Top PDF Hipotensão intracraniana espontânea: relato de caso.

Hipotensão intracraniana espontânea: relato de caso.

Hipotensão intracraniana espontânea: relato de caso.

MVA, sexo masculino, 45 anos de idade, natural do Rio de Janeiro, apresenta-se com cefaléia há 12 dias, de forte intensidade, holocraniana com nítido predomínio nas regiões frontal e occipital, de caráter pulsátil, acompanhada de náuseas. Negava intolerância a sons intensos, fotofobia ou outras queixas visuais. A dor surgia poucos segundos após a adoção da posição ereta e desaparecia rapidamente ao deitar. Não havia relato de febre

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Injeção inadvertida de metoclopramida no espaço subaracnóideo: relato de caso.

Injeção inadvertida de metoclopramida no espaço subaracnóideo: relato de caso.

As tubulações dos gases hospitalares possuem padroniza- ção internacional de cores, porém, o mesmo não ocorre com as ampolas. Assim, é passível que ocorram injeções aciden- tais de drogas que são apresentadas em ampolas muito se- melhantes. O objetivo deste relato é mostrar um caso de inje- ção inadvertida de metoclopramida no espaço subaracnói- deo em paciente obstétrica.

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Esclerite infecciosa espontânea por Nocardia asteroides: relato de caso.

Esclerite infecciosa espontânea por Nocardia asteroides: relato de caso.

Objetivo: Relato de caso raro de esclerite infecciosa por Nocardia asteroi- des, em paciente sem fatores de risco para esclerite. Métodos: Paciente feminina, de 38 anos, apresentando olho vermelho e dor durante 1 mês, com esclerite nodular no olho direito. Sem história prévia de trauma ou cirurgia ocular. Exames laboratoriais normais, sem doenças sistêmicas ou imuno- depressão. Foi submetida à biópsia diagnóstica, com ressecção conjuntival da área acometida, cuja cultura evidenciou Nocardia asteroides. Fez tratamento sistêmico com sulfametoxazol-trimetropima e tópico com colírio de amicacina. Após dois meses de tratamento apresentou remissão total do processo infeccioso e acuidade visual final corrigida 20/20. Conclusão: O diagnóstico e tratamento precoces na esclerite infecciosa por Nocardia asteroides podem permitir prognóstico visual satisfatório.
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Anestesia para craniotomia em paciente acordado: relato de caso.

Anestesia para craniotomia em paciente acordado: relato de caso.

O objetivo deste relato de caso foi apresentar a técnica de sedação com propofol e remifentanil associada ao blo- queio do escalpo com a ropivacaína em uma neurocirurgia para exérese de tumor. Essa técnica permitiu os principais tempos cirúrgicos sem ocorrência das principais compli- cações descritas, como agitação psicomotora, depressão respiratória, alterações hemodinâmicas e sonolência exces- siva, sem manipulação das vias aéreas, e, principalmente, não interferiu na avaliação cognitiva do paciente. 6-9

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Anestesia em gestante com hipertensão intracraniana por meningite tuberculosa: relato de caso.

Anestesia em gestante com hipertensão intracraniana por meningite tuberculosa: relato de caso.

RELATO DO CASO: Paciente branca, 32 anos, 60 kg, 1,62 m de estatura, na 36ª semana de idade gestacional, agendada para interrupção cirúrgica da gestação por apresentar-se tetraparética, com hidrocefalia decorrente de meningite tuberculosa. Escolheu-se a anestesia geral para a cesariana com indução em seqüência rápida e manobra de Sellick para a intubação traqueal. As drogas utilizadas foram tiopental (250 mg), rocurônio (50 mg), fentanil (100 µg) e lidocaína (60 mg) por via venosa. A indução anestésica foi suave e mantida com isoflurano até o início do fechamento da pele da paciente, com mínimas alterações de seus sinais vitais e do recém-nascido, que recebeu índice de Apgar 8 e 9, no 1º e 5º m i n u t o s , r e s p e c t i v a m e n t e . A p a c i e n t e d e s p e r t o u precocemente, sem deficits neurológicos adicionais. CONCLUSÕES: A anestesia geral ainda é a técnica anestésica preferida para cesariana em gestantes com hipertensão intracraniana, utilizando-se drogas de meia-vida curta e que tenham mínima interferência na pressão intracraniana e no recém-nascido.
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Fístula arteriovenosa dural intracraniana com drenagem perimedular: relato de caso.

