Top PDF Torta de girassol em rações de vacas em lactação: produção microbiana, produção, composição e perfil de ácidos graxos do leite.

Torta de girassol em rações de vacas em lactação: produção microbiana, produção, composição e perfil de ácidos graxos do leite.

Torta de girassol em rações de vacas em lactação: produção microbiana, produção, composição e perfil de ácidos graxos do leite.

As rações experimentais foram formuladas conforme NRC (2001) para conterem em média 13,0% de PB e produção média de 20 kg de leite. O período experimental teve duração de 64 dias, e cada período consistiu de dez dias para adaptação e seis dias para coletas. Os animais permaneceram confinados em baias individuais cobertas, com piso cimentado e com livre acesso à água. A ração total foi fornecida à vontade, duas vezes ao dia, às 8 e 16h, e as sobras foram previamente pesadas e amostradas para determinação do consumo diário. A ração concentrada foi composta de fubá de milho, farelo de soja, farelo de trigo, torta de girassol e suplemento mineral e vitamínico. Os teores de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), matéria mineral (MM) e extrato etéreo (EE) foram determinados seguindo os procedimentos padrões (SILVA; QUEIROZ, 2002); e fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA), segundo Van Soest et al. (1991).
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Suplementação lipídica para vacas em lactação: perfil de ácidos graxos e teor de ácido linoléico conjugado na gordura do leite

Suplementação lipídica para vacas em lactação: perfil de ácidos graxos e teor de ácido linoléico conjugado na gordura do leite

A pesquisa foi conduzida com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes fontes lipídicas em dietas de vacas em lactação, sobre os seguintes parâmetros: consumos de matéria seca e nutrientes; coeficientes de digestibilidade aparente; produção e composição do leite; teor de CLA na gordura do leite; perfil geral de ácidos graxos na gordura do leite; níveis sanguíneos de uréia, triglicerídeos, HDL, LDL, VLDL, colesterol total e glicose; balanço de compostos nitrogenados; síntese de proteína microbiana; concentração de ácidos graxos voláteis e nitrogênio amoniacal do líquido ruminal. Foram utilizadas 5 vacas primíparas da raça holandesa, PO (puro de origem) e PC (puro por cruza), distribuídas em um quadrado latino 5 x 5. Os tratamentos foram caracterizados pelas seguintes dietas experimentais: controle (sem adição de lipídio); dieta com grão de soja cru moído; dieta com caroço de algodão; dieta com óleo de soja; dieta com sais de cálcio de ácidos graxos (Megalac ® E). A maioria dos valores para consumo e digestibilidade, de
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Inclusão de fontes de óleo na dieta de cabras em lactação: produção, composição e perfil dos ácidos graxos do leite.

Inclusão de fontes de óleo na dieta de cabras em lactação: produção, composição e perfil dos ácidos graxos do leite.

Nos tecidos animais, são encontrados predominante- mente dois isômeros dos ácidos graxos C18:2 (cis-9, trans-11 e trans-10, cis-12). Por isso, as espécies ruminan- tes e seus produtos são considerados as fontes alimentares mais ricas em CLA (Chin et al., 1992). Segundo Chin et al. (1994 a,b), o CLA é originalmente formado a partir da isomerização microbiana do ácido linoléico dietético, sendo um intermediário no curso de conversão do ácido linoléico a ácido oléico. A enzima responsável por esta reação é a ácido linoléico isomerase, que isomeriza o ácido linoléico preferencialmente para as formas cis-9 e trans-11 (Parodi, 1997). Assim, a classificação do ácido linoléico conjugado refere-se a um conjunto de oito possíveis isômeros posicionais e geométricos do ácido octadecadienóico (18:2), com duplas ligações conjugadas (Kelly et al., 1998).
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Rendimento, composição e análise sensorial do queijo minas frescal fabricado com leite de vacas mestiças alimentadas com diferentes volumosos.

Rendimento, composição e análise sensorial do queijo minas frescal fabricado com leite de vacas mestiças alimentadas com diferentes volumosos.

