Top PDF Gestão escolar e a relevância dos recursos financeiros em uma escola municipal

Gestão escolar e a relevância dos recursos financeiros em uma escola municipal

Gestão escolar e a relevância dos recursos financeiros em uma escola municipal

O referido trabalho traz um estudo de caso que possui a finalidade de demonstrar como funciona uma gestão escolar e a relevância dos recursos financeiros destinados a uma escola do âmbito municipal possui, inseridos nessa temática o artigo aborda os temas voltados para as políticas públicas, gestão escolar e recursos financeiros educacionais, para que isso fosse possível, foi realizadas consultas bibliográficas e pesquisas através da internet dando preferência as publicações de fácil entendimento. Para que se pudesse chegar as respostas sobre a temática em estudo, foi aplicado uma entrevista quanti-qualitativa não probabilística por acessibilidade, contendo quatorze (14) perguntas abertas e em seguida analisados os dados obtidos, esses questionamentos foram realizados com parte do conselho escolar da E.M.E.F. ÐRqgvc" Dgnctokpq" fg" Htcp›cÑ" nqecnk|cfc" pc" ekfcfg" fg" Rqodcn-PB. Portanto, foi possível concluir que, os recursos financeiros destinados a instituição em estudo vem contribuindo de maneira favorável para o funcionamento da mesma, no entanto, ainda é necessário que as políticas públicas reconheça que, assuntos relacionados a educação ainda necessita de incentivos, para que as instituições de ensino possam elevar seus índices de desempenho. Palavras-chave: Gestão escolar, Recursos financeiros, Políticas públicas.
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Avaliação da gestão escolar : uma análise à luz da gestão democrática em uma escola municipal em Luziânia – GO

Avaliação da gestão escolar : uma análise à luz da gestão democrática em uma escola municipal em Luziânia – GO

Libâneo (2000) considera que a gestão democrática participativa visa sanar situações–problemas por meio de reflexão crítica, buscando solucioná-los de modo que prevaleça um ambiente escolar harmônico. Um dos produtos da gestão democrática é o projeto político pedagógico, esse documento tem em sua essência natureza democrática, pois, nele tem participação do gestor, supervisor, professores, pais e da comunidade para escolar, para que façam suas contribuições sócio-históricas em diálogo coletivo (VEIGA, 1998, p.13-14). O projeto político pedagógico direciona todas as ações, práticas, tendências pedagógicas, currículo, pluralidade cultural, perspectivas da escola etc. Segundo Gadotti (1997) outro mecanismo crucial para uma gestão democrática no sistema político de ensino é: conselho escolar atuante, os recursos financeiros, a organização curricular, e o papel do gestor mediante as ações na escola e o regimento escolar.
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Financiamento da Educação: Gestão Democrática dos Recursos Financeiros Públicos em Educação

Financiamento da Educação: Gestão Democrática dos Recursos Financeiros Públicos em Educação

Na esfera estadual, o Programa de Municipalização consta do Decreto n s 30.375, publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, em 14/9/89, que delega ao secretário da Educação o poder de firmar convênios com os prefeitos dos municípios. Como parte integrante do decreto, publicou-se na mesma data o modelo de convênio único que seria assinado com o município e a exposição de motivos que explicava as razões ou bases teóricas do programa que se pretendia implantar. A partir do convênio único, poderiam ser assinados termos aditivos que abrangessem as áreas de construções escolares, merenda, material de apoio didático, aperfeiçoamento de pessoal, apoio a eventos escolares, transporte escolar, integração do currículo à realidade da escola e assis- tência ao aluno. O município, para aderir voluntariamente, deveria ter uma lei municipal que autorizasse o prefeito a entrar no programa, assinando, de início, o convênio único e, posteriormente, os termos aditivos.
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Gestão, qualidade e premiação: o prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar numa escola pública municipal

Gestão, qualidade e premiação: o prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar numa escola pública municipal

