Top PDF Gestão estratégica no Terceiro Setor: um estudo sobre a visão dos Stakeholders

Gestão estratégica no Terceiro Setor: um estudo sobre a visão dos Stakeholders

Gestão estratégica no Terceiro Setor: um estudo sobre a visão dos Stakeholders

Nos tempos atuais, a Gestão Estratégica está se transformando em um assunto que traz grandes especulações, sendo o ponto chave das organizações. O propósito desta pesquisa foi analisar a visão dos stakeholders quanto às medidas estratégicas empreendidas pela Operação Resgate, uma Organização Não Governamental que cuida de crianças e adolescentes na cidade de Patos PB. Inicialmente foi feito um levantamento na literatura buscando-se entender o conceito de estratégia, apresentando as etapas do processo estratégico, de acordo, como é levantado pelos autores, mostrando todo o processo desde a formulação até o controle. Feito este levantamento, partiu-se para a busca de informações. Trata-se de um estudo de caso único, descritivo e de natureza quali- quantitativa. Neste caso, realizou-se uma entrevista com a gestora da ONG, e posteriormente foi aplicado um questionário aos demais stakeholders da unidade pesquisada. Foi utilizada para a apreciação dos dados coletados, a análise de conteúdo e o cálculo de média aritmética. Concluiu-se que, a organização estudada vem desempenhando bem o processo estratégico, indo de acordo com os métodos informados pelos autores, apresentando uma boa avaliação por parte dos stakeholders envolvidos.
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Terceiro setor: a gestão do pensar, sentir, agir

Terceiro setor: a gestão do pensar, sentir, agir

A presente tese resgata a dimensão da gestão das organizações do Terceiro Setor e tem o objetivo de compreender e explicar a participação das organizações sem fins lucrativos, de interesse público, não governamental, no desenvolvimento das políticas sociais públicas do município de Franca/SP. O estudo aborda e envolve o sistema de classificação de contas brasileiro relativo às organizações privadas sem fins lucrativos, que permite compreender a base de informação utilizada pelos órgãos públicos de pesquisa e estatísticas que têm produção na área, bem como abrange bibliografia multidisciplinar buscando refletir sobre a identidade e dimensões de análise, além da legislação específica. A investigação incluiu exame a respeito do Terceiro Setor no âmbito internacional e realiza análise detalhada sobre composição, estrutura e funcionamento do Terceiro Setor no Brasil, utilizando-se de estudos nacionais e análises estratificadas elaboradas por organizações representativas. O estudo sobre o campo da gestão e sua aplicação às organizações não governamentais, bem como a compreensão a respeito da sustentabilidade complementam as análises. A investigação de campo foi construída a partir de informações sobre organizações sem fins lucrativos da cidade disponíveis no âmbito do grupo de pesquisa Gestão Socioambiental e as Interfaces com as Expressões da Questão Social (GESTA), integrado ao Curso de Serviço Social da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, da UNESP, Campus de Franca. A sondagem com a totalidade do universo das instituições permite conhecer a formação e composição do Terceiro Setor local. Após a seleção da amostra, os dados primários foram alcançados através de entrevistas, com sujeitos dirigentes voluntários e sujeitos coordenadores, pautadas por formulários semiestruturado e que revelaram os aspectos quantitativos, possibilitando a construção do perfil das entidades e dos sujeitos. A composição das diretorias e conselhos, a função de coordenação, equipe técnica, áreas de atuação, presença de voluntários e diversificação nas fontes de financiamento se constituem nos temas analisados nesta perspectiva. A dimensão qualitativa emerge a partir das falas dos sujeitos que considera a visão geral sobre a gestão e a realidade das organizações não governamentais, além da sustentabilidade financeira. A amplitude dos dados revelados possibilita refletir a cerca da governança das entidades, sobre o estilo e modelos de gestão empregados, estratégias de envolvimento, avaliação de resultados, a dimensão das mudanças, bem como a sustentabilidade.
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A influência dos stakeholders na estratégia : um estudo de caso em uma organização do terceiro setor

A influência dos stakeholders na estratégia : um estudo de caso em uma organização do terceiro setor

