Top PDF Iluminação artificial no desempenho de leitões na fase de creche.

Iluminação artificial no desempenho de leitões na fase de creche.

Iluminação artificial no desempenho de leitões na fase de creche.

RESUMO. Objetivou-se com este trabalho avaliar o desempenho produtivo dos animais influenciados por programas de luz na fase de creche. O experimento foi realizado na Embrapa Suínos e Aves. Os tratamentos foram associados à iluminação da sala, sendo em cada sala aplicado um tratamento diferente: Programa LN – Iluminação natural (controle); Programa 16L:8E – Programa de iluminação artificial de 16 horas diárias de luz e 8 horas de escuro, mais iluminação solar vinda das janelas; Programa 23L:1E – Programa de iluminação artificial de 23 horas diárias de luz e 1 hora de escuro, mais iluminação solar vinda das janelas. As variáveis consumo de ração e ganho de peso diário foram coletadas diariamente na primeira semana e a cada sete dias após este período. Em todas as semanas estudadas, os programas de iluminação apresentaram diferentes (p < 0,05) valores de lux. Somente na primeira semana, os leitões que receberam iluminação artificial apresentaram maior (p < 0,05) desempenho. Os programas de iluminação avaliados não apresentaram, em fase de creche, melhorias no desempenho dos leitões que justificassem a sua utilização. Palavras-chave: desmame, consumo, leitões, luz.
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Utilização da farinha pré-gelatinizada de milho na alimentação de leitões na fase de creche. Digestibilidade e desempenho.

Utilização da farinha pré-gelatinizada de milho na alimentação de leitões na fase de creche. Digestibilidade e desempenho.

RESUMO - Foram realizados dois experimentos, um de digestibilidade (Experimento I) e outro de desempenho (Experimento II). No experimento de digestibilidade, foram utilizados 16 leitões mestiços, machos castrados, desmamados aos 2l dias de idade e com 6,0kg de peso vivo inicial médio, alojados em gaiolas de metabolismo, contendo dois animais por unidade experimental. O alimento estudado foi a farinha pré-gelatinizada de milho (FPGM). Os coeficientes de digestibilidade CD da matéria seca, da proteína bruta e da energia bruta foram, respectivamente, de 89,2; 78,7 e 90,2%. Os teores de matéria seca digestível, proteína digestível, energia digestível e absorção de água foram, respectivamente, de 81,8%; 6,5%; 3682 kcal/kg e 500%. No experimento de desempenho, foram utilizados 96 leitões mestiços, sendo metade machos castrados e metade fêmeas, desmamados aos 21 dias de idade, em um delineamento em blocos casualizados, com quatro tratamentos, seis repetições e quatro leitões por unidade experimental, conduzido para verificar os efeitos de níveis crescentes de substituição (0; 33; 66; 100%) do milho comum pela FPGM sobre o desempenho de leitões na fase de creche (21-63 dias de idade). Concluiu-se que a FPGM substituiu o milho comum até o nível de 23,7% em rações fareladas, compostas de milho, farelo de soja e núcleo comercial, para leitões na fase de 21 a 63 dias de idade.
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Desempenho de leitões na fase de creche alimentados com rações contendo proteína concentrada de soja.

Desempenho de leitões na fase de creche alimentados com rações contendo proteína concentrada de soja.

A PCS é considerada um ingrediente proteico de excelente composição nutricional e que além de ser altamente digestível é livre das proteínas antigênicas que provocam reações de hipersensibilidade na mucosa intestinal dos leitões. Atualmente, na PCS a concentração de oligossacarídeos é de até 3% e de glicinina é de menos que 100 ppm. O objetivo da presente pesquisa foi avaliar se há diferença entre a utilização da proteína concentrada de soja (PCS- 60%) em relação à proteína concentrada de soja hidrolisada com enzima protease por períodos de tempo de duas horas (PCSH-2h) e de 8h (PCSH- 8h) sobre o desempenho de leitões na fase de creche e viabilidade econômica.
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DIETAS SIMPLES E COMPLEXA SOBRE O DESEMPENHO DE LEITÕES NA FASE DE CRECHE.

DIETAS SIMPLES E COMPLEXA SOBRE O DESEMPENHO DE LEITÕES NA FASE DE CRECHE.

