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Gestão e fiscalização de contratos administrativos na Administração Pública

Gestão e fiscalização de contratos administrativos na Administração Pública

A necessidade de transparência nas atividades dos servidores públicos, especialmente no acompanhamento da execução dos contratos celebrados entre a Administração Pública e os particulares, é uma demanda crescente da sociedade. Neste contexto, a gestão e a fiscalização dos contratos administrativos na Administração Pública são fundamentais para o aprimoramento do setor público brasileiro, pois sua finalidade essencial é garantir o cumprimento das cláusulas contratuais e atender eficientemente o interesse público. Este trabalho aborda a Gestão e a Fiscalização dos Contratos Administrativos no âmbito da Administração Pública, e parte de um estudo sobre a terceirização na administração pública, passando pelos contratos administrativos, para ao final analisar a gestão dos contratos administrativos e o perfil dos profissionais envolvidos. Este trabalho se trata de uma pesquisa de cunho bibliográfico, cuja fundamentação ocorre em manuais, consultas às legislações e estudos doutrinários, onde se observou problemas comuns que prejudicam e até mesmo impedem o desenvolvimento do trabalho desenvolvido pelos gestores e fiscais de contratos. Verificou-se, portanto, as ações desenvolvidas pela Administração Pública para suprir a necessidade da gestão e fiscalização dos contratos, as dificuldades existentes na condução dos trabalhos, bem como a necessidade de um planejamento eficiente das atividades dos responsáveis.
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Gestão e fiscalização de contratos administrativos na Administração Pública Federal

Gestão e fiscalização de contratos administrativos na Administração Pública Federal

A necessidade de transparência nas atividades dos servidores públicos, especialmente no acompanhamento da execução dos contratos celebrados entre a Administração Pública e os particulares, é uma demanda crescente da sociedade. Neste contexto, a gestão e a fiscalização dos contratos administrativos na Administração Pública são fundamentais para o aprimoramento do setor público brasileiro, pois sua finalidade essencial é garantir o cumprimento das cláusulas contratuais e atender eficientemente o interesse público. Este trabalho aborda a Gestão e a Fiscalização dos Contratos Administrativos no âmbito da Administração Pública, e parte de um estudo sobre a terceirização na administração pública, passando pelos contratos administrativos para, ao final, analisar a gestão dos contratos e o perfil dos profissionais envolvidos. Trata-se de uma pesquisa de cunho bibliográfico, cuja fundamentação ocorre em manuais, consultas às legislações e estudos doutrinários, onde se observou problemas comuns que prejudicam e até mesmo impedem o desenvolvimento do trabalho desenvolvido pelos gestores e fiscais de contratos. Verificou-se, portanto, as ações desenvolvidas pela Administração Pública para suprir a necessidade da gestão e fiscalização dos contratos, as dificuldades existentes na condução dos trabalhos, bem como a necessidade de um planejamento eficiente das atividades dos responsáveis.
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Contratos administrativos e gestão pública – Proposições a partir de estudos de casos na Administração Pública federal indireta

Contratos administrativos e gestão pública – Proposições a partir de estudos de casos na Administração Pública federal indireta

A pesquisa apresentada à Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça do Brasil teve como escopo a realização de pesquisa acerca da gestão da execução dos contratos administrativos pela Administração Pública federal, de modo que, a partir do quadro atual detectado, fosse possível sanar as deficiências, tornando a gestão pública mais eficiente. Como instrumentos de investigação, foram verificados diversos contratos administrativos da Caixa-RS, Infraero-RS e Fiocruz-BA. Após levantamento qualitativo e quantitativo, as principais falhas detectadas foram: falta de flexibilidade no processo de contratação; baixa capacidade de monitoramento e fiscalização; ausência de sistemas informatizados adequados para acompanhamento dos contratos; altos custos envolvidos na aplicação das sanções administrativas; e baixo nível de incentivos para inovação. Frente a este quadro, extraem-se quatro eixos centrais de discussão teórica, com as principais falhas verificadas, com o intuito de propor melhorias operacionais ao modelo atual de gestão da execução de contratos administrativos:
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Projeto de intervenção na gestão e fiscalização dos contratos administrativos de terceirização de mão de obra da UFRN

Projeto de intervenção na gestão e fiscalização dos contratos administrativos de terceirização de mão de obra da UFRN

