Top PDF Imagens das línguas de alunos do 6º ano : um estudo em Aveiro

Imagens das línguas de alunos do 6º ano : um estudo em Aveiro

Imagens das línguas de alunos do 6º ano : um estudo em Aveiro

Contudo, o nosso estudo apresenta aspetos bastante positivos. O primeiro prende- se com a contribuição do mesmo para a investigação das Imagens das Línguas, uma vez que é um tema que carece de contínua e sistemática investigação e que necessita ser explorado, uma vez que cada vez mais, em Portugal, existem escolas com uma enorme diversidade linguística e cultural. Note-se que é um dos primeiros estudos a ser desenvolvido sobre esta temática no 2.º Ciclo do Ensino Básico. São vários os estudos realizados com o 1.º Ciclo, bem como com o 3.º Ciclo e o Ensino Secundário ou mesmo Superior, mas parece ter sido deixado algo de parte do 2.º CEB no âmbito destes estudos, razão pela qual optámos por esta temática. Trata-se de um momento fundamental na formação dos alunos, visto que é a sua introdução da aprendizagem mais sistemática da LE (apesar de a partir do presente ano letivo esta aprendizagem começar a ser iniciada no 3.º ano) e é o momento que antecede o início do estudo da LE2, pelo que é muito relevante analisar as imagens que os alunos possuem acerca das línguas.
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Línguas e Educação: perfis profissionais de professores e de investigadores. Um estudo no distrito de Aveiro

Línguas e Educação: perfis profissionais de professores e de investigadores. Um estudo no distrito de Aveiro

Gerir o stress da profissão docente 6,4% 20,4% 60,2% 13% Manter um bom relacionamento com os colegas 3,5% 19% 64,5% 13% Gerir a interacção com os pais e encarregados de educação 4,2% 22% 61,4% 12,3% Manter-me actualizado(a) do ponto de vista linguístico-comunicativo e cultural 1% 7,3% 81,5% 10,2% Manter-me actualizado(a) do ponto de vista pedagógico-didáctico 0,7% 7,1% 82,9% 9,2% Motivar os alunos para as línguas e culturas 0,5% 5,2% 84,8% 9,5% Dar resposta a novas finalidades da educação em línguas 2,8% 18% 67,3% 11,8% Gerir a heterogeneidade dos alunos (linguística, cultural, cognitiva, etc) 1% 16,1% 73% 10% Fomentar a reflexão dos alunos sobre as línguas 5% 27,5% 55,9% 11,4% Fomentar hábitos de estudo e estratégias de aprendizagem dos alunos 1,4% 9% 79,4% 10,2% Avaliar competências diversificadas (linguístico-comunicativas,
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O uso de conectores discursivos em textos escritos por alunos de uma turma de 6º ano

O uso de conectores discursivos em textos escritos por alunos de uma turma de 6º ano

Ao longo das quatro semanas de aulas iniciais em que observamos o professor cooperante conseguimos entender como era a turma com que iríamos realizar o estudo. Apercebemo-nos, igualmente, de algumas estratégias que o professor usava com os alunos todas as semanas. Verificamos que nas aulas repartidas, onde estava apenas metade da turma na sala de aula em cada um dos 45 minutos, o docente trabalhava muito a escrita com os alunos. Os alunos escreviam textos a partir de imagens presentes no manual ou de imagens projetadas pelo professor. Apercebemo-nos, também, que era dada apenas meia hora para os alunos realizarem a atividade e nos restantes quinze minutos que faltavam para a aula terminar os alunos tinham de partilhar os textos escritos, oralmente, com os restantes colegas.
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O jogo Torre de Hanói como ferramenta mediadora no ensino de potências: um estudo com os alunos do 6º ano do ensino fundamental

O jogo Torre de Hanói como ferramenta mediadora no ensino de potências: um estudo com os alunos do 6º ano do ensino fundamental