A implantação do sistema de gestão tem por objetivo qualificar as atividades realizadas pela equipe executiva da FPP. As organizações do terceiro setor precisam desenvolver estratégias voltadas ao aperfeiçoamento técnico para garantir a sustentabilidade e enfrentar as mudanças impostas pelo ambiente externo (SILVA e OLIVEIRA, 2004). Estas organizações apresentam algumas fases de desenvolvimento e a primeira é caracterizada pela informalidade nos processos de gestão, sem clareza da missão, visão e valores (CAMARGO et al., 2001; KOTHER, 2004). A FPP, já nos seus primeiros anos de funcionamento, conquistou importantes resultados. O desafio nesta nova fase da FPP é melhorar os processos, mantendo as características que garantiram o sucesso do trabalho, como a flexibilidade e o alto grau de envolvimento da equipe de colaboradores. As organizações que não tem flexibilidade podem impedir a inovação (MINTZBERG, PASCALE E RUMELT, 1996). Diniz e Mattos (2002) chamam a atenção para o risco destas organizações, adotando técnicas de gestão empresarial, se tornarem tão burocratizadas quanto o Estado e as empresas. Para o conselheiro entrevistado, a “definição de uma política de profissionalização não pode comprometer a simplicidade do projeto”. Este objetivo estratégico dependerá diretamente do envolvimento dos colaboradores e da Diretoria Executiva.
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Aplicação da gestão estratégica de design em uma organização do terceiro setor

Aplicação da gestão estratégica de design em uma organização do terceiro setor

A médio prazo, espera-se gerar pautas de conteúdo informacional e institucional para as postagens, estruturando o teor e a linguagem utilizados pelos canais oficiais da instituição nas redes. Cabe ressaltar que o relatório do estudo de caso e o banco de dados da pesquisa podem servir como fonte de recursos informacionais para a geração de pautas de conteúdo. Por exemplo, o documento Histórico (2006) e a seção 4.2.2 deste trabalho podem fornecer dados relevantes a respeito da história da instituição. Como estratégia para relevar, valorizar e tornar pública a memória da ADM, pode ser desenvolvida uma pauta semanal de postagem que traga informações textuais e visuais sobre a trajetória, as datas importantes, os personagens e o desenvolvimento ao longo do tempo da Escola.
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O processo de adaptação estratégica e o ciclo de vida organizacional: um estudo de caso em uma organização hospitalar do terceiro setor

O processo de adaptação estratégica e o ciclo de vida organizacional: um estudo de caso em uma organização hospitalar do terceiro setor

A realização deste estudo também procurou ultrapassar as prerrogativas de que a ação gerencial e o determinismo ambiental são categorias excludentes em que há o entendimento de que ou a ação organizacional é que molda o ambiente (CHILD, 1972; CHILD E SMITH, 1987) ou, numa visão determinística, as condições do ambiente é que são imperativas sobre a organização. O referencial de Hrebiniak e Joyce (1985) demonstrou-se válido para depreender a complementariedade existente entre as duas abordagens. Do ponto de vista prático, conclui-se que o determinismo ambiental sobre o Hospital de Caridade é alto, principalmente pela existência de normas regulamentares de atuação das organizações hospitalares. Por sua vez, a iniciativa gerencial nos períodos estratégicos I, II e IV foi relativamente baixa, o que coaduna com postura reativa da organização neste período. Já nos períodos III e V a escolha estratégica foi alta, embora se mantivessem as mesmas condições determinísticas. Com este comportamento foi possível perceber que houve uma alteração na arena cognitiva (CHILD E SMITH, 1987) do Hospital de Caridade, pois comparando com a atuação da superintendência, com o retorno da Mesa Administrativa no comando diretivo do Hospital houve uma postura diferenciada em termos de interpretação das condições objetivas do ambiente, valores organizacionais, objetivos e, conseqüentemente, do próprio processo de adaptação estratégica.
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A Gestão estratégica de custos nas organizações do terceiro setor: um estudo de caso no Estado da Paraíba

A Gestão estratégica de custos nas organizações do terceiro setor: um estudo de caso no Estado da Paraíba

a obtenção, análise e otimização dos custos das atividades da empresa, de forma coerente com a estratégia da mesma, particularmente no que diz respeito ao nível e tendência no consumo dos recursos. Nesse sentido, Shank e Govindarajan (1997, p. 4) afirmam que GEC é “uma análise dos custos vista sob um contexto mais amplo, em que os elementos estratégicos tornam-se mais eficientes, explícitos e formais”. Ainda, de acordo com os autores, sua origem decorre da mistura de três elementos: a análise da cadeia de valor, a análise do posicionamento estratégico e a análise dos direcionadores de custos, visão esta que será tomada como base para a realização do estudo de caso. Sendo assim, Martins (2003) observa que a GEC requer análises que vão além dos limites da empresa para se conhecer toda a cadeia de valor: desde a origem dos recursos materiais, humanos, financeiros e tecnológicos que utiliza, até ao consumidor final.
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A gestão estratégica no terceiro setor: estudo de caso numa organização eclesiástica

