Top PDF Gestão pública: o controle externo das atividades policiais pelo ministério público

Gestão pública: o controle externo das atividades policiais pelo ministério público

Gestão pública: o controle externo das atividades policiais pelo ministério público

O presente trabalho tem como escopo fazer um estudo sobre a gestão pública no exercício do controle externo da atividade policial pelo Ministério Público, fundamentado pela nova estrutura e atribuições designadas a partir da Constituição Federal de 1988, quando em seu inciso VII, do art. 129, que trata das funções institucionais do Ministério Público, onde se pode observar, entre elas, a de exercer o controle externo da atividade policial, na forma da lei complementar mencionada. Entende-se pelo texto constitucional referido no artigo que o Ministério Público pode requisitar a instauração de inquérito policial, a realização de diligências investigatórias a polícia judiciária, instaurar seus próprios procedimentos administrativos para a apuração de delitos, fiscalizar as atividades-fins das polícias e combater os excessos atuando em defesa da sociedade, visto que compete ao Parquet a titularidade exclusiva da ação penal, objetivando a melhor coleta de elementos de convicção, os quais se destinam a “opinio delictis”. Esse mesmo entendimento é depreendido dos arts. 7º, I, 8º e 38 da Lei Complementar n. 75, de 20 de maio de 1993, a qual dispõe sobre o Ministério Público da União e é aplicável aos Ministérios Públicos Estaduais por força do art. 80 da Lei 8.625, de 1993, já a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, Lei n. 8.625, de 12 de fevereiro de 1993, em seu art. 26, incisos I e V, prevê a instauração de procedimentos administrativos de caráter preparatório e a atuação dos órgãos de controle externo e interno para fiscalização das instituições policiais. Entretanto, também se faz referência ao papel daqueles que fiscalizam a atividade do Ministério Público, completando o sistema de pesos e contrapesos utilizado no Brasil. A atuação do Ministério Público, no controle externo das atividades policiais, decorre em geral pelo envolvimento de pessoas
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O aspecto preventivo do controle externo exercido pelo tribunal de contas do estado na gestão pública municipal.

O aspecto preventivo do controle externo exercido pelo tribunal de contas do estado na gestão pública municipal.

Isso seria feito quando se constatasse a ocorrência de uma das situações elencadas no art. 59, § 1º, incisos I a V, através do exame dos balancetes mensais, dos relatórios resumidos da execução orçamentária, bimestrais, e dos relatórios de gestão fiscal, quadrimestrais, entre outros. Constatado qualquer dos casos elencados, o departamento responsável produziria um expediente, desvinculado da prestação de contas anual, o qual, em regime de urgência, encaminhado à apreciação do Ministério Público, da Auditoria e, finalmente, do Plenário. O Plenário emitiria Resolução com o alerta ao município sobre a ocorrência do fato que ameaça o equilíbrio das contas públicas. Também indicaria as medidas preventivas a serem tomadas, se fosse o caso, bem como as sanções para o caso de descumprimento (a desaprovação das contas e a responsabilização do ordenador da despesa, por exemplo). A Resolução seria publicada no Diário Oficial do Estado e, para maior celeridade, também seria noticiada ao município por ofício da Presidência ou da Diretoria-Geral.
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A atuação do Ministério Público na fase pré-processual na busca pela eficiência da gestão da Segurança Pública

A atuação do Ministério Público na fase pré-processual na busca pela eficiência da gestão da Segurança Pública

