Top PDF A gestão escolar e a participação da família enquanto colaboradora no processo de aprendizagem

A gestão escolar e a participação da família enquanto colaboradora no processo de aprendizagem

A gestão escolar e a participação da família enquanto colaboradora no processo de aprendizagem

O presente artigo tem como principal objetivo investigar a gestão escolar participativa e a família enquanto colaboradora no processo de aprendizagem. A metodologia aplicada neste estudo configura-se como qualitativa, bibliográfica, e de campo, com características predominantemente de um estudo de caso. Os dados da pesquisa foram coletados na Escola Municipal Felipe André Bezerril Souto, na cidade de Lagoa d´Anta, no Rio Grande do Norte, por meio da aplicação de um questionário contendo seis questões dirigidas à gestão escolar, a equipe pedagógica e a uma mãe representante do conselho escolar sobre a gestão participativa e a importância da participação dos pais para o processo de aprendizagem. Para tanto, foi utilizado como suporte teórico os textos de LUCK (2008, 2009 e 2010), LIBÂNEO (2008 e 2012), PARO (2007 e 2011), entre outros. Portanto, compreendemos que a escola e a família precisam caminhar juntas, em plena parceria. Pois, no momento em que os filhos percebem que seus pais apresentam interesse na escola, estas ações possibilita a compreensão de projetos e ações, proporcionando assim, melhor desempenho na aprendizagem.
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DA PARTICIPAÇÃO AO ENVOLVIMENTO PARENTAL: UMA ESTRATÉGIA DE AÇÃO PARA A GESTÃO ESCOLAR NA BUSCA DE MELHORIAS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DA PARTICIPAÇÃO AO ENVOLVIMENTO PARENTAL: UMA ESTRATÉGIA DE AÇÃO PARA A GESTÃO ESCOLAR NA BUSCA DE MELHORIAS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

a categoria "envolvimento" como uma forma de participarem mais intensamente de atividades que estão relacionadas ao ensino e à aprendizagem escolar, em casa ou na escola (sala de aula). Estas atividades podem também ser iniciadas pelos próprios pais em casa, ou sugeridas pelos professores. Elas são bem abrangentes e tratam dos diversos procedimentos adotados pelos pais para auxiliar os filhos na aprendizagem, como, por exemplo, deveres de casa, leituras de livros que interessam aos pais e às crianças, jogos que estimulam o desenvolvimento cognitivo, etc., até a participação ativa dos pais na escola. Além dessas atividades desenvolvidas em casa, mencionaram a ajuda em sala de aula ou no uso da biblioteca, excursões a lugares culturais e outras atividades que os professores quisessem ou precisassem da participação deles (como falar das diferentes profissões). Ainda mais, alguns mencionaram sua participação na preparação de ambiente para as aulas, como a montagem de um laboratório simples para as aulas de ciências naturais, para educação física, revisão de textos e livros que serão usados em aula e destinados à biblioteca. (BHERING & BLATCHFORD,1999, p. 205)
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A participação da familia na gestão escolar e no processo de ensino-aprendizagem: Estudo de caso numa escola secundária de Benguela

A participação da familia na gestão escolar e no processo de ensino-aprendizagem: Estudo de caso numa escola secundária de Benguela

Para Abreu (2012, p. 17), a participação ativa dos pais e familiares é possível, se e só se, a escola abrir as suas portas aos pais e familiares bem como à comunidade, dando-lhes espaço e oportunidade, fazendo-os sentir elementos cooperantes e dignificadores dentro da mesma e que ao participa- rem estarão a velar pelos seus interesses e dos seus filhos. Por esta razão, estamos de acordo com Reis (2008, p. 76), quando afirma que a escola deve oferecer uma maior variedade de modalidades de envolvimento parental. Esta grande variedade poderá motivar os pais e familiares a ter ou optar por uma participação mais ativa. A autora aponta modalidades tais como: uma sessão plenária de abertura do ano letivo, uma ou duas breves reuniões de pais por ano, alguns pais assistirem a realizações e a eventos desportivos dos alunos, alguns professores a chamarem os pais quando uma criança revela alguma dificuldade de aprendizagem ou problema comportamental, uma associação de pais e encarregados de educação que angaria fundos, e por vezes, uma empresa local que doa equipamento. Portanto, é da responsabilidade dos pro- fessores, ser interventivo e instar aos pais e familiares a participarem em todos os aspetos da vida escolar dos alunos.
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Os Impactos do Projeto Jovem de Futuro no Processo de Ensino-Aprendizagem na Ótica da Gestão Escolar