RESUMO - Objetivou-se com este trabalho avaliar a qualidade físico-química e sensorial e o perfil de ácidos graxos do queijo minas frescal produzido com o leite de vacas mestiças alimentadas com dietas contendo quatro volumosos: cana- de-açúcar, silagem de sorgo, silagem de girassol e pastagem de Panicum maximum cv. Tanzânia. Foram avaliados o rendimento, a composição físico-química e o perfil de ácidos graxos. Também foi realizada a análise sensorial do queijo minas frescal e da composição físico-química do leite. Utilizaram-se oito vacas mestiças 1/2 Holandês/Gir, com período de lactação de 180 ± 12 dias, distribuídas em dois quadrados latinos 4 × 4, com quatro animais, quatro dietas e quatro períodos. Os períodos foram de 18 dias, sendo 15 dias de adaptação e três dias de coletas de dados. Após o processamento do queijo, foi feita análise microbiológica, físico-química e posteriormente análise sensorial. Amostras do queijo foram congeladas e analisadas quanto ao perfil de ácidos graxos. O teor de gordura do queijo foi maior para as dietas com cana-de-açúcar e silagem de girassol em relação à silagem de sorgo e ao pasto de Panicum maximum cv. Tanzânia, que não diferiram entre si. O queijo produzido a partir do leite de vacas alimentadas com silagem de girassol apresentou melhor perfil de ácidos graxos e índices de qualidade nutricional, maior proporção e melhor perfil de ácidos graxos insaturados. O rendimento do queijo foi igual para todas as dietas, independentemente do volumoso utilizado em sua composição. O queijo produzido com o leite de vacas alimentadas com silagem de girassol tem maior preferência pelos julgadores no teste de análise sensorial, especialmente quanto ao atributo aparência.
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Efeitos da administração de monensina por meio de cápsulas de liberação controlada no desempenho de vacas Holandesas no início da lactação.

Efeitos da administração de monensina por meio de cápsulas de liberação controlada no desempenho de vacas Holandesas no início da lactação.

O modo de ação dos ionóforos consiste basicamente na modificação dos movimentos de íons na membrana celular de microrganismos ruminais (Schelling, 1984), afetando a popu- lação microbiana ruminal. A monensina altera as proporções de ácidos graxos voláteis (AGV) no rúmen, principal fonte de energia dos ruminantes, aumentando a proporção de ácido propiônico e diminuindo a proporção de ácido acético e butírico e a relação acetato/propionato sem alterar a produ- ção total de ácidos graxos voláteis, (Dinius et al., 1976; Jiménez et al.,1984; Van Beuklen et al., 1984; Fellner et al.,1997), a produção de metano (Kennelly & Lien, 1997) e a degradação ruminal da proteína dietética (Hayes et al., 1996). A monensina pode ser utilizada no início da lactação em vacas de alta produção na tentativa de amenizar o balanço energético negativo e diminuir o risco de desordens metabó- licas (Duffield et al., 2003). Esse ionóforo aumenta a concen- tração de propionato ruminal, resultando em vantagens nutricionais e energéticas para as vacas, como diminuição na mobilização de gordura corpórea no início de lactação, melhora na produção e composição do leite, redução na ocorrência de desordens metabólicas e melhora no desempenho reprodutivo de vacas Holandesas (Medel et al., 1991).
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Produção e composição do leite de vacas alimentadas com capim-elefante suplementados com óleo de girassol

Produção e composição do leite de vacas alimentadas com capim-elefante suplementados com óleo de girassol

