Top PDF Grãos de pólen de angiospermas do Holoceno (7908±30 anos AP-atual) da Planície Costeira sul-catarinense, Brasil.

Grãos de pólen de angiospermas do Holoceno (7908±30 anos AP-atual) da Planície Costeira sul-catarinense, Brasil.

Grãos de pólen de angiospermas do Holoceno (7908±30 anos AP-atual) da Planície Costeira sul-catarinense, Brasil.

Descrição: tétrades (tetraédricas), médias a grandes, hete- ropolares, radiossimétricas, compostas por grãos de pólen subprolatos, monoporados e ornamentação clavada. Dimensões: diâmetro maior das tétrades: 50-70 μm, diâ- metro polar dos grãos: 40 μm, diâmetro equatorial: 35 μm. Dados ecológicos: espécie característica dos capões e dos subosques dos pinhais (Floresta Ombrófila Mista), ocorrendo também nos topos de morro da região da Floresta Ombrófila Densa de Encosta Atlântica. Ocorre raramente em áreas das Florestas Estacionais Deciduais das bacias Paraná-Uruguai, com dispersão significativa, e distribuição descontínua e irregular (Trinta & Santos 1997). No Estado de Santa Ca- tarina são encontradas desde 10 até 1.800 m de altitude em associação com as espécies de Podocarpus lambertii Klotzsch, Weinmannia humilis Engl., Siphoneugenia reitzii Legr., Myr- ceugenia euosma (Berg) Legr., Lamanonia speciosa (Camb.) L. B. Smith, Ilex microdonta Reissek, Ilex breviscuspis Reissek, Mimosa scabrella Benth., Dicksonia sellowiana (Pr.) Hook. e outras espécies de arvoretas (Trinta & Santos 1997). Observações: a identificação deste táxon se baseou no ma- terial de referência Drimys brasiliensis Miers. (MP-Pr 0012). Monocotiledôneas
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Fungos, criptógamas e outros palinomorfos holocênicos (7908±30 anos AP-atual) da Planície Costeira sul-catarinense, Brasil.

Fungos, criptógamas e outros palinomorfos holocênicos (7908±30 anos AP-atual) da Planície Costeira sul-catarinense, Brasil.

Este trabalho documenta os palinomorfos registrados em duas perfurações holocênicas (7908±30 anos AP-atual), na Planície Costeira Sul de Santa Catarina, com a descrição e ilustração de 54 táxons, constituindo o primeiro trabalho dessa natureza para o Holoceno da região. Dentre os dois poços analisados, verifi ca-se uma maior diversidade para o perfi l de Santa Rosa do Sul, que soma 54 táxons, em detrimento àqueles oriundos dos sedimentos de São João do Sul (43 táxons). Os táxons ausentes neste último perfi l são relativos a esporos de fungos (esporos indeterminados 6-10), representantes das Cyatheaceae (Cyatheaceae 3-5), tipo Onychium, Lycopodium clavatum e palinoforaminífero indeterminado 2. As descrições dos grãos de pólen an- giospérmicos, bem como as informações quantitativas e as respectivas interpretações paleoecológicas constituem parte das próximas contribuições em fi nalização pelos autores.
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Pólen de gimnospermas e angiospermas do perfil sedimentar de uma turfeira em São Francisco de Paula, Planalto Leste do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil.

Pólen de gimnospermas e angiospermas do perfil sedimentar de uma turfeira em São Francisco de Paula, Planalto Leste do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil.

RESUMO – (Pólen de gimnospermas e angiospermas do perfil sedimentar de uma turfeira em São Francisco de Paula, Planalto Leste do Rio Grande do Sul, Sul do Brasil). Este catálogo polínico visa servir de base para o estudo de reconstituições paleoambientais através da palinologia de sedimentos no Planalto do Sul do Brasil. Para tanto, apresenta os grãos de pólen de gimnospermas e angiospermas encontrados no perfil sedimentar de uma turfeira do Planalto Leste do Rio Grande do Sul. O perfil possui 286 cm de comprimento, correspondendo aproximadamente aos últimos 25.000 anos. As 22 amostras foram retiradas do perfil em intervalos regulares, tratadas quimicamente seguindo o método padrão e analisadas em microscópio óptico. São apresentados grãos de pólen de duas gimnospermas e 43 angiospermas (uma Magnoliidae, cinco Hamamelidae, seis Caryophyllidae, seis Dillenidae e 25 Rosidae). O material polínico é descrito e ilustrado. As descrições são acompanhadas, sempre que possível, de dados ecológicos do esporófito de origem.
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Pólen de gimnospermas e angiospermas em sedimentos quaternários de duas matas com Araucária, planalto leste do Rio Grande do Sul, Brasil.

