Top PDF Identificação de ilhamento elétrico em redes de transmissão de energia

Identificação de ilhamento elétrico em redes de transmissão de energia

Identificação de ilhamento elétrico em redes de transmissão de energia

A operação em tempo real de um sistema elétrico de potência (SEP) é uma tarefa extremamente complexa, e por isso exige diversas funções de análise e controle da rede. Dessa forma, a interrupção no abastecimento de energia e a formação de ilhas elétricas nos sistemas de transmissão representa um ponto crucial para análise de confiabilidade do sistema. Consequentemente, a detecção e identificação correta de "ilhamento" elétrico devem ser realizadas o mais rápido possível. Neste contexto, o iIlhamento elétrico ocorre quando subconjuntos da rede de transmissão ficam eletricamente isolados do sistema interligado de potência. Dada a importância do tema, o objetivo deste trabalho de conclusão é implementar em computador um algoritmo capaz de detectar e identificar ilhamento elétrico em redes de transmissão, e além disso, identificar ramos (linhas) críticos. O diferencial deste trabalho é a possibilidade da identificação de ramos críticos para sistemas conexos ou não, através da adição de pseudo-informações críticas. Para verificar a eficácia do algoritmo, são utilizados sistemas elétricos simples (de dimensão reduzida) e os sistemas bem conhecidos do IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers): sistema de 14 barras e 30 barras.
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Identificação expedita de soluções de reposição de serviço em redes de transmissão

Identificação expedita de soluções de reposição de serviço em redes de transmissão

O início do uso comercial da eletricidade só ocorreu em meados de 1870. Durante esse pe- ríodo, as lâmpadas de arco eram a norma. Estas eram utilizadas na iluminação pública e em faróis. Em 1882, em Nova Iorque, Thomas Edison concebeu o primeiro sistema elétrico de energia. A histórica central de Pearl Street Sation era constituída por um gerador, cabo, fusível, contador e cargas. Este sistema era DC e alimentava 59 consumidores distribuídos por um raio de 1,5 km, através de um gerador elétrico movido a vapor. Thomas Edison foi então um os grandes pioneiros de uma indústria que viria a tomar enormes proporções, pois traçou o caminho a novos sistemas semelhantes que viriam a ser implementados em várias cidades por todo o mundo. Em Portugal, a primeira empresa de eletricidade, a Companhia Portuguesa de Eletricidade, foi fundada em 1880. Os primeiros passos da indústria, e da eletricidade em terras lusitanas foram a instalação de luz elétrica em fábricas de têxteis, como a Real Fábrica de Fiação em Tomar. Desde o arranque da Pearl Street Station que os SEE têm vindo a sofrer sucessivas expansões e melhorias tecnológicas sendo que estas desencadearam uma evolução significativa, sendo possível verificar: [3][4][5]
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Projeto de ilhamento controlado em redes de energia elétrica

Projeto de ilhamento controlado em redes de energia elétrica

A seleção do conjunto de corte pode ser modelada através de um problema de otimização empregando-se a teoria grafo-algébrica de modo a maximizar ou minimizar uma função custo (objetivo) do problema como: promover o menor corte de carga para estabelecer o melhor balanceamento entre a relação carga-geração das ilhas formadas, minimizar o número de equipamentos de transmissão desligados ou a interrupção de contratos de compra e venda de energia elétrica, entre outros (WANG; VITTAL, 2004).