Nesse sentido, este artigo apresenta os resultados de uma intervenção pedagógica, a qual aborda na prática as vantagens que os jogos aliados ao ambiente de ensino e aprendizagem da disciplina de matemática, proporcionam. O estudo foi desenvolvido pelo pressuposto da pesquisa qualitativa de cunho interpretativo, junto a 22 alunos de uma turma do ano do Ensino Fundamental I, de uma escola privada no estado do Paraná. A estratégia utilizada foi o jogo Torre de Hanói como encaminhamento metodológico mediador no processo de ensino e aprendizagem do conteúdo de potenciação. A investigação teve como objetivos aplicar, contextualizar e fixar este conteúdo com o auxílio do jogo. O interesse a pesquisa partiu da indagação de alguns alunos dessa classe acerca da aplicação da potenciação em situações além da sala de aula. Para a coleta de dados foram utilizadas observações, registros de imagens e registro das situações relevantes em um diário de bordo. Os resultados apresentados apontam que é possível despertar o interesse pela matemática utilizando como recurso metodológico o jogo.
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A análise do erro na escrita escolar : um estudo com alunos do 6º ano na cidade da Praia

A análise do erro na escrita escolar : um estudo com alunos do 6º ano na cidade da Praia

A política colonial defendia a separação de grupos étnicos, de modo a evitar rebeliões. No mesmo espaço, falava-se a língua do colonizador (Português) que costuma assumir o papel veicular e as várias línguas africanas faladas pelos escravos. Criou- se, assim uma situação de incomunicabilidade. Por um lado, entre os portugueses e os africanos e, por outro lado, entre os africanos provenientes de raças diferentes e consequentemente falantes de línguas maternas diferentes. Tornou-se necessária uma forma de linguagem comum que permitisse assegurar a comunicação. Inicialmente, utilizou-se um misto de gestos e palavras soltas, depois de modo mais sistemático, os escravos foram construindo uma forma de linguagem que ficou conhecida como Pidgin e que os senhores acabaram por se apropriar também, ao comunicarem com eles. Como é sabido, o Pidjin é uma língua de emergência, um vocábulo pode ter vários significados. Em síntese, é uma língua da situação e toda e qualquer língua não pode depender das situações e circunstâncias.
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Imagens das línguas estrangeiras de alunos universitários portugueses

Imagens das línguas estrangeiras de alunos universitários portugueses

Já a língua portuguesa apresenta-se para francófonos e hispanófonos como pouco conhecida e com menos características latinas do que as outras, sendo mais difícil de compreender. Para além disso, aparece muito relacionada com a imigração. A língua romena é considerada uma língua surpresa, uma vez que é, praticamente, desconhecida pelos sujeitos participantes no estudo. Os que dizem conhecê-la referem o papel da televisão, mas não lhe concedem qualquer valor educativo ou comunicativo. O Francês é percepcionado como uma língua românica de grande prestígio e utilidade. O Occitano é considerado diferente de todas as outras línguas, apresentando-se como a mais desconhecida. A ignorância dos sujeitos relativamente a esta língua deve-se ao seu estatuto de língua minoritária. A língua catalã é considerada uma língua passerelle, começando a emancipar-se do seu estatuto de língua dominada. Para os sujeitos lusófonos, apresenta-se como uma língua enigmática; para os francófonos como uma mistura de Espanhol, Italiano e Francês. Estes resultados permitiram à autora concluir que “plus une langue este légitimée et familière parce que les sujets ont été à son contact selon diverses modalités, plus on l’estime proche, et inversement, plus elle est illégitime et ignorée et plus on la juge éloignée” (pp. 408).
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A cultura linguística dos alunos do 9º ano do Concelho de Aveiro