Pólen de gimnospermas e angiospermas em sedimentos quaternários de duas matas com Araucária, planalto leste do Rio Grande do Sul, Brasil.

Na identificação botânica foi utilizada a palinoteca de plantas atuais do Laboratório de Palinologia do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e bibliografia especializada. Os grãos de pólen foram determinados na categoria taxonômica mais inferior possível. A denominação “Tipo” foi empregada quando não houve possibilidade de assegurar a determinação, conforme o usual em palinologia de sedimentos (Berglund 1986). Foram acrescentados números após os nomes de grãos de pólen pertencentes a uma mesma categoria taxonômica que apresentam tipos morfologicamente distintos. O material foi separado por números quando não houve possibilidade de determinação, visando futura identificação. A ordenação sistemática seguiu Bold et al. (1987) para as gimnospermas e Cronquist (1981) para as angiospermas. A terminologia utilizada baseou-se no glossário de Punt et al. (2007). Os táxons foram descritos de modo sucinto, ressaltando as características morfológicas básicas para a identificação. As medidas foram realizadas em ocular de fio móvel e convertidas para micrômetros. As descrições do material são acompanhadas de dados ecológicos da planta de origem, fornecendo informações para análise de paleoambientes. Todo o material se encontra depositado na palinoteca do Departamento de Botânica, Instituto de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul sob as siglas ASF (Alpes de São Francisco) e BAM (Banhado Amarelo).
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João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

É curioso que os proponentes do MRAM, de modo geral, tenham adotado o discurso da complementariedade entre a sua proposta e o “modelo tradicional”, uma vez que, seguindo o seu próprio raciocínio, não se consegue explicar por que se precisa complementar o que, em tese, é caro demais e não funciona. Depois de condenarem politicamente o tal “modelo tradicional” a uma posição marginal e residual, por que razão o mesmo deveria ser “complementado”? Não é difícil perceber que a própria lógica desse discurso, toda estruturada sobre a suposta negatividade “genética” do modelo desapropriacionista, anula a retórica da complementariedade. Além disso, há um problema de fundo nesse tipo de formulação. Se já é discutível fazê-lo para outras sociedades, como é possível, no Brasil, sustentar seriamente a tese da falência do tal “modelo tradicional” de reforma agrária, se o mesmo nunca foi levado adiante de maneira substantiva? Não é difícil perceber que o pressuposto do discurso do BM ⎯ reproduzido por inúmeros intelectuais brasileiros, muitos dos quais outrora ligados à esquerda ⎯ era (e continua sendo), no mínimo, equivocado.
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SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

De acordo com o Consed (2011), o cursista deve ter em mente os pressupostos básicos que sustentam a formulação do Progestão, tanto do ponto de vista do gerenciamento qua[r]

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Grãos de pólen anômalos no clone CP76 de Anacardium occidentale L. (Anacardiaceae)Grãos de pólen anômalos no clone CP76 de Anacardium occidentale L. (Anacardiaceae).

Grãos de pólen anômalos no clone CP76 de Anacardium occidentale L. (Anacardiaceae)Grãos de pólen anômalos no clone CP76 de Anacardium occidentale L. (Anacardiaceae).