O Brasil vem passando nos últimos anos por uma grave crise na segurança pública. Embora a Constituição de 1988 tenha elevado o status do direito à segurança pública, criando pela primeira vez um capítulo tratando apenas desse direito, isso não repercutiu na criação de políticas públicas eficientes nessa área. O avanço da criminalidade organizada e expansão dessas organizações para as regiões Norte e Nordeste do país resultaram em disputas territoriais e aumento dos índices de homicídios, que são superiores aos de países em guerra. Diante dessa crise, que evidencia uma grave violação ao direito fundamental à segurança, a solução deve envolver a aplicação dos princípios e fundamentos relacionados ao tema, bem como o Estado, por meio de diálogo entre seus atores (Poder Executivo, Judiciário, Legislativo, Ministério Público) e com a sociedade, tanto sociedade civil em geral como com a academia. Nesse sentido, em razão das funções do Ministério Público definidas pelo constituinte, principalmente persecução criminal e controle externo da atividade policial, seu papel ganha relevância. A partir desse contexto, busca-se analisar, por método dedutivo e pesquisa documental, com apoio bibliográfico, como a atuação do Ministério Público pode levar eficiência à gestão da segurança, sob o enfoque constitucional, diante da possibilidade de criação de mecanismos de monitoramento da atividade policial. Após o estudo do direito à segurança pública como um direito fundamental, passa-se a identificar alguns fatores que influenciaram na crise de segurança pública vivenciada no país. Em seguida, trata-se dos mecanismos para uma gestão da segurança pública eficiente, com enfoque no tratamento da segurança pública como um serviço público, para, após, elencar as formas mais tradicionais de atuação do Ministério Público em matéria criminal. Frise-se que a atuação tradicional do Ministério Público na tentativa de resolução de problemas na prestação de serviços públicos por meio da judicialização de demandas não tem se mostrado muito eficaz. Assim, evidencia- se que uma das melhores formas de levar eficiência à gestão da segurança pública é por meio da atuação extraprocessual do Ministério Público. Dentre as formas dessa atuação, destaca-se a atuação por meio da auditoria contínua e da promoção da responsabilização pelos desvios praticados. Além disso, deve haver mais diálogo entre o Ministério Público e as demais instituições públicas relacionadas à segurança pública.
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Controle externo da atividade policial pelo Ministério Público

Controle externo da atividade policial pelo Ministério Público

Essas pressões por resultados eficientes são reforçadas em grande medida pela mídia, que amplifica demandas sociais e cria agendas de cobrança sobre a Polícia 203 . Cria-se novamente um dilema entre a demanda popular por eficiência e a lei que restringe a ação policia l e é vista como um empecilho. Surge aqui um conflito de expectativas: a cultura policial tende a exigir que o policial seja eficiente, que tenha sucesso na manutenção da ordem na comunidade em que trabalha, mas muitas vezes a obediência estrita aos ditames legais ―atrapalha‖ sua eficiência. Em algumas situações onde o controle da atividade policial não está bem enraizado, esse dilema é solucionado na cultura policial com o apoio aos ―atalhos legais‖, como se a pressão popular e institucional por resultados fosse um fator cultural de autorização para o uso dos meios necessários para atingir tal fim. O que é pior, muitas vezes o público compartilha da visão de que um pouco de agressividade na atuação policial (leia-se: brutalidade) seria mesmo essencial à eficiência da Polìcia, seria um ―preço inevitável‖ para poder ter segurança 204 . No Brasil, essa aceitação pública da violência policial de eficiência é especialmente expressa na reação dos espectadores ao filme Tropa de Elite 205 . Quando essa visão é compartilhada pelos dirigentes da organização policial, acabam sendo criados dois códigos alternativos, um formal e outro informal: o código formal reproduz as leis, mas o código informal acentua a necessidade de resultados, mesmo que através de atalhos à legalidade. Quando a instituição falha em manter um sistema de controle eficiente, ela permite que se desenvolva a seguinte mensagem aos policiais de rua: ―desejamos certos resultados e não estamos interessados nos detalhes de como tais resultados
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Autonomia e Discricionariedade do Ministério Público no Controle Externo da Atividade Policial

Autonomia e Discricionariedade do Ministério Público no Controle Externo da Atividade Policial

O Estado tem a titularidade do direito de punir (Jus puniendi) e para a sua concretização utiliza diversos órgãos, desde a edição da lei até a execução da pena. Nesse contexto, se situa o Ministério Público e a Polícia, com uma parcela de poder atribuída pelo ente estatal, cujos limites devem ser respeitados para evitar abuso e arbitrariedade por parte das autoridades, tendo como instrumento de operacionalização dos seus fins democrático, o instituto do “controleexterno e interno das atividades da Administração Pública.
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A segurança pública na Bahia e a justiça militar estadual: doutrina e controle externo