O governo Lula herdou no ano de 2003 um modelo de gestão educacional descentralizado com forte tendência a autonomia do local, no qual a participação da comunidade escolar veio angariando grande relevância quanto à geração de melhorias na qualidade do ensino, em grande medida por ter sido fortemente encorajada a constituir uma cultura escolar performativa (BALL, 2004). Nesse perfil de gestão educacional amplamente adotado, a escola configurou como o núcleo do sistema educacional, concebida, portanto, como a responsável pelo seu entorno mais imediato, refletindo a tendência endógena imputada à escola pública, tão forjada pelas políticas educativas dos últimos anos. Consistindo na centralização das práticas escolares em seus próprios interiores de demandas e de respostas, esse processo só contribuiu para a composição de uma conjuntura nacional de educação caracterizada por unidades de ensino que perfazem um caráter cada vez mais individualizado e performatizado de atuação (BALL, 2004; HOLANDA, 2005; OLIVEIRA, 2009).
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GESTÃO FINANCEIRA NA ESCOLA PÚBLICA: INSTRUMENTOS E MECANISMOS DE GESTÃO PARA A APLICAÇÃO DOS RECURSOS PÚBLICOS DO PNAE (PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR)

GESTÃO FINANCEIRA NA ESCOLA PÚBLICA: INSTRUMENTOS E MECANISMOS DE GESTÃO PARA A APLICAÇÃO DOS RECURSOS PÚBLICOS DO PNAE (PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR)

O trabalho de pesquisa aqui apresentado procura desvendar como são os processos de gestão financeira de recursos públicos oriundos do Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE, na Escola Estadual Professor José Ignácio de Sousa e quais os mecanismos e instrumentos de gestão financeira utilizados na administração dos referidos recursos. Desvelar ainda, possíveis vínculos entre gestão financeira, gestão democrática e qualidade social da educação. A realização da pesquisa ocorreu por meio de um levantamento teórico conceitual sobre a gestão de recursos públicos, aspectos do PNAE, o processo de democratização e autonomia financeira das escolas, a participação da comunidade escolar na gestão escolar e um trabalho de análise documental com procedimento de análise de conteúdo temático. Na escola, foram analisados os principais documentos da administração escolar pertinentes aos recursos do PNAE. As estratégias de utilização dos mecanismos e instrumentos de gestão, bem como a delegação de funções para a elaboração dos processos de aquisição e pagamento de despesas favorecem o trabalho do gestor, tendo em vista a complexidade dos sistemas de prestação de contas e de informações para os órgãos de controle. A Unidade Executora do PNAE realiza um eficiente monitoramento das atividades executadas pela escola, mas percebe-se uma demora nos prazos de análise das contas apresentadas, inviabilizando a redução de problemas processuais em andamento. Os resultados indicam a prática de uma gestão compartilhada de forma democrática com a comunidade por intermédio do colegiado escolar e que a escola se adequou às novas normas estabelecidas para a gestão de recursos públicos do PNAE, a construção da qualidade social da educação, favoráveis à permanência do aluno na escola, e a possibilidade de conclusão dos estudos, pois ao promover a participação da comunidade escolar e dar transparência aos atos pedagógicos e administrativos, ampliaram a possibilidade de gestar recursos financeiros públicos associados ao projeto educacional. O pesquisador elaborou um instrumento de apoio para o controle financeiro dos recursos do PNAE para uso do Caixa Escolar da Instituição Escola Estadual Professor José Ignácio de Sousa.
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Gestão escolar: reflexões na escola pública

Gestão escolar: reflexões na escola pública

Para ele os pontos positivos de uma gestão democrática são estabelecer uma missão e agir para atingir os resultados desejados, alcançar metas para melhoria da escola e da comunidade e ser participante desse desenvolvimento. Ou seja, uma gestão democrática precisa ser aberta para que pais, alunos e professores, posam acompanhar as atividades dos funcionários, o cotidiano escolar, não só com relação ao processo pedagógico, mas também a outras atividades técnicas e burocráticas, como por exemplo, algumas irregularidades cometidas pelos envolvidos no processo educativo e escolar, os recursos financeiros que são repassados pela Secretaria de Educação. Esta por sua se constitui numa parceria, pois além de repassar as verbas federais no período certo, participa dos eventos promovidos pela escola. Além disso, incentiva as iniciativas que articulam a escola e a comunidade, a exemplo, do projeto Mais Educação.
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Entraves e possíveis intervenções na gestão de recursos financeiros pelos centros de educação profissional no Estado da Bahia