Tanaka (1997) cita que a ação de agentes determinantes do desenvolvimento gametofítico inicia após a primeira mitose. Grando & Moraes- Fernandes (1997) e Sangwan (1986) citam que o vacúolo, o qual também é observado no cajueiro ao final da esporogênese, tem ação lítica sobre os elementos determinantes do desenvolvimento esporofítico. Em algumas espécies essa fase do desenvolvimento está relacionada a um aumento na freqüência de plantas haplóides, ou de calos obtidos em meio de cultura apropriado (Sunderland & Wicks 1971, Heberle-Bors & Reinert 1979, Maheshwari et al. 1980, Ilic’-Grubor et al. 1998). Assim, a interrupção no desenvolvimento dos andrósporos do clone CP76 pode representar uma janela no desenvolvimento para a obtenção de plantas haplóides, onde essa anomalia do desenvolvimento pode corresponder a um momento de indeterminação no destino do núcleo haplóide desses grãos dimórficos. Porém se desconhece a causa para tal anomalia. Sunderland & Huang (1987) denominaram de “residuais” os andrósporos, no gênero Paeonia, que apresentavam atraso no desenvolvimento, e ainda sugeriram que esse evento deveria ser causado por algum fator externo ao andrósporo.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Os dados apontam que as reuniões bimestrais, com 46%, foram onde os profissionais receberam maiores informações sobre concepção e organização da escola inserida no Pacto, ficando as demais opções como os encontros de estudo realizados com o Gestor Escolar com 16%; as formações com os professores com 8%; as reuniões do monitoramento com a equipe técnica da GRE, 16%, e os Encontros para estudo das devolutivas do monitoramento tendo como base os resultados bimestrais com 14%. Nesta análise, há de se considerar que as reuniões bimestrais com maior percentual ocorrem nas escolas não apenas com a equipe escolar, existe uma participação efetiva dos Técnicos e monitores da UGR e UDE da GRE Mata Sul e também dos técnicos da SEPLAG no que diz respeito à orientação, aconselhamento e informações a respeito da Política implantada.
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MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Para melhor entendimento, a Resolução SEEDUC n° 4940 (BRASIL, 2013) estabelece os critérios de classificação em categorias das unidades escolares da rede pública estadual. É fundamental destacar que nesta classificação, a pontuação depende do número de turmas e número de alunos matriculados (enturmados) no sistema Conexão Educação com 35 alunos, assim,a cada conjunto de cinco turmas corresponde a 10 pontos. Para o número de turnos em cada unidade escolar,leva-se em consideração 5 pontos para cada turno em funcionamento e, outros itenstambém garantem pontuação, como exemplo a unidade escolar que possuir público alvo da Educação Especial incluídos em classes comuns, será acrescida de 1 (um) ponto, e unidades com regime de horário integral, os pontos são contados em dobro. Desta forma, a classificação de cada unidade escolar fica definida de acordo com a pontuação obtida. Esta pontuação nos faz perceber que quanto maior o valor, maior é a unidade escolar.
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A IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL, DA LDB AO ENEM – O CASO DE UMA ESCOLA ESTADUAL EM JUIZ DE FORA MG

A IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL, DA LDB AO ENEM – O CASO DE UMA ESCOLA ESTADUAL EM JUIZ DE FORA MG

O ENEM: como já estava previsto na LDB, o MEC criou o Enem como um instrumento de avaliação para ser aplicado aos alunos ao final da Educação Básica. A princípio, o Enem era um exame destinado apenas para certificação e auto-avaliação. Com o passar o tempo, ele foi sendo reformulado e hoje é o principal instrumento utilizado por muitas instituições de Ensino Superior como critério para seleção de candidatos. A prova está dividida em áreas temáticas (como previsto nos PCNEM) e avalia conhecimentos contextualizados, capacidades e habilidades para solucionar problemas, leitura e interpretação de textos, entre outros. A Matriz de Referência do exame está fundamentada em competências e habilidades (relacionadas aos conteúdos curriculares) que deverão ser desenvolvidas pelos estudantes ao longo de toda educação básica. Neste sentido, é possível dizer que o Enem estabeleceu, pela primeira vez no Brasil, um padrão de referência para o término da escolaridade básica. Ainda sobre a matriz de referência do exame, observa-se que a avaliação não está relacionada à cobrança exclusiva de conteúdos, mas foca sua atenção no desenvolvimento de habilidades e competências, ou seja, procura priorizar a resolução de problemas concretos que se apresentam a ele de forma contextualizada e interdisciplinar, em detrimento da simples memorização e repetição de conteúdos isolados.
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Borboletas (Lepidoptera: Papilionoidea e Hesperioidea) de Matas Paludosas e Matas de Restinga da Planície Costeira da região Sul do Brasil.

Borboletas (Lepidoptera: Papilionoidea e Hesperioidea) de Matas Paludosas e Matas de Restinga da Planície Costeira da região Sul do Brasil.

