Top PDF A ginástica laboral e o profissional de Educação Física sob a ótica contemporânea de atuação

A ginástica laboral e o profissional de Educação Física sob a ótica contemporânea de atuação

A ginástica laboral e o profissional de Educação Física sob a ótica contemporânea de atuação

Tendo em vista a contemporaneidade, as evoluções tecnológicas e as novas exigências do mercado, este trabalho pretende discutir os novos papéis assumidos pelos profissionais de Educação Física, bem como a importância dos exercícios físicos e laborais para os trabalhadores atuantes e participantes do Programa Qualidade de Vida do Sistema Fiep e, também compreender essas atividades como fatores motivacionais para a permanência dos funcionários em seu ambiente de trabalho. Além disso, pretende-se suscitar uma reflexão acerca da formação acadêmica dos profissionais supracitados. Para embasar esta pesquisa, utilizamos as discussões de NAHAS (2003), OGATA (2012), SILVA (2010), entre outros.
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Educação Física e Saúde: perspectivas de atuação profissional

Educação Física e Saúde: perspectivas de atuação profissional

Ainda na área hospitalar, Dias et al. [16] realizaram estudo cujo objetivo foi analisar as expectativas de atuação dos PEF em hospitais, por meio da verificação documental de dez editais de concursos públicos brasileiros entre os anos de 2006 e 2012. Os dados apontaram que a solicitação de atuação dos PEF foi, majoritariamente, voltada para o aprimoramento da aptidão física e reabilitação dos usuários, além da prescrição de ginástica laboral para funcionários. Em adição, os autores indicaram que uma característica marcante dos editais foi evidenciar, de maneira geral, que o candidato à vaga deveria conhecer, principalmente no que tange aos aspectos fisiopatológicos e metabólicos, a importância da prática do exercício físico no tratamento das diversas doenças. Contudo, alguns editais também enfatizaram outros aspectos, tais como a promoção, o cuidado e a educação em saúde, além da intervenção orientada para a autonomia dos sujeitos, o trabalho com as famílias e com a comunidade. Ainda, foram indicadas as possibilidades de atuação do PEF tanto no período de internação quanto no período de pós-internação, visando uma reinserção social.
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Superando dificuldades no trato da ginástica artística na prática profissional de professores iniciantes de educação física

Superando dificuldades no trato da ginástica artística na prática profissional de professores iniciantes de educação física

técnico em Ginástica Artística, como por exemplo, experiências anteriores como atleta ou árbitro da modalidade, cursos, clínicas, intercâmbios e em relação ao curso de graduação em Educação Física, ponto este dessa discussão. Como referência para realizar a análise, foram consultadas 41 instituições de Ensino Superior que oferecem cursos de Educação Física, Licenciatura ou Bacharelado, e Esportes. Dentre estes cursos, 35 apresentam a disciplina de G.A., sendo que sete delas fornecem a possibilidade de aprofundamento. Ao apresentar o resultado da avaliação que os técnicos fizeram sobre sua graduação, 40% deles mostraram-se insatisfeitos e 33,33% parcialmente satisfeitos. Esses técnicos esperavam encontrar no curso de graduação, fomentação para trabalharem a Ginástica Artística sob a ótica da competição. Estes dados revelam a deficiência existente nas disciplinas de fundamentos esportivos, as quais necessitam de reformulações. Aqui levantamos uma importante questão, e os professores da Educação Básica, estariam satisfeitos com sua formação?
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EXPECTATIVAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL DE PROFESSORES(AS) DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM HOSPITAIS PÚBLICOS BRASILEIROS

EXPECTATIVAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL DE PROFESSORES(AS) DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM HOSPITAIS PÚBLICOS BRASILEIROS