Os Impactos do Projeto Jovem de Futuro no Processo de Ensino-Aprendizagem na Ótica da Gestão Escolar

A pesquisa de campo possibilitou a verificação da participação e avaliação de cada segmento escolar, mas de forma geral, percebeu-se que o projeto tem a aprovação incondicional da comunidade escolar, mesmo não atingindo as metas, o que é uma possibilidade pelo menos de algumas; o discurso é que muitos ganhos já obtiveram no processo, ganhos estes que não serão invalidados pelos resultados finais. Não foi possível conhecer os resultados finais obtidos pela escola com o projeto devido a pesquisa ter sido finalizada antes do final do ano letivo e dos processos de avaliação a serem realizados pelo Instituto Unibanco, SEDUC e MEC. Sabe- se que o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) fará uma pesquisa final e, quanto aos demais recursos de avaliação final, não estão muito claros. Assim, a escola aguarda a avaliação dos impactos do projeto por esses órgãos externos, mas muito segura e satisfeita com os resultados já obtidos.
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A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM: COMO ESTES ELEMENTOS SE COMPLEMENTAM

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM: COMO ESTES ELEMENTOS SE COMPLEMENTAM

Apresenta-se aqui resultados de pesquisa realizada em escola pública estadual em Jataí-GO, analisa-se o papel do gestor na melhoria das condições de aprendizagem dos alunos. Era recorrente na comunidade onde a escola se insere, e nos setores da administração escolar, ouvir comentários que os alunos da Escola X, independente da série em curso, não sabiam ler e escrever. A motivação inicial da pesquisa foi desmistificar esta ideia ou, verificar a veracidade daqueles comentários, e, constatado o problema, verificar o motivo pelos quais os alunos não sabem ler e escrever. Desenvolveu-se pesquisa-ação com: observação, participação, diálogo, coleta de dados, relatórios e questionários respondidos por professores e alunos. Verificou-se que as principais dificuldades dos alunos em relação à aprendizagem eram decorrentes de fatores tais como: falta de acompanhamento individualizado na família e na escola; recursos inadequados; falta de paciência/preparo de professores para trabalhar com atividades heterogêneas com alunos que não acompanham a turma; alunos desmotivados; ausência de ambiente alfabetizador; atividades trabalhadas fora do contexto do aluno; professor inseguro; formação fora da área de atuação. A base teórica dos estudos foi, dentre outros: Cagliari (1992); Dourado (s/d); Ferreiro (1993); Silva (1994). Concluiu-se que o processo ensino-aprendizagem é um dos desafios da gestão escolar.
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Participação na gestão escolar : análise da importância do processo participativo na gestão de uma Escola Pública

Participação na gestão escolar : análise da importância do processo participativo na gestão de uma Escola Pública