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Gerenciamento de riscos em ativos de empresas de transmissão de energia do sistema elétrico brasileiro

Gerenciamento de riscos em ativos de empresas de transmissão de energia do sistema elétrico brasileiro

Observa-se que a primeira questão está associada à conseqüência da falha, indicando, portanto o grau de gravidade, enquanto que a segunda questão leva a identificação da possibilidade de ocorrência da falha. Assim a combinação da gravidade e da freqüência da falha dá uma visão adequada do grau de risco de um sistema. Dentro dessa consideração o risco é entendido como uma função direta da conseqüência e da freqüência. A composição desses aspectos em termos quantitativos é incluída em uma matriz de risco que de forma didática pontua o risco. Considerando que a formulação dessa matriz tem um caráter empírico em face da característica de avaliação, com base no sentimento, muitos autores adotam graduação de gravidade e de freqüência de modo variado, mas que tentam atingir de forma aproximada os níveis de riscos dentro de uma faixa aceitável que permite uma decisão adequada. Dentre as considerações dessas graduações pode-se adotar a seguinte:
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Aplicação de algoritmos genéticos e teoria dos conjuntos Fuzzy no dimensionamento de sistemas de monitoração para redes de transmissão de energia elétrica.

Aplicação de algoritmos genéticos e teoria dos conjuntos Fuzzy no dimensionamento de sistemas de monitoração para redes de transmissão de energia elétrica.

Por outro lado, a determinação do número mínimo de medi- dores de QEE busca estabelecer o número de equipamentos necessários para se monitorar todo um sistema de potência com a menor redundância possível. Isto é, considerando o caso limite (no qual cada barra do sistema teria que ser mo- nitorada por pelo menos um medidor), cada uma das pertur- bações a que o sistema pode vir a ser submetido, seria “ob- servada” por pelo menos um dos medidores instalados. O conceito de Grau de Observabilidade representa essa ca- racterística de um dado sistema elétrico de potência, em ter as perturbações a que ele possa vir a ser submetido “obser- vadas” por pelo menos um dos medidores a serem instalados no mesmo. O intuito deste conceito é o de permitir a quan- tificação da qualidade de um sistema de medição diante das possíveis perturbações. Portanto, este termo verifica a ampli-
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Análise da influência de sistemas embarcados no setor elétrico: tecnologia na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil e no mundo

Análise da influência de sistemas embarcados no setor elétrico: tecnologia na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil e no mundo

Muitos países até hoje utilizam as redes elétricas de maneira tradicional: um sistema unidirecional, levando a energia das unidades geradoras até os centros consumidores, um processo que envolve perdas durante a transmissão e distribuição. Em muitos casos ainda utiliza-se medidores eletromecânicos que registram o consumo total dentro de um período de tempo para tarifação. (AMARAL; SOUZA; FERNANDES; VALE; GASTALDELLO, 2014). O sistema atual não é mais capaz de suprir as demandas impostas pela sociedade, principalmente as relacionadas a recursos energéticos distribuídos, e atender requisitos ambientais cada vez mais restritivos (CARRIJO; LOTERO, 2012). Neste contexto, pretende-se apresentar as vantagens, motivações, implicações e desafios na inserção e aplicação de novas tecnologias neste setor.
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Simulação e Controle de Manobras de Ilhamento de um Autoprodutor de Energia Elétrica

Simulação e Controle de Manobras de Ilhamento de um Autoprodutor de Energia Elétrica