Objetivou-se nesta pesquisa analisar as expectativas de atuação de professores de Educação Física em hospitais, por meio de análise documental de dez editais de concursos públicos brasileiros. Os dados apontaram que a atuação é majoritariamente voltada para o condicionamento físico e reabilitação de usuários e ginástica laboral para funcionários. Evidenciaram-se aproximações com o modelo biomédico nas relações entre exercício físico e doenças, mas também promoção, cuidado e educação em saúde, autonomia dos sujeitos e reinserção social. Frente aos questionamentos sobre a assistência hospitalar diante ao sistema de saúde brasileiro, é preciso acentuar as discussões de perspectiva crítica no sentido de qualificar a ação profissional em favor do conceito ampliado de saúde/doença.
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O cuidar do aluno com deficiência física na educação infantil sob a ótica das professoras.

O cuidar do aluno com deficiência física na educação infantil sob a ótica das professoras.

Após a pesquisa ter sido submetida ao Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, sendo aprovada sob o parecer 032/ 2008 (CAAE: 0154.0.051.000-07), por atender as exigências contidas na Resolução 196/ 96 do Conselho Nacional de Saúde, solicitou- se à direção da escola lócus do estudo a autorização para a realização da pesquisa. Os dados foram coletados a partir de um roteiro de entrevista semiestruturada, que foi aplicado às professoras participantes, buscando levantar informações, relacionadas: à visão das professoras sobre o cuidar das crianças com deficiência física e sobre a contribuição do profissional de saúde, para sua melhor atuação junto a esses alunos.
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REFLEXÕES SOBRE A ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

REFLEXÕES SOBRE A ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL

Resumo: O Sistema Único de Saúde vem abrindo espaço para a atuação dos profissionais que não são da área médica. As Unidades Básicas de Saúde, assim como, as residências multiprofissionais custeadas pelo Ministério da Saúde e oferecidas aos recém formados, contemplam hoje uma grande diversidade de especialidades. Frente a está realidade a Educação Física também vem conquistando seu espaço nestes serviços de saúde. Diante disso, o estudo tem como objetivo refletir sobre as possibilidades de atuação do profissional de Educação Física nos Centros de Atenção Psicossocial, destacando sua importância e suas possibilidades. As atividades desenvolvidas nos serviços de saúde mental são bastante diversificadas, oferecendo atendimentos em grupos e individuais, oficinas terapêuticas e de criação, além de atividades físicas. O Profissional de Educação Física se insere nesta prática ministrando atividades variadas que envolvem as diversas manifestações da cultura corporal do movimento, como atividades recreativas, esportivas e de expressão corporal. Além disso, estes profissionais, se destacam, por sua importante função na saúde mental, visto que através da sua atuação é possível contribuir com a integração dos sujeitos com o meio, valorizando a construção de uma visão integral de ser humano e possibilitando o exercício de seus direitos de cidadãos, por muitas vezes negado durante o processo histórico de exclusão vivenciado por estes sujeitos. Por fim, conclui-se que através da atuação do profissional de Educação Física os usuários da saúde mental são motivados a participar das ações realizadas que visam a promoção da saúde e a prevenção de doenças, contribuindo de forma significativa com o tratamento destes usuários.
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Nível de conhecimento do profissional de educação física frente a alunos com hipertensão arterial nas academias de ginástica.

Nível de conhecimento do profissional de educação física frente a alunos com hipertensão arterial nas academias de ginástica.

Para a avaliação do nível de conhecimento do Proissional de Educação Física, frente a alunos com hipertensão arterial nas academias de ginástica, foi elaborado pelos pesquisadores um questionário estruturado com questões abertas e fechadas, dire- cionadas quanto ao conhecimento de critérios diag- nósticos de hipertensão arterial, tipos de exames laboratoriais solicitados, tipo de hipertensão dos alunos, cuidados gerais para a prática de atividade física (solicita avaliação isica prévia e liberação médica? que situações contra-indicam a atividade física para o aluno hipertenso? veriica a pressão arterial (PA) antes e depois da atividade isica?) e recomendações para adquirir um melhor controle da hipertensão arterial. As questões abertas foram categorizadas em “corretas” e “incorretas” de acordo com os dados da literatura.
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A disciplina de ginástica artística na formação do licenciado em educação física sob a perspectiva de docentes universitários

