Top PDF Gestão escolar: organização e funcionamento da escola pública

Gestão escolar: organização e funcionamento da escola pública

Gestão escolar: organização e funcionamento da escola pública

A gestão escolar tem sido alvo de muitas discussões na atualidade em virtude das inúmeras mudanças na sociedade, sobretudo no que concerne às práticas administrativas e pedagógicas, vistas como dois processos que estão intimamente imbricados. Diante da necessidade de refletir acerca desses assuntos, este trabalho visa discutir a gestão democrática no âmbito da escola, ressaltando a importância do envolvimento de todos os pares inseridos no ambiente educacional para que haja uma organização e funcionamento pautado na transparência e na qualidade do ensino público. Igualmente, destaca também aspectos inerentes à escola e ao aluno da educação infantil e do ensino fundamental, entendidos como fases de suma importância da vida escolar da criança. O aporte teórico que orientam as nossas discussões têm em GADOTTI (2010)P.45, LDB (2001), VIEIRA (2010)P.67, PARO (2003)P.123, dentre outros, as principais referências. Esta pesquisa aponta para a necessidade de se pensar a escola pública como espaço de construção de conhecimento com qualidade, e que para isto é preciso a participação conjunta de todos os envolvidos, desde o diretor, o professor, aluno, pais e comunidade escolar.
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GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

A presente dissertação trata da “Gestão Escolar na Escola Pública: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática”, na perspectiva de apreender a concepção de gestão escolar que norteia as práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual em São Luís-Maranhão. A metodologia orienta-se no materialismo histórico-dialético e utiliza pesquisa bibliográfica, documental e de campo, subsidiada por levantamento dos dados empíricos através da realização de entrevistas semiestruturadas aplicadas a uma amostra constituída por 35 sujeitos, cujas informações possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a realidade social vivenciada pela escola pública e suas relações com o contexto social e educacional, materializado pelo reconhecimento dos discursos contraditórios dos sujeitos na efetivação das políticas de gestão escolar. Dentre os autores que referenciaram o presente estudo, destacam-se: Marx (1979), Gramsci (1999), Piotte (1975), Kosik (1976), Gruppi (1978), Oliveira (2010), Cabral Neto (2007), (2009), (2011), Libâneo (2012), Ferreira (2006), Savianni (2001), (2007), Dourado (2001), (2006), Frigoto (1999), (2003), entre outros. O texto dissertativo está estruturado em capítulos, sendo o primeiro reservado à demarcação inicial do objeto, aos objetivos e às questões norteadoras, ao percurso metodológico e à organização do texto. No segundo, analisam-se as transformações decorrentes do progresso técnico científico e seus impactos na configuração das políticas educacionais e na gestão da educação. No terceiro, reflete-se sobre as concepções de administração e gestão escolar no âmbito do sistema educacional brasileiro. No quarto capítulo, abordam-se as políticas de gestão da educação no estado do Maranhão e realiza-se a caracterização das práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual. A realidade observada revelou que as políticas educacionais de gestão escolar representam mais possibilidades de manutenção de controle do sistema educacional, dos resultados, da flexibilização, das metas e dos indicadores, do que a efetivação da autonomia, participação, do interesse coletivo e da democratização oriundos de uma perspectiva democrática. Concluiu-se que a realidade pesquisada caminha mais alinhada ao controle das concepções gerencialistas do que das orientações democrático-participativas.
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Gestão escolar e alfabetização de crianças na escola pública

Gestão escolar e alfabetização de crianças na escola pública

implicam sistematização e intencionalidade, características da Escola enquanto instituição educativa. Mediante análise dos dados construídos – fundada em alguns princípios da análise de conteúdo – constatamos que a gestão da escola pesquisada, ainda que marcada por contradições, desenvolve ações que exercem um papel fundamental nos processos e resultados da aprendizagem da escrita pelas crianças. Com as ações identificadas, construímos as seguintes categorias: 1) Ações relativas à organização da Escola como instituição; 2) Ações relativas à organização do processo ensino-aprendizagem; e subcategorias: 1.1 Criação e manutenção de infraestrutura adequada; 1.2 Promoção do trabalho coletivo e autônomo dos profissionais; 1.3 Construção/formação permanente da equipe docente; 1.4 Envolvimento dos pais na dinâmica escolar; 2.1 Disponibilização de recursos para a aprendizagem; 2.2 Sistematização de planejamento do processo ensino-aprendizagem e 2.2.1 Sistematização da avaliação da aprendizagem. A categorização construída, bem como sua reflexão, aponta que as ações que favorecem a alfabetização das crianças aproximam-se das concepções de uma educação com qualidade social e da democratização da educação, ainda que a própria instituição da gestão da escola não seja, ainda, democratizada. Nosso estudo reafirma que a gestão escolar, como toda prática humana e social, tem caráter essencialmente contraditório, inacabado e lacunar, mas que, por entre os limites das contradições, encontram-se possibilidades, evidenciadas nas ações da gestão intimamente articuladas ao sucesso da aprendizagem e que, portanto, podem constituir em referência para a reflexão sobre práticas de gestão escolar, comprometidas com a aprendizagem e com a alfabetização das crianças.
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Gestão escolar - para uma práxis transformadora : uma escola pública inovadora EMEF. Desembargador Amorim Lima