A cultura linguística dos alunos do 9º ano do Concelho de Aveiro

definem para si. No que respeita aos contactos formais com as línguas, pudemos concluir que os nossos alunos continuam a estabelecer poucos contactos com outras línguas. Na verdade, neste momento do seu percurso escolar, não contactaram formalmente com mais do que 3 línguas (Inglês, Francês e Espanhol), no máximo. Esta realidade não diverge em muito da de há dez anos atrás, como se pode confirmar no estudo de Simões (2006). Apesar de haver um aumento significativo no ensino da Língua Espanhola, não podemos deixar de constatar que a escola oferece ainda poucas possibilidades de contactos com uma maior variedade de línguas aos seus alunos. Embora a oferta da Língua Alemã possa também ser considerada pelas escolas, o facto desta língua continuar a manter uma imagem de pendor negativo, poderá também estar na base da escolha da Língua Espanhola, como LE 2, em seu detrimento. Como nos dizem Araújo e Sá & Schmidt (2006) "as imagens escolares que circulam acerca do Alemão assumem-se enquanto obstáculo à sua inclusão nos projectos linguísticos dos sujeitos e influenciam uma vivência efectiva algo conflituosa com essa língua e com os seus universos de referência" (pp.1-2), concluindo as autoras que esta imagem negativa, no seu estudo, está presente em toda a comunidade escolar (alunos, professores, encarregados de educação e auxiliares de acção educativa).
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Cálculo mental com números racionais : um estudo com alunos do 6º ano de escolariedade

Cálculo mental com números racionais : um estudo com alunos do 6º ano de escolariedade

Schnotz et al. (2010) dividem estas representações em dois tipos, associando a ícones representações descritivas (description) e a símbolos representações representati- vas (depiction). As representações descritivas são símbolos, ou seja, sinais que não têm qualquer semelhança com o seu referente, mas que permitem perceber relações. A lin- guagem natural, falada ou escrita, expressões matemáticas ou fórmulas são representa- ções descritivas. Os autores relacionam-nas com representações proposicionais. As representações representativas são ícones, ou seja, sinais tais como fotografias, dese- nhos, pinturas, mapas ou linhas de um gráfico associados ao seu referente por seme- lhança ou analogia e relacionam-nas com modelos mentais e imagens. Na sua perspeti- va, ambas as representações servem propósitos distintos. Enquanto as representações descritivas são mais gerais, abstratas e poderosas a expressar o conhecimento abstrato, as representativas são mais concretas e específicas, mais seletivas, sendo fundamentais para fazer inferências e caracterizar objetos. Isto acontece porque, quando desenhamos um objeto não desenhamos apenas a sua forma, mas também as suas dimensões e orien- tação. Deste modo, as representações descritivas e representativas complementam-se. Por vezes, uma representação representativa (modelos e imagens) permite a criação de uma representação descritiva (representação proposicional) simples facilitando acesso rápido a um processo simbólico. Os modelos mentais são representações representativas porque são assumidas como quase-objetos internos hipotéticos que sustentam uma ana- logia funcional ou estrutural do objeto que representa com base nessa analogia. O uso destas duas representações é fundamental para o ensino da Matemática, pois são essen- ciais para atingir altos níveis de abstração e importantes para o pensamento criativo, a compreensão, para raciocinar, argumentar e resolver problemas (Schnotz et al., 2010; Otero, 2001). Para Schnotz e Bannert (2003) a construção de modelos mentais implica a transição entre representações descritivas e representativas. Representações proposicio- nais e modelos mentais interagem continuamente através de processos de construção de modelos e modelos de inspeção guiada por esquemas cognitivos.
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O desenvolvimento das capacidades de visualização espacial: uma experiência de ensino com alunos do 6º ano

O desenvolvimento das capacidades de visualização espacial: uma experiência de ensino com alunos do 6º ano

Uma pessoa revela ter esta capacidade quando, por exemplo, é capaz de reconhecer um cubo, quando este não se encontra numa posição habitual (Matos e Gordo, 1993). Os mesmos autores defendem ainda que, é muito frequente que os alunos apenas identifiquem figuras, como por exemplo o quadrado, quando este se encontra na sua posição habitual, ou seja quando esta figura tem os seus lados paralelos aos lados da folha onde está desenhada, sendo que qualquer rotação dessa figura na folha, pode provocar confusão. Esta situação deve-se ao facto de os alunos quase sempre serem confrontados com as mesmas situações, encontrando os quadrados apenas quando estes se encontram na posição mais habitual. Deste modo, os alunos irão construir o seu conceito de quadrado tendo em conta as particularidades que lhes são apresentadas.
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ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE DO 6º ANO

ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE DO 6º ANO

O estágio de Ginecologia e Obstetrícia foi realizado no Hospital dos Lusíadas, sob orientação do Dr. Pedro Martins. Durante as 4 semanas que constituíram este estágio tive a oportunidade de assistir a consultas de Ginecologia e Obstetrícia e de Patologia do Colo Uterino, à realização de ecografias obstétricas, histeroscopias e histerossalpingografias, frequentar a Unidade de Procriação Medicamente Assistida, o SU, o Bloco de Partos (onde assisti a partos eutócicos e cesarianas, participando como 2ª ajudante em duas delas) e BO (onde participei como 2ª ajudante em 2 cirurgias). Esta rotatividade permitiu-me alcançar de forma satisfatória a maioria dos objetivos a que inicialmente me propus, como identificar os aspetos chaves a monitorizar no seguimento de uma gravidez normal, reconhecer uma gravidez de risco e os sinais e sintomas do trabalho de parto; familiarizar-me com os programas de Rastreio Ginecológico e Planeamento Familiar; saber atuar perante os principais motivos de consulta em Ginecologia, como as infeções ginecológicas; treinar alguns procedimentos práticos, como colpocitologias. Apresentei ainda um trabalho no seminário dos alunos, intitulado “Zika vírus – 101”.
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RELATÓRIO FINAL DE 6º ANO

RELATÓRIO FINAL DE 6º ANO

O presente relatório, elaborado no âmbito do ano profissionalizante do Mestrado Integrado em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, tem como finalidade a apresentação das actividades desenvolvidas durante este último ano do curso, sendo que faço uma breve descrição de cada estágio, com os aspectos que considero mais pertinentes em cada um.

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DE ESTÁGIO DO 6º ANO

DE ESTÁGIO DO 6º ANO

Integram o programa curricular do ano do Mestrado Integrado em Medicina (MIM) da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa os seguintes estágios parcelares: Saúde Mental, Medicina Geral e Familiar, Pediatria, Obstetrícia e Ginecologia, Cirurgia e Medicina. Pertence, ainda, a esse mesmo programa, a Unidade Curricular Opcional, da qual fazem parte os Estágio Clínicos Opcionais.

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Desempenho e atitudes em relação à matemática de alunos do 6º ano do ensino fundamental

Desempenho e atitudes em relação à matemática de alunos do 6º ano do ensino fundamental

O objetivo do trabalho foi investigar associações entre as atitudes em relação à Matemática e o desempenho na disciplina de alunos do ano do Ensino Fundamental. Participaram 37 escolares com idades entre 10 e 14 anos. Utilizou- se a Escala de Atitudes em Relação à Matemática (EARM) para avaliar as atitudes dos alunos em relação à disciplina. O desempenho na disciplina de Matemática foi investigado a partir da média das notas dos três primeiros bimestres. As meninas apresentaram médias superiores aos meninos tanto na EARM quanto no desempenho escolar. O teste de correlação de Spearman apontou correlação positiva e moderada. Quando tal associação foi analisada separadamente, observou-se que nos meninos a correlação foi fraca (ró=0,343), enquanto que nas meninas encontrou-se forte (ró=0,758). Os achados evidenciam uma relação positiva entre as atitudes em relação à Matemática e o desempenho escolar na disciplina.
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Violência escolar entre pares : um estudo de percepções com alunos do 5º e 6º ano nos agrupamentos de escolas da Guarda

Violência escolar entre pares : um estudo de percepções com alunos do 5º e 6º ano nos agrupamentos de escolas da Guarda