Quando se compara o fornecimento de dietas simples ou dietas complexas nesse período, pode-se observar que não ocorre crescimento compensatório e que o desempenho dos leitões até a idade de abate é superior quando recebem dieta altamente digestível logo após o desmame, comparado com uma dieta simples de milho e farelo de soja (DRITZ et al., 1994). Segundo o mesmo autor, as dietas complexas são adequadas para unidades de produção intensivamente manejadas, nas quais é importante maximizar o número de animais que ocupam a mesma instalação por ano. Nesse caso, para reduzir o custo da alimentação, deve-se fornecer as dietas complexas pelo menor período de tempo possível, trocando-se por outra menos complexa em média a cada 14 dias, até o final da fase de creche. Com relação às dietas simples, a vantagem é o baixo custo e a reduzida necessidade de manejo. A desvantagem é o atraso no crescimento após o desmame, que se prolonga até o abate.
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Manose na alimentação de leitões na fase de creche (desempenho, pH de do trato gastrintestinal e peso dos órgãos).

Manose na alimentação de leitões na fase de creche (desempenho, pH de do trato gastrintestinal e peso dos órgãos).

Por outro lado, o farelo de algodão apresentou maior taxa de degradação quando incubado em bovinos, e o caroço de algodão quando incu- bado em bovinos e caprinos, não havendo diferença[r]

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Avaliação nutricional de soja integral desativada e desempenho de leitões na fase de creche.

Avaliação nutricional de soja integral desativada e desempenho de leitões na fase de creche.

Dois experimentos foram realizados para determinar o valor nutricional e verificar o desempenho de leitões dos 6 aos 15kg, alimentados com dietas que continham dois tipos de soja integral desativada, caracterizada pela presença (SC) ou não de casca (SS). No ensaio de digestibilidade total, foram utilizados 15 leitões machos, castrados, com média de peso inicial de 7,36±1,71kg, alojados em gaiolas de metabolismo. Exceto para energia bruta (EB), não foram observadas diferenças entre tratamentos nos coeficientes de digestibilidade da matéria seca, da proteína bruta, do extrato etéreo e da matéria orgânica, e no coeficiente de metabolização da EB entre as duas sojas avaliadas. Os teores de energia digestível e energia metabolizável na matéria natural para SC e SS foram: 3.979 e 4.300kcal/kg; 3.768 e 4.111kcal/kg, respectivamente. No experimento de desempenho, foram utilizados 56 leitões, desmamados aos 21 dias de idade, com média de peso inicial de 6,19±0,67kg. Neste experimento, os leitões receberam os dois tipos de soja integral desativada em três porcentagens de inclusão. Não foram observadas diferenças para as variáveis de desempenho com a inclusão da soja desativada às dietas. Concluiu-se que os tipos e as porcentagens de inclusão da soja podem ser utilizados na dieta de leitões.
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Resíduo de polpas de frutas desidratadas na alimentação de leitões em fase de creche.

Resíduo de polpas de frutas desidratadas na alimentação de leitões em fase de creche.

Dos resultados de desempenho observados na fase inicial-2 e no período total, numericamente, o nível de 50% de substituição do milho pelo RPFD proporcionou maior eficiência de utilização da dieta. A diferença numérica ficou melhor caracterizada no ganho de peso e na conversão alimentar. Embora não tenha havido diferenças estatísticas nas variáveis aferidas no desempenho, entre as dietas com RPFD, verificou-se que aquela com 100% de substituição do milho, quantitativamente, propiciou menor desempenho aos leitões. Essa caracterização dos dados ratifica as observações feitas para a fase inicial-1, quanto à granulometria e textura, destacando- se a redução do consumo em relação a 50 e 75%, mas não em relação à de menor nível ou sem a inclusão do ingrediente-teste, quando a demanda do alimento foi aumentada com o crescimento.
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Utilização do probiótico Protexin® em leitões na fase de creche, submetidos ao desafio...

Utilização do probiótico Protexin® em leitões na fase de creche, submetidos ao desafio...

evidenciada. Constatações semelhantes foram identificadas em outros estudos (ROJELJ et. al., 2002), nos quais é ressaltada a ação do probiótico principalmente promovendo seu efeito característico de exclusão competitiva frente a outros agentes, resultando na melhor integridade intestinal, maior absorção de nutrientes e melhor desempenho. Resultados semelhantes foram também encontrados por Kyriakis et al. (1999) e, contrários a este estudo, nas averiguações conduzidas por outros autores (COLLINDER et al., 2003). Outros pesquisadores destacaram ações diversas do uso dos probióticos, como melhora em alguns índices de produção (JUNQUEIRA et. al., 2001), redução de episódios de diarréia causados por agentes diversos (TRUJANO; ARELLANO, 2004) e potencial para substituição de alguns antibióticos (AVILA et. al., 1998; CHOCT, 2001; KRITAS; SIMON et al., 2003; MORRISON, 2004).
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ANACARDATO DE CÁLCIO COMO PROMOTOR DE CRESCIMENTO ALTERNATIVO PARA LEITÕES NA FASE DE CRECHE

