Top PDF Incorporação de resíduos industriais para produção massa cerâmica

Incorporação de resíduos industriais para produção massa cerâmica

Incorporação de resíduos industriais para produção massa cerâmica

A indústria da extração mineral possui ligação direta com o meio ambiente, devido o grande volume de resíduos que é gerado durante o desenvolvimento da atividade, além do setor consumir recursos naturais e energia e ser um emissor de gases poluidores na atmosfera. Neste contexto o presente trabalho tem como principal objetivo estudar, do ponto de vista científico e tecnológico, a incorporação de resíduos industriais em massa cerâmica triaxial por meio do delineamento estatístico de mistura, no qual foram estudadas dez formulações com proporções distintas dos resíduos e em seguida confeccionados corpos-de-prova submetidos à pressão de compactação de 25 MPa. Os resíduos utilizados foram: a cinza vegetal, resíduo de caulim, o chamote de telha e resíduo de aciaria, incorporados na argila. As matérias- primas foram caracterizadas por difração de raios-x, fluorescência de raios-x, análise granulométrica, térmica diferencial, termogravimétrica, análise dilatométrica e submetidas a quatro ciclos térmicos distintos que foram eles: 855°C e 955°C a uma taxa de aquecimento de 10°C/min e um patamar de 30 minutos, para obtenção de produtos da cerâmica estrutural e outro ciclo térmico de 1080°C e 1180°C a uma taxa de aquecimento de 10°C/min e um patamar de 10 minutos, para obtenção de produtos de revestimento cerâmico. Após ensaios térmicos os corpos-de-prova foram submetidos novamente à análise de difração de raios-x e por microscopia eletrônica de varredura. Ao final dos ensaios, as propriedades tecnológicas dos corpos-de-prova obedeceram aos produtos da indústria da cerâmica estrutural e de revestimento, de acordo com os parâmetros das normas NBR 15270-1 e NBR 13818 respectivamente.
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Investigação e desenvolvimento de pasta de grés resultante da incorporação de subprodutos e resíduos industriais

Investigação e desenvolvimento de pasta de grés resultante da incorporação de subprodutos e resíduos industriais

Uma das maiores preocupações das empresas, nos dias que correm, é a valorização dos subprodutos e resíduos industriais que geram. Muitas vezes os resíduos são considerados complexos e potencialmente perigosos, sendo os aterros sanitários industriais o seu principal destino. No entanto, esta solução tem vindo a ser restringida, assistindo-se a um esforço cada vez maior para o seu reaproveitamento. A sua valorização tem importância ambiental e económica, uma vez que os subprodutos e os resíduos podem substituir parte dos recursos naturais utilizados, evitando a sua exaustão e permitindo a redução dos custos associados à sua gestão [1]. Fomentar a reutilização e a reciclagem de resíduos com vista a prolongar o seu ciclo de vida, desenvolvendo estratégias de economia circular é cada vez mais uma das prioridades das empresas. De entre as inúmeras vantagens da reutilização/ incorporação de subprodutos e resíduos podem citar-se as seguintes [2]:
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Produção sustentável de peletes através da incorporação de resíduos industriais, florestais, agroindustriais e urbanos

Produção sustentável de peletes através da incorporação de resíduos industriais, florestais, agroindustriais e urbanos

o consumo energético do processo produtivo, o que pode contrabalançar as vantagens da utilização de resíduos como por exemplo a redução do preço da matéria-prima. O teor de finos nos peletes com resíduos industriais aumentou relativamente aos peletes de referência (100 % serradura de pinho) sobretudo quando se utilizaram resíduos da indústria do calçado, têxteis e o fluff (mistura de polímeros resultante do desmanche de veículos em fim de vida). Também a densidade foi negativamente afectada pela adição dos resíduos mas o teor de humidade foi considerado aceitável para a combustão (com valores abaixo dos 15 % para todos os peletes de materiais incorporados) e os poderes caloríficos inferiores não variaram de forma significativa, sendo que os valores mais elevados se obtiveram nos peletes com incorporação de plástico e de fluff (19400 kJ/kg e 17500 kJ/kg, respectivamente).
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Estudo do desempenho de betões com incorporação de agregados finos provenientes de resíduos industriais

Estudo do desempenho de betões com incorporação de agregados finos provenientes de resíduos industriais