Fístula arteriovenosa dural intracraniana com drenagem perimedular: relato de caso.

Este relato visa chamar a atenção para uma pa- tologia rara, de etiologia e fisiopatologia comple- xas, que deve fazer parte do diagnóstico diferencial em todo caso de mielopatia cervical progressiva as- cendente, com RM evidenciando edema medular. Nestas situações torna-se necessária a realização de angiografia cerebral e medular.

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Complicação orbital e intracraniana devido à rinossinusite aguda: relato de caso.

Complicação orbital e intracraniana devido à rinossinusite aguda: relato de caso.

O comprometimento orbital secundário à rinossinusite se deve a extensão direta da infecção através dos espaços perivasculares e deiscências ósseas da lâmina papirácea ou por tromboflebite das veias oftálmicas, facilitada pela inexistência de válvulas neste sistema venoso (4, 5, 7). A classificação proposta por Mortimore e Wormald baseia-se em achados tomográficos subdividindo as celulites orbitárias em pré e pós-septal (10). A celulite pré-septal, assim como Complicação orbital e intracraniana devido à rinossinusite aguda: Relato de caso. Souza et al.
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Hipotensão intracraniana espontânea tratada com tamponamento sanguíneo peridural: relato de caso.

Hipotensão intracraniana espontânea tratada com tamponamento sanguíneo peridural: relato de caso.

RELATO DO CASO: Paciente do sexo feminino, 33 anos, branca, há 7 meses com quadro de cefaleia ortostática diá- ria, holocraniana, acompanhada de náuseas e vômitos, de- sencadeada pelo ortostatismo e aliviada pelo decúbito. Sem história de punção dural ou outra causa de fístula. História prévia de enxaqueca há mais de 10 anos. Ao exame neuro- lógico sem déicits, porém com diiculdade para deambu- lar devido a tonturas e cefaleia. Punção lombar evidenciou hipotensão liquórica. Foi realizado TSP em nível de L 3 -L 4 com 20 mL de sangue autólogo, sem intercorrências e com resolução da cefaleia.
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Relato de caso: otoliquorreia espontânea em adulto.

Relato de caso: otoliquorreia espontânea em adulto.

A derivação lombar pode ser utilizada como adjuvante no pós-operatório por diminuir a pressão intracraniana. Seu uso no pós-operatório é controverso pelo risco de potenciais complicações como meningite, cefaleia ou obstrução do cateter (10). No caso descrito a drenagem lombar foi utilizada por 72 horas, sem complicações.O uso de antibioticoprofilaxia não é referido por muitos autores, porém há relato do uso de Ceftriaxone 1g de 8/8 horas (10). No nosso caso optamos por Ceftriaxone 2g de 12/12 horas como medida profilática.

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Pseudomigrânea com pleocitose liquórica: monitorização intermitente da pressão intracraniana. Relato de caso.

Pseudomigrânea com pleocitose liquórica: monitorização intermitente da pressão intracraniana. Relato de caso.