O crescimento populacional, tecnológico e econômico faz com que haja um crescimento constante da utilização de energia elétrica, já que a vida moderna é dependente de energia. Visando maior autonomia das redes de energia, observa-se a necessidade da inclusão de novas fontes de energia acompanhada de sistemas de gerenciamento que garantam um fornecimento e um consumo de energia eficiente e confiável. Neste contexto, destaca-se o conceito de microrrede, que são redes constituídas por fontes geradoras de energia, cargas elétricas e elementos armazenadores que funcionam em paralelo com a rede principal estando aptas também a operarem no modo isolado (também chamado de ilhado). A operação correta de uma microrrede envolve o projeto e desenvolvimento de um sistema de controle capaz de corrigir erros na tensão e na frequência mantendo o sistema estável, seja em modo conectado ou ilhado. Neste trabalho, a simulação da microrrede de uma usina siderúrgica e de seus controles é apresentado. O sistema elétrico que será avaliado é de uma central termoelétrica de uma usina siderúrgica, constituída basicamente por geradores síncronos acionados por turbinas a vapor, cargas do processo e os controles responsáveis por manter a operação estável. Estes controles são os controles de excitação, de carga e frequência (também chamado de controle suplementar) e de sincronismo. Esta usina, através de gases oriundos de processos siderúrgicos, é capaz de produzir toda a energia necessária para suprir sua demanda, sendo então autossuficiente em potência elétrica. Além disso, ela também está apta a operar isolada da rede elétrica da concessionária. Este sistema proposto será simulado usando o software PSCAD a fim de comprovar a eficiência dos controles de excitação, suplementar e sincronismo aplicados em uma microrrede frente às manobras operacionais praticadas atualmente na planta siderúrgica. Existem 10 manobras operacionais distintas que podem ser praticadas nesta planta, porém a mais crítica é a de ilhamento, ou seja, aquela que efetua o procedimento de desconexão do sistema com a rede da concessionária e mantem este sistema operando no modo ilhado ou isolado. Esta é a manobra que será avaliada neste trabalho, que apresentará propostas de melhorias para que esta manobra seja feita de forma mais eficiente.
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Um algoritmo Branch and Bound para o problema  da alocação ótima de monitores de qualidade de  energia elétrica em redes de transmissão

Um algoritmo Branch and Bound para o problema da alocação ótima de monitores de qualidade de energia elétrica em redes de transmissão

Uma energia de boa qualidade pode ser entendida como aquela em que a forma de onda da tensão é senoidal cujos parâmetros (amplitude, freqüência e fase) estejam dentro de limites pré-definidos pelos órgãos reguladores. As fontes de distúrbios que afetam a qualidade da energia elétrica são aquelas que de alguma forma provocam distorções no sinal de tensão comprometendo a qualidade da energia entregue ao consumidor. O fato é que grandes cargas conectadas aos sistemas, bem como a ocorrência de faltas no mesmo, afetam a perda da qualidade de energia. Exemplos de fontes “poluidoras” são: (a) fornos à arco que provocam variações na amplitude da tensão; (b) Inversores de freqüência e cargas não lineares que elevam o nível de componentes harmônicas na tensão; (c) Faltas no sistema que causam variações no valor da amplitude e fase da tensão; (d) entrada e saída de grandes cargas que produzem efeitos semelhantes a (e); entre outras.
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A utilização da modelagem ambiental para sistematização do conhecimento tácito: identificação de corredores preferenciais para linhas de transmissão de energia elétrica.

A utilização da modelagem ambiental para sistematização do conhecimento tácito: identificação de corredores preferenciais para linhas de transmissão de energia elétrica.

A definição da presença ou ausência de linha de energia estabelece uma variável dependente binária, com comportamento de uma função logística quando variada por um conjunto de variáveis explicativas. Como uma função logística tem características não lineares de regressão, há a necessidade da linearização dessa função para que seja possível determinar a capacidade ou qual a participação de cada variável explicativa na presença ou ausência da variável dependente (MENDES E CANALES 2011). A linearização da função ocorre de uma forma simplista, quando o intervalo de valores possíveis da variável dependente deixa de ser binário, ou seja, assumir o valor 0 ou 1. A divisão da probabilidade de P(Z │B∩C…∩N) por P(Z'│B∩C…∩N) fornece a chance de ocorrência da variável dependente. Este conceito é denominado Odds (O) e tende ao ∞ quando a probabilidade de Z tende a 1 (Equação 3).
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Transmissão oportunística de informação em redes veiculares

Transmissão oportunística de informação em redes veiculares

Figure 4.18: Four static boards running IBR-DTN connected via standard IEEE 802.11p In this test, all links represented in figure were up and a bundle was ready to be sent from node A to[r]

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Adaptação da taxa de transmissão em redes veiculares