Como referido anteriormente, o betão de referência absorve água por capilaridade mais rapidamente nas primeiras 8h de ensaio, tendendo a estabilizar com o tempo, enquanto que em todos os betões com incorporação de resíduos, a absorção de água é sempre crescente com o tempo. Não se verifica qualquer proporcionalidade entre a absorção de água e a taxa de incorporação de resíduos. Ou seja, não se consegue concluir concretamente que efeito tem a maior ou menor quantidade de resíduos no betão, visto que nas cinzas de biomassa o betão Cz20 absorve mais água que o betão Cz100, e este, por sua vez, absorve mais água do que o betão Cz50. Quanto às lamas de cal, o betão Lm100 absorve mais água do que o betão Lm20, que absorve mais água do que o betão Lm50. Não se verifica, assim, qualquer tendência entre a quantidade de água absorvida e a quantidade de resíduos adicionado ao betão.
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Incorporação de resíduos industriais na produção de cerâmicos

Incorporação de resíduos industriais na produção de cerâmicos

De um modo geral, a retração sofrida na secagem é predominante quando comparada com a retração sofrida na cozedura. Na tabela 3 são apresentados os valores médios de retra- ção para cada percentagem de cada resíduo incorporado, apenas após a secagem, pois a retra- ção na cozedura é quase nula. Isto deve-se ao facto de, no período de secagem, em que a humidade é relativamente uniforme (devido às 24horas em que os provetes permanecem em panos húmidos), os provetes se encontrarem a uma temperatura de 40ºC. Esta temperatura, substancialmente baixa, dado que se encontra longe da temperatura de evaporação da água, permite que a água seja removida de forma bastante gradual não prejudicando a estabilidade do provete. Numa etapa seguinte, em que os provetes permanecem durante 2 horas a 110ºC, uma elevada quantidade de água é eliminada, uma vez que se encontram a uma temperatura supe- rior à da evaporação. No entanto o tempo a que permanecem a esta temperatura não é suficien- te para eliminar toda a água. Este somatório de perda de água resulta numa diminuição das dimensões significativa dos provetes. O ciclo térmico a que os provetes são sujeitos permite que a água restante seja completamente eliminada. O período de 5 horas a 1000 ºC a que todos os provetes são sujeitos, para além de eliminar completamente a água pode desencadear alguma reação dos resíduos presentes na composição do provete, nomeadamente a sua combustão.
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Pozolanicidade dos resíduos industriais, lã de vidro e lã cerâmica.

Pozolanicidade dos resíduos industriais, lã de vidro e lã cerâmica.

As ibras cerâmicas se caracterizam por ser um material leve, com alto grau de pureza, baixo armazenamento de calor, baixa condutividade térmica, resistência a choque térmico e alta resistência à corrosão em altas temperaturas. Essas característi- cas levam a uma grande procura das indústrias mínero-metalúrgicas e de outros seto- res para revestimentos de distribuidores, mulas, fornos de aquecimentos, entre outros. Após utilização no processo, por perderem sua capacidade de isolamento, os resíduos gerados precisam de destinação. Esse trabalho enfoca, especiicamente, resíduos de lã cerâmica e lã de vidro. Pelo fato de a composição das ibras cerâmicas ser rica em sílica e alumina, efetuou-se uma investigação acerca da atividade pozolânica das mesmas com a cal e o cimento, especiicamente CPV ARI, CPII E32 e CPIII 32RS, para avalia- ção da perspectiva de reciclagem em possível incorporação no concreto.
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ESTUDO DE ISOLANTE TÉRMICO CONFECCIONADO A PARTIR DE MATERIAIS NANOCOMPÓSITOS DE MATRIZ CERÂMICA AGREGADO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS

ESTUDO DE ISOLANTE TÉRMICO CONFECCIONADO A PARTIR DE MATERIAIS NANOCOMPÓSITOS DE MATRIZ CERÂMICA AGREGADO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS

A incorporação de resíduo de vidro a diferentes matrizes tem sido vastamente pesquisada, uma das alternativas é a agregação deste rejeito a produtos fabricados em base cerâmica, opção com alta viabilidade, pois há compatibilidade entre a composição química destes produtos e a do vidro. Ainda segundo Morelli e Baldo (2003), a introdução de vidro em massas cerâmicas demonstrou que pode haver diminuição no patamar de queima das peças, melhora na resistência mecânica e diminuição da absorbância de água.