A UFRN, uma autarquia federal, passou a adotar a terceirização de mão de obra no final da década de 90, para adequar-se à nova realidade trazida pela Reforma Gerencial do Estado. Atualmente, tem firmados cinco contratos administrativos de terceirização de mão de obra, englobando 1.557 funcionários em 38 categorias funcionais, gerando uma despesa anual de cerca de 49 milhões de reais. Os contratos são regulamentados pela Lei 8.666/93, que prevê em seu artigo 67 o “acompanhamento” e a “fiscalização” dos contratos pelo órgão contratante. Na UFRN esse acompanhamento tem apresentado falhas em sua execução, o que acarreta prejuízos à qualidade do serviço prestado e expõe a Universidade a responder de forma subsidiária em ações trabalhistas movidas por funcionários das empresas contratadas. Com o objetivo de possibilitar um acompanhamento mais eficiente dos contratos de mão de obra com dedicação exclusiva da UFRN, por meio de ações de gestão e ferramentas informatizadas, propôs-se esse Projeto de Intervenção. Trata-se de uma pesquisa-ação, na qual foi feito um diagnóstico com base em pesquisa documental dos contratos de terceirização de mão de obra e do Acórdão n° 2.749/2015 do TCU - resultante de uma auditoria aos contratos –; e uma revisão da literatura sobre terceirização, contratos administrativos e gestão e fiscalização de contratos. Em seguida, definiu-se um modelo de gestão que contempla o planejamento das contratações; uma estrutura e rotinas mais adequadas à fiscalização de contratos; e a divisão de responsabilidades e capacitação dos atores envolvidos no processo acompanhamento dos contratos. Espera-se com o modelo proposto propiciar à UFRN a contratação mais adequada às suas reais necessidades; o afastamento da responsabilidade subsidiária em ações trabalhistas; maior segurança e economia nos pagamentos às empresas contratadas; e a melhoria na prestação dos serviços pelas empresas terceirizadas.
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Estudo dos fatores relacionados ao desempenho da fiscalização de contratos administrativos no IFNMG - Campus Montes Claros

Estudo dos fatores relacionados ao desempenho da fiscalização de contratos administrativos no IFNMG - Campus Montes Claros

O presente estudo trata de um tema bastante relevante para a Administração Pública: a fiscalização dos contratos administrativos, especificamente, dos fatores relacionados ao desempenho da fiscalização contratual. Discutiu-se, inicialmente, a questão das compras e contratações públicas, discorrendo sobre o processo licitatório e as modalidades de licitação, como caminho necessário para a contratação em instituições públicas. Foram discutidos, em seguida, os requisitos básicos dos contratos administrativos, assim como os princípios gerais e as características dos contratos administrativos. Nesse viés, a importância do papel da fiscalização contratual é evidenciada no capítulo II, sobretudo em relação a processos de execução de serviços de natureza continuada, na qual as atribuições do fiscal de contrato apresentam algumas peculiaridades, em virtude da complexidade presente nesse tipo de contratação. Abordou-se, ainda, neste trabalho a responsabilização do fiscal de contratos, tendo em vista que esse pode responder por falhas e omissões. Assim, identificar os fatores relacionados ao desempenho da fiscalização dos contratos administrativos do IFNMG – Campus Montes Claros foi objetivo desta pesquisa, que conduziu para um indicativo da presença, na supracitada instituição, de fatores apontados pela literatura como influenciadores positivos no processo de fiscalização contratual, como formação acadêmica dos fiscais, o predomínio da adoção de instrumentos de controle e a manutenção de manual de fiscalização contratual. Por sua vez, também mostrou fatores que interferem negativamente nesse processo, como a falta de conhecimento amplo da legislação, a falta de clareza e precisão dos objetos contratados, bem como a insuficiência de capacitação dos fiscais de contrato dessa instituição que, em grande parte, não se submeteram a treinamentos ou capacitação para o exercício dessa atividade, sendo isso apontado, pelos fiscais, como principal dificultador no desempenho das atividades. Diante disso, constatou-se que há ainda muito a ser aprimorado, e que se acredita que esse processo pode se tornar numa sequência de ações positivas, na medida em que, conscientes da importância da função, os fiscais busquem por maior conhecimento e atualização das legislações que regem as contratações públicas, e os gestores intensifiquem esforços no incentivo a essa qualificação.
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FERNANDA BASTOS PEIXE FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL: Um estudo na Universidade Federal do Ceará