A presente dissertação busca compreender e analisar o processo participativo dentro da organização escolar, verificando a participação da comunidade, dos gestores, do corpo docente e do corpo discente. Pretendeu saber qual a efetiva participação de cada um destes atores assim como os resultados obtidos. Pretendeu também captar o nível de informalidade dentro deste processo, ou seja, ainda que haja a participação de todos, de que forma há registro, mensuração e quantificação desta participação de forma que fique oficialmente registrado no processo e possa servir de conteúdo de análise para geração futuras realizarem o planejamento estratégico e tomada de decisões. Dentro deste cenário, foram utilizados como ferramentas para a análise metodológica, pesquisas bibliográficas, pesquisa de campo e análise da coleta de dados. Através dos estudos, foi observado de que forma a gestão participativa desenvolve uma visão compartilhada dentro da organização, assim como a divisão de responsabilidades internas e externas, fortalecendo desta forma o trabalho coletivo e buscando dar um novo ânimo ao processo organizacional, fazendo com que todos os envolvidos sintam-se parte real do processo de aprendizagem e crescimento da comunidade. Como resultado, evidenciamos que o processo participativo na organização escolar, se bem aplicado, pode ser uma ótima ferramenta de gestão, tendo como pontos positivos, a integração da comunidade, dos atores escolares e alunos, gerando melhora no rendimento, ambiente de trabalho saudável e motivador, dentro outros, conforme veremos no desenvolvimento do trabalho.
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A importância da gestão democrática para a melhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem escolar

A importância da gestão democrática para a melhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem escolar

Para Libâneo (2004, p.101) a gestão democrática pode ser conceituada como sendo “ a atividade pela qual são mobilizados meios e procedimentos para se atingir os objetivos da organização, envolvendo basicamente, aspectos gerenciais e técnicos administrativos” . Na prática, uma gestão escolar é definida como democrática na medida em que possibilita a participação de todos os envolvidos na construção de um planejamento que integre o contexto social da escola para assim, promover o acesso do estudante ao ensino, e também, garantir que essa oferta de ensino seja de qualidade, possibilitando aprendizagens significativas para todos.
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A QUALIDADE DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM: UMA ANÁLISE SOB A ÓTICA DA GESTÃO ESCOLAR

A QUALIDADE DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM: UMA ANÁLISE SOB A ÓTICA DA GESTÃO ESCOLAR

Continua o autor, que todos os livros de gerenciamento e de qualidade previne acerca desse tipo de reducionismo, pois não se trata apenas de medir, nem se trata da participação de todos, e sim de criar certas condições estruturais que garantam a qualidade. Pois Alfredo Litier (apud GENTILI, 1994, p. 152) afirma que não se deve confundir as ferramentas estatísticas de controle de qualidade com o sistema integral da qualidade. A educação restrita à condição de mercado, habilita para a competição de mercado, se subordina à noção de “rentabilidade”. Para Enguita (apud GENTILI, 1994, pp. 158-159), a insistência na “excelência” e na qualidade mobiliza a competitividade entre escolas e entre alunos e faz da educação um campo de provas que seleciona os melhores, busca os melhores, os mais dotados para , tirando-os do “marasmo” colocar a sua disposição melhores meios. Essa ideia parte da aceitação de uma sociedade dual onde para a maioria, aqueles que ocuparão postos de baixa qualificação, sem espaço para a iniciativa, capacidade de decisão, qualquer educação serve. Para a minoria, os que se sobressaem, os que tomarão decisões, uma educação excelente. Teoricamente, primeiro devem ser encontrados, ou já se sabem excelentes, ou seus pais já encaminharam para esta educação.
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Participação da família na gestão escolar: um caminho de desafios e possibilidades

Participação da família na gestão escolar: um caminho de desafios e possibilidades

O presente artigo tem como objetivo investigar a participação da família na gestão participativa da escola, elencando desafios e possibilidades. Visto que esta participação é de grande relevância, sentiu-se a necessidade de investigar os motivos que desencadeiam o distanciamento da escola e família, uma vez que procuramos entender este problema que afeta a educação e o processo de aprendizagem. Este estudo configura-se como sendo qualitativo em educação, com base em uma pesquisa exploratória e de campo, procurou-se entender a relação família e escola, a partir da gestão escolar. Apresentamos como sujeitos da pesquisa: a equipe gestora, pais e a equipe técnica, utilizamos como instrumento para a coleta de dados um questionário semiestruturado. Os principais autores utilizados para embasamento deste estudo foram: Libâneo (2001,2004, 2008, 2012), Paro (2003, 2016 e 2017) e Luck (2008 e 2010), proporcionando discussões e análises, para concluirmos que a gestão democrática-participativa não acontece verdadeiramente nesta instituição, porém um conhecimento maior de ambas as partes seria capaz de facilitar o envolvimento da família e gestão.
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A participação da comunidade escolar em uma escola transformada em comunidade de aprendizagem