ANACARDATO DE CÁLCIO COMO PROMOTOR DE CRESCIMENTO ALTERNATIVO PARA LEITÕES NA FASE DE CRECHE

O modo de ação dos APC sobre patógenos vão desde interferência na síntese de parede celular, alterações na permeabilidade da membrana citoplasmática, até interferências na replicação cromossômica e na síntese protéica celular. De maneira geral, os efeitos do uso desses aditivos podem ser agrupados em três categorias: efeito metabólico (melhoria do desempenho através de efeito direto sobre o metabolismo do animal), nutricional (alterações na população microbiana e redução da espessura da parede intestinal promovendo maior disponibilidade de nutrientes, principalmente por haver economia de energia e nutrientes para manutenção desses tecidos corporais) e controle de doenças (inibição de bactérias intestinais causadoras de doenças subclínicas, permitindo que os animais expressem ao máximo o seu potencial genético para crescimento e deposição de carne) (LIMA, 1999).
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Relação lisina digestível e energia metabolizável para leitões em fase pré-inicial de creche.

Relação lisina digestível e energia metabolizável para leitões em fase pré-inicial de creche.

Apesar de a eficiência de uso da lisina não ter sido avaliada estatisticamente, os dados médios calculados (Tabela 2) apontam para o menor nível do aminoácido. O maior consumo de lisina e a redução da eficiência no uso do aminoácido, embora não obedeça a uma relação proporcional, torna-se um indicador do custo/benefício. A partir dessa avaliação, é possível avaliar quanto da suplementação de lisina torna-se favorável ao ganho de peso e ao custo da dieta e de produção do suíno em suas respectivas fases. Tokach et al. (2003) constataram resposta linear no ganho de peso e quadrática na eficiência alimentar ao determinarem o nível ótimo de lisina para leitões entre Tabela 3 - Equações de regressão indicando efeito do nível de lisina digestível no experimento de desempenho na fase inicial-1
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GLICERINA BRUTA NAS RAÇÕES PARA LEITÕES NA FASE DE CRECHE.

GLICERINA BRUTA NAS RAÇÕES PARA LEITÕES NA FASE DE CRECHE.

Objetivou-se avaliar a inclusão de glicerina bruta para leitões na fase de creche. No ensaio de desempenho, foram usados 80 animais machos, castrados, com peso inicial de 6,64 ± 0,8 kg. O delineamento foi de blocos ao acaso e os tratamentos consistiram em 0%; 2%; 4% e 6% de glicerina bruta. Houve efeito quadrático para peso final, ganho médio diário e consumo de ração, a máxima inclusão de glicerina bruta foi de 2,77% para maior consumo diário. Para o GMD, o nível de 2,76% de glicerina bruta possibilitou o melhor ganho e peso final; contudo, sem efeito na conversão alimentar. Houve diferença sobre a incidência de diarréia (p=0,014), quando se incluiu 2% de glicerina bruta na dieta. Houve efeito linear decrescente na porcentagem do TGI (p=0,006), intestino delgado (p=0,038), rins (p=0,089) e fígado (p=0,037) dos leitões que não receberam glicerina bruta na ração. Observou-se efeito quadrático no peso relativo do baço e do pâncreas dos leitões, o nível de 2,73% de glicerina bruta resulta em menor peso de pâncreas e 3,04% de glicerina aumentou o peso do baço. O nível de 2,76% de glicerina bruta promove o maior ganho de peso para leitões na fase de creche.
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Farelo de Soja, Soja Integral Macerada e Soja Micronizada na Alimentação de Leitões Desmamados aos 21 Dias de Idade.

Farelo de Soja, Soja Integral Macerada e Soja Micronizada na Alimentação de Leitões Desmamados aos 21 Dias de Idade.