A segurança pública na Bahia e a justiça militar estadual: doutrina e controle externo

concebe a missão institucional das polícias em termos bélicos: seu papel é “combater” os criminosos, que são convertidos em “inimigos internos”. As favelas são “territórios hostis”, que precisam ser “ocupados” através da utilização do “poder militar”. A política de segurança é formulada como “estratégia de guerra”. E, na “guerra”, medidas excepcionais se justificam. Instaura-se, então, uma “política de segurança de emergência” e um “direito penal do inimigo”. A segunda concepção está centrada na idéia de que a segurança é um “serviço público” a ser prestado pelo Estado. O cidadão é o destinatário desse serviço. Não há mais “inimigo” a combater, mas cidadão para servir. (...) A concepção democrática estimula a participação popular na gestão da segurança pública; valoriza arranjos participativos e incrementa a transparência das instituições policiais. (...) O combate militar é substituído pela prevenção, pela integração com políticas sociais, por medidas administrativas de redução dos riscos e pela ênfase na investigação criminal. A decisão de usar a força passa a considerar não apenas os objetivos específicos a serem alcançados pelas ações policiais, mas também, e fundamentalmente, a segurança e o bem-estar da população envolvida.
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A atuação do Ministério Público na concretização do direito fundamental à segurança pública

A atuação do Ministério Público na concretização do direito fundamental à segurança pública

derivar de informações identificadas em inquéritos policiais em tramitação, quando se verifica que há um padrão de atuação irregular reiterado. Também pode derivar de reclamações formuladas por particulares contra a atuação policial, hipótese em que, mesmo que não se comprove no caso concreto um desvio policial (diante da dificuldade inerente à comprovação desse desvio), já se indiquem áreas de possível risco à ocorrência de desvios que justifiquem medidas profiláticas de prevenção. Finalmente, pode originar-se de uma atividade autônoma do Ministério Público de inspeção do padrão de atuação policial, consistente em visitas de inspeção periódicas (artigo 8º, V e artigo 9º, I e II, ambos da LC n. 75/1993, e disciplinados na Resolução n. 20/2007, do CNMP, artigo 4º), mediante investigações autônomas decorrentes de notícias de irregularidades concretas, sendo então permitido ao Ministério Público o acesso aos documentos ligados à atividade fim policial (artigo 9º, II, da LC n. 75/1993). Dentre atividades usuais dessa fiscalização está o controle das ocorrências policiais que não geram instauração de IP, o controle da destinação de armas, veículos, drogas e outros objetos apreendidos. Ou de forma mais ampla, uma análise crítica do padrão de atuação policial, expedindo-se as recomendações necessárias para se prevenir a ocorrência de desvios (cf. artigo 6º, XX, da LC n. 75/1993) 62 .
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Polícia para Quem Precisa: a Letalidade Policial e o (Des)Controle do Ministério Público no Pará.

Polícia para Quem Precisa: a Letalidade Policial e o (Des)Controle do Ministério Público no Pará.

Na fase de investigação criminal por meio de inquérito policial realizada pela polícia civil, que é a forma mais comum de investigação preliminar no Brasil, cabe ao Ministério Público se manifestar: a) pela requisição de maiores elementos de informação, a fim de subsidiar, de forma mais adequada, a justa causa e razão para a ação penal; b) pelo arquivamento do inquérito policial, quando o promotor de Justiça entender que não há elementos razoáveis para o oferecimento da denúncia, ficando condicionada a homologação do requerimento pela autoridade judiciária, conforme prevê o Art. 28 do Código de Processo Penal (BRASIL, 1941); c) e poderá oferecer denúncia, quando os elementos de informação recolhidos no curso do inquérito policial se mostrarem suficientes a sustentar uma acusação, estando presente a justa causa para a ação penal. É justamente devido à legitimidade para postular à autoridade judiciária a acusação e o arquivamento do inquérito policial que a atuação do Ministério Público se mostra tão importante, já que esse órgão acaba tendo o poder de definir e fundamentar, nos casos de homicídio praticado por policiais, o que tem viabilidade de virar uma ação penal contra o policial ou o que será destinado aos arquivos, não resultando em processo judicial. Do ponto de vista da justificativa, o exercício do controle externo da atividade policial pelo Ministério Público seria pautado pelos seguintes direcionamentos: a) o respeito aos fundamentos do Estado democrático de direito, aos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, aos princípios informadores das relações internacionais, bem como aos direitos assegurados na Constituição Federal e na lei; b) a preservação da ordem pública, da incolumidade das pessoas e do patrimônio público; c) a prevenção e a correção de ilegalidade ou de abuso de poder; d) a indisponibilidade da persecução penal, pela apresentação da ação penal pública (denúncia); e e) a competência dos órgãos incumbidos da segurança pública.
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O controle externo da atividade policial pelo ministério público do estado da Bahia nos anos de 2014 e 2015