A gestão estratégica no terceiro setor: estudo de caso numa organização eclesiástica

nascidos são abrigados e alimentados no calor dos berços dos grupos caseiros. (...) As duas asas para alçarem grandes vôos necessitam de uma perfeita harmonia. Durante cerca de 1.700 anos a Igreja tentou alçar vôos com uma só asa mas ficou girando em círculos. (...) Há uma diferença muito grande entre uma Igreja com células e uma Igreja em células. Uma Igreja não pode misturar os padrões tradicionais da vida da Igreja com as estruturas de grupos celulares e ser bem sucedida. (...) A primeira tem seus pequenos grupos como mais um programa, mais uma atividade interessante para incentivar o evangelismo e dar funções e cargos às pessoas. As células nessas Igrejas não têm a prioridade, e os ministérios não fluem das células, nem há um compromisso sério com elas. Muitas vezes os líderes são dispensados das células para exercerem com "mais eficiência" outras "atividades". Essa Igreja continua com seus programas de entretenimento para os seus membros e os de outras Igrejas. (...) Uma Igreja em células passou por uma reforma radical em toda a sua teologia e estrutura, e baseia nos pequeno grupos o foco central de sua vida e alcance evangelísticos. As células se constituem prioridade sobre programas e ministérios. O louvor dos cultos de celebração são conduzidos pelas lideranças celulares. É nas células que as pessoas são atendidas em suas necessidades físicas e espirituais, necessitados recebem beneficência, os feridos e traumatizados a cura, os laços conjugais são restaurados. Os programas de entretenimento dão lugar à campanhas de evangelismo pessoal e eventos de colheita de almas preciosas.(...) [As células não] são cópias de cultos. Não é mais um culto realizado nas casas dos irmãos, onde uma ou duas pessoas dirigem tudo e as demais ouvem passivamente. Nas Igrejas modernas apenas um pequeno grupo de no máximo 10 a 15% desempenham todas as tarefas, nada sobrando para os demais. (...) São os pequenos grupos se reunindo, nos lares
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Influência da implementação de uma gestão estratégica no comprometimento dos empregados em organizações do terceiro setor

Influência da implementação de uma gestão estratégica no comprometimento dos empregados em organizações do terceiro setor

de vínculos entre empregados e organização, especificamente no comprometimento em suas várias vertentes, como o exemplo de Alves, Nepomuceno e Sá (2004), ao concluírem que o comprometimento em organizações do terceiro setor está ligado aos valores organizacionais e pessoais, Custódio, Siqueira, Viegas, Pinho e Silva (2013) constataram que o comprometimento é elemento transformador de práticas de gestão em resultados organizacionais tanto no setor público como no setor privado. Leite, Albuquerque e Kniess (2010) revelaram que o comprometimento organizacional acontece com o alinhamento de valores pessoais e organizacionais evidenciado na gestão de pessoas. Silva (2011) detectou que o comprometimento afetivo é maior em uma organização de terceiro setor. Destaca-se que há, também, inúmeras pesquisas em estudos sobre estratégia em organizações do terceiro setor. Martins, Pedrosa Neto e Araújo (2008) demonstraram que a gestão estratégica é um instrumento de auxílio à tomada de decisões em organizações do terceiro setor. Para Souza, Valadão Júnior e Sá (2005), em pesquisa sobre formulação estratégica em Instituições do terceiro setor, consideraram que a estratégia é um instrumento dinâmico de gestão por conter decisões antecipadas para o cumprimento da missão organizacional. Estudo de Karpouzas (2006) sobre o processo de formação de estratégia em OTS revelou que as organizações se encontravam em processo de informalidade com poucos conhecimentos na área de gestão. Já para Serra, Figueiredo e Almeida (2013) em estudo estratégico no terceiro setor concluíram que há um esforço para o desenvolvimento de gestão e estratégias nas OTS. Ressalta-se, entretanto, que é escasso na literatura o estudo envolvendo o comprometimento e estratégia nas organizações do terceiro setor, razões pelas quais esta pesquisa apresenta como objeto de estudo: Quais são as influências da implementação de uma gestão estratégica no comprometimento dos empregados em Organizações do Terceiro Setor?
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Gestão de recursos do terceiro setor: estudo de caso em uma entidade sem fins lucrativos da Paraíba