O experimento teve por objetivo avaliar os efeitos de dois modos de fornecimento de concentrados – mistura completa ou fornecidos fracionados após cada uma das duas ordenhas diárias – contendo dois tipos de óleo de girassol (OG; 4,5% da MS da dieta) com diferentes teores de ácido oleico – alto e médio oleico – fornecidos para 32 vacas primíparas em lactação recebendo dieta à base de capim-elefante picado. As vacas foram distribuídas em delineamento de blocos casualisados em esquema fatorial 2 x 2 (modo de fornecimento do concentrado x tipo de OG). Foram estudados os efeitos dos tratamentos sobre o consumo e a digestibilidade dos nutrientes; os parâmetros sanguíneos; a produção e composição do leite; e a evolução dos perfis de ácidos graxos dos alimentos, do leite e plasma durante o período experimental. O fornecimento fracionado do concentrado, comprometeu o consumo de nutrientes (P<0,0001) e a população microbiana, resultando em redução dos teores lácteos (P<0,0001) e plasmáticos (P = 0,0023) dos AG de cadeia curta ou ramificada, elevou a síntese e secreção (P<0,05) de AG não interessantes do ponto de vista nutricional, mas destacou-se pela elevação da síntese do ácido rumênico, com elevação de cerca de 50% e 67% nos teores lácteos e secreção diária, respectivamente. Entretanto, não influenciou os parâmetros plasmáticos (P>0,1016) ou a digestibilidade aparente de nenhum dos nutrientes avaliados (P>0,05). A utilização do OG rico em ácido oleico permitiu sensível melhora na qualidade nutricional dos AG da gordura láctea se comparado à qualidade da gordura produzida pela suplementação com OG contendo médio teor de ácido oleico. Tal afirmação se baseia nos menores teores de C16:0 (P<0,0001), monoinsaturados trans (P<0,0001) e ácido linoleico (P<0,0001) e elevados de ácido oleico (P<0,0001) lácteos que refletiram na relação entre os AG hipo
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Perfil de ácidos graxos do leite de vacas alimentadas com óleo de soja e monensina no início da lactação.

Perfil de ácidos graxos do leite de vacas alimentadas com óleo de soja e monensina no início da lactação.

O óleo de soja reduziu a concentração dos AG de cadeia ímpar (Tabela 2), determinado pelo somatório de C 11:0 , C 13:0 , C 15:0 e C 17:0 (Tabela 3). Os ácidos graxos de cadeia ímpar são originários dos lipídios microbianos sintetizados a partir da utilização de propionato e valerato como primers (Mansbridge & Blake, 1997). Então, a síntese de AG de cadeia ímpar no leite reflete a síntese de AG microbiano, somada à síntese de células microbianas. Os resultados encontrados neste estudo corroboram os obtidos por Eifert et al. (2005a), que constataram que o óleo de soja inibiu a síntese microbiana. A monensina apresentou efeito somente sobre C 17:0 , mas não no total de ácidos graxos de cadeia ímpar. O processo pelo qual as bactérias regulam sua composição lipídica é pouco conhecido, mas Demeyer & Doreau (1999) indicam que, em altas quantidades de lipídios dietéticos, bactérias e protozoários podem incorporar o
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Composição do leite de vacas alimentadas com diferentes fontes de compostos nitrogenados.

Composição do leite de vacas alimentadas com diferentes fontes de compostos nitrogenados.

Objetivou=se avaliar a composição físico=química e o perfil de ácidos graxos do leite de vacas alimentadas com diferentes fontes de compostos nitrogenados (farelo de soja, ureia, farelo de girassol e farelo de mamona detoxicado). O delineamento experimental foram dois quadrados latinos 4 x 4, sendo utilizadas oito vacas F1 Holandês/Zebu, com produção média de 20 Kg de leite com 3,5% de gordura dia =1 . Amostras de leite foram coletadas e analisadas quanto à composição físico=química e perfil de ácidos graxos. Com exceção do nitrogênio ureico no leite, que foi maior na dieta com ureia, as demais variáveis da composição físico=química não foram influenciadas pelas dietas com diferentes fontes de compostos nitrogenados. Quanto ao perfil de ácido graxo houve variação nas concentrações dos ácidos C4:0; C18:0; C10:1; C12:1 e C18:1 T10 T11 T12. No entanto, para os totais de ácidos graxos saturados, monoinsaturados e poliinsaturados no leite, estes não diferiram entre as fontes de compostos nitrogenados. O uso de diferentes fontes de compostos nitrogenados na dieta de vacas F1 Holandês x Zebu, com produção média de 20Kg de leite com 3,5% de gordura dia =1 , não altera a composição físico=química do leite, com exceção do nitrogênio uréico que aumenta na dieta com ureia. Entretanto, pode modificar o perfil de ácidos graxos da gordura do leite.
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Desempenho de produção e enriquecimento em ácidos graxos de pacu (Piaractus mesopotamicus) com diferentes fontes lipídicas nas dietas