O controle externo da atividade policial pelo ministério público do estado da Bahia nos anos de 2014 e 2015

Esta pesquisa de mestrado profissional é sobre a performance do controle externo da atividade policial (CEAP) do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) incidente nas investigações formalizadas em inquéritos policiais pela Polícia Civil do Estado da Bahia (PCBA) em Salvador nos anos de 2014 e 2015. Sucede que, com o crescimento atual da criminalidade no Brasil, há maior expectativa de que o Estado, através da segurança pública (SP), pelo menos, garanta à sociedade e a seus integrantes a investigação e a elucidação de crimes, e que, através de seu Sistema de Justiça Criminal, sejam aplicadas penas aos agentes de delitos com a função de inibir a prática criminosa em geral. Cabe à PCBA, através de seu Sistema Policial, exercer a função de polícia de investigação e, não adotando o Brasil um modelo de apuração criminal presidida pelo Ministério Público e por ele delegada à polícia, compete ao MPBA exercer o CEAP daquela atividade nos termos constitucionais e legais. O trabalho apoia sua análise na Teoria dos Sistemas Sociais de Luhmann, sem se deixar, na passagem em contraponto, de dialogar com outros autores, como Giddens. Trata-se de estudo quanti-qualitativo realizado com o método de abordagem científica hipotético-dedutivo idealizado por Popper e com o método de procedimento das ciências sociais de Bourdieu, Chamboredon e Passeron, apoiado na sistematização de Quivy e Campenhoudt, com apoio não autossuficiente na metodologia jurídico-dogmática. Da análise de dados estatísticos coletados em bases informatizadas do Ministério Púbico, da Secretaria da Segurança Pública e do Tribunal de Justiça, todos do Estado da Bahia, e de indicadores construídos especialmente, pode-se concluir que o MPBA não vem controlando e acompanhando a omissão investigatória da PCBA, que leva o Estado da Bahia
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O MINISTÉRIO PÚBLICO BRASILEIRO ENQUANTO INSTITUIÇÃO DE POLICE OVERSIGHT: CONTROLE EXTERNO DA ATIVIDADE POLICIAL, DIREITOS HUMANOS E O CONCEITO DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL EFETIVA

O MINISTÉRIO PÚBLICO BRASILEIRO ENQUANTO INSTITUIÇÃO DE POLICE OVERSIGHT: CONTROLE EXTERNO DA ATIVIDADE POLICIAL, DIREITOS HUMANOS E O CONCEITO DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL EFETIVA

Por fim, um registro importante. Ainda que o presente trabalho diga respeito, unica- mente, à investigação de eventuais desvios de conduta policiais, defendemos que o Ministé- rio Público detém poder de iniciativa autônomo em sentido amplo para a investigação de cri- mes de qualquer natureza. Ainda que, em regra, as investigações criminais devam ocorrer em parceria com as polícias, isso não significa que o Ministério Público não detenha legitimidade para – caso entenda necessário – realizar diligências investigatórias por conta própria. Even- tual dependência material ou operacional, em relação às polícias, subverteria o seu relevante papel no âmbito do sistema de justiça criminal brasileiro.
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Controle da administração pública: uma análise das ações do controle externo como controle social no município de Serra Redonda-PB

Controle da administração pública: uma análise das ações do controle externo como controle social no município de Serra Redonda-PB