RESUMO – A pseudomigrânea com pleocitose é uma desordem benigna e auto limitada, caracterizada por sintomas recorrentes, sugestivos de migrânea associada a comprometimento neurológico focal e a alterações no líquido cefalorraquidiano. Monitorizamos a pressão intracraniana em um paciente com este diagnóstico durante os seus períodos sintomáticos e assintomáticos. O paciente foi submetido a três punções lombares com análise citoquímica demonstrando aumento de leucócitos, predominando monomorfonucleares, sem a identificação de agente etiológico. Durante a primeira e a terceira punção lombar o paciente apresentava sintomas neurológicos e cefaléia com características de migrânea, sua pressão intracraniana era de 400 e 440 mmH2O respectivamente. Em um momento assintomático realizamos nova punção lombar ao qual demonstrou pressão intracraniana de 190 mmH20. Os mecanismos fisiopatológicos desta desordem permanecem ainda desconhecidos, existindo algumas evidências que ela esteja relacionada a fenômenos autoimunes, que durante os períodos sintomáticos produzem uma redução no fluxo sangüíneo cerebral assemelhando-se a depressão alastrante. Os achados neste relato de caso sugerem a possibilidade de influência das oscilações da pressão intracraniana nos possíveis mecanismos fisiopatológicos da pseudomigrânea com pleocitose.
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Hipotensão intracraniana secundária a fístula liquórica radicular espontânea: relato de caso.

Hipotensão intracraniana secundária a fístula liquórica radicular espontânea: relato de caso.

RESUMO - A hipotensão intracraniana espontânea é síndrome rara, caracterizada pela diminuição da pressão no líquido cefalorraquidiano (LCR), nos valores de 50 a 70 mm H 2 O, e cefaléia postural. O diagnóstico é feito através do quadro clínico, da medida da pressão do LCR e do estudo radiológico do encéfalo e da coluna vertebral. O reconhecimento dessa patologia tem sido crescente em razão de suas características próprias que permitem distingui-la de processos meníngeos inflamatórios ou de tumores, evitando assim investigações desnecessárias. Relatamos um caso de hipotensão intracraniana secundária a fístula liquórica radicular espontânea em um homem de 34 anos e fizemos revisão da literatura sobre os aspectos clínicos, diagnósticos e terapêuticos dessa entidade de incidência incomum.
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Remissão espontânea de um granuloma eosinofílico orbitário após biópsia: relato de caso e revisão da literatura.

Remissão espontânea de um granuloma eosinofílico orbitário após biópsia: relato de caso e revisão da literatura.

Objetivo: Relatar o caso de paciente de 17 anos de idade com granuloma eosinofílico (GE) na parede superior da órbita com regressão espontânea após biópsia. Métodos: Relato de caso. Resultados: Remissão espontânea após biópsia incisional, via palpebral, de lesão de teto orbitário, sem evi- dências clínicas e tomográficas de recorrência com seguimento de 22 meses. A análise histopatológica da biópsia confirmou granuloma de as- pecto proliferativo apresentando macrófagos, eosinófilos e células de Langerhans sem características neoplásicas. Conclusão: A remissão espontânea do caso descrito levanta a hipótese de que seguimento cui- dadoso de pacientes com GE orbitário, confirmado por biópsia incisional, com exames de controle rotineiros, pode ser uma maneira menos invasiva e eficaz de abordagem.
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PRESENÇA DE AMELOBLASTOMA EM JOVEM DO GENERO MASCULINO: RELATO DE CASO

PRESENÇA DE AMELOBLASTOMA EM JOVEM DO GENERO MASCULINO: RELATO DE CASO

Os ameloblastomas são neoplasias odontogênicas benignas de origem epitelial com comportamento localmente agres- sivo. Acometem predominantemente a mandíbula e podem atingir proporções variadas de acordo com o tempo de evolução. Manifestam-se geralmente entre a terceira e quinta décadas de vida. O tratamento conservador, muitas vezes associado a procedimentos adicionais, tem sido usado como opção de escolha para muitos que tratam deste tipo de tumor. Sendo assim este trabalho tem como objetivo apresentar, através de um relato de caso clínico, a remoção de um ameloblastoma na região posterior da mandíbula. PALAVRAS-CHAVE: Ameloblastoma, maxilomandibular, tratamento.
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Hipotensão intracraniana espontânea: relato de caso.

Hipotensão intracraniana espontânea: relato de caso.

O aumento na taxa de absorção do LCR não tem causas definidas e a cisternocintilografia mostra padrão de fluxo normal do isótopo, com atividade sistêmica (recuperação do material na be[r]

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Dissecção coronariana espontânea: relato de caso.