Desempenho de produção e enriquecimento em ácidos graxos de pacu (Piaractus mesopotamicus) com diferentes fontes lipídicas nas dietas

RESUMO - O efeito de diferentes fontes lipídicas no desempenho de juvenis de pacu (Piaractus mesopotamicus) e na digestibilidade das dietas foram avaliados. Os experimentos de digestibilidade e crescimento foram realizados no Laboratório de Nutrição de Organismos Aquáticos do Centro de Aqüicultura da UNESP – CAUNESP, em Jaboticabal, São Paulo. O delineamento utilizado no ensaio de crescimento foi em blocos casualizados, com 5 tratamentos, 2 blocos (classe de tamanho) e 2 repetições (dos tratamentos por bloco). Foram utilizados 160 alevinos de pacu, divididos em dois blocos com peixes de diferentes pesos médios: 15,4 ± 0,29 g e 22,46 ± 0,17 g, distribuídos em 20 aquários de 150 L, onde a temperatura média da água era 28 °C. Cinco dietas isoprotéicas (26 % de proteína bruta) com diferentes fontes de lipídios constituíram os tratamentos (SS – sem adição de óleo; SJ – óleo de soja degomado; SA – óleo de salmão; GI – óleo de girassol; LI – óleo de linhaça) estudados. A dieta SS continha 4126 kcal de energia bruta/kg de ração, enquanto as demais estavam em torno de 4226 kcal/kg. Exceto para SS, 4,13 % de óleo foram adicionados aos tratamentos, resultando dietas contendo 7,16 % de lipídios, dos quais 3,28 % eram provenientes dos outros ingredientes. Os resultados indicam que não houve diferença significativa (P > 0,05) entre o ganho em peso diário, conversão alimentar, taxa de crescimento específico e taxa de eficiência protéica. Porém, houve diferença (P < 0,01) no consumo de ração diário entre os tratamentos, nos quais menores (0,84 g) e maiores (1,12 g) valores foram encontrados para SS e SA, respectivamente.
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Composição de ácidos graxos do leite humano e aspectos dietéticos, antropométricos e bioquímicos de nutrizes adolescentes e adultas

Composição de ácidos graxos do leite humano e aspectos dietéticos, antropométricos e bioquímicos de nutrizes adolescentes e adultas

“Concordo voluntariamente em me submeter a uma pesquisa que tem como finalidade Comparar as concentrações dos ácidos graxos no leite humano de nutrizes adolescentes e adultas. Serão aferidas as medidas antropométricas da criança (peso, comprimento e perímetros cefálico e torácico) e da mãe (peso, altura e percentual de gordura corporal), aplicado questionários para obtenção de informações relacionadas à alimentação e ao estilo de vida materno e coletado amostras de leite humano e sangue venoso da mãe. A coleta do leite humano e do sangue ocorrerá entre 30-120 dias pós-parto. O leite humano será coletado, até que ela esvazie completamente, porém respeitando a disponibilidade materna, no momento e em quantidade que não prejudique a alimentação da criança e 20 mL de sangue venoso. Estou ciente, também, que não terei nenhum tipo de vantagem econômica ou material por participar do estudo, além de que poderei abandonar a pesquisa em qualquer etapa de seu desenvolvimento. Estou em conformidade que meus resultados obtidos, sejam divulgados no meio científico, sempre resguardando minha individualidade e identificação. Se houver descumprimento de qualquer norma ética, poderei receorrer ao Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade Federal de Viçosa, dirigindo-me ao seu presidente no telefone 3899- 1β69.”
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Gordura protegida e perfil de ácidos graxos do leite de cabra: Uma revisão