Gestão de recursos do terceiro setor: estudo de caso em uma entidade sem fins lucrativos da Paraíba

O Brasil é um país de alta carga tributária, palco de grandes escândalos em todas as esferas do poder público e cujos direitos humanos foram historicamente negados ao pobre, ao negro, ao índio, a mulher, ao portador de necessidades especiais, ao idoso, ao agricultor, ao operário, entre outros. No que diz respeito ao desenvolvimento econômico, apresenta-se estruturado em três setores distintos, responsáveis pelo seu crescimento: O primeiro setor é o Estado, responsável pela arrecadação de tributos e financiamentos que devem, obrigatoriamente, ser convertidos em melhorias sociais de infraestrutura, saúde e educação, por exemplo. O segundo é o Mercado, representado pelas empresas privadas cujos recursos são oriundos de suas atividades e têm como finalidade a obtenção do lucro. Ambos os setores atuam de acordo com a legislação do modelo de sociedade que se enquadram. E o terceiro Setor, composto por Entidades Sem Fins Lucrativos, consideradas como àquelas que não têm finalidade econômica, não pertencem ao que chamamos de primeiro, nem ao segundo setor e desempenham uma função social muito abrangente no atual cenário brasileiro.
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Práticas contabilísticas e de gestão no terceiro setor: um estudo aplicado a quatro regiões de Angola

Práticas contabilísticas e de gestão no terceiro setor: um estudo aplicado a quatro regiões de Angola

Em Angola, o terceiro setor começou a ser visualizado na década de 70, figurado nas Santas Casas de Misericórdia, assim como em outras ONGs que foram surgindo de acordo com os movimentos sociais que iam eclodindo em cada região do país. Para fazer face às dificuldades em que se encontrava, no plano social, o governo permitiu a intervenção de outros intervenientes sociais como foi o caso das ONG, sendo que as primeiras a intervirem no país foram as estrangeiras, oriundas de países ocidentais mas que regra geral tinham uma ligação com os movimentos da mesma família ideológica adotada pelo regime angolano. Com isso a cidadania passa a desdobrar-se abertamente para o campo da solidariedade social, e nesta altura surgem as primeiras organizações não governamentais angolanas. É neste contexto que nasce a Ação Angolana para o Desenvolvimento e a Ação para o Desenvolvimento Rural e o Ambiente que desempenham um papel importante em programas de desenvolvimento sustentado junto das comunidades.
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Contabilidade de gestão no terceiro setor: estudo empírico em instituições particulares de solidariedade social

Contabilidade de gestão no terceiro setor: estudo empírico em instituições particulares de solidariedade social

O estudo do segundo objetivo específico, em que se analisa a adequação das competências humanas às necessidades de gestão das organizações, revelou que as instituições possuem recursos humanos com qualificação superior e capacidade de gestão patente na formação financeira que possuem os responsáveis por esta área, o que revela a aposta das instituições na qualificação dos recursos humanos (Greenberg, 1982). No âmbito das competências humanas, estudou-se em que medida a existência de pelo menos um dos responsáveis com formação na área financeira, o número de trabalhadores ou a frequência de desenvolvimento de formação influenciam a maturidade dos sistemas de contabilidade de gestão das instituições, verificando-se que quando essa formação financeira está presente a maioria das instituições enquadra-se em estádios avançados, o que não acontece quando esta competência não está presente nos recursos humanos da instituição. Como encontrado na literatura, o mesmo constatou- se nas instituições com dimensão mais reduzida (menos trabalhadores) (Innes & Mitchell, 1997; Alsaeed, 2005) e onde a aposta em formação mostra-se pouco frequente (Al-Omiri & Drury, 2007), pois em qualquer um destes cenários o peso das instituições enquadradas em estádios iniciais é muito superior quando se fala de instituições com massa laboral reduzida ou com reduzida frequência de medidas de renovação de conhecimento (formação), mesmo não sendo a escassez de recursos humanos indicada como limitação à implementação de ferramentas de gestão.
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Custos no Terceiro Setor: um estudo de caso da prestação de serviços para melhoria da gestão econômica