FERNANDA BASTOS PEIXE FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL: Um estudo na Universidade Federal do Ceará

A Universidade Federal do Ceará elaborou recentemente o seu Manual de Fiscalização e Gestão de Contratos. Para a confecção desse manual, foram realizadas várias reuniões com a presença de servidores representantes das seguintes unidades da Pró-reitoria de Administração (PRAD): da Pró-Reitora de Administração, do Pró-Reitor Adjunto, da Assessoria Técnica de Legislação, Assessoria Executiva, Controle Interno, e dos departamentos: de Contabilidade e Finanças (DCF); Contratos e Execução Orçamentária (DCEO); Licitação (DL); Administração (DA) e Imprensa Universitária (IU). Além destes gestores da PRAD, foram convidados à participar das reuniões de validação da minuta final do manual gestores da Auditoria Geral da UFC (AUGER), bem como da gestores da Superintendnência de Infraestrutura da UFC (UFC-Infra) que atuam na área de gestão/fiscalização de contratos contínuos que envolvem cessão de mão de obra, bem como contratos de obras e serviços de engenharia, dada a relevância da celebração de tais contratos no âmbito da UFC.
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Gestão de risco em contratos administrativos na PROAD/UFBA

Gestão de risco em contratos administrativos na PROAD/UFBA

A necessidade da adoção de gestão de risco em contratos administrativos na PROAD/UFBA emerge do contexto de aumento da demanda de contratação de mão de obra terceirizada na UFBA, especialmente para a área técnica, que se deu em razão do REUNI. O aumento consequente da terceirização dos serviços de apoio operacional técnico trouxe para a gestão de contratos administrativos situações de exposição a diversos riscos que, se não forem administrados, podem ocasionar prejuízos, perdas e custos extraordinários, provocando danos ao funcionamento institucional. O problema surge da constatação de inexistência de um sistema organizado de gestão de risco a nível institucional na UFBA e a nível gerencial na gestão de contratos da PROAD. A partir desse contexto e da imposição normativa da gestão de risco em contratos administrativos na Administração Pública Federal, o presente estudo tem por objetivo investigar os principais riscos presentes nos Contratos de Serviço Continuado de Apoio Operacional Técnico à Gestão de Contratos Administrativos da PROAD/UFBA, no período de janeiro de 2013 a dezembro de 2017, na busca por ferramentas que contribuam para o alcance dos objetivos das contratações e, consequentemente, da Instituição. Utilizou-se, para tanto, da pesquisa qualitativa, exploratória e documental. Para a coleta de informações foram utilizadas as técnicas da entrevista semiestruturada e análise documental. Extraídas destas fontes, as informações foram submetidas à análise dos tipos de riscos, natureza, eventos geradores e origem. Em conclusão, os resultados demonstraram que: os riscos mais encontrados foram do tipo administrativo, de natureza operacional, confirmando parcialmente um dos pressupostos iniciais; o alcance dos objetivos das contratações é obtido parcialmente, menos pela qualidade dos serviços prestados do que por documentos comprobatórios de formalidades exigidas; é necessário um mapeamento de risco dos contratos administrativos para um aprofundamento na análise e tratamento daqueles que são predominantes.
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Contribuição à gestão de contratos para reforma de imóveis utilizados pela administração pública

Contribuição à gestão de contratos para reforma de imóveis utilizados pela administração pública