RESUMO - Distribuíram-se 72 leitões desmamados aos 21 dias de idade, com peso de 5,01 ± 0,90 kg, em delineamento de blocos ao acaso, com seis repetições e quatro animais por unidade experimental. Os tratamentos utilizados foram rações com as seguintes fontes protéicas: farelo de soja, soja integral macerada e soja micronizada. Forneceram-se as dietas do desmame aos 42 dias (fase inicial-1) e de 43 a 56 dias (fase inicial-2) de idade. Os efeitos residuais dos tratamentos aplicados durante o período de creche foram avaliados nas fases de crescimento e terminação. Considerando as fases inicial-1, inicial-2 e o período total de permanência na creche, os leitões que receberam farelo de soja mostraram desempenho superior aos demais e aqueles que consumiram a soja integral macerada, maior ganho de peso em relação aos alimentados com soja micronizada na fase inicial-1 e no período total. Quanto ao peso, os benefícios no fim do período de creche puderam ser observados nas fases de crescimento e terminação. Os animais que consumiram farelo de soja atingiram pesos esperados de 50 e 95 kg em menor tempo, em comparação àqueles que consumiram soja micronizada. Em relação aos animais que haviam recebido as dietas com soja micronizada, a redução do período foi de cinco dias na fase de crescimento, seis na fase de terminação e 11 dias para atingir 95 kg de peso vivo, comparados àqueles que receberam farelo de soja. Entre as fontes protéicas provenientes da soja, o farelo é o mais indicado na alimentação de leitões após o desmame. A soja integral macerada deve ser avaliada como alternativa econômica em substituição ao farelo de soja.
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Substituição parcial do farelo de soja por soja integral extrusada na dieta de leitões desmamados.

Substituição parcial do farelo de soja por soja integral extrusada na dieta de leitões desmamados.

RESUMO - Foi desenvolvido um estudo com dois experimentos para avaliação da soja integral extrusada (SIE) como substituta parcial do farelo de soja (FS) na dieta pré-inicial para leitões desmamados aos 21 dias de idade. Em cada experimento foram comparados quatro níveis (0, 20, 40 e 60%) de substituição do FS pela SIE. A substituição do FS pela SIE no experimento 1 provocou aumento linear do consumo diário de ração (CRD) e da conversão alimentar (CA), sem efeito sobre o ganho de peso diário (GPD) no período total da creche. A altura média da mucosa (AMM) do jejuno inferior reduziu linearmente e a do duodeno apresentou efeito quadrático com o aumento dos níveis de SIE na dieta. No experimento 2, a substituição do FS pela SIE proporcionou efeito quadrático sobre o GPD, o CRD e o peso médio ao final da fase de creche (PM35). Foi concluído que a substituição parcial do farelo de soja pela soja integral extrusada na dieta de leitões desmamados aos 21 dias de idade melhorou o desempenho dos leitões na fase inicial após o desmame. No experimento 1, não foi possível determinar qual o valor máximo de substituição do farelo de soja pela soja integral extrusada, uma vez que houve resposta linear no GPD até o nível de 60% de substituição. No entanto, no experimento 2, o melhor resultado de ganho de peso, estimado por intermédio da derivação da equação quadrática, foi de 26,82% de substituição do farelo de soja pela soja integral extrusada, para o período de 0 a 14 dias após o desmame.
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Níveis de fibra em detergente neutro em rações para leitões na fase de creche

Níveis de fibra em detergente neutro em rações para leitões na fase de creche

RESUMO - Foram conduzidos dois experimentos envolvendo 120 leitões, machos castrados, desmamados com 21 dias de idade. No primeiro ensaio foram utilizados 30 animais com peso médio inicial de 7,48 ± 0,46 kg, durante a fase de 21 a 42 dias de idade com objetivo de avaliar o tempo de trânsito gastrointestinal e digestibilidade da energia e nutrientes das rações. No segundo ensaio foram utilizados 90 com peso médio inicial de 6,84 ± 0,48kg, durante a fase de 21 a 70 dias de idade, com o objetivo de avaliar a ocorrência de diarreias e o desempenho zootécnico. Em ambos os experimentos os leitões foram distribuídos em delineamento em blocos casualizados com cinco tratamentos, considerando os níveis de 8,5; 10,5; 12,5; 14,5 e 16,5% FDN e seis repetições, sendo um animal por parcela, no primeiro ensaio, e, três leitões por unidade experimental, no segundo ensaio, sendo os pesos iniciais dos animais o critério para a formação dos blocos. Constatou-se que níveis de FDN abaixo de 10,2 ou acima de 13,5% reduziram o tempo de trânsito da digesta. Foi verificado efeito quadrático do nível de FDN sobre os coeficientes de digestibilidade dos nutrientes e energia, bem como no ganho de peso e conversão alimentar dos animais, não sendo observado efeito na ocorrência de diarreia. Conclui-se que níveis de FDN entre 10,2 e 13,5% reduzem o tempo de trânsito da digesta no trato digestório, enquanto a melhor digestibilidade dos nutrientes e energia das rações foi obtida entre 10 e 11,5% de FDN, sendo o melhor desempenho conseguido com 10% FDN.
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Anacardato de cálcio como promotor de crescimento para leitões na fase de creche