Entraves e possíveis intervenções na gestão de recursos financeiros pelos centros de educação profissional no Estado da Bahia

financeiros da escola, oriundos da União, estados e municípios, e aqueles arrecadados pelas unidades escolares. Ou seja, são unidades financeiras executoras, na expressão genérica definida pelo Ministério da Educação. Os recursos recolhidos por ela destinam-se à aquisição de bens e serviços necessários à melhoria das condições de funcionamento da escola, incluídos no seu plano de desenvolvimento. A estrutura da Caixa Escolar é geralmente constituída de um presidente, que é o diretor ou o coordenador da escola, de um tesoureiro e do conselho fiscal. Recomenda-se que o conselho fiscal seja integrado por membros do colegiado. Ela é composta de três órgãos: assembléia geral, diretoria e conselho fiscal. Este último compõe-se de representantes de pais de alunos e de outras pessoas da comunidade. A Caixa Escolar e o Colegiado Escolar, juntos, se complementam, cabendo ao colegiado aprovar as prioridades propostas pela escola para a alocação de recursos e a prestação de contas de sua aplicação. A caixa viabiliza a aplicação dos recursos, observando os instrumentos legais em vigor e de acordo com as prioridades aprovadas pelo colegiado. Embora já venha se instituindo historicamente, ancorada nos mo- vimentos sociais desde a década de 70, a Caixa Escolar passou a ter maior importância a partir de meados da década de 90, quando o MEC passou a transferir recursos financeiros diretamente para as unidades escolares, de acordo com o princípio da escola autônoma, estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996. Outras estruturas de gestão colegiada que podem atuar no lugar ou em conjunto com a Caixa Escolar são a Asso- ciação de Pais e Mestres (APM), o Colegiado Escolar e o Conselho de Escola. Citação bibliográfi-
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Gestão de recursos financeiros no setor educacional: uma análise das escolas da rede estadual de Pernambuco

Gestão de recursos financeiros no setor educacional: uma análise das escolas da rede estadual de Pernambuco

Os repasses de recursos para as escolas da rede estadual de Pernambuco estão disciplinados pela Lei 11.466, de 24 de julho de 1997 e respectivos Decretos regulamentadores: Decreto 20.246, de 18 de dezembro de 1997, e Decreto 23.666, de 05 de outubro de 2001. O Programa Dinheiro na Escola – PDE foi instituído por esse último dispositivo legal. A citada legislação determina que, para as unidades escolares receberem os repasses, é necessária a apresentação de um plano específico, a cada transferência, demonstrando em que serão gastos os recursos. Os recursos a serem administrados pelas unidades estaduais de ensino serão provenientes da União, do Tesouro Estadual e de doações e deverão ser aplicados em atividades de manutenção e desenvolvimento escolar (definidas no plano especifico acima referido) e deverão ser aprovados pelo respectivo Conselho Escolar, ou, caso este ainda não esteja em funcionamento, pela Gerência Regional de Educação à qual se vincula a escola. O plano de aplicação deverá ser elaborado em duas vias. Uma delas deverá ficar arquivada na unidade escolar e a outra deverá ser remetida à Gerência Regional de Educação – GRE a que pertença a escola (Pernambuco, 1997).
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A relevância da participação da comunidade escolar em um modelo de gestão compartilhada

A relevância da participação da comunidade escolar em um modelo de gestão compartilhada

O presente estudo, de caráter qualitativo e exploratório, visa constatar junto a uma escola da rede pública do Distrito Federal, a qual foi agraciada com o Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar se o modelo de gestão compartilhada proposto nos livros referenciados se coaduna com o modelo de gestão compartilhada seguido por uma escola real, situada em uma localidade com recursos parcos e que, mesmo dentro de sua carência conquistou o prêmio máximo de reconhecimento em Gestão Escolar. Para tanto, utilizou-se da revisão bibliográfica no intuito de esclarecer os objetivos informadores do que se caracterizaria uma gestão compartilhada de sucesso, ressaltando os pontos principais a serem perseguidos e as ações que mais se adequariam a essa caracterização. No estudo in loco foram observadas as ações e, principalmente, o grau de participação dos atores (alunos, professores, pessoal técnico-administrativo, funcionários de apoio, pais e comunidade) no alcance dessa conquista, bem como foram levadas em consideração as mudanças ocorridas dentro do contexto escolar e social. Objetivou-se desta forma, rever os conceitos apresentados ou reafirmá-los de forma a concretizar os modelos adotados e padrões a serem seguidos para que a gestão compartilhada logre êxito e se torne uma realidade em todas as escolas do Brasil.
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Gestão escolar e democrática de recursos financeiros, em um colégio da rede pública estadual de ensino

Gestão escolar e democrática de recursos financeiros, em um colégio da rede pública estadual de ensino