As instituições públicas enfrentam problemas relevantes com relação à qualidade final de suas obras e aos aditamentos dos preços e prazos dos contratos que celebram. A partir desse contexto, este trabalho propõe um modelo de gestão simplificado para contrato de reforma em imóveis comerciais de uso do poder público. O modelo foi construído a partir de uma fundamentação teórica das particularidades a que está sujeito o setor público - principalmente quanto à exigência de licitação, bem como a partir dos programas de certificação brasileiros direcionados à construção civil e de pesquisas sobre o tema desenvolvidas por profissionais da área. Para atingir os objetivos deste trabalho, foi promovido um diagnóstico em uma instituição financeira pública, através do estudo de caso de 4 (quatro) obras de reforma em imóveis utilizados pela referida instituição. Concluiu- se, pelo estudo de caso, que alguns aspectos levantados ratificaram a importância de utilização de um sistema de gestão do contrato no tipo de obra verificada. Como exemplos de aspectos levantados citam-se a necessidade de maior integração entre os intervenientes do processo (projeto e obra), a falta de ferramenta gerencial para fiscalização da obra e a ausência de presença integral do fiscal no canteiro de obras. O modelo proposto, inserido no edital de licitações, poderá trazer diversos benefícios, dentre os quais se destacam: cumprimento de prazos e redução de custos - devido às ações pró-ativas e ao melhor planejamento, melhor eficiência no sistema de retroalimentação das informações e resultado de conformidade dos serviços executados.
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O “Custo da Administração” em Contratos Administrativos: uma análise da repercussão econômica das cláusulas exorbitantes e o abuso da posição da administração pública enquanto contratante

O “Custo da Administração” em Contratos Administrativos: uma análise da repercussão econômica das cláusulas exorbitantes e o abuso da posição da administração pública enquanto contratante

Justamente pelo fato das cláusulas exorbitantes incrementarem os custos da contratação, Floriano de Azevedo Marques Neto e Rafael Véras de Freitas defendem a supressão das exorbitâncias contratuais em favor do Poder Pú- blico. A prerrogativa de alterar unilateralmente o contrato geraria incentivos indesejáveis, principalmente de desestímulo, à Administração Pública, para planejar com zelo suas contratações. A imprecisão de projetos (permitida dian- te da possibilidade, virtual, de alterações futuras, caso se façam necessárias) provocaria, ainda, efeitos perversos, como os constantes pedidos de reequilíbrio contratual. Ela, a possibilidade de alterar unilateralmente o contrato, deve- ria ser suprimida nos contratos de curto prazo, onde não costuma haver uma mutação relevante no interesse público apta a lhe justificar. No que toca ao po- der de fiscalização dos contratos, ele seria costumeiramente exercido de forma desequilibrada, posto que a Administração não disporia de todas as informa- ções para apurar se a obrigação do contratado vem sendo (ou foi) executada tal qual contratada; por isso, os autores sustentam que a fiscalização deveria ser deslocada da Administração Pública para um terceiro, notadamente por meio de auditorias independentes. A mesma solução – transferência a um terceiro independente, desta vez um árbitro - deveria ser aplicada à prerrogativa de sancionar e de extinguir unilateralmente o contrato, para evitar o potencial conflito de interesses (a parte contratante é também, quem julga) e incremen- tar a qualidade da decisão técnica sobre o inadimplemento contratual 13 .
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A  da administração pública pelo pagamento de encargos trabalhistas decorrrentes de contratos de gestão com organizações sociais

A da administração pública pelo pagamento de encargos trabalhistas decorrrentes de contratos de gestão com organizações sociais

prévio, décimo terceiro proporcional, férias integrais e proporcionais com 1/3, FGTS e respectiva indenização de 40%, não tendo havido nenhuma providência do tomador para sanar esses problemas. Não foi adotada conduta repressiva (retenção de faturas, acionamento de garantias, bloqueio de bens) capaz de promover a solvência dos direitos trabalhistas mínimos dos empregados terceirizados. Ademais, a documentação apresentada pelo recorrente, não se mostrou suficiente para evidenciar a satisfatória fiscalização do contrato administrativo. Os documentos trazidos aos autos pelo segundo reclamado, apenas confirmam que todas as medidas tomadas pelo tomador de serviço não foram suficientes para garantir a adimplência do contrato, gerando a ausência de pagamento de diversas parcelas à parte autora."(fl. 191 - grifei). Nesse contexto, inviável a admissibilidade do recurso de revista, pois a decisão recorrida encontra-se em consonância com o item V da Súmula 331/TST. Ademais, o Supremo Tribunal Federal, nos autos da Reclamação nº 13901, registrou que: "Como o controle da regularidade da execução dos contratos firmados com a administração deve ser feito por dever de ofício, é densa a fundamentação do acórdão-reclamado ao atribuir ao Estado o dever de provar não ter agido com tolerância ou desídia incompatíveis com o respeito ao erário.". JUROS DE MORA. FAZENDA PÚBLICA. A Fazenda Pública, quando condenada subsidiariamente pelas obrigações trabalhistas devidas pela empregadora principal, não se beneficia da limitação dos juros, prevista no art. 1º-F da Lei nº 9.494, de 10/09/1997. Incidência da Orientação Jurisprudencial nº 382 da SBDI-1. Agravo de instrumento conhecido e desprovido. 82
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SUSTENTABILIDADE NOS CONTRATOS ADMINISTRATIVOS