Adaptação da taxa de transmissão em redes veiculares

Resumo Ao longo dos ´ ultimos anos, v´ arios progressos em comunica¸ c˜ oes sem fios tˆ em extendido investiga¸ c˜ oes a novas ´ areas, onde solu¸ c˜ oes baseadas em re- des com fios s˜ ao impratic´ aveis. Neste contexto apareceram as Vehicular Ad hoc NETworks (VANETs), uma classe emergente das redes Ad Hoc, para interliga¸ c˜ ao e comunica¸ c˜ ao entre ve´ıculos. Devido ` as suas caracter´ısticas peculiares como alta mobilidade, topologia dinˆ amica, frequente perda de conectividade, as VANETs enfrentam v´ arios desafios para definir protolocos e mecanismos fi´ aveis, como a adapta¸ c˜ ao da taxa de transmiss˜ ao. De facto, a monitoriza¸ c˜ ao do tr´ afego das ruas atrav´ es de aplica¸ c˜ oes s˜ ao o n´ ucleo das VANETs cujo desempenho depende da taxa de envio de pacotes e da taxa de sucesso que estas redes conseguem oferecer. Mecanismos de adapta¸ c˜ ao da taxa de transmiss˜ ao tˆ em como objetivo evitar a degrada¸ c˜ ao do desempenho da rede devido a uma escolha muito elevada da taxa de transmiss˜ ao, quando a qualidade do canal est´ a deteorada, ou devido ` a utiliza¸ c˜ ao de uma taxa muito baixa quando as condi¸c˜ oes da qualidade do canal melhoram. Uma vez que os dispositivos que operam segundo a norma IEEE 802.11p supor- tam v´ arias taxas de transmiss˜ ao, ´ e importante que estes possam adaptar a taxa de forma dinˆ amica de modo a obter um desempenho elevado. As- sim ´ e essencial ter um mecanismo de adapta¸ c˜ ao da taxa de transmiss˜ ao que seja robusto e capaz de lidar com elevadas flutua¸c˜ oes e assimetrias do canal, transmiss˜ oes em rajada e de dura¸c˜ ao inconstante, e perda de pacotes devido `
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Transmissão de vídeo sobre redes emalhadas

Transmissão de vídeo sobre redes emalhadas

As redes Wireless Mesh (Wireless Mesh Networks) são um exemplo específico das redes ad- hoc. Quando um grupo de dispositivos de rede (nós) pretende partilhar pacotes de informação, sem ter que aceder a uma estrutura fixa e pré-determinada, forma aquilo que habitualmente se designa por uma rede ad-hoc (possivelmente móvel). Estas redes são utilizadas em situações em que uma estrutura de rede não se encontra disponível ou não se tem a certeza da segurança dessa mesma estrutura ou ainda em situações de emergência. As suas aplicações cobrem áreas tão diver- sas como a área militar (busca e salvamento em situações de desastre), a área empresarial (redes de tempo limitado presentes em salas de reuniões), a área da aeronáutica (aeroportos), entre outras áreas. As redes Wireless Mesh face às redes ad-hoc apresentam uma estrutura fixa (não sendo pré-determinada), em que os nós se encontram numa topologia em malha e que se organizam e se configuram automaticamente permitindo a ligação à rede de dispositivos móveis, utilizando inter- faces sem fios, reduzindo desta forma a sua complexidade [ 3 ]. Para além disso, são redes Wireless Multi-Hop, isto é, para a comunicação dos dados é necessário que estes atravessem diferentes nós intermédios, antes de alcançar o destino desejado. Neste sentido as redes Wireless Mesh vão ter um lugar de destaque num futuro próximo, pois são caracterizadas principalmente pela sua sim- plicidade e baixo custo [ 4 ].
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Leilões de transmissão de energia: uma análise da concorrência