Vale-se dizer no que tange a prestação de contas que a composição das referidas necessidades são discutidas em conjunto fazendo prevalecer a gestão democrática e participativa dentro do colégio, interessante ressaltar-se que nas Atas, esta claro as questões que envolvem todas aquisições, e ainda questões ligadas a prioridades, onde os membros da reunião compreendem a necessidade de adquirir um determinado bem, ao invés de outro, como por exemplo em uma das atas onde estava sendo condicionado a falta de um carrinho para carga, e foi discutido o motivo, e a justificativa seria a grande quantidade de livros que chegam e quando acontece isto a escola deve dispor de mais de um funcionário para auxiliar na descarga dos livros educacionais, e dessa forma o membros do conselho aprovaram esta aquisição.
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Alocação de recursos financeiros e a função de produção escolar

Alocação de recursos financeiros e a função de produção escolar

Sabe-se que o Brasil enfrenta um de seus maiores desafios no campo educacional. Projetos educacionais como o Programa Jovem de Futuro do Instituto Unibanco permitem uma investigação minuciosa a respeito de pressupostos amplamente estudados no meio acadêmico. A partir do apoio técnico em gestão e do incentivo financeiro das escolas atendidas pelo Programa pretende-se melhorar o rendimento escolar dos alunos em matemática e língua portuguesa. Com foco nas escolas de São Paulo e Rio de Janeiro participantes do Programa entre 2010 e 2012, é possível verificar impactos médios significativos no rendimento escolar das escolas participantes, com exceção do grupo de escolas de São Paulo - Capital. A alocação de recurso financeiro pelos diretores das escolas permite uma associação com a função de produção escolar. Partindo-se da hipótese de que essa função teria como insumos as categorias atribuídas pela escola no que se refere a Gestão Escolar (infraestrutura), Incentivo Professor (bonificações e premiações aos professores) e Incentivo Aluno (bonificações e premiações aos alunos) pode-se estudar o comportamento do rendimento obtido em função dos insumos empregados. A análise da alocação indicou que a variável de Investimento no Incentivo Aluno é significativo para explicar o rendimento escolar pelos exames aplicados pelo Instituto Unibanco para o ano corrente. Quando analisado o efeito do investimento acumulado no tempo, a categoria de gestão escolar se mostrou significativo para explicar o rendimento obtido pelos exames aplicados pelo Instituto Unibanco. Os diretores das escolas parecem que conhecem a função de produção escolar e sabem que investimentos na categoria de Gestão Escolar (infraestrutura) dão resultado no longo prazo, enquanto que investimentos no Incentivo Aluno apresentam mais resultado no curto prazo.
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Gestão escolar, eficiência e emancipação : um estudo sobre a relevância da gestão escolar e sua contribuição para uma educação eficiente e emancipadora

Gestão escolar, eficiência e emancipação : um estudo sobre a relevância da gestão escolar e sua contribuição para uma educação eficiente e emancipadora

O percurso pedagógico extraclasse é em si, emancipador. Na Escola Ímpar os projetos pedagógicos extraclasse são exemplos disso. Projetos como o Tribunal de Júri (que permite aos estudantes a participação, ainda que passiva, em casos concretos da realidade jurídica brasileira), as viagens pedagógicas (que proporcionam uma imersão em culturas distintas para aulas vivenciais e interdisciplinares como biologia marinha, fitofisionomia, literatura barroca, física nuclear, química orgânica, sociologia, teatro de bonecos, etc), a simulação ONU (ciclo de debates em formato próximo ao oficial, para treinar oratória, retórica, pesquisa e escrita sobre pautas políticas internacionais atuais, além de grande histórico e geopolítico acerca das principais nações mundiais), o Teatro inCENA (grupo de teatro, totalmente organizado pelos estudantes, apenas com monitoria do professor, são os alunos quem escolhem quem será o responsável pela direção, iluminação, sonoplastia, maquiagem, além da própria divisão de papéis/personagens) são propulsores diretos de motivação que engrandece e agrega valores à formação humana, à autonomia e ampliação da consciência crítica, não sendo possível fazê-lo em igual profundidade, dentro de uma sala de aula. E a emancipação reside nisso.
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Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