Ainda segundo o mesmo, no indivíduo, tudo nele é socialmente constituído, ou seja, “os gostos mais íntimos, as preferências, as aptidões, as posturas corporais, a entoação de voz, as aspirações”. Assim, a acção das estruturas sócias dá-se de dentro para fora e não o inverso. O indivíduo, nasce e cresce num determinado ambiente social e familiar que o vai acompanhar e influenciar ao longo do seu crescimento e desenvolvimento. Toda esta bagagem social, económica e culturais que o acompanha, vão, em certa medida, influenciar o seu percurso escolar. De salientar, o peso do capital cultural que favorece o êxito escolar e proporciona um melhor desempenho nos processos formais e informais de avaliação. Esta última, por sua vez, não julga apenas as aprendizagens dos alunos, faz também uma avaliação cultural e moral dos mesmos.
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Práticas educativas parentais e metas académicas: um estudo com alunos do 5º e do 6º ano do ensino básico

Práticas educativas parentais e metas académicas: um estudo com alunos do 5º e do 6º ano do ensino básico

As conclusões tiradas deste estudo, permitem também reflectir sobre as limitações deste e sobre determinadas pistas que este mesmo estudo fornece para uma melhor compreensão das práticas educativas parentais e também das metas académicas adoptadas pelos alunos. Neste sentido, tendo em conta os contributos deste estudo para a literatura na área, importa referir algumas recomendações de melhoria. Na determinação dos estilos educativos parentais foram consideradas apenas as percepções dos jovens em relação aos mesmos. Desta forma, para além desta avaliação por parte dos filhos, seria também importante proceder também à aferição direta desses estilos através da inquirição dos próprios pais. O facto de se considerarem apenas as percepções dos adolescentes é particularmente limitativo dado que pais e filhos adolescentes frequentemente discordam nas suas percepções, não sendo consensuais as suas opiniões, pelo que seria recomendável, em estudos posteriores, incluir algum instrumento de auto-relato ou auto- avaliação direcionado para pais (Soares & Almeida, 2011). Um outro aspecto importante seria prolongar este estudo, incluindo alunos do 3º ciclo e secundário., por corresponder à fase final do período de adolescência. Seria possível, desta forma, verificar se os resultados encontrados se mantêm no decorrer da adolescência ou se as percepções dos estilos educativos parentais permanecem na transição para a fase de adulto.
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As línguas na internacionalização da Universidade de Aveiro

As línguas na internacionalização da Universidade de Aveiro

No Plano de Desenvolvimento da UA (2000-2006) sublinha-se que a aprendizagem de línguas tem acompanhado o processo de internacionalização (Cursos Livres de várias línguas e de Português Língua Estrangeira). Contudo, os resultados de uma análise realizada anteriormente no âmbito da formação (Pinto & Araújo e Sá, 2010) revelam que, com a reestruturação curricular à luz do Processo de Bolonha, houve uma diminuição das disciplinas de línguas nos currículos dos cursos e que o número de cursos com disciplinas de línguas ainda é reduzido, integrando estes apenas disciplinas de inglês. Esta hegemonia do inglês na UA, especialmente na pós-graduação, surge nos mesmos moldes que em muitas outras IES: solução rápida e condição necessária para a internacionalização e visibilidade institucionais (Phillipson, 2006).
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O que é a saúde? : quais os fatores que a condicionam? : um estudo exploratório com alunos do 6º ano em duas escolas de Maputo

O que é a saúde? : quais os fatores que a condicionam? : um estudo exploratório com alunos do 6º ano em duas escolas de Maputo