Gordura protegida e perfil de ácidos graxos do leite de cabra: Uma revisão

RESUMO - Objetivou-se com essa revisão discutir a relação entre a gordura protegida no rúmen e o perfil de ácidos graxos do leite de cabra. O leite de cabra é um alimento que merece destaque por fornecer nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo, no entanto, o uso do mesmo na alimentação humana apresenta restrições quanto à presença de ácidos graxos associados a problemas de saúde vinculados a distúrbios alimentares. Os ácidos graxos insaturados e poliinsaturados apresentam efeitos positivos sobre a ocorrência de enfermidades, enquanto os ácidos graxos saturados têm sido descrito como fator desencadeante de doenças em seres humanos. O uso de gordura protegida na alimentação de ruminantes pode melhorar o perfil de ácidos graxos do leite de cabra, pois possibilita um maior aporte de ácidos graxos para o intestino e glândula mamária.
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Consumo, digestibilidade aparente total, produção e composição do leite em vacas no terço médio da lactação alimentadas com níveis crescentes de proteína bruta no concentrado.

Consumo, digestibilidade aparente total, produção e composição do leite em vacas no terço médio da lactação alimentadas com níveis crescentes de proteína bruta no concentrado.

Robinson & Kennelly (1988) e Robinson et al. (1991) comprovaram que vacas, nos terços médio e final de lactação, alimentadas com dietas apresentan- do redução de 15 a 60% de PNDR em relação ao preconizado pelo NRC (1989), não apresentaram queda na produção de leite. Resultados semelhantes foram relatados por Dunlap et al. (1991) em um estudo que avaliou a redução de 200 g/dia da PNDR em relação ao requerimento médio de um grupo de vacas no terço médio da lactação, quando alimenta- das com rações contendo alto teor energético e PDR. Estes resultados indicaram que dietas formu- ladas com menores concentrações de PB dietética podem proporcionar produção de leite equivalente à de vacas alimentadas com maiores níveis de PB. O efeito da PNDR sobre a produção de leite em vacas no terço inicial da lactação é diferente da- quele obtido nos terços médio e final da lactação, o que pode ser evidenciado por vários estudos (Arieli
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Silagens de girassol e de milho em dietas de vacas leiteiras: produção e composição do leite.

Silagens de girassol e de milho em dietas de vacas leiteiras: produção e composição do leite.

Os teores médios de NNP do leite variaram de 35,48 a 37,65mg/100g e não houve diferença estatística entre os tratamentos. Essa constância nos valores encontrados reflete a constância do metabolismo de N dos animais, pois segundo DePeters e Cant (1992), a maioria dos compostos que constituem o NNP do leite são produtos finais desse metabolismo. Apesar das dietas terem sido isoprotéicas, outros fatores como degradabilidade das proteínas, quantidade ingerida ou mesmo diferentes fontes de suprimento de energia (carboidratos ou lipídios) nas dietas poderiam ter influenciado o teor de NNP do leite, o que não ocorreu.
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Leite: importância, síntese e manipulação da composição

Leite: importância, síntese e manipulação da composição

O leite é uma importante fonte de selênio podendo prover em torno de 10% do requerimento diário de seres humanos adultos (Fonseca, 1995). O estádio fisiológico da vaca pode afetar a concentração de selênio, sendo que no início da lactação o teor de selênio é menor que no leite do final da lactação o que poderia ser explicado pelo efeito de diluição (Cobo-Angel et al., 2014). Estudos sobre a distribuição de selênio entre as frações do leite tem apontado maiores concentrações no soro e menores na fração lipídica. A suplementação de vacas leiteiras promove aumento no teor total de selênio no leite, mas não altera a distribuição entre as frações.
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Uréia para vacas em lactação: 1. Consumo, digestibilidade, produção e composição do leite.

Uréia para vacas em lactação: 1. Consumo, digestibilidade, produção e composição do leite.