Leilões de transmissão de energia: uma análise da concorrência

A temática proposta é norteada pelo exame dos relatórios dos resultados dos leilões, colocados à disposição pública no site da ANEEL. O deságio em relação a RAP pode servir como um dos indicadores do grau de concorrência, podendo dar sinais do nível de eficiência que está sendo obtido com o formato no qual os leilões estão organizados. Sendo assim, esse trabalho tenta esclarecer a relação entre os resultados obtidos e a maneira como é organizado o Sistema Elétrico Brasileiro (mais precisamente as concessões no setor de transmissão), e, para isso, serão abordados os autores da temática e a legislação pertinente. Por fim, são coletados dados fornecidos pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e do Ministério de Minas e Energia.
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Otimização de sistemas de transmissão de energia sem fios

Otimização de sistemas de transmissão de energia sem fios

Energia ´ e um bem essencial ` a manuten¸ c˜ ao da vida humana. O mercado de dispositivos eletr´ onicos tem vindo a crescer exponencialmente e s˜ ao in´ umeros os dispositivos alimentados a baterias. Seria perfeito um mundo onde se prescindisse de cabos dedicados para carregamento dessas baterias ou at´ e mesmo ausˆ encia delas. Com o aumento da necessidade de tornar os dispositivos eletr´ onicos aut´ onomos devido, por exemplo, ao dif´ıcil acesso de um sensor que torna impratic´ avel a reposi¸c˜ ao de baterias e ` a diminui¸ c˜ ao da polui¸ c˜ ao associada a estas, levou a um correspondente interesse em desenvolver tecnologias que permitam tal autonomia. Os avan¸ cos ao n´ıvel da miniaturiza¸ c˜ ao e da nanotecnologia significam que cada vez mais pequenos objetos ter˜ ao a capacidade de interagir e se conectar. A combina¸ c˜ ao destes desenvolvimentos criar´ a uma Internet of Things (IoT) (figura 1.1) [1] que liga os objetos do mundo de um modo sensorial e inteligente. Assim, com os benef´ıcios da informa¸ c˜ ao integrada, os produtos industriais e os objetos de uso di´ ario poder˜ ao vir a ser equipados com sensores que detetam mudan¸cas f´ısicas ` a sua volta. Prevˆ e-se um futuro em que poderemos usar roupa inteligente que se adapta ` as caracter´ısticas da temperatura ambiente, a passagem por um sensor ir´ a indicar- nos qual a manuten¸ c˜ ao que o nosso carro necessita, poderemos usar os ´ oculos de sol para receber uma chamada v´ıdeo e os cuidados m´ edicos poder˜ ao ser prestados antecipadamente, gra¸cas a diagn´ osticos mais eficientes e r´ apidos. A IoT ir´ a sofrer de um problema bastante complexo que ser´ a a necessidade de energia para o correto funcionamento dos mais variados dispositivos podendo a t´ ecnica de transmiss˜ ao de energia sem fios ser uma solu¸ c˜ ao bastante vi´ avel e eficiente.
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Identificação de perigos na recapacitação de linhas de transmissão

Identificação de perigos na recapacitação de linhas de transmissão

3.1 O que é Gerenciamento de Riscos 3.2 O entendimento do Problema 3.3 Identificação de perigos 3.4 Novos Diagramas Lógicos 3.5 Relações de dependência entre Eventos 3.6 Single Value Net[r]

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Vibrações em linhas de transmissão de energia elétrica

Vibrações em linhas de transmissão de energia elétrica

0 objetivo deste estudo ê verificar a influência de neu- tralizadores dinâmicos na redução dos níveis de vibração de cabos de linhas de transmissão de energia eletrica. Para tanto, ê desen volvido um modelo matemático que, utilizado na elaboração de um programa de computação, permite analisar o comportamento vibrato- rio inicialmente apenas do cabo, e na seqüência do conjunto cabo- -neutralizador, quando estes são excitados por uma força lateral concentrada. Através deste programa ê possível determinar, para cada ponto do cabo sob vibração, os parâmetros; deslocamento late ral, deslocamento angular, momento fletor e esforço cortante. 0 conhecimento dos parâmetros acima permite então a otimização tan­ to da localização como das características físicas de um determi­ nado tipo de neutralizador, ou a comparação da eficiência entre vários tipos.
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Tutorial de tratamento de falhas relacionadas a redes de transmissão em redes de telecomunicações