O presente trabalho teve como objetivo, discutir a gestão escolar sob a perspectiva das dimensões de organização da gestão democrática na escola pública, por meio do Projeto Político Pedagógico e de implementação, por meio dos Conselhos escolares. Tomou-se como objeto de estudo a E.E.E.F. Francisco Costa, Duas Estradas-PB, através da qual se analisou como a gestão democrática tem contribuído com a prática pedagógica da escola, como também, relatou-se as atividades desenvolvidas pela equipe de gestores e sua relevância no processo pedagógico da escola. Utilizou-se no estudo, o método qualitativo tendo como principal instrumento para coleta de dados, o questionário aplicado a uma amostra de dez docentes. Os resultados da pesquisa foram apresentados em quadros contendo a percepção dos entrevistados sobre a gestão da E.E.E.F. Francisco Costa, sentimentos em relação à gestão participativa e democrática, de maneira que o Projeto Político Pedagógico é colocado em prática durante o ano, participação do Conselho Escolar na escola e a as relações deste com a Gestão e, práticas da Gestão na E.E.E.F. Francisco Costa no que se refere à melhoria do ensino e de aprendizagem. Com relação aos resultados, a pesquisa realizada proporcionou a todos os docentes a oportunidade de refletir sobre a importância da participação de todos envolvidos no processo educativo, como também analisar o trabalho feito pela gestão escolar numa perspectiva democrática e participativa, percebendo de que forma essa participação poderá ser otimizada.
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Contributo para otimizar a Gestão dos Recursos Humanos nas Secções de Recursos Logísticos e Financeiros da Guarda Nacional Republicana: a importância da formação em

Contributo para otimizar a Gestão dos Recursos Humanos nas Secções de Recursos Logísticos e Financeiros da Guarda Nacional Republicana: a importância da formação em

De acordo com Academia Militar (2016), a introdução deve conter uma apresentação geral do trabalho e focar a apresentação do tema, motivação e pertinência para a escolha, tendo em consideração o âmbito do mestrado. Relativamente à justificação do tema, este é um tópico com elevado grau de pertinência, pois “constitui fator importante para a avaliação do critério utilizado na seleção dos dados trabalhados” (Prodanov & Freitas, 2013, p. 252). De uma forma geral, o presente capítulo “apresenta uma perspetiva em geral do trabalho, desde a questão de partida da investigação até à descrição dos capítulos da tese” (Sarmento, 2013, p. 207). Por conseguinte, é elaborado um enquadramento e justificação do tema, seguidamente a pergunta de partida e as respetivas perguntas derivadas que dela decorrem. Posteriormente são enunciados os objetivos e as hipóteses da investigação, e por fim é elaborado um resumo sobre a metodologia aplicada, bem como a estrutura do RCFTIA. Numa conjuntura de crise económica e financeira que a economia nacional atravessa, os recursos públicos, que são escassos, têm de ser geridos de forma muito rigorosa de modo a maximizar a sua eficiência. Para fazer face a estas exigências é necessário ter em consideração um fator de enorme relevância para as organizações, que são os recursos humanos e que assumem um papel ainda mais preponderante neste contexto.
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Descentralização de amentários e de Recursos Financeiros

Descentralização de amentários e de Recursos Financeiros

5º : Observar para projetos com recursos externos as definições do Órgão Central de Programação Financeira. Art[r]

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ESTUDO SOBRE A RELEVÂNCIA DE CRITÉRIOS PARA INVESTIDURA EM CARGO EM COMISSÃO NA GESTÃO MUNICIPAL

ESTUDO SOBRE A RELEVÂNCIA DE CRITÉRIOS PARA INVESTIDURA EM CARGO EM COMISSÃO NA GESTÃO MUNICIPAL

O presente trabalho tem como objetivo analisar a importância de se adotar critérios para investidura ao cargo de provimento em comissão na esfera municipal. A Constituição Federal do Brasil, no seu artigo 37 determina que os cargos comissionados são de livre nomeação e exoneração e estabelece que as entidades públicas são responsáveis por delinear as condições para investidura do cargo comissionado. Portanto, pretende-se explorar as vantagens de se adotar critérios para admissão, bem como demonstrar que a falta deles torna a administração pública vulnerável a práticas de corrupção, enraizadas na formação política brasileira, marcada por características clientelistas. Entretanto, apesar de, historicamente, os cargos em comissão serem conhecidos por deturparem a idoneidade das políticas públicas, será discutido como a natureza do cargo em comissão pode se tornar um instrumento gerencial potencial ao gestor público. Por ser um assunto relativamente pouco abordado, foram analisadas iniciativas em todas as esferas da administração pública, por meio da pesquisa documental, com o objetivo de propor práticas passíveis de serem implementadas no âmbito municipal.
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Gestão de recursos para manutenção e desenvolvimento do ensino na esfera municipal.

Gestão de recursos para manutenção e desenvolvimento do ensino na esfera municipal.