Custos no Terceiro Setor: um estudo de caso da prestação de serviços para melhoria da gestão econômica

A incapacidade dos governos em atender a demandas sociais crescentes por serviços prioritários ao bem-estar social e a luta de grupos sociais por direitos antes negados, faz proliferar o surgimento de organizações não governamentais – ONGs em todo mundo. São essas entidades, constituídas juridicamente sob a forma de associações ou fundações, que formam o chamado terceiro setor. Movimenta no mundo mais de US$ 1 trilhão por ano, cerca de 8% do PIB do planeta. No Brasil, ele representa R$ 10,9 bilhões anuais (cerca de 1% do PIB). Segundo o IBGE de 2006 a 2010 observou-se um crescimento da ordem de 8,8% das Fundações Privadas e Associações Sem Fins Lucrativos no Brasil (FASFIL), que passaram de 267,3 mil para 290,7 mil entidades no período. O aperfeiçoamento na qualidade da gestão é um dos principais desafios para estas entidades. Neste contexto, o controle interno, principalmente, no que diz respeito aos custos incorridos nos serviços prestados, são fatores cruciais para a sustentabilidade financeira das mesmas. Este trabalho apresenta um estudo de caso sobre os custos incorridos nos serviços prestados em uma entidade do terceiro setor localizada em Recife-PE. Foram verificados os processos de controle da entidade, e assim, estabelecidos os custos dentro do processo de produção dos serviços. O objetivo é subsidiar a entidade com informações que possam, até certo ponto, identificar riscos e possibilitar ações corretivas. Além disso, também possam servir de parâmetros para negociações futuras, elaboração e execução de projetos, precificação dos serviços, em suma, colaborar para um melhor desempenho nas decisões da ONG.
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Gestão de recursos humanos e o terceiro setor: um estudo descritivo das organizações de Belo Horizonte

Gestão de recursos humanos e o terceiro setor: um estudo descritivo das organizações de Belo Horizonte

Objetivou-se com esta dissertação descrever como ocorre a gestão de recursos humanos nas organizações do terceiro setor localizadas em Belo Horizonte. A partir da importância que este setor vem assumindo no cenário nacional, alguns desafios emergem para estas instituições, entre eles uma concorrência maior por fundos, que aumenta a necessidade de uma gestão cada vez mais eficiente e eficaz. O estudo constituiu-se de uma pesquisa descritivo-qualitativa em que foram utilizados documentos e entrevistas semi-estruturadas nas 22 organizações que compuseram a amostra. Tendo como pano de fundo a crise do Estado de Bem-Estar social e entendendo que as práticas gerenciais levam à necessidade de uma gestão de RH apropriada, entende-se que a racionalidade inerente às organizações, permite buscar uma construção teórica que reforça este vínculo mútuo entre as organizações do terceiro setor e o gerenciamento de recursos humanos. De maneira conclusiva, a análise da gestão de RH, se de um lado evidenciou a falta de relevância que esta atividade assume, apesar do forte discurso da valorização do indivíduo, de outro apresentou capacidade de inserção e agilidade suficientes, sem necessariamente depender da formalização das atividades que se procurou identificar. Ou seja, as organizações do terceiro setor, a despeito da importância do discurso que valoriza as pessoas, vêm com uma prática ainda arraigada ao que existe de mais anacrônico em termos de preocupação gerencial de pessoas e não podem e não devem somente ser analisadas sob esta perspectiva, pois sua inserção e relevância social muitas vezes está associada à capacidade de atender aos seus públicos interessados. Mas seguramente, um mínimo de racionalização e profissionalização de seus preceitos, estaria de acordo com o que apregoa a literatura, podendo auxiliar na superação de um estágio ainda pouco elucidativo em termos de práticas gerenciais de vanguarda.
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A importância da convergência tecnológica nas áreas de telecomunicações como ferramenta estratégica ao desenvolvimento regional: uma visão dos stakeholders

A importância da convergência tecnológica nas áreas de telecomunicações como ferramenta estratégica ao desenvolvimento regional: uma visão dos stakeholders