Gestão escolar - para uma práxis transformadora : uma escola pública inovadora EMEF. Desembargador Amorim Lima

empoderamento para fundamentar a análise dos conteúdos, identificando os instrumentos públicos oferecidos à participação da comunidade escolar na gestão do ensino. Apresenta a dinâmica de funcionamento do Conselho de Escola e Comissão Própria de Avaliação analisando os conteúdos das Atas e os registros da observação in locus, no período de Abril a Setembro de 2011. Optou-se por estudar esta prática inovadora de educar para empoderamento da comunidade, tendo como cenário a educação escolar. Este espaço foi favorável à observação deste processo devido ao seu poder de transformação social, tendo atores representativos dos vários segmentos da sociedade. As categorias de análise de empoderamento, autopercepção e influência, apresentam sinais da conquista do nível de empoderamento individual em todos os segmentos. Nas categorias, inclusão, confiança e cooperação interna encontram-se as práticas referentes ao nível de empoderamento organizacional, identificando-se agrupamentos de dependência ” e luta e fuga” que intervém no melhor desenvolvimento do grupo e o destaque do segmento Alunos na conquista deste nível. O empoderamento comunitário em si, caracterizado pelos indicadores organização ” e rede de cooperação ”, revela pouco desenvolvimento neste nível, mas há indícios da intenção de que seja praticado e conquistado. O cenário revelou as contradições e conflitos da democracia representativa e permitiu a identificação dos jogos de poder e manipulação da mobilização política. Defende-se a necessidade da manutenção e constância da prática de participação para a consolidação do aprendizado referente ao protagonismo social. A prática da participação trouxe à comunidade, fontes para a aprendizagem sobre: os limites da liberdade individual diante dos contratos coletivos; a prática da arte de argumentação; direitos e responsabilidades; as estruturas organizacionais que precisam ser acionadas e conquistadas para parceria e negociação. A experiência revelou ainda, os aspectos subjetivos da trama da convivência, com os interesses múltiplos que uma comunidade representa.
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Participação na gestão escolar : análise da importância do processo participativo na gestão de uma Escola Pública

Participação na gestão escolar : análise da importância do processo participativo na gestão de uma Escola Pública

Na escola, também foi possível observar e presenciar nas reuniões coletivas que a equipe gestora procura trabalhar de forma respeitosa, dando espaço ao processo participativo e dialógico com os professores, os estudantes e demais funcionários da escola. Aqui, o conceito participativo não está restrito ao processo entre pessoas da organização somente. De forma muito mais abrangente e conectada ao que de fato representa a ação partcipativa na escola, diz-se de um espaço que é proporcionado exatamente para que as ideias contrárias sejam valorizadas e remetidas ao campo da interação e não da rejeição indo ao encotro da perspectiva de Morin (2008). Trata-se, nesse contexto, à evidência de um espaço do conflito produzido e sabiamente alimentado pela contradição, gerando assim resultados positivos. Outra instância que deve ser levada em consideração é a participação no Conselho Escolar.
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Gestão democrática na escola pública: retrato da atuação do Conselho Escolar em uma escola pública estadual