A disciplina de ginástica artística na formação do licenciado em educação física sob a perspectiva de docentes universitários

D.1 – Eu acho que todo mundo tem que ter uma noção do corpo humano, uma noção do biotipo inclusive do indivíduo, conhecer a Fisiologia, conhecer a idade, saber distinguir os movimentos por faixa etária do aluno que você tem na mão, porque você vai para escola, você tem aí os alunos de sete a quatorze, quinze anos, que é a parte mais importante que você tem que desenvolver, é a idade mais importante, porque depois ele já ta estragado não tem mais jeito. Embora você tenha uma Daiane dos Santos que começou tarde e só faz solo também né, solo e salto os outros aparelhos ela não faz aí. O Diego que só faz solo e salto e que não faz outro aparelho. Mas o ideal é que você dê o máximo possível de movimentação de exercício para os seus alunos. Então eu acho que se você puder dar Basquete, dar Vôlei, dar Futebol, dar Natação, dar Atletismo, dar Ginástica, depois o aluno vai escolher aquilo que ele mais gostou, porque o melhor esporte para você é aquele que você mais gosta, não é a Natação o esporte completo, porque se eu não gosto, não sei nadar, eu vou pegar a corrida. Quantos caras gostam de correr aí? No meu tempo eu achava uma estupidez, há 30 anos atrás, mas pessoas gostam de correr, faz bem pro organismo, faz bem pro sistema cardio-respiratório, é muito bom, desenvolve muito bem, evita aí um monte de infarto. É bom correr, mas vamos correr na intensidade que você pode correr, isso é coisa que a gente tem que aprender lá, quantos batimentos você pode ter para fazer um determinado esforço, essas coisas a gente tem que aprender, tem que saber, porque é coisa que o provisionado não sabe né; ele foi atleta três anos, você da uma carteirinha que ele pode dar aula, ele vai dar aula mas não sabe quantas repetições ele tem que fazer num exercício de força, num alongamento, você não tem noção do percentual de repetição que você tem que fazer, pela força que você pode fazer na hora. Eu fui numa academia, os caras fizeram um treinamento aí, um teste de força
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Influência do Profissional de Educação Física na Manutenção de Alunos de uma Academia de Ginástica da Cidade de Londrina – PR

Influência do Profissional de Educação Física na Manutenção de Alunos de uma Academia de Ginástica da Cidade de Londrina – PR

Deste modo, o presente estudo se justifica, haja vista que a fidelidade, ou mesmo o começo de alunos pode manter a academia em uma situação mais favorável economicamente. A fidelidade é um compromisso físico 11 e emocional assumido por um cliente em troca do atendimento de suas necessidades. Diante do problema levantado, decidiu-se que será elaborado o presente estudo a fim de analisar a influência do profissional de Educação Física em relação o começo de alunos em uma academia.

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Atuação do enfermeiro sob a ótica do usuário hipertenso

Atuação do enfermeiro sob a ótica do usuário hipertenso

Objetivou-se descrever a visão do usuário hipertenso sobre o acompanhamento do enfermeiro em uma Unidade Básica de Saúde. Para tanto, foram entrevistados nove usuários de uma Unidade Básica de Saúde, de Fortaleza-CE, Brasil, de agosto a setembro de 2008. Da análise dos dados emitidos pelos usuários, emergiram três categorias: acompanhamento do paciente pelo enfermeiro da equipe; visão do portador de hipertensão sobre acompanhamento da patologia; e propostas dos usuários para melhoria do atendimento. Pôde-se observar que os pacientes apresentaram satisfação em relação ao atendimento prestado, porém consideraram mais importante a transcrição da receita médica. Sugeriram redução das filas de espera e aumento do número de consultas médicas. Concluiu-se que os usuários não identificaram o profissional enfermeiro nas consultas, embora tenham demonstrado satisfação quanto ao atendimento e ao controle da pressão arterial.
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Avaliação em educação física escolar sob a ótica de docentes do ensino fundamental