The Amazon State, because of its geographic characteristics, has always shown, by one side, great difficulty of communication. On the other side, its economical and cultural history contributed to preserve its natural resources. Today, the Amazon Forest has 98% of its natural vegetation preserved. So, the general objective of this work is to demonstrate importance o f the technology convergence in the communication area, especially in its utilization to the support development of the Amazon State in the vision o f the stakeholders. Consequently, this work show the study about the relation among the globalization of the economy, the concept o f the support development and the technological advance in the telecommunication area, and about the vision of the selected stakeholders, about the utilization of the technology convergence as tool to the support development to touch on tecnology convergence o f the State, with objective, mainly, the conservation of its natural resources and the well-being of the interior population. Anyway, it was concluded that support development commended to the Amazon State, is still incipient, it is even ignored its concept to the almost all interviewed stakeholders. Finally, suggestions to future research is showed in this work, that can contribute to elucidate the politics interests in local and national level, so as recommendation that can contribute to the support development o f the region.
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A gestão intersetorial das políticas sociais e o terceiro setor.

A gestão intersetorial das políticas sociais e o terceiro setor.

A transformação que se estabelece com a transfe- rência das competências para organizações que estão fora do Estado e do mercado, favorece o surgimento daquilo que se denomina de terceiro setor. Mas, como esse novo setor não é capaz de regulamentar-se, se- gundo Fernandes (1997, p. 31), de acordo com normas de aceitação universal, a presença do Estado se faz necessária para regular as relações. “É o sistema legal, instituído e mantido pelo estado, que esclarece os li- mites das ações voluntárias consideradas legítimas”. Nesse sentido, essas organizações vivem também um processo de institucionalização, que depende tan- to de sua finalidade como das relações que estabele- cem com o Estado e com os agentes econômicos. Nes- sa perspectiva, é que se deve entender a Lei 9.790, de 23.03.1999. Com essa Lei, o Estado dispõe sobre a qua- lificação de pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos, como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, definindo os termos em que deve ocorrer a parceria dessas instituições com o Estado, na realização de ações sociais de sua competência.
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UMA PERSPECTIVA CRÍTICA SOBRE O TERCEIRO SETOR

UMA PERSPECTIVA CRÍTICA SOBRE O TERCEIRO SETOR

Nas últimas décadas a questão das desigualdades no Brasil é bastante mencionada, sobretudo, quanto à atuação do denominado Terceiro Setor e as instituições filantrópicas. A crítica colocada por este trabalho está baseada nos estudos iniciais realizados para a dissertação, com base em Santos (2013), Montaño (2010), Fontes (2013), Marx (2008) e Engels (2012). Segundo Marx, é primordial que o capital humano busque a emancipação humana. Por outro lado, as instituições filantrópicas, localizadas no terceiro setor, estão cada vez mais direcionadas ao interesse do grande capital. Este trabalho reflete o esforço em conciliar a proposta de pesquisa da dissertação, qual seja: “Estudo do trabalho voluntário a partir da Teoria das Representações Sociais (TRS) - o caso da Associação VIDA VIVA”, com o foco principal estudado na disciplina Estado e Sociedade que é, justamente a origem do Estado e sua relação com a sociedade, ou seja, o Estado como expressão da sociedade. Perspectiva que, considerando-se este trabalho, pode ser identificada por uma perspectiva crítica.
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Terceiro setor : um estudo sobre aspectos contábeis e tributários numa entidade educacional

Terceiro setor : um estudo sobre aspectos contábeis e tributários numa entidade educacional

Estamos vivendo um momento em que as Entidades do Terceiro Setor estão ganhando espaço e desempenhando um papel cada vez mais importante para a sociedade, dessa forma contribuindo para que uma parcela da população carente possa usufruir de serviços de qualidade que não teriam condições de obter de outra maneira. Sendo assim, o objetivo deste trabalho é demonstrar através de uma pesquisa bibliográfica aspectos contábeis e tributários dessas entidades, diferenciando-as das entidades do Primeiro e do Segundo Setor, bem como as exigências da legislação para que essas entidades possam usufruir de benefícios que o governo dispõe, como a imunidade e a isenção tributária. Este trabalho está complementado por um estudo numa entidade de assistência a educação, através de uma coleta de dados documental, que servirá para análise de um comparativo entre valores obtidos de benefícios tributários e filantropia realizada, para se verificar as vantagens e desvantagens das entidades e também demonstrar a importância do trabalho feito por elas.
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Constatações sobre a construção de mapas estratégicos: um estudo de caso no terceiro setor

Constatações sobre a construção de mapas estratégicos: um estudo de caso no terceiro setor