Sendo a autora deste trabalho, portuguesa, vivendo há vinte e dois anos em Maputo e dando aulas há seis anos na escola A em Maputo, tem consciência das clivagens culturais, sociais e económicas, duma sociedade como esta em que está inserida, onde existem diferenças tão díspares a múltiplos níveis, mesmo entre pessoas que fisicamente estão próximas. Sendo do conhecimento público a evolução de Moçambique ao longo dos últimos vinte anos, as suas potencialidades e riquezas, este país tem vindo a ser palco de diverso investimento estrangeiro e imigração crescente, principalmente de cidadãos portugueses. Continua no entanto, a ser um país pobre (Patrão & Vasconcelos-Raposo, 2011) onde os nacionais têm níveis de escolaridade mínima (PNUD) e a economia paralela pulula. Este aumento da imigração portuguesa teve como resultado um aumento da procura pela escola A por esses mesmos imigrantes, para os seus filhos. Refira-se no entanto, que nesta escola de currículo português, existem alunos de múltiplas nacionalidades.
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PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA COM ALUNOS CARENTES DE 6º ANO DA REDE PÚBLICA DE UBERABA

PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA COM ALUNOS CARENTES DE 6º ANO DA REDE PÚBLICA DE UBERABA

De modo geral, o maior objetivo deste trabalho foi alcançado: fazer com que os alunos mobilizassem seus conhecimentos linguísticos para compartilhar seus sentimentos e experiências, como sujeitos inseridos em uma sociedade violenta e desigual, através de exposições orais e da escrita de um texto (entidade formal e adequada a um gênero específico). Verificou-se também interesse significativo pela leitura do livro O Diário de Anne Franck, o que caracterizou um avanço em questões de leitura e interpretação textual. Quanto aos conhecimentos gramaticais trabalhados em aula (narrativa, coerência, recursos coesivos, pontuação, parágrafo, letra maiúscula, etc.), em um primeiro momento, na escrita, houve um grande avanço, pois os temas abordados e a leitura escolhida se mostraram relevantes para eles e geraram identificação. Isto pode ter sido impulsionado e motivado os alunos a se monitorarem mais na escrita.
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Mensurando valores morais: uma pesquisa com alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental

Mensurando valores morais: uma pesquisa com alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental

Seguindo essas indicações de Kohlberg (1992) para as perspectivas sociais, buscamos construir as alternativas pró-valor e contravalor em níveis crescentes de descentração social. Assim, destacamos nos níveis, respectivamente, uma perspectiva individualista ou egocentrada (nível 1), outra centrada nas relações grupais, familiares e em normas sociais mais convencionais (nível 2), e, finalmente, outra perspectiva, mais descentrada socialmente, baseada em contratos estabelecidos democraticamente através de procedimentos justos e em princípios considerados universalizáveis (nível 3). Na escala, em função dessas perspectivas sociais, correspondentes a níveis, colocamos cinco alternativas: três em que o valor focado é afirmado, sendo uma em cada um dos níveis de perspectiva social (nível 1, P1, nível 2, P2, e nível 3, P3), e duas alternativas que afirmam o contravalor correspondente, sendo uma delas no nível 1 (C1) e outra no nível 2 (C2). O terceiro passo referiu-se à validação das questões, na qual se procurou investigar se as questões elaboradas apresentam histórias que correspondem ao valor que se propõe investigar, de acordo com o que foi descrito na matriz. Esse passo, e os demais, seguiram procedimentos descritos por Depresbiteris e Tavares (2009) e Tavares (2010). Após um reexame dos itens por especialistas em psicometria e em Psicologia moral, iniciou-se a montagem dos cadernos de aplicação para o processo de pré-testagem. Estão sendo montados, a partir de 100 questões envolvendo os quatro valores, oito cadernos de aplicação para crianças de a 8º ano do Ensino Fundamental, jovens do 9º ano e Ensino Médio, e professores de Educação Básica. No momento em que se encontra esta pesquisa, estamos testando um caderno de 16 questões para crianças e jovens entre o e o 9º anos; este é o foco da presente pesquisa.
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6º ano Ensino Fundamental

6º ano Ensino Fundamental

Observação importante: o livro didático de inglês NÃO pode ser adquirido na feira de trocas pois é um material consumível.. A reutilização dele impacta negativamen[r]

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