Gestão democrática na escola pública: retrato da atuação do Conselho Escolar em uma escola pública estadual

a) Deliberativas: quando decidem sobre o projeto político-pedagógico e outros assuntos da escola, aprovam encaminhamentos de problemas, garantem a elaboração de normas internas e o cumprimento das normas dos sistemas de ensino e decidem sobre a organização e o funcionamento geral das escolas, propondo à direção as ações a serem desenvolvidas. Elaboram normas internas da escola sobre questões referentes ao seu funcionamento nos aspectos pedagógico, administrativo ou financeiro. b) Consultivas: quando têm um caráter de assessoramento, analisando as questões encaminhadas pelos diversos segmentos da escola e apresentando sugestões ou soluções, que poderão ou não ser acatadas pelas direções das unidades escolares.
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Open Democratização da gestão e conselho escolar: o caso de uma escola pública no município de Ipubi PE

Open Democratização da gestão e conselho escolar: o caso de uma escola pública no município de Ipubi PE

A Administração Escolar atual, pautada pelo autoritarismo em suas relações e pela ausência de participação dos diversos setores da escola e da comunidade em sua realização, não se coaduna com uma concepção de sociedade democrática a que se pretende chegar através da transformação social. Por isso, uma teoria e prática de Administração Escolar que se preocupe com a superação da atual ordem autoritária na sociedade precisa propor como horizonte a organização da escola em bases democráticas. E para a Administração Escolar ser verdadeiramente democrática é preciso que todos os que estão direta ou indiretamente envolvidos no processo escolar possam participar das decisões que dizem respeito à organização e funcionamento da escola. (PARO, 1987,p.160). Com a gestão democrática, a escola se torna mais autônoma, para gerir os seus próprios recursos materiais e financeiros e para construir um Projeto Político- Pedagógico que mais se relacione à sua realidade local.
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A organização das práticas e o trabalho gerencial :  fragmentos do cotidiano da gestão de uma escola pública municipal

A organização das práticas e o trabalho gerencial : fragmentos do cotidiano da gestão de uma escola pública municipal

bairro Vista Linda, causava reações negativas nos membros da SEME, que achavam que ela, ao ajudar o líder comunitário, estava contrária ao sistema de educação. Por isso, da mesma maneira como afirmam Tengblad e Vie (2012), a diretora tinha uma preocupação muito maior em ser “bem vista” pelos sujeitos do que, muitas vezes, fazer o que “seria certo”. Quando ficávamos sozinhos, por exemplo, ela tentava mostrar para mim ações que sugerissem “ser uma gestora eficiente”, algo que Arman, Vie e Asvoll (2012) apontam como recorrente nos trabalhos que utilizam a shadowing. Esse ponto está articulado à ideia da inteligibilidade da prática (SCHATZKI, 2001, 2002). “Andar em cima do muro” passa a ser uma atividade importante da gestão na medida em que se torna algo aceitável, de certa maneira, para os diferentes segmentos influenciadores da gestão escolar. Aceitar algumas das vontades do líder comunitário em detrimento dos interesses da SEME fez sentido para a diretora em muitos momentos porque estreitava a relação de confiança entre os dois. Nesse sentido, seguindo a ideia de Schatzki (2001, 2002) sobre a organização das práticas, sabendo como (entendimento) relacionar-se com esse indivíduo (tinha-se um consenso na escola que era difícil lidar com ele), a diretora poderia ter maior chance de convencê-lo a não fazer tantas manifestações que deixassem a comunidade irritada com a escola em outro bairro. Ao mesmo tempo, aproximar-se mais do órgão central a partir de abril passou a ser uma ação que ela julgou que deveria performar. Isso se deve porque ela passou a entender (know-how) que, se não seguisse regras – implícitas e explícitas – impostas pela SEME (não apoiar fortemente o líder comunitário, impedir manifestações que não fossem lideradas pelo sindicato de professores ou que o ônibus fosse utilizado apenas por crianças de 1° e 2° anos), seria “mal vista” como gestora.
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A organização das práticas e o trabalho gerencial : fragmentos do cotidiano da gestão de uma escola pública municipal

A organização das práticas e o trabalho gerencial : fragmentos do cotidiano da gestão de uma escola pública municipal