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Caracterização e incorporação de resíduos provenientes de Estação de Tratamento de Água em cerâmica argilosa.

Caracterização e incorporação de resíduos provenientes de Estação de Tratamento de Água em cerâmica argilosa.

provocando um crescimento do montante de resíduos gerados pelo tratamento. Na maioria das estações, os resíduos provenientes das etapas de decantação e filtração, quase sempre são descartados em rios, lagos ou outro reservatório d’água, ou seja, geralmente na própria fonte de captação. Esta prática pode ocasionar assoreamento no local de despejo. Além disso, para remoção do lodo normalmente utiliza-se água tratada que, em seguida, é descartada juntamente com o lodo, o que diminui a produtividade da estação de tratamento. Com a implantação de um sistema de centrifugação para reaproveitamento da água de lavagem e obtenção do lodo “seco”, abre-se a possibilidade de que a destinação ambientalmente correta a ser adotada para o lodo seja a incorporação em cerâmica vermelha. Além disso, estes resíduos já estão sendo vistos pelos órgãos ambientais como resíduos industriais e com isso, necessitam de uma destinação final adequada à determinação legal. A constituição dos lodos de ETA é basicamente de partículas argilosas, siltosas, arenosas e, também, de matéria orgânica, que são materiais encontrados nas argilas que se constituem nas principais matérias-primas para a cerâmica vermelha [4- 8]. Estes trabalhos indicam que a incorporação de lodos de ETA deve ser realizada em pequenas quantidades para não prejudicar as propriedades físicas e mecânicas da cerâmica queimada. Foi observado ainda que, por meio de ensaio de solubilização, a cerâmica em geral inertiza os constituintes tóxicos e perigosos eventualmente presentes no lodo [7]. Além do lodo de decantador, o tipo de resíduo de ETA mais investigado na literatura, este trabalho avalia outros tipos de resíduos de ETA, disponibilizando assim novas informações a respeito de resíduos de ETA e sua reciclagem em massa de cerâmica vermelha.
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INCORPORAÇÃO DE RESÍDUO DE QUARTZITOS EM CERÂMICA VERMELHA

INCORPORAÇÃO DE RESÍDUO DE QUARTZITOS EM CERÂMICA VERMELHA

A incorporação de resíduos industriais em cerâmica vermelha vem sendo muito utilizada atualmente na busca de matérias-primas alternativas, e também buscando uma destinação ambientalmente correta aos resíduos. Durante os processos de beneficiamento das rochas ornamentais, há perdas significativas de material e geração de resíduos, os quais muitas vezes são dispostos de forma inadequada na natureza. O quartzito é classificado geologicamente como uma rocha metamórfica, composto quase que inteiramente de grãos de quartzo. O objetivo desse trabalho é caracterizar e avaliar os efeitos da incorporação do resíduo de quartzito em cerâmica
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Estudo da utilização de resíduos industriais de lã cerâmica e lã de vidro em argamassas e concretos.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Estudo da utilização de resíduos industriais de lã cerâmica e lã de vidro em argamassas e concretos.

A questão de resíduos industriais no que se refere a aspectos ambientais é premente. A geração de passivos ambientais, bem como o esgotamento dos recursos naturais são questões que vêm assumindo posição de destaque no gerenciamento dos resíduos, interferindo inclusive diretamente no mercado. As fibras cerâmicas têm grande aplicação nas indústrias mínero- metalúrgicas, particularmente do ramo siderúrgico para revestimentos de distribuidores, muflas, fornos de aquecimentos, dentre outros. Mas, segundo a NBR 10004/2004 a lã cerâmica constitui-se resíduo perigoso e a lã de vidro, resíduo não perigoso, classe A, não inerte, ambas com destinação prevista, a princípio, em aterros industriais. O objetivo deste trabalho foi estudar a possibilidade de utilização destes resíduos em argamassas e concreto. Efetuou-se uma investigação acerca da atividade pozolânica dos resíduos com a cal e o cimento, especificamente CPV ARI, CPII E32 e CPIII 32RS. Avaliou-se em seguida a sua incorporação em argamassas hidráulicas em substituição ao cimento em 25 e 35%. Avaliou-se também o desempenho mecânico com a utilização dos resíduos em concreto e argamassa mista, com a substituição do cimento por resíduos e por simples adição, em 5 e 10%. As ferramentas da engenharia civil e da engenharia de materiais foram fundamentais para caracterização dos materiais e avaliação dos produtos obtidos, às quais se acrescentou análise ambiental. Todas as avaliações se fizeram no sentido de buscar uma perspectiva de reciclagem. A aplicação do resíduo de lã cerâmica em argamassas e concretos trouxe melhoria de desempenho ou equivalência na maioria dos traços, exceto em argamassas hidráulicas secas. A aplicação do resíduo de lã de vidro obteve melhor desempenho em argamassas e concreto para o traço de 5% de substituição ao cimento.
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Avaliação da incorporação de resíduo de gemas na massa cerâmica vermelha: um estudo de caso.