O atual contexto de gestão de negócios estimula a renovação constante das ações, em busca da so- brevivência organizacional. Para instituições do Terceiro Setor, a estratégia está associada à susten- tabilidade e a relação com seus financiadores geralmente faz parte de suas ações. O objetivo deste estudo é identificar fatores e constatações sobre o processo de construção de mapas estratégicos, para entidades do Terceiro Setor, baseando-se em comparações de um estudo de caso com outros relatos da literatura. Para isso, foi desenvolvida uma pesquisa bibliográfica, para embasar o estudo de caso, com observação participante. A pesquisa tem uma abordagem qualitativa e seu objetivo ca- racteriza-se pela descrição de fatos para posterior interpretação. Entre as constatações identificadas na pesquisa, ressalta-se a influência da postura da equipe formada para mobilizar recursos para a construção do mapa institucional, levantando e aprofundando conhecimentos para identificar as perspectivas que melhor definem a proposta de atuação da entidade.
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AS FERRAMENTAS DA WEB 2.0 NA GESTÃO DE ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR

AS FERRAMENTAS DA WEB 2.0 NA GESTÃO DE ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR

vivem resquícios da dependência do voluntariado, da pouca qualificação profissional específica em gestão na área social. Além disso, responder aos desafios da transparência como requer a concessão de financiamentos, a necessidade de estabelecimento de parcerias e a manutenção de serviços voluntários com resultados, exige levar em consideração o constante monitoramento do desempenho organizacional e uso de tecnologias atuais. O editorial da Rede de Informações para o Terceiro Setor (RITS) traz uma máxima que representa bem esta via de mão dupla: “Planejar para além do dia de amanhã. Exige, enfim, uma transformação das instituições.” (RITS, 2009). O contrário também acontece: transformar para planejar além do dia de amanhã. Alguns exemplos apontatos pelo Rits são bastante comuns no dia a dia das organizações.
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Parcerias entre terceiro setor e financiadores: estratégias ou armadilhas de gestão

Parcerias entre terceiro setor e financiadores: estratégias ou armadilhas de gestão

Organizações do Terceiro Setor têm desenvolvido papel fundamental na sociedade contemporânea em todo o mundo. Durante o regime militar, o papel desenvolvido pelas mesmas foi de grande importância para o reestabelecimento da democracia no Brasil e, após a promulgação da Constituição de 1988, sua atuação, na busca de soluções para questões sócio- econômicas, políticas e ambientais geradas pela sociedade civil e, por vezes pelo Estado, passou a ser mais evidente. Caracterizadas pela realização de ações publicas a partir do âmbito privado, essas organizações, para realizar seus objetivos institucionais, enfrentam problemas de caráter gerencial, indo do pessoal ao financeiro. No aspecto financeiro, a articulação com outros atores sociais lhes tem permitido ampliar o leque de conhecimentos, fortalecer projetos já em andamento e maximizar sua capacidade de intervenção. Verifica-se, entretanto, que em decorrência da maior ou menor capacidade organizacional, da diferença de cultura e valores e das exigências feitas pelos parceiros essa relação não é imune a problemas, como, por exemplo, a cooptação da organização mais forte sobre a mais fraca. Nesse contexto, esta pesquisa teve como objetivo verificar e analisar aspectos da gestão de três ONGs com sede em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, procurando responder ao seguinte problema de pesquisa: As parcerias realizadas por organizações do Terceiro Setor, junto a financiadores internacionais e ao Estado impactam a sua gestão? Os dados foram coletados por meio de pesquisa documental, questionários e entrevistas semi-estruturadas, realizadas com vinte e quatro ocupantes de função gerencial, ou de assessoria direta a estes, independentemente do número de ocupantes em cada organização, da denominação que seus cargos recebem, do tempo de serviço na organização ou na atual função. Mediante análise dos dados, verificou-se que as parcerias realizadas pelas ONGs pesquisadas impactam a gestão das mesmas, visto que se exige delas capacidade técnica, eficiência e eficácia na gestão dos recursos, mediante desenvolvimento e/ou adoção e adaptação de instrumentos de gestão oriundos de outros setores. Assim, diante da possibilidade de ser manipulada pelo parceiro, estabelecer o maior número possível de parcerias com outros setores é uma estratégia a ser perseguida por ONGs que tenham como objetivos a menor dependência das agências de cooperação internacional e/ou do Estado, a sustentabilidade e a autonomia.
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