RESUMO - Este trabalho foi conduzido, utilizando 15 vacas lactantes (Holandês x Gir) alimentadas à vontade com rações isoprotéicas, constituídas na base da matéria seca (MS) de 60% de silagem e 40% de concentrado, contendo 0; 0,7; 1,4; e 2,1% de uréia, correspondentes aos teores de 2,08; 4,01; 5,76; e 8,07% de proteína bruta na forma de compostos nitrogenados não- protéicos (NNP), com o objetivo de avaliar os consumos e as digestibilidades aparentes de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), carboidratos totais (CHO) e fibra em detergente neutro (FDN) e os consumos de nutrientes digestíveis totais (NDT). Também foram avaliadas possíveis alterações na produção e composição do leite. As vacas apresentaram peso vivo médio inicial de 511,8 kg e foram distribuídas ao acaso entre tratamentos. O período experimental teve duração de 90 dias para cada vaca, iniciando-se imediatamente após o parto. A fibra em detergente ácido indigestível (FDAI) foi usada como indicador para a determinação da digestibilidade aparente dos nutrientes. Os resultados obtidos foram interpretados estatisticamente por análises de variância e regressão. A adição de quantidades crescentes de NNP à dieta apresentou efeito linear decrescente sobre os consumos de MS, MO, FDN, PB, EE, CHO e NDT. Não foram observados efeitos dos níveis de NNP sobre as digestibilidades aparentes de MS, MO, PB, CHO e FDN. Para o EE, foi observado efeito quadrático, sendo a máxima digestibilidade de 89,12% obtida com teor estimado de 4,73% de NNP na MS. A produção máxima de leite, de 20,10 kg/dia, foi obtida com o teor estimado de 4,79% de NNP, ou 0,7% de uréia na MS total das rações. Observou-se redução linear do teor de gordura com o aumento dos teores de NNP nas rações, enquanto a proteína se comportou de forma quadrática, sendo o teor máximo de 3,4% estimado com 3,88% de NNP.
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Desempenho produtivo e reprodutivo de vacas F1 Holandês X Gir / Productive and reproductive performance of F1 Holstein X Gyr cows

Desempenho produtivo e reprodutivo de vacas F1 Holandês X Gir / Productive and reproductive performance of F1 Holstein X Gyr cows

Objetivou-se avaliar o efeito da ordem de lactação e época de parto, sobre as características produtivas e reprodutivas de vacas F1 Holandês X Gir. Foram utilizados dados de 1.875 lactações de 322 vacas pertencentes ao Campo Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais. Para avaliar os efeitos da ordem de lactação nos parâmetros produtivos e reprodutivos foram consideradas 10 ordens de lactação. Quanto ao efeito da época de parto foram consideradas quatro épocas: outubro/novembro/dezembro, janeiro/fevereiro/março (período das chuvas), abril/maio/junho e julho/agosto/setembro (período seco). Maiores produções (p<0,05) foram encontradas entre a 6ª e 9ª ordens de lactação. Vacas na 8ª e 9ª ordens de lactação pesaram (p<0,05) 16,1% a mais que primíparas. Primíparas tiveram maior período de serviço e consequentemente superior intervalo de partos. Vacas que pariram no período seco tiveram maiores valores de produção total de leite, produção média diária e produção no pico de lactação em relação às que pariram no período das chuvas (p<0,05). Ao se atingir a maturidade fisiológica vacas F1 Holandês X Gir demonstram seu máximo potencial produtivo e reprodutivo. O manejo alimentar é o principal responsável pelo efeito da época de parto sobre a produtividade.
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Composição de ácidos graxos do queijo e leite de vacas alimentadas com casca de banana

Composição de ácidos graxos do queijo e leite de vacas alimentadas com casca de banana

(CLA), especialmente seu isômero no leite, o ácido rumênico (C18:2 cis-9, trans-11) e seu precursor para síntese endógena na glândula mamária, que é o ácido vaccênico (C18:1 trans- 11) (García et al., 2010; Mourthé et al., 2015). Dentre os possíveis efeitos benéficos deste ácido graxo à saúde humana, destaca-se sua atuação como imunomodulador, na diminuição da gordura corporal e como anticarcinogênico (Dilzer e Park, 2012; Lucatto et al., 2014). A casca de banana apresenta teor de gordura que varia de 2 a 10,9% de extrato etéreo (Mahopatra et al ., 2010), com mais de 40% dos ácidos graxos totais sendo representados pelos ácidos graxos poli-insaturados, linoleico e α-linolênico, que têm efeito benéfico sobre os lipídeos sanguíneos (Emaga et al., 2007). A introdução desses ácidos graxos poli-insaturados na dieta pode ainda favorecer a bio-hidrogenação ruminal e, consequentemente, a produção dos intermediários desse processo no rúmen, como o CLA (Menezes et al., 2010).
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Parâmetros genéticos e eficiência relativa de seleção para a produção de leite no dia do controle para vacas da raça Holandesa.

