucional

Gestão democrática na escola pública do Ceará: um modelo de avaliação institucional

“ ... a comunidade escolar, na sua totalidade ou na sua maioria, não pode participar diretamente da elaboração dos instrumentos. Sua participação é mais indireta através de grupos de trabalho da escola (GT) ou Conselho escolar, que apontam categorias e aspectos a serem avaliados. Na hora da elaboração escrita, o trabalho é de um grupo pequeno.”

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OS DESAFIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESCOLAR COMPARTILHADA: CONHECENDO A GESTÃO DEMOCRÁTICA

OS DESAFIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESCOLAR COMPARTILHADA: CONHECENDO A GESTÃO DEMOCRÁTICA

A constante melhoria do sistema de ensino e da escola é um objetivo perseguido pela administração da educação. As políticas públicas evoluem, e com elas evoluem os paradigmas gerenciais. Buscam-se soluções para o gerenciamento e a qualidade educacional mediante a parceria com os que fazem a educação acontecer no cotidiano da escola. Todavia, a parceria iniciada e todas as discussões sobre os novos paradigmas gestores não podem escamotear a possibilidade da simples adoção pela escola dos novos padrões gerenciais da organização. É preciso que haja uma coordenação, uma parceria entre gestor, escola e comunidade para que aconteça, consequentemente, sucesso na administração escolar.
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A gestão democrática da escola pública sob a égide do capitalismo neoliberal

A gestão democrática da escola pública sob a égide do capitalismo neoliberal

As formas de regulação transnacional de mercado, ao final da década de 1980, impulsionaram um quadro de reorganização da lógica capitalista na perspectiva de mudança reestruturativa da produção e do papel do Estado (FRIGOTTO, 2003). Assim, o Estado se coloca como um agente regulador dos meios para a naturalização de seus pressupostos, entre os quais, a educação e o combate à miséria tomam centralidade. Exatamente a partir destes pressupostos é que a democratização da escola pública que foi bandeira dos movimentos sociais populares, do professorado em suas lutas, acaba sendo solapada pelo Estado, que se colocada a serviço da valorização do capital e encaminha para a sociedade civil (haja vista sua natureza contraditória) e empresariado, a responsabilização sobre as politicas públicas e sociais, como, por exemplo, sobre a educação. Este, portanto, é o teor do presente trabalho.
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