A participação da comunidade escolar em uma escola transformada em comunidade de aprendizagem

Esta dissertação teve como objetivo caracterizar e analisar as formas de participação da comunidade escolar no cotidiano de uma unidade escolar transformada em Comunidade de Aprendizagem, analisando em especial a participação nos processos de tomada de decisão, enquanto aspecto fundamental da gestão democrática da educação. Buscou-se compreender os fatores que facilitavam ou dificultavam a participação no contexto da escola pesquisada. A proposta de Comunidades de Aprendizagem visa à transformação social e cultural da escola e de seu entorno e está pautada na aprendizagem dialógica, enquanto meio para se buscar a educação de máxima qualidade para todos e todas. Comunidades de Aprendizagem é uma proposta desenvolvida pelo Centro Especial de Investigação em Teorias e Práticas Superadoras de Desigualdades (CREA), da universidade de Barcelona, e firmou-se na Espanha enquanto experiência bem sucedida. Hoje está sendo desenvolvida em vários países, dentre eles o Brasil. A pesquisa foi desenvolvida em uma escola da periferia urbana de São Carlos (SP), transformada em Comunidade de Aprendizagem, baseando-se em alguns princípios da Metodologia Comunicativa Crítica, que tem como referências o conceito de dialogicidade, de Paulo Freire, e a teoria da ação comunicativa, de Jürgen Habermas. O estudo desenvolveu-se por meio de dados quantitativos - um questionário aplicado por pesquisadores inseridos nas investigações sobre Comunidades de Aprendizagem - e dados qualitativos - a partir de entrevistas em profundidade com as gestoras da escola. Seguindo os princípios da metodologia comunicativa crítica, o processo de análise dos dados foi desenvolvido conjuntamente entre os participantes e a pesquisadora, dialogando-se sobre os conteúdos destacados, as categorias elencadas e os entendimentos efetuados, e chegando-se a um consenso em relação às análises das dimensões transformadoras e dos obstáculos à participação. Pudemos observar que muitas mudanças ocorreram na vida da escola desde a implementação da proposta Comunidades de Aprendizagem. Entre elas, o fortalecimento do diálogo igualitário nas relações, o que favoreceu a participação da comunidade escolar em vários espaços. Destacamos, contudo, o necessário apoio dos gestores educacionais como elemento imprescindível de criação e sustentação de um ambiente escolar estimulador da convivência democrática, porque ela não ocorre espontaneamente, sem intencionalidade e ações propositivas e permanentes.
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A participação ativa da família no processo de aprendizagem de seus filhos: um olhar sobre o Ensino Fundamental I

A participação ativa da família no processo de aprendizagem de seus filhos: um olhar sobre o Ensino Fundamental I

Dessa forma é possível entender que para efetivação da gestão democrática, faz-se necessário a superação de muitos obstáculos até então presentes no cenário escolar, dentre os quais é possível citar: a ausência ou insuficiência na formação dos profissionais da escola, tendo em vista que a falta de informação e conhecimento no que se refere à política educacional, faz com que tais sujeitos continuem reproduzindo o modo de trabalho que lhe é imposto. Outro ponto a ser destacado, diz respeito a não cooperação entre os membros que constituem o espaço escolar, pois na maioria das vezes a atenção e responsabilidades estão voltadas apenas para sua área de atuação, o que pode ser perceptível, por exemplo, na função do diretor como único responsável na tomada de decisões, e no trabalho de professores que se voltam predominantemente para sala de aula, entre outros fatores. Tais práticas são contraditórias à perspectiva democrática de gestão.
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Gestão democrática e a participação da família