Avaliação da incorporação de resíduo de gemas na massa cerâmica vermelha: um estudo de caso.

Diante da crescente preocupação mundial com o aumento do volume de resíduos gerados pelas indústrias, vários foram os trabalhos realizados até o momento, que visam o descarte apropriado deste material, visto que quando depositados em aterros sanitários inadequados ou lixões, podem provocar contaminação do ar, lençol freático e até mesmo degradação do solo. Muitos trabalhos mostram o resultado da incorporação de resíduos industriais (como coque de petróleo, lodo de estação de tratamento, lodo de lavanderia industrial, resíduos galvânicos) a massas argilosas [1-4]. Diversos fatores impulsionam as indústrias a encontrarem um destino alternativo e seguro para seus resíduos, entre o quais: a responsabilidade ambiental, a redução do custo de disposição em aterros industriais e a possibilidade de transformar o resíduo em subproduto [5]. Pelo elevado volume de produção e pela heterogeneidade de sua composição [6], a indústria cerâmica tem sido considerada especial também para o encapsulamento de rejeitos potencialmente tóxicos como cádmio, chumbo, cromo, níquel e outros, dada a grande capacidade destes compostos se tornarem resistentes à lixiviação quando
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Produção de CDR a partir de resíduos industriais: caso de estudo da Recivalongo

Produção de CDR a partir de resíduos industriais: caso de estudo da Recivalongo

Os resíduos provenientes da zona de alimentação são descarregados no pré-triturador. Este equipamento promove uma redução efetiva da granulometria dos resíduos, aumentando o grau de homogeneização e do rendimento das fases seguintes. O pré- triturador reduz o material a um tamanho homogéneo de 50-70 mm, ajustável conforme o crivo interno, permitindo assim uma boa trituração e separação dos resíduos a entrar na linha de separação. Nesta fase do processo será efetuada uma primeira amostragem da massa de resíduos triturada. O equipamento de trituração encontra-se equipado com um sistema de injeção de materiais que não são passíveis de trituração, tais como os metais. Após deteção serão descarregados automaticamente num transportador em direção ao separador de metais ferrosos e depois de removidos serão separados e conduzidos através de uma rampa para serem armazenados em recipiente próprio, para posterior encaminhamento para valorização.
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Avaliação do Ciclo de Vida Cradle-to-Gate de traços de concretos autoadensáveis com incorporação de resíduos e subprodutos industriais

Avaliação do Ciclo de Vida Cradle-to-Gate de traços de concretos autoadensáveis com incorporação de resíduos e subprodutos industriais

No estudo de Marinkovic et al. (2010), a parte analisada do ciclo de vida do concreto inclui a produção e o transporte de agregados e cimento, produção de concreto na fábrica e transporte do concreto até o canteiro de obras. A fase de construção, a fase de serviço e a fase de demolição não são consideradas no estudo, pois ambos os concretos foram projetados para cumprirem requisitos funcionais semelhantes. Assim, considerou-se que essas fases não influenciam no resultado da pesquisa. Os resultados da ACV mostraram que o total de impactos ambientais em termos de uso de energia, aquecimento global, eutrofização, acidificação e de criação de oxidantes fotoquímicos dependem principalmente das distâncias e dos tipos de transporte praticados no processo. Ressaltaram que a viabilidade ambiental de se utilizar agregados reciclados só é obtida com as usinas de reciclagem localizadas perto das concreteiras, porém, existe um ganho significante nas categorias de diminuição de resíduos e minimização do esgotamento dos recursos naturais.
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Estudo da incorporação de resíduos de cerâmica vermelha na composição de concreto para uso em estacas moldadas in loco