O controle externo, conhecido também como controle parlamentar, somente pode ocorrer nas situações e nos limites diretamente previstos no texto da constituição federal. Alexandrino e Paulo (2012, p.851) dizem que “o controle legislativo possui marcada” índole política, razão pela qual ele não se limita ao estrito controle de legalidade formal, abrangendo outros aspectos, como eficiência e, para alguns autores, até mesmo a conveniência pública de determinadas atuações do Poder Executivo. O controle externo é realizado pelo legislativo com auxilio do Tribunal de Contas da União. Em nível estadual ficando a cargo das assembleias legislativas em conjunto com os Tribunais de Contas dos Estados, podendo haver Tribunais de contas Municipais. O controle financeiro, segundo Di Pietro (2011) diz que “a Constituição Federal disciplina, nos artigos 70 a 75, a fiscalização contábil, financeira e orçamentária, determinando, no último dispositivo, que essas normas se aplicam, no que couber à organização, composição e fiscalização dos tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal, bem como dos Tribunais e Conselhos de Contas dos Municípios”.
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Atuação e desempenho do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte no contexto da gestão pública: perspectiva estratégica

Atuação e desempenho do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte no contexto da gestão pública: perspectiva estratégica

Um grupo de trabalho destinado a introduzir o novo conceito de governança, e promover o aperfeiçoamento de ferramentas de gestão nas organizações públicas estaduais foi designado, e em um momento inicial a proposta é utilizar cerca de 200 servidores pós-graduados na área de gestão nos últimos três anos, como facilitadores do processo de implantação. Com este propósito, o governo estadual vem promovendo, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, cursos de formação de gestores, como Visão Ampla da Gerência e Gestão de Pessoas, com cargas horárias de aproximadamente 200 horas cada, abordando temas inerentes à nova proposta de gestão pública, tais como: Novas Exigências Gerenciais para Atuação do Estado, Gestão de Pessoas para a Formação de Competências, Comprometimento na Administração Pública, Avaliação de Desempenho, Ética, Responsabilidade Social e Cidadania, Fundamentos da Administração Pública Voltada para o Cidadão e Gestão da Qualidade na Administração Pública.
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Comunicação pública, cidadania e Ministério Público: desafios na era da sociedade em rede

Comunicação pública, cidadania e Ministério Público: desafios na era da sociedade em rede

Isso significa que é um órgão que tem o dever de zelar pela manutenção dos poderes constituídos (Executivo, Legislativo e Judiciário), da democracia e também defender os interesses públicos, de forma geral, e os individuais, quando dizem respeito a um grupo indeterminado da coletividade. De forma simplificada, podemos dizer que é a instituição que busca a responsabilização de crimes contra o meio ambiente, que interfere na exigência pelos serviços de saúde, na garantia do acesso à educação, além de também fazer o controle externo da atividade policial, da defesa dos direitos do consumidor e atuar no combate à corrupção. Em outras palavras, deve garantir o efetivo respeito aos direitos do cidadão assegurados pela Constituição Federal.
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Ministério Público

Ministério Público

Você deixou essa questão em branco. A resposta certa é a letra B. Ser ouvido, como testemunha ou ofendido, em qualquer processo ou inquérito, em dia, hora e local previamente ajustados com o Juiz ou a autoridade competente constitui uma prerrogativa dos membros do Ministério Público, mas não apenas no exercício de sua função, conforme prescreve o inciso I do artigo 40 da Lei 8.625/93. O art. 41 e incisos, por sua vez, estabelecem que "constituem prerrogativas dos membros do Ministério Público, no exercício de sua função, além de outras previstas na Lei Orgânica: I - receber o mesmo tratamento jurídico e protocolar dispensado aos membros do Poder Judiciário junto
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O controle do Ministério Público sobre o autolicenciamento ambiental no Distrito Federal

O controle do Ministério Público sobre o autolicenciamento ambiental no Distrito Federal