Gestão democrática e a participação da família

que visem garantir a qualidade da educação oferecida pela instituição a qual dirige e, de forma organizada, buscar o apoio necessário para superar com eficácia os desafios que surgem diariamente na área da educação, como a evasão escolar, a participação dos pais e/ou responsáveis, abrir espaços para inovações e até mesmo preparar os professores para um ensino de qualidade, em que na maioria das vezes, as formações continuadas e planejamentos pedagógicos quinzenais não são suficientes, necessitando de um olhar mais criterioso e carinhoso, que busque incentivar e apresentar mecanismos e metodologias novas que possam ser utilizadas pelos seus docentes, para que haja a efetiva melhoria qualitativa no processo de ensino aprendizagem da instituição de ensino em questão.
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Gestão participativa: reflexões sobre a participação da família na escola

Gestão participativa: reflexões sobre a participação da família na escola

Esta pesquisa tem como objetivo analisar a participação das famílias na vida escolar dos filhos e discutir quais as concepções e expectativas da comunidade escolar em relação a sua responsabilidade no processo educativo e nas tomadas de decisões no cotidiano da escola. Para isto foi realizada uma pesquisa com questionários direcionado as mães, pais e demais responsáveis e análise das atas de reuniões do Conselho Escolar, em uma escola da rede municipal de ensino de Foz do Iguaçu. Segundo a pesquisa realizada, a participação da família na vida escolar acontece principalmente no apoio aos deveres de casa e comparecimento à escola quando solicitada e, com menos frequência, a participação em reuniões de pais e em eventos culturais promovidos pela escola, observou-se também que a educação escolar ainda é, majoritariamente, papel das mães, que se esforçam para participar da vida escolar de seus filhos na medida em que podem, conciliando o trabalho fora de casa, o trabalho no lar e a educação dos filhos, há também algumas mães estudantes. De acordo com os participantes e análise das atas do Conselho Escolar, escola pouco tem desenvolvido ações e projetos que incentivem a participação familiar e promovam uma parceria entre escola e família na melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem. Nesse sentido, amparados em autores como Paro (1992), Falsarella (2018) e Bertan (2005), compreende-se a necessidade de que a instituição escolar propicie e fomente espaços para uma participação mais ampla da família nas atividades escolares, para além do apoio nos estudos de casa e a presença em eventos culturais, que as famílias sejam inseridas também na participação dos processos de tomadas de decisões dentro da escola.
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A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

A participação da família nas escolas do campo: uma perspectiva de gestão democrática

Concluímos o seguinte: a escola, os pais e os filhos precisam dialogar no mesmo horizonte em prol do desenvolvimento da aprendizagem e consequentemente da sociedade, de modo a transformar socialmente os valores e as normas que são necessárias ao bem viver de todos. Sabendo que a família tem um papel decisivo no processo de socialização e desenvolvimento cognitivo, social e psicossocial é importante entender que a família é o primeiro e principal contexto de socialização dos seres humanos, é um entorno constante na vida das pessoas; mesmo que ao longo do ciclo vital se cruze com outros contextos como a escola e o trabalho. Segundo afirmações de Evangelista; Gomes, (2003, p.203). Em se tratando do contexto escolar é tido como o segundo lar. O pertencimento que confere as crianças o sentimento de segundo lar, e por ser assim o amadurecimento vai sendo permeado no decorrer do processo das aprendizagens. Diante deste contexto fica evidente a necessidade de permear o que Tedesco (2002, p. 36), chama atenção para o apoio incondicional da família neste processo de aprendizagem, desse modo:
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A gestão democrática escolar como promotora da participação familiar