Avaliação em educação física escolar sob a ótica de docentes do ensino fundamental

O objetivo dessa pesquisa foi analisar a percepção dos docentes do ensino fundamental sobre a avaliação em educação física escolar. Participaram da pesquisa 6 professores com formação em Educação Física em efetivo exercício no ensino fundamental nas escolas do município de Canindé, Ceará. A pesquisa foi realizada a partir de uma entrevista semiestruturada. Para análise dos dados utilizamos a técnica da análise temática. Os resultados demonstram que a percepção de docentes de educação física sobre a avaliação nessa disciplina pode ser classificada em três categorias: relacionada a aspectos cognitivos, relações socioafetivas e participação em atividades práticas dos estudantes deste nível de ensino.
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Formação e atuação profissional dos professores de Educação Física nas academias de Muriaé, MG

Formação e atuação profissional dos professores de Educação Física nas academias de Muriaé, MG

ligada ao espaço formal, compreendido pela escola e outro não-formal, ou ainda, extra-escolar como os clubes, escolinhas, clínicas, spas, e, por fim, as academias. Logo, os saberes adquiridos pelo profissional no período de forma- ção numa determinada habilitação (licenciatura e ou bacharelado) voltar-se-ão para um âmbito especifico de atuação. Assim, o fato de a maioria desses profis- sionais licenciados encontrarem-se atuando em academias nos remete a um quadro preocupante, pois estes atuam num campo para o qual não recebeu formação específica. Sobre esse aspecto, Krüger e Krug (2006) afirmam que o futuro profissional de Educação Física, mesmo optando pelo curso de licencia- tura, não deseja, na maioria das vezes, aprofundar-se no mesmo como campo de investimento e desenvolvimento da carreira. Disso decorrem problemas da ordem da formação profissional, do próprio interesse pessoal e do sentido que é dada a Educação Física. Vale ressaltar que ainda que o aprendizado docente não se limite à formação acadêmico-profissional na qual são fornecidos conhe- cimentos teóricos e técnicas para o exercício da docência (TARDIF; REYMOND, 2000), e que através das experiências (práticas) diretas com o fazer do próprio trabalho são aprendidos e produzidos saberes práticos 2 essenciais ao exercício
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Instrumentos de avaliação dos programas de ginástica laboral

Instrumentos de avaliação dos programas de ginástica laboral

O principal desfecho encontrado nesta revisão sistemática foi que não há modelos padronizados para verificar a eficácia dos programas de ginástica laboral. Os estudos utilizaram diferentes modelos de questionários para avaliar a redução dos desconfortos musculoesqueléticos de acordo com o treinamento físico estabelecido (frequência, duração e intensidade), a influência da capacidade funcional no desempenho e produtividade, os aspectos ligados à organização do trabalho que possibilitam realizar pausas durante o expediente para a prática de exercícios e motivar os trabalhadores a adotar um estilo de vida mais ativo também nas horas de lazer.
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Núcleo de Apoio à Saúde da Família no Brasil e a atuação do profissional de educação física

Núcleo de Apoio à Saúde da Família no Brasil e a atuação do profissional de educação física

Ao analisar os fatores associados aos indicadores simultâneos do Apoio Matricial (Tabela 12) observa-se que os mais jovens apresentaram até sete vezes maior probabilidade (OR 7,5; IC95% 2,0- 28,4) de realizar três ou quatro atividades de AM. Este resultado pode ser explicado pelos ciclos de vida profissional (HUBERMAN, 2000), utilizado comumente na trajetória profissional docente. Esta teoria retrata que o percurso profissional engloba desde o início da formação à aposentadoria, contudo, as últimas fases são caracterizadas por momentos contraditórios de estabilização e desinvestimento (HUBERMAN, 2000). Também é identificado que as frustrações durante a carreira, apontadas por professores, são superadas pela realização profissional, o que contribui para sua permanência na profissão (FOLLE; NASCIMENTO, 2010).
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A GINÁSTICA ARTÍSTICA COMO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