El autolicenciamento ambiental se produce cuando el gobierno, responsable legal de las licencias ambientales, realiza el licenciamiento de sus propias empresas. Este tipo de procedimiento puede perder la exención, ya que está sujeto a presiones políticas para acelerar la ejecución de proyectos de gobierno, con pérdidas para el control de los impactos ambientales. El Ministerio Público, por no estar atado a ninguna de las facultades de la Administración Pública y desempeñar el papel fiscal de la legislación, tiene la facultad de exigir de los gobiernos y de las agencias de licencias ambientales mayor corrección en los procesos de autolicenciamento y así garantizar que las empresas sean implantadas de acuerdo con la legislación ambiental. El objetivo general de este trabajo es analizar el desempeño de los fiscales en relación con el autolicenciamento ambiental en el Distrito Federal, a partir del ejemplo del Sector de Vivienda Colectivas Noroeste / Área de Expansión Urbana Noroeste. La legislación específica actual, el pensamiento de los estudiosos del derecho del medio ambiente y los principios rectores de lo procedimiento licenciatario han sido objeto de revisión de la literatura. Para evaluar el caso específico del Sector Noroeste, se preparó un calendario con los principales pasos y procedimientos envueltos en el largo proceso de licenciamiento ambiental de este Sector. Para comprender las percepciones de los actores clave, fueron entrevistados y completaron cuestionarios los directivos, empresarios, fiscales y órganos técnicos de licenciamiento ambiental del DF y del Ministerio Público. Las conclusiones muestran que el autolicenciamento ambiental del Sector Noroeste ha dejado de observar ciertos principios de la administración pública, así como los principios de licenciamiento ambiental. El papel del Ministerio Público, a pesar de no haber sido suficiente para garantizar el cumplimiento de estos principios en todas las fases de concesión de licencias, ha contribuido a dar más rigor al análisis de los procesos y a la protección del medio ambiente.
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O CONTROLE EXTERNO DAS PARCERIAS ENTRE A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E AS ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR

O CONTROLE EXTERNO DAS PARCERIAS ENTRE A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E AS ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR

Este trabalho tem como escopo analisar a atuação dos Tribunais de Contas no controle externo exercido nas parcerias realizadas entre a Administração Pública e as entidades do Terceiro Setor. Procurar-se-á, no decorrer do trabalho, demonstrar a democratização da Administração Pública através de uma colaboração participativa da sociedade civil nas atividades de interesse coletivo. Para tanto, será defendida a aplicação dos princípios constitucionais destinados a orientar os atos e as condutas de quem administre recursos públicos. Em um contexto histórico, buscou-se explicar o atual modelo de gestão de recursos públicos e o consequente surgimento das entidades de direito privado sem fins lucrativos, integrantes do Terceiro Setor. Serão apresentadas as formas de transferência voluntária de verbas públicas para estas entidades e os instrumentos jurídicos utilizados para sua formalização. Com relação às formas de controle exercidas sobre as parcerias, focar-se-á no controle externo exercido pelos Tribunais de Contas. Para tanto, serão apresentadas as competências constitucionais, a função do controle externo, suas espécies e o seu papel no ordenamento jurídico. O desfecho da obra importará na conclusão da importante função fiscalizatória dos Tribunais de Contas contra a corrupção e todas as formas de desperdício de recursos públicos, apesar das falhas sistêmicas apontadas.
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Democracia participativa e o papel do ministério público no controle da atividade política

Democracia participativa e o papel do ministério público no controle da atividade política

O presente trabalho se propõe a analisar a democracia participativa sob a perspectiva do controle dos cidadãos sobre a atividade política, seja diretamente ou por meio do Ministério Público, abordando a relevância do controle social direto e indireto das finanças e das políticas públicas na concretização da democracia. Foram analisados os mecanismos de democracia participativa já existentes e sua amplitude, além da crise de representatividade e sua influência sobre o crescimento de demandas visando ao controle judicial de políticas públicas, bem como a (i)legitimidade do Poder Judiciário para análise de questões políticas. Sob a ótica da democracia, foram analisados os instrumentos de controle social da atividade política à disposição dos cidadãos, bem como a atuação do Ministério Público no controle dessa atividade. O método aplicado na pesquisa foi o indutivo, com a utilização de premissas específicas visando chegar a conclusões gerais. Adotou-se técnica monográfica, utilizando-se de pesquisa bibliográfica e documental, como ferramentas para conclusões a serem fornecidas pela pesquisa. Realizou-se ampla pesquisa bibliográfica, na doutrina clássica e moderna, nacional e estrangeira pertinente à Democracia, à Ciência Política e ao Direito Constitucional, com ênfase na abordagem sobre a democracia participativa e o controle da atividade política. Ademais, efetuou-se pesquisa documental, por meio da coleta de dados específicos em páginas especializadas na rede mundial de computadores (Internet), bem como em periódicos e revistas jurídicas que abordavam o tema em questão, efetuando-se, ainda, cotejo com a realidade fática de participação popular no controle da atividade política pelo Ministério Público. Verificou-se que o controle da atividade política é fortalecido e otimizado por meio de intervenções do Ministério Público, que foi dotado de instrumentos e mecanismos de reforço da cidadania e de responsabilização dos representantes políticos.
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Survey   Estudo de mercado sobre marcas   Consultoras de Gestão em Portugal   Público Externo