SUSTENTABILIDADE NOS CONTRATOS ADMINISTRATIVOS

A sustentabilidade passou a ser obrigatória na dinâmica dos contratos públicos e não apenas uma mera ferramenta discricionária de ou conveniência oportunidade da Administração Pública, especialmente a partir do advento da Constituição Federal de 1988 e do recrudescimento da legislação infra-constitucional ambiental, administra-tiva e penal. O contrato, portanto, deve cumprir sua função social com observância à sua responsabilidade ambiental, econômica e social, sob pena de ilegalidade. A análise da defesa do meio ambiente deve ser uma escolha de política públicas antes mesmo da realização das licitações e contratos, cuja fiscalização e controle se es-tendem não só no momento de execução ou contrato, mas, inclusive, posterior-mente a ele.
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A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS PARA GARANTIR A EFICÁCIA NAS CONTRATAÇÕES POR LICITAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS PARA GARANTIR A EFICÁCIA NAS CONTRATAÇÕES POR LICITAÇÃO

Deve o gestor se preocupar com a escolha do fiscal do contrato antes da designação, pois deve ser um servidor que tenha capacidade técnica e conhecimento do objeto contratado. Por exemplo, no caso de obras e serviços de engenharia, o ideal é que o fiscal do contrato seja um engenheiro, pois este tem o domínio técnico do objeto contratado. Caso o gestor não possua em seu quadro de servidores um engenheiro, poderá contratar terceiros para assisti-lo e subsidiá-lo na fiscalização do objeto contratado, considerando a relevância e o valor contratado pela Administração Pública. [...] Com o objetivo de buscar o fiel cumprimento do contrato, o gestor deve munir o fiscal do contrato com todos os documentos necessários para que este execute sua função da melhor forma possível. O fiscal do contrato deve ter acesso ao processo licitatório, ao termo de referência, ao projeto básico, ao contrato firmado e seus aditamentos, enfim, deve ter toda documentação necessária para que tenha domínio efetivo do objeto a ser fiscalizado. (PELEGRINI, 2011, p. 181 e 182)
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CONTRATOS DE GESTÃO EXERCIDOS PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ATRAVÉS DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS DE SAÚDE

CONTRATOS DE GESTÃO EXERCIDOS PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ATRAVÉS DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS DE SAÚDE

Resumo: Este trabalho tem por objeto o estudo os contratos administrativoscontratos de gestão exercidos pela administração pública através das organizações sociais de saúde. Esses contratos são realizados, em regra, através de Licitação – conforme Lei nº 8.666/1993, entre o Poder Público e pessoas jurídicas de direito privado, podendo ou não ser uma entidade paraestatal, como prevê o estudo desse trabalho. Os contratos em questão, são denominados contratos de Gestão, uma das modalidades de contratos previstos na Constituição Federal, uma vez que responsabiliza a empresa contratada a atuar com prestação de serviços à coletividade, cumprindo metas pré-estipuladas em processo licitatório, e conferindo maior autonomia no gerenciamento desses serviços. Os objetivos institucionais deverão ser alcançados, em consonância com programa de qualidade proposto pelo órgão interessado, bem como aprovado pela autoridade competente, e em contrapartida, a autonomia atribuída é de suma importância, tendo em vista o princípio da supremacia do interesse público, exercido por órgãos e pessoas jurídicas os quais a lei atribui o exercício da função administrativa do Estado. A fiscalização / controle da execução dos contratos administrativos, antes de ser uma prerrogativa, é um dever, em virtude de que os préstimos dos serviços são de interesse da coletividade, assim garantindo os princípios que prevalecem no Direito Administrativo (Supremacia do Interesse Público) e princípios fundamentais previstos na CF/1988 (Publicidade, Eficiência, Legalidade, Impessoalidade e Moralidade).
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Gestão e fiscalização de contratos de serviços terceirizados em uma Instituição Federal de Ensino

Gestão e fiscalização de contratos de serviços terceirizados em uma Instituição Federal de Ensino