A GINÁSTICA ARTÍSTICA COMO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

O presente estudo objetivou discutir a relevância da Ginástica Artística (G.A.) no âmbito escolar. Por meio de um breve estudo de revisão de literatura que delimitou-se a pesquisar o assunto nas duas últimas décadas foi possível constatar que a Ginástica Artística pode e deve ser utilizada como estratégia de trabalho nas aulas de Educação Física Escolar. O que a credencia para tal é a multiplicidade de experiências corporais extremamente importantes para o desenvolvimento global do indivíduo, especialmente de alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental, que são enfatizadas e trabalhadas em suas sessões. Constatou-se que variáveis como: coordenação, rítmo, inteligência cinestésica-corporal, lateralidade, força, flexibilidade presentes na aprendizagem dos movimentos acrobáticos e pré-acrobáticos da G.A. contribuem positivamente para a aquisição de habilidades psicomotrizes, cognitivas e afetivas. Além disso, pôde-se verificar também que aspectos psicoemocionais como a superação do risco implícito na aprendizagem das acrobacias podem promover o resgate e o incremento da auto-confiança e da auto-estima de seus praticantes. Contudo, fatores como falta de qualificação, falta de material pedagógico, o mito da baixa estatura e desinformação por parte de gestores e coordenadores da área foram considerados os principais motivos para a exclusão da G.A. do contexto Escolar.
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Apontamentos para a atuação do Profissional de Educação Física na Atenção Básica à Saúde: um ensaio

Apontamentos para a atuação do Profissional de Educação Física na Atenção Básica à Saúde: um ensaio

processo. Alguns profissionais parecem limitar as ações de educação em saúde à “palestras”. Eviden- temente que em alguns momentos estas até podem ser importantes, mas certamente são, na maioria dos casos, insuficientes, e é possível que outras estraté- gias se façam necessárias e isso passa por estabelecer uma relação mais horizontal entre profissionais de saúde e comunidade. Além disso, estas ações devem ir além do simplesmente informar que atividade fí- sica é benéfica para a saúde, pois em geral isso já parece ser do conhecimento da maioria das pessoas e o desafio maior passa a ser o “como” fazer com que as pessoas sejam ativas fisicamente.
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A ginástica e as diferentes abordagens de ensino da Educação Física

A ginástica e as diferentes abordagens de ensino da Educação Física

Inicialmente, o livro tem uma discussão sobre o conteúdo esporte e uma problemática recorrente atualmente: As aulas de Educação Física com a finalidade do alto rendimento esportivo. Os motivos desse fenômeno não estão no desenvolvimento do esporte em si, mas no próprio desenvolvimento das sociedades atuais, em que o rendimento se configura no princípio máximo de todas as ações (KUNZ, 1994, p.24). O esporte é atualmente um produto cultural altamente valorizado em todo o mundo, principalmente no sentido econômico pois vivemos num mundo capitalista, aonde ser os melhores em todos os aspectos sobressai o pensar coletivo e agir pensando em todos. A obra questiona constantemente quais as condições e de que forma deve e pode ser praticado o esporte dentro da escola, diante disso defende um conceito mais amplo do esporte, ou seja, tratando-o sob uma perspectiva pedagógica, para um ensino critico-emancipatório, devendo fornecer uma compreensão enquanto fenômeno sociocultural e histórico, refletindo sobre as manifestações que deram origem as modalidades esportivas e as formas de praticar o esporte de acordo com as características culturais que o movimento humano assume, e não essencialmente pelas regras estabelecidas. (KUNZ, 1994, p.67)
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SOCIEDADE DE CONTROLE E CONDUTAS ÉTICAS:DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA.