Tutorial de tratamento de falhas relacionadas a redes de transmissão em redes de telecomunicações

falha massiva, eliminando o tempo que seria gasto pelo CRM realizando check list com os clientes. Quando um e-mail do CRM chega ao CGR informando sobre falhas massivas este e-mail é analisado pelo supervisor do CGR e o caso é enviado para a equipe responsável. Quando não identificado para onde deve ir o incidente é enviado para a equipe de Acesso que verifica se a falha esta relacionada aos seus equipamentos, se for necessário serão realizados testes em conjunto com outras equipes, se não for constatada a falha o incidente é passado para a equipe de Transmissão que realizada a analise em sua rede, da mesma forma se não localizar o defeito o incidente é repassado para a equipe de Comutação de a falha for de voz ou de Dados se a falha for Internet. Em qualquer uma das equipes em último caso quando o defeito não é encontrado é realizado o acionamento do Suporte Especializado que realiza novas verificações de equipamentos e realiza testes mais apurados.
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Redes de transmissão de dados em meios submarinos

Redes de transmissão de dados em meios submarinos

Atualmente poucas aplicações das redes acústicas submarinas foram desenvolvidas. A Rede Área Local Acústica (ALAN) para águas profundas foi desenvolvida por Monterey Canyon, CA [76]. A rede foi concebida para transferir dados dos nós de fundo do oceano para uma estação de superfície implementando comando e controlo de sinais na direção inversa. Sempre que um nó pretende enviar uma determinada quantidade de dados, emite uma solicitação ao recetor da superfície relativa ao tamanho de dados que vai ser transmitida. Após a receção do pedido, o recetor da superfície programa o tempo de transmissão (que depende do atraso de propagação) e notifica o nó de origem com um ACK. O nó de origem imediatamente envia o pacote de dados depois de receber o ACK. O pedido, o ACK, e as transmissões dos dados são realizados em faixas de frequências diferentes. Se ocorrer uma colisão no canal onde foi feito o pedido, o recetor tenta decifrar a colisão através do uso de uma estrutura com vários utilizadores, aumentando o débito da rede, eliminando a necessidade de retransmissões. Uma vez que este protocolo baseia-se numa avaliação correta dos tempos de propagação, qualquer erro no processo de avaliação diminui a taxa de transmissão, causando retransmissões. No entanto, uma alternativa para esta solução é fixar o tempo entre transmissões e o tempo máximo de propagação.
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Expansão do sistema de transmissão de energia elétrica no Brasil

Expansão do sistema de transmissão de energia elétrica no Brasil

A interligação Sul-Sudeste teve início com uma linha de transmissão, em 230 kV, entre Chavantes e Ponta Grossa. Atualmente, a interligação entre as regiões Sul e Sudeste é constituída por um sistema composto por três circuitos em 765 kV, que, além de transmitir a potência da região Sul para a região Sudeste, escoa a energia gerada na usina de Itaipu 60 Hz, através das subestações Ivaiporã, localizada no Estado do Paraná, e Tijuco Preto, em São Paulo. O sistema conta ainda com uma linha de circuito duplo, em 500 kV, entre as subestações Bateias, no Paraná, e Ibiúna, em São Paulo, e uma linha de transmissão, em 525 kV, entre as subestações Londrina, no Paraná, e Assis, em São Paulo, além de linhas de transmissão de menor capacidade que conectam o Estado de São Paulo à área Norte do Estado do Paraná e ao Estado do Mato Grosso do Sul, como mostra a Figura 3.6.
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