Com o intento de combater o modelo patrimonialista, surge, então, a administração burocrática, a partir da década de 1930, no Governo Getúlio Vargas. Um grande instrumento de mudança à época foi a reforma burocrática de 1936, que teve como marco a instituição do Departamento de Administração do Serviço Público (DASP), órgão responsável pela organização da Administração Pública. Esse novo paradigma de administração visava à defesa da res pública, ou seja, da coisa pública. Segundo Bresser-Pereira (2000) foi instituído de acordo com a teoria da burocracia de Max Weber, atendendo aos seguintes princípios: impessoalidade, formalismo, acesso aos cargos por meio de concursos públicos, exigindo-se formação profissional e técnica, além de maior controle da administração orçamentária e organização das compras do Estado, fortalecido pelo poder racional legal. As transformações trazidas por este molde se desenvolveram em passos lentos, uma vez que aspectos políticos estavam em jogo.
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O poder sancionatório contratual como instrumento de gestão de contratos administrativos

O poder sancionatório contratual como instrumento de gestão de contratos administrativos

O poder de aplicar sanções por parte do contraente público, no âmbito do contrato administrativo, não é entendido unanimemente como um poder inerente à Administração, no sentido de fazer parte do seu estatuto jurídico-institucional. De facto, se há autores 4 que encaram o poder numa perspetiva estática, isto é, que o poder é um atributo da Administração, fazendo parte da sua capacidade jurídica de direito público (conceção objetivista do poder), já para outros autores o poder deve ser visto como imanente ao fim de interesse público para cuja prossecução o poder foi concedido 5 . Dito por outras palavras, e aproveitando o enunciado do artigo 3.º do CPA, “os órgãos da Administração Pública devem atuar em obediência à lei e ao Direito, dentro dos limites dos poderes que lhes sejam conferidos e em conformidade com os fins que os mesmos poderes lhes foram conferidos ”. Assim, concordamos com a posição do poder visto de uma perspetiva funcional, pois entendemos o poder da Administração como meio para atingir um determinado objetivo, a realização do interesse público. Nessa medida, a decisão de não aplicar uma sanção contratual poderá significar uma melhor realização do interesse público no caso concreto. Este pressuposto vai ser importante quando estudarmos a natureza do poder sancionatório contratual, ou seja, saber o poder sancionatório contratual se apresenta como um poder vinculado ou discricionário, na medida em que se o poder sancionatório for efetivamente um poder discricionário, existe uma margem de liberdade sobre a aplicação ou não aplicação da sanção por parte da Administração, desde que a realização do interesse público seja realizado através da decisão da Administração no caso concreto (que nunca pode ser uma decisão arbitrária).
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A Fiscalização E Qualidade Dos Serviços Terceirizados Na Administração Pública

A Fiscalização E Qualidade Dos Serviços Terceirizados Na Administração Pública

A Administração Pública tem se utiliza do instrumento de terceirização de serviços públicos, especialmente para atividades secundárias, como funções de apoio, no caso dos serviços de limpeza, vigilância e atendimento, embora por meio de outros instrumentos, vem delegando a particulares a prestação de serviços que a princípio seriam de suas atividades-fim, fato bastante discutido na doutrina, principalmente após aprovação da lei 13.429 de 2017. Através da terceirização do serviço, o contratante passa ao terceiro contratado a responsabilidade sobre as atividades para assim poder se concentrar no melhor desempenho e ainda cobrar do terceirizado a qualidade e a eficiência no serviço contratado. Mas se não cobrar a qualidade dos serviços através de uma boa gestão perde o custo/beneficio. O presente trabalho expõe a problemática acerca da qualidade dos serviços prestados na terceirização na Administração Pública, bem como funciona a contratação e fiscalização destes serviços sob uma perspectiva jurídico-administrativa. Para tanto, será utilizado o processo metodológico analítico-sintético e dogmático-jurídico a partir da análise das normas específicas, da jurisprudência dominante, bem como de uma vertente pautada sobretudo no âmbito do Direito Administrativo.
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Gestão de frotas de veículos no âmbito da união em decorrência de contratos administrativos

Gestão de frotas de veículos no âmbito da união em decorrência de contratos administrativos