A gestão democrática escolar como promotora da participação familiar

Neste sentido, a democracia implica em sujeitos ativos e capazes de apropriar-se das responsabilidades sociais, principalmente quando o assunto é educação, visto que se trata de um ambiente em constante atualização. Percebe-se que diante a tantas mudanças sociais, proveniente das características do mundo globalizado, das influências tecnológicas, dos sistemas econômicos, políticos e culturais em que se encontra a gestão escolar ela ainda resume-se em ser centralizada, como o próprio nome já diz, é um modelo excessivamente formal, onde não há espaços para autonomia e diálogo, portanto todas as decisões são tomadas por um único sujeito, a outra forma de dirigir uma instituição escolar vem ganhando forças no modelo contemporâneo, onde mostra-se a descentralização deste governo, sendo baseado no compartilhamento, confiança, colaboração e interlocução. O ambiente contemporâneo envolve a sociedade, dando a elas a oportunidade de serem ouvidas, podendo oferecer sugestões, sem falar no maior envolvimento que a família passará a ter na aprendizagem dos filhos, por conseguinte, melhorando suas relações sociais.
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A autônomia escolar e a percepção de seus autores na participação da Gestão.

A autônomia escolar e a percepção de seus autores na participação da Gestão.

Ao abordar aspectos da gestão democrática do ensino público ligado à participação, foi possível constatar que, ao contrário do que se idealiza sobre a convivência entre membros da comunidade escolar e local, os mecanismos adotados pelos sistemas não lograram pôr termo à guerra entre segmentos. Diretores, professores, e funcionários, com prevalência dos primeiros, ainda monopolizam os foros de participação. A escola pública ainda é vista pelos usuários como propriedade do governo ou do pessoal que nela trabalha. O professor comporta-se como dono do seu cargo e dos alunos de suas classes. O diretor funciona como guardião dessa concepção, evitando interferências de servidores de alunos de pais e da sociedade civil organizada. As legislações funcionam como mecanismos reguladores dessa prevalência, já que impõem critérios de proporcionalidade na participação aos segmentos organizados da comunidade escolar. Isso não impede, no entanto, que permaneçam existindo comportamentos e atitudes de dominação dos docentes sobre os demais membros, sob argumentos que, em geral, se baseiam em questões ligadas à competência pedagógica. Ressalto o papel fundamental que pode exercer o diretor escolar, uma vez que, como coordenador da gestão, pode dificultar ou facilitar a implantação de procedimentos participativos.
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A participação da comunidade na gestão escolar: dádiva ou conquista?

A participação da comunidade na gestão escolar: dádiva ou conquista?

“Não temos um povo organizado capaz de se manifestar, de gerar seus delegados e de os manter jungidos aos compromissos declarados quando da eleição, mas uma extensa massa de manobra, terreno fértil para grupos minoritários interessados em capitanear a ocupação de espaços de poder. No fundo, encobre-se o fato de que as associações são apenas seus chefes. E isto é um retrato fiel do país. O resultado disso é o processo de formação de uma sociedade desmobilizada, ou organizada para a submissão, que internaliza historicamente a tutela. (...) Não se interpreta a associação como uma coisa sua, que depende totalmente da participação dele” (idem, p. 122-123).
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A autonomia escolar e a percepção de seus atores  na participação da gestão