SOCIEDADE DE CONTROLE E CONDUTAS ÉTICAS:DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA.

Os últimos textos de Foucault nos remetem à reflexão sobre a urgência de fazer da vida do homem comum uma obra de arte (FOUCAULT, 1985, 1998, 1994). E eu estendo este convite a todos vocês, especialmente em sua lida profissional diária. Busquem fazer da própria vida uma obra de arte: “não para destacá-la do tecido da vida, tornando-o um herói, personagem acima dos demais, mas, diferentemente, para reforçar seus elos com o coletivo, tornando-o menos objeto de uso ou de exposição e mais um conjunto heterogêneo de ações comprometidas socialmente, tanto mergulhado na historicidade de seu tempo quanto aberto ao devir” (SANT’ANNA, 2002).
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ANTONIO ANDRADE NETO GINÁSTICA PARA TODOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: SIGNIFICADOS DA PRÁTICA NA ÓTICA DISCENTE

ANTONIO ANDRADE NETO GINÁSTICA PARA TODOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: SIGNIFICADOS DA PRÁTICA NA ÓTICA DISCENTE

O curso de Educação Física (EF) me recebeu cheio de dúvidas sobre se aquilo era o que eu realmente queria como formação, e a cada disciplina que passava e experiência que o curso proporcionava logo isso se tornou uma certeza. Apesar dos tantos projetos que a Universidade Federal do Ceará (UFC) possibilitava, somente no meio da graduação eu conheci o Gymnarteiros, projeto de Ginástica Geral do Instituto de Educação Física e Esportes (IEFES). Comecei a participar deste aos poucos procurando conhecer mais sobre a ginástica e ganhar flexibilidade. Logo o projeto me conquistou, e com a chance de poder levar o Gymnarteiros a um evento internacional, eu consolidei minha participação, tendo como retribuição a vivência de diferentes possibilidades da ginástica. Além disso, por meio do projeto, pude desenvolver minhas habilidades docentes, além das corporais.
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Atuação ambulatorial do profissional de educação física no atendimento a crianças e adolescentes obesos

Atuação ambulatorial do profissional de educação física no atendimento a crianças e adolescentes obesos

A freqüência da obesidade na infância e adolescência au- mentou nos últimos anos. Essa situação tem preocupado a área da saúde, não só pelas conseqüências promovidas pela obesi- dade na população em geral, mas pela imposição de prejuízos biopsicossociais, ainda na infância. O tratamento é bastante complexo, pois sua causa é multifatorial, exigindo atenção in- terdisciplinar. O presente trabalho teve como objetivo relatar o papel do professor de educação física na equipe de atendi- mento ambulatorial de crianças e adolescentes obesos. A ati- vidade física, depois da taxa metabólica basal, é considerada o segundo maior componente do gasto energético diário. Di- versos estudos demonstraram que a atividade física associada ao controle alimentar leva a melhores resultados do que essas ações isoladas. O aumento da atividade física é muito benéfi- co no tratamento de crianças e adolescentes obesos, pois per- mite maior ingestão alimentar e auxilia a preservar a massa magra. Entretanto, o exercício físico deve ser adaptado às con- dições de excesso de peso e de crescimento ósseo. Além des- ses cuidados, o profissional depara-se com a dificuldade de manter crianças e adolescentes em programa de exercício re- gular. Desse modo, a prescrição do aumento de movimento corporal após a anamnese da rotina diária de cada paciente foi a solução encontrada para, inicialmente, colocá-los em conta- to com o próprio corpo. Paralelamente, o professor de educa- ção física auxilia a criança a encontrar um tipo de esporte que mais lhe agrade, dentro daqueles permitidos pelo seu excesso de peso e fase de crescimento. Geralmente, recomendam-se atividades que tenham baixo impacto, como nadar, caminhar e andar de bicicleta. O professor de educação física, como educador, deve fazer parte do atendimento multidisciplinar de crianças e adolescentes obesos.
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