Estudo da incorporação de resíduos de cerâmica vermelha na composição de concreto para uso em estacas moldadas in loco

A preocupação com o meio ambiente tem estimulado o interesse por pesquisas voltadas para o desenvolvimento sustentável. O presente trabalho objetivou estudar o reaproveitamento de resíduos de cerâmica vermelha (RCV) na composição de concreto, em substituição em massa ao agregado miúdo (areia), visando a sua utilização em estacas do tipo moldadas in loco. Foram confeccionados concretos com substituição de 20%, 40%, 60% e 80% de areia natural (em massa) pelo RCV. Realizaram-se ensaios de compressão simples e de módulo de elasticidade em todos os traços no estado endurecido e, no estado fresco, ensaios de incorporação de ar e de massa específica. Visando avaliar o seu comportamento em condições de campo, frente às ações de trabalho, foram confeccionadas três estacas de concreto com 40% de RCV, as quais foram submetidas à prova de carga por meio de ensaio rápido. Os resultados das provas de carga foram comparados com os de outros ensaios realizados no mesmo local, porém com estacas de concreto convencional. Concluiu-se que o reaproveitamento do RCV melhorou as características físicas e mecânicas do concreto e possibilitou a sua aplicação nas estacas em estudo.
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Viabilidade de incorporação de resíduos florestais e agrícolas para produção de pellets

Viabilidade de incorporação de resíduos florestais e agrícolas para produção de pellets

Numa segunda parte do trabalho e após a quantificação da biomassa, será necessário dar um rumo a toda esta biomassa. Neste enquadramento, a indústria de pellets aparece como uma “tábua de salvação” para todos estes problemas ambientais e sociais. Neste contexto, o capítulo três foca-se essencialmente na descrição da norma e limites de incorporação dos resíduos florestais e agrícolas na fabricação dos pellets. Assim, o Comité Europeu de Normalização (CEN) e os institutos reguladores de cada país produtor de combustíveis bioenergéticos (excepto a Suécia) cooperaram na elaboração de uma norma comum a toda a Comunidade Europeia, estabelecendo determinados parâmetros que a definem tais como o dimensionamento, a massa volúmica, conteúdo de humidade, conteúdo das cinzas, a quantidade de pó, concentração de substâncias, entre outras.
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REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Incorporação de resíduos da fabricação de ferro-ligas de manganês e de finos de esteatito na produção de cerâmica vermelha.

REPOSITORIO INSTITUCIONAL DA UFOP: Incorporação de resíduos da fabricação de ferro-ligas de manganês e de finos de esteatito na produção de cerâmica vermelha.

Cruz et al. (2016) estudaram a incorporação de lama proveniente de estação de tratamento de água com o objetivo de melhorar as propriedades mecânicas do corpo cerâmico. Foram preparados corpos de prova com substituição de 0 a 15% a uma temperatura de queima de 1000 o C. Observou-se que a lama possui composição mineralógica muito semelhante à argila usada como matéria-prima, mas com um teor mais alto de metais pesados. Os resultados confirmaram a qualidade dos tijolos modificados, sendo que a incorporação do resíduo não afetou o teor de metais pesados no corpo cerâmico. Vale ressaltar que materiais cerâmicos podem ser fabricados com adição desse resíduo, de acordo com regulamentações ambientais de solo e água do estado de São Paulo.
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INCORPORAÇÃO DE RESÍDUOS DE CERÂMICA EM ARGAMASSAS DE CAL PARA REABILITAÇÃO - RESULTADOS PRELIMINARES DE PROJETO