Com pouco tempo para pensar, acabou aceitando três dias antes da eleição a sua inscrição. Preparou, então, um plano de sua candidatura e, dois meses depois, acabou sendo eleita por uma diferença de três votos em relação à professora que liderava as pesquisas de intenção de votos. Segundo a diretora, os professores compraram a ideia de tê-la como gestora da escola e fizeram campanhas na sala de aula. “Enquanto a outra professora dizia que eu não poderia ser diretora por ser velha e doente, os professores diziam para os alunos que era muito melhor uma pessoa mais idosa, mas experiente, do que uma nova e sem experiência. E foi dessa forma que a gente foi conquistando os estudantes, que já gostavam de mim”. A professora que ficou em segundo lugar acabou saindo da unidade de ensino, ficando apenas a coordenadora da manhã. A relação entre a diretora e a referida coordenadora influenciou significativamente a prática da gestão escolar, dado que a opinião delas era divergente em muitas situações, conforme destacarei no decorrer deste subtópico. No início da sua gestão, a diretora buscou dialogar com o corpo docente sobre a importância de que alguns hábitos dos funcionários fossem alterados em virtude da mudança de local da escola. Ela justificava essa medida afirmando que não era mais possível tomar as mesmas decisões que eram tomadas na escola "antiga" e que precisava comunicar isso pelo fato de a gestão da unidade de ensino ser coletiva. Não era possível, por exemplo, aceitar alguns pedidos do líder comunitário para liberar a quadra apenas com a vontade dela prevalecendo.
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Gestão educacional: a importância do pedagogo na gestão escolar de uma escola pública do estado da Paraíba

Gestão educacional: a importância do pedagogo na gestão escolar de uma escola pública do estado da Paraíba

A prática na escola é uma prática coletiva. – os pedagogos são profissionais necessários na escola: seja nas tarefas de administração (entendida como organização racional do processo de ensino e garantia de perpetuação desse processo no sistema de ensino, de forma a consolidar um projeto pedagógico – político de emancipação das camadas populares), seja nas tarefas que ajudem o(s) professor (es) do ato de ensinar, pelo conhecimento não apenas dos processos específicos de aprendizagem, mas também da articulação entre os diversos conteúdos e na busca de um projeto – político coerente. (PIMENTA 1985, p. 34).
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Liderança e gestão democrática na organização escolar: o papel do gestor em uma escola pública de Santa Izabel-PA

Liderança e gestão democrática na organização escolar: o papel do gestor em uma escola pública de Santa Izabel-PA

Nessa perspectiva, ao participar do programa de mestrado e finalizá-lo a partir desta dissertação, pude compreender a relevância da gestão democrática na busca de uma educação de qualidade, porque sem a participação de todos os segmentos atuantes no ambiente escolar se torna mais difícil resolver problemas e criar novas alternativas para vencer os desafios. Todavia, é preciso ter a plena convicção que as mudanças no cenário educativo da escola pública no Brasil não depende apenas do processo de gestão escolar, porque a escola é uma instituição aberta, influenciada pelas políticas, normas, conjunturas políticas e econômicas e a dinâmica social de um modo geral. As variáveis envolvidas nessa relação entre escola e meio fogem a seu controle, impossibilitando à gestão interna de dar certas respostas. Por exemplo, a violência urbana tem crescido no Brasil por conta da desestruturação familiar, o tráfico de drogas, o desemprego, entre outros fatores, afetando as relações intraescolares.
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Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Como se percebe, as práticas do cotidiano escolar constituem um horizonte para o surgimento, crescimento e consolidação de um projeto democrático alternativo. A avaliação das diferentes dimensões da gestão escolar pode ser este horizonte, pois, conforme Lück (2009), essas dimensões que envolvem a gestão escolar são capazes de promover mudanças e desenvolvimento dos processos educacionais, tornando a formação e aprendizagem dos alunos mais potente. A autora apresenta dez dimensões que auxiliam a organização da gestão escolar: 1. Fundamentos e princípios da educação e da gestão escolar; 2. Planejamento e organização do trabalho escolar; 3. Monitoramento de processos e avaliação institucional; 4. Gestão de resultados educacionais; 5. gestão democrática e participativa; 6. gestão de pessoas; 7. gestão pedagógica; 8. gestão administrativa; 9. gestões da cultura escolar; 10. gestão do cotidiano escolar.
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Empoderamento na escola: estudo de experiência de gestão escolar em unidade da rede pública de ensino da Bahia

Empoderamento na escola: estudo de experiência de gestão escolar em unidade da rede pública de ensino da Bahia