Survey Estudo de mercado sobre marcas Consultoras de Gestão em Portugal Público Externo

Estamos interessados na sua opinião pessoal pelo que lhe pedimos para responder com base nas suas próprias percepções sobre a cada uma das marcas e não da forma como acha que as outras p[r]

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MINISTÉRIO PÚBLICO BRASILEIRO: ENTRE O EXERCÍCIO DO CONTROLE SOCIAL E SUA ATUAÇÃO EXTRAPENAL PREVENTIVA

MINISTÉRIO PÚBLICO BRASILEIRO: ENTRE O EXERCÍCIO DO CONTROLE SOCIAL E SUA ATUAÇÃO EXTRAPENAL PREVENTIVA

Muito embora Enrico Ferri tenha feito uso da expressão “sociologia criminal”, publicando em 1884 a obra Sociologia Criminale, lembra ROBERT que esta, na verdade, longe estava de demonstrar um compromisso sociológico por parte do autor: “o ecletismo que se confirmara no curso das sucessivas reedições da primeira dessas obras não traduzia um compromisso sociológico saliente. O título inicial de Ferri, I nuovi orizzonti del diritto e della procedura penale (1880), era muito mais fiel a seu objeto” (ROBERT, Philippe. Sociologia do crime. Trad. Luis Alberto Salton Peretti. Petrópolis: Vozes, 2007, p. 90). Não é outro o entender de ANITUA para quem “Ferri compatibilizaria a versão naturalista lombrosiana com a idéia de defesa social (...). A pena era, para Ferri, uma repressão necessária para defender o organismo social, não contra decisões a- sociais, mas sim contra o estado perigoso de alguns indivíduos. O delito era simplesmente o sintoma, o fato que revela a personalidade perigosa. O recurso à pena teria como objetivo exatamente transformar essa personalidade. (...) Ferri dizia que ‘as ações humanas, honestas ou desonestas, sociais ou anti-sociais, são sempre o produto de seu organismo fisiopsíquico e da atmosfera física e social que o envolve. Eu distigui os fatores antropológicos ou individuais do crime, os fatores físicos e os fatores sociais’. Os primeiros são a constituição orgânica, a psíquica, a raça, a idade, o sexo etc. os físicos são o clima, o solo, as estações, e os sociais são a opinião pública, a densidade de população, a religião, o alcoolismo, a educação, a justiça penal etc.” (ANITUA, Gabriel Inácio. Histórias dos pensamentos criminológicos. Trad. Sérgio Lamarão. Rio de Janeiro: Revan, 2008, p. 311-312).
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Ministério Público e a proteção do patrimônio público

Ministério Público e a proteção do patrimônio público

Atualmente, uma instituição que desempenha importante papel no controle da Administração Pública, é o Ministério Público, em decorrência das funções que lhe foram atribuídas pelo artigo 129 da Constituição. Além da tradicional função de denunciar autoridades públicas por crimes no exercício de suas funções, ainda atua como autor na ação civil pública, seja para a defesa de interesses difusos e coletivos, seja para a repressão à improbidade administrativa. Embora outras entidades disponham de legitimidade ativa para a propositura da ação civil pública, a independência do Ministério Público e os instrumentos que lhe foram outorgados pelo referido dispositivo constitucional (competência para realizar o inquérito civil, expedir notificações, requisitar informações e documentos, requisitar diligências investigatórias) fazem dele o órgão mais bem estruturado e mais apto para o controle da Administração Pública 7 .
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