Dissecção coronariana espontânea: relato de caso.

Os homens diagnosticados têm características diferentes. São mais idosos (em média 55,7 anos), e com múltiplos fatores de risco para doença aterosclerótica. As placas podem romperem-se, gerando uma solução de continuidade na íntima, conseqüentemente um hematoma abaixo da camada, dissecando-a [4]. Apesar da sua gravidade, os pacientes com a dissecção relacionada à aterosclerose parecem ter um curso mais benigno, pois têm chance de desenvolver uma rede de circulação colateral [4]. No caso relatado, a doença aterosclerótica não foi demonstrada na artéria coronária que apresentou dissecção.
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Tratamento endovascular de fístula arteriovenosa vertebral espontânea em criança: relato de caso.

Tratamento endovascular de fístula arteriovenosa vertebral espontânea em criança: relato de caso.

A faixa etária pediátrica constitui um grupo es- pecial de pacientes, em virtude do maior risco de complicações, sendo a abordagem endovascular com oclusão da fístula, por balão destacável, o método de escolha no tratamento desta enfermidade. Rela- tamos um caso de fístula vertebro jugular (FVJ) es- pontânea, em criança, tratada com balão destacável, obtendo-se oclusão total da fístula, sem danos ao sistema vertebrobasilar.

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Resolução espontânea de lesão em alça de balde do menisco medial: relato de caso e revisão da literatura.

Resolução espontânea de lesão em alça de balde do menisco medial: relato de caso e revisão da literatura.

No caso do nosso paciente, a lesão em alça de balde ocorreu no menisco medial. Como no exame de RM de controle não foi visualizado o fragmento meniscal, estando este menisco de volume normal em relação ao exame anterior, e apresentando apenas pequeno sinal irregular no corno posterior, concluímos que tenha ocorrido resolução espontânea da lesão.

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Aneurisma dissecante de artéria vertebral intracraniana fenestrada submetido ao tratamento endovascular: relato de caso.

Aneurisma dissecante de artéria vertebral intracraniana fenestrada submetido ao tratamento endovascular: relato de caso.

RESUMO - Aneurismas dissecantes da artéria vertebral em seu segmento intracraniano são lesões pouco comuns, principalmente quando associadas a hemorragia subaracnóidea, sendo também raras as fenestrações da artéria vertebral. Apresentam elevada morbidade e mortalidade, com elevado índice de ressangramento e dificuldade de abordagem cirúrgica. Apresentamos o caso de um homem de 19 anos, o qual foi vitima de agressão física em região occipto-cervical, apresentando hemorragia subaracnóidea e aneurisma dis- secante na artéria vertebral direita, a qual era fenestrada, sendo submetido ao tratamento endovascular. Realizamos revisão da literatura sobre o assunto, sendo colocado o tratamento endovascular como uma opção terapêutica para estes casos.
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Luxação espontânea do polietileno após artroplastia de revisão de joelho: relato de caso.

Luxação espontânea do polietileno após artroplastia de revisão de joelho: relato de caso.

A luxac¸ão do polietileno em artroplastia do joelho é uma complicac¸ão rara. O principal fator desencadeante é a falha no mecanismo de travamento, que pode ser decorrente de erros técnicos na inserc¸ão, do trauma ou ainda de falha do implante. Os autores relatam caso de luxac¸ão do polietileno a partir da base tibial, nove anos após artroplastia de revisão. Acredita-se que seja o primeiro caso relatado na literatura nacional.

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Hipertensão intracraniana com manifestações oculares associada ao uso de tetraciclina: relato de caso .

Hipertensão intracraniana com manifestações oculares associada ao uso de tetraciclina: relato de caso .

Os autores relatam o caso de uma paciente jovem, do sexo feminino, que desenvolveu quadro de hipertensão intracraniana benigna com manifes- tações oculares em concomitância ao uso de tetraciclina para o tratamento de otite. Esta é uma reação adversa rara deste medicamento, descrito em bula e com alguns relatos de caso em literatura internacional.

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