De fato, a gestão dos recursos financeiros para MDE ocorreram às expensas da receita de impostos municipais, em processo de execu- ção descentralizado, contudo regulado tanto pela legislação educacional quanto pela legislação orçamentária. Tal processo não inibiu a esfera mu- nicipal de tomar decisões para a gestão da política educacional, como requer a condução da autonomia federativa. Todavia, o município de Campo Grande, durante o período observado, optou também por gerir o setor da educação em direta interseção com a política educacional emanada pela União, em um contexto de reconfigurações de concep- ção de Estado, que se explicitou em reformas educacionais em âmbito municipal.
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Conselho da Escola Municipal Adele de Oliveira em CearáMirim/RN: análise de uma experiência de participação na Gestão Escolar Pública

Conselho da Escola Municipal Adele de Oliveira em CearáMirim/RN: análise de uma experiência de participação na Gestão Escolar Pública

[...] para muitas pessoas, que compõem o conselho escolar ainda falta àquela questão de serem mais ativos, de estar mais na luta ou talvez seja por causa de tempo não é, hoje em dia a gente monta um conselho e as pessoas não tem esse tempo de estar se reunindo, por que às vezes trabalham em duas ou três escolas, não tem dedicação exclusiva a uma escola, isso é um fator desfavorável, então outra coisa também, quando o conselho resolve algo ou decide algo, ele tem que estar a todo o momento tendo atritos com a gestão, a gestão que eu falo é a gestão municipal entendeu, por que encontra barreiras, apesar do conselho aprovar, ainda existe aquela coisa do governo não querer cumprir o que foi deliberado pelo conselho escolar, então isso é um fator bem negativo (ENTREVISTADO 6, 2018, grifo nosso). O êxito dessa questão consiste na capacidade reflexiva e formadora de si mesmo e do outro nesse processo, no qual os conselheiros por meio de suas vivências positivas ou negativas leva-nos a refletir sobre a importância da participação a ser perseguida, em consonância com o modelo político emancipador defendido por Marx (2011). Afinal para que serve a ciência? Para emancipar, e por isso, não se constitui no apanhado geral de conceitos, ao contrário consiste em captar a singularidade do objeto fruto determinações histórico e sociais, conforme apregoa Marx (2011) na assertiva seguinte:
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A GESTÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

A GESTÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Para operacionalizar a gestão dos recursos, existem dois sistemas de informação que auxiliam os usuários. Antes de chegar no setor em 2008, Pompílio afirma que não existia um sistema para auxiliar, sendo feito um controle apenas em planilhas Excel, o que acarretava muitas falhas, quando praticamente não funcionava. Ele então foi no setor de informática da Universidade para que se criasse um sistema, e então houve uma adaptação de um sistema chamado MATL para as necessidades da PRPG, sendo este atualmente um mecanismo de controle dos recursos de todos os programas de Pós-Graduação da UFSC, funcionando como uma espécie de extrato bancário, em que são fornecidos o débito e o crédito. A operacionalização da execução orçamentária e financeira já era oportunizado pelo mesmo sistema antes.
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Recursos financeiros em saúde nos munícipios gaúchos : atenção, gestão e financiamento um tripé indissociável e seus dilemas

Recursos financeiros em saúde nos munícipios gaúchos : atenção, gestão e financiamento um tripé indissociável e seus dilemas

de dados foi de 2012 a 2017. Esse recorte foi definido considerando-se as mudanças na legislação para a organização do SUS, que passou a ser em redes. As narrativas feitas em relação à Política de Saúde convergem para o diagnóstico do subfinanciamento na saúde como sendo a dificuldade fulcral do sistema. Nesse contexto, esta pesquisa suporta uma narrativa diferente da que é considerada como consenso, defendendo-se a indissociabilidade entre modelo de atenção, modelo de gestão e modelo de financiamento para a sustentabilidade do SUS. Considera-se que, ao ser apontado o subfinanciamento como o maior problema do SUS, ele acaba ocultando um conjunto de dificuldades de gestão que não podem ser isoladas. Muito mais do que o subfinanciamento do SUS, o modelo hegemônico e as dificuldades na execução financeira (qualidade do gasto) representam para a pesquisadora, os verdadeiros dilemas para o sistema. Sendo assim, ao se depositarem as maiores mazelas nos recursos insuficientes para o SUS, deslocam-se as verdadeiras dificuldades e mantêm-se ocultas as questões de gestão do sistema.
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