INCORPORAÇÃO DE RESÍDUOS DE CERÂMICA EM ARGAMASSAS DE CAL PARA REABILITAÇÃO - RESULTADOS PRELIMINARES DE PROJETO

Os resultados positivos obtidos neste trabalho continuaram a incentivar a prossecução e aprofundamento da investigação. Em 2011 e 2012 foram desenvolvidos quatro dissertações de mestrado por Duarte [6], Ferreira [7], Tomás [8] e Silva [9] que se complementam e que permitiram obter um melhor conhecimento do comportamento das argamassas de cal aérea com incorporação de resíduos cerâmicos. Foram recolhidos resíduos de cerâmica de diferentes fábricas de cerâmica da região centro; de entre eles foram selecionados resíduos de tijolo, de telhas e de vasos que foram triturados num moinho de maxilas (figura 1). Os resíduos assim obtidos foram utilizados nos quatro trabalhos desenvolvidos. Foi utilizada cal aérea hidratada e as argamassas foram caracterizadas em termos mecânicos e físicos, incluindo caracterização das argamassas no estado fresco através da determinação da sua consistência (figura 2) e no estado endurecido através da determinação das resistências mecânicas (figura 3), módulo de elasticidade, massa volúmica, porosidade aberta, absorção de água, capacidade de secagem e permeabilidade ao vapor de água (figura 4).
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UTILIZAÇÃO DE RESÍDUOS DE ROCHAS ORNAMENTAIS NA PRODUÇÃO DE CERÂMICA BRANCA

UTILIZAÇÃO DE RESÍDUOS DE ROCHAS ORNAMENTAIS NA PRODUÇÃO DE CERÂMICA BRANCA

O procedimento para obtenção do parâmetro de absorção de água consiste na imersão dos corpos-de-prova em água destilada por 24 horas depois de serem secos em uma estufa à temperatura de 110°C até atingirem uma massa constante. A absorção é calculada pela Equação 3.4.

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Incorporação de coque de petróleo em cerâmica vermelha.

Incorporação de coque de petróleo em cerâmica vermelha.

Com a evolução dos processos industriais e o conseqüente surgimento de inúmeros produtos que rapidamente se tornaram de primeira necessidade, a atividade industrial adquiriu um caráter essencial na atualidade. Embora a sua importância seja indiscutível, a atividade industrial é responsável por gerar um número bastante elevado de resíduos, com diferenciadas formas e características. Diante deste fato, as indústrias se tornam uma grande fonte de geração de resíduos sólidos, líquidos e gasosos [1]. As indústrias mostram-se como vilãs na questão da poluição ambiental por dois fatores principais: o primeiro pelo acúmulo de matérias-primas e insumos, que envolve sérios riscos de contaminação por transporte e disposição inadequada; e o segundo pela ineficiência dos processos produtivos, o que necessariamente implica a geração de resíduos. Estes resíduos gerados no processo industrial se tornam um problema para as indústrias, fato que tem levado muitos órgãos municipais, associações, universidades e
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Aproveitamento do lodo da estação de tratamento de efluentes de indústria cerâmica na composição de massa cerâmica para a produção de louças sanitárias

Aproveitamento do lodo da estação de tratamento de efluentes de indústria cerâmica na composição de massa cerâmica para a produção de louças sanitárias

A constante degradação do meio ambiente, causado pelas indústrias e pelo desenvolvimento como um todo, faz com que exista hoje uma preocupação constante em relação a minimizar os impactos causados ao meio-ambiente. Pois a exploração dos recursos naturais de forma descontrolada pode causar conseqüências imprevistas. O resíduo gerado (lodo) no decantador de uma indústria de louça sanitária, apesar de apresentar em sua composição além de matérias-primas provenientes do processo de moldes de gesso, contém também resíduo da massa cerâmica e do esmalte, o que permite a inclusão deste material novamente ao processo de fabricação da massa cerâmica, em certas proporções, sem alterar as características do produto final. Como as indústrias cerâmicas de uma forma geral, obtêm suas matérias-primas exclusivamente da natureza, acelerando, portanto a degradação e escassez de recursos naturais e o Brasil encontra-se hoje, entre os quatro maiores produtores de cerâmica tradicional no mundo é bastante viável o reaproveitamento dos insumos descartados, neste caso o lodo. Este trabalho tem como objetivo, avaliar a incorporação do lodo da estação de tratamento de efluentes de uma indústria cerâmica em massas cerâmicas. Foram formuladas quatro composições de massa, usando como matérias-primas quartzo, argilas, caulim, feldspato e incorporando o lodo, avaliando em seguida as características da massa em relação à retração linear, absorção de água, ensaios de resistência à flexão em corpos de prova a 110 0 e após a queima a 1250 0 em forno túnel. Os resultados mostraram que as formulações estudadas,podem ser aplicadas em massa para produção de louça sanitária, bem como em revestimento cerâmico.
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