O bioma Mata Atlântica estava originalmente distribuído em uma extensa área ao longo da região costeira do Brasil. Atualmente, restam em torno de 11 a 16% de sua extensão original, sendo que a maioria de seus remanescentes estão distribuídos em pequenas e isoladas manchas florestais (Ribeiro et al. 2009). As Matas de Restinga fazem parte do bioma Mata Atlântica e são definidas como a faixa de vegetação que ocorre em áreas planas e arenosas localizadas, de uma maneira ampla, entre o oceano e as serras (Waechter 1985). Embora estejam localizadas junto a áreas com alta densidade humana, carecem de informação científica (Rocha et al. 2004) com elevadas taxas de conversão em sistemas antrópicos. As Matas Paludosas (Floresta Ombrófila Densa das Terras Baixas) localizam-se em regiões litorâneas próximas ao mar e caracterizam- se por apresentar alagamento permanente ou temporário com solo lodoso e rico em matéria orgânica vegetal (Rambo 2005). Conservam uma importante biodiversidade e um grande número de espécies ameaçadas (Rio Grande do Sul, 2006). Embora as Matas Paludosas possuam uma distribuição naturalmente fragmentada (Toniato et al. 1998, Paschoal & Cavassan 1999), o intenso impacto de agropecuária e de especulação imobiliária, que só aumentou nos últimos anos, tornou-as limitadas em reduzidos fragmentos com amplas áreas de matriz circundantes, compondo uma conformação amplamente modificada da paisagem original.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, de 2007, e a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica, instituída em 2009 foram a base para[r]

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JOSIANE CRISTINA DA COSTA SILVA UM ESTUDO SOBRE A POLÍTICA E O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE

JOSIANE CRISTINA DA COSTA SILVA UM ESTUDO SOBRE A POLÍTICA E O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE

Esta dissertação analisa a política e o material de divulgação dos resultados da Prova Brasil, com o objetivo de propor um aprimoramento nas estratégias e no material elaborado para a disseminação desses resultados. A justificativa é que os mecanismos e o material de disseminação de dados da Prova Brasil ainda não são suficientemente compreendidos e utilizados pelos profissionais da educação. Como metodologia de pesquisa, adotaram-se análise documental, pesquisa bibliográfica, entrevistas de roteiro semiestruturado e questionários. A investigação empreendida evidencia, no primeiro momento, o contexto de surgimento das avaliações em larga escala no Brasil, cujo marco inaugural foi a implantação do Saeb. Na sequência, descreve o funcionamento deste sistema, englobando sua criação e sua reformulação, que resultou na incorporação da Prova Brasil. Expõe elementos como as matrizes de referência, as disciplinas avaliadas, as fases da política e as áreas responsáveis por sua execução. O foco é, sobretudo, a análise do processo e do material utilizado para a disseminação dos dados, trazendo à tona informações sobre esse modelo. Esta análise foi validada mediante um questionário respondido por gestores da área de avaliação educacional de alguns estados brasileiros. Os achados da pesquisa demonstraram que, embora a apreciação do material e do modelo de divulgação pelos gestores tenha sido positiva na maioria dos aspectos, algumas mudanças foram sugeridas e podem ser empreendidas com o intuito de uma eficiência maior no entendimento e no uso dos dados. Ao final, são propostas algumas alterações tanto nas estratégias de disseminação dos resultados da Prova Brasil (modificações no livreto e nos cartazes, instituição de um “Dia D”) quanto no material (criação de um vídeo explicativo e de uma revista) as quais poderão contribuir para facilitar a compreensão e a apropriação destes por parte de profissionais da área educacional.
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DISTRIBUIÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA PROPOSTA DE REVISÃO DO MODELO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

DISTRIBUIÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA PROPOSTA DE REVISÃO DO MODELO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O REUNI é um programa implementado na expectativa de atender à meta do Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.172/2001), no qual foi estipulado que deveriam ser ofertadas vagas no ensino superior a, pelo menos, 30% dos jovens de 18 a 24 anos até o final de 2010. Tal meta seria alcançada por meio da ampliação do acesso e da permanência no ensino superior, no nível da graduação, o que resultaria, ao final de cinco anos do início de cada plano, na elevação gradual da taxa de conclusão média dos cursos de graduação presenciais para 90% e da relação de alunos de graduação, em cursos presenciais, por professor, para 18%. A ampliação do acesso e da permanência deveria convergir, segundo as diretrizes gerais do programa, no aumento da qualidade dos cursos e melhor aproveitamento da estrutura física e dos recursos humanos existentes em cada uma das IFES (BRASIL, 2007).
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Catálogo sistemático do pólen das plantas arbóreas do Brasil meridional. XXX: Meliaceae.