A pesquisa buscou investigar e analisar as características apresentadas pelo colegiado escolar de uma unidade de ensino pública que propiciam o empoderamento da comunidade escolar na gestão da escola pública, contribuindo para minimizar o controle dos agentes do Estado sobre o funcionamento da escola. O estudo de caso em uma escola da rede pública estadual em Salvador, Bahia, envolveu no plano de coleta de dados a realização de entrevistas semi-estruturadas com conselheiros e diretor da escola, bem como acompanhamento de reuniões do órgão colegiado e análise de atas de reuniões realizadas pelo órgão no período de 2005 a 2006. As categorias trabalhadas para analisar a atuação do órgão colegiado foram: a) promoção da igualdade de capacidades de exercer influência sobre a ação governamental e de responsabilizar agentes públicos e governantes por decisões; b) participação; c) transparência; d) controle social. O estudo revelou que as relações de poder que se propõem à co-responsabilização na escola, ainda ocorrem sob a deliberação e orientação da direção da mesma, que tenta fortalecer o órgão colegiado. Identificou, ainda, que a tentativa de descentralizar o poder na gestão da unidade de ensino serve para reforçar o poder de um segmento que o detém, no caso o professor. Os pais e os alunos são os segmentos menos empoderados no colegiado escolar. Por fim, concluiu que empoderar indivíduos que dispõem de diferentes ferramentas para agir com o objetivo de mudar sua condição e a do grupo que pertence é um desafio. No caso da gestão escolar, o segmento dos professores, é o que mais dispõe dos recursos e capacidades necessários para atuar e modificar sua condição.
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Gestão escolar democrática na escola pública em Pernambuco: uma experiência da década de 80

Gestão escolar democrática na escola pública em Pernambuco: uma experiência da década de 80

No primeiro nível, é possível apreender a visão de escola de qualidade dos depoentes, entendida como um bem da comunidade e espaço de participação sócio-cultural, que contava com o reconhecimento público, além de apresentar características de organização e convivência amigável, não apenas entre os professores, mas também na relação positiva entre professores e alunos. Os entrevistados ainda salientaram a estabilidade do corpo docente como um elemento de peso na prática pedagógica dos professores que se empenhavam na vivência de atividades inovadoras, como forma de atender ao compromisso com a aprendizagem de todos.
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Gestão escolar: reflexões na escola pública

Gestão escolar: reflexões na escola pública

Afirma Paulo Freire (1991, p. 16): Não devemos chamar o povo à escola para receber instruções, postulados, receitas, ameaças, repreensões, punições, mas para participar coletivamente da construção de um saber que vai além do saber da pura experiência feita, que leve em conta suas necessidades e o torne instrumento de luta, possibilitando-lhe transformar-se em sujeito de sua própria história. A participação popular na criação da cultura e da educação rompe com a tradição de que só elite é competente e sabe quais são as necessidades e interesses de toda a sociedade. A escola deve ser também um centro irradiador da cultura popular, à disposição da comunidade, não para consumi-la, mas para recriá-la. A escola é também um espaço de organização política das classes populares.
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Gerencialismo na escola pública: contradições e desafios concernentes à gestão, à autonomia e à organização do trabalho escolar

Gerencialismo na escola pública: contradições e desafios concernentes à gestão, à autonomia e à organização do trabalho escolar

A Escola Azul foi a vencedora do Prêmio Estadual de Referência em Gestão Escolar no ano de 2010. Localizada na periferia do município de Rubiataba, na região do Centro Goiano, interior do estado de Goiás, atende alunos provenientes de famílias de baixa renda. Pertence ao sistema estadual de educação e oferece o ensino fundamental do 3º ao 9º ano. Possui estrutura física precária e completamente inadequada para a oferta do processo educativo, demonstrada por um único e antigo pavilhão, que contém a sala da secretaria, a biblioteca, em conjunto com a sala de informática e as salas de aula. A sala dos professores localiza-se no antigo alojamento do caseiro, sem iluminação adequada, tem teto baixo e rachaduras na parede. O local para a realização de práticas esportivas se reduz ao que sobrou do piso de uma antiga quadra de esportes. A estrutura física da cozinha está comprometida pela antiguidade do prédio escolar e as únicas salas de aula em condições razoáveis de funcionamento são as construídas com recursos próprios, doados pela comunidade escolar. Em 2010, a escola possuía 202 alunos, com média de vinte alunos por turma. Em 2011, ano da realização da pesquisa de campo, eram doze os professores efetivos com mais de três anos de trabalho na escola. Foram realizadas cinco entrevistas, com professores e com a diretora da escola.
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Gestão escolar democrática: implicações na sua organização em escola na rede estadual de ensino na cidade de Quilombo, SC

Gestão escolar democrática: implicações na sua organização em escola na rede estadual de ensino na cidade de Quilombo, SC