A autonomia escolar e a percepção de seus atores na participação da gestão

Ponto fundamental norteou este trabalho: como as escolas públicas do Ensino Fundamental e Médio da rede pública do Estado do Ceará e que tenham PDE – Plano de Desenvolvimento da Escola, respondem ao imperativo constitucional que estabelece o princípio da gestão democrática do ensino público. A inclusão da gestão democrática do ensino público na Constituição Federal de 1988 foi uma inovação, já que nenhuma outra carta anterior o fez. Mesmo a legislação infraconstitucional de procedência federal não consignou o tema como um princípio a ser adotado. Este estudo se circunscreverá a verificação de existência de participação efetiva do colegiado escolar na gestão das escolas públicas estaduais, e saber qual o nível de relacionamento dessas escolas com outros órgãos do sistema (Secretaria de Educação do Estado – SEDUC e os centros regionais de desenvolvimento da educação - CREDES) A pesquisa baseou-se em dois tipos de levantamentos de dados. No primeiro, entrevistas de caráter não estruturado com os membros representativos de conselhos escolares de oitenta e duas escolas. No segundo levantamento, foram feitas observações do funcionamento das reuniões desses colegiados. As interpretações e explicações dos achados foram feitas com base nos princípios estritos da hermenêutica fenomenológica². Sete categorias distintas, mas intimamente relacionadas, foram enunciadas como expressões concretas da gestão democrática – a ideia de participação, a participação dos diferentes segmentos da comunidade escolar e local na gestão da escola, o referendado nas reuniões dos conselhos, o número de reuniões realizadas pelos colegiados, as dificuldades na participação dos vários segmentos na gestão da escola, os organismos escolares presentes na gestão da escola e a relação da escola com o CREDE e a SEDUC. Foi possível constatar que, ao contrário do que se idealiza sobre a convivência entre membros da comunidade escolar e local, os mecanismos adotados pelos sistemas não lograram bom termo.
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A Participação dos Profissionais de Saúde da Família no Processo de Empoderamento dos Usuários

A Participação dos Profissionais de Saúde da Família no Processo de Empoderamento dos Usuários

Diante de tudo que foi discorrido sobre os relatos dos participantes do estudo e sobre as observações realizadas, pode-se desenvolver a ideia de que a Estratégia de Saúde da Família (PSF), implementada na cidade, não foi efetivada. Pode-se concluir isso, com base no princípio de que a referida estratégia visa possibilitar “a busca da integralidade, da assistência e a criação de vínculos de compromisso e de responsabilidade compartilhados entre os serviços de saúde e a população” (Campos, Wendhause, 2003, p.236). Isso pode ser observado diante da manifestação da preocupação e decepção, por parte dos profissionais, com a maneira que estão desenvolvendo suas funções, sem que estas alcancem os objetivos primeiros da ESF – como a prevenção de doenças; promoção da saúde; estabelecimentos de vínculos com a população; desenvolvimento de ações efetivas na educação em saúde; visitas domiciliares constantes, entre outras. Tudo isso é inviabilizado, segundo os profissionais, pela falta de condições e recursos físicos, materiais e humanos capazes de atender a grande demanda recebida pela unidade de saúde. Porém, reverter esse processo não é tarefa fácil, pois está sujeito à interação de fatores históricos, culturais, socioeconômicos e políticos dos gestores, comunidade e equipe de saúde da família.
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O PIBID NA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR

O PIBID NA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR

RESUMO: O estudo que discutiremos neste trabalho corresponde a uma pesquisa ação desenvolvida pelo PIBID - UNIFACEX/CAPES com os bolsistas e a coordenadora de área, do Curso de Pedagogia. A pesquisa ação permitiu intervir na realidade e contribuir no processo da prática pedagógica O objetivo dessa pesquisa compreende em conhecer a contribuição do lúdico no desenvolvimento da alfabetização e do letramento dos alunos no ensino fundamental dos anos iniciais. Selecionamos as duas turmas dos 3ºs e 4ºs anos para participar do estudo, compreendendo que ambas tinham muitos alunos ainda precisando se desenvolver quanto à alfabetização e o letramento. A escola pública na qual consistem essas turmas se localiza em um bairro de classe média da cidade de Natal, mas a maioria dos alunos matriculados não reside nele, sendo beneficiados pelo programa do transporte escolar do governo. Teoricamente temos observado que os alunos devem concluir a alfabetização no 3º ano; porém, na rede pública tem se estendido o período e às vezes os alunos chegam no 6º ano ainda sem esta habilidade adquirida. Nas reflexões teóricas vimos que a importância do lúdico no processo de aprendizagem é essencial, mas na prática se distancia quando o aluno conclui a Educação Infantil e segue para o ensino fundamental anos iniciais. Infelizmente as rotinas escolares ficam preenchidas com muitas atividades que não propiciam a ludicidade.
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