Anacardato de cálcio como promotor de crescimento para leitões na fase de creche

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da inclusão do anacardato de cálcio em rações para leitões, dos 21 aos 42 dias de idade, sobre desempenho, ocorrência de diarreia, parâmetros sanguíneos, morfometria intestinal e pH dos conteúdos gastrintestinais. Foram avaliados 60 leitões desmamados da linhagem comercial Topigs, com peso inicial de 6,049±0,311 kg, distribuídos entre os seguintes tratamentos: rações com ou sem antibiótico promotor de crescimento (bacitracina de zinco) e rações contendo doses crescentes de anacardato de cálcio (0,4, 0,8 e 1,2%), com seis repetições e dois animais por unidade experimental. Não foram observadas diferenças no desempenho (21 a 42 dias de idade), nos parâmetros sanguíneos e na relação altura de vilosidade/profundidade de cripta entre leitões que receberam ração contendo anacardato de cálcio ou antibiótico promotor de crescimento. A substituição de antibiótico promotor de crescimento bacitracina de zinco pelo anacardato de cálcio resulta em desempenho semelhante de leitões dos 21 aos 42 dias de idade, e não altera os parâmetros sanguíneos e a relação altura de vilosidade/profundidade de cripta. A inclusão de anacardato de cálcio na ração não diminui a ocorrência de diarreia em comparação ao antibiótico bacitracina de zinco.
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Farelo de arroz parboilizado em rações para leitões na fase de creche

Farelo de arroz parboilizado em rações para leitões na fase de creche

RESUMO - Foram conduzidos dois ensaios para avaliar a utilização do farelo de arroz parboilizado (FAP) como ingrediente em rações para leitões na fase de creche. No primeiro ensaio foram utilizados 14 leitões machos castrados de mesma linhagem comercial, com peso inicial de 17,2±1,02 kg, para a avaliação nutricional do farelo de arroz parboilizado em ensaio de digestibilidade, utilizando o método de coleta total de fezes. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, sendo dois tratamentos (ração referência e ração teste) e sete repetições por tratamento, sendo a unidade experimental constituída por um animal. O farelo de arroz parboilizado apresentou 2321,08 kcal EM/kg e 17,15%PB. No segundo ensaio foram utilizados 60 leitões machos castrados, de linhagem comercial, desmamados aos 21 dias de idade e com peso vivo de 6,40 ± 0,79 kg, com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes níveis inclusão do farelo de arroz parboilizado sobre o desempenho zootécnico, ocorrência de diarreia e viabilidade econômica, dos 21- 32 dias de idade, 21- 42 dias de idade e 21- 63 dias de idade. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, com cinco tratamentos (0; 4; 8; 12 e 16% de inclusão do FAP), e seis repetições por tratamento, sendo a unidade experimental constituída por dois animais. A formação dos blocos foi feita através do peso inicial dos animais. Não houve diferença (P>0,05) entre o tratamento controle e os tratamentos que receberam a inclusão do farelo de arroz parboilizado quando comparados pelo teste de Dunnett (5%), assim como para a análise de regressão, onde não foram observados efeitos (P>0,05) entre os níveis de inclusão do farelo de arroz parboilizado nas rações para nenhuma das variáveis de desempenho zootécnico (consumo de ração médio diário, ganho de peso médio diário e conversão alimentar). A inclusão dos diferentes níveis do farelo de arroz parboilizado não proporcionou aumento na incidência de diarreia nos leitões. Para a análise econômica realizada, a inclusão do farelo de arroz parboilizado mostrou-se viável até o nível de 16%. Conclui-se que o farelo de arroz parboilizado pode ser incluído até o nível de 16% em rações para leitões na fase de creche.
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Inclusão da quirera de arroz em rações de suínos na fase de creche