Parâmetros genéticos e eficiência relativa de seleção para a produção de leite no dia do controle para vacas da raça Holandesa.

Para estudar a viabilidade da utilização das produções de leite no dia do controle (PLDC) em avaliações genéticas, foram utilizados 33.775 controles mensais da primeira lactação de 4.241 vacas da raça Holandesa, filhas de 561 touros, distribuídas em 23 rebanhos no Estado do Rio Grande do Sul, no período de 1992 a 2001. Os componentes de (co)variância foram obtidos pelo método da Máxima Verossimilhança Restrita, com modelo animal. Os modelos consideraram as PLDC e as produções em 305 dias (PL305), segundo os efeitos aleatórios, genético aditivo direto, de ambiente permanente e residual, e dos efeitos fixos de grupo de contemporâneos e rebanho, além das covariáveis, idade da vaca ao parto e intervalo parto primeiro controle (somente para as PLDC), com os componentes linear e quadrático. As estimativas de herdabilidade para as PLDC e as correlações genéticas destas com PL305 foram altas, sugerindo que as PLDC podem ser utilizadas em avaliações genéticas em substituição a PL305. A eficiência relativa de seleção das PLDC como critério de seleção foi superior em relação à PL305.
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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Colocaram-se algumas questões específicas em relação às ações do programa e outras relacionadas ao grupo entrevistado. Informações como função; idade; formação profissional ou ano de escolaridade e tempo de serviço ou de estudo na unidade escolar tornaram-se necessárias para o estabelecimento do perfil dos entrevistados. As perguntas, realizadas de forma objetiva, foram feitas aos diferentes grupos em momentos distintos: gestores e equipe pedagógica, professores, pais, alunos e funcionários. Assim, estabeleceram-se algumas questões: como foi informado sobre o Programa de Educação do Estado? Qual foi sua reação ao saber da implementação do programa? Durante o processo inicial do programa, participou das atividades propostas? Constatou alguma mudança na gestão escolar? Qual das ações do programa você destacaria positiva ou negativamente? Por quê? Qual sua opinião sobre o programa de educação implantado em 2011 no Rio de Janeiro?
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Associação de escores de condição corporal com características reprodutivas de vacas Nelore e com desempenho de seus bezerros

Associação de escores de condição corporal com características reprodutivas de vacas Nelore e com desempenho de seus bezerros

RESUMO – O escore de condição corporal (ECC) é uma medida categórica de distribuição descontínua e, neste caso, a metodologia frequentista aplicada às características métricas não é a mais indicada para sua análise. É uma medida que reflete o balanço energético do corpo animal e, quando associado ao peso, têm impacto na produção de bezerros e na reprodução. Assim, o objetivo deste estudo foi estimar, por inferência bayesiana, o coeficiente de herdabilidade do escore de condição corporal de vacas Nelore, utilizando modelo de limiar uni-característica. Foram utilizados ECC em escala de 1 a 5, sendo 1 para animais muito magros e 5 para aqueles muito gordos. Os efeitos incluídos no modelo foram o histórico reprodutivo anterior a coleta do ECC, grupo de contemporâneos a desmama, registros de reconcepção, ordem de parto, presença de bezerro ao pé, escores visuais de conformação e precocidade dos produtos a desmama; peso e altura de garupa da vaca (como covariáveis), efeito genético aditivo direto e efeito residual. Na implementação da amostragem de Gibbs foram utilizados 400.000 ciclos, período de descarte de 40.000 ciclos e amostras armazenadas a cada 50 ciclos. A estimativa de herdabilidade do ECC foi de magnitude moderada (0,22) com intervalo de credibilidade de 0,13 a 0,31. A convergência da cadeia de Gibbs foi demonstrada pelos testes de Geweke e Heildelberger. O número de amostras efetivas foi alto, demonstrando a independência das amostras e maior confiabilidade nas estimativas. Estes resultados indicaram que a característica pode ser incluída como critério de seleção de fêmeas Nelore.
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