Catálogo sistemático do pólen das plantas arbóreas do Brasil meridional. XXX: Meliaceae.

Em relação ao material polínico examina- do por outros autores (Carreira & Secco, 1984; Sil- vestre-Capelato et al., 1996), pudemos verificar que, quanto às características dos tipos polínicos, os dados conferem. Há divergências quanto à es- pessura das diversas camadas componentes da exina, já que o limite entre sexina e nexina-1 nos gêneros Cabralea e Cedrela não é distinto; a nexi- na-2 sempre se destaca bem por sua birrefringên- cia, e sua espessura mantém-se constante. Os da- dos aqui obtidos relativos às espécies Cabralea canjerana e Cedrela fissilis são similares aos en- contrados por Silvestre-Capelato et al. (1996); o mesmo ocorreu com o material de Cedrela odorata examinado por Carreira & Secco (1984) e Roubik & Moreno (1991). Os grãos de pólen das três es- pécies de Cedrela aqui estudados são inseparáveis
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Geologia da planície costeira do estado do Paraná

Geologia da planície costeira do estado do Paraná

Os cordões clunères inciPientes e embrionårios são meno- res que os desenvolvidos, porém podem èPreseñtår comPrimento serîel h¿¡nte, A al tura gerålmente não ul tråP[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Os resultados observados no quadro mostram a dificuldade do ensino médio de manter um ritmo crescente em suas proficiências e é esse quadro de resultados pouco expressivos que endossa [r]

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EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

Para reaver as áreas desmatadas ilegalmente com cunho especulativo, o Conselho Na- cional de Justiça (CNJ) precisa dar sequência aos cancelamentos administrativos dos títulos ilegais em cartórios (Brito & Barreto, 2011). Além disso, uma abordagem inte- grada com fiscalização ambiental, trabalhista, criminal e fiscal precisa ser utilizada nas regiões críticas de desmatamento. As punições geradas por essa abordagem diminui- riam o incentivo à ocupação das terras públicas. As regiões prioritárias para esse tipo de ação, considerando o desmatamento em regiões com terras públicas, incluem o entorno da rodovia BR-163, no sudoeste do Pará, e no entorno da rodovia Transamazô- nica, entre os municípios de Uruará e Itaituba, também no Pará, e no Sul do Amazonas e norte de Rondônia (Barreto e Silva, 2013).
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EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

Segundo as estatísticas setoriais dos últimos anos, aumentaram os níveis de cobertura no serviço de limpeza, bem como os percentuais de coleta de resíduos e disposição para aterros sanitários. Entretanto, ainda há um longo caminho a percorrer, visto que no Brasil medidas que incentivam a produção e aproveitamento energéticos de biogás, a bioestabilização da fração orgânica por meio da compostagem e digestão anaeróbia, assim como a reciclagem de resíduos secos estão bastante distantes do potencial exis- tente e das metas explicitadas no Planares.

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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

Em sua NDC, o Governo brasileiro apresenta metas de redução de emissões com abran- gência válida para “todo o território nacional, para o conjunto da economia, incluindo CO 2 , CH 4 , N 2 O, perfl uorcarbonos, hidrofl uorcarbonos e SF 6 ”. No documento “Fundamentos para a elaboração da Pretendida Contribuição Nacionalmente Determinada (iNDC) do Brasil no contexto do Acordo de Paris sob a UNFCCC” as metas são detalhadas para cada um dos cinco setores cujas emissões são estimadas na “Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima” (MCTI, 2016). Nesta seção são discutidas as metas propostas para os setores de Energia e PIUP e são apresentadas comparações entre a evolução histórica das emissões, a meta proposta pela NDC brasileira e a meta da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). O Quadro 3, a seguir, apresenta um histórico (1990 e 2005) e as metas publicadas pelo governo brasileiro para as emissões associadas aos setores de Energia e PIUP e para as emissões totais.
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