A Administração Pública no âmbito federal tem se valido cada vez mais da contratação de empresas especializadas em gerenciamento das frotas de seus veículos utilizando-se da tecnologia da informação. A modalidade de licitação adotada por esses órgãos públicos federais para realizar esse tipo de contratação é o pregão eletrônico. A gerenciadora do sistema informatizado de manutenção dos veículos é responsável por disponibilizar o software e credenciar para si as prestadoras de serviços aptas a realizarem as manutenções e reparos na frota da contratante, bem como verificar se as obrigações fiscais das credenciadas estão sendo seguidas. Esse modelo tem sido adotado em vários entes públicos federais e mostrado uma melhor gestão sobre as manutenções da frota oficial e, assim, reduzindo as despesas com tal ação. Foi realizada uma análise sobre a viabilidade desse tipo de contratação conforme alguns acórdãos do Tribunal de Contas da União sobre o tema que vem sendo amplamente utilizado pela Administração Pública. Quanto ao aspecto metodológico, a pesquisa é quali-quantitativa a partir de dados coletados e adotados, além de oficiais. O objetivo desse trabalho é demonstrar que esse tipo de contratação tem diminuído os gastos públicos com manutenções veiculares, mas é necessária uma pesquisa minuciosa para que seja escolhido esse tipo de contratação em detrimento de outros contratos, por exemplo, a locação veicular.
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Papel do fiscal de contratos administrativos: uma análise sob a ótica gerencial na administração pública brasileira

Papel do fiscal de contratos administrativos: uma análise sob a ótica gerencial na administração pública brasileira

Nessa seara, reconhece a responsabilidade direta dos fiscais contratuais na necessidade de exposição de informações que produzam conhecimento, para que, conforme afirma Braga (1996, p. 16), a informação reduza o nível de incerteza no processo de tomada de decisão, por parte do órgão gestor. Nessa linha intelectiva, depreende-se dos acórdãos transcritos acima que a ocorrência dessas falhas por parte dos fiscais contratuais e em consequência dos gestores se deram devido a um não aproveitamento por parte dos mesmos de tecnologias da informação, com a finalidade de promover controles necessários à boa e otimizada gestão da execução contratual. A fim de implementar esses controles, é necessário um planejamento não somente da contratação, mas também da fiscalização, a qual será implementada caso a caso e, para isso, é necessária a construção de um ambiente organizacional estratégico, que, conforme expõem Valentim (2010, p. 14) se baseia em: “...elaboração de políticas, planos e planejamentos, à tomada de decisão estratégica e ao estabelecimento de estratégias de ação de médio e longo prazo”.
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MANUAL DE FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS ADMINISTRATIVOS MÓDULO II DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE A FISCALIZAÇÃO

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS ADMINISTRATIVOS MÓDULO II DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE A FISCALIZAÇÃO

V. Os entes integrantes da administração pública direta e indireta respondem subsidiariamente, nas mesmas condições do item IV, caso evidenciada a sua conduta culposa no cumprimento das obrigações da Lei n. 8.666/93, especialmente na fiscalização do cumprimento das obrigações contratuais e legais da prestadora de serviço como empregadora. A aludida responsabilidade não decorre de mero inadimplemento das obrigações trabalhistas assumidas pela empresa regularmente contratada.

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GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

As terceirizações, por exemplo, trouxeram novas e importantes realidades para o universo das contratações administrativas. Questões relativas à responsabilidade solidária pelos encargos previdenciários e à responsabilidade subsidiária pelos encargos trabalhistas, no caso de terceirização, merecem a mais dedicada atenção dos servidores públicos envolvidos na condução contratual das unidades gestoras. Os danos provocados por uma fiscalização contratual deficiente são, por si mesmos, evidentes. Desperdício de recursos generalizado, perda de objeto, punições de servidores que poderiam ser evitadas, e, mesmo, penalidades aplicadas desnecessariamente a boas empresas contratadas são apenas algumas das mazelas que resultam da ausência ou da insuficiência da atuação dos fiscais de contratos. Os ordenadores de despesa devem estar cientes dessa realidade e fazer incorporar à gestão dos órgãos e entidades que dirigem uma adequada cultura de fiscalização, na qual servidores especialmente designados e adequadamente capacitados conjuguem ao seu conhecimento profissional a necessária postura quando do exercício da fiscalização de contratos administrativos (DE ALMEIDA, 2009, p.61).
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