O presente trabalho é resultado de pesquisa desenvolvida em escola pública estadual na cidade de Quilombo – SC. Buscou-se através da pesquisa conhecer e trazer à luz algumas das implicações que têm decorrido na organização escolar para a efetivação da gestão escolar democrática. A pesquisa desenvolveu-se pelo método qualitativo de pesquisa por meio de revisão bibliográfica e de estudo de caso, com análise de documentos institucionais, atas e Projetos Político-Pedagógicos (PPPs) dos anos entre 2010 a 2015. Categorizadas a partir dos elementos constitutivos da gestão democrática sendo: participação, pluralismo, autonomia e transparência, as principais implicações constatadas nos dão conta que a gestão escolar democrática tem esbarrado especialmente pelo não comprometimento e criação por parte da equipe diretiva dos meios necessários ao seu desenvolvimento.
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PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR E SEUS REFLEXOS NO DESEMPENHO DE UMA ESCOLA PÚBLICA: O CASO DA ESCOLA ESTADUAL JOSÉ AMÉRICO BARBOSA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR E SEUS REFLEXOS NO DESEMPENHO DE UMA ESCOLA PÚBLICA: O CASO DA ESCOLA ESTADUAL JOSÉ AMÉRICO BARBOSA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Art. 6º I b) – observância das diretrizes e normas curriculares, garantia do padrão de qualidade do ensino, construção e implementação da proposta pedagógica, cumprimento do regimento escolar e resultado das avaliações institucionais e desempenho dos alunos; c) – regularidade no acesso, permanência e demais atos da vida escolar dos alunos; d) – situação legal e funcional do pessoal administrativo, técnico e docente; e) – situação dos prédios, instalações, equipamentos e material didático adequado aos níveis e modalidades de ensino; f) – regularidade da escrituração escolar; g) – cumprimento das normas relativas à obrigatoriedade e gratuidade da educação básica em escolas oficiais; h) – funcionamento da caixa escolar; II – orientação à Escola, especialmente quando demonstrar dificuldades, falhas ou omissões; III – adoção e determinação de medidas destinadas à solução de conflitos ou ao saneamento de irregularidades apuradas na instituição escolar; IV – suspensão “ad referendum” do órgão superior, de atividades escolares que se estejam processando em desacordo com as disposições legais ou normativas; V – indicação ao órgão superior de medidas saneadoras ou corretivas cabíveis; VI – responsabilidade pelo fluxo correto e regular de informações entre as instituições escolares, entre os órgãos regionais e o órgão central da SEE (SEE/MG, Res. 457/2009).
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O papel do colegiado escolar na gestão financeira da escola pública

O papel do colegiado escolar na gestão financeira da escola pública

O presente trabalho objetiva fazer uma reflexão sobre o papel do colegiado escolar na gestão financeira da escola pública. A metodologia desenvolvida foi por meio da abordagem qualitativa, sendo a pesquisa bibliográfica e o estudo de caso os principais tipos de pesquisa abordados. Como técnicas de coleta de dados a entrevista semiestruturada foi utilizada, tendo a análise de conteúdo como referencial para interpretação dos dados coletados. Os resultados encontrados apontaram que: a) o colegiado escolar é um mecanismo necessário para concretização de uma gestão colegiada; b) a escola pesquisada convoca os conselheiros para assembleias com intuito de dinamizar e organizar o espaço educativo; c) a gestão financeira é uma dimensão da gestão escolar cujo objetivo é melhorar a organização pedagógica e administrativa da instituição; e por fim: d) o PDDE é um importante programa que contribui para dinamização da participação dos diferentes segmentos no cenário escolar.
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Importância e necessidade de formas de organização e gestão escolar

Importância e necessidade de formas de organização e gestão escolar

Nesse sentido, o desenvolvimento do trabalho, tem como principal objetivo analisar como as formas de organização e gestão escolar que tem se destacando no contexto educacional, bem como, as discussões e reformas a partir da década de 1990, que abriu um leque de discussões em torno da democratização da escola pública, com o advento da redemocratização do País e a elaboração da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB)¹, na expectativa de impor uma nova concepção de gestão, baseada em princípios democráticos, juntamente com uma crescente valorização da participação de toda a comunidade escolar nas tomadas decisões, a fim de alcançar resultados significativos decorrentes de um maior desempenho das funções administrativas e pedagógicas de todos os componentes da escola em prol de uma maior aprendizagem dos alunos e desenvolvimento dos seus profissionais.²
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