Inclusão da quirera de arroz em rações de suínos na fase de creche

Os dados discordaram ainda dos obtidos por Hongtrakul et al. (1998), Ebert et al. (2005) e Vasupen et al. (2008), que avaliaram os efeitos de diferentes fontes de carboidratos: milho, amido de milho, farinha de trigo, arroz quebrado, e sorgo versus formas de processamento (com ou sem processamento de extrusão úmida); grão de milho, arroz quebrado e farinha escura de trigo na forma crua ou cozida; e quirera de arroz e raspa de mandioca, respectivamente, sobre o desempenho de leitões na fase inicial. Na primeira pesquisa os autores obtiveram melhor GPMD e CA com os animais alimentados com dietas contendo quirera de arroz em relação aqueles que receberam dieta com milho como fonte de carboidrato. No segundo os autores observaram que os leitões alimentados com dietas à base de trigo apresentaram maior peso corporal, GPMD e melhor CA do que aqueles que receberam milho como fonte de amido, ficando intermediários os leitões com dietas à base de arroz, não sendo observado diferença entre as dietas nas formas crua e cozida para variáveis de desempenho. Finalmente Vasupen et al. (2008) constataram que os animais alimentados com ração contendo quirera de arroz apresentaram um GPMD superior (12%) em relação aqueles alimentados com raspa de mandioca.
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Utilização de enzimas exógenas em dietas com diferentes fontes e níveis de proteína para leitões na fase de creche.

Utilização de enzimas exógenas em dietas com diferentes fontes e níveis de proteína para leitões na fase de creche.

Easter et al. (1988) comprovaram que produtos enzimáticos contendo amilases e proteases em dietas à base de milho e farelo de soja durante as três primeiras semanas após a desmama aumentam a capacidade digestiva do animal, a digestibilidade de matéria seca e nitrogênio. Entretanto, Nery et al. (1997a,b) e Nery et al. (2000) não encontraram variação no desempenho de leitões, ao fornecerem o complexo enzimático na proporção recomendada pela indústria.

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Alho e orégano como substitutos de antimicrobianos na alimentação de leitões desmamados

Alho e orégano como substitutos de antimicrobianos na alimentação de leitões desmamados

Resumo. O trabalho foi realizado objetivando-se estudar o efeito da substituição de antibióticos por alho e orégano sobre desempenho e morfometria intestinal de leitões. Foram utilizados 45 animais desmamados com 21 dias distribuídos ao acaso nos tratamentos: T1 – controle (controle + 100 ppm neomicina), T2 – ração controle + 0,5% alho em pó e T3 – ração controle + 0,5% orégano. O período experimental foi de 14 dias e as variáveis de desempenho analisadas foram: ganho diário de peso (GDP), consumo de ração (CR) e conversão alimentar (CA). Para histologia intestinal foram abatidos três animais por tratamento, ao final do experimento, e foram avaliadas altura de vilosidades (AV) e profundidade de criptas (PC). Os leitões do tratamento controle apresentaram melhor GDP e CR que os leitões que receberam alho e orégano, enquanto estes não diferiram entre si para estas variáveis. Os animais que receberam as dietas contendo alho ou orégano mostraram menor AV e maior PC aos 14 dias após o desmame. O desempenho e a estrutura do epitélio intestinal de leitões alimentados na fase de creche com dietas contendo 0,5 % de alho ou orégano foram afetados negativa- mente quando comparados aos animais que receberam ração com antibiótico.
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Análise etológica de leitões com e sem dentes desgastados na fase de pós-creche em criação comercial

Análise etológica de leitões com e sem dentes desgastados na fase de pós-creche em criação comercial

os suínos (MOREIRA et al., 2003). O ambiente dentro das instalações deve atender as necessidades mínimas dos animais confinados, pois, a ausências dessas demandas desencadeia comportamentos atípicos como as estereotipias (FRASER & BROOM, 1990). Aumentam também as agressões entre indivíduos, canibalismos, frequências de animais em ócio e reduzem o consumo de ração e água prejudicando o desempenho dos suínos em diferentes fases produtivas. Alterações comportamentais são consideradas como importantes indicações de alterações no bem-estar dos animais diante de um ambiente deficitário (SARUBBI, 2009). O estresse e bem-estar de animais mantidos em confinamento podem ser avaliados diante da aplicação de rígidos métodos de pesquisas que contemplem o emprego de dados comportamentais, ambientais e fisiológicos (STOSKOPF & GIBBONS, 1994).
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